O Ensino Coletivo de 
Instrumentos Musicais 
Possibilidades e 
limitações
Introdução 
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“dotada de uma dimensão política, como 
instrumento potencial de trans...
Introdução 
Nesse sentido, através de uma Educação 
Musical transformadora, os alunos poderão 
vivenciar novas experiência...
Introdução 
O Ensino Coletivo é uma importante ferramenta para o 
processo de democratização do ensino musical, 
contribui...
Contexto Histórico 
• Segundo Oliveira (1998) – O ensino coletivo 
teve seu início nos EUA e sua implantação 
através do c...
Contexto Histórico 
Segundo Oliveira (1998), a história do ensino coletivo 
passou por três fases distintas: 
1. Academias...
Contexto Histórico 
• Com a efervescência musical nos EUA após a guerra civil (1861- 
1865), século XIX, diversos músicos,...
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• Declínio da pedagogia musical coletiva no final do século XX. 
• Em contrapartida surgiu na Inglater...
O Ensino Coletivo no Brasil 
• Primeiros movimentos de ensino coletivo surgiram no 
Brasil colonial. 
• A abertura dos por...
O Ensino Coletivo no Brasil 
• Surgem, então, os primeiros movimentos de 
cantos e danças, atividades que marcaram o 
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O Ensino Coletivo no Brasil 
• Primeira iniciativa de ensino coletivo sistematizado no 
Brasil? 
As ações de Villa-Lobos a...
O Ensino Coletivo no Brasil 
• O ensino do canto orfeônico foi fundamentado em bibliografia 
ampla, escrita e sugerida por...
O Ensino Coletivo no Brasil 
• Fim da Era Vargas (1954) 
• Enfraquecimento do Canto Orfeônico 
• Final da década de 1950 o...
O Ensino Coletivo no Brasil 
• Em 1975, Alberto Jaffé a convite do Serviço Social da 
Indústria(SESI), implantou um projet...
Objetivos do Ensino Coletivo 
• Conforme Borne, Nascimento e Matos Filho (2011), o ensino 
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Objetivos do Ensino Coletivo 
• Segundo Oliveira (1998, p. 15), os métodos de 
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Aspectos Pedagógicos 
• Observamos que, de acordo com o que expõe 
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Aspectos Pedagógicos 
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Aspectos Pedagógicos 
• Estudo Dirigido - aula é dividida em três partes – a 
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Aspectos Pedagógicos 
• Postura do Professor como de um Regente. 
• Linguagem direta tendo em vista que a metodologia foi ...
Aspectos Pedagógicos 
• Ritmo de ensino deve estar baseado nos 
melhores alunos. 
• Observar os limites do grupo e de cada...
Aspectos Pedagógicos 
• Surge-nos, a partir da análise apresentada pela autora, 
a percepção de que o Educador Musical, en...
Aspectos Pedagógicos 
• Unir uma quantidade de estudantes em sala de aula 
não é sinônimo de aprendizagem, ou seja, unir 
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Possibilidades e Limitações 
• Segundo OLIVEIRA (2002), o aprendizado musical em 
grupo é agradável pelas seguintes razões...
Aspectos Psicológicos 
• O Ensino Coletivo desenvolve algumas características 
na personalidade musical do indivíduo. 
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Ensino Coletivo de Instrumento Musical (ECIM) 
nas escolas? 
• Sistematização de metodologias adequadas. 
• Formação do pr...
Conclusão 
Ensino Coletivo de Instrumento Musical (ECIM) 
• ECIM focado na iniciação musical; 
• EDCIM focado no desenvolv...
Conclusão 
• Diálogo com Paulo Freire - Concepção de 
educação musical transformadora (Formação 
humanística e social) 
• ...
Referências 
• CRUVINEL, Flavia Maria. Efeitos do Ensino Coletivo na 
Iniciação Instrumental de Cordas: a educação musical...
