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Instrutor: Lino Vieira
c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e
medidas de prevenção e controle;
d) Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção
coletiva;
e) Equipamentos de proteção individual para trabalho em
altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
f) Acidentes típicos em trabalhos em altura;
g) Condutas em situações de emergência, incluindo
noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.
b) Análise de Risco e condições impeditivas;
a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
1.1 Esta Norma estabelece os requisitos
mínimos e as medidas de proteção para o
trabalho em altura, envolvendo o
planejamento, a organização e a execução, de
forma a garantir a segurança e a saúde dos
trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente
com esta atividade.
a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade
executada acima de 2,00 m (dois metros) do
nível inferior, onde haja risco de queda.
1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO
Legislação
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual.
NR 18 – Obras de Construção, Demolição e
Reparos.
a) NORMAS E REGULAMENTOS APLICÁVEIS AO
TRABALHO EM ALTURA;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual
IV - Proteção contra quedas com diferença de
nível:
a) Cinto de segurança para trabalho em altura
superior a 2 (dois) metros em que haja risco de
queda;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual
b) Cadeira suspensa para trabalho em alturas em
que haja necessidade de deslocamento vertical,
quando a natureza do trabalho assim o indicar;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual
c) Trava-queda de segurança acoplada ao cinto de
segurança ligado a um cabo de segurança
independente, para os trabalhos realizados com
movimentação vertical em andaimes suspensos de
qualquer tipo.
a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
NR 18 – Edificações
18.3.2. As aberturas nos pisos e nas paredes
devem ser protegidas de forma que impeçam a
queda de pessoas e objetos.
NR 18 - Medidas de proteção contra quedas
18.13.1. É obrigatório a instalação de proteção
coletiva resistente onde houver risco de quedas de
trabalhadores ou projeção e materiais.
18.13.5. A proteção contra quedas, quando
constituída de anteparos rígidos, em sistema de
guarda-corpo e rodapé deve atender aos
seguintes requisitos:
a) ser construída com altura de 1,20m (um metro e
vinte centímetros) para o travessão superior e
0,70m (setenta centímetros) para o travessão
intermediário;
NR 18 – Edificações
18.14.1.1 A montagem e desmontagem devem ser
realizadas por trabalhador qualificado.
NR 18 – Edificações
18.14.2 Todos os equipamentos de movimentação
e transporte de materiais e pessoas só devem ser
operados por trabalhador qualificado, o qual terá
sua função anotada em Carteira de Trabalho
NR 18 – Edificações
18.14.19 É proibido o transporte de pessoas por
equipamento de guindar ou Andaimes
NR 18 – Edificações
18.15.31 - O trabalhador deve utilizar cinto de
segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava-
quedas de segurança este, ligado a cabo–guia
fixado em estrutura independente da estrutura de
fixação e sustentação do andaime suspenso.
Ponto de ancoragem: É um dispositivo para
ancoragem de cordas para retirada de vítimas e
acesso de bombeiros na edificação e área de
risco. Deve ser constituído de material resistente a
intempéries, não provocar abrasão ou esforços
cortantes nas cordas e resistir a esforços de
tração de 3.000 Kgf.
2. RESPONSABILIDADES
2) ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES
IMPEDITIVAS;
a) Garantir a implementação das medidas de
proteção estabelecidas nesta Norma;
b) Assegurar a realização da Análise de Risco - AR
e, quando aplicável, a emissão da Permissão de
Trabalho - PT;
2.1 CABE AO EMPREGADOR
2) ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES
IMPEDITIVAS
2) ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES IMPEDITIVAS;
O trabalho em altura NÃO deverá ser realizado nos
seguintes casos:
Trabalhador não possuir a devida anuência para realizar
trabalho em altura Trabalhador sem a devida qualificação
para o trabalho em altura (treinado).
Trabalhador sem condições físicas, mentais e
psicossociais (ASO)
Ausência de sistema e pontos de ancoragem adequados.
 Situações que impedem a realização ou
continuidade dos serviços que podem colocar
em risco a saúde ou a integridade física do
trabalhador.
 Ausência da AR – Análise de Risco,
Procedimento operacional, e/ou PT –
Permissão de Trabalho
 Ausência de supervisão
 Ausência de EPI adequado
 Falta de inspeção rotineira do EPI e do
sistema de ancoragem.
