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O pó em suspensão é um dos maiores problemas ambientais nas unidades de
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 T1- Sementes;
 T2- Sementes+óleo supressor de poeira;
 T3- Sementes+óleo supressor de poeira+Fungicida;
 T4- Sementes...
RESULTADOS E DISCUÇÃO
Conforme os dados da Tabela 1 observam-se variação significativa da geminação
e do vigor em função d...
Tabela 2: Valores médios de germinação, expressos em porcentagem, dos lotes submetidos
aos diferentes tratamentos químicos...
Tabela 5: Valores médios do teste de condutividade elétrica submetido aos diferentes
tratamentos.
Tratamentos
Lotes
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MARCOS FILHO, J. Testes de vigor: importância e utilização. In: KRZYZANOWSKI,
F.C.; VIEIRA, R.D.; FRANÇA NETO, J.B. (Ed.)....
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Efeito do tratamento de sementes com oleo supressor de poeira, normalmente utilizado em armazenamento de graos a fim de melhorar a poeira no processo industrial.

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Artigo efeito do óleo supressor de poeira emcaplus agro na qualidade fisiológica de sementes de milho (zea mays)

  1. 1. Efeito do óleo supressor de poeira Emcaplus Agro na qualidade fisiológica de sementes de milho (Zea mays) OLIVELTON C. MORAES¹, FLAVIO S. MARÇAL¹, JUVENIL S. NASCIMENTO¹, MIRIAN GOTARDO². ¹Aluno do curso de Agronomia do ILES/ULBRA de Itumbiara-GO; ² Professora do curso de Agronomia ILES/ULBRA de Itumbiara-GO. oliveltoncamargo@yahoo.com.br Palavras-chave: óleo supressor; qualidade fisiológica. INTRODUÇÃO O processo de transformação industrial inicia-se da matéria prima e chega ao produto manufaturado, entretanto o rendimento nunca é 100%. Do aproveitamento da matéria prima sempre existirá resíduos, devido às perdas no processo industrial. Os resíduos gerados (sólidos, líquidos e gasosos) podem afetar diretamente os trabalhadores envolvidos no processo, bem como a comunidade vizinha. Em fabricas que dispõe em suas atividades receber, armazenar, transportar e transformar grãos de cereais em produtos diversos nos legou conhecimento de riscos que a poeira dos grãos/sementes causa a saúde dos colaboradores desde o processo de recepção, beneficiamento ao armazenamento (DE SÁ, 2008). O óleo mineral EMCAplus Agro é uma alternativa para reduzir a poeira no processo industrial, quando misturado aos grãos altera as propriedades da superfície das partículas de maneira que o pó se aglomere entre si e com grãos ao invés de se dispersar livremente no ar reduzindo o pó respirável em ate 95% e o pó total em até 75% quando obedecidos os parâmetros técnicos de aplicação (IPIRANGA, 2004). O método de adição de óleo para supressão de poeira tem se mostrado efetivo para redução do pó em suspensão durante o manuseio e estocagem de grãos, podendo ser aplicado em grãos com ou sem casca. Os motivos para implementar estratégias de redução de poeira são redução dos risco de explosões em 84,7%, atendendo as normas de saúde ocupacional em 54,7%, atendimento a normas de meio ambiente em 53,7% e redução de prêmios de seguro em até 32% (IPIRANGA, 2004). De acordo com Zambolim (2005), o tratamento de sementes é um método bastante diversificado, em expansão e aprimoramento constante, de grande valor comercial e cada vez mais utilizado no Brasil e no mundo, sendo assim ele deve apresentar baixa fitotoxicidade e pouca toxidez ao homem e ao ambiente. Os principais produtos fitossanitários aplicados as sementes são os fungicidas e os inseticidas. Sementes de milho são comercializadas tratadas com fungicidas e mediante a requisição do produtor podem sofrer tratamento adicional com inseticidas. Desta maneira, o trabalho tem como objetivo avaliar o tratamento de sementes com o óleo supressor EMCAplus Agro, bem como sua interação com outros químicos sobre o potencial fisiológico de sementes de milho (Zea mays) REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Os óleos supressores de pó são óleos refinados a partir de frações de destilados de petróleo para um alto grau de pureza, contendo vitamina E como inibidor de oxidações, sendo destinados ao controle de poeiras em grãos, evitando os riscos de manuseio e aumentando as condições de limpeza e higiene nos locais de transporte e estocagem, não afetando a qualidade dos grãos, nem interferindo no processo de secagem ou moagem. Os grãos tratados com óleo EMCAplus Agro não desenvolvem problemas de ranço mesmo durante longos períodos de estocagem. É aplicado como supressor de poeira durante o manuseio e estocagem de grãos, com casca e sem casca (IPIRANGA, 2004).
