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  1. 1. GESTÃO AMBIENTAL Gestão Integrada 04/2008
  2. 2. Objetivo <ul><li>Capacitar Alunos a serem profissionais de Gestão Integrada na área industrial </li></ul><ul><li>Visualizar novos parâmetros existentes no profissional globalizado e moderno com visão sistêmica de processo. </li></ul>
  3. 3. Sistema de Gestão <ul><li>Um conjunto em qualquer nível de complexidade, de pessoas, recursos, políticos e procedimentos, que integram-se de forma organizada para certificar o resultado de um trabalho com eficácia ou dentro do nível de tolerância. </li></ul>
  4. 4. Sistema de Gestão Integrada Denomina-se como sendo o sistema de gerência que engloba QUALIDADE, SEGURANÇA, SAÚDE OCUPACIONAL, RESPONSABILIDADE SOSICAL e MEIO AMBIENTE, permitindo garantir sempre a melhoria continua dos processos, projetos serviços, produtos, etc.
  5. 5. Gestão da Qualidade Consiste numa administração na qual uma organização / empresa conduz seus negócios para satisfazer seus clientes internos e externos.
  6. 6. Gestão Segurança e Saúde Ocupacional É a administração do planejamento, organizada e controlada de uma execução de trabalho que resulta em prevenir e extinguir acidentes do trabalho
  7. 7. Responsabilidade Social <ul><li>Consiste em encontrar aspectos que </li></ul><ul><li>auxiliam as empresa a fornecer aos </li></ul><ul><li>colaboradores: </li></ul><ul><ul><ul><li>Tratamento Leal; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ambiente adequado; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Remuneração justa. </li></ul></ul></ul>
  8. 8. Sistema de Gestão Ambiental Consiste no modelo administrativo e produtivo de gerir o negócio com aproveitamento sustentável dos recursos naturais, através de condutas e procedimentos de avaliação continuada medindo os interesses e conflitos sócio econômicos utilizando os parâmetros e técnicas de sustentabilidade.
  9. 10. Gestão Integrada <ul><li>Visualizar o conjunto como sistema. </li></ul><ul><li>Gravar e compreender as quatros bases fundamentais do sistema. </li></ul>Gestão Integrada Qualidade Social Segurança E Saúde Meio Ambiente
  10. 11. Interação e Integração Funcional S I Qualidade Saúde e Segurança Resp. Social M Ambiente S I Qualidade Saúde Segurança
  11. 12. Gestão Ambiental <ul><li>Diretrizes e atividades sistematizadas com o objetivo de obter efeitos positivos sobre o meio ambiente, seja reduzindo ou eliminado os danos, seja evitando que estes ocorram. </li></ul>
  12. 13. Intenção Preliminar <ul><li>Desenvolvimento Sustentável </li></ul><ul><li>Erradicar a pobreza </li></ul><ul><li>Qualidade de vida </li></ul><ul><li>Crescimento populacional sustentável </li></ul><ul><li>Uso racional dos recursos naturais </li></ul><ul><li>Economia e meio ambiente como parte das decisões. </li></ul>
  13. 14. Cronologia <ul><li>Século XX até 1972 – fase inicial, abordagem pontual desvinculada dos processo de desenvolvimento </li></ul><ul><li>1972 até 1992 – Segunda fase, busca de uma nova relação entre meio ambiente e desenvolvimento </li></ul><ul><li>A partir de 1992 – Desenvolvimento Sustentável. </li></ul>
  14. 15. Política Ambiental <ul><li>Constitui-se na declaração de princípios e intenções da empresa em relação ao seu desempenho ambiental, e que devem nortear o planejamento de ações e o estabelecimento de seus objetivos e metas ambientais (ISO 14001) </li></ul>
  15. 16. Princípios SGA <ul><li>Conhecer o que deve ser feito. Assegure o comprometimento da empresa e defina sua política de meio ambiente </li></ul><ul><li>Elabore o Plano de ação para tender aos requisitos de sua política ambiental </li></ul><ul><li>Assegure condições para o cumprimento dos objetivos e metas ambientais e implemente as ferramentas de sustentação necessárias </li></ul>
  16. 17. Princípios SGA <ul><li>Realize avaliações quantitativas periódicas do desempenho ambiental da empresa </li></ul><ul><li>Revise e aperfeiçoe a política de meio ambiente, ao objetivos e metas ambientais e as ações implementadas para assegurar a melhoria continua do desempenho ambiental da empresa. </li></ul>
  17. 18. Vantagens <ul><li>Melhoria da imagem </li></ul><ul><li>Aumento da produtividade </li></ul><ul><li>Conquista de novos mercados </li></ul><ul><li>Gestão ambiental sistematizada </li></ul><ul><li>Integração da qualidade ambiental e negócios </li></ul><ul><li>Melhoria da comunidade </li></ul>
  18. 19. Vantagens <ul><li>Eliminação de desperdícios </li></ul><ul><li>Produção com menor custo </li></ul><ul><li>Segurança legal </li></ul><ul><li>Controle nas falhas </li></ul><ul><li>Redução de impactos ambientais </li></ul><ul><li>Padronização da produção </li></ul>
  19. 20. Licenças Ambientais <ul><li>Lei do Meio Ambiente </li></ul><ul><li>Licença Prévia </li></ul><ul><li>Licença de Instalação </li></ul><ul><li>Licença de Funcionamento </li></ul><ul><li>Sanções Aplicáveis na Ausência de LA </li></ul><ul><li>Certificado de Registro Ambiental </li></ul><ul><li>Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental </li></ul>
  20. 21. Lei do Meio Ambiente n.º 9.605 FEV 1998 <ul><li>Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e dá outras providências. </li></ul>
  21. 22. Lei n.º 9.605 FEV 1998 <ul><li>Art 1º As condutas e atividades lesivas ao meio ambiente são punidas com sanções administrativas, civis e penais, na forma estabelecida nesta Lei. </li></ul>
  22. 23. Lei do Meio Ambiente n.º 9.605 FEV 1998 Art 2º quem de qualquer forma, concorrer para a prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade bem como o Diretor, O Administrador, o Membro do conselho e órgão técnico, o Auditor, o Gerente, O preposto ou Mandatário de pessoa jurídica, que sabendo da conduta criminosa de outrem deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la.
