SlideShare uma empresa Scribd logo
Método Científico Método Científico
Química – Física - Biologia
Introdução
Você é uma dessas pessoas curiosas, que observam o mundo com atenção e procuram realmente compreende-
lo? Que levam sempre em conta o que já se conhece sobre determinado assunto antes de tirar suas conclusões?
Em caso afirmativo, seu procedimento segue alguns dos princípios do método empregado pelos cientistas para
fazer ciência. Mas o que é ciência, afinal? Em linhas gerais, pode-se definir ciência como um método rigoroso para
investigar a natureza, tentando explicá-la de acordo com regras lógicas. Nessa empreitada, o cientista utiliza
procedimentos -métodos científicos – que se assemelham aos empregados pelos detetives em suas
investigações.
A ciência é prática. Ainda que a ciência ocasionalmente envolva aprendizado com base em manuais e aulas, sua
principal atividade é a descoberta. A descoberta é um processo ativo, presente, não algo para ser realizado
apenas por estudiosos isolados do mundo. Ela é tanto uma busca por informação quanto um esforço por explicar
como essa informação se combina de maneira significativa. Quase sempre a ciência procura respostas para
questões muito práticas: como a atividade humana afeta o aquecimento global? Por que as populações de
abelhas estão subitamente se reduzindo na América do Norte? O que permite aos pássaros migrar por distâncias
tão longas? Como se formam os buracos negros?
A ciência se baseia na observação. Os cientistas empregam todos os seus sentidos para recolher informações
sobre o mundo que os cerca. Ocasionalmente eles as recolhem de maneira direta, sem a intervenção de
ferramentas ou aparatos. Em outras ocasiões empregam equipamentos como telescópios ou microscópios, a fim
de recolher informações de maneira indireta. De qualquer maneira, os cientistas registrarão aquilo que vêem,
ouvem e sentem. Essas observações registradas são conhecidas como dados.
A ciência (do latim scientia, que significa "conhecimento") é o exame e a verificação da experiência humana; é a
maneira cuidadosa e organizada de estudar uma folha de goiabeira, um cão, um vírus ou mesmo o
universo inteiro. O que a move é a curiosidade!
Quando pensamos em um cientista, geralmente a imagem que nos vem é a de alguém com ar pensativo, vestindo
um longo avental, em um laboratório cheio de frascos fumegantes e equipamentos eletrônicos. Embora as
"ferramentas" que utilizem — máquinas fotográficas, microscópio tabela com números etc. — sejam diferentes,
todas buscam solucionar questões e compreender o mundo em que vivemos.
Então, por que o método científico continua a ser um mistério para tanta gente? Um dos motivos talvez seja o
nome. A palavra "método" sugere uma espécie de fórmula secreta, disponível apenas para cientistas altamente
treinados, mas isso não procede. O método científico é algo que todos nós podemos usar a qualquer momento.
De fato, adotar algumas das atividades básicas do método científico - ser curioso, fazer perguntas, procurar
respostas - é algo natural em todo ser humano.
Os cientistas são pessoas reais: têm ambições, receios e também cometem erros. A ciência não faz julgamentos;
os cientistas, porém, como qualquer pessoa, podem fazê-los. Sabemos, por exemplo, que as usinas nucleares
geradoras de eletricidade podem trazer riscos à saúde das pessoas. Por meio de experimentos, a ciência pode
quantificar esses riscos, estabelecendo relação entre a dose de radiação e as lesões que ela causa. A partir dessa
informação, todos — e não apenas os cientistas — poderão fazer seu próprio julgamento e decidir se querem ou
não a construção de usinas nucleares nas regiões em que vivem.
Os cientistas procuram construir representações precisas (ou seja, consistentes e não arbitrárias) do mundo que
nos cerca. Porém, as convicções pessoais — de natureza religiosa, cultural ou política — e o contexto histórico,
social e econômico podem influenciar a percepção que eles têm dos fenômenos e o modo como os interpretam.
Reconhecendo esse fato, a ciência adota critérios que visam minimizar essas influências. O conjunto de
procedimentos padrão adotados com essa finalidade constitui o método científico.
O trabalho dos cientistas — isoladamente ou em equipe — é a investigação, e a maneira como cada um executa
suas tarefas difere de acordo com a área do conhecimento em que atua e suas características pessoais. Os
cientistas lidam com fatos, idéias, hipóteses, dados experimentais e teorias.
As etapas do Método Científico
Para oferecer uma nova prova de que não existe um método único de "fazer" ciência, diferentes fontes descrevem
as etapas do método científico de maneiras diversas. Algumas delas mencionam três etapas, outras apenas duas.
Em termos fundamentais, porém, elas incorporam os mesmos conceitos e princípios.
Imagem cortesia William Harris
Os passos do método científico
O método científico — percurso normalmente seguido pelos pesquisadores — tem etapas fundamentais:
 Observação. O cientista verifica a ocorrência de um ou mais fatos, fenômenos naturais ou qualquer
outra observação que possa ser confirmada por mais pessoas.
 Levantamento de questões. Depois de encarar o fato como um problema, imaginam-se possíveis
variáveis, causas e conseqüências. Coletar os dados.
 Formulação de hipóteses. Definido o problema, levantam-se possíveis explicações. Cada uma delas é
uma hipótese, que também pode envolver previsões relativas ao fato.
 Elaboração e execução de experimentos. Os experimentos capazes de testar as hipóteses
formuladas devem lidar com uma parte do problema de cada vez e ser cuidadosamente controlados.
 Análise dos resultados. Os resultados dos experimentos devem ser criteriosamente analisados, para
se verificar se confirmam ou refutam as hipóteses apresentadas.
 Conclusões. Se as hipóteses propostas não se mostrarem verdadeiras ou as previsões não se
