Alicerces do Cristianismo - Parte 1

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Alicerces do Cristianismo - Parte 1

  1. 1. ALICERCES DO CRISTIANISMOALICERCES DO CRISTIANISMO – À luz da obra de Emmanuel– À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016
  2. 2. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 a) Escutando o Cristo b) A casa do Caminho c) Gentios e circuncisão I. Conceitos para a investigação II. Alicerces do Cristianismo III. Conclusão
  3. 3. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 Cristianismo primitivo compreende os primeiros 4 séculos da história do cristianismo, desde a ressurreição (30 d.C.) a 325 (1.º Concílio de Niceia). Fontes Primárias: Documentos elaborados por quem viveu, presenciou ou colheu testemunho de quem viveu determinado acontecimento; sempre contemporâneos ao evento. Fontes Secundárias: Estudos que analisam determinados aspetos reportados nas fontes primárias, correlacionando dados originais do seu objeto de estudo com outros ângulos de análise, subsidiários mas complementares. Conceitos para a investigação
  4. 4. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 EMMANUEL NO CRISTIANISMO PRIMITIVO Conceitos para a investigação
  5. 5. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 OS ALICERCES DO CRISTIANISMO Escutando o Cristo
  6. 6. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Cafarnaum serviu de palco às primeiras lições inesquecíveis e imortais do Cristianismo, em sua primitiva pureza. (…) Em todas as cidades da região havia sinagogas, para que Escutando o Cristo as lições da Lei fossem ministradas aos sábados (…) mas Jesus preferia o templo suave da Natureza para a difusão dos seus ensinos.…” pp. 99 (H2000A)
  7. 7. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Era a barca de Simão, que trazia o Mestre para as dissertações costumeiras. (…) Operários humildes, pescadores rudes, mães numerosas em cujos rostos macerados se podiam ler as histórias amargas dos mais incríveis padecimentos, criaturas da plebe anónima e sofredora, mulheres adúlteras, publicanos gozadores da vida, enfermos desesperados e crianças numerosas, que traziam consigo os estigmas do mais doloroso desamparo.” pp. 124 (H2000A) Escutando o Cristo
  8. 8. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “… O povo de Cafarnaum anda maravilhado com os seus milagres e (…) em torno dele, já se formou uma comunidade de discípulos dedicados (…) - Mas, afinal, que ensina ele às multidões? (…) - Prega alguns princípios (…) como, por exemplo, a doutrina do amor aos próprios inimigos e a fraternidade absoluta entre todos os homens. (…) De outras vezes, (...) se expressa acerca desse reino do céu com apólogos interessantes e incompreensíveis, nos quais há reis e príncipes criados pela sua imaginação sonhadora, que nunca poderiam ter existido.” pp.77 (H2000A) Escutando o Cristo
  9. 9. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Aproximava-se a Páscoa no ano 33. (…) - Sabeis, senhora, que também o Messias chegou ontem à cidade (…) A ressurreição de Lázaro, em Betânia, confirmou suas divinas virtudes de Filho de Deus, entre os homens mais descrentes desta cidade, e acabo de saber que sua chegada foi objeto de imensas alegrias da parte do povo. (…) Muita gente acompanhou o Mestre desde as margens do lago de Genesaré, seguindo-o até aqui, através de todas as localidades.” pp. 134 (H2000A) Escutando o Cristo
  10. 10. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 OS ALICERCES DO CRISTIANISMO A Casa do Caminho
  11. 11. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Em Cafarnaum, os seguidores do Mestre de Nazaré organizaram imediatamente uma grande comunidade de crentes do Messias, tornando-se muitos em apóstolos abnegados de sua doutrina de renúncia, de sacrifício e de redenção.” pp. 175 (H2000A) A Casa do Caminho
  12. 12. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Alguns pregavam, como Ele, na praça pública, enquanto outros curavam os enfermos em seu nome. Criaturas rústicas haviam sido tomadas, estranhamente, do mais alto sopro de inteligência e inspiração celeste, porque A Casa do Caminho ensinavam com a maior clareza as tradições de Jesus, organizando-se com a palavra desses apóstolos os pródromos do Evangelho escrito…” pp. 175 (H2000A)
  13. 13. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Conheço umas pessoas que vos podem auxiliar. São os homens do “Caminho”. (1) Primitiva designação do Cristianismo. (Nota de Emmanuel)” pp. 35 (PeE) “… casarão de grandes proporções, aliás paupérrimo em sua feição exterior. (…) Desde que viera do Tiberíades para Jerusalém, Simão transformara-se em célula central de grande movimento humanitarista. A Casa do Caminho (…) Chamando a si os aflitos e os enfermos, inaugurara no mundo a fórmula da verdadeira benemerência social.” pp. 36 e 37 (PeE)
  14. 14. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “A casa dos apóstolos, em Jerusalém, apresentava um movimento de socorro aos necessitados cada vez maior (…) À hora habitual das refeições, extensas filas de mendigos comuns imploravam a esmola da sopa. Acumulando as tarefas com ingente sacrifício, João e Pedro, com o concurso dos companheiros, haviam construído um pavilhão modesto, destinado aos serviços da igreja, cuja fundação iniciavam para difundir A Casa do Caminho as mensagens da Boa Nova. A assistência aos pobres, entretanto, não dava tréguas ao labor das ideias evangélicas.” pp. 41 (PeE)