 Ausência de isolamento e sinalização no
entorno da área de trabalho
 Condições meteorológicas adversas (ventos
fortes, chuva, calor excessivo)
 Não observância a riscos adicionais e/ou às
demais normas de segurança
3) RISCOS POTENCIAIS INERENTES AO
TRABALHO EM ALTURA E MEDIDAS DE
PREVENÇÃO E CONTROLE;
c) Desenvolver procedimento operacional para as
atividades rotineiras de trabalho em altura;
d) Assegurar a realização de avaliação prévia das
condições no local do trabalho em altura,
estudando, planejando e implementando as ações
e medidas complementares de segurança
aplicáveis;
j) Assegurar que todo trabalho em altura seja
realizado sob supervisão, cuja forma será
definida pela análise de riscos de acordo com as
peculiaridades da atividade.
e) Adotar as providências necessárias para
acompanhar o cumprimento das medidas de
proteção estabelecidas nesta Norma pelas
empresas contratadas;
f) Garantir aos trabalhadores informações
atualizadas sobre os riscos e as medidas de
controle;
k) Assegurar a organização e o arquivamento da
documentação prevista nesta Norma.
São documentos previstos nesta norma:
Análise de Riscos (AR);
Permissão de Trabalho (PT),
se existentes; Certificados de Treinamento;
Procedimento Operacional;
Plano de Emergência da Empresa;
Atestado de Saúde Ocupacional - ASO;
Registro das inspeções de
EPI/Acessórios/Ancoragens.
Estes registros das inspeções devem ser os de
¨aquisição¨ e os de ¨recusa¨.
Estes documento devem estar disponíveis para a fiscalização, por
pelo menos 25 anos.
2.2 CABE AOS TRABALHADORES
a) Cumprir as disposições legais e
regulamentares sobre trabalho em altura,
inclusive os procedimentos expedidos pelo
empregador;
c) Interromper suas atividades exercendo o
direito de recusa, sempre que constatarem
evidências de riscos graves e iminentes para sua
segurança e saúde ou a de outras pessoas,
comunicando imediatamente o fato a seu superior
hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis.
d) Zelar pela sua segurança e saúde e a de outras
pessoas que possam ser afetadas por suas ações
ou omissões no trabalho.
3. CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO
3.1 O empregador deve promover programa para
capacitação dos trabalhadores à realização de
trabalho em altura.
3.2 Considera-se trabalhador capacitado para
trabalho em altura aquele que foi submetido e
aprovado em treinamento, teórico e prático, com
carga horária mínima de oito horas.
D) SISTEMAS, EQUIPAMENTOS E
PROCEDIMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA;
E) EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA
TRABALHO EM ALTURA: SELEÇÃO, INSPEÇÃO,
CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
F) ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM
ALTURA
Causas dos acidentes típicos em altura
Existem empresas e instituições que são especialistas em
pesquisa e investigação de acidentes típicos em altura
no trabalho, de acordo com algumas amostragens dessas
organizações as causas mais frequentes de acidentes
são:
Falta de capacitação dos profissionais – Muitos
profissionais trabalham ilegalmente sem realizar o
curso NR 35 e por isso não são qualificados.
Falta de planejamento – Antes da execução de
qualquer atividade em altura é necessário
observar e estudar o local de trabalho, bem como
as atividades que ali serão exercidas.
Falta de equipamentos – Não é possível realizar
trabalhos em altura sem a utilizar de
equipamentos que tem a função de auxiliar e dar
mais segurança na execução das tarefas.
Falta de inspeção dos equipamentos – Os
equipamentos devem possuir certificação e precisam
estar em bom estado.
Falta de comunicação – A chave para a ordem e
organização é a comunicação, a equipe precisa estar
bem alinhada para que tudo dê certo.
Consumo alcoólico ou drogas – O trabalhador
precisa de todos os sentidos e total controle da
mente e corpo para execução de suas atividades.
Carga horária excessiva – O trabalhador
deve estar apto e preparado para execução das
atividades, o tempo de descanso precisa ser
respeitado.
Pressa – A pressa é inimiga da perfeição, realizar
atividades correndo podem representar riscos
fatais, é preciso calma e concentração.
