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No prefácio, Emmanuel adverte que o objetivoda obra é recordar as lutas acerbas e osásperos testemunhos de um coraçãoextra...
Paulo e Estevão é um marco no trabalho domédium mineiro pelo esforço em psicografá-loque consumiu cerca de 8 meses em ativ...
Todos os dias, com exceção de domingo,depois do expediente no escritório da FazendaModelo, em Pedro Leopoldo, ele descia p...
A obra representa um resgate do Cristianismo,em sua pureza espiritual, representando umroteiro seguro para os trabalhadore...
A missão da Doutrina Espírita não é entulharas mentes com detalhes do Umbral quedeve ser superado. Mas, encher nossasmente...
Chico Xavier, em inúmeras entrevistas,declarou sua predileção peloromance Paulo e Estêvão dizendo setratar da obra que lhe...
Em seu livro Amor e Sabedoria de Emmanuel (ediçãoIde), Clóvis Tavares, amigo de Chico Xavier e das maislúcidas expressões ...
 No século XVI, Emmanuel reencarnado como Manuel daNóbrega, fundou, no planalto paulista, um então modestonúcleo civiliza...
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O Cristo é uma entidade de evolução inimaginável.Dirige de forma gloriosa os destinos planetários. Daíque sua vinda a este...
Jesus: o mestre radicalda não violência Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, ede toda a tua alma e de todo o ...
1. O ensino de Jesus tinha autoridade. Jesusensinava como quem tinha autoridade (Mc1:14, 15; 21, 22), que era demonstrada ...
A Sublime Iniciação14
Albano Metelo em Obreiros da Vida Eterna“– Também eutive noutro tempo a obcecação de buscar apressado amontanha. A Luz de ...
que me distanciava de tamanhas angústias. Contudo,quando mais me vangloriava, dentro de mim mesmo,embalado na expectativa ...
 O mensageiro do Plano Divino não podia conceder-me mais tempo. Urgia descer para colaborar com oMestre do Amor, diminuin...
É a sublime iniciação. O Amor vivido a todos.Visando a retirada de todos das trevas íntimas.Vivenciar o amor.O Cristo nasc...
Sua mensagem renova a vida mental dahumanidade. Muito mais que fenômenos, suaaura de amor toca o plano físico e inicia opr...
-A Missão de Paulo- A judaização do cristianismo e arevolta Judaica que começa em66 d.c e termina com adestruição de Jerus...
Pequena narração Emotiva Vídeo com as poesias do Gladston21
Abigail, na candidez dos seus dezoito anos, eraum gracioso resumo de todos os encantos dasmulheres da sua raça. Os cabelos...
 Abigail mostrou-se muito impressionada com as palavras do irmão- e acentuou: Lembras-te? Sempre nos ensinou que os filh...
Ansioso de aproveitar os instantes felizes que desfrutava,desejando perpetuar aquele encontro, perguntou o quefazer para a...
Interessante refletir nos quatro verbos apresentados peloEspírito como respostas às aflitivas indagações de Saulo:amar, tr...
 Ao encontro do amor Marielza Tiscate Quando a vi...da mostrar-te as marcas do coração:Enga...nos, me...dos, segredos p...
Jeziel após ser apedrejado, agonizante, pede a Abigail:Abigail, vou-me em paz... Queria ouvir-te em prece... dosaflitos e ...
Sois em tudo, a luz eterna,Da alegria e da bonança,Nossa porta de esperança,Que nunca se fechará,Quando tudo nos despreza,...
Trazei-nos o esquecimento, Da sombra,da dor, do mal...Que nos últimos instantes,Sintamos a luz da vida,Renovada e redimida...
 “(...) O jovem acorreu solícito epressuroso. Abraçado ao pai, ouviu -lheo desabafo amargo, palavra porpalavra. No vigor ...
Em Atos dos Apóstolos, a primeira referência que é feita aEstêvão, se encontra no cap. 6, v. 5 e seguintes, ao relatar aes...
O ilustre romano Sérgio Paulo, que se encontrava a bordo,em missão política, adoeceu gravemente. Abriu-se seucorpo em chag...
O seu primeiro encontro com o futuro Apóstolo dosGentios se deu na própria Casa do Caminho, quandoSaulo ali esteve, levado...
O interrogatório foi presidido pelo próprio Saulo que,vencido pela serenidade e paz que descobriu emEstevão e sua convicçã...
 Após a leitura das acusações, antes depronunciar a sentença, Saulo perguntou-lhe seestaria disposto a abjurar, com o que...
