Aprendendo braille

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  • Muito aproveitadoras as informações aqui descritas, parabéns pelo texto tão esclarecedor... Me ajudou muito!!!
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Aprendendo braille

  1. 1. APRENDENDO BRAILLE COMPARAÇÃO DO BRAILLE COM A ESCRITA A TINTA O Braille é um tipo de leitura e escrita para pessoas que são cegas oudeficientes visuais que não conseguem usar a tinta.Portanto, a decisão se vaiensinar o Braille para um aluno em particular, que seja surdocego, esta baseadaem alguns fatores assim como e feito na decisão de se ensinar à escrita a tinta.A habilidade cognitiva do aluno, a praticabilidade de ler e escrever para ele,projetando para o futuro seu estilo de vida, as habilidades sensoriais residuais eo interesse dele. Entretanto, algumas diferenças entre o Braille e a escrita a tinta, levam aconsiderar outros fatores. Primeiro, o Braille, requer habilidades diferentes da escrita a tinta. Osistema e mais complexo ele não tem somente as letras do alfabeto, mas, amais ampla forma de Braille usada (Braille grau II), tem um grande número decontrações e abreviações assim como símbolos de pontuações, os quais sãomuito similares aos símbolos das letras. As diferenças entre os símbolos em Braille são muito mais sutis que entre asletras a tinta, e o reconhecimento freqüentemente, depende de fazerdiscriminação detalhada. E também, menos fácil simplificar o Braille que aescrita à tinta para aqueles que estão iniciando a ler. O olho, de maneirarazoável, relata facilmente letras grandes para aqueles que gradualmentediminuem o tamanho, então nos podemos fazer as letras maiores, para aquelesque estão começando a ler. As diferenças de tamanho no Braille, não são tãofáceis, feitos com punções, alfinetes ou pontilhado grosso. Elas podem serúteis, quando você pode falar a respeito dos números pontilhados com oaluno mas, isto requer um nível mais alto de linguagem que um jovem alunopode ler. Não é impossível simplificar o Braille, mas é certamente menos fácil que atinta. Geralmente falando, são requeridos os mais elevados desenvolvimentos dashabilidades cognitivas e perceptuais para o começo do leitor Braille do quepara o do leitor a tinta. SEGUNDO, o Braille requer um tipo diferente de habilidades sensoriais-tátilmais que o visual. O estudante que e cego, necessitara de atividades táteis para prepará-lopara ter discriminação tátil para detalhes na leitura Braille. Braille também envolve uma boa quantidade de orientação espaciais, ambosem reconhecimento de letras que diferem só na localização de pontilhados eem seguir linhas numa maneira organizada através da pagina. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 1 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  2. 2. TERCEIRO - O Braille requer concentração e atenção para detalhes. Umasimples palavra escrita pode ser vista num relance, não é a mesma numarápida passagem de ponta dos dedos numa palavra escrita em Braille, para umleitor iniciante. O detalhe e sutil, e a criança precisa prestar atenção, mover seus dedos compaciência, e estar atenta a pequenas diferenças. Freqüentemente e útil escolher, no começo, palavras escritas no Braille quesão de diferentes configurações assim como sejam apropriadas e significativaspara a criança. Se nos considerarmos todas estas diferenças entre Braille e tinta,é evidente que a pessoa que vai aprender o Braille necessita muita motivaçãoa fim de conseguir sucesso no aprendizado.Assim, é importante inicialmenteexpor a criança ao Braille, num contexto social. A criança que e cega, necessita de muitas experiências para ajuda-la acompreender as funções do Braille no mundo, assim como incontáveisoportunidades para praticar a discriminação tátil. A criança pode ser exposta ao Braille em muitas formas - etiquetas comnomes, livros táteis simples, etiquetas nos seus objetos catalogados e sinais noambiente da escola. Todas estas coisas irão dar a ela a idéia de que o Braille existe e que eleleva uma informação e assim ira aumentando a motivação da criança paraaprender. QUEM DEVERIA APRENDER BRAILLE? É fácil ver se o estudante surdocego, que tem muitas capacidades, queesta desenvolvendo bem a linguagem.e curioso a respeito do mundo e que ébrilhante na trajetória acadêmica,deveria ser ensinado em Braille se a palavraimpressa não e acessível a ela. Ela necessitara de um modelo