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Paulo de Tarso
Romanos 7.24-25
orque não faço o
Bem que quero,
mas o Mal que
não quero esse
orque não faço o
Bem que quero,
mas o Mal que não
quero esse faço!
Paulo de Tarso foi um dos maiores divulgadores do Evangelho
redivivo. Não conheceu o Mestre pessoalmente, não teve a
oportunidade de conviver com Jesus, aliás foi um perseguidor
ferrenho dos cristãos como Saulo, antes da sua transformação.
Mas foi o vaso escolhido!
Cumpre Paulo a árdua tarefa de universalização da nova
doutrina, libertando-a dos limites acanhados da aristocracia
judaica e levando-a aos gentios, de todas as partes do mundo
na sua época.
Nenhum outro homem teve sobre a evolução histórica do cristianismo maior
e mais decisiva influência do que Paulo de Tarso.
Antes Saulo, altivo e intransigente perseguidor dos cristãos por
não compreende-los, depois de convertido, Paulo cai por terra
rendendo-se incondicionalmente ao Cristo, assume uma só
posição, alimenta um só ideal:
Tornar Jesus conhecido, amado e servido de todos os homens.
Por amor a esse ideal deixa de perseguir e passa a ser
perseguido e condenado à morte, mas lega à Humanidade, o
maior exemplo do que autêntico cristão pode e deve realizar em
prol da evangelização do Mundo, ou seja, da libertação do
homem de suas imperfeições.
De cidade em cidade, de igreja em igreja, o convertido de
Damasco, com seu enorme prestígio, fala do Mestre,
inflamando os corações.
Mas, certa noite Paulo estava muito preocupado. Porque de cada igreja que ele fundou
chegava emissários lhe trazendo preocupações e conflitos que estavam ocorrendo nessas
igrejas.
Paulo, sozinho orou para Jesus pedindo uma inspiração para resolver tantas questões que
lhes chegavam.
E era impossível que Paulo estivesse pessoalmente em cada igreja dessas. E ainda
chegou a enviar Silas e Timóteo como seus emissários para tentar melhorar a situação
dessas igrejas, mas estava impossível administrar tudo.
E no silêncio da noite ele orou... E uma claridade muito intensa envolveu aquele
ambiente e o próprio Mestre o visitava e lhe disse:
Paulo, você não pode estar pessoalmente em cada igreja que você
fundou, mas você pode orienta-los pela força do Espírito.
Paulo então ficou com certa duvida de como fazer isso.
E o próprio Cristo lhe disse, Paulo escreva!
Leve a minha mensagem para as suas igrejas e
aqueles de Boa vontade compreenderão.
E assim o apostolo começou a escrever, também com auxilio de Silas e Timóteo as suas
Epistolas que até hoje nos alimentam com tanta sabedoria.
E nessa linha disse Paulo:
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que
habita em mim.
E o que Paulo nos quer dizer com essa frase?
O depoimento de Paulo confirma como é difícil lutar contra
o homem velho que trazemos em nós.
Paulo faz outras advertências a outras igrejas nesse mesmo
sentido:
Todas as coisas me são licitas, mas nem todas me
Convêm.
Todas as coisas me são licitas, mas nem todas Edificam.
Coríntios
E continua...
Examinai tudo, mas retendes o Bem!
Tessalonicense
Se não queremos ser mais quem somos e ainda
não somos quem gostaríamos de ser, quem
realmente somos nós?.
Tal questionamento nos conduz a enxergar de maneira clara, a
complexidade que envolve a natureza humana instituída de dois
elementos complementares, porém, distintos um do outro: corpo e
alma.
Difícil vencer o homem velho? Sim, mas não
impossível, como ele próprio revelaria, anos
depois, em uma epístola dirigida aos Gálatas, da
qual extraímos este versículo:
Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive
em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de
Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.
(Gálatas, 2:20)
Seguir a lei de Deus é agir de forma
irrepreensível, observando a própria
consciência, comparando o comportamento
realizado e estabelecendo um paralelo entre
o desejo de acertar e a ação perpetrada.
Enquanto o homem buscar consolações no mundo
exterior e não em Deus, viverá desnorteado e
entregue ao sabor do vento, cultivando a vaidade
e procurando a satisfação dos seus desejos,
mesmo os inconfessáveis.
Cedo ou tarde necessitará reparar justamente a falta do Dever
cumprido. Porque somos juiz e cobradores da nossa própria
consciência. Já sabemos muitas vezes por onde deviaríamos trilhar.
