Diretoria de Planejamento Energético
Conceitos e Práticas



São Paulo, 9 de Fevereiro de 2009.
Objetivos


      Apresentar alguns conceitos fundamentais referentes ao
  1
      Mercado de Energia Elétrica Brasileiro....
Agenda

GRUPO EDP – ENERGIAS DO BRASIL


SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL


LEILÕES DE ENERGIA


EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO E GE...
Grupo
EDP – Energias do Brasil




                           4
Estamos presente em seis estados brasileiros




                          Diretoria de Planejamento Energético
          ...
Duplicaremos a capacidade de 2007

                                              Capacidade Instalada
                    ...
Estrutura Interna




                    7
Diretoria de Planejamento Energético

                         CEO
                 António Pita de Abreu




            ...
Setor Elétrico Brasileiro




                            9
Capacidade Instalada
                                                  Capacidade Instalada
                              ...
Potência x Energia


               Mascarenhas
 UHEs


                                                                  ...
Diferença entre a Energia Assegurada e o Consumo
Carga Oficial x Estimativa de Queda do consumo


                        ...
Expansão Determinada pelos Leilões (Jan/2009)


                             Elevação da
                              Ele...
Base da Expansão do
Sistema de Geração:
   Leilões do ACR




                      14
Ambientes de Contratação

                  ACR
                  ACR                                                     ...
Garantia da Expansão

  Agentes de consumo prevêem anualmente suas cargas no centro de
  gravidade para os próximos cinco ...
Modicidade Tarifária

   Os vendedores vencedores dos leilões são aqueles que ofertam
   os menores preços.


   Assim, a ...
Contratação no Ambiente Regulado
  (Incentivo à contratação de longo prazo, com maior antecedência, via repasse
  à tarifa...
Organização dos Leilões do Ambiente Regulado


                                  Geradores
                               ...
SISTEMÁTICA
 PRIMEIRA FASE
PRIMEIRA FASE


                       ETAPA INICIAL
                       ETAPA INICIAL      ...
Vai para a Rodada
       ETAPA HÍDRICA – RODADAS UNIFORMES                                                                ...
ETAPA HÍDRICA – RODADA DISCRIMINATÓRIA


        PREÇO CORRENTE ––R$121,00/MWh
         PREÇO CORRENTE R$121,00/MWh




  ...
Leilões de Energia


       7/dez              1º Leilão EE: P05-08, P06-08, P07-08 (02/12/04)
                           ...
Leilões de Energia


       29/mar                                     4º Leilão Ajuste
                                  ...
Leilões de Energia


                                             Leilão UHE Jirau: P2013
                                ...
Resumo da Participação das
  Empresas em um Leilão




                             26
Participação das Empresas em um Leilão


                 EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO

  Realizam estudos de projeção de cons...
Contratação de Energia
 pelas Distribuidoras




                         28
Aquisição de Energia das Distribuidoras

•Estratégias das empresas variam sensivelmente...

•Basicamente, busca-se “fechar...
Mercado e Carga




                  30
Carga = Mercado + Perdas


Geração                Transmissão




 Para um agente de distribuição:
          Carga = Merca...
Fechamento de Carga da Bandeirante



                                                                  Pontos de Medição
...
Fechamento de Carga da Escelsa




                                             Pontos de Medição

                       ...
Projeção de Mercado – Visão Geral

  Dados de Entrada para as Projeções de Mercado:

   Estudos Macro-econômicos realizado...
Cálculo das Perdas


            Perdas = Energia de Entrada na Rede −
                     (Mercado Cativo + Mercado Livr...
Mercado de Energia Elétrica
Consumo Cativo em GWh/ano (2007)



            Brasil
            Brasil
          Brasil x U...
Mercado de Energia Elétrica
Consumo Cativo em GWh/ano (2007)



          Brasil por segmento                             ...
Distribuição do Mercado

  Bandeirante
  Bandeirante
              Energia Distribuída                                   M...
BANDEIRANTE
Indústria por Gênero

                                                 Metal, Exclusive           Minerais Não...
Mercado Realizado - 2008
Bandeirante
Bandeirante
                                               Energia – MWh
            ...
ESCELSA
Indústria por Gênero

                                          Celulose e     Têxtil
                            ...
Mercado Realizado - 2008
  Escelsa
  Escelsa
                                                 Energia – MWh
              ...
Portfólio de Contratos




                         43
Portfólio de Compra de Energia

       12.000.000
                                                                        ...
Portfólio de Compra de Energia
 MWh                                  CCEAR ENERGIA
                                       ...
Número de Contratos de Compra de Energia

                                       NÚMERO DE CONTRATOS DE ENERGIA
          ...
Portfólio de Compra de Energia
                                                                                           ...
Portfólio de Compra de Energia
 MWh                                CCEAR ENERGIA                                    PROINF...
Número de Contratos de Compra de Energia

                                       NÚMERO DE CONTRATOS DE ENERGIA
          ...
Venda de Energia pelas
     Geradoras




                         50
Garantia Física




                  51
Cálculo da Garantia Física
                                                                                      1. Supõe-...
Potência e Energia Assegurada

                           Potência ––MW
                            Potência MW           ...
Contabilização de Curto Prazo – MRE
                      115 MWh
                                 108 MWh
               ...
Contabilização de Curto Prazo – MRE
                      115 MWh                                                         ...
Contabilização de Curto Prazo – MRE
                      115 MWh                                          10 MWh 110 MWh ...
Pagamento de Penalidades

                                             12                           
                   ...
Como os valores mensais de
  Energia Assegurada são
      determinados?




                             58
Desempenho do MRE em 2008
                 50.000
                 45.000
Energia - MWm

                 40.000
         ...
Para quem e em que condições
  nossas geradoras vendem
          energia?




                               60
Contratação 2008 – Venda das Geradoras

                          Bilateral
                          Compra              ...
Com todos estes Leilões,
como houve a possibilidade
    de racionamento
   no início de 2008?