para ler e escrever a fim de progrediracademicamente. É fácil, também de ver que o aluno que se esforça para desenvolver umvocabulário básico para suas necessidades e que tem poucos conceitosSobre as atividades de vida diária, não e candidate ao Braille. Mas, o que fazer a respeito de todos os estudantes que estão entre estesdois níveis? É difícil tomar decisão a respeito deles. Em nossa experiência esta decisão sempre depende da motivação einteresse do individuo assim como de outros valores como habilidade deatenção e tátil. Nos conhecemos poucos alunos, com habilidades acadêmicas limitadas esimples linguagem de conversação que tiveram motivação para colocar suasidéias num papel e que amaram o Braille. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 2 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  3. 3. O nível gramatical e o vocabulário alcançado por eles foram limitados, eeles não conseguiram ler livros.Mas eles se divertiam usando Braille para taiscoisas como estórias a respeito de suas atividades, letras simples, lista decumprimentos e esquema diário.Tais alunos continuarão a fazer algum uso doBraille em suas vidas adultas. Outros, que poderiam ser capaz de aprender aler e escrever algumas palavras mas não sentem prazer nisto,provavelmentenão continuarão a menos que eles estejam num ambiente que lhes cobre isto. Para um aluno que você tem duvidas, nos poderemos dizer TENTE. Façaatividades de discriminação tátil e veja o quanto de habilidades táteis eledesenvolve. Mostre-lhe algumas de suas palavras favoritas em Braille. Ajude-oa escrever algumas palavras usando uma reglete. Qual e o seu interesse? Eleresponde? Este não deveria ser o seu maior foco no seu programa, masalguma experiência pode ser mostrada se for pratica para o aluno, e se eleestá motivado.Para alguns alunos, pode ser muito mais importante, usar aequipe multidisciplinar da sacola para desenvolver o melhor possível, umalinguagem interpessoal na pratica da comunicação diária e para expressarsuas idéias. Outros podem apreciar o Braille e isto pode ajuda-los a seexpressar numa maneira nova e mais permanente que só sinalizar. Também não esta claro se nos deveríamos usar Braille ou tinta quando oaluno tem uma deficiência visual severa mas e capaz de ver a escritaampliada (exemplo: escrita ampliada mecanicamente, escrita grossa preta empapel branco etc...). Ha muitas razoes para preferir a escrita à tinta ao invés do Braille, comoveremos a seguir. No entanto, alguns poucos casos em nossa experiência,tem nos levado a preferir o Braille para estudantes acadêmicos com este grauvisual. Um aluno que pode ler somente letra após letra, ou palavra após palavra,porque e tudo que sua visão permite a ver,e um risco o não desenvolvimentode habilidades para uma boa leitura. Em tais casos, quando o aluno esta em padrões acadêmicos e necessita setornar um bom leitor a fim de progredir em todos os pontos. Braille e a melhorescolha.Será muito difícil ensinar no começo, mas uma vez adquirida ashabilidades, isto ira prover um sistema mais eficiente para leitura de muitosmateriais e desenvolver uma boa habilidade de compreensão. O aluno pode aprender alguma leitura da escrita a tinta e escrever para outrospropósitos, tais como escrever ou ler correspondência. Se no entanto, o aluno provavelmente der uma limitada importância a leiturae a usar mais para atividades de vida diária que para a aprendizagem Formal,será melhor usar tinta,pois poderá aprender mais facilmente e será mais útil nomundo. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 3 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  4. 4. Outra questão que pode ser levantada e se nos deveríamos ensinar Braillepara um aluno que tem um diagnostico visual que levara a cegueira. Nos deveríamos prepara-lo para sua futura necessidade do Braille? Istotambém deve ser respondido individualmente. Em nossa experiência, éfreqüentemente muito difícil ao aluno aceitar esta idéia.