Estêvão pensa em Jesus e ora. O peito secobre de ferimentos e o sangue flui, abundante.Ele recita o Salmo XXIII de Davi: "...
Estêvão pensa em Jesus e ora. O peito secobre de ferimentos e o sangue flui, abundante.Ele recita o Salmo XXIII de Davi: "...
Salmo XXIII“O Senhor é o meu Pastor,Nada me faltará.Deitar-me faz em verdespastos,Guia-me mansamenteA águas mui tranqüilas...
Surpresa, reconhece o irmão e ele, ante a visãodo Cristo que olhava melancolicamente paraSaulo, a reconhece igualmente. (....
Ora e Confia Vê, irmão, que cintilam lá no céu oamor do Pai...Em oração agradece à vida e confia,meu irmão,Que a luz virá...
1.1 – Sobre Paulo:41
 Os 5 Macacos. Paulo sofre a adaptação ao meio em quenasceu. Obstinado e determinado ele seentregava completamente ao id...
 Quando a alma traz consigo uma certamaturidade algo a incomoda. Algo leva-a buscar. Há uma ansiedade, umanseio, uma busc...
Paulo trazia essa busca pela paz interior. Eessa busca, esse anseio eram as marcasde seu nível espiritual. Mas suapersonal...
 Paulo no entanto reconhece a paz interiorde Estevão. A lógica do argumentofundamentado no amor. A superioridade desuas a...
Quando alguém fala algo que não combina comnossa personalidade. É no nosso íntimo umaapreciação apressada e equivocada fic...
O Homem Velho é sutil, imperceptível, mas éobsoleto. A mudança exige confronto, comonão queremos confrontar, nossa raiva s...
 Paulo vê a paz interior de Estevão. Suamorte com resignação, seu perdãosincero, sua espiritualidade. Era issoque ele bus...
 Paulo era sincero, mas inserido emuma cultura que não lhe traziaplenitude, não tinha a paz que a suamaturidade intelectu...
Suas reflexões são de alto nível. Estáenvolvido por Abigail e por Estevão.50
Privilégio?51
Não.52
Sintonia.53
Essas reflexões irão culminarno encontro com Jesus naEstrada de Damasco.54
Por que só Paulo vê Jesus na Estrada deDamasco?55
Foi uma Graça? Um Milagre?56
Não. Como sabemos não existemmilagres. Mágicas e pirlimpimpins nocaminho do Espírito. Paulo trazia ínsito emseu ser a matu...
Romper com o velho, o obsoleto, o ritualmágico, depende de uma profunda reflexãodo Ser.A maioria de nós, poderíamos ser, s...
Senhor que queres que eu façaÉ a fala do homem novo. Sem culpas queparalisam e sim com a responsabilidadedos atos cometido...
 Seria ainda Estêvão que, ao lado de Jesus, e deAbigail (desencarnada pouco depois do irmão,acometida de febre) viria rec...
A obra mostra que o trabalho gigantesco dePaulo, fincando as nobres ideias do planosuperior na Terra, é um trabalho de equ...
O grande mártir do Cristianismo nascentealcançou influência muito mais vasta naexperiência paulina, do que poderíamosimagi...
Primeiro se regenerar, depois, peloexemplo auxiliar os outros com amor.Eis o caminho que nos está proposto.63
Jesus mostra uma grande lição nessa obra, aojuntar Estevão e Paulo. Vítima e algoz, em umadupla de trabalho espiritual. Pa...
Chamado Marielza TiscateEntão Ele veioE disse já é hora de seguirE indicou o caminho tortuosoMostrou as pedras e osespinh...
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Seminário Paulo e Estevão 5 de maio 2013

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Apresentação feita para o seminário que realizamos em nossa instituição.

