INDEPENDÊNCIA E
INDEPENDÊNCIAS
Iconografia da Independência do Brasil
REBELIÕES COLONIAIS NAAMÉRICA
PORTUGUESA
• Rebeliões sem o objetivo de separação política:
• Guerra dos Emboabas (1708)
• ...
A Inconfidência Mineira
Principais medidas do projeto
mineiro:
• Libertar Minas Gerais de
Portugal
• Adotar uma nova bande...
A Conjuração Baiana
ou Revolta dos Búzios/Alfaiates
Objetivos dos revolucionários:
• Romper com a dominação
portuguesa.
• ...
Líderes da Conjuração
AlfaiateAlfaiateSoldado Soldado
A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA
• A região Nordeste: com a mudança do
eixo político-econômico sofria com
problemas de concentraçã...
Independência ou Morte! PedroAmérico (1888) - óleo sobre tela
Aspectos incompatíveis em relação
aos fatos históricos:
• Os belos cavalos montados por D. Pedro e seu cortejo, na
realida...
O quadro de Pedro Américo foi concluído em 1888, um
ano antes da proclamação da República. O artista fez uma
ampla pesquis...
François-René Moreaux. Proclamação da Independência, 1844.
“Inicia-se assim a organização de uma
memória nacional, a partir de um marco
fundador, criando-se um mito de origem. No
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ALBUQUERQUE, Georgina de. Sessão do Conselho de Estado. [s.d]. Museu
Histórico Nacional, Rio de Janeiro.
"Sessão do Conselho de Estado" apresenta uma
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Para discutir:
1. Na sua leitura iconográfica das duas imagens do
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série de guerras. No Norte e Nordeste, o
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“Conforme sugerimos, a reengenharia política
da independência, levada a cabo por grupos
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Independência e Independências

  1. 1. INDEPENDÊNCIA E INDEPENDÊNCIAS Iconografia da Independência do Brasil
  2. 2. REBELIÕES COLONIAIS NAAMÉRICA PORTUGUESA • Rebeliões sem o objetivo de separação política: • Guerra dos Emboabas (1708) • Revolta de Vila Rica (1720) • Revolta de Beckman (1684) • Guerra dos Mascates (1710) Rebeliões com o Objetivo de separação política: • Conjuração Mineira (1789) • Conjuração Baiana (1798) •Revolução Pernambucana (1817)
  3. 3. A Inconfidência Mineira Principais medidas do projeto mineiro: • Libertar Minas Gerais de Portugal • Adotar uma nova bandeira • Criar uma universidade em Vila Rica • Incentivar a natalidade • Criar o serviço militar obrigatório • Estimular a agricultura.
  4. 4. A Conjuração Baiana ou Revolta dos Búzios/Alfaiates Objetivos dos revolucionários: • Romper com a dominação portuguesa. • Abolir a escravidão. • Aumentar a remuneração dos soldados. • Abrir os portos brasileiros aos navios de todas as nações. • Melhorar as condições gerais de vida do povo. • Os revolucionários não queriam somente romper com a dominação colonial portuguesa, mas também modificar a ordem social interna do Brasil, que se baseava no trabalho escravo. • Um desses panfletos declarava: "Animai-vos Povo baiense que está para chegar o tempo feliz da nossa Liberdade: o tempo em que todos seremos irmãos: o tempo em que todos seremos iguais." (in: RUY, Afonso. A
  5. 5. Líderes da Conjuração AlfaiateAlfaiateSoldado Soldado
  6. 6. A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA • A região Nordeste: com a mudança do eixo político-econômico sofria com problemas de concentração de renda e instabilidade econômica. • Em março de 1817, a insatisfação ganhou força se transformando em um movimento de inspiração separatista. Os revoltosos estabeleceram uma República controlada por um Governo Provisório. • Reagindo à imposição do novo governo, forças portuguesas atacaram os revoltosos e após alguns meses de conflito, a agitação separatista foi contida e muitos revoltosos foram punidos com a prisão e a morte.
  7. 7. Independência ou Morte! PedroAmérico (1888) - óleo sobre tela
  8. 8. Aspectos incompatíveis em relação aos fatos históricos: • Os belos cavalos montados por D. Pedro e seu cortejo, na realidade, eram simplesmente mulas - um tipo de cavalgadura menos heroico, mas muito mais adequado ao duro percurso que os viajantes faziam. Eles tinham acabado de subir a serra do Mar, vindo de Santos. • Provavelmente, ninguém estaria usando os luxuosos uniformes apresentados e sim, trajes mais simples e práticos, provavelmente sujos do pó e da lama do caminho. Para piorar, o próprio D. Pedro não poderia estar tão exaltado e bem disposto assim como o artista o representa. Afinal, ele havia parado naquele local em função de uma diarreia que o atormentava, devido aos seus excessos alimentares em Santos, na véspera. • O rio Ipiranga não poderia estar naquele local. Para que o rio e suas célebres margens integrassem a paisagem do quadro, o pintor "desviou" o curso do riacho. A rigor, ele estaria passando por trás de quem observasse a cena naquele local.
