Trabalho em Altura (NR-35) 2016/2017

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Este material é parte integrante do treinamento de NR-35 promovido pela empresa CLC Segurança do Trabalho. Seu conteúdo vem complementar as aulas teóricas, dando o suporte básico necessário as aulas práticas.
A má interpretação das informações aqui contidas pode causar ferimentos graves e até mesmo a morte. Todo treinamento deve ser realizado por profissional devidamente qualificado e com proficiência comprovada.

Atenciosamente
Claudio Cesar Pontes

Work at height; yükseklikte çalışma; работа на высоте; 高空作业; travail en hauteur; lavori in quota; 高さでの作業; өндөрт ажил; balandlikda ish; кор дар баландии;kar li height; Arbeiten in der Höhe; عمل في أوج; биіктікте жұмыс; ऊंचाई पर काम; اونچائی پر کام; 작업용;

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  • Este sistema permite visualizar a correção monetária, os juros, acréscimos e descontos, entre outras informações dos títulos dos sistemas Contas a Receber e Vendas. A organização destas informações nos relatórios do Acompanhamento de Correção facilita a comparação com a contabilidade.
  • Trabalho em Altura (NR-35) 2016/2017

    1. 1. NR - 35 Trabalho em altura Instrutor: Claudio Cesar Pontes Tecnólogo em Segurança do Trabalho
    2. 2. ATENÇÃO Este material é parte integrante do treinamento de promovido pela empresa CLC Segurança do Trabalho. Seu conteúdo vem complementar as aulas teóricas, dando o suporte básico necessário as aulas práticas. A má interpretação das informações aqui contidas pode causar ferimentos graves e até mesmo a morte. Todo treinamento deve ser realizado por profissional devidamente qualificado e com proficiência comprovada. Atenciosamente Claudio Cesar Pontes
    3. 3. Informações Práticas Tire suas duvidas Compartilhe suas experiências Debata com os colegas Aproveite o treinamento
    4. 4. Módulo I TRABALHO EM ALTURA Teórico
    5. 5. O que é Trabalho em Altura? Trabalho em altura é todo aquele onde haja risco de queda e seja realizado acima de 2 metros do nível inferior
    6. 6. 30% dos acidentes de trabalhos ocorridos ao ano são decorrentes de quedas. BRASIL 35
    7. 7. 35 Legislação – História
    8. 8. 35 Legislação – História O código de Hammurabi previa uma serie de punições em casos de acidentes, incluindo a seguinte: - Se por descuido ou negligência do capataz (encarregado), um trabalhador perder um braço, o braço do capataz debe ser cortado afim de igualar com a perda do trabalhador. Este princípio era aplicado a todos os acidentes desta naturaza.
    9. 9. Legislação Moderna
    10. 10. Legislação – Mundo OSHA – Occupational Safety and Health Administration (Administração de Segurança e Saúde Ocupacional) ANSI – American National Standards Institute (Instituto Nacional Americano de Padronização) (Norma: ANSI A 10.32: 2004 / ANSI Z 359.1: 2007) CE – Comunidade Européia 35
    11. 11. “Todo funcionário que trabalhe em um superfície de trabalho/circulação (superfícies verticais ou horizontais) com um dos lados a 6 pés (1,8m) ou mais, acima do nível inferior deverá estar protegido contra quedas por um sistema de guarda-corpo, redes de proteção ou sistema de proteção individual contra quedas.” OSHA SUB PARTE M – PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS 1926.501 Definição de Trabalho em Altura OSHA: Legislação – Mundo
    12. 12. Legislação 1977 – Foi estabelecida a Lei 6.514 regularizada pela portaria 3.214/78 NBR 15837– Equipamento de proteção individual contra queda de altura. 2012 – É publicada a Norma Regulamentadora (NR) numero 35. 35
    13. 13. O que diz a NR – 35? - A NR 35 determina quais são as responsabilidades do Empregador e as responsabilidades dos Empregados, além de trazer as diretrizes técnicas sobre proteção coletiva, Equipamentos de proteção individual entre outros pontos abordados. 35
    14. 14. Capacitação:
    15. 15. Capacitação: O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de Trabalho em Altura. O treinamento deve ser bienal com carga horária mínima de 8 horas. 35
    16. 16. Cabe aos trabalhadores:  Zelar pela sua segurança/saúde e de outras pessoas afetadas por suas ações ou omissões  Cumprir e colaborar na implementação da Norma; Direito de recusa: O trabalhador tem o direito de recusar-se a expor-se a uma situação que, dentro de seu entendimento, haja a exposição a risco de vida para si próprio ou terceiros. 35
    17. 17. MUITO PIOR QUE UMA MULTA
    18. 18. Às 12h30 de quinta-feira, 24 de setembro de 2009, a reforma de um prédio parou. Naquele momento caía do 5º andar o pedreiro, de 65 anos. A ‘cadeirinha’ que erguia o trabalhador era sustentada por cordas de náilon, que se romperam. Sem conseguir se apoiar, ele despencou e morreu logo após a queda. O que buscamos evitar?
