O Paisagismo na História OcidentalBrasil – Paisagismo Moderno e ContemporâneoProfa. Cássia Mariano - 2011.
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No Brasil, o CONAMA legislasobre as APAs: “unidades deconservação, destinadas aproteger e preservar aqualidade ambiental e...
CONTEMPORANEIDADE:MODERNIDADE:                                            SOCIEDADE: pós-industrial –SOCIEDADE: industrial...
Parque de La Villette, Bernard Tschumi, 1983. Desconstrução da paisagem –sobreposição de 3 sistemas ordenadores, ponto – r...
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Arte ambiental (Land art):Manifestação – expressão da natureza como processos e forças; “influêncialibertadora no paisagis...
Piazza d’Italia, N. Orleans, Charles Moore,70’s
Tunner Fountain, Peter Walker, Harvard, 90’s.                               Simbolismo e metáfora;                        ...
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Centro de Tecnologia eCiências Avançadas,Hyogo, Japão, 1993.Peter Walker & Partners
Peter Walker & PartnersCentro de Tecnologia e Ciências Avançadas,Hyogo, Japão, 1993.
Martha Schwartz, 90’sÊnfase na responsabilidadeambiental e ironia como estética.                                     Jacob...
Diusburg Nord, Peter Latz, 2000’sRelação da arte abstrata com apaisagem, a ecologia e a sociedade;Desenho: layers que perp...
Floriade, Haya, Holanda. Michiel den Ruijter, 1990’s.
Parque da Gleba E, FernandoChacel, 90’s.Primeira intervenção com intençõesde incorporar princípiosconservacionistas e pres...
Fernando Chacel:                              Recomposição                              ambiental no                      ...
Charles WaldheimInfraestrutura verde como partido –sistemas naturais na base de manejonas cidades ... Retornar os ciclosna...
Kongjian Yu,Matrizes naturais + matrizes culturaissobrepostas
Red Ribbon River Park, Kongjian Yu,2000’sMatrizes ecológicas e elemento lúdicode amarração.A paisagem como máquina viva:mi...
Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Kongjian Yu, Taizhou, China, 2006.Solução projetual: O parque é composto por...
Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;O plano de massas            Wetland ripáriabaseia-se na carta deáguas e con...
Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Matrizambiental;Herbáceasripáriasnativas foramutilizadas naconsolidaçãodas m...
Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Matriz humana;Casa de chá:ambiência com apaisagem noentorno.
Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Plataforma transparente flutua sobre a wetland construída e permite fluxos d...
Bibliografia:Laurie, M. Introducción a la Arquitectura del Paisaje. Barcelona: GG, 1990. cap 2.Newton, N. Design on the La...
O Paisagismo na História OcidentalBrasil – Paisagismo Moderno e ContemporâneoProfa. Cássia Mariano - 2011.
Paisagismo   brasil moderno e contemporâneo
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Paisagismo brasil moderno e contemporâneo

  1. 1. O Paisagismo na História OcidentalBrasil – Paisagismo Moderno e ContemporâneoProfa. Cássia Mariano - 2011.
  2. 2. BRASIL - ANTECEDENTES:O país das florestasPujança;Riqueza;Jardins botânicos epasseios públicos(Carta Régia 1798):Pará, Pernambuco,Bahia, Minas Gerais eSão Paulo.preocupação da CoroaPortuguesa:conhecimento epotencialidadeseconômicas da floralocal e aclimatação daexótica, nos caracteres:científico, agrícola eeconômico Mata Atlântica, São Paulo.
  3. 3. Rio de Janeiro, monumento à flora e à paisagem; Profundas reformas desde 1808; 1916: Missão Francesa; Gradjean de Montigny - Missão Artística, 1816 - aclimata o classicismo na arquitetura e os jardins continuam imitando modelos europeus nas formas e escolhas das essências; Major Archer – 1862 – reflorestamento da Tijuca a partir de maciços heterogêneos de espécies nativas – proteção aos mananciais;Rugendas, retratando a floresta da Tijuca, séc.19.
