Roma Antiga: Da Monarquia à República.

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Um pouco da história da Roma Antiga, desde sua fundação até a República.

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Roma Antiga: Da Monarquia à República.

  1. 1. Estudando a civilizaçãoAs fontes históricas
  2. 2. PompeiaPompeia
  3. 3. Os historiadores Desde a fundação da cidade Antiguidades romanas Histórias Dionísio de Halicarnasso Tito Lívio Políbio
  4. 4. Outros nomes relevantes De bello Gallico De bello Civili Júlio César Plutarco Vidas Paralelas Josefo Guerra dos Judeus Antiguidades Judaicas
  5. 5. Localização geográfica Comparação com a geografia da Grécia Lácio
  6. 6. Os 7 montes de Roma “Deuses e homens tiveram um bom motivo para escolher este local para nossa cidade – todas as suas vantagens tornam-na, de todos os locais do mundo, o melhor para uma cidade destinada a crescer com excelência” (Desde a fundação da cidade 5.54) Tito Lívio
  7. 7. A fundação de Roma: Entre o mito e a realidade Segundo “A Eneida” Segundo os historiadores
  8. 8. A monarquia romana 753 a.C - 509 a.C  As lendas envolvendo Rômulo contribuíram para que as elites romanas desprezassem e temessem a monarquia.  Assassinato de Remo - Desaparecimento de Rômulo (depois de 37 anos de governo) Patrícios x Plebeus - “Rômulo, o pai de nossa cidade, desceu do céu ao amanhecer de hoje e apareceu para mim. Com espanto e reverência, permaneci diante dele, rezando para que fosse correto olhar para sua face. “Vá, Rômulo disse para mim, “e diga aos romanos que pela vontade dos deuses, minha Roma será a capital do mundo. Que aprendam a ser soldados. Que saibam e ensinem a seus filhos que nenhum poder na Terra pode enfrentar o exército romano”. Quando terminou de falar essas palavras para mim retornou ao céu. (Tito Lívio, Desde a fundação da cidade 1.16) Relato de um nobre à população romana. Conflitos desde os primórdios de Roma envolvendo ricos e pobres, futuramente, patrícios e plebeus
  9. 9. A construção do reino de Roma  A questão do aumento populacional  Lenda do Rapto das Sabinas por Rômulo O Rapto das Sabinas, por Nicolas Poussin, 1634-35 A Intervenção das Sabinas, por Jacques-Louis David, no Museu do Louvre.
  10. 10. A intervenção das sabinas e o fim da guerra.  [Elas] entraram corajosamente no meio dos objetos que eram arremessados, com cabelos despenteados e roupas rasgadas. Correndo por entre o espaço entre os dois exércitos, tentavam fazer com que os combates cessassem e acalmar as paixões exaltadas apelando aos seus pais, num dos exércitos, e a seus maridos, no outro, para que não amaldiçoassem a si mesmos ao manchar suas mãos com o sangue de um sogro ou de um genro, nem desse a seus descendentes a mancha do parricídio. "Se", gritaram, "vocês estão cansados destes laços de parentesco, destes laços matrimoniais, voltem então sua ira para nós; somos nós o motivo desta guerra, fomos nós quem ferimos e matamos nossos maridos e nossos pais. Melhor perecer do que viver sem um ou outro de vocês, seja como viúvas ou órfãs.“(Tito Lívio, Desde a fundação da cidade 1.9-13)  Consequências: Expansão do território romano sobre o Lácio / Aumento populacional
  11. 11. Divisão social romana REI PATRÍCIOS CLIENTES PLEBEUS ESCRAVOS Prisioneiros de guerra e endividados. Homens livres que possuíam terras, pagavam impostos, serviam militarmente mas não tinham a priori direitos políticos. Plebeus que trabalhavam para os patrícios, tonando-se dependentes destes. Grandes proprietários de terras. Possuíam privilégios políticos e religiosos. Funções executivas, judiciais e religiosas. Senado Romano
  12. 12. Cronologia  Origem romana - Rômulo (753 a.C. - 716 a.C.) - Numa Pompílio (716 a.C. - 673 a.C.) - Túlio Hostílio (673 a.C. - 641 a.C.) - Anco Márcio (641 a.C. - 616 a.C.)  Reis de origem etrusca (Tarquínios)  Tarquínio Prisco (616 a.C. - 578 a.C.)  Sérvio Túlio (Mastarna em etrusco) (578 a.C. - 534 a.C.)  Tarquínio, o Soberbo (534 a.C. - 509 a.C.) Fim da monarquia romana (509 a.C) Nobres liderados por Lucio Junio Brutus derrubam o rei Tarquínio, o Soberbo, sob alegação de abuso de poder (assassinato de Sérvio Túlio e Estupro de Lucrécia)