Referências 
• OLIVEIRA, Enaldo Antônio J. O ensino coletivo 
dos instrumentos de corda: reflexão e prática. 
Dissertação ...
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O ensino coletivo de instrumentos musicais - História

  1. 1. O Ensino Coletivo de Instrumentos Musicais Possibilidades e limitações
  2. 2. Introdução • FREIRE (1992) entende que a música é “dotada de uma dimensão política, como instrumento potencial de transformação do homem e da sociedade, na medida em que, como as demais formas de arte, ela contribui para a elaboração de um saber crítico, conscientizador, propulsor da ação social, assim como para um aperfeiçoamento ético individual” (p.14).
  3. 3. Introdução Nesse sentido, através de uma Educação Musical transformadora, os alunos poderão vivenciar novas experiências tanto no âmbito individual quanto no coletivo, procurando conhecer seus mundos interiores e exteriores, uma vez que o processo de socialização musical é uma importante ferramenta para que os alunos entendam, de maneira mais sensível e crítica, a realidade na qual estão inseridos. (CRUVINEL, 2003, p1).
  4. 4. Introdução O Ensino Coletivo é uma importante ferramenta para o processo de democratização do ensino musical, contribuindo de forma bastante significativa neste processo. A musicalização através do ensino coletivo, pode dar acesso a um maior número de pessoas à Educação Musical, aumentando a razão professor/aluno por esforço hora/aula ministrada. Alguns projetos ligados a essa filosofia de ensino vêm surgindo no país, alcançando êxito, tanto na área pedagógica quanto na social. Pode-se afirmar que o estudo da música, através do ensino coletivo, veio democratizar o acesso do cidadão à formação musical. (CRUVINEL, 2003, p.2)
  5. 5. Contexto Histórico • Segundo Oliveira (1998) – O ensino coletivo teve seu início nos EUA e sua implantação através do canto coral – Prática musical Religiosa. • Alguns professores viajavam por várias cidades para ensinar os cânticos religiosos para a população e nessas ocasiões também ensinavam, além do canto, instrumentos de sopros e cordas.
  6. 6. Contexto Histórico Segundo Oliveira (1998), a história do ensino coletivo passou por três fases distintas: 1. Academias • Lewis A. Benjamin, que fundou a escola “The Musical Academy”, agrupava 400 alunos iniciantes, todos estudando coletivamente de acordo com a faixa etária. • Com duas aulas por semana, os estudantes trabalhavam um repertório em comum e se exercitavam em conjunto. O trabalho culminava nas apresentações musicais das chamadas “Children´s Carnivals”, encontros promovidos pela academia, nos quais era possível prestigiar apresentações de instrumentistas, corais, orquestrais, de concertos e de grupos diversos.
  7. 7. Contexto Histórico • Com a efervescência musical nos EUA após a guerra civil (1861- 1865), século XIX, diversos músicos, sociedades amadoras, orquestras sinfônicas e músicos menos sofisticados começaram a formar bandas e orquestras que estavam suprindo a demanda da música popular. Dessa forma, vários conservatórios foram surgindo e implementando a mesma metodologia de ensino coletivo em classes. • OBS: Cada aluno demonstrava o repertório estudado, enquanto os outros apenas observavam, esperando a sua vez de tocar. 2. Conservatórios 1840 - Inauguração do conservatório de Leipzig por Felix Mendelssohn - Estabeleceu na Europa uma metodologia de ensino de instrumentos com práticas coletivas – esta, porém, com um número reduzido de alunos.
  8. 8. Contexto Histórico • Declínio da pedagogia musical coletiva no final do século XX. • Em contrapartida surgiu na Inglaterra uma empresa (Murdock and Company of London) especializada em venda de instrumentos que lançou um programa de ensino coletivo (All Saints National Schools), tendo como principal objetivo desenvolver o amor pela música orquestral através do violino. O material didático era vendido a preço mínimo e, em troca, a companhia fornecia seus próprios professores especializados para atuarem nas escolas britânicas. 3. Escolas Públicas - com um grande número de alunos, por classe, se exercitando em conjunto.