comprovarem, os experimentos deverão ser checados e repetidos. Caso os resultados ainda assim não se
confirmarem, será necessário rejeitar as hipóteses iniciais e elaborar novas.
É importante lembrar que, na maioria das vezes, em Ciência, aprendemos mais com os erros e com os
resultados inesperados do que com os acertos e resultados previstos. São os erros que impulsionam as
novas investigações na busca do esclarecimento das nossas dúvidas.
Vejamos um exemplo do cotidiano, embora aparentemente "pouco científico": logo pela manhã, você tenta dar a
partida no automóvel, mas ele não pega.
O automóvel não dá a partida.
Esse é um fato, ou seja, algo que pode ser observado, constatado, percebido etc. Muitas coisas podem passa por
sua cabeça, e você pode ter diversas idéias a respeito. O que aconteceu? Quando aconteceu? Por que
aconteceu?
Em uma possível explicação, você afirma:
O automóvel não pega porque está com a bateria descarregada.
Trata-se de uma hipótese, mas você pode acreditar tão firmemente nela que a considera a única explicação
possível para o fato observado. Porém outra pessoa, girando a chave de ignição, nota que as lâmpadas do painel
se acendem, e que os faróis e o toca-fitas podem ser ligados normalmente. Esse outro observador alega, então,
que o defeito está no motor e não na bateria.
E agora? Contrariado, você quer demonstrar a exatidão de sua hipótese. Para isso, pede a um mecânico que
meça a carga elétrica da bateria. Testando assim a hipótese, poderá concluir por sua veracidade ou não.
Antes de testar nossa hipótese, devemos fazer o máximo de observações possíveis, porque, muitas vezes, ao
submeter determinada hipótese a avaliações ou experimentos, deparamo-nos com outros fatos capazes de
levantar novas questões. Abrindo o compartimento do motor do automóvel, por exemplo, você verifica que um dos
cabos conectados à bateria está coberto por um estranho material esverdeado. O que será aquilo?
Os caminhos da ciência são cheios de encruzilhadas. Uma vez despertada a curiosidade do cientista, ele pode
imaginar outras experiências e lidar com os novos fatos que observou.
As conclusões do método científico são universais, ou seja, sua aceitação não depende do prestígio ou do poder
de persuasão do pesquisador, mas de suas evidências científicas. Além disso, elas são repetíveis, isto é, podem
ser refeitas e confirmadas por qualquer outro pesquisador que realize os mesmos experimentos ou observações.
Veja outro exemplo onde apesar da brincadeira utilizamos as etapas do método cientifico no nosso dia a dia:
Como conquistar uma mulher utilizando o método científico (adaptado). Seguiremos as etapas do método
científico:
 A observação do fenômeno
O primeiro passo é determinar a mulher que você está a fim. Observar seus olhos, sua boca, seu corpo, verificar
se ela realmente faz o seu tipo. Mas cuidado para não se tornar inconveniente, pois a primeira impressão é a que
fica, existe uma linha tênue entre ser pervertido e sensual. Lembre-se que qualquer defeito pode esfriar esse
momento em ambas as partes, tais como a voz, o sorriso, a beleza, como está vestido...
 Levantamento de questões (Problematização). Em busca de informações
Nesse passo, procurar amigos(as) que a conhece, saber onde mora, onde trabalha e/ou estuda, seus hobbies,
seu gosto musical, os lugares que ela gosta de freqüentar, ou seja, tudo que se relacione a ela. Se ela tiver
irmãos, e/ou é casada, tenha muito cuidado, qualquer passo em falso pode lhe trazer inúmeros problemas,
principalmente físicos.
 A formulação de hipóteses
Nessa etapa, de posse das informações obtidas, você vai planejar como chegar nela. Ou seja, como vai dar o
bote. Treinar e saber usar bem as palavras, isso é fundamental, além da boa aparência. Não se esqueça de
elogiá-la de uma maneira não tão vulgar, basta um adjetivo fora do contexto e tudo vai por água abaixo. Um
detalhe, nessa etapa vale treinar com o espelho, com uma vassoura, o que estiver mais próximo.
 A comprovação experimental
É a etapa aonde você vai por a prova tudo que foi planejado no item anterior. Pode ser que dê tudo errado, já que
a primeira vez é sempre uma tortura, caso isso aconteça, volte ao 2º passo e reinicie tudo de novo. Lembre-se,
seu laboratório poder ser qualquer lugar, que seja aconchegante e que ela se sinta bem. No final, você fará suas
conclusões e comunicará a todos do seu sucesso! Mas lembre-se que as mulheres são seres complicados, e as
condições iniciais de cada uma variam, portanto é necessário pesquisar uma quantidade bem grande para se ter
uma amostra mais confiável.
 Conclusão. . A elaboração de Leis e Teorias
Nessa última etapa, se você chegou até aqui, suas hipóteses foram comprovadas, ou seja, suas hipóteses foram
comprovadas. Como já mencionei, nem todas são iguais logo, lembre-se que a prática leva a perfeição. Assim
você já saberá como chegar a outras mulheres com mais facilidade.
Experimentos controlados
Na realização de um experimento, um desafio é o controle sobre todas as variáveis envolvidas. Vejamos um
exemplo: um médico que atende pessoas adultas acredita existir correlação entre o hábito de fumar e as doenças
do coração. Sua hipótese é que "pessoas que fumam têm mais doenças do coração que as que não fumam". Ele
passa a acompanhar centenas de fumantes durante vários anos, verificando que 30% deles têm algum tipo de
doença cardíaca. Conclui, então, que "fumar aumenta a chance de ter doenças cardíacas".
Você aceitaria sem restrições essa conclusão? Que objeções poderiam fazer? Em primeiro lugar, precisamos
conhecer qual é a incidência de doenças cardíacas entre os não-fumantes, para saber se de fato ela é maior entre
os fumantes. Em segundo lugar, devemos saber se as pessoas que apresentaram doenças cardíacas tinham,
além do hábito de fumar, outros fatores capazes de provocá-las, tais como pressão arterial elevada, idade