  4. 4. Passeio público, R. J. – Mestre Valentim.Mestre Valentim: arquiteto e escultor, traçou recinto ajardinado sobre as áreasalagadiças e de charcos da lagoa do Boqueirão da Ajuda: Passeio Público.O Passeio Público remodelado por Auguste Glaziou: Campo de Santana econstrução dos Jardins da Quinta da Boa Vista - 1858 – nomeado pelo imperador chefede Parques e Jardins da Cidade do Rio de Janeiro - herbário de +/- 24mil espécies remetidas para Paris;as realizações urbanísticas de Glaziou são referências para Burle Marx.
  5. 5. Auguste Glaziou - Campo de Santana, RJ. Síntese das tradições em voga na Europa: O pitoresco do jardim inglês e o formalismo do jardim francês.Campo de Santana, 2005 e na imagem de época,após a remodelação de Glaziou, 1880.
  6. 6. Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro.Glaziou introduz ojardim paisagistainglês, com traçosformalistas dojardim francês: “oolhar dopaisagista e aciência dabotânica são osinstrumentos detrabalho” ( Segawa, 2003)
  7. 7. São PauloParque doAnhangabaú,déc.1920. Bouvard eCochet;Várzeas saneadas eparques centrais. Destaque da planta Sara Brasil, 1930
  8. 8. Parque do Anhangabaú, empostais; Bouvard e Cochet;
  9. 9. Parque dom Pedro II, várzea do Carmo. Projeto de Bouvard, década 1920.Inundação na Várzea do Carmo, Benedito Calixto Parque do Carmo, Ilha dos Amores, década de 1930.
  10. 10. Paisagismo moderno -Brasil Parque do Flamengo, B. Marx. Roberto Burle Marx (1909 – 1994) – fusão (mimese) das artes plásticas com a botânica moderna; Inaugura o paisagismo moderno em escala mundial transição da arte abstrata para a paisagem; fusão entre as artes e a ciência, técnica e estética para o desenho da paisagem – cria o paisagismo moderno, no Brasil, em 1932; Referências: Jardins europeus, Auguste Glaziou, Cândido Portinari, a exuberância da flora brasileira e a sinuosidade de nossos rios; Utiliza vegetação por sua individualidade e por sua textura como conjunto.
  11. 11. Roberto Burle Marx – 1905 - 1994 Paisagem definida como exigência estética, necessidade absoluta para a vida humana – obra reitera a vegetação, como a maior riqueza do país, mote de seu trabalho; Uso de flora autóctone, como elemento de identidade, conhecimento e valorização; Conhecimento da flora brasileira – exercícios de desenho nos jardim botânico de Dahlem, Alemenha, déc. 1920;ENBA – transferência da Arquiteturapara Artes Plásticas, por sugestão deLúcio Costa; Por este, o projeto paraos jardins da residência Schwartz,1932, co-autoria de G. Warchavchik. Jardins do MES, guache, 1938
  12. 12. Residência Odette Monteiro, B. MarxCorrêas, RJ. 1948 e 1988.Próxima à serra dos Órgãos, RJ,valorização das montanhas e uso devegetação autóctone;Modelado de terreno com criação demorrotes e depressões para conduziro olhar à riqueza da paisagemcircundante.
  13. 13. Residência Kronsfoth, B. MarxTeresópolis, 1955.Exploração de valores como cor,textura, luz – uso de uma série deelementos vegetais, poucoutilizados até então;O jardim captura a paisagemcircundante, como experiênciasensitiva.“são formas de tocar, sublimar,sentir ou estabelecer valoresculturalmente determinados”Flávio Motta, 1986.
  14. 14. Hospital Sul-América, Burle Marx.RJ, 1955.Intensas relações formais entre ogramado e o piso, o muro e obanco, entre espelho d’água,calçamento de pedra e vegetaçãocolorida;Sentido de complementaridadee precisão absoluta doselementos incorporados;Tensão na descentralização.
