ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO ENFERMAGEM PPE 06/3

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ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO ENFERMAGEM PPE 06/3

  1. 1. 1.00 PPE-06/3 - FORMAÇÃO DO 3º SARGENTO TEMPORÁRIO DE ENFERMAGEM (SERVIÇO MILITAR FEMININO VOLUTÁRIO) ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO VOLUTÁRIO (EBSTV-1ª E 2ª FASE) Edição 2005 - 2007 SEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVSEM OBJETIVOSOSOSOSOS BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS,BEM DEFINIDOS, SOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE PORSOMENTE POR AAAAACASO CHEGAREMOSCASO CHEGAREMOSCASO CHEGAREMOSCASO CHEGAREMOSCASO CHEGAREMOS AAAAA ALALALALALGUM LGUM LGUM LGUM LGUM LUGARUGARUGARUGARUGAR
  2. 2. 3.00 APARTIR DE UMAVISÃO IDEAL EADEQUADADE PREPARAÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA, O SISTEMADE INSTRUÇÃO MILITAR DO EXÉRCITO BRASILEIRO PROCURAPROMOVERAEXE- CUÇÃO DESSAATIVIDADE COM ABSOLUTA FLEXIBILIDADE, PARA QUE POSSAM SER AB- SORVIDAS AS CONDIÇÕES, PECULIARIDADES E RESTRIÇÕES CONJUNTURAIS EM CADA COMANDO MILITAR DE ÁREA, EM CADAGRANDE UNIDADE E EM CADAUNIDADE, SEM PER- DAS SUBSTANCIAIS NOS RESULTADOS E COM GARANTIA DE CONSECUÇÃO DOS OBJETI- VOS AOS QUAIS SE PROPÕE. A concepção de preparação da Força Terrestre Brasileira, consubstanciada nos Progra- mas-Padrão, pode ser resumi- da em, apenas, uma sentença:
  3. 3. 5.00 E S T E P R O G R A M A - P A D R Ã O E S T Á O R G A N I Z AD O E M D U A S PARTES: 1ª PARTE - INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA - 1ª FASE 2ª PARTE - APLICAÇÃO DE CONHECIMENTOS - 2ª FASE
  4. 4. ÍNDICEÍNDICEÍNDICEÍNDICEÍNDICE 1ª P1ª P1ª P1ª P1ª PARARARARARTE - EBSTV / 1ª FTE - EBSTV / 1ª FTE - EBSTV / 1ª FTE - EBSTV / 1ª FTE - EBSTV / 1ª FASEASEASEASEASE Página I. INTRODUÇÃO............................................................................................................................................................................................. 9.00 1. Finalidade............................................................................................................................................................................................... 10.00 2. Objetivos do Estágio 1ª Fase.................................................................................................................................................................. 10.00 3. Execução do Estágio 2ª Fase ................................................................................................................................................................. 10.00 4. Estrutura da Instrução............................................................................................................................................................................. 10.00 5. Direção e Condução do Estágio 1ª Fase ................................................................................................................................................ 12.00 6. Avaliação ................................................................................................................................................................................................ 14.00 7. Interpretação dos OII ............................................................................................................................................................................... 15.00 8. Estrutura do PP....................................................................................................................................................................................... 17.00 9. Normas Complementares ....................................................................................................................................................................... 17.00 II. UMA PROPOSTA PARAA DISTRIBUIÇÃO GERAL DO TEMPO ............................................................................................................. 19.00 III. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE) ................................................................................... 21.00 IV.MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA ........................................................................................ 23.00 V. ATRIBUTOS DA ÁREAAFETIVA............................................................................................................................................................... 25.00 VI.PROGRAMA DE MATÉRIAS ..................................................................................................................................................................... 29.00 1. Armamento, Munição e Tiro..................................................................................................................................................................... 30.00 2. Continência e Sinais de Respeito .......................................................................................................................................................... 32.00 3. Instrução Geral ........................................................................................................................................................................................ 34.00 4. Marchas, Estacionamentos e Serviço em Campanha ............................................................................................................................. 40.00 5. Ordem Unida .......................................................................................................................................................................................... 41.00 6. Serviço de Saúde ................................................................................................................................................................................... 22.00 7. Treinamento Físico Militar ....................................................................................................................................................................... 25.00 7.00
  5. 5. I.I.I.I.I. INTRINTRINTRINTRINTRODUÇÃO - EBSTV/1ª FODUÇÃO - EBSTV/1ª FODUÇÃO - EBSTV/1ª FODUÇÃO - EBSTV/1ª FODUÇÃO - EBSTV/1ª FASEASEASEASEASE 9.00 As páginas que se seguem con- têm uma série de informações, cuja leitura é considerada indis- pensável para os usuários do presente Programa-Padrão de Instrução.
  6. 6. 10.00 I. INTRODUÇÃO 1. FINALIDADE A 1ª Parte do Programa-Padrão regula o planejamento e a execução da 1ª fase do Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV/1ª Fase) para 3º Sargento Temporário de Enfermagem. 2. OBJETIVOS DO ESTÁGIO - 1ª FASE a. Objetivos Gerais. Definidos na Portaria Nr 045-DGP, de 19 Set 97. O EBSTV/1ª Fase, destinado às Técnicas e Auxiliares de Enfermagem voluntárias para o Serviço Militar Feminino, e como parte do seu Serviço Militar Inicial, compreende a instrução técnico-militar desenvolvida com os seguintes objetivos: 1)Adaptá-las à vida militar e às condições peculiares do Exército. 2) Confirmá-las como 3º Sargento Temporário de Enfermagem. b. Objetivos Parciais Ligados à natureza didática das atividades de Instrução: 1) (AC) Adquirir determinados Conhecimentos de imediata necessidade do 3º Sargento Temporário de Enfermagem; 2) (CF) Desenvolver Padrões de Desempenho Físico; 3) (CH) Iniciar a Criação de Hábitos; 4) (FC) Iniciar a Formação do Caráter Militar; 5) (HT) Desenvolver determinadas Habilitações Técnicas; 6) (OP) Obter Padrões de Procedimentos; 7) (TE) Obter reflexos relacionados à execução de Técnicas Individuais de Combate. 3. EXECUÇÃO DO ESTÁGIO - 1ª FASE a. Conceito de Execução O Estágio será conduzido sob a forma de Instrução Individual, segundo metodologia preconizada no PPB/1, tendo como ponto de partida os Objetivos Individuais de Instrução (OII) programados no PP. Não só a Direção de Instrução da OM, mas toda a oficialidade, deverá concorrer decisivamente para promover a integração da Estagiária e para desenvolver laços de vinculação, fazendo delas incondicionais colaboradoras no serviço e no seio da comunidade nacional, onde o Exército deve ter as suas mais profundas raízes. b. Duração O Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV) terá a duração de 45 dias (6 semanas para efeito de instrução), num total de 210 horas, aproximadamente. c. Locais de Realização O EBSTV/1ª Fase será realizado, obrigatoriamente, nas OM designadas pelas Regiões Militares. d. Participantes As mulheres que forem voluntárias para o Serviço Militar, nas condições do Art 1º e de seu Parágrafo Único da Port Min Nr 582, de 14 Ago 97. e. Legislação Básica 1) Port Min Nr 582, de 14 Ago 97. 2) Port Min Nr 733, de 16 Set 97. 3) Port Nr 045-DGP, de 19 Set 97. 4. ESTRUTURA DA INSTRUÇÃO a. Características 1) O Programa de Treinamento constante deste PP baseia-se na perspectiva da instrução voltada para o desempenho. Tem em vista habilitar a Estagiária para a execução de atividades básicas de um 3º Sargento Temporário de Enfermagem recém-incorporado e ambientá-lo
  7. 7. na vida militar. A Estagiária cumprirá um elenco de Objetivos Individuais de Instrução (OII) grupados emAtividades e Matérias: a) Atributos da Área Afetiva; b)Armamento, Munição e Tiro; c) Continência e Sinais de Respeito; d) Instrução Geral; e) Marchas, Estacionamentos e Serviços em Campanha; f) Ordem Unida; g) Serviço de Saúde; h) Treinamento Físico. 2) Os Objetivos Individuais de Instrução estabelecem o desempenho individual esperado da Estagiária, tendo em vista as finalidades do Estágio. Identificam as Tarefas a serem executadas pela Estagiária, segundo determinadas Condições e visando a uma ação que se situa dentro de um Padrão Mínimo. 3) Os Objetivos Intermediários são apresentados como um elemento auxiliar para o Diretor do Estágio, para o Instrutor e, sobretudo, para a própria Estagiária, indicando atividades preliminares e necessárias para o alcance do desempenho descrito no OII. 4) Os Atributos da Área Afetiva indicados neste PP, juntamente com a observação de outras atitudes e comportamentos demonstrados no serviço, na vida privada e no convívio social, servirão de base para a apreciação subjetiva e a conceituação do Caráter Militar da Estagiária. 5) A Avaliação do desempenho individual da Estagiária será realizada por meio da execução dos Objetivos Individuais de Instrução e da observação de seu comportamento como participante das atividades correntes da OM. b. Compreensão dos Objetivos Parciais 1) (AC) Adquirir determinados conhecimentos. A aquisição de conhecimentos deve ser entendida como a retenção de informações de imediata necessidade da Estagiária. A apreensão destes conhecimentos ocorrerá na participação das atividades previstas neste PP. 2) (CF) Desenvolver Padrões de Desempenho Físico. Os Padrões de Desempenho Físico correspondem às condições de vigor físico necessário e desejável ao exercício das funções militares e para suportar esforços prolongados. Assim, por intermédio da participação no Treinamento Físico dos Sargentos e, se necessário, em grupamento próprio, a Estagiária deverá preparar-se para a execução do Teste deAptidão Física (TAF), cujos índices serão verificados na última semana do Estágio. 3) (CH) Iniciar a Criação de Hábitos. Deve ser desenvolvida, nas Estagiárias, a criação de disposições permanentes, por via da repetição de determinados hábitos adequados à Vida Militar. 4) (FC) Iniciar a Formação do Caráter Militar. O Caráter Militar é constituído por um conjunto de valores aceitos pela maioria do grupo militar e julgados importantes para o Exército. Sua aceitação promove ações e reações individuais semelhantes em termos de procedimentos, sentimentos e julgamentos. Os valores integrantes do Caráter Militar são identificados como Atributos da Área Afetiva cujo desenvolvimento deve ser promovido no ambiente militar por intermédio do exemplo, da ação de convencer, persuadir, motivar e exaltar. No EBSTV, será proporcionada à Estagiária a oportunidade de, por empenho próprio, interpretar e compreender os atributos que devem ornar o caráter do Sargento do Exército Brasileiro. A atuação na Área Afetiva, entretanto, não se limitará a esta tarefa. Caberá a todos os Quadros da Unidade constituírem-se em modelos, servindo de exemplos de atitudes, de comportamentos e de evidência dos atributos que conformam o Caráter Militar 5) (HT) Desenvolver determinadas Habilitações Técnicas. A Estagiária deve adquirir conhecimentos e destrezas indispensáveis ao desempenho de suas funções como Sargento Temporário . 6) (OP) Obter Padrões de Procedimentos. Os Padrões de Procedimento identificam-se com um conjunto 11.00