  23. 24. Licenciamento Ambiental <ul><li>O licenciamento ambiental é o procedimento administrativo por meio do qual o Órgão competente licencia a localização, a instalação, a ampliação e a operação dos empreendimentos e atividades que utilizam recursos ambientais, ou que são efetiva ou potencialmente poluidoras, ou que de alguma forma podem degradar o meio ambiente. </li></ul>
  24. 25. Quem Compete Licenciar <ul><li>CPRH; </li></ul><ul><li>Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA </li></ul><ul><li>Gabinete do Secretário </li></ul><ul><li>Coordenadoria de Informações Técnicas, Documentação e Pesquisa Ambiental – CINIP </li></ul><ul><li>Fundação florestal </li></ul><ul><li>Grupo técnico de Educação e Cidadania </li></ul><ul><li>Coordenadoria de Planejamento Ambiental </li></ul><ul><li>Coordenadoria de Comunicação </li></ul><ul><li>Coordenadoria de Licenciamento Ambiental e Proteção de Recursos Naturais </li></ul>
  25. 26. Licencia Prévia <ul><li>A licencia prévia insere-se no processo de Avaliação de impacto Ambiental (AIA) do empreendimento, e é concedida na fase preliminar de planejamento da atividade, servindo para aprovar a sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental do empreendimento e estabelecendo os requisitos e as condicionantes básicas que estarão sendo exigidas nas fases subseqüentes do licenciamento. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>A Licencia prévia é expedida posteriormente ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) , e tanto quanto o EIA/RIMA aplica-se apenas aos empreendimentos com significativo potencial de impacto ao meio ambiente. Portanto, em geral, não cabe cogitar de Licença Prévia para micro e pequenos empreendimentos . </li></ul>
  27. 28. O CONAMA obriga a apresentação de EIA/RIMA para as atividades que discrimina: Irrigação, Extração Mineral, Aterros Sanitários, Destino final de resíduos tóxicos ou perigosos, complexos industriais e agro industriais petroquímicos, siderúrgicos, etc.
  28. 29. Licença de Instalação <ul><li>Para micro e pequenas empresas é mais apropriado dizer que a primeira licença a ser obtida nos órgãos licenciadores é a Licença de Instalação. </li></ul><ul><li>LI analisa a adequação ambiental do projeto do empreendimento ao local escolhido pelo empreendedor </li></ul><ul><li>Aqui se processa toda análise do projeto inicial do empreendimento. </li></ul>
  29. 30. Licença de Funcionamento <ul><li>Após a Licença de Instalação, e observadas todas as condutas do projeto na obediência da legislação ambiental e para dar início as atividades do empreendimento faz-se necessário a Licença de Funcionamento. </li></ul><ul><li>O CONAMA estabelece que o prazo de validade da Licença de Funcionamento é de no mínimo 4 anos e no máximo de 10 anos. </li></ul><ul><li>Há necessidade pelas Leis estaduais a renovação da Licença de funcionamento a cada 5 anos </li></ul><ul><li>Também exige-se a renovação em casos de ampliação e modificação do projeto inicial. </li></ul>
  30. 31. Sansões na Ausências de Licenças Ambientais <ul><li>Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer funcionar estabelecimento, obras ou serviços potencialmente poluidoras, sem a competente licença dos Órgãos competentes, ficam sujeitas as penalidades administrativas estabelecidas pela legislação </li></ul><ul><li>As Penalidades são: Advertência, Multa, Interdição temporária ou definitiva, Embargo de obras, Demolição, Suspensão de financiamento e benefícios fiscais, Apreensão ou recolhimento temporário ou definitivo dos equipamentos e Pena Criminal. </li></ul><ul><li>O governo Federal tem estabelecido novos patamares de valores de multas. </li></ul>
  31. 32. Certificado de Registro <ul><li>Todo aquele que se dedica a atividade potencialmente poluidoras e à extração, produção, transporte e comercialização de produtos e subprodutos da flora, fauna e pesca deve obter Certificado de Registro – CR no Cadastro Técnico Federal das Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais, mantido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) </li></ul><ul><li>Tem prazo de validade anual (Março/ano) </li></ul>
  32. 33. Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental <ul><li>Taxa que custeia a ação fiscalizadora do IBAMA </li></ul><ul><li>O fato desta taxa é recuperar os impactos do negócios face ao exercício de atividades potencialmente poluidoras ou utilizar dos recursos naturais. </li></ul>