    19. 19. Grande acidente Acidente na Obra da Ferrovia TRANSNORDESTINA 35
    20. 20. Condição Insegura Ato Inseguro Principais causas de acidentes 35
    21. 21. ATO INSEGURO "Segundo as estatísticas, cerca de 80% do total dos acidentes são oriundos do próprio trabalhador. O Ato Inseguro pode também ser classificado como falha humana, atribuídas aos trabalhadores“. Exemplos:  Descumprir as regras e procedimentos de segurança  Não usar o EPI  Não ancorar o cinto de segurança  Trabalhar sob efeito de álcool e/ou drogas  Executar trabalhos em altura sem autorização  Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho  Utilizar ferramentas inadequadas  Não observar as instruções de segurança 35
    22. 22. CONDIÇÃO INSEGURA São deficiências, defeitos ou irregularidades técnicas nas instalações físicas, máquinas e equipamentos que presentes no ambiente geram riscos de acidentes. Exemplos: Falta de guarda-corpo em patamares Falta de pontos de ancoragem Falta de treinamento Não fornecimento de EPI adequado Escadas inadequadas Falta de sinalização Equipamentos e/ou ferramentas defeituosas 35
    23. 23. Como evitar Acidentes? 35
    24. 24. Sempre que possível optar por trabalhar no nível do chão 35
    25. 25. Instalar Equipamento de Proteção Coletiva - EPC Guarda - Corpo 35
    26. 26. Instalar Equipamento de Proteção Coletiva - EPC Guarda - Corpo 35
    27. 27. Guarda - Corpo  O guarda corpo deve ser construído de modo a garantir que sua estrutura resista em caso de impacto de um funcionário ou de um objeto resista Instalar Equipamento de Proteção Coletiva - EPC
    28. 28. Rede de Proteção 35 Instalar Equipamento de Proteção Coletiva - EPC
    29. 29.  As coberturas temporárias devem suportar no mínimo duas vezes a carga máxima a que estarão expostas. COBERTURAS TEMPORARIAS Instalar Equipamento de Proteção Coletiva - EPC 35
    30. 30.  As linhas de advertência devem estar entre 0.80m e 1.20m de altura e no mínimo a 1.00m do local onde aja o risco de queda. LINHAS DE ADVERTÊNCIA Instalar Equipamento de Proteção Coletiva - EPC 35
    31. 31.  Deve-se restringir o acesso a área de risco localizada abaixo da superfície onde se realizarão os trabalho em altura. ISOLAMENTO DA AREA Movimentação e Segurança Proteção contra quedas de Objetos 35
    32. 32.  Não efetuar armazenamento de materiais próximo aos bordes da superfície de trabalho onde exista o risco de queda de materiais. Movimentação e Segurança Proteção contra quedas de Objetos 35
    33. 33.  As ferramentas de mão deverão amarrar-se ao pulso ou a cinturão do trabalhador com um dispositivo cujas dimensões permitam a facilidade de manobra no uso da ferramenta. Movimentação e Segurança Proteção contra quedas de Objetos 35
    34. 34. Movimentação e Segurança Linhas de Vida  Linha de vida é o cabo instalado com o intuito de servir como ponto de engate para o cinto. 35
    35. 35. Movimentação e Segurança Linhas de Vida 35
    36. 36. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
    37. 37. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Cinto tipo Pára-quedista 35
    38. 38. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI 35
    39. 39. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Cintos inadequados 35
    40. 40. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Cintos inadequados __ 35
    41. 41. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Cintos inadequados 35
    42. 42. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Talabarte 35
    43. 43. ABS Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI 35
    44. 44. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Talabartes inadequados 35
    45. 45. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI 35 Estes modelos de talabarte não atendem como sistema de retenção de quedas. Estão destinados exclusivamente ao posicionamento.
