SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 14
OS NOVOS VALORESOS NOVOS VALORES
EUROPEUSEUROPEUS
O tempo das reformas religiosasO tempo das reformas religiosas
A crise religiosa do século XVI e a ruptura protestanteA crise religiosa do século XVI e a ruptura protestante
A reação Católica: Reforma Católica e Contra-ReformaA reação Católica: Reforma Católica e Contra-Reforma
Já desde a Idade média que se sentia a necessidade de mudança na doutrina da Igreja e
no comportamento dos papas e dos membros do alto clero. John Wyclif, na Inglaterra,
Jan Huss, na actual República Checa, e o monge italiano Girolamo Savonarola foram
alguns dos que criticavam a Igreja e faziam apelos à sua reforma.
A CRISE RELIGIOSA DO SÉCULO XVIA CRISE RELIGIOSA DO SÉCULO XVI
John Wyclif Jan Huss Girolamo Savonarola
Mas foi, no século XVI, que as críticas e os protestos dos humanistas, como por
exemplo Tomas More e Erasmo de Roterdão, que defendiam a renovação da Igreja,
aumentaram, pois os abusos do clero e o desprestígio da Igreja tornam-se mais
evidentes. Mas porquê?
Eis os soberanos Pontífices, os cardeais e os bispos (…). Hoje (…) estes pastores não
fazem nada senão alimentar-se bem. Deixam o cuidado do rebanho ao próprio Cristo (…).
Esquecem que o nome de bispo significa labor, vigilância (…). Estas qualidades servem-
lhes para deitar mão ao dinheiro (…). Se os soberanos Pontífices, que estão no lugar de
Cristo, se esforçassem por imitá-lo na sua pobreza, nos seus trabalhos, na sua
sabedoria, na sua cruz e no desprezo da vida (…) não seriam os mais infelizes dos
Homens?
Erasmo de Roterdão, O Elogio da Loucura.
Thomas More Erasmo de Roterdão e a sua obra “O Elogio da Loucura”
1- A veracidade de alguns dos ensinamentos da Igreja é posta em causa, devido
ao espírito crítico dos renascentistas (exemplo: Geocentrismo).
2- A corrupção e a imoralidade dos membros do alto clero eram frequentes:
AS CAUSAS DA CRISE DA IGREJA NO SÉCULO XVIAS CAUSAS DA CRISE DA IGREJA NO SÉCULO XVI
▪ Os membros do alto clero, nomeadamente os papas, comportavam-se como
príncipes e levavam uma vida de luxo e ostentação.
▪ Muitos membros do clero mantinham uma vida imoral (vários tinham, aliás,
mulher e filhos, contrariando o voto de celibato) e a sua formação religiosa era
pobre.
▪ O acesso aos altos cargos eclesiásticos, devido aos elevados rendimentos que
proporcionavam, era muitas vezes atribuído (e mesmo comprado) a familiares e a
nobres (simonia).
3- A “Questão das Indulgências”: O Papa Leão X publicou,
em 1513, a Bula das Indulgências, documento que concedia
o perdão dos pecados aos cristãos que dessem esmolas para
a construção da basílica de S. Pedro.
Papa Leão X
(1513-1521)
Neste documento, Lutero condenava a venda das indulgências a troco de dinheiro e
demonstrava que a capacidade para conceder o perdão dos pecados não pertencia ao
Papa, pois a absolvição passava pela prática de boas acções.
A RUPTURA COM A IGREJA: A REFORMA PROTESTANTEA RUPTURA COM A IGREJA: A REFORMA PROTESTANTE
Indignado com a atitude da Igreja, Martinho Lutero, monge agostinho, denunciou
publicamente a venda das indulgências através de uma proclamação, as 95 Teses
Contra as Indulgências, que afixou nas portas da catedral de Wittemberg, em 1517.
Martinho Lutero
(1483-1546)
Foi, por isto, perseguido e excomungado (expulso da Igreja) em 1521. Em sinal de
revolta, Lutero queimou publicamente a bula de excomunhão. Esta atitude marca a
ruptura com a Igreja Católica e o início da Reforma Protestante.
As ideias de Lutero deram início a uma nova doutrina – O PROTESTANTISMO – que
rapidamente se difundiu nos países do Norte da Europa, embora com algumas
variantes doutrinárias.
AS IGREJAS PROTESTANTESAS IGREJAS PROTESTANTES
▪ Luteranismo (Igreja Luterana): foi criado, na Alemanha e os seus princípios
doutrinários, definidos na Confissão de Ausburgo, podem resumir-se aos seguintes:
- a salvação alcança-se unicamente pela fé e não pelas obras;
- a Bíblia é a única fonte de fé e deve ser interpretada livremente por todos (Lutero
traduziu a Bíblia para o alemão);
- só existem dois sacramentos: o batismo e a eucaristia;