  33. 34. Impactos Ambientais <ul><li>Degradação Ambiental </li></ul><ul><li>Poluição Atmosférica </li></ul><ul><li>Efeito Estufa </li></ul><ul><li>Chuva Ácida </li></ul><ul><li>Buraco na Camada de Ozônio </li></ul><ul><li>Contaminação da Águas </li></ul><ul><li>Prevenindo Impactos Ambientais </li></ul><ul><li>Impactos sobre Uso das águas </li></ul>
  34. 35. Degradação Ambiental <ul><li>A escalada do progresso técnico humano pode ser medida pelo seu poder de controlar e transformar a natureza. Quanto mais rápido o desenvolvimento tecnológico, maior o ritmo de alterações provocadas no meio ambiente. Cada nova fonte de energia dominada pelo homem produz determinado tipo de desequilíbrio ecológico e de poluição. A invenção da máquina a vapor, por exemplo, aumenta a procura pelo carvão e acelera o ritmo de desmatamento. A destilação do petróleo multiplica a emissão de gás carbônico e outros gases na atmosfera. Com a petroquímica, surgem novas matérias primas e substâncias não bio-degradáveis, como alguns plásticos. </li></ul><ul><li>Gerando o: Desequilíbrio, Desperdício, Lixo, Resíduos Radioativos e Poluição; </li></ul>
  35. 36. Poluição Atmosférica <ul><li>Gases Tóxicos – A emissão de gases tóxicos é o maior fator de poluição da atmosfera. Uma das principais fontes é a combustão do petróleo e seus derivados. Nas grandes cidades, por exemplo, cerca de 40% da poluição do ar resultam da queima de gasolina e óleo diesel pelos veículos automotores, responsáveis pela emissão de monóxido de carbono, óxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo. As refinarias de petróleo, industrias químicas e siderúrgicas, fábricas de cimento e de papel também emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, além de resíduos sólidos que ficam em suspensão na atmosfera. Nos seres humanos a poluição atmosférica pode provocar distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso e em órgãos vitais e até câncer. Em centros urbanos muito poluídos, como São Paulo ou cidades do México, esses distúrbios tendem a agravar-se no inverno, quando ocorre o fenômeno conhecido como inversão térmica: Uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera que aprisiona o ar mais quente impedindo a dispersão dos poluentes. </li></ul>
  36. 37. Efeito Estufa <ul><li>O carbono presente na atmosfera garante uma das condições básicas para a existência de vida no planeta: a temperatura . </li></ul><ul><li>A Terra é aquecida pelas radiações infravermelhas emitidas pelo Sol. Essas radiações chegam à superfície e são refletidas para o espaço. O carbono forma uma redoma protetora que aprisiona parte dessas radiações infravermelhas e as reflete novamente para a superfície. Isso produz um aumento na temperatura média do planeta. Sem o carbono na atmosfera a superfície seria coberta de gelo. O excesso de carbono, no entanto, tenderia a aprisionar mais radiações infravermelhas, produzindo o chamado efeito estufa: Seria a elevação da temperatura média a ponto de reduzir ou até acabar com as calotas de gelo que cobrem os pólos. Os cientistas ainda não estão de acordo se o efeito estufa já esta ocorrendo, mas preocupam-se com o aumento do dióxido de carbono na atmosfera a um ritmo médio de 1% ao ano. A queima da cobertura vegetal nos países subdesenvolvidos é responsável por 25% desse aumento. A maior fonte, no entanto, é a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, principalmente nos países desenvolvidos. </li></ul>
  37. 38. Chuvas Ácidas <ul><li>A queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas: as águas da chuva, assim como geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. </li></ul><ul><li>Em Cubatão, São Paulo, as chuvas ácidas contribuem para a destruição da mata atlântica e desabamentos de encostas. </li></ul>
  38. 39. Contaminação das Águas <ul><li>As águas também são o destino final de quase toda a poluição do meio ambiente. Tudo o que é jogado em ralos de pias, em bueiros, privadas ou mesmo nos quintais, acaba interferindo no ciclo natural da água. A maior parte dos poluentes da atmosfera reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas. Nas cidades e nas regiões agrícolas, substâncias tóxicas não-biodegradáveis são lançadas sem tratamento em córregos, lagos, rios e mares. Quando jogadas no solo ou enterradas no subsolo, atingem e contaminam os lençóis subterrâneos. </li></ul>