  2. 2. O pó em suspensão é um dos maiores problemas ambientais nas unidades de recebimento, beneficiamento e armazenagem, sendo a principal causa de explosões em sistemas que trabalham com grãos. Os principais efeitos adversos da poeira referem-se a: riscos de saúde (agudos e crônicos), perigos de explosões e incêndios e aspectos econômicos como perda de produto e aumento de custo de processamento, etc. O pó presente na massa de grãos em geral é constituído de 60 a 75% de matéria orgânica e 25 a 40% de material inorgânico. Sendo originados de fragmentos de grãos de outras espécies, produtos em decomposição nos grãos, terra, microorganismos, insetos e parte dos insetos, etc. Podem causar efeitos agudos sobre a saúde como: alergia, asma, renite, conjuntivite, entre outros, com sintomas que incluem tosse, dificuldade respiratória, febre, calafrios, dor e efeitos crônicos no caso de sementes tratadas com produtos químicos (DE SÁ, 2008). O óleo mineral branco EMCAplus Agro é uma alternativa para reduzir a poeira no processo industrial. Tal procedimento oferece várias vantagens e benefícios como: redução da poluição ambiental, melhorando assim as condições de trabalho do ambiente reduzindo os riscos de problemas de saúde; riscos de explosões; diminui a perda de peso do produto através do pó em suspensão; menor desgaste de condutos e instalações, e além de ressaltar o brilho natural da semente valorizando-a comercialmente, e uma das principais vantagens é ser de baixo investimento comparando com uso de sistema pneumático para retirada do pó (IPIRANGA, 2004). O tratamento de sementes pode ser entendido, de maneira genérica, como qualquer operação que envolva as sementes, seja através de seu manejo ou incorporação de produtos químicos, biológicos, à sua superfície ou interior, ou aplicação de agentes físicos, visando á melhoria ou garantia do seu desempenho em condições de cultivo (MACHADO, 1999). De acordo com Zambolim (2005), o tratamento químico de sementes refere-se á aplicação de produtos fitossanitários as sementes. O seu princípio baseia-se na existência de produtos eficientes contra os alvos que se deseja atingir, que apresentem baixa fitotoxicidade e sejam pouco tóxicos ao homem e ao ambiente. É um método bastante diversificado, em expansão e aprimoramento constante, de grande valor comercial e cada vez mais utilizado no Brasil e no mundo. Os principais produtos fitossanitários aplicados as sementes são os fungicidas e os inseticidas. Marcos Filho & Shioga (1981), trabalhando com soja, constataram que, embora as sementes tratadas apresentassem porcentagens mais altas de germinação após o envelhecimento, o uso de fungicidas não promove modificações acentuadas nas informações sobre o potencial fisiológico das amostras avaliadas. O tratamento de sementes é considerado como um dos métodos mais eficientes de uso de inseticidas, entretanto, resultados de pesquisas tem evidenciado que alguns produtos, quando aplicados sozinhos ou em combinação com fungicidas, podem, em determinadas situações, ocasionar redução na germinação das sementes e na sobrevivência das plântulas, devido ao efeito da fitotoxicidade (PEREIRA, 1991). Resultados semelhantes foram obtidos por Gotardo et al. (2001), pois a utilização de inseticidas, associados ou não a fungicidas, promove quedas significativas no vigor de sementes. Conforme Taiz & Zeiger (2006), este fato pode estar relacionado ao desacoplamento das membranas das mitocôndrias. MATERIAL E MÉTODOS O trabalho foi conduzido no Laboratório de Análise de Sementes do Campus II do Curso de Agronomia do Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO ILES/ULBRA. Foram utilizadas sementes do material híbrido 30F80, adquirido da empresa Pioneer Sementes Ltda. Para tanto, foram utilizados de três lotes distintos, sem tratamento químico e conduzidos os seguintes tratamentos:
  3. 3.  T1- Sementes;  T2- Sementes+óleo supressor de poeira;  T3- Sementes+óleo supressor de poeira+Fungicida;  T4- Sementes+óleo supressor de poeira+Inseticida;  T5- Sementes+óleo supressor de poeira+Fungicida+Inseticida;  T6- Sementes+Fungicida+Inseticida. O óleo utilizado no tratamento foi o EMCAplus AGRO óleo mineral branco da empresa EMCA do grupo Ipiranga, com recomendação da dosagem de 170mL por 150 kg de sementes. Para maior homogeneidade de aplicação foi utilizado um compressor de ar CSI 7,4/50 TWISTER BRAVO, com uma pressão de operação mínima de 100 lbf/pol² / 6,9 bar e máxima de 140 lbf/pol² / 9,7 bar. A pressão utilizada foi ¼ da pressão máxima de operação.Para o tratamento das sementes com fungicida, foi utilizado o produto Fludioxonil + Metalaxyl, na dosagem 38g + 1,5g do ativo por 100 Kg de sementes. Já nos tratamentos com inseticida, o produto utilizado foi o Thiamethoxam na dosagem de 300g a cada 100 Kg de sementes. Após secagem dos tratamentos, as sementes foram submetidas aos testes Padrão de Germinação (TPG), Envelhecimento Acelerado (EA), Teste Frio (TF), Condutividade elétrica (CE), conforme a metodologia descrita a seguir: Teste padrão de germinação: Conduzido com 200 sementes (4 subamostras de 50 sementes), para cada tratamento, colocadas para germinar entre três folhas de papel-toalha embebidas com água destilada na proporção de 3 vezes o peso do papel seco. Foram confeccionados rolos, sendo estes levados para um germinador, regulados para manter constante a temperatura de 25°C. A avaliação foi realizada aos quatro e sete dias. Computando-se a porcentagem de plântulas normais, segundo os critérios estabelecidos pela Regras para Análise de Sementes (BRASIL, 2009). Envelhecimento acelerado: Foi realizado utilizando-se caixa plástica do tipo “gerbox” com tela metálica cujo interior foi adicionado 40 ml de água destilada para formar uma câmara úmida. Cada “gerbox” foi considerado um compartimento individual, onde se acondicionou uma amostra de 200 sementes (4 subamostras de 50 sementes), de modo a formar uma camada uniforme, tomando toda a superfície da tela metálica, deixando as sementes à distância de aproximadamente 2 cm do nível superior da lâmina de água. Posteriormente a este procedimento, todas as caixas foram fechadas, permanecendo em uma B.O.D., regulada para manter constante a temperatura de 42°C, durante um período de envelhecimento de 72 horas. Vencido este período, as sementes foram submetidas ao teste padrão de germinação, conforme descrito anteriormente, e a avaliação realizada ao final dos sete dias após a semeadura, computando-se as plântulas consideradas normais (Marcos Filho, 1999b). Teste de frio: conduzido com 200 sementes (4 subamostras de 50 sementes) para cada tratamento, foi adotado o mesmo procedimento do teste de germinação, porém os rolos foram mantidos por sete dias a uma temperatura de 10°C após, foram levados para o germinador a uma temperatura de 25°C onde permaneceram por sete dias quando foi avaliado o número de plântulas normais. Condutividade elétrica: utilizaram-se 100 sementes, com quatro subamostras de vinte e cinco sementes colocadas em copos plásticos (200ml) e adicionados 75ml de água deionizada e mantidas à temperatura de 25°C por 24 horas. A leitura foi realizada por condutivímetro Digimed CD 21, e os resultados expressos em μmhos/cm/g de semente. (AOSA, 1983). Os dados foram avaliados utilizando o delineamento inteiramente casualisado (DIC) em esquema fatorial de 3x6 (três lotes; seis tratamentos) e médias comparadas pelo Teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Os dados foram transformados √Y + 1.0 - SQRT (Y + 1.0).