  8. 8. 12.00 de ações e reações adequadas à integração da Estagiária ao ambiente e às atividades militares. Determinados Padrões de Procedimento deverão ser assimilados, pela Estagiária, por meio da conduta dos Quadros no exercício de suas funções e deverão ser consolidados pela aplicação orientada e exigida na atividade corrente da OM. 7) (OU) Obter determinados Padrões de Ordem Unida. A Ordem Unida caracteriza uma disposição individual e consciente, altamente motivada, para a obtenção de determinados padrões coletivos de uniformidade, de sincronização e de garbo militar; deve ser considerada por todos os participantes - instrutores e estagiárias, comandantes e execu-tantes - como um significativo e veemente esforço para demonstrar a própria disciplina militar, isto é, a situação de ordem e obediência que se estabelece voluntariamente entre militares, como decorrência da convicção, de cada um, da necessidade de eficiência na guerra. 8) (TE) Obter reflexos relacionados à execução de Técnicas Individuais de Combate. Uma Técnica Individual de Combate é caracterizada pela sucessão de atos e habilidades especiais que proporcionam a consecução de um determinado propósito, de forma vantajosa para a Estagiária. A técnica para realizar o tiro com a pistola é um desempenho que deverá ser atingido pelas Estagiárias. 5. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DO ESTÁGIO a. Direção do Estágio À Direção de Instrução da OM designada para aplicar o Estágio, cabem as seguintes responsabilidades: 1) Comandante da Unidade a) Distribuir as Estagiárias. b) Designar o Diretor de Estágio, em princípio, o S/3 da OM. c) Designar o Adjunto do Diretor de Estágio, em princípio, o Comandante da Subunidade responsável pelas Estagiárias. d) Selecionar e, se for o caso, modificar ou estabelecer novos OII para atender às peculiaridades da OM, suas limitações e/ outras condicionantes da execução do Estágio, tendo sempre em vista os seus objetivos gerais e as orientações particulares do Comandante Militar de Área ou da Região Militar enquadrante. e) Promover as melhores condições e proporcionar adequadas oportunidades para a Estagiária ambientar-se e integrar-se na Unidade. f) Ao final do Estágio, realizar a avaliação do desempenho da Estagiária, emitir o seu conceito e o parecer para a confirmação como 3º Sgt Temp e a recomendação para o Serviço como Graduado. g) Remeter, ao Comandante da Região Militar, as Fichas de Avaliação e Conceituação das Estagiárias (modelo na pag 23.00). 2) Diretor do Estágio (S/3) a) Assessorar o comandante da OM. b) Planejar e programar o EBSTV: - estabelecendo as oportunidades e semanas de instrução para verificação do desempenho individual indicado em cada OII - orientando o desenvolvimento da instrução: - conciliando a programação com as atividades da OM. c)Acompanhar e avaliar o desempenho das Estagiárias e fazer o registro na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE - modelo na pag 21.00). 3) Adjunto do Diretor de Estágio (Cmt Subunidade) a) Elaborar o Quadro de Trabalho Semanal. b) Designar, em QTS, os instrutores das diversas matérias e orientar as suas atividades. c) Proporcionar e facilitar as condições para a efetiva aprendizagem da Estagiária. d) Acompanhar e orientar as Estagiárias, particularmente, quanto à sua participação nas atividades correntes da Unidade. O comandante poderá modificar ou estabelecer novos OII, reestabelecer as tarefas, condições ou padrões mínimos, para melhor atender às características do estágio sob seu encargo e às pecurialidades da OM.
  9. 9. 13.00 e) Observar o desempenho das Estagiárias, suas atitudes e comportamentos e a evidência dos Atributos da Área Afetiva, ficando em condições de assessorar o Comandante na elaboração da Ficha de Avaliação e Conceituação de Estagiária. 4) Oficial Instrutor a)Envidar todos os esforços necessários à consecução, pela Estagiária, dos padrões mínimos exigidos nos OII e nos objetivos da área afetiva. b) Verificar o desempenho individual da Estagiária, conforme estabelecido nos OII. c) Comunicar, ao Adjunto do Diretor de Estágio, para registro, os resultados da verificação dos OII e suas observações sobre o desempenho da Estagiária. 5) Estagiária a) Conhecer a programação do EBSTV e os detalhes referentes aos OII que deverá cumprir e a ocasião de sua verificação. b) Colocar todo o seu empenho no desenvolvimento do Estágio, realizando com correção e oportunidade as atividades previstas, tendo em vista o cumprimento dos OII programados. c) Nas instruções programadas em QTS, demonstrar o desempenho individual estabelecido nos OII. b. Planejamento da Instrução 1) O Quadro de Trabalho Semanal regulará a execução do programa. Nele serão indicadas todas as atividades do Estágio tendo em vista a: a) realização das atividades previstas; b) verificação dos OII; c) participação, se for o caso, em outras atividades correntes. 2) Os programas fazem, apenas, uma estimativa de carga horária por matéria, consolidada no Quadro Geral de Distribuição de Tempo (pag 20.00). Cabe, à Direção de Instrução da OM, apropriar a carga horária estimada e distribuí-la pelos diversos OII que constituem as matérias, em função da interpretação que deu ao desenvolvimento destes OII. c. O Caráter prático da Instrução 1) A instrução deve ser orientada para o desempenho da Estagiária. Essa orientação fundamental impõe que o instruendo deva aprender fazendo. Portanto, a instrução deve voltar-se para o instruendo e o papel do instrutor é buscar resultados e não, simplesmente, expor assuntos com maior ou menor brilhantismo. A instrução voltada para o desempenho e seu caráter prático determinam certos procedimentos: a) as palestras são utilizadas, apenas, quando indispensáveis. Devem ser curtas e imediatamente seguidas de aplicação prática. Os aspectos cognitivos da aprendizagem não são um fim, mas suportes para a aquisição da capacidade de fazer coisas; b) a instrução deve ser desenvolvida em ambiente semelhante àquele em que será evidenciado o desempenho desejado.As condições de execução dos OII e dos respectivos Objetivos Intermediários devem corresponder às características do ambiente em que a Sessão de Instrução será desenvolvida (características locais e do terreno, oportunidade, duração presença de ações adversas, grau de complexidade das ações etc); c) o instruendo deve manipular e operar os equipamentos reais. Os simuladores, simulacros e outros meios auxiliares são recursos eficientes para iniciá-lo e desenvolver suas habilidades e destrezas; porém, seu desempenho só poderá ser objetivamente avaliado em condições as mais próximas da realidade; d) as habilidades e destrezas são assimiladas e consolidadas, apenas pela prática repetitiva de tarefas específicas. O desempenho será evidenciado não apenas pelo saber fazer, mas pelo reflexos adquiridos e pelo desembaraço em fazer as coisas. A alma da profissionalização é a perícia; e) cada Sessão de Instrução não deve se constituir numa atividade estanque, limitada a um assunto determinado e, apenas, voltada para seus objetivos específicos. Deverá ser a oportunidade para aplicação de conhecimentos, habilidades e destrezas desenvolvidas em sessões
  10. 10. 14.00 a. Avaliação do Desempenho Individual Eventualmente, uma Estagiária poderá ser inabilitada por não demonstrar o Desempenho Individual previsto ou não evidenciar os atributos e qualidades do Caráter Militar exigidos. Tal ocorrência, no entanto, representará mais do que um insucesso individual; na verdade, uma falha na seleção ou decorrência de uma deficiência pessoal acidental. anteriores, promovendo, desse modo, a integração e a consolidação da aprendizagem. 2) Os métodos e processos de instrução preconizados no CI 21-5/2, no T 21-250 e em outros documentos devem ser criteriosamente selecionados e aplicados, tendo sempre presente o caráter prático da instrução e a busca do desempenho. 6.AVALIAÇÃO A avaliação de cada Estagiária será conduzida com base nos aspectos fundamentais que caracterizam a consecução dos Objetivos Gerais do Estágio: 1º) O Desempenho individual revelado: - na execução dos OII programados (aproveitamento); - na participação das atividades correntes da OM. 2º) O Caráter Militar revelado: - pela evidência dos Atributos da Área Afetiva definidos em OII; - pela demonstração de atitudes e comportamentos adequados à vida militar e à convivência no Círculo de Sargentos. DESEMPENHO INDIVIDUAL é a capacidade profissional com que um militar executa as tarefas que correspondem às funções do cargo que ocupa (PPB/1). A execução de um Estágio deve ser orientada com a preocupação básica de homogeneização de resultados da aprendizagem sem, contudo, haver preocupação de eliminação ou de inabilitação de Estagiária (PPB/1). A avaliação do Desempenho Individual será feita segundo os seguintes critérios: 1) Aproveitamento Expresso por uma Nota e demonstrado pela concretização de todos os OII previstos. Nas oportunidades programadas em Quadro de Trabalho, o Oficial Instrutor verificará o desempenho da Estagiária na execução da Tarefa estabelecida no OII, dentro das respectivas condições e tendo por critério o Padrão Mínimo estabelecido. O Diretor de Estágio registrará os resultados verificados na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE - modelo na pag 23.00) fazendo uma apreciação qualitativa (menção e nota), na qual levará em conta o empenho, a adequação técnica e a eficácia demonstradas pela Estagiária na concretização dos OII. 2) Desembaraço Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação da Estagiária nas atividades correntes da OM, na concretização dos OII e no trato com superiores, pares e subordinados. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 3) Preparo Técnico-profissional (como Sgt Tmp Enf) Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação do desempenho da Estagiária nas atividades correntes da OM, na concretização dos OII e na execução de qualquer tarefa ou missão. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota).