  15. 15. São Paulo, 1950. Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, 1950Otavio Augusto Teixeira Mendes (1907 –1988) –espaços projetados para estimularsensações de prazer, paisagem para servivida.Dinamismo e estrutura explícitos, harmoniae coesão, composições sofisticadas entrevegetação e formas de relevo, valorizaçãode perspectivas.
  16. 16. O parque como ambiência eespaço de convívio é produto daproposta de Teixeira Mendes. Parque do Ibirapuera, 1952. Parque do Ibirapuera, 1952 – sinuosidades para capturar perspectivas da cidade a partir do parque; lagos, superfícies de grande perímetro e larguras diferenciadas; reflexibilidade, placidez e horizontalidade.
  17. 17. Paisagismo moderno-América do Norte Thomas Church, Donnel Garden, 1948. Sofisticação no plano e tratamento formal – espaços adquirem complexidade quando vistos em perspectiva. Conexão estética dinâmica entre o projeto e o entorno.
  18. 18. Paisagismo modernoGarret Eckbo, “ a paisagem é para seviver” – 1950 –A paisagem é algo que vemos ousentimos ao nosso redor, condicionadapela cultura e desejos e expectativas;- paisagismo moderno transmutado emfilosofia e arte, incorpora as ciênciasecológicas e os processos naturais –relações humanas no meio bio-físico.Paisagem e ambiente são sinônimos;Desenho é produto e processo;Elementos de ordenação: espaço, tempo,luz, formas de terra, elementosconstruídos, vegetação.
  19. 19. Paisagismo modernoLawrence Halprin, déc. 1960 –envolvido com a natureza e seusprocessos como elementos deidentidade própria dos lugares esuas comunidades;O desenho da paisagem requerenvolvimento participativo –processo tão importante quanto oprojeto (resultado) obtido;Conceitos de natureza e ecossistemaestão implícitos no processo, que ésempre dinâmico, assim como apaisagem.
  20. 20. Lawrence Halprin, 68.Sistema de Espaços Livres de Portland.
  21. 21. Lawrence Halprin, 70’s.Sea Ranch: estudo ecológico –questão climática - diagrama deOlgay - relação de necessidadesbioclimáticas;A paisagem foi determinantepara a solução paisagista earquitetônica e as implicaçõesecológicas foram respeitadas.
  22. 22. Paisagismo contemporâneoPrimórdios: década ambiental ~ década 1960Paisagem e ambiente interdependentes;Mc Harg: Design with Nature – base para odesenho ambiental, políticas ambientalistas ...plano e projeto do território“Ecologia = Economia”
  23. 23. Ian Mc Harg.Em 1954 - Universidade da Pensilvânia – cria o departamento de arquitetura dapaisagem - trabalho antológico – parte publicado em,Design with Nature, 1969 - a ecologia, as ciências ambientais e asmanifestações culturais estão na gênese e no manejo da paisagem.Metodologia de Planejamento da Paisagem.Carta de vegetação, Design with Nature, Mc. Harg
  24. 24. Brasil1972 – Conferência de Estocolmo;Emerge na escala global a consciência do padrão equivocado da urbanizaçãoe do desenvolvimento vigentes; ressalta-se a importância de preservar econservar os últimos remanescentes de paisagens naturais;a conservação e manejo de recursos são tomados como pré-requisitos de umnovo conceito de desenvolvimento – arcabouço do desenvolvimentosustentável.Políticas Nacionais de Meio Ambiente – no Brasil, criação da Secretaria doMeio Ambiente, e na década de 1980 a avançada Legislação Ambiental –CONAMA – 1986 – obrigatoriedade de EIA / RIMA para projetos com alteraçãode condições físicas, bióticas e socioeconômicas.Planejamento paisagístico – necessário equipe multi e interdisciplinar;Conscientização ecológicaEco 92 –
  25. 25. No Brasil, o CONAMA legislasobre as APAs: “unidades deconservação, destinadas aproteger e preservar aqualidade ambiental e ossistemas naturais aliexistentes, visando àmelhoria da qualidade de vidada população local e tambémobjetivando a proteção dosecossistemas regionais... AsApas terão sempre umzoneamento ecológico-econômico”Até o final da década de 1980foram criadas 19 Apas noestado.