É muito difícil ensinarBraille lendo pelo tato se o aluno pode ver os pontinhos. A decisão dependeprincipalmente da compreensão, atitude e sentimento do individuo, a respeito deseu futuro. Quando eu ensinava Braille para o Gary, ele conhecia a sua perda de visão.Ele ainda tinha uma boa acuidade visual, mas uma significante perda de visão. Aleitura em Braille era muito difícil para ele devido à falta de sensibilidade em seusdedos.Então, embora ele conhecesse suas futuras necessidades do Braille, Ele serebelava em aprender a lê-lo.Minha decisão foi ensinar-lhe o sistema Braillevisualmente.Ele aprendeu os símbolos facilmente, usando um texto para adultosvidentes, lia visualmente como eu faço, e aprendeu a escrever Braille. Anosdepois, quando ele não pode continuar a ler em tinta, mudou facilmente para aleitura tátil. Sua própria necessidade deu-lhe a motivação para faze-lo. Alvin, um outro aluno que eu ensinei, para mini, parecia que necessitava doBraille, pois ele só podia ler a tinta muito vagarosamente e com grande esforço.Mas ele estava muito aflito a respeito do aumento de sua perda visual e nãoqueria aceitar qualquer signo visual usado por cego. Eu tinha que esperar seupróprio interesse antes de mudar gradualmente seu sistema de leitura da tintapara o Braille, e esperava que ele fosse motivado por um colega de classe quegostasse do Braille. Não iremos apresentar aqui uma descrição detalhada de como ensinar Braille,o que pode ser encontrada nos livros de ensino de Braille para criança cega.Mas nos consideraremos alguns pontos que relatam especificamente alunossurdocegos e alguns palpites para professores de como eles começam o ensinodo Braille.BRAILLE - RELATO DE ATIVIDADES. A criança que aprende o Braille necessita de algumas habilidades especificas:percepção tátil, orientação espacial e movimento organizado (direita, esquerda eencima embaixo). Aqui estão algumas sugestões de atividades, algumas maispodem ser encontradas nas referencias do ensino do Braille. E bom usar umavariedade de materiais e lições para manter o aluno tão interessado quantopossível (se sabe que as atividades perceptuais que envolvem discriminação deforma e tamanho serão feitas antes). Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 4 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  5. 5. As atividades relatadas, deveriam ser feitas em situações do dia a dia sóassim elas terão significado para o estudante. As atividades de arte e projetos deartesanato que tem resultados tangíveis são particularmente solicitadas parapraticar estas habilidades. Muitas habilidades podem ser praticadas como parte de jogos que tem umelemento social e interativo, assim como tátil também. Isto mantém ashabilidades conectadas com a comunicação -Combinando e classificando objetos pequenos que requerem o uso da pontados dedos. -Combinando texturas, ser cuidadoso para começar com aquelas que sãopouco diferentes. -Escolhendo 2 botões que são iguais. -Combinando formas e desenhos formados por tubos colados claramente ecartões ou por linhas feitas com sola aumentando o número de detalhes. -Encontrando uma simples cela Braille no papel e cobrindo a com umpontilhado (pedaços de feltro sã mais úteis pois, são mais táteis que papelfurado). -Colocando um pontilhado em cada final de linha Braille, depois de seguir alinha com os dedos. -Encontrando a palavra em Braille em cada linha, Braille simples, e colocandoum ponto entre elas.Se a palavra e uma palavra favorita para o aluno, isto serámuito motivante. -Combinando cartões que tem desenhos em Braille (não letras), feito comlinhas de letras I ou G ou quadrados com sinais e assim por diante. -Colocando pequenos objetos dentro de um recipiente com muitosespaços, seguindo da esquerda para a direita, de cima para baixo, usando umamão para localizar o espaço e outra para colocar o objeto. Use variosbrinquedos pedagógicos para desenvolver a habilidade de colocar coisas emfileiras. -Imitando ou continuando seqüências começadas pela professora, usandouma grande variedade de materiais tais como contas, blocos, formas, carros epeque nas bonecas ou brinquedos improvisados. Também, criando seqüênciaspara o professor copiar. -Copiando configurações que requerem atenção para arranjo espacial:colocando bolas dentro de seções de caixas de ovos com 6 espaços,seguindo o arranjo do professor na própria caixa; fazendo um arranjo de pinosmisturados pela professora,estacionar carros de brinquedo em 6 espaços(imitação de garagem) ou colocando animais de brinquedo dentro do espaçono "celeiro". O professor cria um padrão e a criança copia, e compare com o padrão oupela memória. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 5 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  6. 