                        ...
Integração Gás e Energia Elétrica

                     Disponibilidade do TC + GN e bicombustível - PMO fev/08 - SIN
    ...
ENERGIA NATURAL AFLUENTE 2007, % Média Histórica
                                      Norte                              ...
ENERGIA ARMAZENADA 2007, % da capacidade
                                           Norte                                 ...
Consumo de Energia em 2007, GWm

  54


  52


  50


  48


  46


  44


  42


  40
       jan   fev   mar    abr     m...
Preço de Curto Prazo (R$/MWh)

                       Submercado Sudeste / Centro-Oeste

600,00


500,00


400,00


300,00...
Racionamento de Energia

  Em 2008, as chuvas do fim de janeiro e de fevereiro praticamente
  eliminaram o risco de decret...
Diretoria de Planejamento Energético - Conceitos e Práticas
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Diretoria de Planejamento Energético - Conceitos e Práticas

  1. 1. Diretoria de Planejamento Energético Conceitos e Práticas São Paulo, 9 de Fevereiro de 2009.
  2. 2. Objetivos Apresentar alguns conceitos fundamentais referentes ao 1 Mercado de Energia Elétrica Brasileiro. Apresentar a atuação da Diretoria de Planejamento 2 Energético do Grupo EDP – Energias no Brasil na gestão da energia. Apresentar e discutir as tendências do Mercado de 3 Energia para 2009. Diretoria de Planejamento Energético 2
  3. 3. Agenda GRUPO EDP – ENERGIAS DO BRASIL SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL LEILÕES DE ENERGIA EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO E GERAÇÃO CENÁRIO ENERGÉTICO RISCO ENERGÉTICO Diretoria de Planejamento Energético 3
  4. 4. Grupo EDP – Energias do Brasil 4
  5. 5. Estamos presente em seis estados brasileiros Diretoria de Planejamento Energético 5
  6. 6. Duplicaremos a capacidade de 2007 Capacidade Instalada (MW) 2.116 25** 360 6* 29 2011 2009 2009 2008 653 Expectativa de 25 Entrada em Operação 50 2008 452 1.702 1.702 1.696 653* 1.043 516 2005 UHE Peixe 4a Máq. PCH São PCH Repotenciações UTE 2011 2007 Capac. Cenaeel 2008 Angical Mascarenhas João adicional Santa Fé Pecém Lajeado Projetos concluídos desde o IPO Projetos em curso * Pendente de aprovação dos orgãos competentes. Correspondente à participação de 45% da EnBr na EDP Renováveis Brasil. ** Mascarenhas, Suíça, Rio Bonito Diretoria de Planejamento Energético 6
  7. 7. Estrutura Interna 7
  8. 8. Diretoria de Planejamento Energético CEO António Pita de Abreu Diretor de Planejamento Energético Michel Nunes Itkes Estudos de Estudos Aquisição de Mercado Energéticos Energia Diretoria de Planejamento Energético 8
  9. 9. Setor Elétrico Brasileiro 9
  10. 10. Capacidade Instalada Capacidade Instalada Capacidade Instalada # kW % MCHs 276 153.425 0,1% PCHs 329 2.453.919 2,4% Usinas Hidroelétricas 160 74.901.031 73,0% Usinas Eólicas 21 338.350 0,3% Usina Solar 1 20 0,0% Usinas Termoelétricas 1205 22.756.012 22,2% Usinas Nucleares 2 2.007.000 2,0% TOTAL 1994 102.609.757 100,0% Submercados Submercados O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro submercados: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Além disso, há o Sistema Isolado que atende parte da Região Norte e algumas cidades do Nordeste. Diretoria de Planejamento Energético 10
  11. 11. Potência x Energia Mascarenhas UHEs A energia reflete a Potência: 180,5 MW disponibilidade de água Garantia Física: 127 MWm Porto de Pecém II UTEs A energia reflete o despacho Potência: 360 MW esperado da usina Garantia Física: 294,7 MWm Se há água, as hidroelétricas geram mais e as termoelétricas ficam desligadas. O Balanço de Energia Assegurada compara a Oferta Firme de Energia com o Consumo. Diretoria de Planejamento Energético 11
  12. 12. Diferença entre a Energia Assegurada e o Consumo Carga Oficial x Estimativa de Queda do consumo Queda do Ainda teremos um Consumo do Leilão A-3 de 2009 Sistema Ainda teremos um Leilão A-3 de 2010 3.000 2.532 2.500 2.055 1.920 Balanço de Energia (MWm) 2.000 1.697 1.624 1.500 1.340 1.053 1.066 1.000 500 393 - (500) (627) (1.000) 2009 2010 2011 2012 2013 Carga Oficial Carga Revista Diretoria de Planejamento Energético 12
  13. 13. Expansão Determinada pelos Leilões (Jan/2009) Elevação da Elevação da Energia Assegurada Hidro Nova, MWm Garantia Física Termo Nova, MWm participação térmica participação térmica Garantia Física das Térmicas OC, MWm 14000 na Expansão na Expansão 12000 10000 8000 6000 4000 2000 0 mai mai mai mai mai mar mar mar mar mar jul jul jul jul jul jan jun ago jan jun ago jan jun ago jan jun ago jan jun ago set out set out set out set out set out abr abr abr abr abr nov dez nov dez nov dez nov dez nov dez fev fev fev fev fev 2009 2010 2011 2012 2013 Acréscimo de 1.536MWm Acréscimo de 3.376MWm Acréscimo de 2.666MWm Acréscimo de 1.439MWm Acréscimo de 3.887MWm Nos leilões de 2008 houve um vencedor majoritário, representando Nos leilões de 2008 houve um vencedor majoritário, representando 61% da energia comercializada, toda com projetos a óleo combustível. 61% da energia comercializada, toda com projetos a óleo combustível. Diretoria de Planejamento Energético 13