  26. 26. CONTEMPORANEIDADE:MODERNIDADE: SOCIEDADE: pós-industrial –SOCIEDADE: industrial – setores de globalização;produção / produção seriada; Sociedades pós-modernas: historicistas, simulacros.ESTÉTICA: moderna – projeto ESTÉTICA: Desconstrutivismo;privilegiam a estrutura – visão do todo edo todo nas partes; Minimalismo;A estrutura é bela, revela a essência, Pós-modernismo;deve ser aparente; Ambientalismo.Figura e fundo são complementares ecompositivos. FILOSOFIA (ciências sociais): Pós-estruturalismo;FILOSOFIA (ciências sociais): A história não evolui linearmente;Estruturalista; Fragmentação, colagem, diversidade;Concretista e dialética Complexidade;Movimento que forma a totalidade. Desordem, dispersão, difuso.
  27. 27. Parque de La Villette, Bernard Tschumi, 1983. Desconstrução da paisagem –sobreposição de 3 sistemas ordenadores, ponto – reta - plano. Remodelaçãoa noroeste de Paris.
  28. 28. Parque de La Villette, Bernard Tschumi.
  29. 29. Paisagismo contemporâneo Estéticas: Desconstrutivismo; Minimalismo; Metáfora na paisagem (ironia); Historicismo; Visão ecossistêmica;George Hargreaves, San José Plaza,Califórnia, 1998. Desconstrução e metáfora dapaisagem.Desconstrução: base filosófica ao desenho –sistemas autônomos, justapostos que podemdesbaratar a composição / negam hierarquia ousistema ordenador ou hegemonia.
  30. 30. Parque do Tejo e do Trancão, GeorgeHargreaves, 1998.Usos e atividades previstas emconsonância aos processos ecológicose de resguardo (recuperação) do sítio, eos processos com a água e a terra; OCentro de educação ambientalpropicia oportunidade de aprendizadosobre as áreas junto às águas
  31. 31. Parque do Tejo e Trancão,Lisboa, Hargreaves, 1998
  32. 32. Arte ambiental (Land art):Manifestação – expressão da natureza como processos e forças; “influêncialibertadora no paisagismo cultural”( Franco), interação do artista com o meioambiente. Lightning Field, Walter de Maria, N. México, 70’s
  33. 33. Piazza d’Italia, N. Orleans, Charles Moore,70’s
  34. 34. Tunner Fountain, Peter Walker, Harvard, 90’s. Simbolismo e metáfora; estrutura minimalista
  35. 35. Memorial WTCPeter Walker, 2011Poética e lirismo deintrospecção, minimalismo
  36. 36. Centro de Tecnologia eCiências Avançadas,Hyogo, Japão, 1993.Peter Walker & Partners
  37. 37. Peter Walker & PartnersCentro de Tecnologia e Ciências Avançadas,Hyogo, Japão, 1993.
  38. 38. Martha Schwartz, 90’sÊnfase na responsabilidadeambiental e ironia como estética. Jacob Javits Plaza, NYCenter for InnovativeTechnology, Herndon, USA Courthouse Plaza, Japão.
  39. 39. Diusburg Nord, Peter Latz, 2000’sRelação da arte abstrata com apaisagem, a ecologia e a sociedade;Desenho: layers que perpassamsistemas naturais e culturais doespaço.
  40. 40. Floriade, Haya, Holanda. Michiel den Ruijter, 1990’s.
  41. 41. Parque da Gleba E, FernandoChacel, 90’s.Primeira intervenção com intençõesde incorporar princípiosconservacionistas e preservacionistasde recuperação de ecossistemas naregião da barra da Tijuca, RJ. –princípio da ecogênese;- Projeto pauta-se na recomposiçãopossível dos ecossistemas domangue, restinga e o parque.Início da implantação: recuperação, preparo dosolo e primeiros plantios.