  39. 40. Rios Poluídos <ul><li>Seus principais agentes poluidores são os agrotóxicos usados na lavoura, detergentes e sabões em pó, lixo industrial e urbano, e metais pesados, como chumbo, cádmio, arsênio e mercúrio, utilizados na industria e na mineração. Nos grandes centros urbanos, esgotos e lixo orgânico lançados tem tratamento nos rios acabam com toda flora e fauna aquáticas. A matéria orgânica dissolvida alimenta inúmeros microorganismos que, para metabolizá-la, consomem o oxigênio das águas. Cada litro de esgoto consome de 200 a 300 miligramas de oxigênio, o equivalente a 22 litros de água. Se a carga de esgoto for superior à capacidade de absorção das águas, o oxigênio desaparece, interrompendo a cadeia alimentar e provocando a morte da fauna. Isso ocorre com freqüência em várias regiões do Brasil, como na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, ou na represa Billings, em São Paulo. </li></ul>
  40. 41. Mares Poluídos <ul><li>Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nas águas doces, além do lixo dos centros industriais e urbanos localizados no litoral. O excesso de cargas orgânicas no mar leva à proliferação de microrganismos consumidores de oxigênio. Em grande quantidade, esses microorganismos formam as chamadas “mares vermelhas”: as águas ficam escuras, matam peixes e os frutos do mar tornam-se tóxicos para o consumo humano. </li></ul>
  41. 42. Poluição por Petróleo <ul><li>O petróleo é considerado o principal poluente do ambiente marinho. Vazamentos em poços petrolíferos marítimos, em terminais portuários, em navios petroleiros e a limpeza de seus tanques são responsáveis pelo despejo anual de 1 milhão de toneladas de óleo nos oceanos. O óleo espalha-se pela superfície e forma uma camada compacta que demora anos para ser absorvida. Isso impede a oxigenação da água, mata a fauna e a flora marinhas e altera o ecossistema. </li></ul>
  42. 43. Prevenindo os Impactos Ambientais <ul><li>Mais intolerância com a desorganização, a sujeira, o desperdícios, o descuido, os riscos de acidentes; </li></ul><ul><li>Verificar a necessidade de obtenção de licença dos órgãos ambientais; </li></ul><ul><li>Evitar desmatamento, face a fauna, a flora, erosão; </li></ul><ul><li>Observar mortes de animais e vegetação prematuramente; </li></ul><ul><li>Aplicação dos 4’s ERRES – Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Refletir; </li></ul><ul><li>Economia de energia; </li></ul><ul><li>Intensificar a educação ambiental nas escolas e empresas; </li></ul>
  43. 44. Reduzir <ul><li>Reduzir o uso de recursos naturais, diminuindo os enormes desperdícios que existem em toda parte; </li></ul><ul><li>Reduzir é consumir menos materiais e energia, e assim economizarmos nosso dinheiro e os recursos naturais. </li></ul>
  44. 45. Reutilizar <ul><li>Reutilizar os materiais, fazendo com que um mesmo recurso natural tenha tantos usos quanto possível; </li></ul><ul><li>Reutilizar um material é dar outro uso na forma em que se encontra. </li></ul>
  45. 46. Reciclar <ul><li>Reciclar, retornando ao sistema produtivo humano os materiais já utilizados e descartados, evitando-se, ao mesmo tempo, que eles se tornem lixo e que novos recursos naturais sejam necessários para suprir as necessidades da sociedade; </li></ul><ul><li>Reciclar é aproveitar o material usado como matéria prima para a produção de um outro bem. </li></ul>
  46. 47. Refletir <ul><li>Refletir o Desenvolvimento Sustentável, como sendo o desenvolvimento das atuais gerações não pode comprometer a capacidade de futuras gerações de verem satisfeitas as suas necessidades; </li></ul><ul><li>Refletir é ter disciplina e inovar harmonicamente com a natureza respeitando-a como ser vivo. </li></ul>
  47. 48. Redução de Resíduos <ul><li>É de suma importância a proteção ambiental com aplicação de redução de resíduos, impondo medidas de controle após o ponto de geração de resíduos e ou mesmo após os danos ambientais já terem ocorridos. </li></ul><ul><li>Para minimização de resíduos deve-se observar três áreas importantes para o homem: - Ar, Água e solo. </li></ul><ul><li>Onde verifica-se que os principais pontos da poluição nesses ambientes são os resíduos sólidos, líquidos e gasosos. </li></ul>
