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COMO PODE COMPROVAR-SE A EXISTÊNCIA DE BACTÉRIAS
EM OBJETOS QUE UTILIZAMOS FREQUENTEMENTE?
As bactérias são seres unicelulares procariontes que se encontram, basicamente, em todo o lado. Inúmeras bactérias são essenciais à
existência humana, intervindo ativamente no seu funcionamento, no entanto, muitas outras podem ser causadoras de graves doenças e desordens
internas do organismo. Desta forma, a partir de um trabalho laboratorial relativamente simples, pretende-se demonstrar a existência de bactérias
nos mais comuns objectos usados diariamente.
Material Utilizado:
 Meios cultura (MC1 –
Manitol e Sal, MC2 – Mac
Conkey, MC3 –NA);
 Cotonetes
esterilizados;
 Lamparina;
 Gobelé;
 Placa de Aquecimento;
 Marcador permanente;
 Estufa.
Procedimento:
 Em primeiro lugar, por segurança e também para evitar contaminações
durante o procedimento é importante realizar a assepsia da mesa de trabalho e
uma lavagem vigorosa das mãos. O uso de luvas é aconselhado.
 Devem ser escolhidos objetos ou superfícies para uma recolha de
amostras recorrendo aos cotonetes esterilizados com o algodão embebido em
água previamente fervida num gobelé e livre de contaminações.
 Cada cotonete contendo a respectiva amostra deve ser esfregado no meio
de cultura. Este procedimento deve ser realizado junto a uma lamparina para
evitar uma contaminação do meio, exterior à induzida pela amostra.
 Colocar as placas de Petri devidamente fechadas na estufa, a 37⁰C e
observar os resultados ao fim de 3-4 dias.
Resultados:
Na nossa experiência, MC2 (contendo amostras material biológico de parafusos macro
e micrométricos de um microscópio) e MC3 (contendo amostras material biológico do
puxador da porta) não apresentaram qualquer crescimento de bactérias. No entanto,
em MC1 (contendo amostras material biológico de um interruptor) foi possível
observar um crescimento, ainda que pouco substancial, de bactérias.
MC1 MC2 MC3
Discussão de Resultados:
Sendo as superfícies utilizadas para recolha de amostras de uso constante, seria de esperar uma quantidade
relativa de bactérias nos meios de cultura no final da experiência. Estes resultados (a ausência de bactérias em MC2 e
MC3, e a baixa concentração destas em MC1) podem ser explicados por diversos fatores, entre os quais se destacam:
 Recolha deficiente dessas amostras;
 Mau estado de preservação dos meios de cultura;
 Meios de cultura seleccionados pouco propícios ao crescimento e reprodução de bactérias ambientais
específicas;
 Limpeza recente das superfícies escolhidas para recolha de amostras;
 Oscilações de temperatura na estufa, fora dos limites esperados, que possam ter provocado a degradação das
bactérias;
 …
De qualquer das formas, através da análise de MC1 e também de outros ensaios realizados por outros
elementos da turma, foi possível comprovar a existência de bactérias em objetos que utilizamos frequentemente.
Bibliografia:
Sílvia, Amparo; Santos, Maria; Mesquita, Almira; Baldaia, Ludovina; Félix José; “Terra, Universo de Vida”; 2014, Porto Editora
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Biologia, por Fábio Soares, José Matias e Luís Lourenço, alunos da turma B do 12ºano do curso de Ciências e Tecnologias. Maio de 2015

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Poster científico "COMO PODE COMPROVAR-SE A EXISTÊNCIA DE BACTÉRIAS EM OBJETOS QUE UTILIZAMOS FREQUENTEMENTE?"

  • 1. COMO PODE COMPROVAR-SE A EXISTÊNCIA DE BACTÉRIAS EM OBJETOS QUE UTILIZAMOS FREQUENTEMENTE? As bactérias são seres unicelulares procariontes que se encontram, basicamente, em todo o lado. Inúmeras bactérias são essenciais à existência humana, intervindo ativamente no seu funcionamento, no entanto, muitas outras podem ser causadoras de graves doenças e desordens internas do organismo. Desta forma, a partir de um trabalho laboratorial relativamente simples, pretende-se demonstrar a existência de bactérias nos mais comuns objectos usados diariamente. Material Utilizado:  Meios cultura (MC1 – Manitol e Sal, MC2 – Mac Conkey, MC3 –NA);  Cotonetes esterilizados;  Lamparina;  Gobelé;  Placa de Aquecimento;  Marcador permanente;  Estufa. Procedimento:  Em primeiro lugar, por segurança e também para evitar contaminações durante o procedimento é importante realizar a assepsia da mesa de trabalho e uma lavagem vigorosa das mãos. O uso de luvas é aconselhado.  Devem ser escolhidos objetos ou superfícies para uma recolha de amostras recorrendo aos cotonetes esterilizados com o algodão embebido em água previamente fervida num gobelé e livre de contaminações.  Cada cotonete contendo a respectiva amostra deve ser esfregado no meio de cultura. Este procedimento deve ser realizado junto a uma lamparina para evitar uma contaminação do meio, exterior à induzida pela amostra.  Colocar as placas de Petri devidamente fechadas na estufa, a 37⁰C e observar os resultados ao fim de 3-4 dias. Resultados: Na nossa experiência, MC2 (contendo amostras material biológico de parafusos macro e micrométricos de um microscópio) e MC3 (contendo amostras material biológico do puxador da porta) não apresentaram qualquer crescimento de bactérias. No entanto, em MC1 (contendo amostras material biológico de um interruptor) foi possível observar um crescimento, ainda que pouco substancial, de bactérias. MC1 MC2 MC3 Discussão de Resultados: Sendo as superfícies utilizadas para recolha de amostras de uso constante, seria de esperar uma quantidade relativa de bactérias nos meios de cultura no final da experiência. Estes resultados (a ausência de bactérias em MC2 e MC3, e a baixa concentração destas em MC1) podem ser explicados por diversos fatores, entre os quais se destacam:  Recolha deficiente dessas amostras;  Mau estado de preservação dos meios de cultura;  Meios de cultura seleccionados pouco propícios ao crescimento e reprodução de bactérias ambientais específicas;  Limpeza recente das superfícies escolhidas para recolha de amostras;  Oscilações de temperatura na estufa, fora dos limites esperados, que possam ter provocado a degradação das bactérias;  … De qualquer das formas, através da análise de MC1 e também de outros ensaios realizados por outros elementos da turma, foi possível comprovar a existência de bactérias em objetos que utilizamos frequentemente. Bibliografia: Sílvia, Amparo; Santos, Maria; Mesquita, Almira; Baldaia, Ludovina; Félix José; “Terra, Universo de Vida”; 2014, Porto Editora Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Biologia, por Fábio Soares, José Matias e Luís Lourenço, alunos da turma B do 12ºano do curso de Ciências e Tecnologias. Maio de 2015