  9. 9. O Ensino Coletivo no Brasil • Primeiros movimentos de ensino coletivo surgiram no Brasil colonial. • A abertura dos portos, no início do século XIX, permitiu o acesso à cultura europeia, às orquestras, instrumentos e partituras – bem como às danças de salão, que passaram a ser mais intensas no país. • Das práticas musicais que se consolidaram ao longo do século XVIII e XIX, registra-se o chamado “trio de pau e corda” (cavaquinho, violão e flauta).
  10. 10. O Ensino Coletivo no Brasil • Surgem, então, os primeiros movimentos de cantos e danças, atividades que marcaram o início dos choros e modinhas. • Modinha seresteira somada à linguagem dos poetas românticos, unidas à sonoridade dos choros - Surgimento das primeiras manifestações musicais coletivas não sistematizadas.
  11. 11. O Ensino Coletivo no Brasil • Primeira iniciativa de ensino coletivo sistematizado no Brasil? As ações de Villa-Lobos através do Canto Orfeônico. • Objetivo formar uma identidade musical brasileira através de canções folclóricas para desenvolver, ao mesmo tempo, o sentimento de patriotismo e sentimento cívico – ambos afinados com o pensamento do Estado Novo. • OBS: Anteriormente a Villa – Lobos João Gomes Junior e Fabiano Lozano realizaram trabalhos significativos com o canto orfeônico – Método Analítico na Escola Normal do Estado de São Paulo. (Falta de Apoio por parte do Governo)
  12. 12. O Ensino Coletivo no Brasil • O ensino do canto orfeônico foi fundamentado em bibliografia ampla, escrita e sugerida por Villa-Lobos, voltada para fins cívicos, apresentando uma série de critérios metodológicos para o aperfeiçoamento da dicção falada, entoada e ritmada; para a aprendizagem, processo de classificação, seleção e colocação de vozes, afinação orfeônica, efeitos orfeônicos, muito importantes nas apresentações públicas, eram movimentos plásticos imitativos, que acompanhavam os efeitos onomatopaicos, tais como ondas do mar brasileiro ou os sons da floresta amazônica; efeitos de timbres diversos eram variantes de afinação orfeônica para representar sons de instrumentos, de canto de pássaros ou sibilar dos ventos, ditados, cantados e ritmados; pesquisas e arranjos de cantos folclóricos, com finalidade de transmitir a noção de alma coletiva de um povo e sua história; criação espontânea de cantos nacionais entre outras questões. (Ying , 2007, p. 17).
  13. 13. O Ensino Coletivo no Brasil • Fim da Era Vargas (1954) • Enfraquecimento do Canto Orfeônico • Final da década de 1950 o professor José Coelho de Almeida, seriam realizados experimentos com a organização de bandas de música no interior das fábricas no Estado de São Paulo.
  14. 14. O Ensino Coletivo no Brasil • Em 1975, Alberto Jaffé a convite do Serviço Social da Indústria(SESI), implantou um projeto de ensino coletivo de cordas em Fortaleza, capital do Ceará. • Fundação Nacional da Arte - FUNARTE (Projeto Espiral) – Centros de ensino coletivo de cordas – 1978 • Serviço Social do Comércio - SESC • Em 1980, o professor José Coelho de Almeida – como diretor do Conservatório Estadual Dr. Carlos de Campos, em Tatuí – implantou um projeto de iniciação musical e ensino coletivo através de instrumentos de corda, tendo como característica metodológica a iniciação instrumental coletiva, heterogênea e simultânea.