    46. 46. Movimentação e Segurança Corda de Posicionamento  Para facilitar a imobilização do trabalhador, pode utilizar uma corda de posicionamento.  O trabalhador nunca deve soltar os dois ganchos ao mesmo tempo. 35
    47. 47. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Erro comum de colocação: Porque? 35
    48. 48. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI 35
    49. 49. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI O que devo fazer quando receber o equipamento? 1. Verificar se possui C.A (Certificado de Aprovação); 1. Verificar se possui descostura ou furos (Solda); 1. O tamanho (nos casos dos sem ajustes); 2. Cada trabalhador deve colocar seu equipamento e solicitar que um companheiro o ajude a comprovar se está correto, comprovando em seguida o de seu companheiro. 35 *ATIVIDADE PRÁTICA
    50. 50. OUTROS DISPOSITIVOS
    51. 51. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI Trava quedas 35
    52. 52. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI 35 Assento de suspenção
    53. 53. Capacete c/ francelete Freios MosquetõesCorda de Posicionamento/ vida Descensor Ascensor Placa de ancoragem Verificação antes e depois de uso Inspecção exaustiva 3/3 meses 35 Polia simplesTrole
    54. 54. Cordas Mosquetões Roldanas Saco de Ferramentas Cintas de ancoragem Verificação antes e depois de uso / Inspecção exaustiva 3/3 meses Assento de suspensão Esporas
    55. 55. Movimentação e Segurança Ponto de Ancoragem  É o local onde o colaborador fixa o talabarte ou o cabo de segurança. Este pode ser uma estrutura já existente ou ainda um dispositivo específico para este fim. 35
    56. 56.  A capacidade mínima de um ponto de ancoragem deve ser: - Carga pontual de 1.500 Kgf - Carga de ruptura mínima de 4,200 kgf. - Carga pontual de 1.361 Kgf - Carga do fator de Segurança de 2.722 kgf. Nota: Esta capacidade deve ser considerada por trabalhador conectado a ancoragem. 35 Movimentação e Segurança Ponto de Ancoragem
    57. 57. Movimentação e Segurança Ponto de Ancoragem  Pontos inadequados: 35
    58. 58.  Back-up (fracionamento de segurança) Movimentação e Segurança Ponto de Ancoragem 35
    59. 59.  Equalização Movimentação e Segurança Ponto de Ancoragem 35
    60. 60. Movimentação e Segurança Fixação do Talabarte Fator de Queda  O fator de queda é a relação entre a queda do trabalhado e o comprimento do talabarte que é obtido pela formula: HQ CT  Onde: HQ: altura da queda CT: comprimento do talabarte 35
    61. 61. Movimentação e Segurança Fixação do Talabarte 35
    62. 62. Movimentação e Segurança Fixação do Talabarte 35
    63. 63. Fator de queda 1 2 3 Movimentação e Segurança Fixação do Talabarte 35
    64. 64. Queda livre A força produzida por uma queda é dada por: Energia cinética = massa X Gravidade (9,81) X Altura da queda Movimentação e Segurança Fixação do Talabarte 35
    65. 65. Queda livre Força atenuada pelo absorvedor (ABS): Movimentação e Segurança Fixação do Talabarte 35
    66. 66. Movimentação e Segurança Risco de queda em pêndulo 35
    67. 67. Movimentação e Segurança ROMPIMENTO 35
    68. 68. Adotar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI SISTEMA RETRÁTIL
    69. 69. Só vou subir rapidinho, preciso mesmo usar tudo isso?
