Slaide ead 2011 ad1

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ALUNAS:
LUCIENE BUENO SOARES DOS SANTOS- MATRÍCULA: 20091208161
REGINA CÉLIA FIRMINO – MATRÍCULA:
20091208227
PATRÍCIA DA CONCEIÇÃO ESTEVES- MATRÍCULA:

Tecnologia na escola.





Ultimamente, há muitos discursos sobre a importância de se utilizar recursos audiovisuais em sala de aula, pois os alunos estão em busca da internet, do vídeo-game, do DVD, dos jogos em rede quando estão de fora da mesma. Logo, as crianças e jovens estão habituados em um contexto em que a tecnologia computadorizada está em voga e o professor que não se adaptar, ficará para trás. A conseqüência disso pode ser uma sala desmotivada e indisciplinada.

Contudo, devemos nos ater à tecnologia digital como uma estratégia pedagógica adicional e, portanto, não é necessário que esteja em todas as aulas.

Mas o que fazer quando a escola não tem recursos tecnológicos para serem utilizados?

Neste caso, o professor não pode desanimar ou acomodar com aulas apenas de giz e quadro, a não ser que a escola exija. Há outras maneiras de introduzir as linguagens da mídia em sala, basta o educador improvisar e ser criativo.

O professor pode mandar pesquisas para casa sobre a linguagem verbal e não-verbal (gestos dos apresentadores ao passar uma notícia) no telejornal e depois trabalhar a persuasão; trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro nas aulas de História ou para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem e montar com os alunos sua própria rádio; propor aos alunos desenvolver o jornal da escola ou da sala; orientar uma pesquisa pela internet com sites educativos e direcionados pelo próprio professor, dentre outros.

O que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia-a-dia do aluno e cobrar do pupilo interesse pelas aulas. Os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas.








Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola








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  1. 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-UERJ CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA -UERJ/CEDERJ 2º SEMESTRE 2011 -AD1 PÓLO : PETRÓPOLIS DISCIPLINA: EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. ALUNAS: LUCIENE BUENO SOARES DOS SANTOS- MATRÍCULA: 20091208161 REGINA CÉLIA FIRMINO – MATRÍCULA: 20091208227 PATRÍCIA DA CONCEIÇÃO ESTEVES- MATRÍCULA:
  2. 2. Professor-aluno <ul>A inclusão digital não é um assunto relacionado apenas ao aluno, pois antes de mais nada, o professor terá que, de alguma forma, ocupar este lugar “como aluno” para aderir a uma mudança que priorize o envolvimento tecnológico na educação. </ul>
  3. 3. Formados dentro dessa visão Os professores devem ser formados dentro de uma visão que considere a utilização das tecnologias digitais na sala de aula levando em consideração que os alunos, nasceram em um ambiente muito mais rico em tecnologias digitais do que as gerações passadas.
  4. 4. Mudança de paradigma <ul><li>Por muito tempo a metodologia professor-sala de aula, giz e quadro negro, caderno e lápis foi tida como o modelo ideal na transmissão do saber, no entanto, com a evolução tecnológica este modelo tradicional não é mais suficiênte na transmissão de um saber significativo . </li></ul>
  5. 5. Formação Continuada do professor <ul><li>Sendo assim, além da formação inicial com inserção das novas tecnologias na formação de professores, deve-se também, trabalha-las na formação continuada, alcançando profissionais já inseridos na educação. Estes muitas vezes desejam inserir os conhecimentos tecnológicos em suas aulas, todavia não sabem de que forma trabalhá-los já que, por ter que cumprir com um plano de aula, pensam que atrasariam o programa ao mudarem “as metodologias já estabelecidas”. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Com a inserção das técnologias na formação do professor, ele aprenderá a utilizar a internet como fonte de pesquisa e interação viabilizando de forma dinâmica a descoberta e ampliando nos alunos sua noção de mundo. </li></ul>
  7. 7. Naõ há mudança educacional sem o envolvimento do professor Ensinar na e com a Internet atinge resultados significativos quando integrada em um contexto estrutural de mudança do ensino-aprendizagem, onde professores e alunos vivenciam processos de comunicação abertos, de participação interpessoal e grupal efetivos. Caso contrário, a Internet será uma tecnologia a mais, um fim em si mesma, que reforçará as formas tradicionais de ensino. A Internet não modifica, sozinha o processo de ensinar e aprender, mas depende de mudança de atitude diante do mundo, de si mesmo e do outro.
  8. 8. Eis alguns exemplos de usos pedagógicos para interação Tarefas sugeridas: De socialização: conhecer alunos de outras escolas ou de outras cidades e países com a utilização dos fóruns,chats e outros recursos. De cooperação: fazer trabalhos em grupo a distância, em várias disciplinas. De estudo: obter ajuda do professor em EAD(mediação) . obter ajuda de um colega (interação ) utilizando a internet e seus recursos.
  9. 9. O computador por si não atende ao objetivo de formar o &quot;homem social&quot;, o que formará o homem será a maneira como ele utilizará a máquina. Por isso, é preciso que os objetivos do uso de computadores na educação em geral siga uma filosofia educacional mais ampla que justifique sua aplicação,utilizar seus recursos na educação a partir de uma perspectiva construtivista-interacionista, ou seja, uma educação que priorize a interação e o diálogo como parte da dinâmica pedagógica do curriculo escolar. Desta forma, o computador deve ser usado como um instrumento de aprendizagem, onde o aluno atua e participa do seu processo de construção de conhecimentos de forma ativa, interagindo com o instrumento de aprendizagem, para ser inserido em um novo paradigma social que é a sociocultura técnológica.
  10. 10. Bibliografia MEC, http://tvescola.mec.gov.br/index.phpitem_id=1233&option=com_zo o&view=item Acessado em 30/08/2011. LÉVY, P. A inteligência coletiva : por uma antropologia do ciberspaço. São Paulo, SP: Loyola, 1998, p.51-53

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