Relação médico-paciente - A prática

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Relação médico-paciente - A prática

  1. 1. Prof.ª Luciana Krebs Email: lucianakrebs@hotmail.com
  2. 2. TRANSFERÊNCIA
  3. 3. Existe em todos os lugares e momentos da vida Na relação médico-paciente ela cria as fantasias que conferem ao médico os poderes excepcionais de que precisa para tratar. É como o pai todo- poderoso ou como a mãe amantíssima que o cliente o procura.
  4. 4. Dá origem a expectativas irrealistas que caminham para frustrações. Forma de dotar a pessoa da confiança de que ela precisa para enfrentar situações difíceis. A crença de que os médicos são dotados de poderes especiais, não deve ser eliminada nem incentivada, mas regulada de jeito que possibilite o seu aproveitamento terapêutico.
  5. 5. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  6. 6. • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  7. 7. • Personalizar a relação • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  8. 8. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  9. 9. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  10. 10. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  11. 11. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  12. 12. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  13. 13. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  14. 14. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  15. 15. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  16. 16. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Ganho primário e secundário • A denominação do encontro médico-paciente
  17. 17. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • A denominação do encontro médico-paciente
  18. 18. • Personalizar a relação • Evitar os formalismos • Atenção à singularidade de cada um • Respeitar o pensamento de cada um, sem julgá-lo • Atender com horário marcado • Ouvir com atenção • Autenticidade • Controle da ansiedade • Não se imiscuir na vida privada do paciente • Valorizar seu trabalho • Chegar com os pacientes a uma idéia comum sobre a enfermidade • Ganho primário e secundário
  19. 19. Tipos Psicológicos de Pacientes
  20. 20. O Tipo Ansioso • Está em permanente expectativa catastrófica e vive constantemente amedrontado; • Está sempre “apressado” e passa pelas coisas sem aprofundamento e não aprecia em seus detalhes; • Relatam ligeiramente seus sintomas e cobram rápidas soluções. • Ouvem mal, tendo idéias pré-formadas; • Esquivam-se o quanto podem dos médicos, dos exames e dos remédios ou tornam-se adictos a eles.
  21. 21. O Tipo Ansioso A Reação do Médico é decisiva... • A ansiedade pode ser “contagiosa”, mas o médico não pode se deixar contaminar; • A melhor tranquilização Serenidade não simulada Verbalizar para ele os medos que ele tem e dos quais não consegue falar “Percebo que você tem medo de que isso seja um câncer.” “isto é uma coisinha simples. Use esse remédio, que vai deixá-lo bem.”
  22. 22. O Tipo Fóbico • Fobia é resultante da cristalização da ansiedade sobre um objeto ou situação externa, na qual a pessoa projeta impulsos interiores; • Costuma-se chamar sua personalidade de evitativa • Do ponto de vista da RMP, o fóbico procura esconder sua enfermidade evitando os dados que poderiam levar ao diagnóstico; • Importante perceber, que não é por falta de vontade de colaborar, mas por uma imperiosa defesa inconsciente “Eu não gosto de lugares muito movimentados” “eu gosto de dormir de luz acessa.”
  23. 23. O Tipo Fóbico Tarefa do Médico... • Diminuir as evitações, transmitindo confiança e levando o paciente a viver com mais serenidade os perigos dos quais está se esquivando; • Conceder-lhe tempo e ganhar-lhe a confiança, o que se consegue sendo autentico com ele; • Como o fóbico vive uma vida falsa, perceber a calma genuína do médico muito o tranquiliza; • Os convencionalismos e as frases feitas , por conterem algo de hipocrisia, devem ser evitados, ainda que bem intencionados. • O fóbico aprecia encontrar nas demais pessoas a autenticidade que lhe falta.
  24. 24. O Tipo Histérico • Tendência à representação dramática de suas queixas. • Outra característica é a sedução, tem necessidade de parecer agradável. • Identifica-se facilmente com as demais pessoas. ...sente uma dor terrível, o remédio que lhe foi receitado agiu maravilhosamente, sente uma dor agudíssima... ...podem chegar ao consultório arrastando a perna quando poderiam apenas mancar, lamentam-se em voz alta...
  25. 25. O Tipo Histérico • Essa capacidade de identificação e sugestionabilidade podem ser aproveitadas terapeuticamente. • O médico não deve ver neles uma simulação voluntária, pois suas reações são inconscientes e involuntárias. • Deve recusar, sem ser rejeitante as manobras defensivas do paciente, porque podem levar para uma relação pouco autêntica. Estas reações escondem uma impossibilidade de verdadeiros envolvimentos emocionais.
  26. 26. O Tipo Obsessivo • Tem necessidade que tudo seja explicado em detalhes. É minucioso, ordeiro, parcimonioso. • Tem características inversas às do histérico; é um racionalista; afeito à persuasão, é pouco sugestionável; muito contido, falta-lhe o brilho necessário à sedução. Isto pode conferir-lhe, uma aparência de frieza, mas sob essa aparênia subjaz uma grande hipersensibilidade. • Traços desagradáveis são a prolixidade e a minuciosidade. • É muito sensível a qualquer tipo de erro. São intensamente observadores e muito sensíveis às mudanças. Em geral, não expressam as suas reações, mas vivem-nas secretamente, às vezes com grandes ressentimentos.
  27. 27. O Tipo Depressivo • É pessimista. • Não está interessado em qualquer coisa que não seja ele mesmo e por isso terá dificuldades que ele fale de coisas que não a sua doença. • Tem uma grande carga de agressividade contida, que se extravassa nas entrelinhas do que diz. • Uma reação comum no médico é o enfado (irritação, sonolência e desinteresse).
  28. 28. O Tipo Hipertímico • É o inverso do tipo depressivo. É tomado por um quase permanente sentimento de bem estar e por uma constante euforia. • Hipertimias que são incongruentes, caricatas ou exageradas, habitualmente encobrem uma depressão que pode vir à tona em determinadas situações. • O estado de ânimo desses pacientes pode oscilar entre hipo e a hipertimia e por isso pode-se ver grandes mudanças em suas queixas de uma entrevista para outra. O que parece uma melhora ou uma piora pode não passar de flutuações emocionais.
  29. 29. O Tipo Esquizóide • Apresenta-se desligado do ambiente. • Não lhe impressiona nem o formidável dispõe nem suas especiais atenções para com ele ou o moderníssimo tratamento que lhe dispensa. • Uma reação muito comum nos médicos é achá- los desinteressantes e, reativamente, sentirem-se pouco motivados para tratá-los e deles se desligarem.

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