    70. 70. NÓS E AMARRAS 35 *ATIVIDADE PRÁTICA
    71. 71. Um nó, para ser considerado bom deve satisfazer as seguintes condições:  Simplicidade em ser feito  Apertar à medida que o esforço sobre ele aumentar.  Facilidade em ser desatado Lembrete: Deve-se usar sempre o nó mais simples, que satisfaça as condições exigidas pelo serviço, sem por em risco a vida de quem o utiliza. NÓS E AMARRAS 35
    72. 72. NÓS E AMARRAS - Ancoragem com cordas onde não há local para prender o talabarte. - Para União de Cordas. - Para confecção de alças. - Para evitar que as pontas das cordas saiam do equipamento. - Para auxiliar em casos de resgate. - Como improvisação caso os outros sistemas falhem. 35
    73. 73. NÓS E AMARRAS NÓ DIREITO É um nó simétrico e plano que mesmo quando submetido a grandes tensões pode ser facilmente desfeito. Não indicado para cordas lizas. 35
    74. 74. NÓS E AMARRAS NÓ INGLÊS Também conhecido como nó de pescador, é usado para emendar cabos de diâmetros iguais ou diferentes. 35
    75. 75. NÓS E AMARRAS NÓ EM OITO Recebe o nome em função do seu formato. Além de ser utilizado como nó de arremate, é útil para que o cabo não escorregue de uma polia ou guia. 35
    76. 76. NÓS E AMARRAS NÓ EM OITO DUPLO Muito utilizado em trabalhos em altura pois proporciona uma alça firme. 35
    77. 77. NÓS E AMARRAS NÓ EM NOVE Variação do nó em oito duplo. 35
    78. 78. NÓS E AMARRAS NÓ ORELHA DE COELHO Apresenta a vantagem de deixar duas alças de apoio disponíveis. 35
    79. 79. NÓS E AMARRAS NÓ EM OITO DUPLO (2) Tipo de amarração para estrutura já existente (argola). 35
    80. 80. LAÍS DE GUIA NÓS E AMARRAS 35
    81. 81. NÓ VOLTA DO FIEL Nó de ancoragem que tem por característica ajustar-se à medida em que seja submetido a tração. NÓS E AMARRAS 35
    82. 82. NÓS E AMARRAS NÓ DE BORBOLETA Fornece uma alça pelo seio do cabo ou da corda. 35
    83. 83. NÓ BORBOLETA NÓS E AMARRAS 35
    84. 84. NÓS E AMARRAS NÓ DE ARNÊZ Fornece uma alça pelo seio do cabo ou da corda. 35
    85. 85. NÓS E AMARRAS O Prussik é utilizado para prender-se a uma corda-guia. 35 NÓ PRUSSIK
    86. 86. NÓS E AMARRAS Uma alternativa para o nó do Prussik. Ele é muito parecido com o Prussik, porém menos conhecido. Esse nó é mais fácil de afrouxar, consequentemente melhor. 35 NÓ MACHARD
    87. 87. NÓS E AMARRAS NÓ DE VIGAMENTO Serve para içar objetos, principalmente pesados, sendo desfeito facilmente; feito em volta de um tronco, e outros materiais por exemplo. 35
    88. 88. NÓS E AMARRAS NÓ BOCA-DE-LOBO Usado para amarrações provisórias, devendo receber tração nos dois chicotes. Usado para fixar um mosquetão à base de um grampo. Com segurança: 35
    89. 89. NÓS E AMARRAS  Nó para ancoragem: 35
    90. 90. NÓS E AMARRAS 35 Ascenção de Materiais:
    91. 91. CUIDADOS COM AS CORDAS A seleção de corda apropriada para uma tarefa deve considerar os seguintes critérios: •Resistência da corda, desgaste, abrasão, reação a produtos químicos, radiação UV, sujeira e contaminantes. •Desempenho da corda em condições de umidade, temperatura, condições climáticas e sujidades. •Resistência à torção e rigidez. •Facilidade para a realização de nós. •Compatibilidade da corda com todos os dispositivos que precisam interagir com ela, em especial seu diâmetro. 35
    92. 92. Protetor antiatrito CUIDADOS COM AS CORDAS 35
    93. 93. CUIDADOS COM AS CORDAS Sempre que os equipamentos apresentem defeitos, devem ser substituídos. 35
    94. 94. TRABALHOS COM ESCADAS
    95. 95. Trabalhos em Altura Escadas  A utilização de escadas está limitada aos trabalhos em que não se justifique a utilização de equipamento mais seguro. Nomeadamente: 35 - Trabalhos com risco reduzido; - Trabalhos de curta duração; - Trabalhos/locais com características que não podem ser alteradas.