  11. 11. 15.00 A avaliação do caráter Militar será feita segundo os seguintes critérios: 1) Atributos da Área Afetiva Definidos em OII próprios e evidenciados nas condições por eles definidas. Resultará da observação contínua da Estagiária, em todas as oportunidades, no serviço e fora dele, nas relações com superiores, pares e subordinados, na vida privada e nas atividades sociais. Ao final do Estágio, seu Diretor apreciará as observações e registrará o seu conceito (menção e nota) na FCIE. 2) Conduta Militar A avaliação será feita por meio da observação das atitudes e comportamentos revelados pela Estagiária, considerando, particularmente, as manifestações de disciplina, de cumprimento do dever e das formas de tratamento com superiores, pares e subordinados. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará as observações feitas e registrará o seu conceito (menção e nota ) na FCIE. 3) Conduta Civil A avaliação será feita através da observação do comportamento social da Estagiária, particularmente, as manifestações de educação, urbanidade, boas maneiras. dentro e fora do serviço. Ao final do Estágio. o seu Diretor apreciará as observações feitas e registrará o seu conceito (menção e nota) na FCIE. c. Parecer do Comandante Cabe ao Comandante, a avaliação final da Estagiária e a emissão do seu parecer pessoal sobre a mesma. 1) O Comandante apreciará os registros (menções e notas) lançados na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE), fazendo constar e processar na Ficha deAvaliação e Conceituação de Estagiária (modelo na pag 27.00) as notas correspondentes aos atributos e qualidades dela constantes. A Média Final será transformada em Menção segundo os seguintes critérios: 2) No seu Parecer Final, na ficha deAvaliação e Conceituação de Estagiária, o Comandante emitirá o seu conceito pessoal, concluindo sobre as seguintes condições: a) ser confirmada como 3º Sgt Temp Enf; b) estar habilitada na 1ª fase do EBSTV e ter condições de frequentar a 2ª fase do Estágio. A menção I (insuficiente) atribuída ao Desempenho Individual ou ao Caráter Militar, conforme especificados na Ficha de Avaliação e Conceituação, inabilitará a Estagiária à confirmação como 3º Sgt Temp Enf. O Comandante justificará sucintamente este resultado negativo, de próprio punho, no verso da ficha. 7. INTERPRETAÇÃO DOS OII a. Análise dos elementos Ainterpretação dos OII contidos no Programa-Padrão é realizada pela análise dos elementos que os definem (Tarefa, Condições, Padrão Mínimo), da matéria e dos assuntos a eles relacionados e deve ser concluída pela identificação do (s) (a): - objetivos intermediários; - processo (s) de instrução mais adequado (s); - tempo estimado para atingir o OII. ATON OÃÇNEM 99,4a00,0 etneicifusnI)I( 99,5a00,5 malugeR)R( 99,7a00,6 moB)B( 00,01a00,8 moBotiuM)BM( b. Avaliação do Caráter Militar CARÁTER MILITAR é o conjunto de valores aceitos pela maioria dos integrantes de um agrupamento, capaz de conferir a este agrupamento, como um todo, reações coletivas semelhantes em termo de procedimentos e sentimentos (PPB/1)
  12. 12. 16.00 c. Processo de Instrução Decorre da consideração a respeito da natureza dos objetivos intermediários ou OII considerados.Assim, a análise do OII, dos objetivos intermediários, da matéria e dos assuntos possibilitará a seleção de procedimentos mais adequados à natureza dos mesmos: palestras, demonstrações, estudos dirigidos, exercícios práticos, práticas dirigidas etc. d. Carga Horária Estabelecidos os objetivos intermediários e as Sessões de Instrução para a consecução do OII, deve-se estipular o tempo estimado para cada OII de uma matéria, sendo necessário confrontá-lo com a disponibilidade de tempo e fazer os reajustamentos que se fizerem precisos. e. Módulo Didático de Instrução A interpretação de cada OII resulta em um pequeno programa: o Módulo Didático de Instrução (ver PPB/1). Esse Módulo Didático será a base para programação e execução da Instrução: 1) Programação da Fase A Programação do Estágio é expressa no Quadro de Desenvolvimento da Instrução (QDI). Nele são relacionados os OII por matéria, e os respectivos Módulos Didáticos são desenvolvidos, ao longo das semanas de instrução, numa seqüência lógica e conveniente. O QDI orienta a programação semanal estabelece os prazos para consecução dos OII. 2) Programação Semanal A programação semanal é expressa no Quadro de Trabalho Semanal (QTS) elaborado pelo Diretor do Estágio. No QTS, são indicados a matéria, o OII e os objetivos da sessão programada, isto é, o (s) objetivo (s) intermediário (s) identificados na interpretação do OII. O OII, também, pode constituir-se no próprio objetivo da sessão, quando esta se destina à verificação do desempenho individual do instruendo. 3) Execução da Instrução O instrutor preparará a Sessão de Instrução orientado pelos b. Objetivos Intermediários A simplicidade de alguns OII permite que o processo ensino- aprendizagem alcance, diretamente, o desempenho individual desejado. Outros OII, no entanto, são complexos e não podem ser imediatamente atingidos, senão por intermédio da consecução de objetivos intermediários, os quais se constituem em passos, em termos de aprendizagem, que auxiliam o instruendo a alcançar o desempenho individual estabelecido no OII. O objetivos intermediário deverá definir uma subtarefa que conduzirá ao OII considerado. O processo de definição dos objetivos intermediários, sempre orientado para o OII, resulta de um estudo, envolvendo os (a): - análise da matéria; - análise dos assuntos; - análise da tarefa e de elementos de definição do OII; - objetivos intermediários sugeridos no PP; - experiência profissional do interpretador; - bibliografia disponível. Um ou mais objetivos intermediários poderão constituir os objetivos de Sessão de Instrução, orientando a programação do OII. Deverão ser organizados em uma seqüência lógica de progressividade ou de complexidade crescente, de modo que sejam identificados, perfeitamente, aqueles que são pré-requisitos dos outros. OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS - Assunto - Obj Intermediários sugeridos nos PP - Experiência Profissional - Bibliografia disponível OII
  13. 13. 17.00 elementos definidos na interpretação do OII: - objetivo intermediário a que corresponde a sessão; - processo de instrução; - tempo estimado. É importante que o (s) objetivo (s) da sessão e o respectivo OII sejam apresentados ostensivamente no local de instrução em um cartaz ou quadro mural. Seu conhecimento é indispensável tanto para o instruendo, que identifica o que dele se espera em termos de desempenho individual, quanto para o próprio instrutor, cuja atividade deve estar sempre orientada para objetivos nítidos. 8. ESTRUTURA DO PP a. Basicamente, o Programa-Padrão é constituído por um elenco de Objetivos Individuais de Instrução (OII), que devem ser concretizados pela Estagiária. Os OII são grupados, segundo os assuntos a que se referem, em Matérias de Instrução e em Atributos da Área Afetiva. b. Como orientação para a interpretação dos OII, são sugeridos os respectivos Objetivos Intermediários, a partir dos quais são visualizadas as Sessões de Instrução, e os respectivos objetivos de sessão e o Módulo Didático de Instrução, por meio do qual será desenvolvido o processo ensino-aprendizagem para consecução do OII. c. Há, ainda, a indicação do Objetivo Parcial ao qual está vinculado o OII (FC, OP, AC etc). Os Objetivos Parciais são definidos por áreas e se relacionam a um conjunto de assuntos da mesma natureza. A sua compreensão, na interpretação do OII, é valiosa justamente para a escolha do processo de instrução adequado. d. A forma de apresentação do Programa indica a ordem em que devam ser considerados, na programação e execução da instrução, os seus diversos assuntos: em primeiro lugar, a definição do OII (Tarefa, Condição, Padrão Mínimo), em segundo lugar, sugestões de Objetivos Intermediários e, finalmente, a relação dos assuntos relativos ao OII. Trata-se, como já foi comentado, de uma orientação para o planejamento da instrução. 9. NORMAS COMPLEMENTARES As normas estabelecidas, neste PP, serão complementadas por outros documentos normativos e ligados á execução do Estágio: - PIM/COTER - Diretrizes de Instrução dos Grandes Comandos e Regiões Militares; - Planos e Programas das OM.
  14. 14. 19.00 II.II.II.II.II. UMA PRUMA PRUMA PRUMA PRUMA PROPOSTOPOSTOPOSTOPOSTOPOSTA PA PA PA PA PARAARAARAARAARA A DISTRIBA DISTRIBA DISTRIBA DISTRIBA DISTRIBUIÇÃO GERAL DOUIÇÃO GERAL DOUIÇÃO GERAL DOUIÇÃO GERAL DOUIÇÃO GERAL DO TEMPOTEMPOTEMPOTEMPOTEMPO Você encontrará, na página que se segue, uma proposta de distribuição de tempo para o desenvolvimento do Programa de Instrução que visa à execução do Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV-1ª fase). O Comandante, Diretor ou Chefe da OM poderá, em função dos recursos disponíveis, das características dos instruendos e de outros fatores conjunturais, alterar as cargas horárias das matérias discriminadas na distribuiçãosugerida.
  15. 15. 20.00 )ESAFª1-VTSBE(OIRÁTNULOVOIRÁROPMETOTNEGRASARAPOCISÁBOIGÁTSE OPMETEDOÃÇIUBIRTSIDEDLAREGORDAUQ SAIRÉTAM ODAMITSEOPMET ONRUID ONRUTON LATOT oriTeoãçinuM,otnemamrA.1 51 - 51 otiepseRedsianiSeaicnênitnoC.2 60 - 60 lareGoãçurtsnI.3 23 - 23 ahnapmaCmeoçivreSesotnemanoicatsE,sahcraM.4 61 - 61 adinUmedrO.5 02 - 02 edúaSedoçivreS.6 51 51 ratiliM-ocisíFotnemanierT.7 03 - 03 )açnarepsEjorP+(AVITEFAAERÁADSOTUBIRTAAODANITSEDOPMET 61 - 61 ETNADNAMOCODOÃÇISOPSIDÀOPMET 06 - 06 SIATNEMADNUFSAIRÉTAMSÀSIEVÍNOPSIDSOPMETSODLATOT 012 - 012 .oãçalumroferatissecenesuoadauqedaátseoãçiubirtsidatseeseuqidnioigátseodoirótaleroeuqes-aticilos,esafª1-VTSBEodoãçazilaerasópA)1:sbO .oãçurtsniadoãçarepucereoãsiverà,etnemlapicnirp,esodairef,savitartsinimdasedadivitasà,mébmat,es-anitsedodnamocodoãçisopsidàopmetO)2 MATÉRIASFUNDAMENTAIS
  16. 16. 21.00 Os OII programados serão verificados tendo por critério os respectivos Padrões Mínimos (Aproveitamento) e os Padrões Evidenciados (Atributos) e terão uma apreciação qualitativa (Menção) que levará em conta o empenho, a adequação técnica e a eficácia demonstrados pela Estagiária na concretização dos mesmos.As demais qualidades constantes da FCIE serão avaliadas pelo Diretor de Estágio e também por intermédio de uma apreciação qualitativa (Menção). As Menções MB, B e R serão ainda expressas por uma Nota segundo a seguinte correlação: A Menção I (Insuficiente) em qualquer dos OII programados ou em qualquer das demais qualidades constantes da FCIE inabilitará a Estagiária para a confirmação como 3º Sargento Temporário de Enfermagem. III. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DA INSTRUÇÃO DA ESTRATÉGIA Não há instrução individual que possa ser conduzida, satisfatoria-mente, sem controle individual. Na Folha que se segue, é apresentado o Modelo da FICHADE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE). Os registros, na FCIE, são da responsabilidade do Diretor de Estágio e serão submetidos à apreciação do Comandante, Chefe ou Diretor da OM. OÃÇNEM ATON BM 0,9 B 0,7 R 0,5
  17. 17. 22.00 )EICF(AIRÁIGATSEADOÃÇURTSNIEDELORTNOCEDAHCIF :MEGÁMREFNEEDOIRAROPMETOTNEGRASº3 AVITEFAAERÁADSOTUBIRTA IIO ODAICNEDIVEOÃRDAP BM B R I SATON 100-3/60 200-3/60 300-3/60 400-3/60 500-3/60 600-3/60 700-3/60 800-3/60 900-3/60 aidéM ESEDUTITAEDOÃÇARTSNOMED SOTNEMATROPMOC BM B R I SATON atudnoC ratiliM atudnoC liviC SEDADIVITASANOÃÇAPICITRAP MOADSETNERROC BM B R I SATON -rabmeseD oça oraperP ocincéT lanoissiforP OTNEMATIEVORPA IIO ODAÇNACLAOMINÍMOÃRDAP BM B R I SATON 010-3/60 110-3/60 210-3/60 310-3/60 410-3/60 510-3/60 610-3/60 710-3/60 810-3/60 910-3/60 020-3/60 120-3/60 220-3/60 320-3/60 420-3/60 520-3/60 620-3/60 720-3/60 820-3/60 920-3/60 030-3/60 aidéM OTNEMATIEVORPA IIO ODAÇNACLAOMINÍMOÃRDAP BM B R I SATON 130-3/60 230-3/60 330-3/60 430-3/60 530-3/60 630-3/60 730-3/60 830-3/60 930-3/60 040-3/60 140-3/60 240-3/60 340-3/60 aidéM Quartel em __________,_____________________ a)_______________________________________ Diretor de Estágio
  18. 18. 23.00 IV. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA Na página seguinte, é apresentado o Modelo da FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA como prescrita nas IG 10-68. Os resultados, nela registrados, serão publicados em Boletim Interno da OM. ESTE REGISTRO CORRESPONDE À AVALIAÇÃO FINAL DA ESTAGIÁRIA.