  48. 49. Princípios da Prevenção à Poluição (P2) <ul><li>A preservação e o controle da poluição ambiental deve ser exercidos de acordo com a seguinte ordem de gerenciamento: </li></ul><ul><li>A poluição deve ser prevenida na sua fonte; </li></ul><ul><li>A poluição que não puder ser prevenida na sua fonte deve ser seus respectivos resíduos / poluentes RECICLADOS de forma ambientalmente segura; </li></ul><ul><li>A poluição que não puder ser prevenida na sua fonte ou ter seu respectivos resíduos / poluentes reciclados deve ser TRATADO de forma ambientalmente seguro; </li></ul><ul><li>A disposição em outra forma de liberação para o meio ambiente deve ser empregada somente em ultimo recurso e deve ser condicionada de forma ambientalmente seguro; </li></ul><ul><li>Reciclagem do processo – Uso direto, reutilização ou recuperação do material residual dentro do processo; </li></ul><ul><li>Tecnologia limpa (clear Prodution), tecnologia de baixa geração ou geração zero de resíduos; )bio-degradáveis, biodisel, energia aeólica, energia solar, motor elétrico); </li></ul><ul><li>A P2 é mencionada na proposta preliminar da Norma ISO 14000 como um modelo de gestão. </li></ul>
  49. 50. Aspectos da Minimização da Poluição <ul><li>Na avaliação para criação, ampliação ou alteração do processo produtivo de deve-se observar os seguintes aspectos: </li></ul><ul><li>A adoção de medidas para avaliação, controle e prevenção da poluição ambiental de suas atividades nos vários componentes do meio ambiente ; </li></ul><ul><li>O gerenciamento do uso e conservação das formas de energia utilizadas; </li></ul><ul><li>O uso racional e econômica de matéria-prima e de transporte; </li></ul><ul><li>O uso racional, conservação e reutilização com reciclagem de água do processo; </li></ul><ul><li>A minimização, reciclagem, tratamento ou disposição segura de resíduos sólidos, líquidos e gasosos; </li></ul><ul><li>O aperfeiçoamento de métodos de produção, com o objetivos de torná-los menos agressivos ao meio ambiente; </li></ul><ul><li>A prevenção e limitação de acidentes; </li></ul><ul><li>A conscientização, treinamento e motivação dos funcionários quanto aos cuidados para com a preservação ambiental; </li></ul>
  50. 51. Importância da Minimização de Resíduos <ul><li>Otimizar o uso de seus recursos disponíveis (água, energia, matéria prima, etc); </li></ul><ul><li>Reduzir os custos envolvidos no tratamento de resíduos, na compra de matérias primas e nos processos produtivos; </li></ul><ul><li>Operação de forma ambientalmente segura e responsável; </li></ul><ul><li>Estratégia viável de promover o desenvolvimento sustentável de uma organização; </li></ul><ul><li>Melhoria da eficiência do processo; </li></ul>
  51. 52. Benefícios da Minimização de Resíduos <ul><li>Aumento da conscientização ambiental; </li></ul><ul><li>Aumento do desempenho ambiental; </li></ul><ul><li>Redução de custos e melhoria da competitividade; </li></ul><ul><li>Um passo para certificação ISSO 14000; </li></ul><ul><li>Melhoria imagem pública da empresa; </li></ul><ul><li>Exemplo para outras empresas; </li></ul><ul><li>Estimula os concorrentes </li></ul>
  52. 53. Barreiras Existentes Controle de Resíduos <ul><li>Necessidade de capital; </li></ul><ul><li>Especificação técnicas dos insumos e equipamentos; </li></ul><ul><li>Regulamentação legal; </li></ul><ul><li>Qualidade do produto e aceitação do consumidor; </li></ul><ul><li>Preocupação com produção imediata; </li></ul><ul><li>Disponibilidade de tempo e de técnica especializadas; </li></ul><ul><li>Resistência a mudança. </li></ul>
  53. 54. Avaliar custo Iniciar Caract do Processo Avaliar resíduos oportunidade Manter programa Avaliar programa Selecionar opções Diretoria Programa de Prevenção A poluição P2
  54. 55. Redução na Fonte <ul><li>Alteração de Matéria prima </li></ul><ul><li>Alteração de Tecnologia </li></ul><ul><li>Mudanças de Procedimentos/ práticas Operacionais </li></ul>
  55. 56. Necessidades da Reciclagem <ul><li>Proximidade da instalação de re-processamento; </li></ul><ul><li>Custos de transportes dos resíduos; </li></ul><ul><li>Volume dos resíduos disponíveis para o re-processamento; </li></ul><ul><li>Custos de estocagem do resíduos no ponto de geração ou fora do local de origem </li></ul>
  56. 57. Armazenamento <ul><li>O armazenamento de resíduos gera custo operacional de forma que manter o controle eficaz, permite em ser responsável, interna e externamente (co-responsável) </li></ul>
  57. 58. Aspectos Importantes <ul><li>Treinamento de pessoal </li></ul><ul><li>Segregação </li></ul><ul><li>Acondicionamento </li></ul><ul><li>Transporte Interno e Externo </li></ul><ul><li>Armazenamento </li></ul><ul><li>Emergência </li></ul>
  58. 59. Qualquer lançamento dos resíduos líquidos ou sólidos nos recursos naturais “água e solo” , sujeitar-se-á a legislação pertinentes nos níveis Federal, Estadual e Municipal.
