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•  Respondendo aos objetivos do nosso estudo:
•  É fácil de aprender
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•  a avaliação de um protótipo multimédia educativo não
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Challenges 2013

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This study intends to present an evaluation of usability and accessibility, which required the creation of a multimedia prototype named F.R.e.e. – Prisoner’s Training in e-Learning, related specifically to training their “Job Search Techniques”, under the project (e-Pris) e-Learning in Prisons. While assessing the usability of the multimedia prototype, by those replacement users mentioned above, we have verified that learning to use the prototype, executing all tasks efficiently and with satisfaction was easy. The prototype has proved to be also somewhat prone to errors. Nevertheless, we have not properly assessed the memorizing skills’ parameter, related to the ease of remembering the prototype’s functionalities. The evaluation of the accessibility has allowed us to make further improvements to the use of the prototype, not just for the users with special needs, but to all the users.

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Challenges 2013

  1. 1. AVALIAÇÃO  DA  USABILIDADE  E  DA   ACESSIBILIDADE  DO  PROTÓTIPO  MULTIMÉDIA   F.R.e.e.:  TÉCNICAS  DE  PROCURA  DE  EMPREGO     Celes=no  Magalhães   José  Alberto  Lencastre   Universidade  do  Minho  
  2. 2. O  Projeto   O  Projeto  e-­‐Learning  em  Estabelecimentos  Prisionais  (  e-­‐ Pris  )  tem  por  obje=vo  avaliar  a  viabilidade  de  formação   via  e-­‐Learning  em  contexto  prisional,  contribuindo  para   diminuir  fatores  de  risco  e  exclusão  social  e  uma  melhor   (re)inserção   social   da   população,   fomentando   a   igualdade  de  oportunidades  e  de  género.     I  
  3. 3. O  Projeto   O  problema   Inexistência   de   produtos   no   mercado   cer=ficados   e   adaptados   à   formação   "a   distância”   via   e-­‐Learning   adequados  às  caracterís=cas  e  necessidades  das  potenciais   formandas.     I  
  4. 4. O  Projeto   Os  obje.vos     •  iden=ficar  as  caraterís=cas  do  público-­‐alvo   •  desenhar   e   criar   um   protó=po   mul=média   educa=vo   adequado   à   formação   “a   distância”   via   e-­‐learning   de   adultos  em  contexto  prisional   •  avaliar  a  usabilidade  e  a  acessibilidade  do  protó=po   I  
  5. 5. Modelo  ADDIA   •  O   modelo   ADDIA   é   um   processo   de   design   intera=vo   forma=vo,  onde  os  resultados  da  avaliação  forma=va  de   cada  fase  alimentam  a  fase  seguinte  mas  podem  levar  o   designer  de  volta  para  qualquer  fase  anterior.     •  Obje=vo   centrado   no   u=lizador   e   não   na   abordagem   tradicional   do   formador   (centrada   na   instrução),   para   que  a  aprendizagem  seja  eficaz.     II  
  6. 6. Modelo  ADDIA   Modelo  ADDIA   (adaptado  de  Clark,  2000)   II  
  7. 7. Análise  III   (adaptado  de  Clark,  2000)  
  8. 8. Desenho   Adaptado  de  Clark  (2000)   IV   Desenho Objetivos da Formação Integração das TIC Interface Avaliação Fontes de Informação Estratégias de Ensino e Motivação Currículo
  9. 9. Desenho   Layout  do  protó.po  Técnicas  de  Procura  de  Emprego   IV  
  10. 10. Desenho   Algumas  preocupações  na  construção  do  protó=po:   a)  Estrutura     b)  Navegação     c)  Interface  e  layout   d)  Rapidez  de  acesso   e)  Níveis  de  intera=vidade   f)  Informação   IV  
  11. 11. •  Fácil de aprender: a capacidade com que os utilizadores conseguem realizar tarefas básicas quando usam o protótipo pela primeira vez. •  Eficiente para usar: após os utilizadores terem aprendido o funcionamento do protótipo, conseguem facilmente localizar a informação de que precisam. •  Fácil de lembrar: depois de algum tempo sem utilizar o protótipo, conseguem facilmente recordar o seu funcionamento. •  Pouco sujeito a erros: os utilizadores cometem poucos erros durante a utilização do protótipo e, caso aconteça, estes possuem um grau de gravidade baixo e são de fácil correção. •  Agradável de usar: os utilizadores sentem-se satisfeitos com a utilização do protótipo. V   Usabilidade  
  12. 12. Para avaliar a usabilidade do protótipo, foram utilizados dois métodos: •  Avaliação heurística: realizada por peritos à versão alpha do protótipo na fase de desenho; •  Teste de usabilidade: realizado por um grupo de utilizadores com características semelhantes às do público-alvo, realizado na fase de desenvolvimento.   V   Usabilidade  