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Seminário Paulo e Estevão 5 de maio 2013

  1. 1. 1
  2. 2. No prefácio, Emmanuel adverte que o objetivoda obra é recordar as lutas acerbas e osásperos testemunhos de um coraçãoextraordinário, que se levantou das lutashumanas para seguir os passos do Mestre,num esforço incessante.2
  3. 3. Paulo e Estevão é um marco no trabalho domédium mineiro pelo esforço em psicografá-loque consumiu cerca de 8 meses em atividadede recolhimento diário no porão da casa dafamília Joviano, sem outras testemunhas a nãoser um sapo. Em várias ocasiões que falousobre este livro, Chico dizia que primeiro eralevado pelo seu mentor e autor da obra paraver as cenas, em detalhes, e depois psicografaros textos.3
  4. 4. Todos os dias, com exceção de domingo,depois do expediente no escritório da FazendaModelo, em Pedro Leopoldo, ele descia para oporão da casa do Sr. Rômulo Joviano, o seuchefe, e punha-se a trabalhar na psicografia.Começava por volta das 17:15 horas e, porvezes, ia até à 1:00 h. da madrugada!Como única testemunha um sapo que apareciatodas as noites e se retirava assim que eleterminava a psicografia. 4
  5. 5. A obra representa um resgate do Cristianismo,em sua pureza espiritual, representando umroteiro seguro para os trabalhadores da Searado Mestre.Ler este livro é trazer luz para a suaconsciência. Ele luariza o ambiente e ampliavisões. Vivemos um momento em que nossasintonia tem valorizado muito livros que apesarde se dizerem espíritas fazem novelas infernaisdo umbral, reeditando o inferno medieval.Trazendo o velho com roupa de novo.Reflitamos...5
  6. 6. A missão da Doutrina Espírita não é entulharas mentes com detalhes do Umbral quedeve ser superado. Mas, encher nossasmentes com luz divina para que deixemosde uma vez por todas o umbral e ajudemosnosso mundo doente a se regenerar.Diretores da federação espírita brasileiratem o feliz hábito de ler Paulo e Estevãouma vez por ano e ir a ele, sempre quequerem melhorar a ambiência. Fica a dica.Devemos tirar os espíritos do umbral e nãotrazer o medo e a ameaça de novo à Terra.6
  7. 7. Chico Xavier, em inúmeras entrevistas,declarou sua predileção peloromance Paulo e Estêvão dizendo setratar da obra que lhe proporcionouexperiências gratificantes e profundas,tendo em vista os quadros espirituais porele presenciados e a presenças dosespíritos mencionadas no romance.7
  8. 8. Em seu livro Amor e Sabedoria de Emmanuel (ediçãoIde), Clóvis Tavares, amigo de Chico Xavier e das maislúcidas expressões do movimento espírita no séculopassado, traz-nos a descrição de um fato muitoimportante que, parece-nos, não foi registrado no meioespírita com a ênfase necessária.Trata-se de mensagem de Emmanuel, recebida porChico Xavier, a 13 de março de 1940, e que trata doencontro entre Emmanuel, então na figura dorespeitado senador Públio Lentulus, com o apóstoloPaulo, na Roma Antiga, pouco antes do martírio doapóstolo dos gentios.8
  9. 9.  No século XVI, Emmanuel reencarnado como Manuel daNóbrega, fundou, no planalto paulista, um então modestonúcleo civilizatório ao qual deu o nome de São Paulo, emhomenagem ao Apóstolo dos Gentios, que se tornou,atualmente, uma das mais importantes megalópoles doPlaneta.Uma observação importante de Emmanuel sobre Paulo deTarso é a de que Jesus encarregou-o da missão de trazerpara o Aprisco do Bem as grandes inteligências desviadasno Mal, o que retrata o perfil daquele que, em suasencarnações conhecidas, é sempre um misto de doçura efirmeza inquebrantável, mas cuja característica maior é afidelidade absoluta ao Divino Mestre.9
  10. 10. 10
  11. 11. O Cristo é uma entidade de evolução inimaginável.Dirige de forma gloriosa os destinos planetários. Daíque sua vinda a este planeta é um marco.Não é uma data qualquer. Sua presença marca oinício do processo de maturidade espiritualplanetária.Nossos inconscientes recebem um incremento. Umfermento.O ensino do Cristo , vivido, não tão somentepregado. Demarca uma mudança nos hábitos domundo. O Cristo prega à luz do dia. Não mais parainiciados, renunciantes ou mestres de meditação.11