  14. 14. Base da Expansão do Sistema de Geração: Leilões do ACR 14
  15. 15. Ambientes de Contratação ACR ACR ACL ACL Ambiente de Contratação Ambiente de Contratação Ambiente de Contratação Ambiente de Contratação Regulada Regulada Livre Livre Compra e venda de energia Compra e venda de energia Compra e venda de energia Compra e venda de energia elétrica entre agentes elétrica entre agentes elétrica através de contratos elétrica através de contratos vendedores e agentes de vendedores e agentes de bilaterais livremente bilaterais livremente distribuição distribuição negociados negociados Preços de Preços de suprimento suprimento resultantes livremente de leilões Vendedores Vendedores negociados Competição plena entre titulares Competição plena entre titulares de concessão, permissão ou de concessão, permissão ou autorização para poder gerar, autorização para poder gerar, importar ou comercializar importar ou comercializar energia elétrica energia elétrica Marco Regulatório definiu regras bem detalhadas para o Ambiente Regulado, Marco Regulatório definiu regras bem detalhadas para o Ambiente Regulado, e garantiu a existência do Ambiente Livre. e garantiu a existência do Ambiente Livre. Diretoria de Planejamento Energético 15
  16. 16. Garantia da Expansão Agentes de consumo prevêem anualmente suas cargas no centro de gravidade para os próximos cinco anos. Cargas previstas de todos os agentes de consumo servem para sinalizar a necessidade de construção de novas usinas. As empresas distribuidoras, além de preverem suas cargas, definem suas necessidades de contratação, para cobertura de 100% de suas cargas, com possibilidades de “correções marginais” para assimilação de erros de previsão. As empresas distribuidoras assinam contratos longos, com cinco ou três anos de antecedência, viabilizando a construção dessas novas usinas. Diretoria de Planejamento Energético 16
  17. 17. Modicidade Tarifária Os vendedores vencedores dos leilões são aqueles que ofertam os menores preços. Assim, a compra de energia somente através de leilão garante os menores preços possíveis. Isso não significa tarifas mais baratas, mas sim as mais baratas possíveis. Diretoria de Planejamento Energético 17
  18. 18. Contratação no Ambiente Regulado (Incentivo à contratação de longo prazo, com maior antecedência, via repasse à tarifa e mitigação de riscos de penalidade) Início de Suprimento Início de Suprimento Duração do Contrato Duração do Contrato Fontes Alternativas Em 1 a 4 anos De 10 a 30 anos Energia Nova A-5 Em 5 anos De 15 a 30 anos Leilões Energia Nova A-3 Em 3 anos De 15 a 30 anos Energia Existente A-1 Ano seguinte De 5 a 15 anos Energia Existente de Ajuste Em até 4 meses Até 2 anos Regra de Chamada Comerc. Pública Definido pela Definido pela Geração Distribuída Distribuidora Distribuidora Mecanismo de Redução ou acréscimo Até o fim da vigência do Compensação de Sobras e contratual a partir do mês produto afetado Déficits - MCSD seguinte MCSD pode ocorrer para compensar saída de clientes livres, acréscimos de contratos bilaterais, ou variações de mercado limitadas a 4% ao ano. Diretoria de Planejamento Energético 18
  19. 19. Organização dos Leilões do Ambiente Regulado Geradores Geradores Distribuidores Distribuidores MME MME Formatação Define produtos, do Leilão prazos, etc. Declaração de Declaram Consolida a Necessidades necessidades demanda do leilão Tempo Cadastram-se Consolida a oferta Cadastro da Oferta para venda potencial do leilão Realização Bid pelo menor Coordena o do Leilão preço leilão Celebração Celebram contratos bilateralmente (cada gerador dos Contratos vencedor celebra contrato com cada distribuidor) UHEs UHEs contratos de quantidade contratos de quantidade UTEs contratos de disponibilidade UTEs contratos de disponibilidade Diretoria de Planejamento Energético 19
  20. 20. SISTEMÁTICA PRIMEIRA FASE PRIMEIRA FASE ETAPA INICIAL ETAPA INICIAL ETAPA CONTÍNUA ETAPA CONTÍNUA Lance único de preço para o Lance único de preço para o Lances de preço caso Lances de preço caso empreendimento empreendimento haja “empate” na ETAPA INICIAL haja “empate” na ETAPA INICIAL ETAPA HÍDRICA ETAPA HÍDRICA RODADAS UNIFORMES RODADAS UNIFORMES RODADA DISCRIMINATÓRIA RODADA DISCRIMINATÓRIA Lances de lote ao Preço de Lances de lote ao Preço de Lance de preço para os lotes Lance de preço para os lotes SEGUNDA FASE SEGUNDA FASE Lance Lance classificados classificados ETAPA TÉRMICA ETAPA TÉRMICA RODADAS UNIFORMES RODADAS UNIFORMES RODADA DISCRIMINATÓRIA RODADA DISCRIMINATÓRIA Lances de lote ao Preço de Lances de lote ao Preço de Lance de preço para os lotes Lance de preço para os lotes Lance Lance classificados classificados Diretoria de Planejamento Energético 20
  21. 21. Vai para a Rodada ETAPA HÍDRICA – RODADAS UNIFORMES Discriminatória 126 124 122 121 PREÇO DE LANCE PREÇO DE LANCE 120,5 ENERGIA EM MWm ENERGIA EM MWm QOH QOH QOH QOH ORH ORH ORH ORH ORH QOH QDH QDH QDH QDH QDH Diretoria de Planejamento Energético 21