  19. 19. 24.00 OIRÁTNULOVOIRÁROPMETOTNEGRASARAPOCISÁBOIGÁTSE-AIRÁIGATSEEDOÃÇAUTIECNOCEOÃÇAILAVAEDAHCIF )esafª1-VTSBE ____________________________________________________________fnEpmeTtgSº3 )fnExuA/fnEceT()edaditnedI( ______________________________________ )emoN( SOTUBIRTAEEDADILAUQ SATON SADAIDÉM SATON SEÕÇAVRESBO )A( OHNEPMESED LAUDIVIDNI otnematievorpA oé)FM(laniFaidéMA- oãçarepoadodatluser =FM B+A moc 2 .somisétnecétaoãçamixorpa edsadíubirtaoãssatonsA- )zed(01a)orez(o oçarabmeseD lanoissiforp-ocincéToraperP )B( RETÁRAC RATILIM avitefAaerÁadsotubirtA ratilimatudnoC liviCatudnoC )FM(LANIFAIDÉM LANIFOÃÇNEM :LANIFRECERAP fnEpmeTtgSº3omocoãçamrifnocarapseõçidnoc)enúeRoãNuo(____________________________enúeR)1 ),R,B,BM( __________)odnedopoãnuo(odnedop,VTSBEodesafª1an_______________________________________)2 _________________________________________________________________ )VTSBEodesaFº2aratneüqerf( _______________________________________meletrauQ )atadelacoL( _______________________________________ )MOadtmCodarutanissa(
  20. 20. 25.00 V. ATRIBUTO DA ÁREA AFETIVA Aseguir, você encontrará a série de Objetivos Individuais de Instrução (OII) que estão, especificamente, relacionados a Atributos da Área Afetiva. Além da carga horária básica, é imprescindível a atividade dos Oficiais da Unidade, observando, orientando e estimulando a Estagiária em todas as oportunidades durante o Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV / 1ª fase).
  21. 21. (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO EVIDÊNCIA DO ATRIBUTO 26.00 TEMPO ESTIMADO: 16HATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA E - 06/3 001 (FC) Camaradagem: Capacidade de compreender e auxiliar os companheiros em qualquer situação. Lealdade: Capacidade de demonstrar fidelidade a pessoas, grupos ou instituições em função dos valores que defendem ou Dedicação: Capacidade de realizar atividades com empenho Iniciativa: capacidade de tomar medidas oportunas em situações diversas e de e m e r g ê n c i a , s e m n e c e s s i d a - d e d e acionamento de supe- riores. No relacionamento diário com os camaradas, dentro e fora do quartel. No relacionamento com camaradas e superiores. Durante o cumprimento de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas. Durante o cumprimento de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas e em qualquer circunstância em que couber a sua intervenção. A Estagiária deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. AVALIADOR: Cmt da OM com a colaboração de todos os Quadros, ao final do Estágio. 1) Compreender cada atributo, valendo-se do Audiovisual correspondente. 2) Interpretar o atributo cada Audiovisual (orientação no CI 20/2). 3) Evidenciar o atributo nas condições estabelecidas no OII. E - 06/3 002 (FC) E - 06/3 003 (FC) E - 06/3 004 (FC)
  22. 22. (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO CONDIÇÃO PADRÃO EVIDÊNCIA DO ATRIBUTO 27.00 TEMPO ESTIMADO: 16HATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA E - 06/3 005 (FC) Coragem: Capacidade de enfrentar, com energia, situações perigosas. Responsabilidade: Capacidade de desenvolver integral- mente, e com correção, todas as atividades sob sua incumbência. Perseverança: Capacidade de conclui uma ação iniciada a despeito de qualquer dificuldade encontrada. Lederança:Capacidade de dirigir um grupo. Durante a execução de missões, tarefas e atividades, dentro e fora do quartel. Durante a execução de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas. No cumprimento de missões e de tarefas complexas e difíceis e em outras situações. Chefiando uma equipe, um grupo de trabalho ou em outras situações. AVALIADOR: Cmt da OM com a colaboração de todos os Quadros, ao final do Estágio. O instruendo evidencia o atributo nas condições especificadas. 1) Compreender cada atributo, valendo-se do Audiovisual correspondente. 2) Interpretar o atributo cada Audiovisual (orientação no CI 20/2). 3) Evidenciar o atributo nas condições estabelecidas no OII. E - 06/3 006 (FC) E - 06/3 007 (FC) E - 06/3 008 (FC) Espírito de Corpo: Capacidade de integrar-se no caráter coletivo do grupo. Na vida diária da OM, no relacionamento com os companheiros quando estiver atuando numa equipe ou participando de competições E - 06/3 009 (FC) A Estagiária deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. Obs: O Diretor do Estágio deverá apresentar o Projeto Esperança àsEstagiárias, visando capacitá-las a servirem de apoio quando da sua aplicação nas Organizações Militares de Saúde (OMS), Postos Médicos de Guarnição (P Med Gu) e Estabelecimentos de Ensino (EE) nos quais houver participação feminina no Corpo Discente.
  23. 23. 29.00 V. PROGRAMA DE MATÉRIAS O Comandante poderá selecionar, modificar ou estabelecer novos OII para atender às peculiaridades da OM, suas limitações e outras condicionantes da execução do Estágio, porém, sem nunca perder de vista os seus Objetivos Gerais. A seguir, você encontrará o conjunto de OII relacionados ao Programa de Matérias. Lembre-se que o êxito da instrução evidencia-se quando todas as Estagiárias atingem, plenamente, todos os OII.
  24. 24. 30.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 010 (HT) E - 06/3 011 (HT) Desmontar e montara Pistola 9 mm. Aplicar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. Será fornecida à Estagiária uma pistola 9 mm. Conforme o previsto na Instrução Preparatória para o Tiro (IPT), preconizada no C 23-1 A Estagiária deverá:- fazer a desmontagem de 1º escalão revelando destreza; - identificar, corretamente, as peças da pistola 9 mm; - fazer a montagem de 1º escalão; - Após a montagem, a arma deverá estar em perfeitas condições de funcionamento. A Estagiária deverá evidenciar domínio das técnicas de execução da pontaria e do tiro, de acordo com os critérios da IPT (C 23-1), ficando apta para realizar o tiro real com a Pst 9 mm. 1) Identificar os principais procedi- mentos de segurança no manuseio de arma. 2) Identificar as caraterísticas básicas da arma. 3) Identificar a munição. 4) Identificar, pelo nome, as partes e peças principais da arma 5) Desmontar e montar a Pistola 9mm (1º escalão). 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 1) Tomar a Linha de Mira e a Linha de Visada: - fazer a "fotografia". 2) Manejar a arma. 3) Demonstrar constância na pontaria. 4) Tomar as diversas posições de tiro: - empunhar a arma.5) Demonstrar controle do gatilho: - Indicar (cantar) o tiro. 6) Descrever os procedimentos no estande e as regras de segurança. 7) Demonstrar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. 8) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Pistola 9 mm. a. Generalidades. b. Características. c. Manejo. e. Desmontagem. f. Acessórios. g. Fundamentos da pontaria. h. Fundamentos do tiro. i. Posições do tiro. j. Detalhes para a execução do tiro. l. Instrução preparatória. m. Normas para a execução do tiro. 2. Segurança e procedimentos no estande. 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO: 15h7
  25. 25. 31.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO E - 06/3 012 (HT) E - 06/3 013 (TE) Sanar os incidentes de tiro da Pistola 9 mm. Atirar com a Pistola, aplicando as técnicas e procedimentos para a realização da Pontaria e do Tiro. Durante a realização da IPT, serão simulados incidentes de tiro na Pst. Conforme o previsto na IG 20-03 (IGTAEx). As condições dos Exercícios de Tiro do Módulo Didático de Tiro de Instrução Básica. A Estagiária deverá identificar e resolver todos os incidentes de tiro apresentados. A Estagiária deverá obter os índices de suficiência em todos os Exc Tir previstos no Módulo de Tiro (TIB). 1) Descrever o funcionamento da arma. 2) Descrever os procedimentos e as técnicas para sanar os incidentes de tiro mais comuns. 3) Demonstrar habilidade para sanar incidentes de tiro. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Executar a 1ª Sessão de Tiro (Exc 100 e 101). 2. Executar a 2ª Sessão de Tiro (Exc 102 e 103). 3) Executar a 3ª Sessão de Tiro (Exc 104 e 105). 3. Funcionamento da Pst 9 mm: incidentes de tiro. 4. Tiro real. TEMPO ESTIMADO: 15h E - 06/3 013 (CH) Executar a manutenção de 1º escalão da Pst 9 mm. Após a realização do tiro. A Estagiária deverá executar a manutenção, de acordo com o prescrito nos manuais técnicos. 1) Descrever as operações relativas á manutenção da Pst. 2) Realizar a desmontagem e a montagem de 1º escalão. 3) Limpar e lubrificar a arma. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. Manutenção de 1º escalão.