  12. 12. Jesus: o mestre radicalda não violência Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, ede toda a tua alma e de todo o teu entendimento, este é omaior e o primeiro mandamento. E o segundo,semelhante a este, é : Amarás ao teu próximo como ati mesmo. (Mateus: 22: 34-40) Tendes ouvido o que foi dito: Amarás ao teu próximo eaborrecerás ao teu inimigo. Mas eu vos digo: Amai osvossos inimigos, fazei bem aos que vos odiais, e oraipelos que vos perseguem e caluniam, para serdesfilhos de vosso Pai... (Mateus: 5.43-47)12
  13. 13. 1. O ensino de Jesus tinha autoridade. Jesusensinava como quem tinha autoridade (Mc1:14, 15; 21, 22), que era demonstrada porseus atos e palavras. Essa autoridade eraautenticada por seu conteúdo e sua pessoa.Jesus amava aqueles aos quais ensinava.Jesus amava seus alunos de um modo queindica os profundos desejos de todo o coraçãopor um relacionamento de intimidade com ooutro e com Deus. Esse relacionamento deamor com Jesus era também caracterizado poruma preocupação com a verdade conforme omestre por excelência a comunicava.13
  14. 14. A Sublime Iniciação14
  15. 15. Albano Metelo em Obreiros da Vida Eterna“– Também eutive noutro tempo a obcecação de buscar apressado amontanha. A Luz de cima fascinava-me e rompi todos oslaços que me retinham em baixo, encetando dificilmente ajornada.(...)Consegui, porém, vencer os óbices imediatos e ganhei,jubiloso, pequenina eminência. Em me voltando, todavia,espantou-me a visão terrífica do vale: o sofrimento e aignorância dominavam em plena treva. Desencarnados eencarnados lutavam uns contra os outros, em combatesgigantescos, disputando gratificações dos sentidosanimalizados. O ódio criava moléstias repugnantes, oegoísmo abafava impulsos nobres, a vaidade operavahorrenda cegueira... Cheguei a sentir-me feliz, diante daposição 15
  16. 16. que me distanciava de tamanhas angústias. Contudo,quando mais me vangloriava, dentro de mim mesmo,embalado na expectativa de atravessar mais altoscumes, eis que, certa noite, notei que ovale se represava de fulgente luz. Que solmisericordioso visitava o antro sombrio da dor? Seresangélicos desciam, céleres, de radiosos pináculos,acorrendo às zonas mais baixas, obedecendo aopoder de atração da claridade bendita. Que acontecera?– perguntei ousadamente, interpelando um dos áulicoscelestiais. – “O Senhor Jesus visita hoje os que erramnas trevas do mundo, libertando consciênciasescravizadas. Nem mais uma palavra.16
  17. 17.  O mensageiro do Plano Divino não podia conceder-me mais tempo. Urgia descer para colaborar com oMestre do Amor, diminuindo os desastres das quedasmorais, amenizando padecimentos, pensando feridas,secando lágrimas, atenuando o mal e, sobretudo,abrindo horizontes novos à Ciência e à Religião, demodo a desfazer a multimilenária noite daignorância.(...) Albano Metelo, Obreiros da Vida Eterna)17
  18. 18. É a sublime iniciação. O Amor vivido a todos.Visando a retirada de todos das trevas íntimas.Vivenciar o amor.O Cristo nasce numa etnia que se julgaescolhida por Deus.Em meio a um povo dominador que tinha oorgulho e a violência como marca maior. E, Eleveio, Pão da Vida, Luz do Mundo, tinha o olharquente e profundo, soerguer a todos nós.18
  19. 19. Sua mensagem renova a vida mental dahumanidade. Muito mais que fenômenos, suaaura de amor toca o plano físico e inicia oprocesso de renovação planetária.Essa a Missão de seus ensinos. Educar asalmas semi-animalizadas e conduzi-las a umpatamar “desumbralizado”19
  20. 20. -A Missão de Paulo- A judaização do cristianismo e arevolta Judaica que começa em66 d.c e termina com adestruição de Jerusalém no ano70.- -A difusão do cristianismo.20
  21. 21. Pequena narração Emotiva Vídeo com as poesias do Gladston21
