Dízimo no Ano da Fé

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O Dízimo no Ano da Fé: um tempo de graça!

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  • Os dízimos eclesiásticos voluntários foram inventados pela igreja católica no IV século... introduzidos como obrigatórios no VIII século... abolido no século XIX... eram cobrados só em produtos agropecuários... Confira: Entrevista sobre o pagamento de dízimos...
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Dízimo no Ano da Fé

  1. 1. 10/2012 A 11/2013Redescobrir – Cultivar – Testemunhar a Fé
  2. 2. Um olhar sobre a realidade em que vivemos
  3. 3. - Relativismo. - Autossuficiência humana. As mudanças sociais são - Pluralismo religioso. - Fragilidades no testemunho muitas, e ocorrem em da instituição.velocidade cada vez maior. - Desconhecimento da doutrina por parte dos fiéis. - Linguagem comprometida noDesconstrução de valores. anúncio da Boa Nova. - Distanciamento do Homem O Sagrado e os valores para com a Palavra de Deus.espirituais com nova face. - Egoísmo na vida comunitária. - Insensibilidade à presença de Deus. As novas gerações. - Etc...
  4. 4. Religiões Católicos Evangélicos Sem Religião Espiritas Afro Demais
  5. 5. “... vivemos uma era de ruptura, e não estamos maisdispostos a nos sacrificar em nome de grandes ideiasalheias, de utopias, mas sim em nome de nossospais, filhos ou amigos. Um humanismo secular; umaespiritualidade sem fé.„Existem dois tipos diferentes de espiritualidade. Umage por meio de Deus e é, certamente, o conjunto dasreligiões; o outro, sem Deus, é o grupo das grandesfilosofias‟, explica ele no livro.” Luc Ferry – Entrevista ao Estadão sobre seu livro „ O Anticonformista‟ *
  6. 6. A Igreja não está alheia a esta realidade Carta Sínodo da Documento Apostólica Palavra de Aparecida Porta Fidei* Esta é a nossa casa! Na Igreja Católica temos tudo o que é bom, tudo o que é motivo de segurança e de consolo! Quem aceita Cristo: Caminho, Verdade e Vida, em sua totalidade, tem garantida a paz e a felicidade, nesta e na outra vida... Papa Bento XVI no Santuário de Aparecida 12/05/2007
  7. 7. INTRODUÇÃO (1-18) O Documento procura ajudar todos os católicos a serem Discípulos Missionários de Jesus Cristo, pelo fato de terem sido batizados. 1. Desafios Mas hoje em dia, não é tão fácil assim, pois estamos vivendo uma época caracterizada por dois desafios (Doc. 10): - a difusão de uma Cultura hostil, contrária ao pensamento e à prática cristã - a difusão de variadas ofertas religiosas que tratam de responder às necessidades das pessoas de forma diferente e às vezes de forma materialista, imediatista e distante da proposta de Jesus.2. Quais são os valores cristãos ameaçados pela Cultura hostil?Verificamos que os valores cristãos que estão na base da vida comunitária, justa efraterna, que vivenciamos nas CEBs, estão sendo ameaçados por uma culturahostil, isto é, contrária ao ensinamento do Evangelho.Vejamos alguns dos nossos valores ameaçados:
  8. 8. -A Gratuidade que aparece quando uma pessoa se relaciona com outra sem visar o interesse e sem basear-se nos bens materiais. É querer o bem do outro por amor.-A Festa verdadeira, que acontece quando as pessoas são consideradas mais importantes do que os bensmateriais e nasce pela boa convivência com a vizinhança.-A Acolhida do outro, que acontece quando colocamos bens e valores a serviço das pessoas, como hospedarpessoas, partilhar e viver a solidariedade com o maior carinho, de forma espontânea e sincera.-A Teimosia na luta pela vida. É a vontade de viver, superando barreiras e dificuldades, lutandoresistindo, aguentando situações quase impossíveis, sem cair no desespero.-A Luta solidária pela justiça. É quando a gente não pensa só em si, mas junta sua dor e seus anseios àsdores e anseios dos outros, querendo justiça e liberdade para todos.-A Compaixão e Misericórdia. É quando se tem o coração cheio de ternura e se entende quem vive emsituação igual ou pior, e mesmo nas dificuldades se tenta solucionar o caso de quem passa pior necessidade.-A Esperança. É quando se sabe enfrentar e superar situações de desespero, sendo que a última palavra ésempre de esperança.- A Experiência de Deus. Por ser acolhedor e viver desapegado dos bens, sente-se a necessidade de vivercom maior intensidade a presença de Deus em sua vida. Quem se sente amado e protegido porDeus, adquire fortes energias para enfrentar os desafios do dia-a-dia.