Fator 0: condição ideal
Fator 0: condição ideal
Fator 0: Praticamente sem queda
Fator 1
Fator 1
Fator 1
Fator 2
Fator 2
WORK-SAFE
I .C. Leal
Fator 2
PRÁTICA
PRIMEIROS SOCORROS
NÓS E AMARRAÇÕES
USO DOS EQUIPAMENTOS
g) Condutas em situações de emergência, incluindo
noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.
CONCEITO DE PRIMEIROS SOCORROS
Os primeiros socorros são procedimentos
de urgência, iniciais, prestados a uma
vítima, que sofreu algum tipo de acidente.
OBJETIVO DOS PRIMEIROS
SOCORROS
A aplicação de primeiros socorros a
acidentados tem como objetivo não somente
preservar os sinais vitais, como também não
agravar os ferimentos das vítimas, para que
receba posteriormente os devidos cuidados
dos profissionais especializados dentro de um
ambiente hospitalar capacitado.
EMERGÊNCIA: Quando há uma situação
crítica ou algo iminente, que possa causar
risco imediato de morte ou lesão
irreparável. Na área médica é a
circunstância que exige uma cirurgia ou
intervenção médica de imediato
(hemorragias, parada respiratória e
cardíaca);
URGÊNCIA: Neste caso, trata-se de uma
situação que, apesar de não poder ser adiada,
não envolve risco de morte imediato para o
acidentado.
No âmbito da medicina, as ocorrências de
caráter urgente necessitam de tratamento
médico e, em algumas vezes, de cirurgia;
contudo, é menos imediatista (fraturas,
luxações).
AVALIAÇÃO DA SENA
E
ABORDAGEM DA VÍTIMA
A avaliação da situação é realizada pelo
socorrista no momento em que chegar ao
local da emergência.
AVALIAÇÃO DA SENA
Os sinais vitais que são avaliados
são:
VENTILAÇÃO;
PULSO;
PRESSÃO ARTERIAL;
TEMPERATURA.
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
2) Manobra A (Airway - Liberação das vias aéreas)
3) Manobra B (Breathing – Ventilação)
4) Manobra C (Circulation – Circulação)
5) Manobra D (Avaliação Neurológica)
6) Manobra E (Exposição / Controle do Ambiente)
1) Verificar se a vítima está consiente
1) Verificar se a vítima está consciente
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
2) Manobra A (Airway - Liberação das
vias aéreas)
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
3) Manobra B (Breathing – Ventilação)
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
3) Manobra B (Breathing – Ventilação)
Valores normais em ventilações por
minuto – vpm.
Adulto: 12-20 (vpm);
Criança: 20-40 vpm;
Lactentes: 40-60 vpm.
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
4) Manobra C (Circulation – Circulação)
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
4) Manobra C (Circulation – Circulação)
Valores normais em batimentos por
minuto – bpm.
Adulto: 60 - 100 (bpm);
Criança: 80 - 140 bpm;
Lactentes: 85 - 180 bpm.
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO SECUNDARIA
Este exame tem como objetivo realizar
uma inspeção geral no paciente da cabeça
aos pés, em busca de qualquer tipo de
alteração ocasionada pelo acidente.
ABORDAGEM DA VÍTIMA
AVALIAÇÃO SECUNDARIA
Confusão mental; - Fraturas; -
Queimaduras; - Objetos que por ventura
estejam encravados no corpo da vítima; -
Deslocamento de membros e articulações;
- Estado de choque; - Entre outros.
 Choque circulatório;
 Traumas;
 Doenças Cardiovasculares;
 Choque séptico.
Causas de uma Parada
Cardiorrespiratória
 Lábios e unhas azuladas (cianose);
 Inconsciência;
 Incapacidade ou ausência respiratória;
 Pupilas dilatadas;
 Ausência de batimentos cardíacos;
 Palidez excessiva;
 Falta de pulso.
Como detectar uma parada
cardiorrespiratória?
Desobstrução das vias aéreas
Insuflação
TRANSPORTE DE VÍTIMA
TRANSPORTE ROLAMENTO LATERAL
(ROLAMENTO 90º)
HEMORRAGIA
 Hemorragia Externa.
 Hemorragia Interna.
CLASSIFICAÇÃO DAS HEMORRAGIAS
HEMORRAGIA EXTERNA
Pulso rápido.
 Palidez de pele e mucosas.
 Pele fria e pegajosa.
 Respiração rápida e profunda.
 Sangramento visível ou não.
 Perda da consciência e PCR.
 Choque ???