  42. 42. Fernando Chacel: Recomposição ambiental no conjunto de parques lineares na Barra da Tijuca; Ecogênese: ação humana, parte integrante da paisagem cultural que utiliza, para recuperação dos componentes bióticos, associações e indivíduos que compunham osParque Fazenda da Restinga, ecossistemasBarra da Tijuca, RJ, 90’s. originais. Parque da Gleba E, 90’s.
  43. 43. Charles WaldheimInfraestrutura verde como partido –sistemas naturais na base de manejonas cidades ... Retornar os ciclosnaturais que se perderam;Revisão na forma de manejo, detratamento e de conservaçãotradicionais (eng. civil), consideradosobsoletos por sistemas “naturais” Tratamento da baia de Ashbridges, Toronto, Canadá.
  44. 44. Kongjian Yu,Matrizes naturais + matrizes culturaissobrepostas
  45. 45. Red Ribbon River Park, Kongjian Yu,2000’sMatrizes ecológicas e elemento lúdicode amarração.A paisagem como máquina viva:minimizar intervenções; deixar “anatureza trabalhar”; valorizar o comume reciclar o existente.
  46. 46. Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Kongjian Yu, Taizhou, China, 2006.Solução projetual: O parque é composto pordois“layers”:- matriz natural sobreposta pela- matriz humana, o jardim flutuante.A matriz natural é composta pela wetland e pelavegetação projetada a partir do processo de cheiase do ecossistema original - paralelo à ecogênese-Sobre esta matriz flutuam os jardins humanos,composto por um sistema a incluir:- a matriz das árvores;- rede de caminhos e circulação;- a matriz das caixas de histórias (story boxes); Yongning River Park, Taizhou, 2006
  47. 47. Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;O plano de massas Wetland ripáriabaseia-se na carta deáguas e constituialternativa ecológica para Lago externo, wetlandas águas de chuvas;sistema de wetland éconstituído, dentro e fora Caixas de histórias flutuantesda área das margens, nasquais vegetação ripária éintroduzida; Sistema de caminhos flutuantesA partir deste quadro, a Matriz arbóreadinâmica da paisagem éconstituída, onde osjardins de elementos Plano de massashumanos podem flutuar.
  48. 48. Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Matrizambiental;Herbáceasripáriasnativas foramutilizadas naconsolidaçãodas margensdo rio e paracriarespacialidadeatrativa –ambiência –ao visitante.
  49. 49. Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Matriz humana;Casa de chá:ambiência com apaisagem noentorno.
  50. 50. Os Jardins Flutuantes: Parque do Rio Yongning;Plataforma transparente flutua sobre a wetland construída e permite fluxos de águas durante aestação das cheias
  51. 51. Bibliografia:Laurie, M. Introducción a la Arquitectura del Paisaje. Barcelona: GG, 1990. cap 2.Newton, N. Design on the Land. Harvard: MIT Press, 1986.Jellicoe, G. El Paisaje del Hombre. Barcelona: GG, 1995.Dourado, G. Visões da Paisagem. S. Paulo: ABAP, 1997.Franco, Maria. Planejamento ambiental.Leenhardt, J. Nos Jardins de Burle Marx. S. Paulo: Perspectiva, 1996.Montero, M. Burle Marx, paisajes liricos.Motta, F. Roberto Burle Marx e a nova visão da paisagem. S. Paulo, Nobel, 1983.Process: Architecture. Lawrence Halprin.Process: Architecture. Garrett Eckbo.Mariano, Cássia. Preservação e paisagismo em São Paulo: O A Teixeira Mendes.Toledo, Benedito. S. Paulo:três cidades em um século.Holden, R. Diseño del espacio público. Barcelona: GG, 1996.Fundação Maria Luisa e Oscar Americano. Guia do parque.YU, Kongjian. The Art of Survive.
  52. 52. O Paisagismo na História OcidentalBrasil – Paisagismo Moderno e ContemporâneoProfa. Cássia Mariano - 2011.

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