  9. 9. 3. Quais são os falsos valores do mundo e desta Cultura hostil? (Doc 11) Infelizmente o mundo de hoje é pagão e quer nos seduzir com falsos valores, bem contrários aos valorescristãos que acabamos de lembrar. O mundo quer nos contaminar com o individualismo, a ganância, aambição, a corrupção, a desonestidade, o comodismo, a concorrência desleal e cruel, a indiferença aosclamores dos outros, o abuso da sexualidade, a desvalorização da família, o lucro a qualquer custo. Tudoisso é contrário à ética e à moral que nós conhecemos à luz do Evangelho. É a chamada cultura hostil.O Encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo (Doc. 12-13) A Igreja diante destes desafios, perigos e ameaças, não pode responder com agressões e brigas, mas trata-se agora de confirmar, renovar a novidade do Evangelho, favorecendo um encontro pessoal e comunitáriocom Jesus Cristo, que nos torne homens e mulheres novos, discípulos missionários de seu Reino.A maior ameaça da Igreja hoje (Doc. 13)É a mediocridade, é o fazer de conta, é a hipocrisia, o comodismo, é um cristianismo defachada, só de aparência. É a repetição de fórmulas, é reduzir a nossa fé a algumasnormas, proibições ou devoções fragmentadas, participação ocasional.O maior desafio da Igreja hoje (Doc 14)É não ter medo (Mt 28,5). É acreditar na vitória de Cristo ressuscitado que nos estimula à conversão e amanter viva a esperança que não engana. É, sobretudo mostrar a capacidade para promover e formardiscípulos e missionários que respondam à vocação recebida e comuniquem por toda parte, transbordandode gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Nãotemos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus naIgreja, para que Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, nãoobstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço -o seu serviço! - que a Igreja deveoferecer às pessoas e nações".
  10. 10. OS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS1. A Caminhada começa com um encontro (20-22) No Evangelho há uma multidão de pessoas que tiveram o encontro mais importante edecisivo de sua vida preenchia de luz, força e esperança: o encontro com Jesus, suarocha, sua paz, sua vida.Hoje, nesta sociedade conturbada, neste clima cultural relativista, isto é, onde parece nãohaver mais verdade certa, nem rumos certos. Na Igreja amadurecemos a fé inabalável emCristo para permanecer no seu amor, e assim viver com a alegre esperança e imensagratidão, pois Ele é o Filho de Deus verdadeiro, o único Salvador da humanidade, Ele é oCaminho, a Verdade e a Vida.
  11. 11. * Carta Apostólica Porta Fidei1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar aquela porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início com o Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos creem n‟Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
  12. 12. 2. Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo. Durante aA fé é capaz de: homilia da Santa Missa no início do pontificado, disse: «A Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo devem pôr-se a- Libertar caminho para conduzir os homens fora- Corrigir do deserto, para lugares da vida, da- Curar amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em- Realizar o Homem em sua totalidade plenitude» (Homilia no início do ministério petrino- Salvar a humanidade do Bispo de Roma, (24 de Abril de 2005): AAS 97 (2005), 710). Sucede não poucas vezes que os- Projetar o futuro das realidades cristãos sintam maior preocupação com as invisíveis consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta- ... como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado (Cf. Bento XVI, Homilia da Santa Missa no Terreiro do Paço (Lisboa – 11 de Maio de 2010): L’Osservatore Romano (ed. port. de 15/V/2010), 3.). Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes sectores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.