    96. 96. Trabalhos em Altura Escadas tipo marinheiro 35 As Escada tipo marinheiro são mais seguras que as escadas móveis pois são fixas na estrutura e devem possuir travasas com diâmetro de pelo menos 25mm, além de permitir a instalação dos cabos de aço para o sistema de linha de vida/trava quedas.
    97. 97. Trabalhos em Altura Escadas com sistema de extenção 35 As Escadas de extenção são aquelas capazes de ampliar suas dimenções. A inspeção da integridade de seus seguimentos deve ser constantes.
    98. 98. Trabalhos em Altura Escadas  Posição incorrecta  Altura insuficiente  Melhor opção: Andaime
    99. 99. As escadas só são permitidas em telhados se engancharem numa viga e forem amarradas. Trabalhadores devem utilizar cinto. Trabalhos em Altura Escadas 35
    100. 100. Trabalhos em Altura Escadas Verificar o estado da escada antes da sua utilização - Degraus - Sistema que impede abertura da escada - Base anti-derrapante 35
    101. 101. Trabalhos em Altura Escadas Correcto: Base de apoio direita Correcto: Base de apoio presa Incorrecto: Uso de escadas sobre Paletes, Bobinas, Tijolos, Empilhadores, Carrinhos, Baldes de Escavadoras, Plataformas elevatórias móveis, Andaimes-torre BASES ESTAVÉIS 35
    102. 102. Trabalhos em Altura Escadas Opção de nivelamento: Escavar um buraco na zona mais alta do terreno de forma a nivelar os dois pés da escada BASES ESTAVÉIS 35
    103. 103. Trabalhos em Altura Escadas Correcto: Ângulo de inclinação ¼ do tamanho da escada 35
    104. 104. Trabalhos em Altura Escadas  As escadas utilizadas como meio de acesso devem ter o comprimento necessário para ultrapassar em, pelo menos, 1m o nível de acesso 35
    105. 105. Trabalhos em Altura Escadas 35 NÃO NÃO SIM
    106. 106. Trabalhos em Altura Escadas Correcto: Corpo paralelo à escada 3 pontos de contacto Erro: Inclinação do corpo 2 pontos de contacto 35
    107. 107. Trabalhos em Altura Escadas Identifique por escrito os erros existentes nas situações apresentadas. Indique o modo correcto de utilização da escada, para cada situação Situação 1 Situação 2 Situação 3 35
    108. 108. Trabalhos em Altura Escadas Situação 1 Situação 2 Situação 3 Escada pequena Posição incorrecta Escada não está amarrada Não se deve utilizar uma escada dupla para aceder a uma plataforma 35
    109. 109. SEGURANÇA EM ANDAIMES (NR – 18) ANDAIMES
    110. 110. Principais causas de acidentes de trabalho com andaimes: - Derrubamento ou desmoronamento provocado pelos seguintes motivos: Choque contras as bases de apoio; Sobrecargas excessivas; Materiais em mau estado; Ausência de proteções ANDAIMES São construções provisórias auxiliares que possuem plataformas horizontais elevadas. 35
    111. 111. TIPO DE ANDAIMES Andaime apoiado Andaime Suspenso 35
    112. 112. Um vento forte desequilibrou dois trabalhadores que estavam em um andaime. Um caiu e não resistiu aos ferimentos, e o outro ficou pendurado até ser resgatado pelo Corpo de Bombeiros. Homem morre após cair de andaime em Maringá (PR) 35
    113. 113. FATORES DE RISCO
    114. 114. - Plataforma molhada; - Mau súbito do funcionário; - Calçado impregnado de óleo ou graxa; - Içamento de materiais para cobertura; - Ofuscamento da visão por reflexões solares; Fatores de Risco 35
    115. 115. ANDAIMES – SINALIZAÇÃO 35
    116. 116. ANDAIMES – SINALIZAÇÃO 35
    117. 117. MANOBRAS DE RESGATE
    118. 118. É fundamental que em situações de emergência a própria equipe de trabalho tenha condições de realizar manobras de auto resgate e, caso necessário, auxiliar equipes de resgate externas.