6. O aluno também pode criar um modelo e a professora copia. E claro que você lera muitas outras idéias e variações. Cada atividade pode ser em um nível crescente de dificuldades de acordocom o progresso da criança, tornando as diferenças menos óbvias, os itensmenores e formas mais complexas. Todos eles são mais fáceis que a discriminação de letras em Braille, entãoé importante que o aluno desenvolva boas habilidades com estas atividades. Que tal usar material comercial em Braille? Você precisa explora-los e o usopossível para o aluno em particular.Alguns são úteis para os alunos que sãosurdocegos. Alguns dependem de uma grande qualidade de linguagem e de sercapaz de falar a respeito dos conceitos. Freqüentemente, os alunos não têmhabilidade de linguagem necessária no tempo em que eles estão fazendo asatividades, mas algumas vezes os materiais podem ser usados em parte ouadaptados.COMEÇANDO O BRAILLEQue aquele ponto tem grande significado. Ela pode acumular uns poucoscartões o tempo todo e começar a distinguir um do outro, o qual ira dar-lhe umsentimento de confiança.Com um processo igual a este, sua motivação paraaprender letras individuais, ira aumentar.APRENDENDO LETRAS Como você começa a ensinar letras para a criança que fala, você podeassocia-las com o nome falado das letras com a criança que sinaliza, você irárelata-las com alfabeto manual.Se a criança não tem conhecimento doalfabeto manual você necessitara ensina-los com o Braille, ela ira necessitaralgumas posições do alfabeto manual, pelo menos por sinais nomeados. Você também pode associar toda a palavra em Braille com sinais.Algumasvezes e difícil para o aluno reconhecer toda a palavra em Braille como umaconfiguração total, sem conhecimento de letras em separado. Antes o aluno necessitara aprender as letras e as palavras que sãoformadas por combinações de letras.Conhecendo isto, você pode quererpreparar seu aluno para aprender palavras através da datilografia enquantovocê esta fazendo atividades em Braille. Freqüentemente e mais fácil começar com poucas letras mais fáceis, parareconhecer em Braille (ex.a,b,l,g,x), ensine o aluno a reconhecer e nomeá-lascom lições de combinações,encontrar diferenças, todas as letras iguais e assimpor diante. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 6 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  7. 7. Então você pode combinar estas 3 letras simples em palavras o mais cedopossível, para ajudar o aluno a desenvolver a idéia que ler leva a umsignificado. Por exemplo, você poderia usar a palavra "bagagem" e brincar deter muitas bolsas para abrir com brinquedos surpresa dentro.Ou usar a palavra"bola" e brincar com uma ou muitos tipos de bolas.Você necessita algumaspalavras que permitam repetição suficiente para aprender enquanto continua aser divertido. Você tenta ensinar ambos, o reconhecimento de letras e o conceito quepalavras escritas, através de objetos, como a palavra sinalizada ou falada elajá usa para se comunicar. Introduzindo algumas letras que são mais difíceis, pode ser inevitável vocêtentar selecionar palavras que irão ser divertidas ou particularmente. Claro, o problema com nome e que nos não temos nenhum controle dadificuldade das letras ou do comprimento delas. Mas se o estudante esta usando a primeira letra do seu nome como partede seu nome, ou talvez já conhece a datilologia de seu nome ou apelido, vocêpode começar usando-o mesmo que algumas letras sejam difíceis. Você pode usar o comprimento da palavra e então reconhece-lo por estarazão. Também, o aluno, pode ser mais motivado a praticar leitura daquelas letrascom o objetivo de conhecer seu nome. O Braille difere em outra maneira da tinta: e mais fácil e divertido paraescrever que ler.Alunos estão freqüentemente muito motivados a usar aescrita Braille. E uma maquina e isto intriga algumas crianças. Você também pode tiraralgumas vantagens disto ensinando então a formar letras e palavras no Braille.Veja as sugestões em manter jornais, mais cedo, no capitulo de idéias arespeito de encorajar a linguagem expressiva com uma base regular. Mesmo antes, quando o aluno esta começando a ler palavras, você podequerer adicionar algumas palavras para o esquema de gravuras táteis,diariamente (então o aluno poderia usar gravuras táteis tanto quanto objetos). Você pode querer uma palavra em Braille para cada cartão de desenho, eela ira começar a se acostumar com as palavras, tateando-as cada dia, eeventualmente ira reconhecer a palavra. Se ela esta lendo mais demoradamente as palavras, você pode começarcom uma ou duas, primeiro colocando a palavra no cartão com desenho eentão trocando a palavra e a gravura,só então a palavra se torna seu símbolocalendário. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 7 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  8. 8. Relembre que Braille pode ser menos real, se o papel esta mudado, entãovocê deve usar cartão com letras ou palavras em Braille para lição, ensine oaluno que a parte de cima do cartão terá sempre uma linha em Braille, ou, quea parte de cima do canto direito estará cortado, ou use algum outro símbolotátil que ira ajuda-Ia a assegurar-se que segura o cartão de maneira certa.CONTRAÇÕES Quando nos expomos à criança a contração no Braille? Nos deveremosusa-la no começo ou primeiro só ensinar as letras? Como os outros objetivos,eu penso que a resposta deve ser individual e depende do modo e do nível dalinguagem que o aluno tem quando começa o Braille. Nos queremos associar oBraille com o conhecimento da linguagem que a criança já tem, então nosdevemos selecionar o método que ira funcionar melhor. Na maioria dos casoso melhor é começar só com as letras do alfabeto, combinando-as em palavrase relacionando-as diretamente ao alfabeto manual, pelo menos ate o alunoestar confortável com a leitura deles. Muitas contrações são facilmenteconfundidas com letras, e o aluno necessita estar muito familiarizado, primeirocom as letras.Se o aluno usa sinal e não muito o alfabeto datilologico, oprofessor pode querer usar contrações para palavras comuns tais como:E,O,A, e DIINTRO. É muito sensato usar as abreviaturas em Braille antes que contrações de 2e 3 letras. O aluno pode ser avisado que a abreviação e uma maneira menor de seescrever a palavra, e pode aprender facilmente aquelas que só envolvem letrassimples ex: amigo... Um aluno, por exemplo, aprendeu a escrever contrações antes de aprendera ler todas elas, ela podia memorizar o ponto dos números melhor do que podiafazer a discriminação tátil de letras mais difíceis e contrações. Aprendendo aescreve-las dentão deu a ele um sentido de progresso e desenvolveu novashabilidades, enquanto isto, evitou a confusão que viria da introdução denovas formas. Gradualmente, ele aprendeu a ler algumas palavras contatadasmais facilmente discrimináveis. A contração da palavra toda para cada letra do alfabeto é fácil de aprendere pode ser ensinada se o aluno pode captar a idéia da letra sozinha tendo umsignificado diferente que quando ocorre numa palavra.Um aluno com maislinguagem, ou um que aprendeu previamente a escrever a tinta e entãonecessita mudar para o Braille, pode ser capaz de trabalhar com contraçãodesde o começo. Contrações e abreviações variam no nível de dificuldades deles, as maissimples podem ser ensinadas primeiro, com aquelas que são similar as letraspodem ser retardadas ate que as letras sejam aprendidas. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 8 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  9. 9. Também, muitas contrações ocorrem em palavras que estejam numa leiturade alto nível e podem, não ser necessárias para o leitor que estejacomeçando. Uma boa regra pode ser ensinar o que o aluno necessita e o quepode aprender a discriminar mais facilmente, passando passo a passo comoele aprende. Alguns alunos tem excelente discriminação tátil e podereconhecer mínimas diferenças,outros tem muito mais dificuldades com ossímbolos que são invertidos ou que diferem só do local na cela.ORIENTAÇÕES GERAIS Embora a pessoa que e cega, seja mais freqüentemente habilitada emdiscriminação tátil que aquelas que são videntes,uma boa maneira para avaliara dificuldade da que você esta pedindo para ser aluno fazer, é tentar vocêmesma. Feche os olhos e lente fazer a mesma discriminação tátil que vocêespera que ele fala. Tente esquecer seu conhecimento de letras e posição depontos e pense só no que você sente. Ha uma grande diferença entre as coisas que são fáceis de discriminarVisualmente e aquelas que são facilmente detectáveis pelo tato. Você pode aprender um grande negocio treinando isto e mesmodescobrindo porque o aluno esta fazendo alguns erros. Evite o uso excessivodo Braille com jovens leitores ágeis. Eles necessitam estar experienciando apalavra, estar fazendo explorando e tentando outras coisas, não só trabalharcom palavras no papel. Não caia na armadilha de sentar muito com o Braille,o qual pode ser uma