  22. 22. Abigail, na candidez dos seus dezoito anos, eraum gracioso resumo de todos os encantos dasmulheres da sua raça. Os cabelos sedososcaíam –lhe em anéis caprichosos sobre osombros, emoldurando -lhe o rosto atraente numconjunto harmonioso de simpatia e beleza. Noentanto, o que mais impressionava, no seu talheesbelto de menina e moça, eram os olhosprofundamente negros, nos quais intensavibração interior parecia falar dos mais elevadosmistérios do amor e da vida.22
  23. 23.  Abigail mostrou-se muito impressionada com as palavras do irmão- e acentuou: Lembras-te? Sempre nos ensinou que os filhos deDeus devem estar prontos para a execução dasdivinas -vontades. Os profetas, por sua vez, nosesclarecem que os homens são varas no campo dacriação. O Todo –Poderoso é o lavrador e nós devemosser os galhos floridos ou frutíferos, na sua obra. (...) Não será uma felicidade, neste mundo, podermos sofrer alguma coisa por amor de Deus?Quem nada tem, inda possui o coração para dar.23
  24. 24. Ansioso de aproveitar os instantes felizes que desfrutava,desejando perpetuar aquele encontro, perguntou o quefazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígniosdo Cristo e a resposta não se fezesperar: Ama! Respondeu Abigail.E nova pergunta de Saulo: como proceder de modo aenriquecer na virtude divina? (...) como fazer para que aalma alcançasse tão elevada expressão de esforço comJesus Cristo? E a resposta: Trabalha! A nova resposta doEspírito.Saulo voltou a perguntar: Que providências adotar contra odesânimo destruidor? Espera! Responde Abigail.Nova pergunta foi apresentada: Como conciliar asgrandiosas lições do Evangelho com a indiferença doshomens? Perdoa! Afirmou Abigail. 24
  25. 25. Interessante refletir nos quatro verbos apresentados peloEspírito como respostas às aflitivas indagações de Saulo:amar, trabalhar, esperar, perdoar.Observados detidamente permitem visualizar um autênticoroteiro de vida com serenidade. Imaginemos aplicarmo-nos à prática efetiva da conjugação de referidos verbos.É notável porque quem ama compreende. Quem trabalha,equilibra-se. Quem espera, confia. Quem perdoa, liberta-se.25
  26. 26.  Ao encontro do amor Marielza Tiscate Quando a vi...da mostrar-te as marcas do coração:Enga...nos, me...dos, segredos perdidos na imensidãodo tem...po...Se...rá a ho...ra de reu...nires tua força e fé.A vi.....da te ajudará pois nosso destino é amar, o nossodestino é amar...To...dos que vivem sob o hálito de DeusSe...guem uma estrada de trabalhos, descobertas,E com seu suor constróem a paz...26
  27. 27. Jeziel após ser apedrejado, agonizante, pede a Abigail:Abigail, vou-me em paz... Queria ouvir-te em prece... dosaflitos e agonizantes.Senhor Deus Pai dos que choram,Dos tristes, dos oprimidos.Fortaleza dos vencidos,Consolo de toda a dor.Embora a miséria amarga, Dos prantos de nosso erro,Deste mundo de desterro Clamamos por vosso amor.Nas aflições do caminho Na noite mais tormentosa,Vossa fonte generosa,É o bem que não secará.27
  28. 28. Sois em tudo, a luz eterna,Da alegria e da bonança,Nossa porta de esperança,Que nunca se fechará,Quando tudo nos despreza,No mundo da iniqüidade,Quando vem a tempestade,Sobre as flores da ilusão,O! Pai, sois a luz divina,O cântico da certeza,Vencendo toda aspereza,Vencendo toda aflição.No dia de nossa morte, No abandono ou no tormento, 28
  29. 29. Trazei-nos o esquecimento, Da sombra,da dor, do mal...Que nos últimos instantes,Sintamos a luz da vida,Renovada e redimida,Na paz ditosa e imortal. Abigail29
  30. 30.  “(...) O jovem acorreu solícito epressuroso. Abraçado ao pai, ouviu -lheo desabafo amargo, palavra porpalavra. No vigor da juventude, não selhe poderia dar mais de vinte e cincoanos; mas o comedimento dos gestos ea gravidade com que se exprimia,deixavam entrever um esp írito nobre, ponderado e servido por umaconsciência cristalina.” 30