SINAIS E SINTOMAS
 Manobra Combinada
Deitar a vítima.
 Compressão direta.
 Elevação da área traumatizada.
 Pressão sobre o ponto arterial.
 Torniquete.
 Transportar ao hospital.
Controle da Hemorragia Externa
HEMORRAGIA INTERNA
 Não podemos diagnosticar o local
exato da hemorragia.
 Sinais de suspeita de Hemorragia
Interna.
HEMORRAGIA INTERNA
Vômito ou tosse (Hematêmese).
 Ferimentos perfurantes torax.
 Fratura de ossos longos.
 Palidez e sudorese.
SINAIS E SINTOMAS
Manter as vias aéreas pérveas;
 Manter a vítima deitada;
Suporte emocional;
 Afrouxar as roupas;
 Monitorar sinais vitais;
 Transportar a vítima para atendimento médico com
brevidade;
 Não de bebidas nem alimentos à vítima;
 Evitar hipotermia, mantendo á vítima aquecida.
Os cuidados com vítimas de Hemorragia
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Apresentação NR 35 - Trabalho em altura lino

  • 2. c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle; d) Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva; e) Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso; f) Acidentes típicos em trabalhos em altura; g) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros. b) Análise de Risco e condições impeditivas; a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
  • 3. 1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
  • 4. 1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda. 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO
  • 5. Legislação NR 06 – Equipamento de Proteção Individual. NR 18 – Obras de Construção, Demolição e Reparos. a) NORMAS E REGULAMENTOS APLICÁVEIS AO TRABALHO EM ALTURA;
  • 6. NR 06 – Equipamento de Proteção Individual IV - Proteção contra quedas com diferença de nível: a) Cinto de segurança para trabalho em altura superior a 2 (dois) metros em que haja risco de queda;
  • 7.
  • 8. NR 06 – Equipamento de Proteção Individual b) Cadeira suspensa para trabalho em alturas em que haja necessidade de deslocamento vertical, quando a natureza do trabalho assim o indicar;
  • 9. NR 06 – Equipamento de Proteção Individual c) Trava-queda de segurança acoplada ao cinto de segurança ligado a um cabo de segurança independente, para os trabalhos realizados com movimentação vertical em andaimes suspensos de qualquer tipo.
  • 10. a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura; NR 18 – Edificações 18.3.2. As aberturas nos pisos e nas paredes devem ser protegidas de forma que impeçam a queda de pessoas e objetos.
  • 11. NR 18 - Medidas de proteção contra quedas 18.13.1. É obrigatório a instalação de proteção coletiva resistente onde houver risco de quedas de trabalhadores ou projeção e materiais.
  • 12. 18.13.5. A proteção contra quedas, quando constituída de anteparos rígidos, em sistema de guarda-corpo e rodapé deve atender aos seguintes requisitos: a) ser construída com altura de 1,20m (um metro e vinte centímetros) para o travessão superior e 0,70m (setenta centímetros) para o travessão intermediário;
  • 13.
  • 14. NR 18 – Edificações 18.14.1.1 A montagem e desmontagem devem ser realizadas por trabalhador qualificado.
  • 15. NR 18 – Edificações 18.14.2 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em Carteira de Trabalho
  • 16. NR 18 – Edificações 18.14.19 É proibido o transporte de pessoas por equipamento de guindar ou Andaimes
  • 17. NR 18 – Edificações 18.15.31 - O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava- quedas de segurança este, ligado a cabo–guia fixado em estrutura independente da estrutura de fixação e sustentação do andaime suspenso.
  • 18. Ponto de ancoragem: É um dispositivo para ancoragem de cordas para retirada de vítimas e acesso de bombeiros na edificação e área de risco. Deve ser constituído de material resistente a intempéries, não provocar abrasão ou esforços cortantes nas cordas e resistir a esforços de tração de 3.000 Kgf.
  • 19. 2. RESPONSABILIDADES 2) ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES IMPEDITIVAS;
  • 20. a) Garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma; b) Assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT; 2.1 CABE AO EMPREGADOR
  • 21. 2) ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES IMPEDITIVAS
  • 22. 2) ANÁLISE DE RISCO E CONDIÇÕES IMPEDITIVAS; O trabalho em altura NÃO deverá ser realizado nos seguintes casos: Trabalhador não possuir a devida anuência para realizar trabalho em altura Trabalhador sem a devida qualificação para o trabalho em altura (treinado). Trabalhador sem condições físicas, mentais e psicossociais (ASO) Ausência de sistema e pontos de ancoragem adequados.