avançada, vida sedentária etc. Essas são outras variáveis importantes para esse problema.
Uma forma de testar essa hipótese é a execução de um experimento controlado, que pode envolver o
acompanhamento de dois grupos homogêneos, ou seja, formados por pessoas de mesma faixa etária, mesmo
sexo, pressão sanguínea inicialmente normal etc. A única diferença entre eles deve ser a variável que está sendo
testada; no caso, o hábito de fumar: um grupo de fumantes e um grupo de não-fumantes. Assim, as conclusões
obtidas podem ter valor.
É importante que os grupos tenham certo número mínimo de indivíduos, porque amostras muito pequenas podem
levar a erros provocados pelo acaso. O grupo de não-fumantes — chamado grupo- controle — será comparado
com o de fumantes —, que é o grupo experimental. A única diferença entre os dois grupos deve ser a variável que
está sendo testada: no caso, o hábito de fumar.
Vejamos outro caso: um laboratório farmacêutico desenvolveu uma droga para o tratamento de vermes intestinais
em cães e garante sua eficácia em 70% dos casos; um laboratório concorrente alega que ela "não vale nada".
Vamos realizar um experimento controlado para descobrir se a droga é eficaz. Inicialmente, separamos dois
grupos de cães parasitados, que devem pertencer à mesma raça, ter aproximadamente a mesma idade e não
apresentar outras doenças associadas. O grupo experimental recebe a droga na dose adequada; aos animais do
grupo-controle é dado um medicamento sem nenhum efeito, como farinha. Esse "falso remédio" é denominado
placebo. Tal procedimento é necessário para se evitar a crítica de que a doença está sendo tratada não pela
droga, mas apenas por se estar dando algo estranho aos cães.
Depois de efetuado o tratamento, poderemos dizer se a taxa de cura entre os animais do grupo experimental, que
receberam o novo medicamento, foi maior do que entre os animais do grupo-controle, que receberam o placebo.
Efeito placebo é a melhora que os doentes podem apresentar, causada apenas pelo fato de receberem certa
medicação, independentemente das reais propriedades curativas que esta possa ter.
Exercício de Fixação
Questão 01 - Leia com atenção o texto e resolva as questões propostas.
Todos os dias, após levantar-se da cama, Carlos vai até o quintal. Seu cachorro, Bob, repete sempre o mesmo
comportamento: pula no peito de Carlos, corre até a casinha e aproxima-se do prato de comida vazio e da vasilha
de água quase seca, demonstrando que tem fome e sede. Certo dia, Carlos teve uma surpresa: Bob não pulou em
seu colo e a comida quase não havia sido tocada.
a) Qual o PROBLEMA de Carlos?
b) Apresente duas HIPÓTESES que possam explicar o problema apontado.
c) Descreva alguns EXPERIMENTOS que podem ser usados para testar cada uma de suas hipóteses.
Questão 02 – Você está estudando em seu quarto quando a lâmpada se apaga subitamente. Proponha uma
forma de verificar cientificamente por que ela apagou. Explique cada etapa de sua proposta de acordo com os
procedimentos usuais do método científico.
Questão 03 – Revistas, jornais e anúncios na TV apresentam uma infinidade de "dietas milagrosas" ou
sugerem equipamentos de ginástica, chás e outras fórmulas de emagrecimento. Que tipo de evidências você
acredita que essas propagandas deveriam apresentar para que alguém pudesse aceitar tais recomendações?
Questão 04 – Costuma-se dizer que "a ciência não é moralmente boa nem má". Entretanto, o uso que se faz
das descobertas — pelos cientistas e pela sociedade — pode permitir julgamentos desse tipo. A conquista da
tecnologia do átomo, por exemplo, levou à utilização da energia nuclear tanto para a geração de eletricidade como
para a produção das mais poderosas armas de destruição maciça. Procure, em jornais ou revistas, notícias
referentes a pesquisas e descobertas científicas recentes; a seguir, discuta com seus colegas as possíveis
implicações, assinalando as que vocês poderiam considerar moralmente aceitáveis ou inaceitáveis.
Questão 05 – Você já deve ter notado que as plantas cultivadas dentro de casa crescem no sentido da janela.
Se girar o vaso, depois de alguns dias as folhas das plantas estarão novamente voltadas para o lado da janela.
a) Que fato é constatado nessa observação?
b) Cite uma hipótese que poderia ser proposta a partir dessa observação.
Questão 06 – (Unimontes – junho/2009) A tirinha abaixo apresenta um diálogo entres dois animais.
Observe-a.
Estabelecendo uma relação entre o
diálogo apresentado e o método
científico, analise as alternativas abaixo e
assinale a CORRESPONDENTE à etapa
de uma pesquisa que melhor justifica a
apreensão de um dos animais e o pedido
de calma do outro.
a) Levantamento de hipótese. b) Anásile de resultados c) Experimentações d) Conclusões
Questão 07 – (Unimontes/2009) No nosso cotidiano, acontecem, geralmente, coisas que servem para ilustrar
determinados estudos teóricos. A contextualização é um meio muito utilizado para enriquecermos nosso
conhecimento. As figuras a seguir mostram elementos que exemplificam essa idéia. Observe-as.
De acordo com as figuras e o assunto abordado, analise as alternativas a seguir e assinale a que REPRESENTA
os passos correspondentes à experimentação (parte prática) evidenciada no desenvolvimento de uma pesquisa
científica.
a) I, II e III. b) I e III, apenas c) I e II, apenas. d) II e III, apenas.
Fontes bibliográficas consultadas
 A Biologia–Etapasdométodocientífico.Por: Cristina Knihs Zierke
 Cientista, o Método Científico e o Processo de ensino-aprendizagem. Marianna A. F. Outeiro-
Bernstein http://despertandopequenoscientistas.blogspot.com/.
 ComofuncionaoMétodoCientífico.PorWilliamHarris-traduzidoporHowStuffWorksBrasil
 Escola Bandeirantes. Paulo Henrique Mueller. http://pt.scribd.com/doc/7004293/metodo-cientifico.
 http://crazyseawolf.blogspot.com
 http://karlamuzzi.blogspot.com
 http://www.vestibulandoweb.com.br/biologia/teoria/metodo-cientifico.asp