  31. 31. Em Atos dos Apóstolos, a primeira referência que é feita aEstêvão, se encontra no cap. 6, v. 5 e seguintes, ao relatar aescolha dos diáconos (aqueles que servem) para a Igreja deJerusalém (Casa do Caminho) Emmanuel, no entanto, aoenfocar a saga de Paulo de Tarso, inicia a sua maravilhosanarrativa, com a história da família de Jochedeb ben Jared,no ano 34, que se constituía do pai, Jochedeb, a filha Abigail,de 18 anos e Jeziel, no vigor dos seus 25 anos de idade.Naquele ano, o representante de César em Corinto, LicínioMinúcio, lhes tomou a propriedade e destroçou a família. Opai morreu açoitado diante dos dois filhos. Abigail foisocorrida pelas generosas mãos do casal Zacarias ben Anane sua esposa, que haviam acabado de sofrer a morte dofilho, e foi viver, em uma granja, na estrada de Jope. Jeziel,após sofrer bárbara tortura por espancamento, foi recolhido àprisão e encaminhado, transcorridos mais ou menos 30 dias,para o serviço das galeras romanas.31
  32. 32. O ilustre romano Sérgio Paulo, que se encontrava a bordo,em missão política, adoeceu gravemente. Abriu-se seucorpo em chagas, de tal forma que nem seus amigos odesejaram tratar. A incumbência foi dada ao jovemescravo Jeziel.À conta de suas preces e seus cuidados, a autoridaderomana se restabeleceu, enquanto o escravo manifestou amesma enfermidade.Grato pelo cuidado de Jeziel, Sérgio Paulo conseguiu seopor ao comandante do barco que o desejava jogar aomar, para evitar a contaminação, e o deixou em terra, nacosta da Palestina, munido de uma bolsa de dinheiro.Depois de ter dado a bolsa a um homem que o encontrou,o jovem israelita mereceu dele a misericórdia de serconduzido à casa de um tal Efraim, que o levou à Casa doCaminho, em Jerusalém.32
  33. 33. O seu primeiro encontro com o futuro Apóstolo dosGentios se deu na própria Casa do Caminho, quandoSaulo ali esteve, levado por Sadoc que o desejavaliderando uma campanha contra "aqueles homens",cujo prestígio crescia em Jerusalém.Saulo ameaçou Estêvão com a autoridade do Sinédrio,mas o pregador não se atemorizou. Para ele, não haviaautoridade maior que a de Deus.Convidado ao debate, no Sinédrio, escusou-se,dizendo que esse era contrário aos ensinos de Jesus.Denunciado formalmente, então, por amigo de Saulo,compareceu perante o Tribunal, sozinho.33
  34. 34. O interrogatório foi presidido pelo próprio Saulo que,vencido pela serenidade e paz que descobriu emEstevão e sua convicção inabalável em Jesus, acaboupor se deixar dominar pela cólera e o esbofeteou,repetidas vezes. A sentença final foi a morte porapedrejamento, após quase dois meses, período emque Estêvão foi mantido em regime carcerário.No dia marcado para o apedrejamento, foi conduzidoàs proximidades do altar dos holocaustos, no Templo.Apresentava equimoses nas mãos e nos pés. O passotardio demonstrava cansaço. A barba estava crescida emaltratada.34
  35. 35.  Após a leitura das acusações, antes depronunciar a sentença, Saulo perguntou-lhe seestaria disposto a abjurar, com o que teriapreservada sua vida. A resposta desassombrada do moço de Corintofoi de que nada no mundo o faria renunciar àtutela de Jesus. Morrer por Ele significava umaglória. O tumulto foi geral. Fariseus exaltados oarrastaram, puxaram-no pela gola, e não fosse aintervenção enérgica de força armada, ele seriaestraçalhado pela multidão furiosa.35
  36. 36. Estêvão pensa em Jesus e ora. O peito secobre de ferimentos e o sangue flui, abundante.Ele recita o Salmo XXIII de Davi: "O senhor émeu pastor...Nada me faltará..".Sentindo a presença de seus amigos espirituaisexclama, o que os Atos, no cap. 7, vers. 56,registrou: "Eis que vejo os céus abertos e oCristo ressuscitado na grandeza de Deus!"Recorda a irmã Abigail. Por onde andaria? Queteria sido feito dela? Nunca mais a encontrara.Abigail, noiva de Saulo, e por ele convidadapara assistir a execução chegava naqueleinstante.36
  37. 37. Estêvão pensa em Jesus e ora. O peito secobre de ferimentos e o sangue flui, abundante.Ele recita o Salmo XXIII de Davi: "O senhor émeu pastor...Nada me faltará..".Recitação do Salmo XXIII37
  38. 38. Salmo XXIII“O Senhor é o meu Pastor,Nada me faltará.Deitar-me faz em verdespastos,Guia-me mansamenteA águas mui tranqüilas,Refrigera minhalma,Guia-me nas veredas dajustiçaPor amor do seu nome.Ainda que eu andassePelo vale das sombras damorte,Não temeria mal algum,Porque Tu estás comigo...A Tua vara e o Teu cajado meconsolam.Prepara-me o banquete doamorNa presença dos meusinimigos,Unges de perfume a minhacabeça,O meu cálice transborda dejúbilo!...Certamente,A bondade e a misericórdiaSeguirão todos os dias deminha vidaE habitarei na Casa do SenhorPor longos dias...“38