  22. 22. ETAPA HÍDRICA – RODADA DISCRIMINATÓRIA PREÇO CORRENTE ––R$121,00/MWh PREÇO CORRENTE R$121,00/MWh Lotes Não-Atendidos Lotes Atendidos QDH Ofertas ordenadas por preço Normalmente, os Lances terão preço superior ao da última rodada. Normalmente, os Lances terão preço superior ao da última rodada. Diretoria de Planejamento Energético 22
  23. 23. Leilões de Energia 7/dez 1º Leilão EE: P05-08, P06-08, P07-08 (02/12/04) 1º Leilão EE: P05-08, P06-08, P07-08 (02/12/04) 2º Leilão EE: P08-08, P09-08 (01/4/05) 2º Leilão EE: P08-08, P09-08 (01/4/05) 2/abr 1º Leilão Ajuste: jul-dez 05 (01/08/05) 1º Leilão Ajuste: jul-dez 05 (01/08/05) 2005 31/ago 3º Leilão EE: P06-03 (-) 3º Leilão EE: P06-03 (-) 11/out 4º Leilão EE: P09-08 (-) 4º Leilão EE: P09-08 (-) 16/dez 1º Leilão EN: P08(H30/T15), P09 eeP10 (15/09/05) 1º Leilão EN: P08(H30/T15), P09 P10 (15/09/05) 01/jun 2º Leilão Ajuste: jul-set 06 ; ;jul-dez 06 (04/04/06) 2º Leilão Ajuste: jul-set 06 jul-dez 06 (04/04/06) 29/jun 2º Leilão EN: P09(H30/T15) (13/04/06) 2006 2º Leilão EN: P09(H30/T15) (13/04/06) 10/out 3º Leilão EN: P11(H30/T15) (07/07/2006) 3º Leilão EN: P11(H30/T15) (07/07/2006) 29/set 14/dez 3º Leilão Ajuste (08/2006) 3º Leilão Ajuste (08/2006) 5º Leilão EE: P07-09 (12/06) 5º Leilão EE: P07-09 (12/06) Diretoria de Planejamento Energético Declarações 23
  24. 24. Leilões de Energia 29/mar 4º Leilão Ajuste 4º Leilão Ajuste Leilão de Fontes Alternativas: P10(H30/T15) (24/03/07) Leilão de Fontes Alternativas: P10(H30/T15) (24/03/07) Leilão A-3: P10(H30/T15) (24/03/07) Leilão A-3: P10(H30/T15) (24/03/07) 18/jun 28/jun 5º Leilão Ajuste: jul-dez 07 ; ;out-dez 07 5º Leilão Ajuste: jul-dez 07 out-dez 07 2007 26/jul 6º Leilão Ajuste: out-dez 07 ; ;jan-dez 08; jan 08–dez 09 6º Leilão Ajuste: out-dez 07 jan-dez 08; jan 08–dez 09 27/set (10/09/07) (10/09/07) 16/out Leilão A-5: P12(H30/T15) (10/03/07) Leilão A-5: P12(H30/T15) (10/03/07) 06/dez Leilão A-1: (11/10/07) Leilão A-1: (11/10/07) 10/dez Leilão Rio Madeira: (A-5) Leilão Rio Madeira: (A-5) Leilões Diretoria de Planejamento Energético 24
  25. 25. Leilões de Energia Leilão UHE Jirau: P2013 Leilão UHE Jirau: P2013 19/mai 19/jun 7°Leilão de Ajuste 7°Leilão de Ajuste 14/ago 2008 Leilão de Reserva Leilão de Reserva 17/set Leilão A-3: P2011 Leilão A-3: P2011 23/set 8°Leilão de Ajuste 8°Leilão de Ajuste 30/set Leilão A-5: P2013 Leilão A-5: P2013 28/nov Leilão A-1: P2009 Leilão A-1: P2009 Leilões Diretoria de Planejamento Energético 25
  26. 26. Resumo da Participação das Empresas em um Leilão 26
  27. 27. Participação das Empresas em um Leilão EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO Realizam estudos de projeção de consumo. Enviam declaração ao MME. Não atuam realizando ofertas nos leilões. EMPRESAS DE GERAÇÃO Desenvolvem do projeto de engenharia. Estruturam o projeto (terrenos, impostos, licenças, etc.). Calculam o custo variável e cadastram o projeto na EPE. Recebem Garantia Física, CEC+COP, etc. Realizam oferta de volume e preço nos Leilões. Diretoria de Planejamento Energético 27
  28. 28. Contratação de Energia pelas Distribuidoras 28
  29. 29. Aquisição de Energia das Distribuidoras •Estratégias das empresas variam sensivelmente... •Basicamente, busca-se “fechar” o balanço energético com base anual: Compra Compra Carga Prevista Carga Prevista Custos Custos Critério de Critério de Preços Preços Decisão Decisão Repasse Repasse Contratos Contratos Penalidade Penalidade Diretoria de Planejamento Energético 29
  30. 30. Mercado e Carga 30
  31. 31. Carga = Mercado + Perdas Geração Transmissão Para um agente de distribuição: Carga = Mercado + Perda D + 0,5 . Perda T Para um agente de geração: Ger. Líquida = Ger. Bruta - Consumo Interno - 0,5 . Perda T Distribuição Diretoria de Planejamento Energético 31
  32. 32. Fechamento de Carga da Bandeirante Pontos de Medição Clientes Livres: 96 Intercâmbios: 61 Serviços Auxiliares: 9 Geração: 3 Auto Produtor: 1 Total: 180 pontos Alto do Tietê Vale do Paraíba Diretoria de Planejamento Energético 32
  33. 33. Fechamento de Carga da Escelsa Pontos de Medição Clientes Livres: 34 Interligação: 9 Usinas: 25 Total: 68 pontos Diretoria de Planejamento Energético 33
  34. 34. Projeção de Mercado – Visão Geral Dados de Entrada para as Projeções de Mercado: Estudos Macro-econômicos realizados por Consultoria. Reuniões junto à área de Grandes Clientes, e pesquisas junto aos principais clientes e junto a órgãos setoriais, para obter informações dos mais importantes segmentos da economia em cada área de Concessão. Cenários e indicadores econômicos divulgados pelo Ministério de Minas e Energia (EPE) em reuniões periódicas com os Agentes de Mercado do Setor Elétrico. As projeções de classes de consumo e número de consumidores são realizadas por meio de técnicas de ajustamento de curvas, regressão linear e séries temporais, onde são excluídos os períodos atípicos, como racionamento, planos econômicos e demais quebras no consumo. Diretoria de Planejamento Energético 34