- recusa a autoridade do Papa, o culto dos santos e da Virgem e o celibato.
Martinho Lutero
(1483-1546)
▪ Calvinismo (Igreja Calvinista): foi fundado, na Suíça e
assentava na teoria da predestinação, segundo a qual
todo o Homem está destinado por Deus à salvação ou à
condenação eternas.
João Calvino
(1509-1564)
▪ Anglicanismo (Igreja Anglicana): foi fundado pelo rei
Henrique VIII de Inglaterra, em 1534, através do Ato de
Supremacia. Embora o chefe máximo passe a ser o rei
inglês, esta Igreja manteve o cerimonial e a hierarquia da
Igreja Católica.
Henrique VIII
(1509-1547)
A RÁPIDA EXPANSÃO DA REFORMA PROTESTANTEA RÁPIDA EXPANSÃO DA REFORMA PROTESTANTE
▪ Muitos príncipes e nobres aderiram à Reforma com o objetivo de se apoderarem dos
bens materiais da Igreja Católica.
▪ Os camponeses esperavam livrar-se dos impostos que pagavam ao clero.
Em finais do século XVI, a Europa encontrava-se dividida: o Norte era majoritariamente
protestante e o Sul católico. Mas que razões explicam esta expansão do protestantismo?
Às críticas dos humanistas e avanços do protestantismo respondeu a Igreja Católica com
um movimento que foi simultaneamente de renovação interna (Reforma Católica) e de
combate à expansão do protestantismo (Contra-Reforma).
A REAÇÃO CATÓLICA: REFORMA CATÓLICA E CONTRA-REFORMAA REAÇÃO CATÓLICA: REFORMA CATÓLICA E CONTRA-REFORMA
REFORMA CATÓLICA:REFORMA CATÓLICA: Movimento de renovação interna que redefiniu a doutrina
oficial da Igreja e reestruturou o clero, de forma a melhorar a
sua formação e a sua conduta.
Este processo de renovação interna da Igreja foi desencadeado a partir do Concílio deConcílio de
TrentoTrento (1545-1563), convocado e presidido pelo Papa Paulo III, no qual foram tomadas
decisões relacionadas com a fé e a disciplina do clero.
Papa Paulo III
(1534-1549)
Principais decisões do Concílio de Trento:Principais decisões do Concílio de Trento:
▪ Reafirmação da doutrina oficial da Igreja posta em causa pelos protestantes.
▪ Reestruturação do clero, impondo uma disciplina mais severa para combater a
ignorância, a falta de formação e os abusos dos membros do clero:
- criação de seminários como centros de formação dos padres;
- proibição da acumulação de cargos;
- proibição da ordenação sacerdotal antes dos 25 anos;
- manutenção do celibato.
Concílio de Trento (1545-1563)
Foi o mais longo concílio da história da
Igreja. Teve uma duração real de 8 anos
divididos por três períodos: 1545-1549,
1551-1552 e 1562-1563.
Foi presidido pelos papas Paulo III, Júlio
III, Marcelo II e Pio IV.
CONTRA-CONTRA-
REFORMA:REFORMA:
Movimento da Igreja Católica de prevenção e combate ao
avanço do Protestantismo, por meio do recurso à Companhia
de Jesus, à Inquisição e ao Índex.
 A Companhia de Jesus.
Santo Inácio de Loyola
(1491-1556)
Foi criada em 1539, pelo nobre espanhol Inácio de Loyola. Caracterizava-se por
uma disciplina muito rigorosa e os seus membros, os Jesuítas, destacaram-se no
ensino e na evangelização dos povos.
Inácio de Loyola entrega ao papa Paulo III as
regras da Companhia de Jesus
 A Inquisição (Tribunal do Santo Ofício/Santa Inquisição).
Tribunal eclesiástico destinado a “defender a fé católica e os bons costumes”,
com poderes para prender, torturar e condenar, geralmente à morte na fogueira, os
suspeitos de praticarem bruxaria ou outras religiões, especialmente o Luteranismo e
o Judaísmo.
Em Portugal, a Inquisição foi introduzida em 1536, no reinado de D. João III, e as
suas principais vítimas foram os cristãos-novos, isto é, os descendentes dos
judeus convertidos ao Cristianismo durante o reinado de D. Manuel I.
Auto-de-fé: execução pública de condenados pela inquisição.
 O Índex (Congregação do Índex).
Fundado em 1543, era uma lista dos livros considerados perigosos para a fé e cuja
impressão, venda e leitura era proibida, sob pena de excomunhão.
Em muitos casos as perseguições e as condenações não eram
motivadas por razões religiosas, mas sim por razões econômicas. É que
os bens dos condenados passavam a pertencer à Inquisição e muitos
cristãos-novos eram ricos burgueses.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