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Tipos de Pesquisa e Métodos Científicos
Tipos de Pesquisa e Métodos CientíficosTipos de Pesquisa e Métodos Científicos
Tipos de Pesquisa e Métodos Científicos
Francislaine Souza
 
Ficha Informativa - Método Científico
Ficha Informativa - Método CientíficoFicha Informativa - Método Científico
Ficha Informativa - Método Científico
Isaura Mourão
 
Introdução a ciencia
Introdução a cienciaIntrodução a ciencia
Introdução a ciencia
ClaudiaGianine
 
O método científico
O método científicoO método científico
O método científico
Alpha Colégio e Vestibulares
 
O metodo científico
O metodo científicoO metodo científico
O metodo científico
Francisco Vasconcelos
 
Metodo cientifico
Metodo cientificoMetodo cientifico
Metodo cientifico
Marcelle Rodrigues
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
Missões Adoração
 
Ciências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leisCiências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leis
Miguel De Lima
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Método Científico
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Método CientíficoSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Método Científico
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Método Científico
Turma Olímpica
 
Ciência e Método científico
Ciência e Método científicoCiência e Método científico
Ciência e Método científico
Tainara Lira
 
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comumAula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Leonardo Kaplan
 
Tipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicaçãoTipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicação
gestao2015
 
21 o método científico
21 o método científico21 o método científico
21 o método científico
Joao Balbi
 
1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea
1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea
1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea
Professô Kyoshi
 
Metodo científico
Metodo científicoMetodo científico
Metodo científico
Carlos Priante
 
Algumas características do método científico
Algumas características do método científicoAlgumas características do método científico
Algumas características do método científico
WaleskaSampaio
 
Tipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicaçãoTipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicação
Cleidiane Barbosa
 
Pesquisa e Método Cientifico
Pesquisa e Método CientificoPesquisa e Método Cientifico
Pesquisa e Método Cientifico
Carson Souza
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
Francisco Chaves
 
Módulo 4 - Método Científico
Módulo 4 - Método CientíficoMódulo 4 - Método Científico
Módulo 4 - Método Científico
Carlos Fernando Jung
 

Mais procurados (20)

Tipos de Pesquisa e Métodos Científicos
Tipos de Pesquisa e Métodos CientíficosTipos de Pesquisa e Métodos Científicos
Tipos de Pesquisa e Métodos Científicos
 
Ficha Informativa - Método Científico
Ficha Informativa - Método CientíficoFicha Informativa - Método Científico
Ficha Informativa - Método Científico
 
Introdução a ciencia
Introdução a cienciaIntrodução a ciencia
Introdução a ciencia
 
O método científico
O método científicoO método científico
O método científico
 
O metodo científico
O metodo científicoO metodo científico
O metodo científico
 
Metodo cientifico
Metodo cientificoMetodo cientifico
Metodo cientifico
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
 
Ciências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leisCiências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leis
 
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Método Científico
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Método CientíficoSlides da aula de Biologia (Renato) sobre Método Científico
Slides da aula de Biologia (Renato) sobre Método Científico
 
Ciência e Método científico
Ciência e Método científicoCiência e Método científico
Ciência e Método científico
 
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comumAula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
 
Tipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicaçãoTipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicação
 
21 o método científico
21 o método científico21 o método científico
21 o método científico
 
1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea
1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea
1EM #3 Método cientifico e Geração espontânea
 
Metodo científico
Metodo científicoMetodo científico
Metodo científico
 
Algumas características do método científico
Algumas características do método científicoAlgumas características do método científico
Algumas características do método científico
 
Tipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicaçãoTipos de métodos e sua aplicação
Tipos de métodos e sua aplicação
 
Pesquisa e Método Cientifico
Pesquisa e Método CientificoPesquisa e Método Cientifico
Pesquisa e Método Cientifico
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
 
Módulo 4 - Método Científico
Módulo 4 - Método CientíficoMódulo 4 - Método Científico
Módulo 4 - Método Científico
 

Semelhante a Método científico normal médio

Roteiro de prática de campo
Roteiro de prática de campoRoteiro de prática de campo
Roteiro de prática de campo
Guilherme LeaL
 
aulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptx
aulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptxaulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptx
aulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptx
ClaudislaneLima
 
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.pptMETODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
lilahzara
 
Aula método científico
Aula método científicoAula método científico
Aula método científico
Mayra Ruas da Costa
 