Emmanuel define o dever como sendo “a submissão
que nos cabe a certos princípios estabelecidos como
leis pela Sabedoria Divina, para o desenvolvimento de
nossas faculdades (…)
O dever é a obrigação moral da criatura
para consigo mesma, primeiro, e, em
seguida, para com os outros. O dever é
a lei da vida. Com ele deparamos nas
mais ínfimas particularidades, como nos
atos mais elevados. Quero aqui falar
apenas do dever moral e não do dever
que as profissões impõem.
O Dever.
Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-
se, por se achar em antagonismo com as atrações do
interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias
e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever
íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio.
O aguilhão da consciência, guardião da probidade
interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes, mostra-se
impotente diante dos sofismas da paixão.
Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem;
como determiná-lo, porém, com exatidão?
Onde começa ele? onde termina?
O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto
em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso
próximo; acaba no limite que não desejais ninguém
transponha com relação a vós.
Deus criou todos os homens iguais para a dor. Pequenos ou
grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelas mesmas
causas, a fim de que cada um julgue em sã consciência o mal que
pode fazer.
Com relação ao bem, infinitamente vária nas suas
expressões, não é o mesmo o critério.
A igualdade em face da dor é uma sublime providência de
Deus, que quer que todos os seus filhos, instruídos pela
experiência comum, não pratiquem o mal, alegando
ignorância de seus efeitos.[...]
Lázaro.
Paris, 1863.
Evidentemente, quanto mais centrado e mais focado
na busca da virtude, mais conforme à lei de Deus
estará, ciente de que o desvio da rota terá
como consequências a estagnação, o sofrimento e
a perda das oportunidades de crescimento e
elevação, que é o objetivo central de nossa
presença no mundo.
Tal questionamento nos conduz a enxergar de
maneira clara, a complexidade que envolve a
natureza humana instituída de dois elementos
complementares, porém, distintos um do outro:
corpo e alma.
Uma época em que o mal se prolifera com uma maior
velocidade e seduz de forma sutil, despertando desejos,
necessidades pueris nos fazendo, por vezes, atender de
forma mais veemente à essência material em
detrimento da nossa essência eterna e mais valiosa
que é a espiritual. Isso nos faz lembrar uma máxima
que chama a atenção para o fato de que
“Não somos seres humanos em experiência espiritual mas sim, seres
espirituais em experiências humanas”
Fazendo enxergar de maneira mais nítida, a
necessidade do discernimento dessas duas
realidades que apontam para as diferentes
dimensões da vida e sobre como, a partir disto,
conseguirmos mais facilmente, administrar essa
dicotomia que por tantas vezes nos leva a praticar o
mal primeiramente a nós mesmos, ao invés do bem
que tanto almejamos para nós e para o outro.
Mas como também nos adverte o apóstolo Paulo:
“[...]
Não vos cansemos de fazer o bem, porque a seu
tempo ceifaremos, se não houvermos
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(Gálatas, 6:9).
Fim...

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  • 1. Paulo de Tarso Romanos 7.24-25 orque não faço o Bem que quero, mas o Mal que não quero esse orque não faço o Bem que quero, mas o Mal que não quero esse faço!
  • 2. Paulo de Tarso foi um dos maiores divulgadores do Evangelho redivivo. Não conheceu o Mestre pessoalmente, não teve a oportunidade de conviver com Jesus, aliás foi um perseguidor ferrenho dos cristãos como Saulo, antes da sua transformação. Mas foi o vaso escolhido! Cumpre Paulo a árdua tarefa de universalização da nova doutrina, libertando-a dos limites acanhados da aristocracia judaica e levando-a aos gentios, de todas as partes do mundo na sua época.
  • 3. Nenhum outro homem teve sobre a evolução histórica do cristianismo maior e mais decisiva influência do que Paulo de Tarso. Antes Saulo, altivo e intransigente perseguidor dos cristãos por não compreende-los, depois de convertido, Paulo cai por terra rendendo-se incondicionalmente ao Cristo, assume uma só posição, alimenta um só ideal: Tornar Jesus conhecido, amado e servido de todos os homens.
  • 4. Por amor a esse ideal deixa de perseguir e passa a ser perseguido e condenado à morte, mas lega à Humanidade, o maior exemplo do que autêntico cristão pode e deve realizar em prol da evangelização do Mundo, ou seja, da libertação do homem de suas imperfeições.
  • 5. De cidade em cidade, de igreja em igreja, o convertido de Damasco, com seu enorme prestígio, fala do Mestre, inflamando os corações.
  • 6. Mas, certa noite Paulo estava muito preocupado. Porque de cada igreja que ele fundou chegava emissários lhe trazendo preocupações e conflitos que estavam ocorrendo nessas igrejas. Paulo, sozinho orou para Jesus pedindo uma inspiração para resolver tantas questões que lhes chegavam. E era impossível que Paulo estivesse pessoalmente em cada igreja dessas. E ainda chegou a enviar Silas e Timóteo como seus emissários para tentar melhorar a situação dessas igrejas, mas estava impossível administrar tudo.
