Sociologia como ciencia

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Sociologia como ciencia

  1. 1. Universidade Federal de Rondônia <br />DISCIPLINA: Sociologia I<br />DOCENTE: Maria Berenice Alho da Costa Tourinho<br />DISCENTES: André Luiz Cerqueira Rodrigues;<br /> Aline dos Santos Francisco;<br /> Eliaquim Timóteo da Cunha;<br /> Flávio dos Santos Gil; <br /> Márcia Fernandes da Silva;<br />
  2. 2. SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA<br />SEGUNDO ÉMILE DURKHEIM<br />
  3. 3. CONTEXTO HISTÓRICO<br />Nasceu em Epinal, na Alsácia, descendente de uma família de rabinos.<br />Lecionou Sociologia em Bordéus, primeira cátedra dessa ciência criada na França.Transferiu-se em 1902 para a Sorbone, para onde levou inúmeros cientistas, reunindo-os num grupo que ficou conhecido como escola sociológica francesa.<br />Principais obras:(1893) Da divisão do trabalho social,(1895) As regras do método sociológico(1897) O suicídio,(1912) Formas elementares da vida religiosa<br />ELIAQUIM<br />
  4. 4. CONTEXTO HISTÓRICO<br /><ul><li> França se encontrava mergulhada numa crise devido ao vazio provocado pelo desaparecimento dos valores e das instituições “protetoras”.</li></ul>ELIAQUIM<br />
  5. 5. Objeto da Sociologia <br /><ul><li>Sociedade;</li></ul> Não é apenas uma soma de indivíduos<br />ELIAQUIM<br />
  6. 6. Fato Social <br />“ É toda maneira de fazer, fixada ou não,suscetível de exercer sobre o individuo uma coerção exterior: ou então que é geral no âmbito de uma dada sociedade tendo ao mesmo tempo uma existência própria , independente das sua manifestações individuais”. <br />ELIAQUIM<br />
  7. 7. Fato Social <br />Caracteristicas: <br /><ul><li>Exterior;
  8. 8. Generalizado;
  9. 9. Coersivo</li></ul>ELIAQUIM<br />
  10. 10. Fato Social <br /><ul><li>Educação;
  11. 11. Pressão social;
  12. 12. Expectativas;
  13. 13. Intermediários </li></ul>ELIAQUIM<br />
  14. 14. Como observar um fato social <br /><ul><li>tratá-los como coisa;
  15. 15. Afastar da ciência as noções prévias;
  16. 16. agrupá-los conforme suas características </li></ul>ELIAQUIM<br />
  17. 17. Os dois tipos de consciência<br /><ul><li>INDIVIDUAL
  18. 18. COLETIVA</li></ul>Flávio Gil<br />
  19. 19. Consciência Coletiva<br />Os fatos sociais têm existência própria e independem daquilo que pensa e faz cada indivíduo em particular. <br />Flávio Gil<br />
  20. 20. Solidariedade Primitivasolidariedade Mecânica<br />Características da fase primitiva da organização social que se origina das semelhanças psíquicas e sociais entre os membros individuais.<br />Valores<br />Afinidades<br />Laços consangüíneos<br />Culturas religiosas<br />Sociedade Pré-Capitalista<br />Márcia Fernandes<br />
  21. 21. Transição<br />Flávio Gil<br />
  22. 22. CIÊNCIA<br />TÉCNICA<br />Flávio Gil<br />
  23. 23. Solidariedade Orgânica ou da Divisão do trabalho<br />“Durkheim chama de orgânica a sociedade baseada na diferenciação dos indivíduos,por analogia aos órgãos de um ser vivo,cada um dos quais exerce uma função própria, embora os órgãos não se pareçam todos são igualmente fundamentais a vida”<br />ALINE<br />
  24. 24. Solidariedade Orgânica<br /><ul><li>Superior a solidariedade mecânica
  25. 25. Solidariedade por dessemelhança
  26. 26. Típica das sociedades capitalistas
  27. 27. Menor influencia da consciência coletiva.</li></ul>ALINE<br />
  28. 28. Solidariedade Orgânica<br /><ul><li>Solidariedade por dessemelhança;
  29. 29. Típica da sociedade capitalista;
  30. 30. Menor influencia da consciência coletiva;
  31. 31. Direito restituitivo e cooperativo:</li></ul> - Contrato<br /> -Costumes <br />ALINE<br />
  32. 32. Solidariedade Orgânica<br /> Resultado da divisão do trabalho<br /><ul><li>Aumento da força produtiva ;
  33. 33. Aumento da habilidade do trabalho;
  34. 34. Desenvolvimento intelectual e material;
  35. 35. Coesão social;</li></ul>ALINE<br />
  36. 36. Moral e Leis <br />“Uma regra com efeito, não só uma maneira habitual de agir é, antes de tudo, uma maneira de agir obrigatória, isto é, subtraída em alguma medida, ao arbítrio individual“ [Durkheim – A divisão do trabalho Social]<br />“Somente uma sociedade constituída goza da supremacia moral e material que é indispensável para fazer a lei para os indivíduos; Pois só a personalidade moral que esteja acima das personalidade particulares é a que forma a coletividade.” [Durkheim – A divisão do trabalho Social]<br />André<br />
  37. 37. Durkheim via na sociedade o Fim e a Fonte da Moral, ele encarava a moral como social em inúmeros sentidos: <br />André<br />
  38. 38. Características<br /><ul><li>Na Sua Origem; </li></ul> Norma implícita;<br /> Norma explicita .<br /><ul><li>São gerais dentro de uma sociedade;
  39. 39. Pressupõem a associação humana;</li></ul>André<br />
  40. 40. Características <br /><ul><li>Proporcionam um quadro de referência externa para o indivíduo;
  41. 41. Vinculam-no a fins sociais;
  42. 42. E envolvem altruísmo.</li></ul>André<br />
  43. 43. Casos Patológicos<br />Fenômenos patológicos seriam aqueles que divergem do tipo geral:<br />É quando a sociedade não funciona como deveria, encontra-se em estado patológico.<br />Sociedades que ainda não completaram todo o seu percurso.<br />Leis sem funcionabilidade.<br />Sensação de impunidade.<br />
  44. 44. Anomia <br />Ausência de normas. Aplica-se tanto à sociedade como a pessoas: significa estado de desorganização social ou pessoal ocasionado pela ausência ou aparente ausência de normas.<br />Crimes sem leis<br />Internet<br />Biogenética<br />
  45. 45. Lei Maria da Penha<br />Lei 11.340, de 07 de agosto de 2006.<br />Art. 1° Esta lei cria mecanismos para coibir e prevenir a violência domestica e familiar contra mulher, nos termos do § 8° do Art. 226 da constituição Federal da convenção sobre a eliminação de todas as formas de violência contra a mulher.<br />

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