Anos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdf
Anos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdfAnos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdf
Anos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdf
ProfJulisseSilva
 
Trabalho método científico
Trabalho método científico Trabalho método científico
Trabalho método científico
Vanderson lage
 
07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx
07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx
07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx
taloGardner
 
A ciência e sua estrutura
A ciência e sua estruturaA ciência e sua estrutura
A ciência e sua estrutura
eduardocondemoura
 
Senso comum_Ciência
Senso comum_CiênciaSenso comum_Ciência
Senso comum_Ciência
Isabel Moura
 
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Métodos e Técnicas de PesquisaMétodos e Técnicas de Pesquisa
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Filipe Veloso
 
Psicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
PsicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaPsicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Psicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
FinneJack
 
aula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagem
aula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagemaula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagem
aula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagem
ranierycape
 
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISAMÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
Jadde Caroline
 
Aula de Método Científico: Metodologia Científica
Aula de Método Científico: Metodologia CientíficaAula de Método Científico: Metodologia Científica
Aula de Método Científico: Metodologia Científica
natboy51
 
METODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federal
METODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federalMETODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federal
METODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federal
ssuser4e213f1
 
O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...
O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...
O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...
Cristiane Marcelino
 
Prelúdio a Pré-Iniciação Científica
Prelúdio a Pré-Iniciação CientíficaPrelúdio a Pré-Iniciação Científica
Prelúdio a Pré-Iniciação Científica
Glauber Eduardo Aragon Pereira
 
A ciência e sua estrutura
A ciência e sua estruturaA ciência e sua estrutura
A ciência e sua estrutura
eduardocondemoura2012
 
Fazendo ciência
Fazendo ciênciaFazendo ciência
Fazendo ciência
unesp
 
03 elaboração de questionários na pesquisa quantitativa
03   elaboração de questionários na pesquisa quantitativa03   elaboração de questionários na pesquisa quantitativa
03 elaboração de questionários na pesquisa quantitativa
gisa_legal
 

Semelhante a Método científico normal médio (20)

Roteiro de prática de campo
Roteiro de prática de campoRoteiro de prática de campo
Roteiro de prática de campo
 
aulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptx
aulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptxaulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptx
aulamtodocientifico-130213204339-phpapp01.pptx
 
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.pptMETODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
METODO CIENTIFICO DA PSI EXPERIMENTALkk.ppt
 
Aula método científico
Aula método científicoAula método científico
Aula método científico
 
Anos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdf
Anos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdfAnos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdf
Anos Finais - Aula 1 - Live Reposição 01 - O que é Ciência_.pdf
 
Trabalho método científico
Trabalho método científico Trabalho método científico
Trabalho método científico
 
07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx
07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx
07-02-22-Fundamentos do pensamento científico.pptx
 
A ciência e sua estrutura
A ciência e sua estruturaA ciência e sua estrutura
A ciência e sua estrutura
 
Senso comum_Ciência
Senso comum_CiênciaSenso comum_Ciência
Senso comum_Ciência
 
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Métodos e Técnicas de PesquisaMétodos e Técnicas de Pesquisa
Métodos e Técnicas de Pesquisa
 
Psicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
PsicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaPsicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Psicologiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
 
aula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagem
aula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagemaula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagem
aula de metodologia da pesquisa para tecnicos de enfermagem
 
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISAMÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
 
Aula de Método Científico: Metodologia Científica
Aula de Método Científico: Metodologia CientíficaAula de Método Científico: Metodologia Científica
Aula de Método Científico: Metodologia Científica
 
METODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federal
METODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federalMETODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federal
METODOS E TECNICA DE PESQUISA pdf Istituto federal
 
O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...
O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...
O FAZER CIÊNCIA EM UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: A EMERGÊNCIA DE UM OL...
 
Prelúdio a Pré-Iniciação Científica
Prelúdio a Pré-Iniciação CientíficaPrelúdio a Pré-Iniciação Científica
Prelúdio a Pré-Iniciação Científica
 
A ciência e sua estrutura
A ciência e sua estruturaA ciência e sua estrutura
A ciência e sua estrutura
 
Fazendo ciência
Fazendo ciênciaFazendo ciência
Fazendo ciência
 
03 elaboração de questionários na pesquisa quantitativa
03   elaboração de questionários na pesquisa quantitativa03   elaboração de questionários na pesquisa quantitativa
03 elaboração de questionários na pesquisa quantitativa
 

Último

As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Mary Alvarenga
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
marcos oliveira
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
pattyhsilva271204
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 

Último (20)

As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
Caça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafosCaça - palavras  e cruzadinha   com  dígrafos
Caça - palavras e cruzadinha com dígrafos
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
 
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdfPainel  para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
Painel para comemerorar odia dos avós grátis.pdf
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdfApostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
Apostila em LIBRAS - Curso Básico ENAP 2019.pdf
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2011 CENSIPAM.pdf
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 