  15. 15. Objetivos do Ensino Coletivo • Conforme Borne, Nascimento e Matos Filho (2011), o ensino coletivo consiste em ministrar aulas para um grupo de estudantes, de forma homogênea ou heterogênea. Além disso, essas aulas têm um caráter multidisciplinar, envolvendo além da Prática Instrumental, temas como Teoria Musical, Percepção, História da Música etc. Segundo os referidos autores, as características do ensino de música em processos coletivos abrangem desde o empréstimo do instrumento musical à prática em conjunto, relações entre os indivíduos, estímulo gerado através de apresentações e também o desenvolvimento do gosto pela música. Para Borne, Nascimento e Matos Filho (2011), o interesse para o estudo sistemático de música se justificaria como uma possível contribuição para o surgimento do interesse da profissionalização musical por parte do estudante. (FERNANDES, 2013, p.57)
  16. 16. Objetivos do Ensino Coletivo • Segundo Oliveira (1998, p. 15), os métodos de ensino coletivo de cordas têm por objetivo “[...] a iniciação instrumental de um grupo de pessoas que, ao se exercitarem em conjunto através de arranjos e/ou composições elaboradas especialmente para este fim, se deparam com problemas técnicos e musicais de maior importância.
  17. 17. Aspectos Pedagógicos • Observamos que, de acordo com o que expõe Cruvinel (2008), o Ensino Coletivo se justificaria frente às demandas imediatas por uma ação docente que esteja mais adequada à realidade social e educacional, que exerce sobre o professor uma “pressão” institucional no sentido de obter resultados em curto prazo. • O Ensino Coletivo pode ser considerado uma “afrouxamento” da formação musical?
  18. 18. Aspectos Pedagógicos • Como é possível trabalhar a iniciação de instrumentos diferentes, na mesma aula, ao mesmo tempo? • A sistematização de metodologia eficiente para o ensino coletivo heterogêneo. • Necessário se faz ressaltar que nenhuma metodologia poderá ser significativa e transformadora se o educador musical não tiver abertura e flexibilidade para enfrentar as dinâmicas de sala de aula “em movimento constante.” (CRUVINEL, 2008, p. 8).
  19. 19. Aspectos Pedagógicos • Estudo Dirigido - aula é dividida em três partes – a revisão, a informante e a aplicação. • Revisão: nesta parte da aula, o professor deve realizar uma recapitulação dos assuntos abordados anteriormente; Informante: nesta etapa, o aluno é exposto a um novo problema técnico ou novos materiais a serem desenvolvidos; Aplicação: esta é a fase de treinamento em que o aluno aplica e estuda as informações adquiridas na fase anterior. Esta é a grande diferença entre o design pedagógico das aulas em grupo e as aulas individuais, pois aqui se realiza o estudo dirigido (OLIVEIRA, p.16).
  20. 20. Aspectos Pedagógicos • Postura do Professor como de um Regente. • Linguagem direta tendo em vista que a metodologia foi desenvolvida para leigos em música. • Na aprendizagem humana, o indivíduo primeiro aprende a falar para depois saber ler. O músico pode aprender, primeiro, a produzir sons e, posteriormente, entender o sinal gráfico que os símbolos partem de uma prática musical. No processo inverso, o símbolo, para o aluno, não possui significado concreto, nem utilização imediata (OLIVEIRA, 1998, p.62).
  21. 21. Aspectos Pedagógicos • Ritmo de ensino deve estar baseado nos melhores alunos. • Observar os limites do grupo e de cada estudante individualmente. • Os aspectos teóricos são passados de acordo com a necessidade prática – Teoria Aplicada. • Carga Horária.