As Reformas Protestantes e a Contra-reforma
As Reformas Protestantes e a Contra-reformaAs Reformas Protestantes e a Contra-reforma
As Reformas Protestantes e a Contra-reformaDouglas Barraqui
 
A reforma católica
A reforma católicaA reforma católica
A reforma católicaCAvancar
 
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSARevisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSAJanaína Bindá
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestanteMaria Gomes
 
A Reforma Protestante e a Contra Reforma Católica
A Reforma Protestante e a Contra Reforma CatólicaA Reforma Protestante e a Contra Reforma Católica
A Reforma Protestante e a Contra Reforma CatólicaMaria Gomes
 
28 reforma protestante e contra reforma
28   reforma protestante e contra reforma28   reforma protestante e contra reforma
28 reforma protestante e contra reformaCarla Freitas
 
Quadro religião comparadas
Quadro religião comparadasQuadro religião comparadas
Quadro religião comparadasVítor Santos
 
Reforma e contra reforma
Reforma e contra reformaReforma e contra reforma
Reforma e contra reformaIsabel Aguiar
 
História do cristianismo ii - Um resumo histórico
História do cristianismo ii - Um resumo históricoHistória do cristianismo ii - Um resumo histórico
História do cristianismo ii - Um resumo históricoGustavo Messias
 

Mais procurados (20)

Reforma religiosa
Reforma religiosaReforma religiosa
Reforma religiosa
 
A Reforma Protestante
A Reforma Protestante A Reforma Protestante
A Reforma Protestante
 
As Reformas Protestantes e a Contra-reforma
As Reformas Protestantes e a Contra-reformaAs Reformas Protestantes e a Contra-reforma
As Reformas Protestantes e a Contra-reforma
 
A reforma católica
A reforma católicaA reforma católica
A reforma católica
 
A Era das Revoluções
A Era das RevoluçõesA Era das Revoluções
A Era das Revoluções
 
1º ano - Reforma Religiosa
1º ano - Reforma Religiosa1º ano - Reforma Religiosa
1º ano - Reforma Religiosa
 
A contrarreforma
A contrarreformaA contrarreforma
A contrarreforma
 
Reforma Protestante
Reforma ProtestanteReforma Protestante
Reforma Protestante
 
Reforma Protestante e Contra Reforma
Reforma Protestante e Contra ReformaReforma Protestante e Contra Reforma
Reforma Protestante e Contra Reforma
 
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSARevisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
 
A Reforma Protestante e a Contra Reforma Católica
A Reforma Protestante e a Contra Reforma CatólicaA Reforma Protestante e a Contra Reforma Católica
A Reforma Protestante e a Contra Reforma Católica
 
Reforma Protestante
Reforma ProtestanteReforma Protestante
Reforma Protestante
 
28 reforma protestante e contra reforma
28   reforma protestante e contra reforma28   reforma protestante e contra reforma
28 reforma protestante e contra reforma
 
Quadro religião comparadas
Quadro religião comparadasQuadro religião comparadas
Quadro religião comparadas
 
8. reforma e contra reforma
8. reforma e contra reforma8. reforma e contra reforma
8. reforma e contra reforma
 
A igreja medieval
A igreja medievalA igreja medieval
A igreja medieval
 
Reforma e contra reforma
Reforma e contra reformaReforma e contra reforma
Reforma e contra reforma
 
História do cristianismo ii - Um resumo histórico
História do cristianismo ii - Um resumo históricoHistória do cristianismo ii - Um resumo histórico
História do cristianismo ii - Um resumo histórico
 
Polo centro reforma religiosa - ppt
Polo centro   reforma religiosa - pptPolo centro   reforma religiosa - ppt
Polo centro reforma religiosa - ppt
 

Destaque

2º Civilización U6º VA: La reforma protestante
2º Civilización U6º VA: La reforma protestante2º Civilización U6º VA: La reforma protestante
2º Civilización U6º VA: La reforma protestanteebiolibros
 
Grécia e Roma - Informações Básicas
Grécia e Roma - Informações BásicasGrécia e Roma - Informações Básicas
Grécia e Roma - Informações Básicasseixasmarianas
 
República Populista 1945-1964
República Populista 1945-1964República Populista 1945-1964
República Populista 1945-1964seixasmarianas
 
Primeiras civilizações sociedades africanas da antiguidade
Primeiras civilizações   sociedades africanas da antiguidadePrimeiras civilizações   sociedades africanas da antiguidade
Primeiras civilizações sociedades africanas da antiguidadeseixasmarianas
 