  • 23.  Situações que impedem a realização ou continuidade dos serviços que podem colocar em risco a saúde ou a integridade física do trabalhador.  Ausência da AR – Análise de Risco, Procedimento operacional, e/ou PT – Permissão de Trabalho  Ausência de supervisão  Ausência de EPI adequado
  • 24.  Falta de inspeção rotineira do EPI e do sistema de ancoragem.  Ausência de isolamento e sinalização no entorno da área de trabalho  Condições meteorológicas adversas (ventos fortes, chuva, calor excessivo)  Não observância a riscos adicionais e/ou às demais normas de segurança
  • 25. 3) RISCOS POTENCIAIS INERENTES AO TRABALHO EM ALTURA E MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE;
  • 26. c) Desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura; d) Assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, estudando, planejando e implementando as ações e medidas complementares de segurança aplicáveis;
  • 27. j) Assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade.
  • 28. e) Adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;
  • 29. f) Garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle;
  • 30. k) Assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma. São documentos previstos nesta norma: Análise de Riscos (AR); Permissão de Trabalho (PT), se existentes; Certificados de Treinamento; Procedimento Operacional;
  • 31. Plano de Emergência da Empresa; Atestado de Saúde Ocupacional - ASO; Registro das inspeções de EPI/Acessórios/Ancoragens. Estes registros das inspeções devem ser os de ¨aquisição¨ e os de ¨recusa¨. Estes documento devem estar disponíveis para a fiscalização, por pelo menos 25 anos.
  • 32. 2.2 CABE AOS TRABALHADORES
  • 33. a) Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador;
  • 34. c) Interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis.
  • 35. d) Zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.
  • 36. 3. CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO
  • 37. 3.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.
  • 38. 3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas.
  • 39. D) SISTEMAS, EQUIPAMENTOS E PROCEDIMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA;
  • 40. E) EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA TRABALHO EM ALTURA: SELEÇÃO, INSPEÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO
  • 41. F) ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA
  • 42. Causas dos acidentes típicos em altura Existem empresas e instituições que são especialistas em pesquisa e investigação de acidentes típicos em altura no trabalho, de acordo com algumas amostragens dessas organizações as causas mais frequentes de acidentes são: Falta de capacitação dos profissionais – Muitos profissionais trabalham ilegalmente sem realizar o curso NR 35 e por isso não são qualificados.
  • 43. Falta de planejamento – Antes da execução de qualquer atividade em altura é necessário observar e estudar o local de trabalho, bem como as atividades que ali serão exercidas. Falta de equipamentos – Não é possível realizar trabalhos em altura sem a utilizar de equipamentos que tem a função de auxiliar e dar mais segurança na execução das tarefas.
  • 44. Falta de inspeção dos equipamentos – Os equipamentos devem possuir certificação e precisam estar em bom estado. Falta de comunicação – A chave para a ordem e organização é a comunicação, a equipe precisa estar bem alinhada para que tudo dê certo. Consumo alcoólico ou drogas – O trabalhador precisa de todos os sentidos e total controle da mente e corpo para execução de suas atividades.
  • 45. Carga horária excessiva – O trabalhador deve estar apto e preparado para execução das atividades, o tempo de descanso precisa ser respeitado. Pressa – A pressa é inimiga da perfeição, realizar atividades correndo podem representar riscos fatais, é preciso calma e concentração.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 59.
  • 60. PRÁTICA PRIMEIROS SOCORROS NÓS E AMARRAÇÕES USO DOS EQUIPAMENTOS
  • 61. g) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.
  • 62. CONCEITO DE PRIMEIROS SOCORROS Os primeiros socorros são procedimentos de urgência, iniciais, prestados a uma vítima, que sofreu algum tipo de acidente.
  • 63. OBJETIVO DOS PRIMEIROS SOCORROS A aplicação de primeiros socorros a acidentados tem como objetivo não somente preservar os sinais vitais, como também não agravar os ferimentos das vítimas, para que receba posteriormente os devidos cuidados dos profissionais especializados dentro de um ambiente hospitalar capacitado.