  13. 13. •  A avaliação heurística envolveu uma análise do protótipo por 3 peritos que não tiveram participação no projeto. Segundo Nielsen (1994) é o número suficiente de avaliadores que permite identificar a maior parte dos erros de usabilidade. •  Cada perito avaliou individualmente, de acordo com as heurísticas definidas.   V   Avaliação  heurís=ca  
  14. 14. Heurísticas (Nielsen,1994): 1.  Tornar o estado do sistema visível 2.  Falar a linguagem do utilizador 3.  Utilizador controla e exerce livre-arbítrio 4.  Consistência e Adesão a Normas 5.  Evitar erros 6.  Reconhecimento em vez de Memorização 7.  Flexibilidade e Eficiência 8.  Desenho de ecrã estético e minimalista 9.  Ajudar o utilizador a reconhecer, diagnosticar e recuperar dos erros 10.  Dar Ajuda e Documentação V   Avaliação  heurís=ca  
  15. 15. Recolha dos dados através de um inquérito por questionário dividido em 3 partes: 1.  Parte 1 – Questionário Pessoal 2.  Parte 2 – Consulta e Navegação pelo protótipo 3.  Parte 3 – Questionário composto por 13 questões de resposta fechada e uma de resposta aberta.   V   Teste  de  usabilidade  
  16. 16. •  Em conformidade com o World Wide Web Consortium (W3C), acessibilidade significa que “pessoas com deficiências possam usar a Web”, isto é, “percebam, naveguem e interajam com a Web”. •  A acessibilidade é definida por três níveis de prioridade: i.  aspetos que os criadores de conteúdos Web têm que cumprir; ii.  aspetos que os criadores de conteúdos Web devem cumprir iii.  aspetos que os criadores de conteúdos Web podem cumprir.   VI   Acessibilidade  
  17. 17. •  Os níveis de conformidade atribuídos dependem da verificação das prioridades assim: –  nível de conformidade "A” , se foram satisfeitos todos os pontos de verificação de prioridade 1; –  nível de conformidade "AA", se foram satisfeitos todos os pontos de verificação das prioridades 1 e 2 e –  nível de conformidade "AAA", se foram satisfeitos todos os pontos de verificação das prioridades 1, 2 e 3. •  Os testes de acessibilidade realizados foram baseados nas recomendações WCAG 2.0 da W3C. VI   Acessibilidade  
  18. 18. Apresentação e Análise dos Resultados •  Avaliação heurística: durante a avaliação heurística foram recolhidos dados quantitativos – número de transgressões observadas em cada uma das heurísticas – e dados qualitativos, através dos comentários efetuados pelos avaliadores.   Sim Não Não Avaliado 1. Tornar o estado do sistema visível 100% 0% 0% 2. Falar a linguagem do utilizador 95% 0% 5% 3. Utilizador controla e exerce livre-arbítrio 58% 25% 17% 4. Consistência e Adesão a Normas 100% 0% 0% 5. Evitar erros 83% 0% 17% 6. Reconhecimento em vez de Memorização 97% 0% 3% 7. Flexibilidade e Eficiência 92% 0% 8% 8. Desenho de ecrã estético e minimalista 94% 0% 6% 9. Ajudar o utilizador a reconhecer, diagnosticar e recuperar dos erros 67% 0% 33% 10. Dar Ajuda e Documentação 80% 13% 7% % de Respostas Heurísticas VII  
  19. 19. Apresentação e Análise dos Resultados •  Das 10 heurísticas, subdivididas em 62 sub-heurísticas, duas apresentaram problemas. •  Os problemas foram classificadas de acordo com o grau de severidade. •  Das 62 sub-heurísticas, três (cerca de 5%) apresentaram problemas de usabilidade •  59 (cerca de 95%) foram referenciadas como não apresentando qualquer tipo de problema. VII  
  20. 20. Apresentação e Análise dos Resultados •  Teste de usabilidade com utilizadores: para a recolha de dados foram utilizadas/os: –  Inquérito por questionário, em papel e entregue às participantes no início da sessão; –  Observação, os dados e informações foram registados em Grelhas de Observação (tempo gasto na realização das tarefas, tempo gasto para concluir o teste e registo das classificações obtidas pelas participantes).   VII  
  21. 21. •  A  seleção  dos  u=lizadores  que  realizaram  os  testes  de  avaliação  da   usabilidade  foi  feita  tendo  em  conta  dois  critérios:     –  caracterís.cas  pessoais  (idade,  género,  habilitações),  e     –  experiência   tecnológica   (u=lização   de   computador,   u=lização   de   documentos   mul=média,   u=lização   da   Internet,   conhecimentos  dos  conteúdos).   •  Devido   ao   facto   do   público-­‐alvo   se   encontrar   em   reclusão   prisional,   não   foi   possível   u=lizar   uma   amostra   proveniente   do   grupo.  A  solução  encontrada  foi  escolher  um  grupo  com  o  maior   número  de  caracterís=cas  semelhantes.   VII   Apresentação e Análise dos Resultados