  39. 39. Surpresa, reconhece o irmão e ele, ante a visãodo Cristo que olhava melancolicamente paraSaulo, a reconhece igualmente. (...)Tanto quanto pôde, Jeziel resumiu para Abigailsua história e lançou em sua alma as primeirassementes da Boa Nova.A irmã lhe apresenta o noivo, Saulo, a quem omoribundo contempla sem ódio e acentua:"- Cristo os abençoe... Não tenho no teu noivo,um inimigo, tenho um irmão... Saulo deve serbom e generoso, defendeu Moisés até ao fim...Quando conhecer a Jesus, servi-lo-á com omesmo fervor... Sê para ele a companheiraamorosa e fiel." (3) 39
  40. 40. Ora e Confia Vê, irmão, que cintilam lá no céu oamor do Pai...Em oração agradece à vida e confia,meu irmão,Que a luz virá, em resposta à tuasolidão,Revigorar teu coração. [2: BIS]A luz virá revigorar teu coração.40
  41. 41. 1.1 – Sobre Paulo:41
  42. 42.  Os 5 Macacos. Paulo sofre a adaptação ao meio em quenasceu. Obstinado e determinado ele seentregava completamente ao ideal. Noentanto ele não se sentia realizado. “Desde aadolescência que encarecia a paz interior(...)”Nós vivemos sobre determinados padrõesque nos moldam, e sempre que oscorrespondemos recebemos um dadopositivo da sociedade, do meio em quevivemos. Isso reforça nosso vínculo comaquele modo de viver. A pessoa assim nãoquestiona o seu modo de viver. Se ajusta enele vive confortavelmente. Mas... 42
  43. 43.  Quando a alma traz consigo uma certamaturidade algo a incomoda. Algo leva-a buscar. Há uma ansiedade, umanseio, uma busca por algo que elaNão identifica. Ela entra em uma criseexistencial. Um vazio. Ela não sabe oque está acontecendo, mas ela, almamadura no fundo, no fundo, sabe lá noseu íntimo que ela não está satisfeita...43
  44. 44. Paulo trazia essa busca pela paz interior. Eessa busca, esse anseio eram as marcasde seu nível espiritual. Mas suapersonalidade marcante, ardorosa,vibrante, dedicada e extremamenteinteligente, reverenciada pelos seus,Idealista ao extremo, não conseguia abrirmão de seu modo de vida.44
  45. 45.  Paulo no entanto reconhece a paz interiorde Estevão. A lógica do argumentofundamentado no amor. A superioridade desuas atitudes. Emmanuel narra: “Recordava os amigos mais eminentes, e em nenhumdeles encontrou qualidades morais semelhantes àsdaquele jovem pregador do “Caminho”, que afrontara asua autoridade político-religiosa, diante de Jerusalém empeso, desdenhando a humilhação e a morte, para morrerdepois, abençoando-lhe as resoluções iníquas eimplacáveis.”45
  46. 46. Quando alguém fala algo que não combina comnossa personalidade. É no nosso íntimo umaapreciação apressada e equivocada ficamos tristes.Mas quando a crítica nos irrita, nos sentimosdesafiados, precisamos estar atentos, ali está sendodito algo quiçá seja verdadeiro e que estamosdeixando de lado, ignorando, não querendoconfrontar. Adiando confrontos, que sabemosexigirão mudanças. Exigirão a saída de nossa zonade conforto.46
  47. 47. O Homem Velho é sutil, imperceptível, mas éobsoleto. A mudança exige confronto, comonão queremos confrontar, nossa raiva seprojeta para aquele que ousa, de algumaforma, tocar nas nossas fragilidades. Ficamoscom raiva, odiamos, xingamos, excluímos dofacebook, reações abruptas que denunciam: foitocada uma área obscura, que nos amedronta,que nos confronta, que nos desconforta, porisso a reação virulenta. É uma ameaça a tudoque fomos até agora. Uma ameaça que, talvez,nos faça ver que temos tido escolhas erradas.Nosso orgulho, nosso apego, nossa“umbralinidade” não quer, não permite, nãoaceita mudanças, nem arrependimentos. 47
  48. 48.  Paulo vê a paz interior de Estevão. Suamorte com resignação, seu perdãosincero, sua espiritualidade. Era issoque ele buscava, ele não via essa pazem seus companheiros... Estevão eraexemplo, não discurso, seu amor vividoera a sua força presencial. Estevãoacorda Paulo pelo amor, pelo exemplo.Sem dedos em riste, sem acusação.Estevão não se sente ofendido, poissabe que o ofensor está doente.Doença grave. A ignorância espiritual doque se é, e do por quê de se estar aqui.48