  13. 13. A fé é uma posse antecipada do - Fato é uma verdade que se espera, um meio de absoluta, real, existente, inequdemonstrar as realidades que não ívoca, incontestável, declarada se veem. Hb 11,1 . - É o que foi criado A fé é o fundamento da - E tudo o que foi criado foi pela esperança, é uma certeza a proclamação da palavra divina. respeito do não se vê. *
  14. 14. O ser humano, em seu estado natural, possui inteligência evontade com potencialidades infinitas. A beleza que surge das mãosdos homens é um reflexo da beleza que surge das mãos do Criador.No entanto, não quis Deus que o homem permanecesse apenas emseu estado natural e nos deu o dom da fé. O dom da fé e da graça eleva o homem ao estado sobrenatural, somos filhos de Deus (1Jo 3,1). Neste estado podemos dizer com São Paulo “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). O estado sobrenatural não está em conflito com o estado natural. A graça não destrói a natureza, a supõe, eleva e aperfeiçoa. Dom Orani Tempesta
  15. 15. A realização das atividades: Meio e Fim Da gestão eclesial 15
  16. 16. É essencial do administrador eclesial liderar ecoordenar pessoas de tal modo que estes, motivados econvertidos, realizem as atividades meio e fim de suascomunidades. Funcionários – Voluntários – Fieis
  17. 17. * “Não se começa a ser cristão * “Essa foi a maravilhosa por uma decisão ética ou uma experiência daqueles primeiros grande ideia, mas através do discípulos que, encontrando encontro com um Jesus, ficaram fascinados e cheios acontecimento, com uma de assombro frente à Pessoa, que dá um novo excepcionalidade de quem lhes horizonte à vida e, com isso, falava, diante da maneira como uma orientação decisiva.” os tratava,coincidindo com a fome Deus Caritas est,1 e sede de vida que havia em seus corações...” DA 244
  18. 18. Dízimo – Ato de fé! Redescobrir: Refazer o caminho Realização bíblico do dízimo. De Realidades Cultivar: visíveis Gestão participativa e transparente E realidades Testemunhar: invisíveis A fé sem obras e morta e as obras sem fé são estéreis.Malaquias 3,10 – Fazei a experiência, e vereis se não derramo as minhas bênçãos sobre vós muito além do necessário.
  19. 19. Ano da FéAções concretas
  20. 20. Tempo para agradecerTempo para anunciarTempo para testemunharEste ano será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendammais profundamente que o fundamento da fé cristã é “o encontro com umacontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizontee, desta forma, o rumo decisivo”. Fundamentada no encontro com JesusCristo ressuscitado, a fé poderá ser redescoberta na sua integridade e em todo oseu esplendor. “Também nos nossos dias a fé é um dom que se deveredescobrir, cultivar e testemunhar” para que o Senhor “conceda a cadaum de nós vivermos a beleza e a alegria de sermos cristãos”. Congregação para a Doutrina da fé, 9 janeiro 2012
  21. 21. IV. Em nível das paróquias / comunidades / associações / movimentos1. Em preparação para o Ano da Fé, todos os fiéis são convidados a ler e meditar atentamente a Cartaapostólica Porta fidei do Santo Padre Bento XVI.2. O Ano da Fé “será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé naliturgia, particularmente na Eucaristia”. Na Eucaristia, mistério da fé e fonte da nova evangelização, a féda Igreja é proclamada, celebrada e fortalecida. Todos os fiéis são convidados a participar delaconscientemente, ativamente e frutuosamente, a fim de serem testemunhas autênticas do Senhor.3. Os sacerdotes poderão dedicar maior atenção ao estudo dos Documentos do Concílio Vaticano II e doCatecismo da Igreja Católica, tirando daí fruto para a pastoral paroquial – a catequese, a pregação, apreparação aos sacramentos – e propondo ciclos de homilias sobre a fé ou sobre alguns dos seus aspectosespecíficos, como por exemplo “o encontro com Cristo”, “os conteúdos fundamentais do Credo”, “a fé e aIgreja”.4. Os catequistas poderão haurir sobremaneira da riqueza doutrinal do Catecismo da Igreja Católica eguiar, sob a responsabilidade dos respectivos párocos, grupos de fiéis à leitura e ao aprofundamento desteprecioso instrumento, a fim de criar pequenas comunidades de fé e de testemunho do Senhor Jesus.5. Deseja-se que nas paróquias haja um empenho renovado na difusão e na distribuição do Catecismoda Igreja Católica ou de outros subsídios adequados às famílias, que são autênticas igrejas domésticas eprimeiro lugar da transmissão da fé, como por exemplo no contexto das bênçãos das casas, dos Batismosdos adultos, das Crismas, dos Matrimônios. Isto poderá contribuir para a confissão e aprofundamento dadoutrina católica “nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente aexigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre”.
