A minha roma antiga

985 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
985
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
21
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A minha roma antiga

  1. 1. Roma antiga Vida, cultura e cotidiano.
  2. 2. LEGADO CULTURALROMANO Línguas e literaturas latinas. A concepção de direito e senado Cristianismo
  3. 3. Localização Geográfica Esta localizado na Península Itálica ou Apenina Ladeada pelos seguintes mares: Jônico:ao sul Adriático :ao leste Tirreno: ao oeste Roma está localizada na região do Lácio, planície Pó, as margens do rio Tibre.
  4. 4. Etruscos e Gauleses Latinos,Região do Lácio, Sabinos eplanície do Pó as samnitasmargens do rio Tibre Magna Grécia
  5. 5. Fases políticas romanas Monarquia: este período foi marcado por características gentílicas, sociedade com pouca mobilidade social, a riqueza está baseada na hereditariedade e na posse da terra. República: período de expansão de Roma pelo Mediterrâneo. Sociedade escravista, a riqueza estava baseada na renda e no escravos.Apareceram novos ricos, como: os nobilitas e cavaleiros. Império: Foi período de decadência romana, destruição da sociedade escravista e houve a formação do feudalismo.
  6. 6. Monarquia Mito de Rômulo e Remo: Obra de referencia: ENEIDA Explica a origem de Roma e da monarquia romana. Objetivos: dar um caráter divino a monarquia Mostrar uma descendência divina aos reis Dar um caráter guerreiro a monarquia Fazer culto aos antepassados
  7. 7. Organização social Parecida com uma sociedade de castas Patriarcal Sociedade de agricultores e pastores. Possuía pouca mobilidade social A riqueza estava baseada na posse da terra e no nascimento( tradição da família).
  8. 8. Grupos sócias Patrícios :  Plebeus: Nobres de São todos aqueles que nascimento vivem a discriminação, Latifundiários política, jurídica, civil e religioso Monopólio da  Possuem uma condição participação política de trabalho e dos cargos diversificada públicos .  Plebeus podiam ser Consideram-se desde grandes descendentes dos comerciantes até Latinos . trabalhadores livres pobres
  9. 9. Formas de discriminação Plebéia Política: não tinham direito a participação política e ocupação dos cargos públicos. Jurídico: os tribunais beneficiavam aos patrícios e seus agregados. Civil: era proibido os casamentos mistos Religioso: os plebeus não podiam participar dos conselhos dos pontífices(sacerdotes).
  10. 10. Clientes e escravos Clientes:  Escravos: São plebeus que tinham  Propriedades privada e a proteção jurídica dos publica senadores em troca  São obtidos através de funcionavam como guerra, dívida e tráfico. “cabos eleitorais”
  11. 11. Instituições Políticas Monarquia: é a forma  Senado: é o conselho de governo dominado de anciões, composto por um rei que tem por 100 membros com poder deliberativo. funções consultivas,ou seja,propor leis.  Durante o período republicano, o senado tem funções deliberativas.
  12. 12. Magistraturas Cônsules: composto  Edis: tem a função por dois membros, cuidar do patrimônio possui funções público, fazer a executivas. arrecadação de Em caso de anarquia, impostos e o um dos cônsules é abastecimento da indicado como ditador. cidade.
  13. 13. Pretores , Questores e censores Pretores : fazem a  Questores: cuidam dos administração da cofres públicos. justiça Censores: Fazem o censo da população(com a finalidade de contar a renda para deliberar a participação política) e funcionam como censura
  14. 14. Monarquia Romana A sociedade romana era formada por agricultores e pastores. Dominada por famílias tradicionais (patrícios). As elites tinham como principal cargo de representação o senado, que tinha como principal atribuição propor leis aos rei. O poder estava centralizado nas mãos do rei Os três primeiros reis romanos são: Rômulo, Anco marco e Sérvio Túlio.