  59. 60. ISO 14000 <ul><li>Norma que determina a regulamentação do Sistema de Gestão Ambiental. </li></ul><ul><li>No Sistema de Gestão Ambiental, em seu Programa de Gestão Ambiental deve-se: </li></ul><ul><li>Estabelecer e manter programas para satisfazer os objetivos e metas ambientais; </li></ul><ul><li>Designar responsáveis em cada nível e função; </li></ul><ul><li>Prover meios e estabelecer cronogramas. </li></ul>
  60. 61. Elementos da ISO 14001 - DEMING Política Ambiental Aspectos Ambientais Requisitos Legais Objetivos e Metas Prog. De Gerenciamento Monitoramento/Medições Não conformidade/ Corretivo/preventivo Ações Registro Auditorias Estrutura, Responsabilidade Treinamento Comunicação Doc do Ger. Ambiental Controle de documento Controle Operacional Preparação p/Sinistros Revisão do gerenciamento Planeje Faça Controle / corrija Atue/Melhore
  61. 62. Desempenho Ambiental ISO 14001 <ul><li>Resultado Mensuráveis de um SGA, relacionado a um controle dos aspectos ambientais da organização, baseado na sua política, objetivos e metas ambientais </li></ul>
  62. 63. SGA – elementos Segundo ISO 14001 Politica Ambiental Planejamento . Aspectos Ambeintais Reguisitos legais Objetivos e metas Programas de Ger ambiental Implementação e Operação . Estrutura e Responsabilidade . Treinamento e Conscientização . Competência Comunicação . SGA – Documentação Controle de Documento Controle Operacional . Preparação para Emergências Responsabilidade Controle e Ações Corretivas Monitoramento e medições . Ações de não conformidades Registros Auditorias SGA Revisão do Gerenciamento Melhoria Continua
  63. 64. POLITICA AMBIENTAL <ul><li>PRINCÍPIO: Uma organização deve definir sua política ambiental e assegurar comprometimento com melhoria do Meio Ambiente. </li></ul><ul><li>1) Ser apropriada à natureza e escala dos impactos ambientais de seus produtos, atividades ou serviços; </li></ul><ul><li>2) Ser comprometida com a prevenção à poluição; </li></ul><ul><li>3) Atender à legislação ambiental; </li></ul><ul><li>Prover estrutura para fixação e revisão dos objetivos e metas ambientais; </li></ul><ul><li>4) Ser documentada, implementada, mantida e comunicada a todos da organização; </li></ul><ul><li>5) Estar disponível para o público. </li></ul>
  64. 65. PLANEJAMENTO <ul><li>Princípio: Uma organização deve formular um plano para satisfazer sua Política Ambiental. </li></ul><ul><li>Aspectos Ambientais; </li></ul><ul><li>Legislação; </li></ul><ul><li>Objetivos e Metas </li></ul><ul><li>Programas de Gestão Ambiental </li></ul>
  65. 66. Aspectos Ambientais <ul><li>Estabelecer e manter procedimentos para identificar dos aspectos ambientais de suas atividades, produtos e serviços; </li></ul><ul><li>Assegurar que a mitigação dos impactos ambientais relacionados aos aspectos ambientais sejam considerados na fixação de objetivos e metas; </li></ul><ul><li>Manter estas informações sempre atualizadas </li></ul>
  66. 67. Legislação de Gestão Ambiental <ul><li>Estabelecer e manter procedimentos para identificar e ter acesso à legislação ambiental e outros requisitos; </li></ul><ul><li>Estabelecer e manter normas e critérios internos que, junto com os requisitos externos, ajudam a organização a atingir os objetivos e metas. </li></ul>
  67. 68. Objetivos e Metas Ambientais <ul><li>Estabelecer e manter documentado os objetivos e metas ambientais em todos os níveis e funções da organização; </li></ul><ul><li>Objetivos e metas devem ser consistentes com a política ambiental e considerar comprometimento com prevenção à poluição; </li></ul><ul><li>No estabelecimento ou na revisão, considerar aspectos ambientais significativos, opções tecnológicos, financeiras, comerciais e opiniões das partes interessadas. </li></ul>
  68. 69. Implementação e operação <ul><li>PRINCÍPIO GERAL: </li></ul><ul><li>Para uma efetiva implementação uma organização deve desenvolver capacidade e mecanismos de apoios necessários para satisfazer a política, metas e objetivos ambientais. </li></ul>
  69. 70. Implementação e Operação <ul><li>Estrutura e Responsabilidade </li></ul><ul><li>Treinamento, conscientização e competência; </li></ul><ul><li>Comunicação; </li></ul><ul><li>Documentação do sistema de Gestão Ambiental; </li></ul><ul><li>Controle de Documentação; </li></ul><ul><li>Controle Operacional </li></ul><ul><li>Preparação e Resposta para emergências. </li></ul>