  22. 22. 6. Será oportuno promover missões populares e outras iniciativas nas paróquias e nos lugares detrabalho para ajudar os fiéis a redescobrir o dom da fé batismal e a responsabilidade do seutestemunho, na consciência de que a vocação cristã “é também, por sua própria natureza, vocaçãoao apostolado”.7. Neste tempo, os membros dos Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de VidaApostólica são solicitados a se empenhar na nova evangelização, com uma adesão renovada aoSenhor Jesus, pela contribuição dos próprios carismas e na fidelidade ao Santo Padre e à sãdoutrina.8. As Comunidades contemplativas durante o Ano da Fé dedicarão uma intenção de oração especialpara a renovação da fé no Povo de Deus e para um novo impulso na sua transmissão9. As Associações e os Movimentos eclesiais são convidados a serem promotores de iniciativasespecíficas, as quais, pela contribuição do próprio carisma e em colaboração com os Pastoreslocais, sejam inseridas no grande evento do Ano da Fé. As novas Comunidades e os Movimentoseclesiais, de modo criativo e generoso, saberão encontrar os modos mais adequados para oferecer opróprio testemunho de fé ao serviço da Igreja.10. Todos os fiéis, chamados a reavivar o dom da fé, tentarão comunicar a própria experiência de fée de caridade dialogando com os seus irmãos e irmãs, também com os das outras confissõescristãs, com os seguidores de outras religiões e com aqueles que não creem ou são indiferentes.Deste modo se deseja que todo o povo cristão comece uma espécie de missão endereçada aquelescom os quais vive e trabalha, com consciência de ter recebido “a mensagem da salvação paracomunicá-la a todos”.
  23. 23. Por ocasião da conclusão deste Ano, naSolenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, acontecerá uma Eucaristia celebrada pelo Santo Padre, na qual se renovará solenemente a profissão de fé. 23
  24. 24. * ESPAÇO SAGRADO * Arte sacra – no som ambiente – nas indicações – as acomodações – central de informação – berçário - equipe de acolhida etc...* NA SECRETARIA * Organização do ambiente – nos controles – na velocidade com a informação é transmitida – no atendimento pessoal – ao telefone – nos comunicados por escrito – na participação pastoral.* NOS AFAZERES PASTORAIS * Direcionamento – objetivos – metas. * Na formação e no treinamento de lideranças
  25. 25. Equipe de trabalho Agentes Pastorais Fieis em geral* Liderança – envolver os * Pastoral de conjunto • Acolhida colaboradores no processo * Ampliar participação do CPP • Personalização no de decisão. nos processos de tomada de atendimento de decisões. necessidades* Diálogo constante. • Ambiente favorável ao Ensinar, ensinar, ensinar... * Estipular metas e objetivos eco ( catequético )* Formação e treinamentos por período; • Promover o encontro* Realização vocacional e * Eventos de socialização destes com a pessoa de humana familiar; Jesus. Pastorais e* Direitos e benefícios * Igreja, espaço de movimentos. interatividade comunitária; * Formação permanente
  26. 26. * Grupo – Mães que oram* Grupo – Viúvas e viúvos* Grupos – Câncer e outras enfermidades* Terço dos Homens* Grupo de aconselhamento – apoio de Psicólogos etc...* Pastoral da acolhida* Pastoral da esperança* Novena das famílias enlutadas* Juventude – acampamentos e outras ações socais.* Suporte a „ongs‟ e outras entidades sociais, quando inexistentes na instituição.* Projetos pastorais de inclusão e acolhida – * Ex: Dízimo e as Obras de Misericórdia.
  27. 27. Editora A Partilha“Uma editora missionária a serviço da evangelização”
  28. 28. Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso,Criador do céu e daterra,de todas as coisas visíveis e invisíveis.Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,Filho Unigênito deDeus, gerado do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, Luzda luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, damesma substância do Pai.Por Ele todas as coisas foram feitas.E, por nós, homens, e para a nossa salvação,desceu dos céus,Se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fezhomem.Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos;padeceu e foi sepultado. Ressuscitou dos mortos ao terceirodia,conforme as Escrituras; e subiu aos céus,onde está assentadoà direita de Deus Pai. Donde há de vir, em glória, para julgar osvivos e os mortos; e o Seu reino não terá fim. Creio no EspíritoSanto,Senhor e fonte de vida,que procede do Pai;e com o Pai e oFilhoé adorado e glorificado: Ele falou pelos profetas. Creio naIgreja Una Santa, Católica e apostólica.Confesso um só batismopara remissão dos pecados.Espero a ressurreição dos mortos;E avida do mundo vindouro. Amém.

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