  15. 15. Crise Monárquica Dominação etrusca: povo do norte da península Itálica, possuía desenvolvimento militar e cultural. Sua expansão possibilitou o predomínio sobre o centro sul da região Apenina. Positiva: urbanizaram Roma, construiu os prédios das instituições, drenaram as margens do rio Tibre e construíram casas e as estradas que tornaram Roma centro da Península Itálica.
  16. 16. Fatores da crise Monárquica A dominação estrangeira( o rei era etrusco) O poder consultivo do senado( os patrícios estavam sem poder) As revoltas nas províncias( rebelaram-se contra dominação etrusca e necessitavam resgatar o poder) A recessão econômica( aumento dos impostos e do preços dos alimentos) O fortalecimento do nacionalismo romano( o argumento da republica tinha finalidade conseguir apoio dos plebeus) Golpe do senado : organizado pelos patrícios que tinham o apoio dos clientes para evitar mudanças radicais.
  17. 17. Republica romana (res-coisa /publicus- publicas) Tinha um caráter elitista e excludente. Privilegiava os patrícios. Tinha como principal cargo de representação o senado. Os plebeus ainda viviam discriminados da vida política de Roma. No inicio da republica, iniciou-se os processos de conquistas que tornou Roma a principal potência do mundo antigo
  18. 18. A construção da cidadania romanaAs lutas sociais na Roma Republicana
  19. 19. Contexto das lutas sociais romanas Patrícios:  Plebeus: Eram os nobres de  Foram todos aqueles Roma que viviam a Donos das melhores discriminação política , terra jurídica, civil e religiosa Monopolizam os cargos  Boa parte do grupo públicos e a vivem em mazelas participação política sociais
  20. 20. Conseqüências da expansãoimperialista A popularização do exercito veio com objetivo de fortalecer o exercito para as conquistas militares. Enriquecimento da minoria dos plebeus com o avanço do comercio,da terra e dos escravos. Pauperização de boa parte dos plebeus ocorrida com a prestação do serviço militar. O fortalecimento de uma consciência plebéia de luta contra a discriminação As ondas de greves e revoltas populares no período republicano que fragilizaram a base do exercito romano. A força das greves em Roma vinha do fato dos plebeus constituírem a base do exercito romano
  21. 21. Exigências plebéias Acesso aos cargos públicos Casamentos mistos Igualdade religiosa Leis escritas Ter poder de decisão no governo Abolição da escravidão por divida Reforma agrária
  22. 22. CONQUISTAS PLEBEIAS Houve a criação do cargo dos Tribunos da Plebe. Foram representantes plebeus no estado patrício.Tinham como atribuição elaborar um conjunto de reformas em benefícios da comunidades plebéia ou podia vetar decisões que fossem contra os interesses plebeus.
  23. 23. CONQUISTAS PLEBEIAS Leis das doze tabuas Foram as primeiras leis escritas de Roma Substituíram o direito consuetudinário(leis orais e baseada na tradição) Serviam de base para a construção da cidadania Criaram noções de direitos e deveres Foi a forma encontrada para manipular a população plebéias o direito romano estava dividido da seguinte maneira: jus civile(direito civil), jus naturale ( direito natual), jus gentium(direito da gente) jus puniende( direito de punição)
  24. 24. Outras conquistas plebéias. Lei canuléia:  Lei Ogulnia: Estabeleceu os  Possibilitou a igualdade casamentos mistos religiosa entre patrícios entre patrícios e e plebeus. plebeus.  Permitiu o acesso Deu origem ao grupo plebeu ao conselho dos dos nobilitas pontífice. Os plebeu Possibilitou a igualdade podem ser sumo civil. pontífice ou pontífice máximo.