Método científico normal médio

  • 1. Método Científico Método Científico Química – Física - Biologia Introdução Você é uma dessas pessoas curiosas, que observam o mundo com atenção e procuram realmente compreende- lo? Que levam sempre em conta o que já se conhece sobre determinado assunto antes de tirar suas conclusões? Em caso afirmativo, seu procedimento segue alguns dos princípios do método empregado pelos cientistas para fazer ciência. Mas o que é ciência, afinal? Em linhas gerais, pode-se definir ciência como um método rigoroso para investigar a natureza, tentando explicá-la de acordo com regras lógicas. Nessa empreitada, o cientista utiliza procedimentos -métodos científicos – que se assemelham aos empregados pelos detetives em suas investigações. A ciência é prática. Ainda que a ciência ocasionalmente envolva aprendizado com base em manuais e aulas, sua principal atividade é a descoberta. A descoberta é um processo ativo, presente, não algo para ser realizado apenas por estudiosos isolados do mundo. Ela é tanto uma busca por informação quanto um esforço por explicar como essa informação se combina de maneira significativa. Quase sempre a ciência procura respostas para questões muito práticas: como a atividade humana afeta o aquecimento global? Por que as populações de abelhas estão subitamente se reduzindo na América do Norte? O que permite aos pássaros migrar por distâncias tão longas? Como se formam os buracos negros? A ciência se baseia na observação. Os cientistas empregam todos os seus sentidos para recolher informações sobre o mundo que os cerca. Ocasionalmente eles as recolhem de maneira direta, sem a intervenção de ferramentas ou aparatos. Em outras ocasiões empregam equipamentos como telescópios ou microscópios, a fim de recolher informações de maneira indireta. De qualquer maneira, os cientistas registrarão aquilo que vêem, ouvem e sentem. Essas observações registradas são conhecidas como dados. A ciência (do latim scientia, que significa "conhecimento") é o exame e a verificação da experiência humana; é a maneira cuidadosa e organizada de estudar uma folha de goiabeira, um cão, um vírus ou mesmo o universo inteiro. O que a move é a curiosidade! Quando pensamos em um cientista, geralmente a imagem que nos vem é a de alguém com ar pensativo, vestindo um longo avental, em um laboratório cheio de frascos fumegantes e equipamentos eletrônicos. Embora as "ferramentas" que utilizem — máquinas fotográficas, microscópio tabela com números etc. — sejam diferentes, todas buscam solucionar questões e compreender o mundo em que vivemos. Então, por que o método científico continua a ser um mistério para tanta gente? Um dos motivos talvez seja o nome. A palavra "método" sugere uma espécie de fórmula secreta, disponível apenas para cientistas altamente treinados, mas isso não procede. O método científico é algo que todos nós podemos usar a qualquer momento. De fato, adotar algumas das atividades básicas do método científico - ser curioso, fazer perguntas, procurar respostas - é algo natural em todo ser humano. Os cientistas são pessoas reais: têm ambições, receios e também cometem erros. A ciência não faz julgamentos; os cientistas, porém, como qualquer pessoa, podem fazê-los. Sabemos, por exemplo, que as usinas nucleares geradoras de eletricidade podem trazer riscos à saúde das pessoas. Por meio de experimentos, a ciência pode quantificar esses riscos, estabelecendo relação entre a dose de radiação e as lesões que ela causa. A partir dessa
  • 2. informação, todos — e não apenas os cientistas — poderão fazer seu próprio julgamento e decidir se querem ou não a construção de usinas nucleares nas regiões em que vivem. Os cientistas procuram construir representações precisas (ou seja, consistentes e não arbitrárias) do mundo que nos cerca. Porém, as convicções pessoais — de natureza religiosa, cultural ou política — e o contexto histórico, social e econômico podem influenciar a percepção que eles têm dos fenômenos e o modo como os interpretam. Reconhecendo esse fato, a ciência adota critérios que visam minimizar essas influências. O conjunto de procedimentos padrão adotados com essa finalidade constitui o método científico. O trabalho dos cientistas — isoladamente ou em equipe — é a investigação, e a maneira como cada um executa suas tarefas difere de acordo com a área do conhecimento em que atua e suas características pessoais. Os cientistas lidam com fatos, idéias, hipóteses, dados experimentais e teorias. As etapas do Método Científico Para oferecer uma nova prova de que não existe um método único de "fazer" ciência, diferentes fontes descrevem as etapas do método científico de maneiras diversas. Algumas delas mencionam três etapas, outras apenas duas. Em termos fundamentais, porém, elas incorporam os mesmos conceitos e princípios. Imagem cortesia William Harris Os passos do método científico O método científico — percurso normalmente seguido pelos pesquisadores — tem etapas fundamentais:  Observação. O cientista verifica a ocorrência de um ou mais fatos, fenômenos naturais ou qualquer outra observação que possa ser confirmada por mais pessoas.  Levantamento de questões. Depois de encarar o fato como um problema, imaginam-se possíveis variáveis, causas e conseqüências. Coletar os dados.  Formulação de hipóteses. Definido o problema, levantam-se possíveis explicações. Cada uma delas é uma hipótese, que também pode envolver previsões relativas ao fato.