  26. 26. 32.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 2. CONTINÊNCIA E SINAIS DE RESPEITO TEMPO ESTIMADO: 15h E - 06/3 015 (OP) Proceder, corretamente, em relação aos sinais de respeito. Deverão ser apresentadas, à Estagiária, situações concretas no interior do quartel, fora do quartel em situações diversas. Serão simuladas condições que exijam da Estagiária um procedimento específico quanto aos sinais de respeito. Essas condições devem referir- se às previstas no Regulamento de Continência, Honras e Sinais de Respeito (R-2), particularmente, as indicadas abaixo: - acompanhando um superior; - conduzindo veículo automóvel; - como passageira de veículo automóvel; - na chefia de uma seção; - no refeitório dos Sargentos; - no içamento da Bandeira Nacional; - no canto do Hino Nacional Brasileiro. A Estagiária deverá proceder , corretamente, em todas as situações. 1) Executar a continência individual: - descrever o significado da continência; - demonstrar as formas de prestação da continência individual a pé firme e em deslocamento. 2) Executar a continência individual em diferentes situações. 3) Demonstrar determinados procedimentos em situações diversas, manifestando os sinais de respeito: - descrever as regras de tratamento entre militares. 4) Proceder a apresentação individual: - apresenta-se ao superior; - proceder corretamente para retirar- se. 5) Aplicar as regras de manifestação de respeito e prestar a continência individual em situações diversas. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Sinais de respeito. a. Procedimento da Estagiária quando: 1) Em motocicleta. 2) Conduzindo veículos auto. 3) Como passageira de veículo. 4)Acompanhada de um superior. 5) Estiver fumando. 6) Estiver na chefia de uma Seção. 7) Em relação à Bandeira e ao Hino Nacional. 8) Em relação aos superiores hierárquicos. 9) Em reuniões sociais com a presença de superiores hierárquicos. b. Continência. 1) Significado. 2) Ao Hino Nacional. 3) À Bandeira. 4) Às autoridades. 5) Aos superiores. 6) Às sentinelas. 7) À tropa. 8) Aos companheiros. c. Continência individual e suas diversas formas. 2. Apresentação individual e coletiva. - Mecanismo da apresentação. 3. Cumprimento e transmissão de ordens. - Obediência às ordens.
  27. 27. 33.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 2. CONTINÊNCIA E SINAIS DE RESPEITO TEMPO ESTIMADO: 15h E - 06/3 016 (OP) Tratar, corretamente, os superiores, os compa- nheiros e os subordina- dos Em situação da vida diária do quartel ou em situações diversas. A Estagiária deverá demonstrar as atitudes adequadas para o relacionamento diário entre companheiros, com superiores e com subordinados. 1) Desenvolver atitudes corretas a serem observadas no trato com superiores, companheiros e subordinados. 2) Identificar vícios de linguagem ou de atitudes que devem ser evitados nestes relacionamentos. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 4. Tratamento entre militares. a. Modo correto de tratar os superiores, os companheiros e os subordinados. b. Vícios de linguagem ou de atitudes que devem ser evitados e corrigidos
  28. 28. 34.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 3. INSTRUÇÃO GERAL TEMPO ESTIMADO: 32h E - 06/3 017 (CH) E - 06/3 018 (AC) Usar o fardamento Identificar os distintivos correspondentes a postos e graduações do Exército, da Marinha e da Força Aérea. Em qualquer situação de rotina interna, em solenidades, em vias, em lugares públicos e durante os eventos sociais. Serão apresentados, à Estagiária, todos os símbolos repre- sentativos dos distintivos de postos e graduações das três Forças. . A Estagiária deverá apresentar- se com: - a cobertura corretamente utilizada; - as peças metálicas, brilhantes e limpas; - os uniformes, limpos e passados; - as peças dos uniformes corretamente colocadas. A Estagiária deverá identificar, corretamente, todos os postos e graduações da três Forças, em particular, as do Exército. 1) Descrever a composição dos uniformes do Sargento. 2) Indicar o uso de cada uniforme nas atividades internas e externas. 3) Zelar pelo bom estado e boa apresentação do uniforme. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1) Identificar os postos e graduações do Exército, da Marinha, da Força Aérea, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e respectivas insígnias. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Peças componentes dos diversos uniformes do Sargento. 2. Cuidado. 3. Limpeza. 4. Uso correto dos uniformes. 5. Importância da boa apresentação para o Sargento e para o Exército. 6. Postos e graduações: a. Do Exercito, da Marinha, da Aeronáutica, do Corpo de Bombeiros e das Polícias Militares. b. Distintivos dos postos e das graduações. E - 06/3 019 (AC) Identificar as transgres- sões disciplinares e suas conseqüências no comportamento militar Deverão ser apresentadas situações dos Boletins Internos da OM e da sua vida diária e formuladas questões para teste oral ou escrito. A Estagiária deverá responder, corretamente, a todas as questões formuladas. 1) Interpretar a transgressão como violação da disciplina: - descrever as principais transgressões definidas no R-4. 2) Descrever o significado da punição disciplinar. 3) Citar as classificações do comportamento. 4) Descrever os recursos disciplinares. 5) demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 7. Transgressões disciplinares a. Definição. b. Especificação. c. Classificação. d. Causas de justificação. e. Circunstâncias atenuantes. f. Circunstâncias agravantes. 8. Penas disciplinares a. Natureza e amplitude. b. Gradação. c. Execução. d. Anulação e. Atenuação. f. Agravação. g. Recursos disciplinares. 9. Comportamento militar. a. Classificação. b. Reflexos na vida militar. c. Melhoria.
  29. 29. 35.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 3. INSTRUÇÃO GERAL TEMPO ESTIMADO: 32h E - 06/3 020 (AC) Identificar os crimes militares e suas conseqüências. Deverão ser descritas situações que configurem crimes e situações que correspondam a transgressões disciplinares. A Estagiária deverá identificar, corretamente, todas as situações apresentadas. 1) Distingüir crime e transgressão disciplinar: - identificar as condições que caracterizam o crime de insubmis- são, de deserção, desrespeito e desacato, negativa de cumprimento de ordens, abandono do serviço; - descrever as conseqüências do crime militar; - descrever a composição e a competência do Conselho de Justiça e da Auditoria de Justiça Militar. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 10. Crimes militares. a. Conceituação. b. Insubordinação. c. Deserção. d. Penas E - 06/3 021 (AC) Identificar as partes componentes dos Boletins Internos da OM (Ostensivo e Reservado). Serão apresentados, à Estagiária, os Boletins internos da OM. A Estagiária deverá identificar, corretamente, todas as partes dos Boletins. 1) Distinguir as finalidades dos Boletins Internos (Ostensivo e Reservado). 2) Descrever as finalidades de cada parte dos Boletins Internos (Ostensivo e Reservado). 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 11. Boletim Interno. a. Tipos b. Partes e finalidades. c. Obrigação de tomar conhe- cimento do Boletim, diariamente. E - 06/3 022 (AC) Redigir documentos de correspondência militar de uso mais freqüente no Exército. Será solicitado, à Estagiária, que redija os documentos abaixo, de acordo com a IG 10-42 (Instruções Gerais para Correspondência, Publicações e Atos Normativos no Exército): - parte; - radiograma; - memorando. A Estagiária deverá redigir, corretamente, todos os documentos. 1) Classificar a Correspondência Militar quanto: - ao trânsito; - à natureza; - à tramitação. 2) Identificar os diversos tipos de documentos. 3) Descrever as finalidades dos diversos tipos de documentos. 4) Identificar os tipos mais utilizados na OM e no Exército. 5) Descrever as normas para elaboração de documentos. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 12. Correspondência Militar. a. Classificação. b. Tipos de documentos. c. Tipos de serviços. d. Normas para elaboração de documentos.
  30. 30. 36.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 3. INSTRUÇÃO GERAL TEMPO ESTIMADO: 32h E - 06/3 023 (AC) Identificar os principais órgãos que compõem o Ministério do Exército, relacionados com a área de saúde. Será apresentada, à Estagiária, uma relação dos diversos órgãos do Ministério do Exército relacionados com a área de saúde. A Estagiária deverá identificar, corretamente, os principais órgãos relacionados com a área de saúde e sua destinação. 1) Identificar os diversos órgãos do Exército relacionados com a área de saúde. 2) Descrever as finalidades de cada um desses órgãos. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 13. Organização do Exército relacionada com a área de saúde. E - 06/3 024 (AC) Identificar a jurisdição dos Comandos e Re- giões Militares. Será apresentada, à Estagiária, uma relação de todos os Comandos e Regiões Militares. A Estagiária deverá identificar, corretamente, a Divisão Territorial do Brasil em Comandos e Regiões Militares. 1) Descrever as finalidades dos Comandos e Regiões Militares. 2) Identificar os Estados do Brasil englobados pelos Grandes Comandos e ÓrgãosTerritoriais (RM). 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 14. Divisão Territorial do Brasil: a. Comandos Militares de Área e Regiões Militares; b. Finalidade; c. Subordinação. E - 06/3 025 (AC) Identificar a composição básica das Organizações Militares de Saúde (OMS) existentes no Exército Brasileiro. Será apresentado, à Estagiária, os organogramas das OMS. A Estagiária deverá indicar, corretamente, a organização das OMS. 1) Identificar a composição Básica das OMS do Exército Brasileiro. 2) Identificar os tipos de OMS. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 15. OMS: a. Organização; b. Tipos. E - 06/3 026 (AC) Descrever as missões das Armas e Serviços. Será apresentado, à Estagiária, uma relação de todas as Armas e Serviços. A Estagiária deverá descrever, corretamente, as missões das Armas e Serviços. 1) Identificar as Armas Básicas. 2) Identificar as Armas de Apoio e os Serviços. 3) Descrever as características das Armas e Serviços. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 16. Armas e Serviços: a. Características; b. Missões.