tentação particular com o estudante que gosta dele. Mesmo que a leitura vá indo bem, você necessita continuar a oferecerexperiências de vida real. A maioria das vezes você ira necessitar fazer seu próprio material a fimde controlar o vocabulário, nível de linguagem e nível do Braille. Algumasvezes você pode ser capaz de usar sistema de leitura e materiais que sãoaproveitáveis para a criança que e cega. No entanto, estes materiais, freqüentemente, são um problema para osalunos que são surdocegos por causa da limitação da linguagem destascrianças. Algumas vezes você poderá usar textos escritos para surdos oupara aqueles que tem problemas de linguagem e vocabulário. Algunsestudantes nunca aprenderão ler livros e podem continuar a necessitar doensino em materiais escritos que sejam mais relatados dentro da própriaexperiência deles.Alunos que estão em padrão acadêmico deveriam mudar demateriais feitos, para aqueles mais comumente usados para leitura nasseries, na preparação para livros de leitura em outras áreas. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 9 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  10. 10. RESUMO Não é possível dizer: "este e o método para ensinar Braille para estudantesque são surdocegos”. Como em todas as outras áreas, a variedade de diferenças individuaisrequerem o uso de variedades de técnicas de ensino. Alguns dos alunos, que temos ensinado que tem perda de visãoconheciam como era a escrita a tinta, então nosso foco era no sistema etécnicas do Braille Alguns alunos eram ouvintes e nos podíamos falar arespeito dos números de pontos para cada letra.Alguns tinham dificuldadecom a seqüência e tinham que aprender novas palavras, de maneira lenta,com muita repetição. Alguns alunos, tinham excelente percepção tátil e raramente perdiamletras, outros faziam inversão na leitura.Você precisa encontrar o interesse e apotência de seu aluno, mova-a no seu passo, construindo sobre o que elaconhece e aprende facilmente, encontre maneiras para aumentar seusproblemas nas áreas, e a maioria das vezes, fazer leituras úteis e excitantes.VIVIAN No capitulo l, você encontrou Vivian com a idade de 16 anos. Mais tarde,você ira encontra-la novamente como uma jovem mulher. Vamos encontra-la agora com 9 anos de idade,depois de seus primeiros 4meses neste programa particular, no nível que nos estamos discutindo nestecapitulo. Através do encontro dela neste nível, nos podemos começar a sentiro progresso dela durante este estagio e a passagem para a vida adulta. O que segue e um enxerto de relatório do progresso escrito quando Viviantinha 9 anos e comentários a respeito do desenvolvimento de viviam (note ovalor de tal relatório anedótico, qualquer professora lendo este relatório, teráuma visão clara da personalidade,progresso e estilo de aprendizagem daVivian,que não poderia ser convencionada por listas ou instrumentosestandarlizados sozinhos. DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEMLINGUAGEM DE SINAIS / ALFABETO MANUAL Vivian está aprendendo muito bem a linguagem de sinais. Ela compreendeusentenças simples sinalizadas e combinadas 2 e 3 sinais dentro de sentençascriadas por ela mesma. Seu vocabulário não e estritamente limitado por objetos ouações que ela pode ver, assim mesmo, tais palavras constroem o volume dovocabulário. Ela começou a usar “onde" apropriadamente, ela tem mostradoalguma compreensão de "quem" e tem usado" um pouco "de maneira correta. Recentemente ela tem usado "feliz" apropriadamente e parece compreender Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 10 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  11. 11. sinais com "triste" "sono"dentro do contexto. Vivian se comunica com uma grande quantidade de adultos e criadas. Elatem muita dificuldade em datilologia. Recentemente ela tem começado afazer corretamente o seu nome com alfabeto manual, mas, a inda, algumasvezes erra, a menos que ela esteja realmente concentrada. Ela aproximaalguns outros nomes, o suficiente para serem reconhecidos.Vivian tem tidoalgumas lições de alfabeto manual, copiando 3 a 4 palavra repetidamente atéque ela as soletre corretamente.Isto algumas vezes, requer um numero derepetições.LINGUAGEM ORAL Levando em conta, que ela tem perda profunda e o fato de que ela nuncausou amplificador sonoro, Vivian imita muito bem, alguns sons da fala, que sãomais fáceis. Ela, algumas vezes trabalhara muito com um som