  70. 71. Estrutura e Responsabilidade <ul><li>As responsabilidades e autoridades devem ser definidas e comunicadas a fim de facilitar uma efetiva gestão ambiental; </li></ul><ul><li>A Gerência deve prover recursos humanos, técnicos e financeiros, essenciais à implantação e operação do sistema de gestão Ambiental; </li></ul><ul><li>A alta gerência deve designar um representante específico que defina as regras que assegurem a implementação e manutenção do sistema de gestão ambiental. </li></ul>
  71. 72. Monitoramento e Medição <ul><li>Estabelecer e manter documentados os procedimentos para monitorar e medir, regularmente as principais características das atividades que possam ter significativo impacto sobre o meio ambiente; </li></ul><ul><li>Manter calibrados os equipamentos e manter o registro deste processo. </li></ul>
  72. 73. Treinamento, Conscientização e Competência <ul><li>Identificar necessidade de treinamento </li></ul><ul><li>Todos na organização, cujo trabalho possa criar um impacto ambiental, devem receber treinamento apropriado; </li></ul><ul><li>Manter procedimentos para conscientizar todos sobre: </li></ul><ul><li>A importância da política ambiental; </li></ul><ul><li>Os benefícios ambientais resultantes da melhoria de preformance; </li></ul><ul><li>Regras e responsabilidades no cumprimentos da política ambiental; </li></ul><ul><li>Consequências do não cumprimentos dos procedimentos. </li></ul>
  73. 74. Comunicação <ul><li>A organização deve estabelecer e manter procedimentos para: </li></ul><ul><li>Manter comunicação interna entre diversos níveis e funções da organização; </li></ul><ul><li>Receber, documentar e responder a iniciativa de comunicação relevantes de partes interessadas. </li></ul>
  74. 75. Documentação Ambiental <ul><li>A organização deve estabelecer e manter a documentação relativa ao Sistema de Gestão Ambiental; </li></ul><ul><li>A documentação deve descrever os elementos principais do Sistema de Gestão Ambiental e suas interações </li></ul>
  75. 76. Controle da Documentação <ul><li>A organização deve estabelecer e manter procedimentos para controlar todos os documentos requeridos pelo sistema de gestão ambiental para garantir que: </li></ul><ul><li>As versões atualizadas estejam disponíveis em todos os locais, onde as operações acontecem; </li></ul><ul><li>Estejam legíveis, datados e facilmente identificados; </li></ul><ul><li>Os documentos absoletos deverão ser retidos, identificados e arquivados para eventual envolvimento posterior. </li></ul>
  76. 77. Controle Operacional <ul><li>Identificar operações/atividades associadas a impactos ambientais; </li></ul><ul><li>Manter procedimentos documentados para cobrir situações que podem levar a desvios da política e objetivos ambientais; </li></ul><ul><li>Estabelecer e manter procedimentos de aquisição de insumos para evitar impactos ambientais negativos. </li></ul>
  77. 78. Planos de Controle de Emergência <ul><li>A organização deve estabelecer e manter procedimentos para identificar e responder a acidentes e situações de emergência, prevenindo e mitigando os impactos ambientais associados; </li></ul><ul><li>Revisar seus procedimentos de preparação e resposta para emergências, após a ocorrência de acidentes e situações de emergências; </li></ul><ul><li>Periodicamente testar os procedimentos para situações de emergência da organização. </li></ul>
  78. 79. Medições e Avaliações <ul><li>Principio: Uma organização deve medir, monitorar e avaliar sua performance ambiental. </li></ul><ul><li>Monitoramento e Medição; </li></ul><ul><li>Não conformidade e ações corretivas/Preventivas; </li></ul><ul><li>Auditoria de sistema de Gestão Ambiental. </li></ul>
  79. 80. Relatórios <ul><li>Estabelecer e manter procedimentos para identificação, atualização e disposição dos relatórios ambientais; </li></ul><ul><li>Relatórios de registros devem ser claros e rastreáveis; </li></ul><ul><li>Relatórios ambientais deve ser arquivados e mantidos de modo que sejam protegidos de alterações, violações ou perdas. </li></ul>
  80. 81. Auditoria do Sistema de Gestão Ambiental <ul><li>Estabelecer e manter procedimentos para execução periódica de auditorias a fim de: </li></ul><ul><li>Determinar se o Sistema de Gestão Ambiental está conforme o planejado, e se está implantado e mantido conforme exigências da organização e desta Norma; </li></ul><ul><li>Prover informação para o Sistema Gerencial da Organização. </li></ul>