  22. 22. Aspectos Pedagógicos • Surge-nos, a partir da análise apresentada pela autora, a percepção de que o Educador Musical, entendido como o principal ator do processo de construção do conhecimento, pressionado pelas exigências das gestões escolares que se afinam com o fluxo socioeconômico do século XXI, deve otimizar seu tempo de trabalho através de aulas ministradas para grupos, sempre buscando resolver de maneira pragmática as questões que surgem no decorrer das aulas. (FERNANDES, 2013, p.61)
  23. 23. Aspectos Pedagógicos • Unir uma quantidade de estudantes em sala de aula não é sinônimo de aprendizagem, ou seja, unir estudantes em grupo e propor que trabalhem juntos não significa que estes desejem ou saibam trabalhar coletivamente de modo a tornar a aprendizagem significativa. Um grupo de estudantes reunidos em coletividade deve partir da interação como princípio base, ou seja, os alunos devem ser participativos, interagir uns com os outros para que ocorra, sobretudo, o compartilhamento de ideias. (FERNANDES, 2013, p.62)
  24. 24. Possibilidades e Limitações • Segundo OLIVEIRA (2002), o aprendizado musical em grupo é agradável pelas seguintes razões: o aluno percebe que suas dificuldades são compartilhadas pelos colegas, evitando desestímulos; o aluno se sente, logo no início dos estudos, em uma orquestra ou num coral e ao conseguir executar uma peça a sua motivação aumenta; o aspecto lúdico do ensino coletivo (sendo bem direcionado pelo professor) se torna uma poderosa força, auxiliando um aprendizado seguro e estimulante; e por fim, a qualidade musical no estudo em grupo é muitas vezes superior se comparado ao individual, contribuindo para que o processo de aprendizagem seja acelerado.
  25. 25. Aspectos Psicológicos • O Ensino Coletivo desenvolve algumas características na personalidade musical do indivíduo. • Dessa forma, o ensino em grupo, possibilita uma maior interação do indivíduo com o meio e com o outro, estimula e desenvolve a independência, a liberdade, a responsabilidade, a auto-compreensão, o senso crítico, a desinibição, a sociabilidade, a cooperação, a segurança e no caso específico do ensino da música, um maior desenvolvimento musical como um todo. (Cruvinel, 2008, p. 52)
  26. 26. Ensino Coletivo de Instrumento Musical (ECIM) nas escolas? • Sistematização de metodologias adequadas. • Formação do professor. • Aproximação da universidade com a sociedade e a escola. • Engajamento dos atores da escola (Administração, professores, estudantes e pais)
  27. 27. Conclusão Ensino Coletivo de Instrumento Musical (ECIM) • ECIM focado na iniciação musical; • EDCIM focado no desenvolvimento técnico – instrumental; • ECIM focado na lucratividade; • ECIM focado nos aspectos de democratização do acesso ao ensino musical (Inclusão e Transformação social)
  28. 28. Conclusão • Diálogo com Paulo Freire - Concepção de educação musical transformadora (Formação humanística e social) • Expressiva utilização em espaços não formais ou alternativos de educação, como os projetos sociais que visam a inclusão social do fazer musical).
  29. 29. Referências • CRUVINEL, Flavia Maria. Efeitos do Ensino Coletivo na Iniciação Instrumental de Cordas: a educação musical como meio de transformação social. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2003. • CRUVINEL, Flavia Maria. O ensino coletivo de instrumentos musicais na educação básica: compromisso com a escola a partir de propostas significativas de ensino musical. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2008. • YING, Liu Man. O ensino coletivo direcionado no violino. 2007. Dissertação (Mestrado em Música) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007. • FERNANDES, Patrick Mesquita. Contextos de aprendizagem musical: Uma abordagem sobre as práticas musicais compartilhadas do curso de música da UFC CAMPUS de Fortaleza. – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2013.
  30. 30. Referências • OLIVEIRA, Enaldo Antônio J. O ensino coletivo dos instrumentos de corda: reflexão e prática. Dissertação (Mestrado) – Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998. 202p. • TOURINHO, Cristina. Ensino Coletivo de Instrumentos Musicais: crenças, mitos, princípios e um pouco de história. XVI Encontro Anual da ABEM Congresso Regional da ISME na América Latina 2007, Campo Grande, MS.

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