especifico quando ela sabeque a professora não esta satisfeita com sua primeira tentativa. Ela ira olharmuito de perto a boca da professora, mas ela prefere não usar o métodoTadoma. Algumas vezes, ela pode ser induzida com agrados, a colocar suamão na face da professora. Vivian usa sua voz para conseguir atenção. Ela aproxima a palavra falada"mala" enquanto ela sinaliza-a. Recentemente tem estado dizendo "ou" quandoela sinaliza "quem" ela começou a fazer isto por si mesma,como se estivessesendo ensinada, então, ela esta claro que ela esta fazendo alguma observaçãodos lábios das pessoas, mesmo pensando, ela esta confiando nos sinais paracomunicação.LEITURA - Vivian esta aprendendo a reconhecer os nomes de cinco pessoasda sala,escritos a tinta. COMPREENSÃO DE GRAVURA - Vivian compreendedesenhos muito bem.DESENVOLVIMENTO DOS CONCEITOSEXPERIENCIAS SIMPLES - Vivian fica muito excitada a respeito de qualquerviagem, fora do contexto.Ela apreciou uma expedição feita no outono, parapegar maçã. Ela tem ido para a livraria da cidade, muitas vezes, e senta quieta,olhando os livros enquanto ela esta lá. Ela foi ao shopping com sua professorapara comprar uni presente de aniversario para o colega de classe, e ela pareciacompreender que ela estava procurando por algo, para alguma outra criança,não para si mesma. Ela foi ao restaurante e pensou que a gorjeta que aprofessora colocou dentro do prato era um segredo. Vivian esta observando muito as pessoas, coisas e acontecimentos ao redordela. Ela tinha notado que quando a luz do sinaleiro muda para vermelho, ocarro deve parar e quando fica verde o carro deve ir, quando esta num carro, elafreqüentemente segue o caminho das luzes do transito e da ao motorista adireção apropriada. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 11 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  12. 12. DISCRIMINACAO PERCEPTUAL Vivian tem um pouco de dificuldade em equiparar ou escolher coisas por cor,tamanho ou forma.No começo, ela teve algum problema, para separar blocos por espessura. Elacompleta bem os padrões ABAB, AABB e ABCABC. Ela tem consideráveldificuldade em copiar qualquer padrão, mesmo simples, usando quatro cubos decores diferentes, conseqüentemente ela não gosta desta atividade, e muito difícilestar certo do que ela realmente não pode fazer só porque não esta totalmentemotivada a se concentrar suficientemente. Quando dado um registro de tempo,no qual ela supõe que deve ter um tempo limitado entre equiparar ou relatarcoisas. Vivian não tem o habito de fazer a tarefa de cima para baixo e daesquerda para a direita.CONCEITOS DE NUMERO E DE TEMPO Quando questionada sobre "quantos?" ela responde corretamente só para ume dois, com alguma consistência.Ela não tem idéia a respeito do tempo deacordo com o relógio, mas esta começando a ter alguma compreensão doesquema semanal, Vivian também compreende o conceito de "mais tarde" e usao sinal. COZINHANDO - Antes de cada lição, são feitas as gravuras, descrevendo ospassos envolvidos. Vivian se baseia nelas enquanto cozinha, como se estivesseseguindo uma receita.Sua participação em qualquer lição de cozinha parece serpelo menos, particularmente dependente do seu interesse de comer, no final daatividade.Vivian ainda e muito relutante em ajudar a limpar depois. A maioriadas Iições deste outono envolvem frutas.ATIVIDADES CRIATIVAS Recentemente, Vivian tem gastado muito do seu tempo livre para desenhar,usualmente pessoas, freqüentemente ela, usando touca de enfermeira.Ocasionalmente, depois ela tem desenhado umas poucas figuras nãorelacionadas ao tema.DESENVOLVIMENIO SENSORJAL SENSIBILIDADE VISUAL - Vivian tem aprendido através dos anos,queolhando através dos seus dedos com seu olho bom ela e capaz de focalizar maisclaramente. Ela parece fazer isso mais freqüentemente, quando olha algumacoisa a pouca distancia. Ela pode ver razoavelmente bem a alguma distancia,bem o bastante que algumas vezes ela identifica um prédio se ela esta passandode carro. Quando olhando alguma coisa de perto, tal como um livro, elausualmente segura perto do olho bom. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 12 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  13. 