  35. 35. Cálculo das Perdas Perdas = Energia de Entrada na Rede − (Mercado Cativo + Mercado Livre) • O Mercado Cativo depende dos períodos de medição de cada lote de faturamento. • Para o cálculo das perdas, o Mercado corresponde aos valores faturados nos últimos 12 meses. • O cálculo do percentual é realizado em relação à Energia de Entrada na Rede: Perdas 12 meses MWh Perdas % = Energia de Entrada na Rede 12 meses MWh Diretoria de Planejamento Energético 35
  36. 36. Mercado de Energia Elétrica Consumo Cativo em GWh/ano (2007) Brasil Brasil Brasil x UND Sudeste Sudeste Sudeste x UND 95% 91% 9% 5% UND Brasil UND Sudeste Diretoria de Planejamento Energético 36
  37. 37. Mercado de Energia Elétrica Consumo Cativo em GWh/ano (2007) Brasil por segmento SudesteSudeste por segmento Brasil Brasil Sudeste 14% 13% 35% 3% 5% 37% 22% 24% 24% 23% Diretoria de Planejamento Energético 37
  38. 38. Distribuição do Mercado Bandeirante Bandeirante Energia Distribuída Mercado Livre Mercado Cativo Residenci Residenci Industrial Industrial al Industrial al 58,3% 95,1% 33,2% 36,7% 20,9% Comercial 0,8% Com ercial Dem ais Rural Comercial Dem ais 12,4% 4,1% Dem ais 0,7% Rural 19,1% 7,7% 9,8% 1,2% Escelsa Escelsa Energia Distribuída Mercado Livre Mercado Cativo Industrial Residenci Industrial Com ercial 50,7% Industrial al 20,7% 19,6% 93,4% Com ercial 30,3% 6,5% Residenci Suprimen al Com ercial Suprim en Dem ais to Rural 17,8% Suprim en 14,2% to to 6,6% Rural 0,2% 10,3% 6,1% 7,9% Dem ais 4,7% 11,2% Diretoria de Planejamento Energético 38
  39. 39. BANDEIRANTE Indústria por Gênero Metal, Exclusive Minerais Não Borracha e Metálicos Veículos Máq e Equips Plástico 5% Produtos Têxteis 9% 6% 7% 5% Papel e Celulose Maqs e Mat 10% Elétricos 3% Produtos Metalúrgia Químicos Básica Outros 13% 20% 22% As duas maiores atividades, Metalurgia Básica e Produtos Químicos, contribuíram positivamente com As duas maiores atividades, Metalurgia Básica e Produtos Químicos, contribuíram positivamente com um crescimento de 6,8% e 3,2%, respectivamente, no acumulado até outubro/08 em relação ao ano um crescimento de 6,8% e 3,2%, respectivamente, no acumulado até outubro/08 em relação ao ano anterior. anterior. Contribuíram negativamente no segmento industrial as atividades de Papel e Celulose (-0,7%) e Contribuíram negativamente no segmento industrial as atividades de Papel e Celulose (-0,7%) e Produtos Têxteis (-6,4%). Produtos Têxteis (-6,4%). Diretoria de Planejamento Energético 39
  40. 40. Mercado Realizado - 2008 Bandeirante Bandeirante Energia – MWh Mercado Acumulado em 12 meses 4º Trimestre 2007 2008 Var % 2007 2008 Var % Residencial 2.639.558 2.814.965 6,6 679.455 716.801 5,5 Industrial 2.960.687 3.101.231 4,7 771.177 807.656 4,7 Comercial 1.545.253 1.626.121 5,2 399.556 418.762 4,8 Rural 98.373 101.298 3,0 24.669 26.194 6,2 Poder Público 260.976 278.662 6,8 71.355 74.825 4,9 Iluminação Pública 309.484 305.401 (1,3) 76.736 71.452 (6,9) Serviço Público 230.892 238.474 3,3 57.435 60.603 5,5 Consumo Próprio 5.053 4.821 (4,6) 1.172 1.129 (3,6) Fornecimento 8.050.276 8.470.972 5,2 2.081.554 2.177.422 4,6 Suprimento - - Energia Vendida 8.050.276 8.470.972 5,2 2.081.554 2.177.422 4,6 Energia Concessionária 348.699 210.474 (39,6) 51.320 54.045 5,3 Energia Livre 4.869.306 4.872.414 0,1 1.241.767 1.124.146 (9,5) Energia Distribuída 13.268.282 13.553.860 2,2 3.374.641 3.355.613 (0,6) Perdas Faturadas 1.605.663 1.625.453 1,2 378.540 346.893 -8,4 Índice de Perdas (%) 10,80 10,71 (0,1) 10,09 9,37 -0,7 Carga Própria 9.655.939 10.096.426 4,6 2.460.095 2.524.316 2,6 Carga do Sistema 14.873.944 15.179.314 2,1 3.753.181 3.702.506 (1,4) Diretoria de Planejamento Energético 40
  41. 41. ESCELSA Indústria por Gênero Celulose e Têxtil Produtos Papel 1% 1% Outros Alimentares 5% 3% Metalúrgica 9% Minerais Não Ind. Extrat. de Metálicos Prod. Mineral 12% 56% Química 13% Dos segmentos de maior consumo, as indústrias extrativista mineral e de produtos alimentares Dos segmentos de maior consumo, as indústrias extrativista mineral e de produtos alimentares apresentam os maiores crescimentos no acumulado até outubro/08 em relação ao ano anterior, de 8,7% e apresentam os maiores crescimentos no acumulado até outubro/08 em relação ao ano anterior, de 8,7% e 6,9%, respectivamente. 6,9%, respectivamente. Os setores de celulose e papel e metalurgia apresentaram as maiores reduções, nesse período, -20,8% Os setores de celulose e papel e metalurgia apresentaram as maiores reduções, nesse período, -20,8% e -19,0%, respectivamente (ambos segmentos com presença de autoprodução). e -19,0%, respectivamente (ambos segmentos com presença de autoprodução). Diretoria de Planejamento Energético 41