  • 3.  Elaboração e execução de experimentos. Os experimentos capazes de testar as hipóteses formuladas devem lidar com uma parte do problema de cada vez e ser cuidadosamente controlados.  Análise dos resultados. Os resultados dos experimentos devem ser criteriosamente analisados, para se verificar se confirmam ou refutam as hipóteses apresentadas.  Conclusões. Se as hipóteses propostas não se mostrarem verdadeiras ou as previsões não se comprovarem, os experimentos deverão ser checados e repetidos. Caso os resultados ainda assim não se confirmarem, será necessário rejeitar as hipóteses iniciais e elaborar novas. É importante lembrar que, na maioria das vezes, em Ciência, aprendemos mais com os erros e com os resultados inesperados do que com os acertos e resultados previstos. São os erros que impulsionam as novas investigações na busca do esclarecimento das nossas dúvidas. Vejamos um exemplo do cotidiano, embora aparentemente "pouco científico": logo pela manhã, você tenta dar a partida no automóvel, mas ele não pega. O automóvel não dá a partida. Esse é um fato, ou seja, algo que pode ser observado, constatado, percebido etc. Muitas coisas podem passa por sua cabeça, e você pode ter diversas idéias a respeito. O que aconteceu? Quando aconteceu? Por que aconteceu? Em uma possível explicação, você afirma: O automóvel não pega porque está com a bateria descarregada. Trata-se de uma hipótese, mas você pode acreditar tão firmemente nela que a considera a única explicação possível para o fato observado. Porém outra pessoa, girando a chave de ignição, nota que as lâmpadas do painel se acendem, e que os faróis e o toca-fitas podem ser ligados normalmente. Esse outro observador alega, então, que o defeito está no motor e não na bateria. E agora? Contrariado, você quer demonstrar a exatidão de sua hipótese. Para isso, pede a um mecânico que meça a carga elétrica da bateria. Testando assim a hipótese, poderá concluir por sua veracidade ou não. Antes de testar nossa hipótese, devemos fazer o máximo de observações possíveis, porque, muitas vezes, ao submeter determinada hipótese a avaliações ou experimentos, deparamo-nos com outros fatos capazes de levantar novas questões. Abrindo o compartimento do motor do automóvel, por exemplo, você verifica que um dos cabos conectados à bateria está coberto por um estranho material esverdeado. O que será aquilo? Os caminhos da ciência são cheios de encruzilhadas. Uma vez despertada a curiosidade do cientista, ele pode imaginar outras experiências e lidar com os novos fatos que observou. As conclusões do método científico são universais, ou seja, sua aceitação não depende do prestígio ou do poder de persuasão do pesquisador, mas de suas evidências científicas. Além disso, elas são repetíveis, isto é, podem ser refeitas e confirmadas por qualquer outro pesquisador que realize os mesmos experimentos ou observações. Veja outro exemplo onde apesar da brincadeira utilizamos as etapas do método cientifico no nosso dia a dia: Como conquistar uma mulher utilizando o método científico (adaptado). Seguiremos as etapas do método científico:  A observação do fenômeno O primeiro passo é determinar a mulher que você está a fim. Observar seus olhos, sua boca, seu corpo, verificar se ela realmente faz o seu tipo. Mas cuidado para não se tornar inconveniente, pois a primeira impressão é a que
  • 4. fica, existe uma linha tênue entre ser pervertido e sensual. Lembre-se que qualquer defeito pode esfriar esse momento em ambas as partes, tais como a voz, o sorriso, a beleza, como está vestido...  Levantamento de questões (Problematização). Em busca de informações Nesse passo, procurar amigos(as) que a conhece, saber onde mora, onde trabalha e/ou estuda, seus hobbies, seu gosto musical, os lugares que ela gosta de freqüentar, ou seja, tudo que se relacione a ela. Se ela tiver irmãos, e/ou é casada, tenha muito cuidado, qualquer passo em falso pode lhe trazer inúmeros problemas, principalmente físicos.  A formulação de hipóteses Nessa etapa, de posse das informações obtidas, você vai planejar como chegar nela. Ou seja, como vai dar o bote. Treinar e saber usar bem as palavras, isso é fundamental, além da boa aparência. Não se esqueça de elogiá-la de uma maneira não tão vulgar, basta um adjetivo fora do contexto e tudo vai por água abaixo. Um detalhe, nessa etapa vale treinar com o espelho, com uma vassoura, o que estiver mais próximo.  A comprovação experimental É a etapa aonde você vai por a prova tudo que foi planejado no item anterior. Pode ser que dê tudo errado, já que a primeira vez é sempre uma tortura, caso isso aconteça, volte ao 2º passo e reinicie tudo de novo. Lembre-se, seu laboratório poder ser qualquer lugar, que seja aconchegante e que ela se sinta bem. No final, você fará suas conclusões e comunicará a todos do seu sucesso! Mas lembre-se que as mulheres são seres complicados, e as condições iniciais de cada uma variam, portanto é necessário pesquisar uma quantidade bem grande para se ter uma amostra mais confiável.  Conclusão. . A elaboração de Leis e Teorias Nessa última etapa, se você chegou até aqui, suas hipóteses foram comprovadas, ou seja, suas hipóteses foram comprovadas. Como já mencionei, nem todas são iguais logo, lembre-se que a prática leva a perfeição. Assim você já saberá como chegar a outras mulheres com mais facilidade. Experimentos controlados Na realização de um experimento, um desafio é o controle sobre todas as variáveis envolvidas. Vejamos um exemplo: um médico que atende pessoas adultas acredita existir correlação entre o hábito de fumar e as doenças do coração. Sua hipótese é que "pessoas que fumam têm mais doenças do coração que as que não fumam". Ele passa a acompanhar centenas de fumantes durante vários anos, verificando que 30% deles têm algum tipo de doença cardíaca. Conclui, então, que "fumar aumenta a chance de ter doenças cardíacas". Você aceitaria sem restrições essa conclusão? Que objeções poderiam fazer? Em primeiro lugar, precisamos conhecer qual é a incidência de doenças cardíacas entre os não-fumantes, para saber se de fato ela é maior entre os fumantes. Em segundo lugar, devemos saber se as pessoas que apresentaram doenças cardíacas tinham, além do hábito de fumar, outros fatores capazes de provocá-las, tais como pressão arterial elevada, idade avançada, vida sedentária etc. Essas são outras variáveis importantes para esse problema. Uma forma de testar essa hipótese é a execução de um experimento controlado, que pode envolver o acompanhamento de dois grupos homogêneos, ou seja, formados por pessoas de mesma faixa etária, mesmo sexo, pressão sanguínea inicialmente normal etc. A única diferença entre eles deve ser a variável que está sendo testada; no caso, o hábito de fumar: um grupo de fumantes e um grupo de não-fumantes. Assim, as conclusões obtidas podem ter valor. É importante que os grupos tenham certo número mínimo de indivíduos, porque amostras muito pequenas podem levar a erros provocados pelo acaso. O grupo de não-fumantes — chamado grupo- controle — será comparado com o de fumantes —, que é o grupo experimental. A única diferença entre os dois grupos deve ser a variável que está sendo testada: no caso, o hábito de fumar.