  15. 15. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Foi quando João considerou irrazoável que os discípulos diretos do Senhor menosprezassem a sementeira da palavra divina e despendessem todas as possibilidades de tempo no serviço do refeitório e das enfermarias, visto que...” pp. 41 (PeE) A Casa do Caminho
  16. 16. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “… dia a dia, multiplicava o número de doentes e infelizes que recorriam aos seguidores de Jesus como a última esperança para os seus casos particulares. Na primeira reunião da igreja humilde, Simão Pedro pediu, então, nomeassem sete auxiliares para o serviço das enfermarias e dos refeitórios, resolução que foi aprovada com geral aprazimento.” pp. 41 (PeE) A Casa do Caminho
  17. 17. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Recolhendo-se ali, com a família, era auxiliado particularmente por Tiago, filho de Alfeu, e por João; mas, em breve, Filipe e suas filhas instalavam-se igualmente em Jerusalém, cooperando no grande esforço fraternal.” pp. 37 (PeE) A Casa do Caminho Trocar de nome: “- Sei, Barnabé, que muitos dos nossos companheiros trocaram de nome quando se converteram ao amor de Jesus; quiseram assinalar desse modo sua separação dos enganos fatais do mundo. (…) entre Saulo e Paulo (…) A decisão será uma formosa homenagem ao nosso primeiro triunfo missionário junto dos gentios...” pp. 208 (PeE)
  18. 18. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 Humildade e o culto da cruz: “Todos quantos se convertiam à ideia nova, confessavam na praça pública os erros da sua vida, em sinal da humildade que lhes era exigida, portas a dentro da comunidade cristã. E para que o meigo profeta de Nazaré jamais fosse esquecido em seus martírios redentores no Calvário, o povo simples e humilde, de então, organizou o culto A Casa do Caminho da cruz, crendo fosse essa a melhor homenagem à memória de Jesus Nazareno.” pp. 175 (H2000A)
  19. 19. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 Perseguições: “Saulo de Tarso foi autorizado pelo Sinédrio a iniciar as mais latas diligências em torno das atividades do “Caminho”, com ordem de admoestar, corrigir e prender todos os descendentes de Israel dominados pelos sentimentos colhidos no Evangelho, considerado, A Casa do Caminho desde aquela hora, pelo regionalismo semita, como repositório de veneno ideológico, com que o ousado carpinteiro nazareno pretendia revolucionar a vida israelita, operando a dissolução dos seus elos mais legítimos.” pp. 71 (PeE)
  20. 20. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 OS ALICERCES DO CRISTIANISMO Gentios e circuncisão (Concílio de Jerusalem)
  21. 21. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Tiago adiantou-se e perguntou: - Irmãos, é justo saibamos quem é o rapaz que trazeis a este cenáculo discreto. (…) - Este é o nosso valoroso colaborador de Antioquia - explicou Paulo (…) - chama-se Tito (…) - É filho do povo eleito? - É descendente de gentios - afirmou o ex-rabino, quase com altivez. - Circuncidado? - interrogou o filho de Alfeu ciosamente. - Não. (…) Ouvindo a negativa, o Apóstolo galileu esclareceu em tom firme: - Penso, então, que não será justo admiti-lo na assembleia, visto não ter ainda cumprido todos os preceitos.” pp. 235 (PeE) Gentios e circuncisão
  22. 22. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Quando o ex- pescador reconheceu que as divergências prosseguiriam indefinidamente, levantou-se e pediu a palavra, fazendo a generosa e sábia exortação de que os Atos dos Apóstolos (XV: 7 a 11) fornecem notícia: — Irmãos (…) — bem sabeis que, de há muito, Deus nos elegeu para que os gentios ouvissem as verdades do Evangelho e cressem no seu Reino. O Pai, (…) deu aos circuncisos e aos incircuncisos a palavra do Espírito Santo.” pp. 239 (PeE) Gentios e circuncisão
  23. 23. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “- No dia glorioso do Pentecostes as vozes falaram na praça pública de Jerusalém, para os filhos de Israel e dos pagãos. O Todo- Poderoso determinou que as verdades fossem anunciadas indistintamente. Jesus afirmou que os cooperadores do Reinochegariam do Oriente e do Ocidente. Não compreendo tantas controvérsias, quando a situação é tão clara.” pp. 239 (PeE) Gentios e circuncisão
  24. 24. ALICERCES DO CRISTIANISMO - À luz da obra de Emmanuel 13 de julho de 2016 “Cremos que Deus nos purifica o coração pela fé e não pelas ordenanças do mundo. (…) Suponho, então, que a circuncisão não deva constituir ato obrigatório para quantos se convertam ao amor de Jesus-Cristo (…) Tiago tomou a palavra, e (…) pediu três emendas para que a situação ficasse bem esclarecida. Os pagãos ficavam isentos da circuncisão, mas deviam assumir o compromisso de fugir da idolatria, evitar a luxúria e abster- se das carnes de animais sufocados. O Apóstolo dos gentios estava satisfeito.” pp. 240 (PeE) Gentios e circuncisão
  25. 25. “... Em toda a parte, a organização evangélica orava paraEm toda a parte, a organização evangélica orava para servir e dar, em vez de orar para ser servida e receberservir e dar, em vez de orar para ser servida e receber.” pp.40; AvC ALICERCES DO CRISTIANISMO – À luz da obra de Emmanuel

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