  13. 13. A República romana (509 a.C. – 27 a.C)  Divisão dos cidadãos em dois grupos distintos: Ordem Senatorial Ordem Plebeia • Patrícios X Plebeus - Aristocratas - Grupo diversificado - Monopólio de cargos - Reinvindicação de direitos - Ostentação do seu status - Exércitos particulares V – IV a.C – Conflito das Ordens Lei das Doze Tábuas Ameaça dos plebeus: Terra / Dívidas
  14. 14. Lei das Doze Tábuas (451 a.C) Como funcionava o direito romano antes de sua criação? Em que foi baseada a Lei das Doze Tábuas? Quais conquistas os plebeus obtiveram? E os patrícios?
  15. 15. Senado Romano  Senado composto na maior parte da história romana por 300 senadores. Esse número passou para 600 com Sulla, 900 com Júlio César e retornou a 600 com Otávio.  Escolhido pelos cônsules e posteriormente pelos censores, dentre aqueles que já ocuparam cargos de magistratura.  Influência legislativa e militar. (não tinha o poder de aprovar leis)  Aconselhar os funcionários do Estado, votando matérias para expressar sua aprovação ou desaprovação nas políticas públicas ou em determinadas ações.  Gozavam de um grande “status” perante a sociedade romana.  Ordem de pronunciamento. Mais prestígio – Menos prestígio
  16. 16. Questor ( idade média de 30 anos) Eram eleitos 20 - Finanças Escada de cargos na magistratura. Carreira militar aos 20 anos - (Servia por 10) Edil – Eram eleitos 2. Obras públicas Pretor – Eram eleitos 8. Administração da justiça e comandar tropas em guerra Cônsul ( idade mínima de 42 anos) - Comandavam as principais forças do exército romano Direito ao “Imperium” Obediência e a Auspicia 337 a.C – Todos os cargos serão abertos às duas ordens. Censor (5 em 5 anos) 2 eram eleitos. Mandato de 18 meses. Deveria ser um ex- cônsul e aposentado. Recenseavam a população romana, nomeava e retirava senadores Ditador: Em casos emergenciais o Senado escolhia. Tinha poderes absolutos que não podiam ser questionadas. Máximo de 6 meses. Magistrados ordinários Magistrados extraordinários Assembleia Centurial: Elegia cônsules, pretores e censores. Aprovava leis. Assembleia Tribal: Elegia Edis e Questores. A partir do séc. III a.C passaram a votar leis.
  17. 17. Expansionismo romano – Guerras Púnicas  Antecedentes: - Conquista romana da Península itálica e expansionismo para o sul. - Expansionismo comercial e militar de Cartago para a Ibéria, costa da África e para a Sicília.  Causas: - Rivalidade entre Roma e Cartago pela hegemonia econômica, politica e militar no Mediterrâneo.
  18. 18. Primeira Guerra Púnica (264 a.C. e 146 a.C) • Primeira Guerra Púnica 264 a.C. até 241 a.C • Desenvolve-se na ilha da Sicília. • Guerra naval – Amílcar/Anibal • Vitoria Romana • Consequências
  19. 19. Segunda Guerra Púnica (218 a.C. até 201 a.C) • Primeira Guerra Púnica 218 a.C. até 202 a.C • Sagunto • Aníbal/Asdrúbal/Mago x Cipião • Guerra na Ibéria/Itália/Alpes • Batalha de Canas/Zama • Vitoria Romana • Consequências
  20. 20. Terceira Guerra Púnica (149 a.C. a 146 a.C) • Terceira Guerra Púnica 149 a.C. até 146 a.C • Agressão à Numídia • Batalha de Cartago • Vitoria Romana – Cipião Emiliano • Consequências
  21. 21. A questão agrária – Os Irmãos Graco Tibério Graco Linhagem nobre. Sua mãe era filha de Cipião Africano “As feras selvagens que vagam pela Itália tem suas tocas... Mas os homens que lutam e morrem pela Itália desfrutam apenas de ar e luz; sem moradia nem lar, perambulam sem rumo com suas esposas e seus filhos... Lutam e morrem para proteger a riqueza e o luxo dos outros; são pretensos mestres do mundo e não tem um torrão de terra que possam chamar de seu”. (Plutarco, Vida de Tibério Graco 9) Com o fim das Guerras Púnicas houve uma má distribuição de terras conquistadas por parte do Estado Romano, onde beneficiou principalmente as elites, causando mal estar entre os plebeus mais pobres. Tibério tentou realizar uma reforma agrária, onde limitava o tamanho das propriedades de todos os romanos, mas foi assassinado em 132 a.C.
  22. 22. A questão agrária – Os Irmãos Graco Caio Graco Linhagem nobre. Irmão de Tibério Graco Caio Graco foi eleito Tribuno da Plebe em 123 e 122. Continuou a luta que seu irmão tinha começado, a da Reforma Agrária. Conseguiu que a Lei Frumentária fosse aprovada, reduzindo assim o preço dos grãos para a população mais pobre. Propôs conceder cidadania romana a alguns povos italianos, sem êxito. Propôs também reformular os tribunais que julgavam os senadores, arrumando assim muitas desavenças, culminando com seu suicídio.

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