  4. 4. RESULTADOS E DISCUÇÃO Conforme os dados da Tabela 1 observam-se variação significativa da geminação e do vigor em função dos distintos lotes e diferentes tratamentos. Com exceção do vigor avaliado pela condutividade elétrica todos os demais testes apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos e lotes, bem como suas interações em nível de 5%. Tabela 1: Valores de Fc referente à Germinação e Vigor, avaliado pelos testes de condutividade elétrica (CE), teste de frio (TF) e envelhecimento acelerado (EA) dos lotes de sementes do híbrido 30F80 submetidos aos diferentes tratamentos químicos. FV Valores Fc TPG CE TF EA Lotes (A) 77,40* 0,19NS 26,04* 12,23* Tratamentos (B) 64,47* O,29NS 50,50* 16,68* AXB 22,31* 0,78NS 11,72* 8,55* Conforme os resultados da Tabela 2, observa-se que a germinação das sementes tratadas com óleo ou sementes tratadas com óleo + fungicida foram estatisticamente iguais a testemunha, ou seja, não houve decréscimo de germinação em função do tratamento com óleo e/ou fungicida. Contudo as sementes tratadas com óleo + inseticida obtiveram quedas significativas nos valores médios de germinação. Os menores valores de germinação foram obtidos com a mistura dos três produtos testados, apresentando valores médios de 57,16% de germinação. Ainda conforme a Tabela 2 observa-se que o lote 2 (67,58%) apresentou as menores médias de germinação seguidas pelo lote 1 (82,10%) e lote 3 (85,25%). Resultados de pesquisas tem evidenciado que alguns produtos, quando aplicados sozinhos ou em combinação com fungicidas, podem, em determinadas situações, ocasionar redução na germinação das sementes e na sobrevivência das plântulas, devido ao efeito da fitotoxicidade (PEREIRA, 1991). Oliveira e Cruz (1986) e Gotardo et al., (2001) também observaram que o tratamento de sementes de milho, com inseticidas, promoveu efeito negativo sobre a germinação das sementes. Nas Tabelas 3 e 4 estão apresentados os resultados dos testes de vigor avaliados por meio do teste de frio e envelhecimento acelerado, respectivamente. Pode-se observar que, da mesma forma que ocorrido com a germinação os tratamentos que proporcionaram menores valores de vigor foram os que tiveram a associação do inseticida + óleo. Estes resultados discordam dos encontrados por Smiderle et al. (1998) onde este autor não constatou decréscimo na mistura de fungicidas com inseticidas sobre a germinação e vigor. Os decréscimos de germinação e de vigor devem estar associados a algum efeito fitotóxico causado pela mistura do inseticida com o óleo e não pela deterioração, conforme observado pela condutividade elétrica (Tabela 5). Esta deterioração seria evidenciada no teste de condutividade elétrica, o qual detecta os eventos iniciais do envelhecimento, ou seja perda de integridade de membranas. Estes resultados discordam com Vieira & Krzyzanowski (1999) que alertaram sobre a necessidade de verificar o efeito de produtos químicos usados no tratamento de sementes sobre o teste de condutividade elétrica.
  5. 5. Tabela 2: Valores médios de germinação, expressos em porcentagem, dos lotes submetidos aos diferentes tratamentos químicos. Tratamentos Lotes/Germinação (%) 1 2 3 Média Semente 91,50 Aa2 81,50 Aa 91,00 Aa 88,00 a Semente + Óleo 88,50 Aa 85,00 Aa 91,00 Aa 88,16 a Semente + Óleo + Fungicida 78,00 Ab 83,50 Aab 89,00 Aa 83,50 a Semente + Óleo + Inseticida 84,50 Aa 42,00 Bb 80,00 Aa 68,88 b Semente + Óleo + Fungicida + Inseticida 62,50 Ab 30,00 Bc 79,00 Aa 57,16 c Semente + Fungicida +Inseticida 87,50 Aa 83,50 Aa 81,50 Aa 84,16 a Média 82,10 A 67,58 B 85,25 A CV (%) 3,88 ¹Dados originais, porém para efeito de análise estatística foram transformados em √Y + 1.0 - SQRT (Y + 1.0 ) ² Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Tabela 3: Valores médios de vigor, avaliado pelo do teste frio, dos lotes submetidos aos diferentes tratamentos químicos. Tratamentos Lotes/Vigor (%) 1 2 3 Média Semente 83,50 Aa2 86,00 Aa 86,00 Aa 85,16 a Semente + Óleo 85,00 Aa 85,50 Aa 86,00 Aa 85,50 a Semente + Óleo + Fungicida 82,50 Aa 86,00 Aa 84,50 Aa 84,33 a Semente + Óleo + Inseticida 72,00 Aa 52,00 Bb 81,00 Aa 68,33 b Semente + Óleo + Fungicida + Inseticida 42,50 Bb 46,00 Bb 83,00 Aa 57,17 c Semente + Fungicida +Inseticida 83,00 Aa 88,50 Aa 91,50 Aa 87,67 a Média 74,75 B 74,00 B 85,33 A CV (%) 4,23 ¹Dados originais, porém para efeito de análise estatística foram transformados em √Y + 1.0 - SQRT (Y + 1.0 ) ² Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Tabela 4: Valores médios do envelhecimento acelerado submetido aos diferentes tratamentos. Tratamentos Lotes 1 2 3 Média Semente 91,50 Aa2 91,50 Aa 91,00 Aa 91,33 a Semente + Óleo 85,00 Aa 91,50 Aa 93,00 Aa 89,33 a Semente + Óleo + Fungicida 91,50 Aa 89,00 Aa 90,50 Aa 90,33 a Semente + Óleo + Inseticida 90,50 Aa 64,00 Bb 88,00 Aa 80,83 b Semente + Óleo + Fungicida + Inseticida 83,00 Aa 72,50 Bb 84,50 Aa 80,00 b Semente + Fungicida +Inseticida 95,00 Aa 94,00 Aa 88,50 Aa 92,50ª Média 89,42 A 83,75 B 89,25 A CV (%) 2,77 ¹Dados originais, porém para efeito de análise estatística foram transformados em √Y + 1.0 - SQRT (Y + 1.0 ) ² Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.
