Estudo Eletrofisiológico

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Aspesctos epidemiologicos de estudos Eletrofisiologicos do Hospital das Clinicas do ES

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  • 600 pessoas/dia e 300.000 a 450.000 pessoas/ano nos EUA Média de idade: 60 anos DAC (principal causa) - 220.000 óbitos/ano nos EUA 50% MCS
  • Conventional EP testing (I.e.,EPS, electrical stimulation without autonomic studies such as HUT) has not been highly effective in substantiating a basis for syncope. In this regard, EPS has been more effective in patients with structural cardiovascular disease than in those with normal cardiovascular status. Further, EPS has been more effective in patients with tachyarrhythmias than in those with bradyarrhythmias. The most important findings at EPS in regard to the evaluation of syncope patients are listed on the next slide. Brignole M, Alboni P, Benditt DG, et al. “Guidelines on Management (Diagnosis and Treatment) of Syncope. Eur Heart Journal 2001; 22: 1256-1306.
  • Objetivo Analisar os aspectos epidemiológicos dos estudos eletrofisiológicos realizados no Serviço de Eletrofisiologia Clínica Invasiva do Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (HUCAM) – UFES, serviço de referência do SUS.
  • Resultados Normal em 28 (58%) pt. FA e TA em 4 (8%) pt cada. BAV 2º grau, TRN, TRAV e outras arritmias ocorreram em 3 (6%) pt cada, totalizando 32%.
  • Normal em 28 (58%) pt. FA e TA em 4 (8%) pt cada. BAV 2º grau, TRN, TRAV e outras arritmias ocorreram em 3 (6%) pt cada, totalizando 32%.
  • Conclusão O estudo eletrofisiológico foi útil no diagnóstico de 21 (42%) pt, sendo negativo para arritmias cardíacas em 28 (58%) pt.
  • 25
  • Estudo Eletrofisiológico

    1. 1. Aspectos Epidemiológicos dos Estudos Eletrofisiológicos Realizados no Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes STEPHANIE I RIZK , FABRÍCIO S VASSALLO, CARLOS A V LOVATTO, ALBERTO P NOGUEIRA JR., ALOYR SIMÕES JR., EDUARDO G SERPA,  HERMES CARLONI e ALAOR QUEIROZ A. FILHO
    2. 2. Distúrbios do ritmo: <ul><li>Traduzidos como: </li></ul><ul><ul><li>Palpitação, pausa, tontura, síncope, parada cardíaca </li></ul></ul><ul><ul><li>Assintomáticos </li></ul></ul><ul><li>Podem ser diagnosticados utilizando-se uma grande variedade de métodos, e suas indicações dependem do tipo de arritmia que se suspeita </li></ul>
    3. 3. Epidemiologia das Arritmias: Bailey D. J. Am Coll Cardiol. 1992. 19(3):41A Gráfico 1: Prevalência do diagnóstico de arritmia na alta hospitalar
    4. 4. Epidemiologia das Arritmias: Blomström-Lundqvist and Scheinman et al. 2003 ACC/AHA/ESC Practice Guidelines Tabela 1: Epidemiologia das internações por taquiarritmias Arritmias % Fibrilação Atrial 44.8 Flutter Atrial 5.2 TSV 3.8
    5. 5. Estudo Eletrofisiológico: <ul><li>Forma mais extensa e completa do estudo do sistema de condução </li></ul><ul><li>O EEF é útil na estratificação de risco de morte súbita secundária a arritmias </li></ul>
    6. 6. Incidência de Morte Súbita em Populações Específicas e Números Anuais de Morte Súbita Myeburg RJ (Circulation, 1992) 0 10 20 30 % 0 100 200 300 (x 1000) Incidência de MS Nº de MS/ano População adulta Sub-grupo de risco múltiplo Evento Coronariano Prévio FE <30% ou ICC MS Abortada FV/TV Sub-grupo de Alto risco pós-IAM MADIT, MUSTT, MADIT II AVID, CASH, CIDS SCD-HeFT
    7. 7. Indicações para EEF: <ul><li>Avaliação do mecanismo, sítio e extensão das lesões na geração de impulso ou da condução elétrica; </li></ul><ul><li>Esclarecimento dos mecanismos das taqui e bradiarritmias; </li></ul><ul><li>Pesquisa de BAV, Síndrome de Brugada, vias acessórias e outros distúrbios; </li></ul><ul><li>Investigação de síncope e palpitações de origens desconhecidas sem registros eletrocardiográficos; </li></ul><ul><li>Para avaliar terapêutica (ablação); </li></ul>
    8. 8. Estudo Eletrofisiológico Invasivo: <ul><li>Utilidade limitada na avaliação de síncope em pacientes sem doença cardíaca estrutural </li></ul><ul><li>Maior utilidade em pacientes com doença cardíaca estrutural </li></ul><ul><ul><li>Com doença cardíaca 50 - 80% </li></ul></ul><ul><ul><li>Sem doença cardíaca 8 - 50% </li></ul></ul><ul><li>Relativamente ineficaz nas bradiarritmias </li></ul>Brignole M, Alboni P, Benditt DG, et al. Eur Heart Journal 2001; 22: 1256-1306.
    9. 9. Objetivo: <ul><li>Analisar os aspectos epidemiológicos dos estudos eletrofisiológicos realizados no Serviço de Eletrofisiologia Clínica Invasiva do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (HUCAM); </li></ul><ul><li>Identificar as complicações relacionadas ao procedimento. </li></ul>
    10. 10. Casuística: <ul><li>Período: </li></ul><ul><ul><li>De outubro de 2005 a maio de 2009 </li></ul></ul><ul><li>Analisados prontuários de 49 pacientes encaminhados ao ambulatório com indicação de EEF pelo médico assistente (exceto os de classe III) ou pela equipe de arritmologia após avaliação </li></ul><ul><ul><li>25 pacientes do sexo feminino (51,02%) </li></ul></ul><ul><ul><li>Idade média de 43 anos (13 a 84 anos) </li></ul></ul>
    11. 11. Indicações: Gráfico 2: Tipos de indicações para o EEF
    12. 12. Resultados: <ul><li>Negativo em 28 (58%) pacientes; </li></ul><ul><li>FA não laboratorial e TA sustentada em 4 (8%) pacientes cada; </li></ul><ul><li>BAV 2º grau, TRN, TRAV em 3 (6%) pacientes cada; </li></ul><ul><li>Outras arritmias em 4 (8%) pacientes; </li></ul><ul><li>Baixo índice de complicação: 2 (4%) hematomas no local da punção. </li></ul>
    13. 13. Resultados: 58% 6% 6% 6% 8% 8% 8% Gráfico 3: Prevalência do diagnóstico pós EEF
    14. 14. Conclusão: <ul><li>O EEF foi capaz de evidenciar arritmias em 21 pacientes (42%) e excluir arritmias significativas em 28 pacientes (58%). </li></ul><ul><li>O EEF mostrou-se um exame seguro, eficaz, com baixo índice de complicações auxiliando o diagnóstico e a conduta dos pacientes estudados. </li></ul>
    15. 15. Obrigada!
    16. 16. Obrigada!
    17. 17. Obrigada!
    18. 18. Obrigada!
    19. 19. Obrigada!
    20. 20. MUSTT Initial Protocol <ul><li>EPS N=2202 </li></ul>Evaluate and Treat Ischemia No Sustained VT Induced N=1435 (65%) Inducible Sustained VT N=767 (35%) Registry Randomized N=704 (92%) Refused Randomization N=63 (8%) CAD, NSVT, EF < 0.40 Buxton AE. N Engl J Med . 1999;341:1882-90.

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