  • 64. EMERGÊNCIA: Quando há uma situação crítica ou algo iminente, que possa causar risco imediato de morte ou lesão irreparável. Na área médica é a circunstância que exige uma cirurgia ou intervenção médica de imediato (hemorragias, parada respiratória e cardíaca);
  • 65. URGÊNCIA: Neste caso, trata-se de uma situação que, apesar de não poder ser adiada, não envolve risco de morte imediato para o acidentado. No âmbito da medicina, as ocorrências de caráter urgente necessitam de tratamento médico e, em algumas vezes, de cirurgia; contudo, é menos imediatista (fraturas, luxações).
  • 67. A avaliação da situação é realizada pelo socorrista no momento em que chegar ao local da emergência. AVALIAÇÃO DA SENA
  • 68. Os sinais vitais que são avaliados são: VENTILAÇÃO; PULSO; PRESSÃO ARTERIAL; TEMPERATURA.
  • 69. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA 2) Manobra A (Airway - Liberação das vias aéreas) 3) Manobra B (Breathing – Ventilação) 4) Manobra C (Circulation – Circulação) 5) Manobra D (Avaliação Neurológica) 6) Manobra E (Exposição / Controle do Ambiente) 1) Verificar se a vítima está consiente
  • 70. 1) Verificar se a vítima está consciente ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA
  • 71. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA 2) Manobra A (Airway - Liberação das vias aéreas)
  • 72. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA 3) Manobra B (Breathing – Ventilação)
  • 73. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA 3) Manobra B (Breathing – Ventilação) Valores normais em ventilações por minuto – vpm. Adulto: 12-20 (vpm); Criança: 20-40 vpm; Lactentes: 40-60 vpm.
  • 74. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA 4) Manobra C (Circulation – Circulação)
  • 75. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA 4) Manobra C (Circulation – Circulação) Valores normais em batimentos por minuto – bpm. Adulto: 60 - 100 (bpm); Criança: 80 - 140 bpm; Lactentes: 85 - 180 bpm.
  • 76. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO SECUNDARIA Este exame tem como objetivo realizar uma inspeção geral no paciente da cabeça aos pés, em busca de qualquer tipo de alteração ocasionada pelo acidente.
  • 77. ABORDAGEM DA VÍTIMA AVALIAÇÃO SECUNDARIA Confusão mental; - Fraturas; - Queimaduras; - Objetos que por ventura estejam encravados no corpo da vítima; - Deslocamento de membros e articulações; - Estado de choque; - Entre outros.
  • 78.  Choque circulatório;  Traumas;  Doenças Cardiovasculares;  Choque séptico. Causas de uma Parada Cardiorrespiratória
  • 79.  Lábios e unhas azuladas (cianose);  Inconsciência;  Incapacidade ou ausência respiratória;  Pupilas dilatadas;  Ausência de batimentos cardíacos;  Palidez excessiva;  Falta de pulso. Como detectar uma parada cardiorrespiratória?
  • 80.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 89.
  • 90.  Hemorragia Externa.  Hemorragia Interna. CLASSIFICAÇÃO DAS HEMORRAGIAS
  • 92. Pulso rápido.  Palidez de pele e mucosas.  Pele fria e pegajosa.  Respiração rápida e profunda.  Sangramento visível ou não.  Perda da consciência e PCR.  Choque ??? SINAIS E SINTOMAS
  • 93.  Manobra Combinada Deitar a vítima.  Compressão direta.  Elevação da área traumatizada.  Pressão sobre o ponto arterial.  Torniquete.  Transportar ao hospital. Controle da Hemorragia Externa
  • 94.
  • 95.
  • 96.
  • 97.
  • 99.  Não podemos diagnosticar o local exato da hemorragia.  Sinais de suspeita de Hemorragia Interna. HEMORRAGIA INTERNA
  • 100. Vômito ou tosse (Hematêmese).  Ferimentos perfurantes torax.  Fratura de ossos longos.  Palidez e sudorese. SINAIS E SINTOMAS
  • 101. Manter as vias aéreas pérveas;  Manter a vítima deitada; Suporte emocional;  Afrouxar as roupas;  Monitorar sinais vitais;  Transportar a vítima para atendimento médico com brevidade;  Não de bebidas nem alimentos à vítima;  Evitar hipotermia, mantendo á vítima aquecida. Os cuidados com vítimas de Hemorragia Interna
  • 103. PRÁTICA NÓS E AMARRAÇÕES E USO DOS EQUIPAMENTOS