  • 7. E no silêncio da noite ele orou... E uma claridade muito intensa envolveu aquele ambiente e o próprio Mestre o visitava e lhe disse: Paulo, você não pode estar pessoalmente em cada igreja que você fundou, mas você pode orienta-los pela força do Espírito. Paulo então ficou com certa duvida de como fazer isso.
  • 8. E o próprio Cristo lhe disse, Paulo escreva! Leve a minha mensagem para as suas igrejas e aqueles de Boa vontade compreenderão. E assim o apostolo começou a escrever, também com auxilio de Silas e Timóteo as suas Epistolas que até hoje nos alimentam com tanta sabedoria.
  • 9. E nessa linha disse Paulo: Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. E o que Paulo nos quer dizer com essa frase? O depoimento de Paulo confirma como é difícil lutar contra o homem velho que trazemos em nós.
  • 10. Paulo faz outras advertências a outras igrejas nesse mesmo sentido: Todas as coisas me são licitas, mas nem todas me Convêm. Todas as coisas me são licitas, mas nem todas Edificam. Coríntios E continua... Examinai tudo, mas retendes o Bem! Tessalonicense
  • 11. Se não queremos ser mais quem somos e ainda não somos quem gostaríamos de ser, quem realmente somos nós?. Tal questionamento nos conduz a enxergar de maneira clara, a complexidade que envolve a natureza humana instituída de dois elementos complementares, porém, distintos um do outro: corpo e alma.
  • 12. Difícil vencer o homem velho? Sim, mas não impossível, como ele próprio revelaria, anos depois, em uma epístola dirigida aos Gálatas, da qual extraímos este versículo: Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim. (Gálatas, 2:20)
  • 13. Seguir a lei de Deus é agir de forma irrepreensível, observando a própria consciência, comparando o comportamento realizado e estabelecendo um paralelo entre o desejo de acertar e a ação perpetrada.
  • 14. Enquanto o homem buscar consolações no mundo exterior e não em Deus, viverá desnorteado e entregue ao sabor do vento, cultivando a vaidade e procurando a satisfação dos seus desejos, mesmo os inconfessáveis. Cedo ou tarde necessitará reparar justamente a falta do Dever cumprido. Porque somos juiz e cobradores da nossa própria consciência. Já sabemos muitas vezes por onde deviaríamos trilhar.
  • 15. Emmanuel define o dever como sendo “a submissão que nos cabe a certos princípios estabelecidos como leis pela Sabedoria Divina, para o desenvolvimento de nossas faculdades (…)
  • 16. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem. O Dever.
  • 17. Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir- se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes, mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão.
  • 18. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem; como determiná-lo, porém, com exatidão? Onde começa ele? onde termina? O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vós.
  • 19. Deus criou todos os homens iguais para a dor. Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelas mesmas causas, a fim de que cada um julgue em sã consciência o mal que pode fazer. Com relação ao bem, infinitamente vária nas suas expressões, não é o mesmo o critério. A igualdade em face da dor é uma sublime providência de Deus, que quer que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não pratiquem o mal, alegando ignorância de seus efeitos.[...] Lázaro. Paris, 1863.
  • 20. Evidentemente, quanto mais centrado e mais focado na busca da virtude, mais conforme à lei de Deus estará, ciente de que o desvio da rota terá como consequências a estagnação, o sofrimento e a perda das oportunidades de crescimento e elevação, que é o objetivo central de nossa presença no mundo.
  • 21. Tal questionamento nos conduz a enxergar de maneira clara, a complexidade que envolve a natureza humana instituída de dois elementos complementares, porém, distintos um do outro: corpo e alma.
  • 22. Uma época em que o mal se prolifera com uma maior velocidade e seduz de forma sutil, despertando desejos, necessidades pueris nos fazendo, por vezes, atender de forma mais veemente à essência material em detrimento da nossa essência eterna e mais valiosa que é a espiritual. Isso nos faz lembrar uma máxima que chama a atenção para o fato de que “Não somos seres humanos em experiência espiritual mas sim, seres espirituais em experiências humanas”
  • 23. Fazendo enxergar de maneira mais nítida, a necessidade do discernimento dessas duas realidades que apontam para as diferentes dimensões da vida e sobre como, a partir disto, conseguirmos mais facilmente, administrar essa dicotomia que por tantas vezes nos leva a praticar o mal primeiramente a nós mesmos, ao invés do bem que tanto almejamos para nós e para o outro.
  • 24. Mas como também nos adverte o apóstolo Paulo: “[...] Não vos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecidos” (Gálatas, 6:9). Fim...