Reforma protestante um resumo dos principais movimentos
Reforma protestante   um resumo dos principais movimentosReforma protestante   um resumo dos principais movimentos
Reforma protestante um resumo dos principais movimentosCarlos132Silva
 
Aula Absolutismo Monárquico
Aula Absolutismo MonárquicoAula Absolutismo Monárquico
Aula Absolutismo Monárquicoseixasmarianas
 
Como baixar os estudo no slideshare
Como baixar os estudo no slideshareComo baixar os estudo no slideshare
Como baixar os estudo no slideshareMoisés Sampaio
 
Passo a passo para baixar slides
Passo a passo para baixar slidesPasso a passo para baixar slides
Passo a passo para baixar slidesDênia Cavalcante
 
Healthcare Napkins All
Healthcare Napkins AllHealthcare Napkins All
Healthcare Napkins AllDan Roam
 
A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...
A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...
A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...SlideShare
 

Destaque (12)

C.V.ALL
C.V.ALLC.V.ALL
C.V.ALL
 
2º Civilización U6º VA: La reforma protestante
2º Civilización U6º VA: La reforma protestante2º Civilización U6º VA: La reforma protestante
2º Civilización U6º VA: La reforma protestante
 
Grécia e Roma - Informações Básicas
Grécia e Roma - Informações BásicasGrécia e Roma - Informações Básicas
Grécia e Roma - Informações Básicas
 
República Populista 1945-1964
República Populista 1945-1964República Populista 1945-1964
República Populista 1945-1964
 
Primeiras civilizações sociedades africanas da antiguidade
Primeiras civilizações   sociedades africanas da antiguidadePrimeiras civilizações   sociedades africanas da antiguidade
Primeiras civilizações sociedades africanas da antiguidade
 
Reforma protestante um resumo dos principais movimentos
Reforma protestante   um resumo dos principais movimentosReforma protestante   um resumo dos principais movimentos
Reforma protestante um resumo dos principais movimentos
 
Aula Absolutismo Monárquico
Aula Absolutismo MonárquicoAula Absolutismo Monárquico
Aula Absolutismo Monárquico
 
El Renacimiento
El RenacimientoEl Renacimiento
El Renacimiento
 
Como baixar os estudo no slideshare
Como baixar os estudo no slideshareComo baixar os estudo no slideshare
Como baixar os estudo no slideshare
 
Passo a passo para baixar slides
Passo a passo para baixar slidesPasso a passo para baixar slides
Passo a passo para baixar slides
 
Healthcare Napkins All
Healthcare Napkins AllHealthcare Napkins All
Healthcare Napkins All
 
A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...
A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...
A Guide to SlideShare Analytics - Excerpts from Hubspot's Step by Step Guide ...
 

Semelhante a Reforma Protestante

a reforma religiosa. - temas de História
a reforma religiosa. - temas de Históriaa reforma religiosa. - temas de História
a reforma religiosa. - temas de HistóriaRuiMeireles15
 
A renovação espiritual e religiosa.pptx de portugal
A renovação espiritual e religiosa.pptx de portugalA renovação espiritual e religiosa.pptx de portugal
A renovação espiritual e religiosa.pptx de portugalCecília Gomes
 
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)Nefer19
 
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)Nefer19
 
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.pptReforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.pptvarjaomelo
 
As reformas-religiosas-ildete-3
As reformas-religiosas-ildete-3As reformas-religiosas-ildete-3
As reformas-religiosas-ildete-3adalbertovha
 
Reforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reformaReforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reformarakeloliveiraborges
 
Reforma e contrarreforma
Reforma e contrarreformaReforma e contrarreforma
Reforma e contrarreformaTeresa Maia
 
Cultura do Palácio (parte 2)
Cultura do Palácio (parte 2)Cultura do Palácio (parte 2)
Cultura do Palácio (parte 2)Beatriz Mariano
 
Cultura do Palácio (parte 1)
Cultura do Palácio (parte 1)Cultura do Palácio (parte 1)
Cultura do Palácio (parte 1)Beatriz Mariano
 
As Reformas Religiosas
As Reformas ReligiosasAs Reformas Religiosas
As Reformas ReligiosasCarlos Vieira
 
Reforma Protestante 1° Ano
Reforma Protestante 1° AnoReforma Protestante 1° Ano
Reforma Protestante 1° Anodanibronstrup
 

Semelhante a Reforma Protestante (20)

a reforma religiosa. - temas de História
a reforma religiosa. - temas de Históriaa reforma religiosa. - temas de História
a reforma religiosa. - temas de História
 