  31. 31. 37.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 027 (AC Descrever os principais aspectos contidos nas normas que regulamen- tam o Serviço Militar Feminino. Serão formuladas questões sobre o Serviço Militar do Sgt Temp Enf. A Estagiária deverá responder, corretamente, às questões formuladas. 1) Descrever as finalidades do Serviço Militar Feminino. 2) Descrever as finalidades do: - Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV); 3)Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 17. O Serviço Militar: a. Convocação; b. Constituição; c. Inclusão; d. Estágios; e. Prorrogação; f. Mobilização. E - 06/3 028 (AC Identificar os direitos, deveres e prerrogativas do Sargento Temporá-rio de Enfermagem. Serão formuladas questões relativas aos direitos, aos deveres e às prerrogativas do Sgt Temp Enf, estabelecidos nas normas em vigor A Estagiária deverá identificar os principais direitos, deveres e prerrogativas do Sgt Temp Enf 1) Distinguir direitos, deveres e prerrogativas. 2) Identificar os vencimentos a que faz juz o Sgt Temp Enf: - soldo; - indenizações; - descontos obrigatórios. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 18. Direitos, deveres e prerrogativas do Sgt Temp Enf: a. Principais direitos; b. Principais deveres e prerrogativas. E - 06/3 029 (AC) Identificar aspectos da vida brasileira representativos da estrutura democrática da República Federativa do Brasil. Apresentados vinte aspectos da vida brasileira, entre os quais cinco que caracterizem a estrutura democrática da República Federativa do Brasil. A Estagiária deverá identificar, corretamente, os cinco aspectos característicos da estrutura democrática da República Federativa do Brasil. 1) Expressar o conceito de Democracia, apontando os seus valores fundamentais. 2) Caracterizar a estrutura democrática da República Federativa do BRASIL 3) Identificar as caraterísticas básicas da democracia brasileira. 4) Descrever o principais aspectos que nortearam a criação e a atuação da FEB, a conseqüente redemo- cratização do Pais promovida pelas FA em 1945, e a ameaça à democracia brasileira, debelada pela Revolução de 31 Mar 64. 5) Descrever as ameaças potenciais à democracia brasileira, decorrentes de fatores adversos (inflação, desemprego, violência, crime organizado, etc...) que podem ser explorados por defensores de ideologias ultrapassadas. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 19.Democracia: a. Conceituação; b. Princípios e valores; c. Liberdade e igualdade; 20. Democracia Brasileira: a. Democracia como filosofia de vida; b. Liberdade com responsabi-lidade; c. Igualdade de oportunidade; d. Constituição Brasileira; 21. Democracia Social: princípios do regime represen-tativo. 22. A ameaça totalitária do MCI e suas ramificações no BRASIL. A Intentona Comunista de 1935. A ameaça nazi-fascista e conseqüente criação da FEB. A redemocratização de 1945. continuação da ameaça totalitária do MCI. A Revolução de 31 Mar 64. 23. As ameaças potenciais ao regime democrático vigente no BRASIL decorrentes de fatores adversos. Ideologias totalitárias fracassadas no mundo todo e que podem ameaçar a democracia brasileira. 3. INSTRUÇÃO GERAL TEMPO ESTIMADO: 32h
  32. 32. 38.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 1) Identificar os principais fundamentos do Estado Brasileiro. 2) Descrever as situações em que a União poderá intervir nos Estados e no Distrito Federal. 3) Identificar a destinação constitucional das Forças Armadas. 4) Caracterizar o Estado de Defesa. 5) Caracterizar o Estado de Sítio. 24. PRINCIPAIS FUNDAMENTOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL: a. Soberania; b. Cidadania; c. Dignidade da pessoa humana; d. Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; d. Pluralismo político. 25. SITUAÇÃO DE INTERVEN ÇÃO DA UNIÃO, COM EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS: a. Manter a integridade nacional; b. Repelir invasão estrangeira ou de uma Unidade da Federação em outra; c. Por termo a grave comprometimento da ordem pública; d. Garantir o livre exercício de qualquer dos poderes nas Unidades da Federação; e. Prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial. 26. DESTINAÇÃO CONSTITUCIONAL DAS FORÇAS ARMADAS: a. Defesa da Pátria; b. Garantia dos poderes constitucionais c. Garantia da Lei e da ordem por iniciativa de qualquer dos poderes constitucionais - Executivo, Legislativo e Judiciário. 27. DECRETAÇÃO DO ESTADO DE DEFESA (OBJETIVOS): - Preservação ou pronto restabele- cimento, em locais restritos e determinados, da ordem pública ou da paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza. 28. DECRETAÇÃO DO ESTADO DE SÍTIO (NOS CASOS DE): a. Comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o Estado de Defesa; b. Declaração de Estado de Guerra ou resposta a agressão armada estrangeira. E - 06/3 030 (AC) Identificar as principais causas da intervenção federal, da decretação do Estado de Defesa e do Estado de Sítio. Apresentadas dez situações, entre as quais quatro que caracterizem a necessidade de intervenção federal, da decretação do Estado de Defesa e do Estado de Sítio. A Estagiária deverá identificar as quatro situações correta- mente. 3. INSTRUÇÃO GERAL TEMPO ESTIMADO: 32h
  33. 33. 39.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 031 (AC) Identificar a situação, à margem das leis, de indivíduos e grupos (Forças Adversas) e os dados de Inteligência importantes no quadro da garantia dos Poderes Constitucionais, da Lei e da Ordem. Apresentadas vinte situações, dez das quais relacionadas com a atividade militar da OM e dez outras relacionadas com atividades não militares do cotidiano dos municípios tributários, sendo que todas as situações devem caracterizar dados e informações de utilidade para o S2 da OM e importantes para as eventuais Forças Adversas regionais. A Estagiária deverá identificar 50% dos dados que deverão ser canalizados para o S2 da OM e 30% dos dados e conhecimentos que não poderão ser difundidos fora do Quartel. 1) Identificar em âmbito municipal, estadual e nacional as mais prováveis Forças Adversas e suas formas de atuação, que possam comprometer a ordem pública: - Grupos Extremistas; - Crime Organizado; - Narcotráfico; - Invasores de Terras; - Outras. 2) Identificar assuntos que não devem ser tratados fora do quartel. 3) Identicar fatos que devem ser informados ao Cmt imediato. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 29. FORÇASADVERSAS: a. Definição; b. Caracterização: 1) Grupos Extremistas; - Identificação. 2) Crime Organizado: - Estrutura; - Atividades; - Exploração das deficiências de atuação do Poder Público. 3) Narcotráfico: - Atuação; - Poder de influência. 4) Invasores de Terras: - Organização; - Forma de atuação. 5) Outras: 30. SIGILO DOS CONHECI- MENTOS: a. A importância da discrição com os assuntos relacionados à atividade militar da OM: Exemplos práticos. b. Anecessidade de informar, ao comandante imediato, dados ou fatos observados. Exemplos práticos. E - 06/3 032 (AC Participar do Serviço de Escala da OM Participar, como auxiliar, de 1 (um) Serviço de Sargento de Dia A Estagiária deverá conhe-cer as principais atribuições do Sargento-de-Dia, que a habilite a exerce9r essa função nos Estabelecimentos de Saúde e de Ensino que têm esse serviço. 1) Identificar os Serviços Internos necessários à segurança e ao funcionamento da OM. 2) Descrever as principais atribuições do Sargento-de-Dia. 3)Aplicar os conhecimentos relativos à fiscalização dos demais Serviços de Escala. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido pela OII. 31. Serviço de Escala da OM (R-1) a. Deveres/Responsabilidades. b. Ordens Particulares e NGA. c. Procedimentos em situações diversas. 3. INSTRUÇÃO GERAL TEMPO ESTIMADO: 32h
  34. 34. 40.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 033 (OP) Realizar a marcha a pé, diurna, de 8 Km. Após a marcha, realizar um acampamento com duração de 02 (duas) jornadas e 01 (um) pernoite. OM com disponibilidade de estradas. Uniforme 4ºA. Obs: As OM de Selva, deverão adaptar este OII. A Estagiária deverá realizar a marcha e o acampamento adotando os procedimentos corretos. 1) Descrever os procedimentos e as técnicas de execução das marchas a pé. 2) Identificar o equipamento e o material individual de campanha. 3) Executar o aprestamento individual. 4) Utilizar o equipamento. 5) Identificar as instalações do acampamento. 6)adquirir noções do Serviço em Campanha. 7) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Marchas: a. Generalidades sobre marchas a pé e motorizadas; b. Organização; c. Destacamento precursor; d. Medidas de segurança. 2. Marchas a pé: a. Formação; b. Velocidade; c.Cadência; d. Distância entre os militares; e. Altos; f. Disciplina de marcha; g. Sinalização; h. Comandos. 3. Equipamentos: a. Nomenclatura; b. Peças componentes; c. Cuidados e conservação; d. Adaptação da mulher; e. Utilização; f. Arrumação da mochila: equipar e desequipar. 4. Estacionamentos: a. Tipos de estacionamento; b. Procedimentos; c. Identificações das barracas. e instalações. E - 06/3 034 (TE) Executar um circuito básico de orientação. De dia, e de noite, com o em-prego do passo duplo e pro-cessos expeditos de orienta-ção, o instruendo recebe, no ponto A, os seguintes dados: 1º deslocar-se x metros (de 150 a 250) na direção tal (N, S, L ou w); 2ª - após, deslocar-se Y metros (de 150 a 250) na direção tal (90º definido pelo ponto cardeal); 3º - em seguida, deslocar-se z metros (de 150 a 250) na direção tal (90º definido pelo ponto cardeal); 4ª - após, deslocar-se 50 metros na direção tal (90º definido pelo ponto cardeal), atingindo o ponto B. O instruendo deverá realizar uma pequena “pista de orientação” durante as horas de luz natural, como ambientação . À noite, deverá realizar outra “pista de orientação” como verificação da aprendizagem. O instruendo deverá chegar, no ponto B, com um erro tolerado dentro de 10 m de raio. 1) Descrever os processos de orientação em campanha (onde estou?, para onde vou?, por onde vou?, como vou?). 2) Identificar, por vários processos, os pontos cardeais e colaterais. 3) Aferir o passo-duplo. 4) Descrever e empregar a técnica de navegação em campanha sem auxílio da bússola: - identificar as funções do homem- base, homem-bússola e homem- passo; - seguir um itinerário dado por direções cardeais e colaterais. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. Orientação em campanha: a. Pontos cardeais; b. Orientação durante o dia; c. Orientação à noite. 4. MARCHAS, ESTACIONAMENTOS E SERVIÇO EM CAMPANHA TEMPO ESTIMADO: 16h