  9. 9. O quadro de Pedro Américo foi concluído em 1888, um ano antes da proclamação da República. O artista fez uma ampla pesquisa, consultando historiadores, estudando objetos e visitando o local do grito. Apesar disso, achava que não deveria ficar "preso à verdade". Assim, entre outros aspectos, alterou a topografia, para realçar o riacho do Ipiranga e a colina; escolheu raças de cavalos que dessem maior elegância ao príncipe D. Pedro e à sua comitiva; definiu características de trajes e chapéus; e promoveu a incorporação anacrônica da Guarda de Honra do Imperador, regimento criado, como o próprio nome sugere, tempos depois do 7 de Setembro, explica Cecília Helena de Salles Oliveira, professora da Universidade de São Paulo (USP). As muitas independências. Revista Nossa História. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, set. 2004. n. 11. p. 14.
  10. 10. François-René Moreaux. Proclamação da Independência, 1844.
  11. 11. “Inicia-se assim a organização de uma memória nacional, a partir de um marco fundador, criando-se um mito de origem. No quadro, D. Pedro I aparece a cavalo em meio ao povo festivo, acenando com o chapéu. Ao mesmo tempo que enfatiza a popularidade de D. Pedro I, François-René reafirma a legitimidade dos herdeiros da casa de Bragança ao trono brasileiro, por direito divino. No quadro, a maioria olha para o céu, como se o futuro imperador estivesse apenas consumando a vontade de Deus. (Oliveira, 1999, p.90).”
  12. 12. ALBUQUERQUE, Georgina de. Sessão do Conselho de Estado. [s.d]. Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro.
  13. 13. "Sessão do Conselho de Estado" apresenta uma interpretação oposta à de Pedro Américo. Primeiro por celebrar um outro momento. Baseando-se na obra História do Brasil, de Rocha Pombo, a artista identificou na reunião do Conselho de Estado, presidido pela Princesa Leopoldina, a ocasião em que de fato seria decidida a independência. No canto esquerdo, sentada, regendo o evento, está a princesa Leopoldina. À sua frente, um grupo de conselheiros, liderado por José Bonifácio, um dos mentores da emancipação, que expõe os fatos justificadores da decisão de se romper com a metrópole. Em contraste com a tela Independência ou Morte!, não se trata de cena belicosa, mas de um fato construído politicamente. Não há soldados, fardas ou armas, mas sim a ideia de um processo amplamente refletido e em nada impetuoso, no qual a protagonista é uma mulher.
  14. 14. Para discutir: 1. Na sua leitura iconográfica das duas imagens do início do capítulo, qual delas lhe parece representar melhor a independência do Brasil? Por quê? 2. Você acredita que a independência do Brasil foi um acontecimento pacífico acontecido em uma reunião palaciana? 3. Qual a sua opinião sobre a atitude de Pedro Américo ao retratar a independência do Brasil? 4. Qual o papel da vinda da Corte Portuguesa no processo de emancipação do Brasil?
  15. 15. (...) a independência foi seguida por uma série de guerras. No Norte e Nordeste, o processo de ruptura com Portugal esteve longe de ser tranquilo. Entre março e maio de 1823, Belém registra levantes pró-Lisboa. O mesmo ocorre no Maranhão, no Piauí e no Ceará, onde os conflitos armados estendem-se de outubro de 1822 a janeiro de 1823. Na Bahia, as lutas desdobram-se por quase um ano.” Del Priore, Mary. O livro de Ouro da História do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001, p. 206
  16. 16. “Conforme sugerimos, a reengenharia política da independência, levada a cabo por grupos constitucionalistas, implicava esvaziar a influência das cortes legislativas portuguesas, criando uma similar nacional. A medida deu certo e a ela se deve, em grande parte, ser atribuído o sucesso do ‘grito do Ipiranga’, gesto que, se não contasse com o inestimável apoio das elites políticas e econômicas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, passaria para a história como mais uma ‘berro’ inconsequente do autoritário D. Pedro.” Ibidem, p. 207

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