  49. 49.  Paulo era sincero, mas inserido emuma cultura que não lhe traziaplenitude, não tinha a paz que a suamaturidade intelectual, ética, espiritualansiava. Está em crise.49
  50. 50. Suas reflexões são de alto nível. Estáenvolvido por Abigail e por Estevão.50
  51. 51. Privilégio?51
  52. 52. Não.52
  53. 53. Sintonia.53
  54. 54. Essas reflexões irão culminarno encontro com Jesus naEstrada de Damasco.54
  55. 55. Por que só Paulo vê Jesus na Estrada deDamasco?55
  56. 56. Foi uma Graça? Um Milagre?56
  57. 57. Não. Como sabemos não existemmilagres. Mágicas e pirlimpimpins nocaminho do Espírito. Paulo trazia ínsito emseu ser a maturidade espiritual. Apenasimerso num ambiente pouco propício aodespertar espiritual profundo. Estava presoaos hábitos da tradição em que estavainserido. 57
  58. 58. Romper com o velho, o obsoleto, o ritualmágico, depende de uma profunda reflexãodo Ser.A maioria de nós, poderíamos ser, sepriorizássemos completistas, mas oorgulho, o egoísmo, os hábitos antigos, avelha tendência em se arvorar em muletase não na lei do mérito, nos deixa preso aopassado. E confortáveis.58
  59. 59. Senhor que queres que eu façaÉ a fala do homem novo. Sem culpas queparalisam e sim com a responsabilidadedos atos cometidos. Buscando não ficarpreso ao passado condenável, masfocado na construção de um coraçãonovo.59
  60. 60.  Seria ainda Estêvão que, ao lado de Jesus, e deAbigail (desencarnada pouco depois do irmão,acometida de febre) viria receber Paulo, liberto doslaços da carne, consumada a sua decapitação. Estêvão abraça o antigo perseguidor, agora Servidorde Jesus, com efusão. "E assim unidos, ditosos, os fiéis trabalhadores doEvangelho da redenção seguiram as pegadas doCristo, em demanda às esferas da Verdade e daLuz..." (4)60
  61. 61. A obra mostra que o trabalho gigantesco dePaulo, fincando as nobres ideias do planosuperior na Terra, é um trabalho de equipe.o Apóstolo não poderia chegar a essapossibilidade em ação isolada no mundo. SemEstevão, diz, não teríamos Paulo de Tarso.61
  62. 62. O grande mártir do Cristianismo nascentealcançou influência muito mais vasta naexperiência paulina, do que poderíamosimaginar tão-só pelos textos conhecidos nosestudos terrestres. A vida de ambos estáentrelaçada com misteriosa beleza. A contribuiçãode Estevão e de outras personagens destahistória real vem confirmar a necessidade e auniversalidade da lei de cooperação.Aliás, sem cooperação, não poderia existiramor; e o amor é a força de Deus, queequilibra o Universo.”62
  63. 63. Primeiro se regenerar, depois, peloexemplo auxiliar os outros com amor.Eis o caminho que nos está proposto.63
  64. 64. Jesus mostra uma grande lição nessa obra, aojuntar Estevão e Paulo. Vítima e algoz, em umadupla de trabalho espiritual. Paulo no mundofísico e Estevão no mundo espiritual. Uma liçãofundamental para nós, de que precisaremos, sequisermos realmente trabalhar pela regeneraçãoplanetária, abrir nossos corações e receber àtodos de forma profunda. Eliminando de nossasalmas toda raiva, toda indiferença, toda mágoa,toda disputa. O mundo de Regeneração jáaparece no horizonte, mas espíritas urge anecessidade de ouvir o Chamado.64
  65. 65. Chamado Marielza TiscateEntão Ele veioE disse já é hora de seguirE indicou o caminho tortuosoMostrou as pedras e osespinhosE quando viuQue o medo assolava osnossos coraçõesNos fez olhar o sol atrás dosmontesSó disse: "Confiem e vão"Então viemosPorque ninguém resiste ao SeuchamadoVoltamos à terra mãe que nosabrigaPor Seu Amor, haveremos deamarE ao final da luta,Ele haverá de estar nosesperandoE erguerá a voz ao Pai numhinoE então dirá: "Eis os Teusfilhos enfim em paz!"Então viemosPorque ninguém resiste ao SeuchamadoPorque ninguém resiste ao Seuchamado65

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