  35. 35. 41.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 035 (OU) Executar os movimentos de Ordem Unida a pé firme e em marcha Durante a realização das instruções de Ordem Unida e nas formaturas da OM. A Estagiária deverá realizar, corretamente, todos os movimentos. 1) Executar os seguintes movimentos a pé firme: - entrar e sair de forma; - cobrir e alinhar; - perfilar; - voltas; esquerda, direita, meia- volta. 2) Executar os seguintes movimentos em marcha: - deslocar-se em passo ordinário; -olhar à direita (esquerda) em marcha; - executar voltas em marchas; - deslocar-se em passo acelerado. 3) Executar movimentos e deslocamentos a toque de corneta. 4) Executar a continência do Sargento em marcha. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Instrução individual sem arma. Posições (militares a pé): a. Sentido; b. Descansar; c. À vontade; d. Em forma; e. Fora de forma; f. Olhar à direita; g. Olhar à esquerda. 2.Passos: a. Ordinário; b. Sem cadência; c. De estrada; d. Acelerado. 3. Marcha em passo sem cadência: a. Rompimento; b. Alto; c. Variações com o passo ordinário. 4. Marcha em passo de estrada: variações com o passo sem cadência, alto. 5. Marcha em passo acelerado: a. Rompimento; b. Passar do passo ordinário ao acelerado; c. Passar do passo sem cadência ao acelerado; d. Alto; e. Passar do passo acelerado para o passo ordinário; f. Marche-marche; g. Voltas: a pé firme e em marcha. 6. Continência da Estagiária em marcha, em forma na SU. 4. ORDEM UNIDA TEMPO ESTIMADO: 20h
  36. 36. 42.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 036 (AC) Descrever o emprego do Serviço de Saúde em Campanha. Será apresentada, à Estagiária, os escalões funcionais do Serviço de Saúde e formuladas questões orais sobre o assunto. A Estagiária deverá descrever, corretamente, a organização, a missão e as possibilidades, particularmente, dos 1º e 2º escalões funcionais. 1) Identificar os escalões funcionais do Serviço de Saúde em Campanha. 2) Descrever a organização do 1º escalão funcional. 3) Descrever as missões do 1º escalão funcional. 4) Descrever a organização do 2º escalão funcional 5) Descrever as missões do 2º escalão funcional. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Serviço de Saúde em Campanha: a. Organização; b. Missão; c. Escalões funcionais; d. Emprego. 2. Serviço de Saúde de 1º escalão (Posto de Socorro de Unidade): a. Organização; b. Missão. 3. Serviço de Saúde de 2º escalão: a. Organização; b. Missão: - cadeia de evacuação (circuito de ambulância); - posto de triagem. E - 06/3 037 (HT) Utilizar o material de Saúde (de Campanha) da OM. Durante a instrução serão apresentadas, à Estagiária, as canastras e outros equipamentos de saúde de uso médico, odontológico e farmacêutico empregados em Campanha. A Estagiária deverá empregar, corretamente, os componentes das canastras e dos demais equipamentos. 1) Identificar os componentes do material de saúde de Campanha. 2) Descrever a utilização de cada equipamento de saúde. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 4. Material de Campanha. a. Componentes. b. Utilização. E - 06/3 038 (AC) Descrever as atribuições dos componentes do Serviço de Saúde em Tempo de Paz. Será apresentado, à Estagiária, o organograma do Serviço de Saúde em Tempo de Paz. A Estagiária deverá descrever, corretamente, as atribuições dos componentes do Serviço de Saúde em Tempo de Paz, particularmente, o do Serviço de Saúde Regional. 1) Identificar a organização do Serviço de Saúde em Tempo de Paz. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. O Serviço de Saúde em Tempo de Paz. a. Organização. b. Atribuições. 4. SERVIÇO DE SAÚDE TEMPO ESTIMADO: 15h
  37. 37. 43.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 039 (HT) Fazer a triagem dos e n c a m i n h a m e n t o s médicos. Serão apresentadas à Estagiária, situações simuladas de encaminhamento médico que exijam a consulta à Legislação Específica. A Estagiária deverá fazer, corretamente, a triagem dos encaminhamentos médicos, de acordo com o prescrito na Legislação Básica. 1) Descrever os recursos finan- ceiros orçamentários e extra- orçamentários do Sistema. 2) Identificar os usuários do SAMED;FUSEX. 3) Descrever os tipos de assistência proporcionados pelo SAMED/ FUSEX. 4) Descrever as cláusulas normativas dos convênios e contratos do SAMED/FUSEX. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 6. SAMED/FUSEX: a. Legislação Básica (Cole- tânea); b. Manual do Usuário; c. Funcionamento. E - 06/3 040 (HT) Participar, como auxiliar, de uma Visita Médica e odontologia na OM. Em dia e horário a serem designados pelo Diretor do Estágio, sob a supervisão do Médico e do Dentista da OM, a Estagiária auxiliará na Visita Médica. A Estagiária deverá identificar, corretamente, os procedimentos peculiares à Visita Médica e odontologia na OM. 1) Descrever os deveres da Técnica e da Auxiliar de Enfermagem. 2) Descrever os procedimentos na execução da visita médica. 3) Descrever os encaminhamentos: baixas, repouso, dispensa. 4) Identificar as providências administrativas (registros, publicações em Bl etc). 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 7. Deveres da Técnica e da Auxiliar de Enfermagem: a. Procedimentos na Visita Médica e Odontologia. E - 06/3 041 (AC) Descrever as responsabilidades da Técnica e da Auxiliar de Enfermagem em situações especiais. Serão formuladas, à Estagiária, perguntas sobre a finalidade e procedimentos: - Junta de Inspeção de Saúde; - Inquéritos Epidemiológicos; - Participação na Instrução da OM; - Exame de Corpo de Delito e de Sanidade. A Estagiária deverá responder às perguntas corretamente. 1)Descrever os procedimentos das Juntas de Inspeção de Saúde. 2) Descrever os procedimentos a serem adotados no Exame de Corpo de Delito e Sanidade. 3) Descrever os procedimentos a serem adotados nos inquéritos epidemiológicos. 4) identificar os assuntos de instrução de responsabilidade da Técnica e da Auxiliar de Enferma- gem. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. b. Participação na Juntas de Inspeção de Saúde: c. Exame de Corpo de Delito e Sanidade; d. Inquéritos epidemiológicos; e. Instrução de Saúde às Praças da OMS e EE. 4. SERVIÇO DE SAÚDE TEMPO ESTIMADO: 15h
  38. 38. 44.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 042 (AC) Descrever o funcionamento da Formação Sanitária da OM. Serão formuladas, à Estagiária, perguntas sobre as características de funcionamento da Formação Sanitária da OM. A Estagiária deverá responder às perguntas formuladas. 1) Descrever os deveres e atribuições do pessoal de saúde da OM. 2) Identificar as dependências da Formação Sanitária da OM. 3) Identificar o Material Carga da Formação Sanitária da OM. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 8. Formação Sanitária da OM: a. Pessoal; b. Dependências ; c. Material Carga; d. Funcionamento. 4. SERVIÇO DE SAÚDE TEMPO ESTIMADO: 15h
  39. 39. 45.00 (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS E - 06/3 043 (CF) Executar os Teste de Avaliação Física. Conforme previsto nos OII que caracterizam o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). O Teste deverá ser executado na última semana do Estágio. Obs: 1) A Seleção das Estagiárias deverá incluir um Padrão de Aptidão Física Inicial (PAFI) que permita, por intermédio do treinamento físico, atingir o Padrão Mínimo do OII em 6 semanas. 2) Realizar o Exame Médico Sanitário na 1ª semana. A Estagiária deverá demonstrar um desempenho físico igual ou superior aos índices mínimos previstos para o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). 1) 1ª Semana - Executar, correta- mente, os movimentos e ritmo dos exercícios: - preparatória (3 repetições); - ginástica básica adaptada (3 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1400m/12min). 2) 2ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (3 a 4 repetições); - ginástica básica adaptada (3 a 4 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1500m;12min). 3) 3ª Semana -Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (4 repetições); - ginástica básica adaptada (4 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1700m/12min). 4) 4ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (4 a 5 repetições); - ginástica básica adaptada (4 a 5 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1900m;12min). 5) 5ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (5 a 6 repetições); - ginástica básica adaptada (5 a 6 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (2050m/12min). 6) 6ª semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII - PBD (1º TAF). Obs: De acordo com a Legislação em vigor. Treinamento Físico Militar: a. Exame Médico Sanitário; b. Preparatória; c. Ginástica Básica Adaptada; d. Circuito Adaptado; e. Corrida contínua; f. Jogos. 5. TREINAMENTO MILITAR TEMPO ESTIMADO: 30h
  40. 40. 47.00 E S T E P R O G R A M A - P A D R Ã O E S T Á O R G A N I Z AD O E M D U A S PARTES: 2ª PARTE - APLICAÇÃO DE CONHECIMENTOS - 2ª FASE
  41. 41. ÍNDICE 2ª PARTE - EBSTV / 2ª FASE Página I. INTRODUÇÃO................................................................................................................................................................................. 49.00 1. Finalidade .................................................................................................................................................................................... 50.00 2. Objetivos do Estágio 2ª Fase ....................................................................................................................................................... 50.00 3. Execução do Estágio 2ª Fase ...................................................................................................................................................... 50.00 4. Direção e Condução do Estágio 2ª Fase .................................................................................................................................... 50.00 5. Avaliação ..................................................................................................................................................................................... 51.00 II. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE)........................................................................ 55.00 III. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA .............................................................................. 57.00
  42. 42. 49.00 I.I.I.I.I. INTRINTRINTRINTRINTRODUÇÃO - EBSTV/2ª FODUÇÃO - EBSTV/2ª FODUÇÃO - EBSTV/2ª FODUÇÃO - EBSTV/2ª FODUÇÃO - EBSTV/2ª FASEASEASEASEASE As páginas que se seguem contêm uma série de informações, cuja leitura é considerada indispensável para os usuários da 2ª Parte do presente Programa-Padrão de Instrução