13. FREQUENTEMENTE A MOTIVAÇÃO DA CRIANÇA VAI AUMENTAR EMELHORAR A ATENÇÃO QUANDO A PROFESSORA INCLUI A SUAS COISASFAVORITAS. SENSIBILIDADE AUDITIVA - Vivian nunca usou aparelho de amplificaçãosonora,mas ela percebe os sons ambientais altos. MOTOR FINO - Vivian tem um bom controle do lápis.Ela pode pintar dentrode linhas se ela tenta e usa bem a tesoura.Seu desenho do corpo humano estadiferente agora, pois inclui braços, dedos e pernas, ao invés de uma bolhaindiferenciada para o corpo. Ela aparentemente ainda não esta completamente confortável com suahabilidade para desenhar estas extremidades e algumas vezes pede por ajuda, sea professora a esta observando. Sua tentativa em copiar seu nome esta maisclara, apesar dela estar longe de ser correta, Vivian continua a fazer um "a"muito informalmente. Quando desenha uma linha horizontal, Vivian quasesempre vai da direita para a esquerda. lsto talvez devido ao fato dela sersinistra. Ela tem muito pouca dificuldade em copiar novos símbolos ou em fazerletras do alfabeto manual.DESENVOLVIMENTO SOCIAL INTERACAO COM OS ADULTOS E COM AS CRIANCAS Vivian é uma criança muito sociável, amigável com todos, ela raramente seacanha frente aos outros, mesmo aos que lhe são estranhos. Ela algumas vezesira dizer "não" para suas professoras, mas ira acalmar-se se os adultos foremfirmes. Ela usualmente é muito boa com as crian9as mais novas da sua classe, é ateum pouco protetora e prestimosa. Na maioria do tempo ela brinca bem com as outras crianças, mas tende a serimplicante (por exemplo: morder bem vagarosamente um biscoito que a outracriança queira) e algumas vezes e um pouco mandona. Ela e rápida paraperceber qual e a melhor coisa entre todas e sempre tenta obtê-la, algumasvezes muda sua versão menos desejável para uma superior, adquirida por outracriança. Vivian fica preocupada se uma de suas colegas de classe ou professoraestá ausente.Ela e capaz de dividir com outro a sua alegria.COMPORTAMENTO GERAL NA CLASSE Vivian não gosta muito de trabalhar na mesa. Após 6 semanas de viageme atividades divertidas na escola de verão, Vivian teve um tempo difícil deadaptação ao ambiente estruturado de sala de aula,o qual lhe exigia mais. Elafica muito feliz quando brincando e conversando, aprendendo linguagem econceitos de maneira informal, no entanto, ela não gosta de lições Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 13 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU
  14. 14. apresentadas de maneira acadêmica, indubitavelmente rejeita-as porqueelas lhe parecem serem aborrecidas. Ha um número de hábitos de trabalho e maneiras de pensar as quais elaprecisa aprender, coisas que ela não desenvolveu primariamente porque elanão freqüentou escola anteriormente. Aparentemente, ela esta agora mais resignada a ser requisitada a fazer suaIi9ao do que antes. No entanto, parece provável que continue apresentandodificuldade em algumas áreas, devido a sua falta de interesse.RESUMO DOS PROGRESSOS Vivian parece muito feliz na escola. Ela esta adaptada à vida escolar elentamente esta aprendendo a aceitar as demandas feitas sobre ela na sala deaula. Ela esta aprendendo muito bem, linguagem, através de sinais.O progressoreportado tem uma imagem viva e total do desenvolvimento de Vivian nestemomento.O que podemos aprender através da comparação com a idade dela-16 anos (idade em que ela foi encontrada no capitulo I) Nestes sete anos, ointeresse de Vivian e algumas resistências, permanecem: -Ela e uma pessoa sociável. -Ela tem uma visão para detalhes. (parece aprender em seqüência) -Ela tem uma fascinação e ao mesmo tempo medo, por coisas médias. -Ela prefere atividades ativas ao invés das mais acadêmicas. Em todasestas tendências sementes do seu desenvolvimento tardio. Estes pontos depersonalidade e do estilo de aprendizagem, quando observados mais a fundo,e mais como uma fonte de pesquisa do que uma limitação, fornecendo otrampolim para o desenvolvimento da comunicação De fato,vocabulário e odesenvolvimento da linguagem se constrói sobre seus próprios tópicos etalentos,como descrito neste capitulo ajudou Vivian a se deslocar através darealização do seu potencial. Quando, mais tarde, encontraremos Vivian comouma adulta nós poderemos ver mais esta continuidade, e novamenterelembrar a importância da aprendizagem individual. Fonte: CAPITULO 9: Desenvolvimento básico das formas de linguagem. - LIVRO: REMARKABLE 14 CONVERSATION - BARBARA MILES, MARIANNE RIGGIO - PUBLICADO FOR: PERKINS SCHOOL FOR THE BLIND – 1999 - TRADUÇÃO: Maria Inês Petersen/2000 - SETOR SURDOCEGUEIRA - CENTRAU

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