  81. 82. Revisão gerencial <ul><li>Princípio: Uma organização deve rever e melhorar continuamente seu sistema de Gestão Ambiental. </li></ul><ul><li>Estabelecer e manter documentados os procedimentos de revisão e melhoria; </li></ul><ul><li>As revisões devem identificar possíveis necessidades de mudanças nas políticas, objetivos e metas ambientais; </li></ul><ul><li>Avaliações críticas da eficácia do sistema devem ser consideradas nas revisões. </li></ul>
  82. 83. Melhoria Continua Planeje Faça Atue Controle Garantia (qualidade/meio ambiente) Desempenho
  83. 84. Porque adotar um sistema de gerenciamento ambiental? <ul><li>Desenvolvimento Internacional </li></ul><ul><li>Gerenciamento Ambiental </li></ul><ul><li>Alavanca para o Gerenciamento Ambiental </li></ul>
  84. 85. Desenvolvimento no relacionamento entre industria e meio ambiente Anos Anos Anos 1990 1970 1960 Relacionamento Impacto na Industria Conflito Incômodo Contra Produção Custo Desenvolvimento Elementos importantes Sustentável - Oportunidades - riscos
  85. 86. Partes Interessadas Companhia Clientes Fornecedores Opinião Pública Investidores Empregados Governo Legislação
  86. 87. Componentes desta Mudança <ul><li>Uma deterioração física do meio ambiente – poluição </li></ul><ul><li>redução da biodiversidade </li></ul><ul><li>Aumento na consciência pública </li></ul><ul><li>clientes, fornecedores, investidores </li></ul><ul><li>Necessidades para o desenvolvimento sustentável </li></ul><ul><li>estabilidade econômica </li></ul><ul><li>Crescimento sustentável </li></ul><ul><li>MEIO AMBIENTE NA ORDEM POLITICA E ECONÔMICA </li></ul>
  87. 88. Gerenciamento Ambiental - História <ul><li>1972 – conferência das Nações unidas em Meio Ambiente e o Homem – Estcolmo – Suécia; </li></ul><ul><li>1972 UNEP (Programa Ambiental das Nações Unidas); </li></ul><ul><li>1984 – WCED Comissão Mundial em Meio Ambiente e Desenvolvimento: Nosso Futuro comum (1987); </li></ul><ul><li>1984: Programa de atuação responsável: Industria Química </li></ul><ul><li>1990: BCSD: Conselho de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável: Mudando o rumo (1992); </li></ul><ul><li>1991 ICC Carta Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável: 16 princípios para um bom Gerenciamento Ambiental </li></ul>
  88. 89. Desenvolvimento Sustentável <ul><li>Desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazer sua próprias necessidades. </li></ul>Comissão Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento 1987
  89. 90. Por que Gerenciamento Ambiental? <ul><li>Competitividade </li></ul><ul><li>Conscientização para impactos na competitividade de aspectos ambientais de produtos e processos; </li></ul><ul><li>Barreiras comerciais causadas pro normas diferentes para desempenho ambiental </li></ul><ul><li>Finanças </li></ul><ul><li>instrumentos econômicos (taxa, arrecadações) para estimular a diminuição da poluição; </li></ul><ul><li>Incentivos do governo, banco e companhias de seguros </li></ul>
  90. 91. Riscos / oportunidades <ul><li>Riscos </li></ul><ul><li>Perda de acesso ao mercado </li></ul><ul><li>Perda de competitividade </li></ul><ul><li>Perda de reputação </li></ul><ul><li>Controle e multas governamentais </li></ul><ul><li>Oportunidades </li></ul><ul><li>Comercial </li></ul><ul><li>Redução de custos </li></ul><ul><li>Imagem da companhia </li></ul>
  91. 92. Por que um sistema de gerenciamento ambiental? <ul><li>Abordagem estruturada e sistemática </li></ul><ul><li>Controle dos aspectos ambientais </li></ul><ul><li>Conformidade com legislação </li></ul><ul><li>Melhoria do desempenho ambiental </li></ul><ul><li>Experiência favorável com sistema de gerenciamento da qualidade </li></ul>
  92. 93. Objetivos de um SGA <ul><li>Identificação e controle dos aspectos, impactos e riscos; </li></ul><ul><li>Estabelecimento e execução de uma política ambiental, incluindo conformidade com a legislação; </li></ul><ul><li>Identificação das oportunidades ambientais </li></ul><ul><li>Monitoramento e melhoria contínua do desempenho ambiental </li></ul>
  93. 94. SGA – termos e conceitos <ul><li>Meio ambiente </li></ul><ul><li>Efeitos ambientais, aspectos ambientais e impactos ambientais </li></ul><ul><li>Desempenho ambiental </li></ul><ul><li>Melhoria continua </li></ul><ul><li>Partes interessadas </li></ul>
  94. 95. Meio Ambiente <ul><li>Vizinhanças onde uma organização opera, incluindo ar, água, solo recursos naturais, flora, fauna, humanos e suas inter-relações; </li></ul><ul><li>Vizinhança neste contesto se entende desde uma organização até um Sistema Global. </li></ul>

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