A Reforma
A ReformaA Reforma
A Reforma
 
A reforma aula
A reforma aulaA reforma aula
A reforma aula
 
A renovação espiritual e religiosa.pptx de portugal
A renovação espiritual e religiosa.pptx de portugalA renovação espiritual e religiosa.pptx de portugal
A renovação espiritual e religiosa.pptx de portugal
 
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
 
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
 
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.pptReforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
Reforma-Protestante-movimentos-e-solas.ppt
 
As reformas-religiosas-ildete-3
As reformas-religiosas-ildete-3As reformas-religiosas-ildete-3
As reformas-religiosas-ildete-3
 
Reforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reformaReforma protestante reforma_e_contra-reforma
Reforma protestante reforma_e_contra-reforma
 
05 reforma protestante
05   reforma protestante05   reforma protestante
05 reforma protestante
 
Reforma protestante
Reforma protestanteReforma protestante
Reforma protestante
 
Reformas religiosas
Reformas religiosasReformas religiosas
Reformas religiosas
 
Historia II - M2
Historia II - M2Historia II - M2
Historia II - M2
 
Reforma e contrarreforma
Reforma e contrarreformaReforma e contrarreforma
Reforma e contrarreforma
 
Reformas religiosas
Reformas religiosasReformas religiosas
Reformas religiosas
 
Aula reforma e contra-reforma religiosa2
Aula  reforma e contra-reforma religiosa2Aula  reforma e contra-reforma religiosa2
Aula reforma e contra-reforma religiosa2
 
Cultura do Palácio (parte 2)
Cultura do Palácio (parte 2)Cultura do Palácio (parte 2)
Cultura do Palácio (parte 2)
 
Cultura do Palácio (parte 1)
Cultura do Palácio (parte 1)Cultura do Palácio (parte 1)
Cultura do Palácio (parte 1)
 
As Reformas Religiosas
As Reformas ReligiosasAs Reformas Religiosas
As Reformas Religiosas
 
Reforma Protestante 1° Ano
Reforma Protestante 1° AnoReforma Protestante 1° Ano
Reforma Protestante 1° Ano
 

Mais de seixasmarianas

Aula regimes totalitários
Aula regimes totalitáriosAula regimes totalitários
Aula regimes totalitáriosseixasmarianas
 
Discussão Iconográfica da Independência do Brasil
Discussão Iconográfica da Independência do BrasilDiscussão Iconográfica da Independência do Brasil
Discussão Iconográfica da Independência do Brasilseixasmarianas
 
Aula Revolução Francesa 2
Aula Revolução Francesa   2Aula Revolução Francesa   2
Aula Revolução Francesa 2seixasmarianas
 
Origens do homo sapiens e primeiras civilizações
Origens do homo sapiens e primeiras civilizaçõesOrigens do homo sapiens e primeiras civilizações
Origens do homo sapiens e primeiras civilizaçõesseixasmarianas
 
Aula II Guerra Mundial
Aula II Guerra MundialAula II Guerra Mundial
Aula II Guerra Mundialseixasmarianas
 
Formação das Cidades Coloniais
Formação das Cidades ColoniaisFormação das Cidades Coloniais
Formação das Cidades Coloniaisseixasmarianas
 
Independência e Independências
Independência e IndependênciasIndependência e Independências
Independência e Independênciasseixasmarianas
 
A Era Vargas (1930 1945)
A Era Vargas (1930 1945)A Era Vargas (1930 1945)
A Era Vargas (1930 1945)seixasmarianas
 
Aula família real portuguesa no brasil
Aula família real portuguesa no brasilAula família real portuguesa no brasil
Aula família real portuguesa no brasilseixasmarianas
 
A Crise da República Velha
A Crise da República VelhaA Crise da República Velha
A Crise da República Velhaseixasmarianas
 
Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922seixasmarianas
 
I Guerra Mundial - aula 1
I Guerra Mundial -  aula 1I Guerra Mundial -  aula 1
I Guerra Mundial - aula 1seixasmarianas
 
Crise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIVCrise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIVseixasmarianas
 
Era Napoleônica e Congresso de Viena
Era Napoleônica e Congresso de VienaEra Napoleônica e Congresso de Viena
Era Napoleônica e Congresso de Vienaseixasmarianas
 
Revolução Industrial
Revolução IndustrialRevolução Industrial
Revolução Industrialseixasmarianas
 
A Formação do Islamismo e do Mundo Árabe
A Formação do Islamismo e do Mundo ÁrabeA Formação do Islamismo e do Mundo Árabe
A Formação do Islamismo e do Mundo Árabeseixasmarianas
 
Aula Revolta da Chibata
Aula Revolta da ChibataAula Revolta da Chibata
Aula Revolta da Chibataseixasmarianas
 