  6. 6. Tabela 5: Valores médios do teste de condutividade elétrica submetido aos diferentes tratamentos. Tratamentos Lotes 1 2 3 Média Semente 19,29 Aa2 20,62 Aa 16,62 Aa 18,84 a Semente + Óleo 19,00 Aa 18,95 Aa 18,80 Aa 18,92 a Semente + Óleo + Fungicida 18,40 Aa 18,32 Aa 19,60 Aa 18,77 a Semente + Óleo + Inseticida 19,18 Aa 21,29 Aa 17,07 Aa 19,78 a Semente + Óleo + Fungicida + Inseticida 18,18 Aa 18,33 Aa 18,64 Aa 18,38 a Semente + Fungicida +Inseticida 17,23 Aa 16,64 Aa 19,50 Aa 17,78 a Média 18,54 A 19,02 A 18,37 A CV (%) 8,46 ¹Dados originais, porém para efeito de análise estatística foram transformados em √Y + 1.0 - SQRT (Y + 1.0 ) ² Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. CONCLUSSÃO Com base nos resultados pode-se concluir: a) a associação entre óleo + inseticida proporcionou redução no potencial fisiológico das sementes; b) o uso do óleo supressor de poeira seria indicado somente quando as sementes de milho fossem comercializadas sem o tratamento adicional com o inseticida (no caso o Thiamethoxam). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIATION OF OFFICIAL SEED ANALYSTS. Seed vigor testing handbook. East Lasing. 1983. 105p. (Contribution 32). BARROS, A.S.R; DIAS, M.C.L.L.; CÍCERO, S.M.; KRZYZANOWSKI, F.C. Teste de frio. In: KRZYZANOWSKI, F.C.; VIEIRA, R.D.; FANÇA NETO, J.B. (Ed.). Vigor de sementes: conceitos e testes. Londrina: ABRATES, 1999. p.5.1-5.13. BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras Analises de sementes. Brasília: SNDA/DNDV, 2009. DE SÁ, Ary. Explosões – O perigo dos grãos. s.l:s.e, 2008. Disponível em:<http://www.allrisks.hpg.ig.com.br/explos.html>. Acesso em 20 de maio de 2010. FERGUSON-SPEARS, J. An introduction to seed vigour testing. In: VENTER, H.A. van de (Ed.). Seed vigour testing seminar. Zurich: International Seed Testing Association, 1995. p.1-10. GOTARDO, M; BITTENCOURT, S. R. M; PEREIRA, L. M. A; VIEIRA, R. D; GOTARDO JÚNIOR, J. R. Qualidade fisiológica de sementes de milho tratadas com diferentes inseticidas. Revista Ceres, Viçosa, v.48, n.278, p. 511-516, 2001. IPIRANGA, EMCAplus AGRO Óleo supressor de Pó: Riscos e perigos da poeira no processamento de cereais. São Paulo, SP, 2004. LANDWIRTCHAFTLICHER UNTERSUCHUNGS- UND FORSCHUNGSANSTALTEN, Leipzig, 1997. Palestras. Leipzig: UDLUFA, 1997. p.87-90. MACHADO, J. C. Tratamento de sementes no controle de patógenos. Lavras: UFLA/FAEPE, 1999. 117 p.
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