  42. 42. Mercado Realizado - 2008 Escelsa Escelsa Energia – MWh Mercado Acumulado em 12 meses 4º Trimestre 2007 2008 Var % 2007 2008 Var % Residencial 1.490.848 1.587.519 6,5 375.191 399.834 6,6 Industrial 1.056.975 1.055.182 (0,2) 278.093 261.665 (5,9) Comercial 977.640 1.016.116 3,9 251.421 260.366 3,6 Rural 482.699 524.112 8,6 137.541 137.888 0,3 Poder Público 178.212 192.811 8,2 49.427 51.643 4,5 Iluminação Pública 211.938 216.035 1,9 54.920 56.981 3,8 Serviço Público 166.800 167.645 0,5 43.244 41.140 (4,9) Consumo Próprio 8.174 7.944 (2,8) 1.992 2.047 2,8 Fornecimento 4.573.287 4.767.363 4,2 1.191.829 1.211.565 1,7 Suprimento 376.499 404.224 7,4 105.024 99.064 (5,7) Energia Vendida 4.949.786 5.171.587 4,5 1.296.852 1.310.628 1,1 Energia Livre 3.538.515 3.480.318 (1,6) 899.165 737.521 (18,0) Energia Distribuída 8.488.301 8.651.905 1,9 2.196.018 2.048.150 (6,7) Perdas Faturadas 1.360.948 1.400.739 2,9 377.030 316.932 (15,9) Índice de Perdas (%) 13,82 13,93 0,1 14,65 13,40 (1,3) Carga Própria 6.310.734 6.572.326 4,1 1.673.882 1.627.560 (2,8) Carga do Sistema 9.849.249 10.052.644 2,1 2.573.048 2.365.082 (8,1) Diretoria de Planejamento Energético 42
  43. 43. Portfólio de Contratos 43
  44. 44. Portfólio de Compra de Energia 12.000.000 Bandeirante Bandeirante PROINFA CCEAR ENERGIA 10.000.000 NOVA CURTO PRAZO MCSD 8.000.000 CCEAR ENERGIA EXISTENTE MWh 6.000.000 CARGA 4.000.000 BILATERAIS 2.000.000 ITAIPU (1) - Carga ITAIPU (1) BILATERAIS 1 CCEAR ENERGIA EXISTENTE MCSD CCEAR ENERGIA NOVA 2 PROINFA CURTO PRAZO Diretoria de Planejamento Energético 44
  45. 45. Portfólio de Compra de Energia MWh CCEAR ENERGIA NOVA PROINFA Bandeirante Bandeirante MCSD 0% 2% 5% ITAIPU (1) 31% CCEAR ENERGIA EXISTENTE BILATERAIS 36% 26% R$ T R AN S P O R T E D E IT A IP U E N C AR G O S 2% 4% IT A IP U ( 1 ) C O N E X ÃO T 21% USO DA 1% T R A N S M IS S Ã O 19% P R O IN F A 3% C C E A R E N E R G IA B IL A T E R A IS N O VA 26% 0 ,5 % C C E A R E N E R G IA M CSD E X IS T E N T E 3% 21% Diretoria de Planejamento Energético 45
  46. 46. Número de Contratos de Compra de Energia NÚMERO DE CONTRATOS DE ENERGIA Bandeirante Bandeirante 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 (1) ITAIPU 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 CONTRATOS INICIAIS 5 5 0 0 0 0 0 0 0 0 BILATERAIS 3 4 3 5 5 5 5 5 5 5 CONTRATO DE AJUSTE 0 0 0 3 0 0 0 0 0 0 CCEAR ENERGIA EXISTENTE 0 10 21 29 39 39 39 39 39 29 MCSD 0 0 207 365 395 380 380 380 380 248 CCEAR ENERGIA NOVA 0 0 0 0 16 55 95 121 135 160 PROINFA 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 TOTAL 9 20 233 404 457 481 521 547 561 444 - Considerando-se os Contratos já firmados. Número de Contratos de Energia 600 547 561 521 457 481 500 444 404 400 300 233 200 100 9 20 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Diretoria de Planejamento Energético 46
  47. 47. Portfólio de Compra de Energia Escelsa Escelsa 8.000.000 PROINFA CURTO PRAZO CCEAR 7.000.000 ENERGIA NOVA MCSD 6.000.000 5.000.000 CCEAR ENERGIA CONTRATO EXISTENTE MWh 4.000.000 DE AJUSTE CARGA 3.000.000 BILATERAIS 2.000.000 1.000.000 ITAIPU (1) - Carga ITAIPU (1) BILATERAIS CONTRATO DE AJUSTE 1 CCEAR ENERGIA EXISTENTE MCSD 2 CCEAR ENERGIA NOVA PROINFA CURTO PRAZO Diretoria de Planejamento Energético 47
  48. 48. Portfólio de Compra de Energia MWh CCEAR ENERGIA PROINFA Escelsa Escelsa NOVA 1% ITAIPU (1) 1% 25% MCSD 8% BILATERAIS 19% CCEAR ENERGIA EXISTENTE CONTRATO DE 45% AJUSTE 1% R$ C O N E X ÃO T T R AN S P O R T E D E E N C AR G O S U SO D A IT A IP U T R A N S M IS S Ã O 1% 4% 2% 13% P R O IN F A IT A IP U ( 1 ) 3% 20% C C E A R E N E R G IA N O VA 2% B IL A T E R A IS M C SD 20% 5% C C E A R E N E R G IA C O N T R AT O D E E X IS T E N T E AJ U S T E 29% 1% Diretoria de Planejamento Energético 48
  49. 49. Número de Contratos de Compra de Energia NÚMERO DE CONTRATOS DE ENERGIA Escelsa Escelsa 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 (1) ITAIPU 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 CONTRATOS INICIAIS 1 3 0 0 0 0 0 0 0 0 BILATERAIS 3 4 4 4 5 5 5 5 5 5 CONTRATO DE AJUSTE 0 0 0 2 1 0 0 0 0 0 CCEAR ENERGIA EXISTENTE 0 10 21 29 39 39 39 39 39 29 MCSD 0 55 193 289 316 311 311 311 311 157 CCEAR ENERGIA NOVA 0 0 0 0 16 55 95 121 135 160 PROINFA 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 TOTAL 5 73 220 326 379 412 452 478 492 353 - Considerando-se os Contratos já firmados. Número de Contratos de Energia 600 478 492 500 452 412 379 400 353 326 300 220 200 100 73 5 0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Diretoria de Planejamento Energético 49
  50. 50. Venda de Energia pelas Geradoras 50
  51. 51. Garantia Física 51
  52. 52. Cálculo da Garantia Física 1. Supõe-se um 1. Supõe-se um consumo do SIN de consumo do SIN de 2.000 séries, energia a ser energia a ser com 240 meses atendido! atendido! cada uma 2. Geram-se vários 2. Geram-se vários cenários de Vazão Afluente cenários de Vazão Afluente e calcula-se em quantos e calcula-se em quantos deles as usinas existentes deles as usinas existentes conseguem atender ao conseguem atender ao consumo! consumo! 10 anos Pré-Estudo 5 anos Estudo 5 anos Pós-Estudo Tempo Simulação da Operação de Todo o Sistema Interligado Simulação da Operação de Todo o Sistema Interligado Nacional: Usinas Hidro e Termoelétricas! Nacional: Usinas Hidro e Termoelétricas! Diretoria de Planejamento Energético 52