"Pré-História", Egito e Mesopotâmia
"Pré-História", Egito e Mesopotâmia"Pré-História", Egito e Mesopotâmia
"Pré-História", Egito e Mesopotâmiaseixasmarianas
 
Introdução ao Estudo da História - Fontes Históricas
Introdução ao Estudo da História - Fontes HistóricasIntrodução ao Estudo da História - Fontes Históricas
Introdução ao Estudo da História - Fontes Históricasseixasmarianas
 

Mais de seixasmarianas (20)

Aula regimes totalitários
Aula regimes totalitáriosAula regimes totalitários
Aula regimes totalitários
 
Discussão Iconográfica da Independência do Brasil
Discussão Iconográfica da Independência do BrasilDiscussão Iconográfica da Independência do Brasil
Discussão Iconográfica da Independência do Brasil
 
Aula Revolução Francesa 2
Aula Revolução Francesa   2Aula Revolução Francesa   2
Aula Revolução Francesa 2
 
Origens do homo sapiens e primeiras civilizações
Origens do homo sapiens e primeiras civilizaçõesOrigens do homo sapiens e primeiras civilizações
Origens do homo sapiens e primeiras civilizações
 
Aula II Guerra Mundial
Aula II Guerra MundialAula II Guerra Mundial
Aula II Guerra Mundial
 
Formação das Cidades Coloniais
Formação das Cidades ColoniaisFormação das Cidades Coloniais
Formação das Cidades Coloniais
 
Independência e Independências
Independência e IndependênciasIndependência e Independências
Independência e Independências
 
A Era Vargas (1930 1945)
A Era Vargas (1930 1945)A Era Vargas (1930 1945)
A Era Vargas (1930 1945)
 
Aula família real portuguesa no brasil
Aula família real portuguesa no brasilAula família real portuguesa no brasil
Aula família real portuguesa no brasil
 
A Crise da República Velha
A Crise da República VelhaA Crise da República Velha
A Crise da República Velha
 
Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922Semana de arte moderna 1922
Semana de arte moderna 1922
 
I Guerra Mundial - aula 1
I Guerra Mundial -  aula 1I Guerra Mundial -  aula 1
I Guerra Mundial - aula 1
 
Crise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIVCrise do Feudalismo - Séc. XIV
Crise do Feudalismo - Séc. XIV
 
Era Napoleônica e Congresso de Viena
Era Napoleônica e Congresso de VienaEra Napoleônica e Congresso de Viena
Era Napoleônica e Congresso de Viena
 
Revolução Industrial
Revolução IndustrialRevolução Industrial
Revolução Industrial
 
A Formação do Islamismo e do Mundo Árabe
A Formação do Islamismo e do Mundo ÁrabeA Formação do Islamismo e do Mundo Árabe
A Formação do Islamismo e do Mundo Árabe
 
Aula Revolta da Chibata
Aula Revolta da ChibataAula Revolta da Chibata
Aula Revolta da Chibata
 
Revolta da Vacina
Revolta da VacinaRevolta da Vacina
Revolta da Vacina
 
"Pré-História", Egito e Mesopotâmia
"Pré-História", Egito e Mesopotâmia"Pré-História", Egito e Mesopotâmia
"Pré-História", Egito e Mesopotâmia
 
Introdução ao Estudo da História - Fontes Históricas
Introdução ao Estudo da História - Fontes HistóricasIntrodução ao Estudo da História - Fontes Históricas
Introdução ao Estudo da História - Fontes Históricas
 

Último

Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxQuímica-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxKeslleyAFerreira
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdflbgsouza
 
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialFUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialDouglasVasconcelosMa
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja Mary Alvarenga
 
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docxSílvia Carneiro
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...azulassessoria9
 
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - GeoprocessamentoDados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - GeoprocessamentoVitor Vieira Vasconcelos
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfCsarBaltazar1
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfUFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfManuais Formação
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxIlda Bicacro
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSPedroMatos469278
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdfCarinaSofiaDiasBoteq
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfKelly Mendes
 
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptAs teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptorlando dias da silva
 
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVASAPRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVASricardo644666
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...
atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...
atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...WelitaDiaz1
 
Slides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptx
Slides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptxSlides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptx
Slides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxQuímica-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
 
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - materialFUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
FUNDAMENTOS DA PSICOPEDAGOGIA - material
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja
 
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - GeoprocessamentoDados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfUFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
 
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptAs teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
 
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVASAPRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
APRENDA COMO USAR CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...
atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...
atividade para 3ª serie do ensino medi sobrw biotecnologia( transgenicos, clo...
 
