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  1. 1. Unidade III MODELOS PEDAGÓGICOS: SIGNIFICADOS E CONTEXTOS Profª Elvira Patelli Modelos, currículos e programas Teoria da reprodução Teoria Crítica Construtivismo
  2. 2. Em nosso processo de construção da prática docente, seja nas situações de sala de aula ou nos estágios que realizamos, percebemos como são diferentes as formas de trabalho dos professores. Muitas vezesp nos identificamos com algum, refletindo que, quando estivéssemos com nossos alunos gostaríamos de trabalhar daquele jeito, e elegemos um “ modelo “ que nos acompanhará até que nos constituamos bé ftambém como professores. Mas o que atravessa ou dá substância às práticas pedagógicas? Como se constitui o trabalho docente ?
  3. 3. Modelo Jesuítico A eficiência da pedagogia dos jesuítas resulta do cuidado com a preparação dos mestres e uma ação uniforme de suas práticas. O Ratio Studiorum era um documento, publicado em 1599 com regras práticas sobre a açãoem 1599, com regras práticas sobre a ação pedagógica, organização administrativa e outros assuntos. Gadotti (2002) complementa: a Ratio Studiorum é o plano de estudos, de métodos e a base filosófica dos jesuítas. Representa o primeiro i i d d d ã óli El f isistema organizado da educação católica. Ela foi promulgada em 1599, depois de um período de elaboração e experimentação .
  4. 4. Saviani (2006) discutindo as teorias da educação e o problema da marginalidade coloca que, grosso modo as teorias educacionais podem ser classificadas em dois grupos: Num primeiro grupo, as teorias que entendem ser a educação um instrumento de equalização social e, portanto, de superação da marginalidade.
  5. 5. No segundo grupo, as teorias que entendem ser a educação um instrumento de discriminação social, logo, um fator de marginalização. Para esse autor, as teorias do primeiro grupo são denominadas de não-críticas. E as do segundo grupo como teorias crítico-reprodutivistas.p
  6. 6. Teorias não-críticas Tradicional Nessa concepção de aprendizagem, o ensino consiste em repassar os conhecimentos a aprendizagem éconhecimentos, a aprendizagem é repetitiva e mecânica e a transferência da aprendizagem depende do treino, e espera- se então que o aluno possa responder às situações novas de forma semelhante às respostas ensinadas em situaçõesp ç anteriores.
  7. 7. Teorias não-críticas Renovada Em oposição à Escola Tradicional, a Escola Nova destaca o princípio da aprendizagem por descoberta e estabelece que a atitudepor descoberta e estabelece que a atitude de aprendizagem parte do interesse dos alunos, que, por sua vez, aprendem fundamentalmente pela experiência, pelo que descobrem por si mesmos.
  8. 8. Teorias não-críticas Tecnicista Nessa tendência a escola funciona como modeladora do comportamento humano, através de técnicas específicas Assim aatravés de técnicas específicas. Assim, a escola atua para aperfeiçoar a ordem social vigente, no nosso caso, o sistema capitalista, e deve articular-se diretamente com o sistema produtivo.
  9. 9. As teorias crítico-reprodutivistas No final da década de 70, surge no cenário educacional um corpo de teorias, aqui denominadas crítico-repodutivistas, mas também conhecidas como pessimismo pedagógico ou pessimismo ingênuo na Educação. Têm como baliza a percepção de que a Educação, ao contráriop pç q ç do que pensam as teorias não-críticas, sempre reproduz o sistema social onde se insere, sempre reproduz as desigualdades sociais. Seu nome, crítico-reprodutivo, advém do fato de apesar de perceberem a determinação social da educação (críticas), consideram que esta mantém com a sociedade uma relação de dependência total (reprodutivistas). http://www.obore.com/acontece/textos_especiais_ em_torno_de_algumas.asp Acesso em 03/05/2007
  10. 10. Teoria do sistema de ensino enquanto violência simbólica (Bourdieu e Passeron). Conforme coloca Saviani (2006), os autores tomam como ponto de partida que toda e qualquer sociedade estrutura-se como um sistema de relações de força material entre grupos ou classes. Teoria da escola enquanto aparelho ideológico do estado (Althusser). Aparelhos Repressivos de Estado (o governo, a administração, o exército, a polícia, os tribunais, as prisões, etc.) e os Aparelhos Ideológicos de Estado (religioso, escolar, familiar, jurídico, político, sindical, da informação, cultural).
  11. 11. Teoria da Escola Dualista (Baudelot e Establet). A escola, apesar de sua aparência unitária e unificadora é uma escola dividida eme unificadora é uma escola dividida em duas grandes redes, que correspondem à divisão da sociedade capitalista em duas classes fundamentais: a burguesia e o proletariado.
  12. 12. Interatividade Na tendência tecnicista, a escola deve funcionar como modeladora do comportamento humano, através de técnicas específicas. Significa que, dentro dessa abordagem a escoladessa abordagem, a escola. (Assinale a alternativa que completa de forma correta a colocação feita acima).