  53. 53. Potência e Energia Assegurada Potência ––MW Potência MW Assegurada - -MWm Assegurada MWm UHE Peixe Angical 498,8 271,0 UHE Lajeado 902,5 526,6 UHE Mascarenhas 180,5 127,0 UHE Mimoso 29,0 20,9 PCH Viçosa 4,5 2,8 A Energia Assegurada é utilizada para limitar o volume de venda de A Energia Assegurada é utilizada para limitar o volume de venda de energia, sendo utilizada no cálculo de penalidade de insuficiência de energia, sendo utilizada no cálculo de penalidade de insuficiência de lastro de venda. Além disso, a Energia Assegurada é a base do lastro de venda. Além disso, a Energia Assegurada é a base do Mecanismo de Realocação de Energia – MRE. Mecanismo de Realocação de Energia – MRE. Diretoria de Planejamento Energético 53
  54. 54. Contabilização de Curto Prazo – MRE 115 MWh 108 MWh 100 MWh 100 MWh 10 MWh POSIÇÃO DA USINA POSIÇÃO DA USINA FID XP_GLF 90 MWh 0 MWh 90 MWh 10 MWh 80 MWh 94% 97,5% Asseg Asseg Asseg Alocação Alocação Alocação Geração Compra Contrato Posição Final = Bruta Bruta x FID CG Assegurada Secundária Total CG do MRE Contrato – Alocada Compra da CCEE POSIÇÃO DO SISTEMA 1.000 MWh POSIÇÃO DO SISTEMA 900 MWh Posição Final “short” em 10MWh Posição Final “short” em 10MWh indica ganho ou prejuízo? indica ganho ou prejuízo? 90% Isso depende do Preço do Contrato e Isso depende do Preço do Contrato e do Preço de Liquidação das do Preço de Liquidação das Diferenças – PLD. Diferenças – PLD. Asseg Geração GSF Diretoria de Planejamento Energético 54
  55. 55. Contabilização de Curto Prazo – MRE 115 MWh 110 MWh 20 MWh 108 MWh 100 MWh 100 MWh 10 MWh POSIÇÃO DA USINA POSIÇÃO DA USINA FID XP_GLF 90 MWh 0 MWh 90 MWh 94% 97,5% Asseg Asseg Asseg Alocação Alocação Alocação Geração Venda Contrato Posição Final = Bruta Bruta x FID CG Assegurada Secundária Total CG do MRE Contrato – Alocada Compra da CCEE POSIÇÃO DO SISTEMA 1.000 MWh POSIÇÃO DO SISTEMA 900 MWh Posição Final “short” em 10MWh Posição Final “short” em 10MWh indica ganho ou prejuízo? indica ganho ou prejuízo? 90% Isso depende do Preço do Contrato e Isso depende do Preço do Contrato e do Preço de Liquidação das do Preço de Liquidação das Diferenças – PLD. Diferenças – PLD. Asseg Geração GSF Diretoria de Planejamento Energético 55
  56. 56. Contabilização de Curto Prazo – MRE 115 MWh 10 MWh 110 MWh 30 MWh 10 MWh 108 MWh 100 MWh 100 MWh 100 MWh POSIÇÃO DA USINA POSIÇÃO DA USINA FID XP_GLF 80 MWh 94% 97,5% Asseg Asseg Asseg Alocação Alocação Alocação Geração Compra Contrato Posição Final = Bruta Bruta CG Assegurada Secundária Total CG do MRE Contrato – Alocada Venda na CCEE 1.100 MWh POSIÇÃO DO SISTEMA 1.000 MWh POSIÇÃO DO SISTEMA Posição Final “short” em 10MWh Posição Final “short” em 10MWh indica ganho ou prejuízo? indica ganho ou prejuízo? 110% Isso depende do Preço do Contrato e Isso depende do Preço do Contrato e do Preço de Liquidação das do Preço de Liquidação das Diferenças – PLD. Diferenças – PLD. Asseg Geração GSF Diretoria de Planejamento Energético 56
  57. 57. Pagamento de Penalidades  12  max 0; ∑ (CQVm − ( ASSm + CQCm ))  ⋅ max(VR ; PLD MED,i ) PAPi =  m =1 f 12 25 140 ASSm EALi,m CQVm PLD_SEi,m 120 20 100 15 Energia (MWh) PLD (R$/MWh) 80 60 10 40 5 20 0 0 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez de Planejamento Energético Diretoria jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 57
  58. 58. Como os valores mensais de Energia Assegurada são determinados? 58
  59. 59. Desempenho do MRE em 2008 50.000 45.000 Energia - MWm 40.000 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 - jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Energia Assegurada verificada Energia Assegurada Projetada Geração no MRE jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez ASS_1 25.616 25.379 25.563 25.219 25.577 25.644 26.331 26.959 26.597 27.694 26.381 25.826 sudeste G 27.892 27.007 29.987 30.471 28.590 29.082 28.655 30.333 28.133 29.151 25.888 - ASS_1 6.473 6.427 6.055 5.867 5.699 6.002 6.440 6.380 6.259 6.643 6.636 6.233 sul G 7.560 6.796 4.123 3.407 4.909 7.121 7.879 6.513 7.777 8.520 10.199 - ASS_1 6.843 6.234 6.355 5.838 5.746 5.757 6.122 6.344 6.226 6.551 6.318 6.257 nordeste G 3.762 3.379 3.538 4.145 3.971 4.160 4.496 5.837 5.593 6.622 6.233 - ASS_1 4.089 4.038 4.072 4.039 3.947 3.957 4.176 4.234 4.134 4.315 4.119 4.120 norte G 3.504 5.675 6.202 6.411 6.472 4.272 3.522 2.957 2.770 2.647 2.217 - ASS_1 43.022 42.079 42.045 40.962 40.969 41.360 43.068 43.916 43.217 45.203 43.453 42.435 G 42.718 42.857 43.850 44.434 43.943 44.635 44.552 45.640 44.273 46.940 44.537 - total gsf 99,29% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% 100,00% - Diretoria de Planejamento Energético secundária 0,00% 1,85% 4,29% 8,47% 7,26% 7,92% 3,45% 3,93% 2,44% 3,84% 2,49% - 59
  60. 60. Para quem e em que condições nossas geradoras vendem energia? 60