Slides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptx
Slides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptxSlides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptx
Slides Lição 7, CPAD, O Perigo Da Murmuração, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 

Reforma Protestante

  • 1. OS NOVOS VALORESOS NOVOS VALORES EUROPEUSEUROPEUS O tempo das reformas religiosasO tempo das reformas religiosas A crise religiosa do século XVI e a ruptura protestanteA crise religiosa do século XVI e a ruptura protestante A reação Católica: Reforma Católica e Contra-ReformaA reação Católica: Reforma Católica e Contra-Reforma
  • 2. Já desde a Idade média que se sentia a necessidade de mudança na doutrina da Igreja e no comportamento dos papas e dos membros do alto clero. John Wyclif, na Inglaterra, Jan Huss, na actual República Checa, e o monge italiano Girolamo Savonarola foram alguns dos que criticavam a Igreja e faziam apelos à sua reforma. A CRISE RELIGIOSA DO SÉCULO XVIA CRISE RELIGIOSA DO SÉCULO XVI John Wyclif Jan Huss Girolamo Savonarola
  • 3. Mas foi, no século XVI, que as críticas e os protestos dos humanistas, como por exemplo Tomas More e Erasmo de Roterdão, que defendiam a renovação da Igreja, aumentaram, pois os abusos do clero e o desprestígio da Igreja tornam-se mais evidentes. Mas porquê? Eis os soberanos Pontífices, os cardeais e os bispos (…). Hoje (…) estes pastores não fazem nada senão alimentar-se bem. Deixam o cuidado do rebanho ao próprio Cristo (…). Esquecem que o nome de bispo significa labor, vigilância (…). Estas qualidades servem- lhes para deitar mão ao dinheiro (…). Se os soberanos Pontífices, que estão no lugar de Cristo, se esforçassem por imitá-lo na sua pobreza, nos seus trabalhos, na sua sabedoria, na sua cruz e no desprezo da vida (…) não seriam os mais infelizes dos Homens? Erasmo de Roterdão, O Elogio da Loucura. Thomas More Erasmo de Roterdão e a sua obra “O Elogio da Loucura”
  • 4. 1- A veracidade de alguns dos ensinamentos da Igreja é posta em causa, devido ao espírito crítico dos renascentistas (exemplo: Geocentrismo). 2- A corrupção e a imoralidade dos membros do alto clero eram frequentes: AS CAUSAS DA CRISE DA IGREJA NO SÉCULO XVIAS CAUSAS DA CRISE DA IGREJA NO SÉCULO XVI ▪ Os membros do alto clero, nomeadamente os papas, comportavam-se como príncipes e levavam uma vida de luxo e ostentação. ▪ Muitos membros do clero mantinham uma vida imoral (vários tinham, aliás, mulher e filhos, contrariando o voto de celibato) e a sua formação religiosa era pobre. ▪ O acesso aos altos cargos eclesiásticos, devido aos elevados rendimentos que proporcionavam, era muitas vezes atribuído (e mesmo comprado) a familiares e a nobres (simonia). 3- A “Questão das Indulgências”: O Papa Leão X publicou, em 1513, a Bula das Indulgências, documento que concedia o perdão dos pecados aos cristãos que dessem esmolas para a construção da basílica de S. Pedro. Papa Leão X (1513-1521)
  • 5. Neste documento, Lutero condenava a venda das indulgências a troco de dinheiro e demonstrava que a capacidade para conceder o perdão dos pecados não pertencia ao Papa, pois a absolvição passava pela prática de boas acções. A RUPTURA COM A IGREJA: A REFORMA PROTESTANTEA RUPTURA COM A IGREJA: A REFORMA PROTESTANTE Indignado com a atitude da Igreja, Martinho Lutero, monge agostinho, denunciou publicamente a venda das indulgências através de uma proclamação, as 95 Teses Contra as Indulgências, que afixou nas portas da catedral de Wittemberg, em 1517. Martinho Lutero (1483-1546)
  • 6. Foi, por isto, perseguido e excomungado (expulso da Igreja) em 1521. Em sinal de revolta, Lutero queimou publicamente a bula de excomunhão. Esta atitude marca a ruptura com a Igreja Católica e o início da Reforma Protestante. As ideias de Lutero deram início a uma nova doutrina – O PROTESTANTISMO – que rapidamente se difundiu nos países do Norte da Europa, embora com algumas variantes doutrinárias.
  • 7. AS IGREJAS PROTESTANTESAS IGREJAS PROTESTANTES ▪ Luteranismo (Igreja Luterana): foi criado, na Alemanha e os seus princípios doutrinários, definidos na Confissão de Ausburgo, podem resumir-se aos seguintes: - a salvação alcança-se unicamente pela fé e não pelas obras; - a Bíblia é a única fonte de fé e deve ser interpretada livremente por todos (Lutero traduziu a Bíblia para o alemão); - só existem dois sacramentos: o batismo e a eucaristia; - recusa a autoridade do Papa, o culto dos santos e da Virgem e o celibato. Martinho Lutero (1483-1546)