  13. 13. Interatividade a) Representa a possibilidade de crescimento pessoal do indivíduo, uma vez que trabalha com a modelação do comportamento; b) Atua para aperfeiçoar a ordem social vigente e deve articular-se diretamente com o sistema produtivo;produtivo; c) Está preocupada com as mudanças sociais da sociedade, preparando o indivíduo para uma atuação crítica; d) Olha o aprender como um processo pessoal do indivíduo, mas que deve articular-se com pressupostos políticos e comunitários;p p p ; e) Considera o ensino como um processo organizado e perfeito, dentro de um conjunto de princípios que se fundamenta na psicologia e na pedagogia não-diretiva
  14. 14. Teoria Crítica da Educação Para Saviani (2006), enquanto as teorias não-críticas pretendem ingenuamente resolver o problema da marginalidade através da escola sem jamais conseguir êxito, as teorias crítico-reprodutivistas, p tentam explicar a razão do suposto fracasso. Dessa forma, para ele, o problema permanece em aberto, originando então o seguinte questionamento: é possível encarar a escola como uma realidade histórica, isto é suscetível de ser transformada intencional- mente pela ação humana?
  15. 15. Para Libâneo (1992), as tendências de cunho progressista interessadas em propostas pedagógicas voltadas para os interesses da maioria da população foram adquirindo maior solidez e sistematização por volta dos anos 80, destacando-se entre elas a Pedagogia Libertadora e a Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos.
  16. 16. Pedagogia Libertadora Mais conhecida como pedagogia de Paulo Freire (1921-1997), parte do princípio que vivemos em uma sociedade dividida em classes, na qual os privilégios de uns impedem a maioria de usufruir os bens produzidos.
  17. 17. Nessa concepção, aprender é um ato de conhecimento da realidade concreta, isto é, da situação de vida do próprio educando, e o que é aprendido decorre do nível crítico de conhecimento ao qual se chega por um processo de compreensão, reflexão e crítica.
  18. 18. Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos A atuação da escola consiste na preparação do aluno para a sociedade na qual ele se insere, com suas contradições e enfrentamentos, fornecendo-lhe instrumentos por meio da aquisição de conteúdos e da socialização, que viabilizem sua participação de forma ativa e democrática.
  19. 19. A teoria Construtivista Construtivismo significa isto: a idéia de que nada, a rigor, está pronto, acabado, e de que, especificamente, o conhecimento não é dado, em nenhuma instância, como algo terminado – é sempre um leque de possibilidades que podem ou não ser realizadas. É constituído pela interação do indivíduo com o meio físico e social, com o simbolismo humano. (Becker 2001)
  20. 20. Coll e Solé (1998), referindo-se ao construtivismo em sala de aula, esclarecem que a aprendizagem contribui para o desenvolvimento na medida em que aprender não é copiar ou reproduzir a realidade. Para a concepção construtivista, aprendemos quando somos capazes de elaborar uma representação pessoal sobre um objeto da realidade ou um conteúdo que pretendemos aprender.
  21. 21. Interatividade Os princípios construtivistas fornecem um conjunto de diretrizes a fim de auxiliar os professores na criação de meios ambientes colaboracionistas direcionados ao ensino, que estimulem e apóiem experiências autênticas, desafiadores e reflexivas. Mas qual o significado de construtivismo? I. O construtivismo é uma abordagem que pressupõe que o conhecimento é uma construção do aluno mediada pelo professor. II. O construtivismo admite que o conhecimento é um objeto pronto, algo que pode ser transmitido do professor para o aluno. III. Para a abordagem construtivista, cada um de nós percebe o mundo de modo diferente, ou seja, a percepção que temos dele é pessoal. IV. Para os construtivistas, o conhecimento é construído em todo nosso processo de vida.
  22. 22. Interatividade Assinale a alternativa correta: a) Somente as alternativas II e III estão corretas. b) Somente a alternativa I está corretab) Somente a alternativa I está correta. c) Somente a alternativa II está incorreta. d) Somente as alternativas III e IV estão corretas. e) Somente a alternativa I está incorreta.)
  23. 23. Sintetizando De um modelo tradicional que se preocupava apenas com o aprender até uma concepção que procura compreender como se aprende acontece agora a necessidade de pensar e repensar novas formas de trabalho, uma vez que nos encontramos frente a uma nova situação que muitos autores caracterizam como mudança de paradigma. Novos debates, idéias, articulações, buscas e reconstruções.
  24. 24. http://www.aic.org.br/rede/agencia/mafalda2.gif Acesso em 07/05/2007
  25. 25. http://www.blogologo.com.br/poraodounabomber/2002_marco/00calvin.J PG Acesso em 07/05/2007
  26. 26. Dentro dessa perspectiva, como olhar o processo de ensino-aprendizagem, suas relações com o planejamento, prática pedagógica e critérios de avaliação?
  27. 27. É ÓATÉ A PRÓXIMA!

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