  22. 22. Apresentação e Análise dos Resultados •  Relativamente aos testes de usabilidade dos protótipos e tendo em atenção as respostas apresentadas nos inquéritos por questionário, consideramos uma escala onde a resposta “Nunca” corresponde a 0 e a resposta “Sempre” corresponde a 2. VII   Parâmetros Questões Média Protótipo Multimédia "Técnicas de Procura de Emprego" 1. O ambiente gráfico do protótipo é agradável? 1,8 2. A informação no protótipo encontra-se bem organizada? 2 3. A linguagem utilizada é simples e clara? 1,8 4. Sentiu-se à-vontade a usar o protótipo? 1,8 5. O protótipo permite uma fácil navegação? 1,6 6. Foi fácil encontrar a informação que precisou? 2 7. O protótipo tem as funcionalidades e capacidades que esperava? 2 8. A informação disponibilizada pelo protótipo foi útil para completar as tarefas? 1,8 9. Conseguiu utilizar o protótipo sem necessitar de conhecimentos anteriores? 1,2 10. A informação fornecida pelo protótipo foi fácil de entender? 2 11. Conseguiu completar eficazmente o seu trabalho? 1,8 12. Na globalidade ficou satisfeito com o seu trabalho? 1,8 Erros 13. Quando fez uma seleção errada no protótipo, este permitiu-lhe voltar atrás e recomeçar? 1,8 Design Facilidades de utilização Funcionalidades Aprendizagem Satisfação
  23. 23. Apresentação e Análise dos ResultadosVII   Critérios   Protó.po  Mul.média  FRee  "Técnicas  de  Procura   de  Emprego"   Fácil  de  aprender   Média  de  46  min  na  realização  do  teste  (60  min)   80%  das  u=lizadoras  mostraram-­‐se  à  vontade  com  a   u=lização  do  protó=po   Eficiente  para  usar   80%  de  sucesso  na  realização  das  tarefas  propostas.   Maioria  das  u=lizadoras  indicou  que  a  informação   disponibilizada  pelo  protó=po  mul=média  foi  fácil   de  entender  e  ú=l  para  a  realização  das  tarefas   propostas.   Fácil  de  lembrar   Para  medir  convenientemente  este  critério   precisaríamos  de  realizar  o  teste  mais  do  que  uma   vez,  o  que  não  aconteceu.   Pouco  sujeito  a  erros   80%  das  u=lizadoras  conseguiram  recuperar  dos   erros  come=dos  (pela  observação  direta  pudemos   constatar  que  os  erros  que  exis=ram  deveram-­‐se  a   distrações  (fechar  janela  do  browser  em  vez  do   separador,  por  exemplo)).   Agradável  de  usar   80%  das  u=lizadoras  ficaram  sa=sfeitas  com  o  seu   trabalho.  
  24. 24. Apresentação e Análise dos Resultados •  Acessibilidade: Total Validator. •  O principal objetivo foi permitir que o protótipo passasse os testes de acessibilidade para a prioridade 1 (nível de conformidade A). •  Submetemos o protótipo multimédia educativo ao validador automático e obtivemos o seguinte resultado: VII  
  25. 25. Apresentação e Análise dos Resultados •  O único erro apresentado, refere-se a um erro de sintaxe no xhtml, nomeadamente atributos que foram utilizados unicamente para criar uma apresentação visual e está relacionado com a ferramenta utilizada para a criação do protótipo multimédia educativo. VII  
  26. 26. Apresentação e Análise dos Resultados •  Aplicamos também o validador da W3C não tendo obtido qualquer erro. VII  
  27. 27. •  Respondendo aos objetivos do nosso estudo: •  iniciamos com a caraterização do público-alvo, formandas do estabelecimento prisional, e definimos o contexto em que estão inseridas. Isto permitiu identificar as necessidades de aprendizagem, definir os objetivos de ensino e as restrições envolvidas. •  desenhamos o protótipo no quadro de um referencial teórico e fizemos a avaliação com os peritos. •  desenvolvemos o protótipo e avaliamos a usabilidade com utilizadores semelhantes ao público-alvo. •  avaliamos a acessibilidade. VIII   Considerações  finais  
  28. 28. •  Respondendo aos objetivos do nosso estudo: •  É fácil de aprender •  É eficiente para usar •  É pouco sujeito a erros •  É agradável de usar VIII   Considerações  finais  
  29. 29. •  a avaliação de um protótipo multimédia educativo não pode ser vista como algo fechado e exato, não existindo nenhuma fórmula “mágica” que nos permita criar e desenvolver um protótipo multimédia educativo cem por cento eficaz. No entanto, a avaliação da sua usabilidade e da sua acessibilidade permitirá que seja utilizado com maior probabilidade de sucesso por parte dos utilizadores finais. VIII   Considerações  finais    
  30. 30. Obrigado pela vossa atenção! celestino.magalhaes@gmail.com

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