  25. 25. Outras conquistas plebéias Lei Hortência:  Licinias- sextias: Fortaleceu o cargo de  Permitiu o acesso tribunos da plebe plebeu ao Consulado Possibilitou o plebiscito  Criou a possibilidade de Instituiu o estado acesso ao ager plebeu dentro do publicus. estado patrício  Constitui-se em uma lei O cargo de tribuno da agrária plebe serve como trampolim político para outros cargos
  26. 26. Outra conquistas plebéias Lei poetelia: Aboliu a escravidão por divida Foi a lei que enfrentou forte oposição dos grupos escravocratas de Roma A lei poetelia não foi cumprida em Roma
  27. 27. EXPANSÃOIMPERIALISTA ROMANA MARE NOSTRUM
  28. 28. Definição: É a ação de conquista política, econômica, cultural e ideológica sobre as áreas de influência. Objetivos: terras férteis, mão de obra escrava, pontos de comércio, metais preciosos e matérias-primas.
  29. 29. Fases das conquistas romanas Pequena expansão:conquista da península Itálica Grande expansão: predomínio de Roma no Mediterrâneo. Está subdividido em: Conquista Mediterrâneo ocidental(Guerras Púnicas Roma x Cartago) e oriental (guerras contra os Impérios Helenísticos).
  30. 30. Pequena Expansão Conquista península Itálica O inicio das conquistas se deu com a expulsão Etrusca Adotou-se a política seletiva de dominação Institui-se as federadas e conquistadas
  31. 31. POLITICA SELETIVA DEDOMINAÇÃO. O critério utilizado pelos romanos para selecionar a estratégia de dominação ocorria de acordo com a reação do dominado. as nações que buscavam alianças eram tratados com privilégios, mas tinham suas áreas exploraradas. Os povos que reagiam eram tratados com violência e por vezes massacrados ou escravizados e tinham suas áreas exploradas..
  32. 32. Política Seletiva de Dominação Áreas federadas:  Áreas São áreas aliadas a Conquistadas:  Foram locais que viviam Roma. a opressão romana. As elites eram  População era mantidas no poder. escravizada Formavam a Liga  As riquezas são Latina. consideradas coisa Tinham suas publica romana propriedades  Os romanos indicariam consideradas coisa governadores romanos. publicas de Roma.
  33. 33. Métodos da dominação romana Os romanos estabeleciam dominação cultural sobre as regiões dominadas para impor seu modelo de vida e sua concepção de mundo, com intuito de facilitar a dominação e exploração. Neste sentido podemos destacar: Imposição da língua, escrita e religião. Chegavam fazer desenvolvimento de urbanização com a construção de aquedutos,estradas, templos, portos entre outros.
  34. 34. Conquista do Mediterrâneo Ocidental Guerras Púnicas: Roma X Cartago(Punos) Motivações: Disputavam as ilhas da Sicília, Córsega e Sardenha( pontos de comércio no Mediterrâneo, a produção de trigo e cereal)
  35. 35. Roma X Cartago Segunda Guerra Púnica : Disputa pela Península Ibérica ( produção de ferro, metais preciosos e pontos de comércio) Aníbal :General e estrategista cartaginês tem grande conquista contra Roma. Terceira Guerra Púnica : Destruição de Cartago para obter um ponto na África para dominar os Impérios Helenísticos -mostra a superioridade romana -humilhar cartago
  36. 36. A destruição de Cartago
  37. 37. Alexandre “O Grande” A expansão territorial do Império Helênico Mapa contendo todo o trajeto feito por Alexandre III durante o seu reinado.