  • 5. Vejamos outro caso: um laboratório farmacêutico desenvolveu uma droga para o tratamento de vermes intestinais em cães e garante sua eficácia em 70% dos casos; um laboratório concorrente alega que ela "não vale nada". Vamos realizar um experimento controlado para descobrir se a droga é eficaz. Inicialmente, separamos dois grupos de cães parasitados, que devem pertencer à mesma raça, ter aproximadamente a mesma idade e não apresentar outras doenças associadas. O grupo experimental recebe a droga na dose adequada; aos animais do grupo-controle é dado um medicamento sem nenhum efeito, como farinha. Esse "falso remédio" é denominado placebo. Tal procedimento é necessário para se evitar a crítica de que a doença está sendo tratada não pela droga, mas apenas por se estar dando algo estranho aos cães. Depois de efetuado o tratamento, poderemos dizer se a taxa de cura entre os animais do grupo experimental, que receberam o novo medicamento, foi maior do que entre os animais do grupo-controle, que receberam o placebo. Efeito placebo é a melhora que os doentes podem apresentar, causada apenas pelo fato de receberem certa medicação, independentemente das reais propriedades curativas que esta possa ter.
  • 6. Exercício de Fixação Questão 01 - Leia com atenção o texto e resolva as questões propostas. Todos os dias, após levantar-se da cama, Carlos vai até o quintal. Seu cachorro, Bob, repete sempre o mesmo comportamento: pula no peito de Carlos, corre até a casinha e aproxima-se do prato de comida vazio e da vasilha de água quase seca, demonstrando que tem fome e sede. Certo dia, Carlos teve uma surpresa: Bob não pulou em seu colo e a comida quase não havia sido tocada. a) Qual o PROBLEMA de Carlos? b) Apresente duas HIPÓTESES que possam explicar o problema apontado. c) Descreva alguns EXPERIMENTOS que podem ser usados para testar cada uma de suas hipóteses. Questão 02 – Você está estudando em seu quarto quando a lâmpada se apaga subitamente. Proponha uma forma de verificar cientificamente por que ela apagou. Explique cada etapa de sua proposta de acordo com os procedimentos usuais do método científico. Questão 03 – Revistas, jornais e anúncios na TV apresentam uma infinidade de "dietas milagrosas" ou sugerem equipamentos de ginástica, chás e outras fórmulas de emagrecimento. Que tipo de evidências você acredita que essas propagandas deveriam apresentar para que alguém pudesse aceitar tais recomendações? Questão 04 – Costuma-se dizer que "a ciência não é moralmente boa nem má". Entretanto, o uso que se faz das descobertas — pelos cientistas e pela sociedade — pode permitir julgamentos desse tipo. A conquista da tecnologia do átomo, por exemplo, levou à utilização da energia nuclear tanto para a geração de eletricidade como para a produção das mais poderosas armas de destruição maciça. Procure, em jornais ou revistas, notícias referentes a pesquisas e descobertas científicas recentes; a seguir, discuta com seus colegas as possíveis implicações, assinalando as que vocês poderiam considerar moralmente aceitáveis ou inaceitáveis. Questão 05 – Você já deve ter notado que as plantas cultivadas dentro de casa crescem no sentido da janela. Se girar o vaso, depois de alguns dias as folhas das plantas estarão novamente voltadas para o lado da janela. a) Que fato é constatado nessa observação? b) Cite uma hipótese que poderia ser proposta a partir dessa observação. Questão 06 – (Unimontes – junho/2009) A tirinha abaixo apresenta um diálogo entres dois animais. Observe-a. Estabelecendo uma relação entre o diálogo apresentado e o método científico, analise as alternativas abaixo e assinale a CORRESPONDENTE à etapa de uma pesquisa que melhor justifica a apreensão de um dos animais e o pedido de calma do outro. a) Levantamento de hipótese. b) Anásile de resultados c) Experimentações d) Conclusões
  • 7. Questão 07 – (Unimontes/2009) No nosso cotidiano, acontecem, geralmente, coisas que servem para ilustrar determinados estudos teóricos. A contextualização é um meio muito utilizado para enriquecermos nosso conhecimento. As figuras a seguir mostram elementos que exemplificam essa idéia. Observe-as. De acordo com as figuras e o assunto abordado, analise as alternativas a seguir e assinale a que REPRESENTA os passos correspondentes à experimentação (parte prática) evidenciada no desenvolvimento de uma pesquisa científica. a) I, II e III. b) I e III, apenas c) I e II, apenas. d) II e III, apenas. Fontes bibliográficas consultadas  A Biologia–Etapasdométodocientífico.Por: Cristina Knihs Zierke  Cientista, o Método Científico e o Processo de ensino-aprendizagem. Marianna A. F. Outeiro- Bernstein http://despertandopequenoscientistas.blogspot.com/.  ComofuncionaoMétodoCientífico.PorWilliamHarris-traduzidoporHowStuffWorksBrasil  Escola Bandeirantes. Paulo Henrique Mueller. http://pt.scribd.com/doc/7004293/metodo-cientifico.  http://crazyseawolf.blogspot.com  http://karlamuzzi.blogspot.com  http://www.vestibulandoweb.com.br/biologia/teoria/metodo-cientifico.asp