Educação Tributária

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Educação Tributária

  1. 1. OS TRIBUTOS EM NOSSA VIDA: INTERFERÊNCIAS E CONSEQUÊNCIAS Priscila Zanelli da Silva
  2. 2. Os tributos em nossa vida : Interferências e Conseqüências Na sociedade capitalista em que vivemos tudo tem um preço. A mão de obra do trabalhador também tem um preço, porém o seu salário de rendimento do mês vem sempre faltando um pedacinho. Esse pedacinho que já vem descontado do salário dos trabalhadores é uma parte dos impostos que pagamos todo mês à Receita Federal para a melhoria do nosso estado, do nosso município e conseqüentemente do nosso país. Não somente através do salário que pagamos impostos, eles estão presentes em todo o lugar e mais evidentemente nas mercadorias e produtos que compramos. Na verdade é uma troca de serviço, pois recebemos, mesmo que precariamente, o valor tributado nesses impostos de volta, não em forma de dinheiro vivo, mas em prestações de serviços que o Estado nos oferece, como por exemplo: Saúde, Educação, Transporte, Segurança, e etc. Claro que recebemos pouco em vista do quanto pagamos, pois algumas prestações de serviço do Estado deixa a desejar. Mas se nós não pagarmos por esse serviço, quem pagará? Não temos outra escolha a não ser pagar pelos serviços que necessitamos, mesmo que em muitos lugares a eficácia desse serviço deixa a desejar em alguns lugares do país elas são essenciais.
  3. 3. Existem vários tipos de tributações (impostos, taxas, contribuições de melhoria, etc.), segue abaixo a lista disponibilizada pelo Portal Tributário acerca das Tributações que existem no Brasil: - Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM – Lei 10.893/2004 . -Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968 . -Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT  - Lei 10.168/2000 . -Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação" - Decreto 6.003/2006 . -Contribuição ao Funrural. -Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955. -Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT). -Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990. -Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Decreto-Lei 8.621/1946 . Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993. -Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942.
  4. 4. -Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991. -Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946. -Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946. -Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) - art. 9, I, da MP 1.715-2/1998 . -Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993. -Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados). -Contribuição Confederativa Patronal (das empresas.) -Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001 . -Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Remessas Exterior - Lei 10.168/2000 . -Contribuição para a Assistência Social e Educacional aos Atletas Profissionais - FAAP - Decreto 6.297/2007 . -Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002 . -Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – -CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002 .
  5. 5. -Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT , e a Confederativa foi instituída pelo art. 8, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT ). -Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001. -Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) . -Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) . -Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.). -Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc. -Fundo de Combate à Pobreza - art. 82 da EC 31/2000 . -Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997 . -Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS.)
  6. 7. <ul><li>Os valores citados nessa pesquisa foram retirados do Supermercado Central da cidade de Bastos – SP e as alíquotas foram retiradas do site da Receita Federal. </li></ul><ul><li>Analisando a tabela acima, podemos concluir que se uma pessoa comprou todos esses produtos ela pagou R$ 86,64. Somente em impostos acerca dessas mercadorias ela pagou R$18,29, o que significa aproximadamente 21% de sua compra. </li></ul><ul><li>Sonegação Fiscal e suas conseqüências </li></ul><ul><li>Quando uma pessoa deixa de pagar algum imposto legal, adulterando notas fiscais, prestando declarações falsas as autoridades fazendárias, entre outras ações, dizemos que ele está cometendo uma sonegação fiscal, ou uma fraude. </li></ul><ul><li>É diferente uma pessoa que comete a sonegação fiscal de uma que está inadimplente com o Fisco, por exemplo, alguém não teve condições de acertar o IPTU e ficou em dívida com o município, nesse caso ele não está tendo a intenção de enganar ou fraudar as leis fiscais </li></ul>
  7. 8. Uma pessoa que comete a sonegação fiscal comete um crime e deve pagar ao Estado pelo seu erro, com indenizações e até levá-lo a prisão. Concluindo, devemos ter em mente para onde nosso dinheiro está indo e para que esteja servindo. Certo de que esse dinheiro pode ser convertido na construção da rodovia que chega a nossa cidade, da segurança do nosso bairro, da escola que nossos filhos freqüentam, da unidade de saúde disponível 24h para qualquer socorro, entre outras. Se o Estado não cuidar dessas obrigações e prestações de serviços, quem vai poder fazê-lo por nós? Portanto, torna-se necessário que escolhamos bem o nosso representante, seja na nossa cidade, no nosso estado ou no nosso país, pois eles são os encarregados de cuidar da administração do nosso dinheiro que chega até eles através dos tributos.
  8. 9. Referências e Sites de Apoio <ul><li>www.esaf.fazenda.gov.br </li></ul><ul><li>www.leozinho.receita.fazenda.gov.br </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com/economia/o-que-e-imposto.html </li></ul><ul><li>http://www.brasil.gov.br/sobre/economia/impostos </li></ul><ul><li>www.leaozinho.receita.fazenda.gov.br/biblioteca/PaisEducadores/Cartilhas/ </li></ul><ul><li>Orcamentopublico/default.htm </li></ul><ul><li>http//www.receita.fazenda.gov.br/publico/EducacaoFiscal/PrimeiroSeminario/22CARGATRIBUTARIAPRODUTOSDECONSUMOPOPULAR.pdf </li></ul>

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