  38. 38. Conquista do Mediterrâneo Oriental Disputas contra os Impérios Helenísticos Helenismo: É a fusão da cultura grega e a oriental. Produzida dominação Macedônica com Alexandre “o grande “ Fatores da dominação romana: Longos períodos de guerra Descontentamento dos soldados Morte de Alexandre Anarquia militar/política macedônica Açao militar romana
  39. 39. Crise Agrária Romana A Luta Pela Reforma Agrária
  40. 40. Contexto romano A expansão do latifúndio( ocorreu através das guerras de conquistas, “grilagem” de terra pública e a falência dos pequenos agricultores) Aumento do número de escravos Dominavam os principais pontos de comércio na antiguidade clássica. A concentração da riqueza nas mãos de cavaleiros, patrícios e nobilitas Roma é a principal potencia econômica, política e cultural na antiguidade clássica
  41. 41. Situação do pequeno agricultorromano A falência de parte dos pequenos agricultores ocorreu em função dos seguintes fatores: Prestação do serviço militar, trazia como dificuldade a ausência do trabalhador de sua propriedade e da produção agrícola. Má qualidade das terras. Falta de apoio do governo que não elaborava uma política social voltada ao pequeno agricultor. Concorrência interna e externa de produtos agrícolas, como: trigo, cereal ou cevada.
  42. 42.  Houve o êxodo rural Crescimento das cidades de maneira desordenada sem a infra-estrutura urbana. Crescimento do mercado informal Aumento da criminalidade Fortalecimento das mazelas sociais( fome, miséria, desemprego entre outros) Caos social romano. O descontentamento dos setores populares
  43. 43. Formas de Reação Plebéia Greves, guerras civis e as revoltas Estas formas de resistências abalaram a base do exercito romano formados agricultores.
  44. 44. Crise republicana O estado republicano estava vivendo crise moral com a sociedade romana . O Senado era acusado de corrupção, nepotismo, falta de vontade política para resolver os problemas sociais. A fragilidade do exercito romano possibilitou as revoltas escravas, províncias e guerras civis.
  45. 45. Partidos Políticos Partido Popular ou  Partido Aristocrático democrático. ou optimates. O partido democrático lutava  O partido aristocrático para arrancar o poder visava manter seu político das mãos das mãos do Senado antigo e indiscutível controle dos assuntos do Estado romano.
  46. 46. Os Irmãos Graco Tibério:  Caio: Lei agrária, Lex  Lei Frumentária: Sempronia ou Lex  Toda produção de trigo e Agrária: cereal deveria ser doado Todas as propriedades ou vendido mais barato aos plebeus. Sendo públicas( ager publicus) subvencionado pelo estado acima de 500 iujeiras  Tentou implantar a deveriam ser divididas democracia no estilo em lotes e distribuídas ateniense. a população  Retomou a Lei Agrária de Tibério Graco.
  47. 47. A CRISE MILITAR EM ROMA Mário  Silas Defensor da Plebe  Ligado aos Patrícios foi eleito cônsul por 6  estabeleceu 4 anos de vezes consecutivas, ditadura, perseguiu conseguindo violentamente os modificar o exército, seguidores do seu criou o exército antecessor. assalariado
  48. 48. O Levante de Espartacus Era Grego da Região da Trácia , filho de pequenos Agricultores . Dominação romana na Grécia e transformou espartacus em escravo. Foi mandado ao trabalho nas Minas de ferro Líbia e desenvolveram o trabalho manual. Foi vendido para escola de gladiadores com fim de se preparar para lutar nas arenas.
  49. 49. Arenas na República Os gladiadores tinham tratamento especial, faziam varias alimentações, aprendiam técnicas em mexer em armas e habilidade em lutas marciais . Eram de grande valor como : guerreiros nas arenas , escravos amantes e agiam como reprodutores .
  50. 50. Fatores, Resistência e Dificuldades Necessidade de liberdade , resgatar a cidadania, voltar para suas terras, morte de gladiadores nas arenas e nas escolas. Bandos armados que usavam violência como forma de protesto e luta pela liberdade. As dificuldades do movimento de spartacus estão vinculadas as diversidades étnicas, culturais e diferentes formas de projetos de resistencia e liberdade . Foram duramente reprimidos por Marcus Crassos.
  51. 51. Caio Júlio César Foi ditador vitalício e populista ,desenvolveu práticas clientelistas com intuito de manipular das massas,para conquistar o apoio popular, para isso foi adotado a Política do “Pão e circo” com perfil personalista.