  • 8. ▪ Calvinismo (Igreja Calvinista): foi fundado, na Suíça e assentava na teoria da predestinação, segundo a qual todo o Homem está destinado por Deus à salvação ou à condenação eternas. João Calvino (1509-1564) ▪ Anglicanismo (Igreja Anglicana): foi fundado pelo rei Henrique VIII de Inglaterra, em 1534, através do Ato de Supremacia. Embora o chefe máximo passe a ser o rei inglês, esta Igreja manteve o cerimonial e a hierarquia da Igreja Católica. Henrique VIII (1509-1547)
  • 9. A RÁPIDA EXPANSÃO DA REFORMA PROTESTANTEA RÁPIDA EXPANSÃO DA REFORMA PROTESTANTE ▪ Muitos príncipes e nobres aderiram à Reforma com o objetivo de se apoderarem dos bens materiais da Igreja Católica. ▪ Os camponeses esperavam livrar-se dos impostos que pagavam ao clero. Em finais do século XVI, a Europa encontrava-se dividida: o Norte era majoritariamente protestante e o Sul católico. Mas que razões explicam esta expansão do protestantismo?
  • 10. Às críticas dos humanistas e avanços do protestantismo respondeu a Igreja Católica com um movimento que foi simultaneamente de renovação interna (Reforma Católica) e de combate à expansão do protestantismo (Contra-Reforma). A REAÇÃO CATÓLICA: REFORMA CATÓLICA E CONTRA-REFORMAA REAÇÃO CATÓLICA: REFORMA CATÓLICA E CONTRA-REFORMA REFORMA CATÓLICA:REFORMA CATÓLICA: Movimento de renovação interna que redefiniu a doutrina oficial da Igreja e reestruturou o clero, de forma a melhorar a sua formação e a sua conduta. Este processo de renovação interna da Igreja foi desencadeado a partir do Concílio deConcílio de TrentoTrento (1545-1563), convocado e presidido pelo Papa Paulo III, no qual foram tomadas decisões relacionadas com a fé e a disciplina do clero. Papa Paulo III (1534-1549)
  • 11. Principais decisões do Concílio de Trento:Principais decisões do Concílio de Trento: ▪ Reafirmação da doutrina oficial da Igreja posta em causa pelos protestantes. ▪ Reestruturação do clero, impondo uma disciplina mais severa para combater a ignorância, a falta de formação e os abusos dos membros do clero: - criação de seminários como centros de formação dos padres; - proibição da acumulação de cargos; - proibição da ordenação sacerdotal antes dos 25 anos; - manutenção do celibato. Concílio de Trento (1545-1563) Foi o mais longo concílio da história da Igreja. Teve uma duração real de 8 anos divididos por três períodos: 1545-1549, 1551-1552 e 1562-1563. Foi presidido pelos papas Paulo III, Júlio III, Marcelo II e Pio IV.
  • 12. CONTRA-CONTRA- REFORMA:REFORMA: Movimento da Igreja Católica de prevenção e combate ao avanço do Protestantismo, por meio do recurso à Companhia de Jesus, à Inquisição e ao Índex.  A Companhia de Jesus. Santo Inácio de Loyola (1491-1556) Foi criada em 1539, pelo nobre espanhol Inácio de Loyola. Caracterizava-se por uma disciplina muito rigorosa e os seus membros, os Jesuítas, destacaram-se no ensino e na evangelização dos povos. Inácio de Loyola entrega ao papa Paulo III as regras da Companhia de Jesus
  • 13.  A Inquisição (Tribunal do Santo Ofício/Santa Inquisição). Tribunal eclesiástico destinado a “defender a fé católica e os bons costumes”, com poderes para prender, torturar e condenar, geralmente à morte na fogueira, os suspeitos de praticarem bruxaria ou outras religiões, especialmente o Luteranismo e o Judaísmo. Em Portugal, a Inquisição foi introduzida em 1536, no reinado de D. João III, e as suas principais vítimas foram os cristãos-novos, isto é, os descendentes dos judeus convertidos ao Cristianismo durante o reinado de D. Manuel I. Auto-de-fé: execução pública de condenados pela inquisição.
  • 14.  O Índex (Congregação do Índex). Fundado em 1543, era uma lista dos livros considerados perigosos para a fé e cuja impressão, venda e leitura era proibida, sob pena de excomunhão. Em muitos casos as perseguições e as condenações não eram motivadas por razões religiosas, mas sim por razões econômicas. É que os bens dos condenados passavam a pertencer à Inquisição e muitos cristãos-novos eram ricos burgueses.