    119. 119. SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE 35  Também conhecido como síndrome de arnés ou pré-síncope de suspensão, é uma patologia que ocorre quando o indivíduo permanece por longos períodos suspenso, causando assim a compressão das artérias femorais e uma diminuição na circulação sanguínea deixando rapidamente a pessoa inconsciente, entrando em perigo de vida ao 6 ou 7 minutos de suspenção.
    120. 120. Pedal de Alivio (Relief Step) SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE 35
    121. 121. EQUIPAMENTOS DE RESGATE
    122. 122. AR ANÁLISE DE RISCO É uma técnica de análise prévia de riscos. Uma visão do trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condição para evita-los ou conviver com eles em segurança.
    123. 123. - o local em que os serviços serão executados e seu entorno; - o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho; - o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem; - as condições meteorológicas adversas; - a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual; - os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos; - as condições impeditivas; - as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros; 35 AR – ANÁLISE DE RISCO *ATIVIDADE PRÁTICA
    124. 124. PT PERMISSÃO DE TRABALHO
    125. 125. • A PT é uma permissão, por escrito, que autoriza o início do trabalho, tendo sido avaliados os riscos envolvidos na atividade, com a devida medida de segurança aplicável; • A PT deve ser emitida e aprovada por responsável pela autorização da permissão, disponibilizada no local de execução da atividade e, ao final, encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade; •A PT deve ter validade limitada à duração da atividade, restrita ao turno de trabalho, podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho. 35 PT – PERMISÃO DE TRABALHO *ATIVIDADE PRÁTICA
    126. 126. AR Analise de Risco Procedimento de trabalho Supervisão SN Atividade rotineira Execução da Atividade PT – Permissão de Trabalho Procedimento de trabalho 35
    127. 127. FATORES PESSOAIS IMPEDITIVOS OU DE ATENÇÃO
    128. 128. Condições de saúde que se DESACONSELHA o trabalho em altura:  Gripes e Resfriados  Febre de qualquer natureza  Indisposição Gástricas  Tonturas  Dores de Cabeça  Falta de Alimentação Adequada  Indisposição Física  Stress 35
    129. 129. Exemplo de Doenças que podem impedir o trabalho em altura:  Doenças Cardíacas  Hipertensão  Epilepsia  Labirintite Crônica  Diabetes  Doenças da Coluna 35
    130. 130. Fatores pessoais que podem impedir o trabalho em altura:  Falta de Treinamento  Problemas Psicossociais  Pânico por Altura ou Isolamento  Equipe não Entrosada  Problemas com bebidas ou outras drogas 35
    131. 131. Exemplo de Fatores que podem impedir o trabalho em espaço confinado: Excesso de Peso IMC – ÍNDICE DE MASSA CORPORAL Peso Ideal Entre18,5 e 24,99 Sobre peso Entre 25 e 29,99 Obesidade Acima de 30 35
    132. 132. CONTRA EXEMPLOS 35
    133. 133. “O SÁBIO ANTEVÊ O PERIGO E PROTEGE-SE, MAS OS IMPRUDENTES PASSAM E SOFREM AS CONSEQUÊNCIAS” Provérbios 2-2:3 35 LEMBRE-SE!!!
    134. 134. Ligueouenvie-nosume-mail: claudioc.pontes@hotmail.com Fone/whatsApp: (41) 9156-3392 *Asdúvidasnãoesclarecidasserãorespondidaspore-mail 35 CONTATOS
    135. 135. OBRIGADO

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