  52. 52. Conquistas de César
  53. 53. Medidas Julianas Perseguiu e matou parte da oposições em Roma Distribuição de pão,trigo, cereais e mandou baixar o preço do trigo . Comprou gladiadores, construiu arenas de combate e incentivou as festividades públicas. Incentivou o mercado informal, o casamento de soldados nas áreas coloniais, aumentou o salário dos soldados e distribuiu de terras para os soldados mais antigos.
  54. 54. A Política do Pão e Circo As arenas eram utilizadas como forma de alienação da população.
  55. 55. Os políticosOs políticos Pusavam asusavam as Oarenas paraarenas para Vsese Político: Opromoverem epromoverem e Gladiadores Gladiadoresmanipular omanipular o morriam nas arena morriam nas arenapovo.povo. para distrair a para distrair a Gladiadores população, população, subversivos subversivos para subversivos para criminosos mostrar a força do mostrar a força do estado romano e os estado romano e os criminosos para criminosos para fazer o discurso da fazer o discurso da segurança publica. segurança publica.
  56. 56. Povo: politicado pão e circo. Os animais utilizados na política do pão e circo eram: tigre, leão, javali entre outros
  57. 57. A Conspiração do Senado . Devido ter um grande prestigio com a população e os soldados . O Senado percebe que César aumenta o seu poder e consequentemente iria esmagar o Senado e implantar o Império .
  58. 58. A Morte César Em 44 a.c. César foi assassinado por uma conspiração de elementos da classe senatorial liderado por Brutos (filho adotivo de César ) e Cássio . No entanto, não tiveram o apoio da população e nem do exercito romano e da Itália. Com a morte de César intensificou novamente as lutas pelo poder de Roma .
  59. 59. O Segundo Triunvirato Após a morte de César ,o Cônsul Marco Antônio e Lépido ,chefe da cavalaria, lideram um movimento, para impedirem que o Senado chegassen a retomar o poder em Roma. O Império Romano foi dividido entre Marco Antônio (ficou com oriente), Lépido(com a África) e Otávio(com o ocidente) . Roma e a península Itálica é governado pelo segundo Triunvirato. Logo as lutas pelo poder se intensificaram. O Otávio derrotou a Marco e Cleópatra (da família dos Ptolomeu) governante do Egito que se suicidaram com a derrota. Com isso, Otavio recebeu do Senado o título de "Primeiro Cidadão" (Princeps), primeira escala para atingir o título de supremo (Imperator). Otávio foi tornando-se gradualmente o senhor de Roma, recebendo, além dos dois títulos, o de "divino(Augustus).
  60. 60. Otávio Augusto (27 a.C. – 14 d.C.) Instaurou o Principado de 30 a.c até 235d.c. Foi o primeiro imperador de Roma. Na sua administração, preocupou-se com as obras públicas, sendo de sua época grande parte das majestosas construções que fizeram de Roma a "Cidade Eterna". Para cuidar da segurança imperial, foi criada a "Guarda Pretoriana", cuja função mais importante era a de proteger o imperador e a capital do Império.
  61. 61. DINASTIAS ROMANA JULIO CLAUDIANA FLAVIANA ANTONINA SEVERIANA
  62. 62. Tibério Júlio César Sucessores de Augusto – Nomeado por Augusto como seu sucessor, Tibério Júlio César assume o império em 14 d.C. Tibério reforça o caráter oligárquico do poder, passa ao Senado a prerrogativa de eleger os magistrados e enfrenta conspirações palacianas que resultam em processos de lesa-majestade, execuções e suicídios.
  63. 63. Caio César Germânico “Calígula” Calígula – Caio César Germânico é o sucessor de Tibério em 37 d.C. Fica conhecido por Calígula, diminutivo do tipo de sandália usada pelos soldados.Transforma o principado em monarquia teocrática inspirada no estilo oriental. Persegue os senadores ricos e fica famoso por suas críticas ao Senado nomeando cônsul seu cavalo Incitatus. É assassinado pela guarda pretoriana em 41.