  61. 61. Contratação 2008 – Venda das Geradoras Bilateral Compra Número de Montante CCEAR Compradores 2% Contratos [MWmed] 17% Distribuidora 181 728,514 Comercializadora 12 131,306 Cliente Livre 12 12,620 Bilateral Compra 20 17,662 Venda 81% Total 225 890,102 Cliente Livre Compra 2% Número de Montante Comercializadora 1% Tipo de Contrato Contratos [MWmed] 15% CCEAR 160 151,709 Bilateral - Venda 45 720,731 Bilateral - Compra 20 17,662 Distribuidora 82% Total 225 890,102 Diretoria de Planejamento Energético 61
  62. 62. Com todos estes Leilões, como houve a possibilidade de racionamento no início de 2008? 62
  63. 63. Integração Gás e Energia Elétrica Disponibilidade do TC + GN e bicombustível - PMO fev/08 - SIN 9.000 Disponibilidade máxima 7.666 7.910 7.910 7.910 8.000 7.717 7.717 7.717 7.523 - 1.221 - 1.225 - 1.225 - 1.663 7.000 6.689 6.685 6.685 - 1.863 6.053 - 3.102 5.854 6.000 - 3.769 6.161 6.157 6.157 - 4.923 4.615 MWmed 5.000 5.326 5.525 3.897 4.000 2.601 4.087 3.000 3.368 2.000 2.072 1.000 0 1º SEM 2008 2º SEM 2008 1º SEM 2009 2º SEM 2009 1º SEM 2010 2º SEM 2010 1º SEM 2011 2º SEM 2011 UTEs GN e bicombustível UTEs TC A falta de Gás Natural para as usinas termoelétricas criou um A falta de Gás Natural para as usinas termoelétricas criou um déficit de oferta estrutural para o Sistema Interligado Nacional. déficit de oferta estrutural para o Sistema Interligado Nacional. Diretoria de Planejamento Energético 63
  64. 64. ENERGIA NATURAL AFLUENTE 2007, % Média Histórica Norte Nordeste 180 180 150 150 137 138 120 109 109 121 88 120 90 72 65 66 67 67 76 82 84 82 61 61 90 66 72 60 48 48 57 60 45 35 30 30 0 0 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 2006 2005 2004 2007 2006 2005 2004 Sul Sudeste / Centro-Oeste 270 210 240 240 173 180 156 210 150 180 151 113 132 136 120 109 150 95 98 96 106 105 87 88 120 99 90 77 72 87 80 63 90 62 67 71 60 60 30 30 0 0 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 2006 2005 2004 2007 2006 2005 2004 Vazões Naturais Afluentes abaixo da média em três regiões, Vazões Naturais Afluentes abaixo da média em três regiões, simultaneamente. simultaneamente. Diretoria de Planejamento Energético 64
  65. 65. ENERGIA ARMAZENADA 2007, % da capacidade Norte Nordeste 91,6 97,8 99,6 99,0 93,1 94,8 95,4 90,4 83,5 90 81,9 84,9 90 77,5 73,4 70 61,2 65,6 70 48,2 53,7 45,9 50 50 35,8 40,2 30,5 30,1 29,4 30 26,7 30 10 10 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez % em relação ao SIN * 2007 2006 2005 2004 2007 2006 2005 2004 CAR 3% 12% Sul 74% Sudeste / Centro-Oeste 11% 90,9 86,7 85,6 86,7 90 84,5 82,6 90 82,6 78,4 80,4 79,6 76,6 79,8 75,5 72,7 72,1 69,8 70 63,3 70 62,0 61,9 61,7 59,8 51,7 48,2 46,2 50 50 30 30 10 10 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 2006 2005 2004 CAR 2007 2006 2005 2004 CAR Esvaziamento dos subsistemas ocorreu em um ano! Esvaziamento dos subsistemas ocorreu em um ano! Diretoria de Planejamento Energético 65
  66. 66. Consumo de Energia em 2007, GWm 54 52 50 48 46 44 42 40 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2007 Plano 2006 2005 Variação Anual A carga de 2007 cresceu 4,9% em relação a 2006, 2007/Plano -1,7% ficando inferior ao previsto no Plano Energético 2007/2006 4,9% Nacional em 1,7%. 2006/2005 3,9% 2005/2004 4,5% Uma previsão otimista de consumo contribui para a elevação do PLD. Diretoria de Planejamento Energético 66
  67. 67. Preço de Curto Prazo (R$/MWh) Submercado Sudeste / Centro-Oeste 600,00 500,00 400,00 300,00 200,00 100,00 0,00 mar/04 mai/04 mar/05 mai/05 mar/06 mai/06 mar/07 mai/07 mar/08 mai/08 jan/04 abr/04 jun/04 jul/04 ago/04 set/04 out/04 nov/04 dez/04 jan/05 abr/05 jun/05 jul/05 ago/05 set/05 out/05 nov/05 dez/05 jan/06 abr/06 jun/06 jul/06 ago/06 set/06 out/06 nov/06 dez/06 jan/07 abr/07 jun/07 jul/07 ago/07 set/07 out/07 nov/07 dez/07 jan/08 abr/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 jan/09 fev/04 fev/05 fev/06 fev/07 fev/08 fev/09 No início de 2008, elevações do Preço de Curto Prazo (PLD – Preço de No início de 2008, elevações do Preço de Curto Prazo (PLD – Preço de Liquidação de Diferenças) refletiram as baixas vazões afluentes do fim de 2007, Liquidação de Diferenças) refletiram as baixas vazões afluentes do fim de 2007, conjugadas com esvaziamento dos reservatórios e elevação do consumo. conjugadas com esvaziamento dos reservatórios e elevação do consumo. Diretoria de Planejamento Energético 67
  68. 68. Racionamento de Energia Em 2008, as chuvas do fim de janeiro e de fevereiro praticamente eliminaram o risco de decretação de um racionamento de energia. Em 2009, o risco de racionamento é praticamente nulo, devido também às chuvas que já ocorreram, à redução de consumo e ao despacho antecipado de usinas termoelétricas. De qualquer forma, a dependência das chuvas de verão é cada vez mais elevada: Redução da capacidade de regularização dos reservatórios. Expansão fortemente baseada em usinas termoelétricas de alto custo, que só devem ser despachadas na iminência de uma crise de abastecimento. Diretoria de Planejamento Energético 68

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