  64. 64. Cláudio Retoma a tradição administrativa de Augusto e conquista o sul da Britânia e a Trácia. É assassinado em 54 por sua segunda mulher, Agripina, que coloca seu filho Nero no trono.
  65. 65. Nero Déspota que desencadeia uma série de assassinatos, incluindo o da própria mãe, Agripina. Incendeia Roma e inicia a perseguição aos cristãos. É deposto pelo Senado e suicida-se em 68. A ele sucedem- se quatro imperadores durante o ano de 69, substituídos pela dinastia flávia (Vespasiano, Tito e Domiciano), entre 69 e 96.
  66. 66. Os Antoninos : A “Idade do Ouro” do Império Romano. É a denominação dada aos imperadores adotivos, que chegam ao trono por adoção ou eleição, a partir de 96. Começa com a nomeação de Nerva, pelo Senado. Em 98, depois de um motim dos pretorianos, é eleito Trajano, governador da Alta Germânia, que com suas conquistas faz com que o Império Romano alcance sua extensão máxima. Seu sucessor é Adriano, governador da Síria, em 117, que reestrutura a administração e o exército, ordena a primeira codificação do Direito Romano, funda inúmeras cidades e pacifica os territórios do império. Morre em 138 e é sucedido por Antonino Pio (138 a 161), Marco Aurélio (161 a 180) e Cômodo (180 a 192) filho de Marco Aurélio . A partir do reinado de Marco Aurélio reativam-se as guerras de povos dominados.
  67. 67. Os Antonino Marco Aurélio foi o único a não seguir com a tradição de sucessão baseado na escolha do melhor “concepção Estóica “. A partir do Antonino observa-se o processo de ruralização . Devido a tendência da concentração de terras baseados na mão-de-obra escrava e auto-suficientes “villae” . O empobrecimento da população que se estendia até a camada Média devido a concorrência do trabalho escravo,barateando cada vez mais o custo de trabalho e as epidemias de peste .
  68. 68. Século III Crise do sistema escravista /aumenta o numero de grades propriedades trocando a mão-de-obra escrava (caro) pela livre (desvalorizada) iniciando o sistema de colonato em o homem se prende a terra. O declínio do artesanato nos grandes centros / as províncias possuindo pequenas oficinas e se tornando auto-suficientes. As revoltas no campo dos camponeses escravos ao mesmo das freqüentes invasões de tribos “bárbaras”
  69. 69. As diferentes etnias contribuírampara o fim de Roma
  70. 70. Invasões “bárbaras”
  71. 71. Dinastia dos Severo Iniciada com o acesso de Sétimo Severo ao trono, em 193. Sucedem-lhe Caracala, Helio Elagábalo e Alexandre Severo, até 235. Além da redução dos poderes do Senado e do fomento da germanização do exército, o ato mais importante do período é a Constitutio Antoniniana, de 212, que concede a plena cidadania romana a todos os provincianos livres e estabelece a unidade jurídica do império. Excluindo Sétimo Severo, todos os imperadores dessa dinastia são assassinados .
  72. 72. Bárbaros Para os romanos "bárbaro" era todo aquele que vivia além das fronteiras do Império Romano e,que não possuía a cultura romana. De origem discutida, ocupavam uma região chamada Germânia e se subdividiam em vários povos: borgundios, vândalos, francos, saxões, anglos, lombardos, godos e outros. Nos séculos IV e V os principais povos bárbaros se deslocaram em direção ao Império Romano, empurrados pelos Hunos que vinham do oriente, levando pânico e destruição aonde chegavam. Esse processo acabou por precipitar a fragmentação do império, já decadente devido a crise do escravismo e a anarquia militar.
  73. 73. Os povos “bárbaros”

×