  43. 43. 50.00 I. INTRODUÇÃO 1. FINALIDADE A 2ª Parte deste Programa-Padrão orienta o planejamento e a execução da 2ª Fase do Estágio Básico para Sargento Temporário Voluntário (EBSTV). 2. OBJETIVOS DO ESTÁGIO - 2ª FASE Definidos na Port Nr 045-DGP, de 19 Set 97. O EBSTV/2ª Fase, destinado à aplicação de conhecimentos técnico- profissionais dos 3º Sargentos Temporários de Enfermagem, nas Organizações Militares de Saúde, nos Postos Médicos de Guarnição e nos Estabelecimentos de Ensino nos quais houver a participação feminina no Corpo Discente: 1) Adaptá-las à vida militar; 2) Proporcionar-lhes condições de aplicação de suas técnicas profissionais; 3) Torná-las mobilizáveis, quando reservistas, para exercer cargos de 2º Sargento de Enfermagem. 3. EXECUÇÃO DO ESTÁGIO - 2ª FASE a. Conceito de Execução O Estágio será conduzido, fundamentalmente, por meio da participação orientada da Estagiária, nas atividades correntes da Organização Militar de Saúde (OMS), do Posto Médico de Guarnição (P Med Gu) e do Estabelecimento de Ensino (EE), favorecendo a aplicação de suas habilitações profissionais e o seu convívio com os seus camaradas, Sargentos de Carreira e Temporários, e as relações com superiores e subordinados. Não só o Comando, Chefia ou Direção da OM, mas todos os Quadros deverão concorrer decisivamente para promover a integração da Estagiária, fazendo delas incondicionais colaboradoras no serviço e no seio da comunidade nacional, onde o Exército deve ter as suas mais profundas raízes. b. Duração O EBSTV/2ª Fase, continuação do EBSTV/1ª Fase e como parte do Serviço Militar Inicial da Estagiária, tem a duração aproximada de 10 meses. c. Locais O EBSTV/2ª Fase será realizado nas OMS, P Med Gu e EE do Exército. d. Participantes Os 3º Sargentos Temporários de Enfermagem que concluíram, com aproveitamento, o EBSTV/1ª Fase. e. Legislação Básica 1) Port Min Nr 582, de 14 Ago 97. 2) Port Min Nr 733, de 16 Set 97. 3) Port Nr 045-DGP, de 19 Set 97. 4. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DO ESTÁGIO - 2ª FASE Atribuições e responsabilidades: a. Comandante, Chefe ou Diretor da OM 1) Distribuir as Estagiárias pelos órgãos onde deverão participar das atividades correntes da Organização Militar e exercer suas atividades profissionais. 2) Designar o Diretor de Estágio. 3) Proporcionar as melhores condições e promover adequadas
  44. 44. 51.00 oportunidades para concretizar a rápida ambientação das Estagiárias e a sua integração ao Círculo de Subtenentes e Sargentos. 4) Ao final do Estágio, realizar a avaliação do desempenho e elaborar o conceito de cada Estagiária bem como emitir parecer sobre as condições para concessão das prorrogações do tempo de serviço. 5) Remeter ao Comandante da Região Militar as Fichas da Avaliação e Conceituação das Estagiárias (modelo na pag 65.00) . b. Diretor do Estágio 1) Assessorar o Comandante, Chefe ou Diretor da OM. 2) Planejar e programar as atividades do Estágio. 3)Acompanhar e orientar as Estagiárias, particularmente, quanto à sua participação nas atividades correntes da OM e quanto à conduta e procedimento militares. 4) Observar o desempenho das Estagiárias, suas atitudes e comportamentos e a evidência dosAtributos da ÁreaAfetiva, ficando em condições de assessorar o Comandante, Chefe ou Diretor da OM, na elaboração da Ficha de Avaliação e Conceituação de Estagiária. 5) Avaliar o desempenho das Estagiárias e fazer o registro na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE - modelo na pag 61.00). c. Estagiária 1) Conhecer a programação do EBSTV/2ª Fase e as tarefas que deverá cumprir durante a realização do Estágio. 2) Colocar todo o seu empenho, aplicar a sua iniciativa e conhecimentos profissionais na realização das tarefas que lhe forem conferidas. 5.AVALIAÇÃO A avaliação de cada Estagiária será conduzida com base nos aspectos fundamentais que caracterizam a consecução dos Objetivos Gerais do Estágio: 1º) O Desempenho Individual revelado na(o): - participação nas atividades correntes da OM; - execução das tarefas que lhe forem atribuídas; - exercício das atividades profissionais. 2º) O Caráter Militar revelado pela: - evidência dos Atributos da Área Afetiva, definidos em objetivos Individuais de Instrução (OII) - Ver EBSTV/1ª Fase; - demonstração de atitudes e comportamentos adequados à vida militar, à convivência no Circulo de Subtenentes e Sargentos e à prática profissional. A execução de um Estágio deve ser orientada com a preocupação básica de homogeneização de resultados da aprendizagem sem, contudo, haver preocupação de eliminação ou de inabilitação da Estagiária (PPB/1). Eventualmente, uma Estagiária poderá ser inabilitado por não demonstrar o Desempenho Individual previsto ou não evidenciar os atributos e qualidades do Caráter Militar. Tal ocorrência, entretanto, representará mais do que um insucesso individual; na verdade, uma falha na seleção, na avaliação da 1ª Fase do Estágio ou decorrência de uma deficiência pessoal acidental. a. Desempenho Individual DESEMPENHO INDIVIDUAL é a capacidade profissional com que um militar executa as tarefas que correspondem às funções do cargo que ocupa (PPB/1). A avaliação do Desempenho Individual será feita segundo os seguintes critérios: 1)Aproveitamento Demonstrado pelos padrões militares evidenciados nas atividades correntes da OM e na execução de tarefas atribuídas:
  45. 45. 52.00 - Assiduidade e Pontualidade; - Correção do uso do uniforme; - Manifestação dos sinais de respeito; - Correção no trato com superiores, pares e subordinados. O Diretor de Estágio registrará os resultados verificados na Ficha de Controle de Instrução da Estagiária (FCIE) fazendo uma apreciação qualitativa (menção e nota). 2) Desembaraço Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação do Estagiário nas atividades correntes da OM, na execução das tarefas atribuídas e no trato com superiores, pares e subordinados. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 3) Preparo Técnico-profissional Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por intermédio da observação do desempenho da Estagiária na participação das atividades correntes da OM, no exercício das atividades funcionais e na execução das tarefas atribuídas. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 4) Cultura Geral Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação da Estagiária nas atividades correntes da OM, no exercício das atividades funcionais e no convívio com pares e superiores. O Diretor de Estágio registrará , na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 5) Inteligência Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação da Estagiária nas atividades correntes da OM, no exercício de atividades funcionais, na execução de tarefas atribuídas e no convívio com pares e superiores. O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, sua apreciação qualitativa (menção e nota). 6) Vigor e Desempenho Físico Avaliação feita por meio do Teste deAvaliação Física (3º TAF), no qual a Estagiária deverá satisfazer o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, a apreciação qualitativa (menção e nota), segundo os critérios estabelecidos pelo próprio TAF. b. Caráter Militar CARÁTER MILITAR é o conjunto de valores aceitos pela maioria dos integrantes de um agrupamento, capaz de conferir a este agrupamento, como um todo, reações coletivas semelhantes em termos de procedimentos e sentimentos (PPB/1). A avaliação do Caráter Militar será feita segundo os seguintes critérios: 1) Atributos da Área afetiva São definidos em OII próprios (ver 1ª Parte deste PP) e evidenciados na condições por eles estabelecidas. Resultará da observação contínua da Estagiária em todas as oportunidades, no serviço e fora dele, nas relações com superiores, pares e subordinados, no exercício das atividades funcionais, na vida privada e nas atividades sociais. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará todas as observações disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou diretor da OM, o Conceito (menção e nota) registrado na FCIE. 2) Conduta Militar A avaliação será feita por meio da observação das atitudes e comportamentos da Estagiária, considerando, particularmente, as manifestações de disciplina, de cumprimento do dever e de cortesia militar. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará todas as observações disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, o Conceito (menção e nota) registrado na FCIE. 3) Conduta Civil A avaliação será feita por meio da observação do
  46. 46. 53.00 comportamento social da Estagiária, particularmente, as manifestações de educação, cortesia, urbanidade, boas maneiras, dentro e fora do serviço. Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará todas as observações disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, o disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, o Conceito (menção e nota) registrado na FCIE. c. Parecer do Comandante, Chefe ou diretor da OM Cabe ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM, a avaliação final da Estagiária e emitir o seu parecer pessoal sobre o mesmo. 1) Apreciará os registros (menções e notas), lançados na FCIE, fazendo constar e processar na Ficha de Avaliação e Conceituação de Estagiária (modelo na pag 65.00), as notas correspondentes aos atributos e qualidades dela constantes. A Média Final será transformada em Menção Final segundo os seguintes critérios: 2) No seu Parecer Final, na Ficha de Avaliação e Conceituação da Estagiária, o Comandante, Chefe ou Diretor da OM emitirá o seu conceito pessoal, concluindo se a Estagiária reúne condições para a prorrogação do tempo de serviço. UARG OÃÇNEM 99,4a00,0 etneicifusnI)I( 99,5a00,5 malugeR)R( 99,7a00,6 moB)B( 00,01a00,8 moBotiuM)BM(
  47. 47. 54.00
  48. 48. 55.00 II.II.II.II.II. MODELMODELMODELMODELMODELO DE FICHA DE CONTRO DE FICHA DE CONTRO DE FICHA DE CONTRO DE FICHA DE CONTRO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTROLE DE INSTROLE DE INSTROLE DE INSTROLE DE INSTRUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTAAAAAGIÁRIAGIÁRIAGIÁRIAGIÁRIAGIÁRIA Não há instrução individual que possa ser conduzida, satisfatoriamente, sem controle individual. Na Folha que se segue, é apresentado o Modelo da FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DA ESTAGIÁRIA (FCIE). Os registros, na FCIE, são da responsabilidade do Diretor de Estágio e serão submetidos à apreciação do Comandante, Chefe ou Diretor da OM.
  49. 49. 56.00 Quartel em __________,_____________________ a)_______________________________________ Diretor de Estágio AVITEFAAERÁADSOTUBIRTA IIO ODAICNEDIVEOÃRDAP BM B R I SATON 100-3/60 200-3/60 300-3/60 400-3/60 500-3/60 600-3/60 700-3/60 800-3/60 900-3/60 aidéM ESEDUTITAEDOÃÇARTSNOMED SOTNEMATROPMOC BM B R I SATON atudnoC ratiliM atudnoC liviC )EICF(AIRÁIGATSEADOÃÇURTSNIEDELORTNOCEDAHCIF :MEGÁMREFNEEDOIRAROPMETOTNEGRASº3 SEDADIVITASANOÃÇAPICITRAP MOADSETNERROC BM B R I SATON otnematievorpA oçarabmeseD ocincéToraperP lanoissiforP lareGarutluC ohnepmeseD ocisíF ATON OÃÇNEM BM 0,9 B 0,7 R 0,5 Os OII programados serão verificados tendo por critério os respectivos Padrões Mínimos (Aproveitamento) e os Padrões Evidenciados (Atributos) e terão uma apreciação qualitativa (Menção) que levará em conta o empenho, a adequação técnica e a eficácia demonstrados pela Estagiária na concretização do mesmos. As demais qualidades constantes da FCIE serão avaliadas pelo Diretor de Estágio e também por meio de uma apreciação qualitativa (Menção). As Menções MB, B e R serão ainda expressas por uma Nota segundo a seguinte correlação: A Menção I (Insuficiente) inabilitará a Estagiária para prorrogação do tempo de serviço
  50. 50. 57.00 III.III.III.III.III. MODELMODELMODELMODELMODELO DE FICHA DEO DE FICHA DEO DE FICHA DEO DE FICHA DEO DE FICHA DE AAAAAVVVVVALIAÇÃO DE INSTRALIAÇÃO DE INSTRALIAÇÃO DE INSTRALIAÇÃO DE INSTRALIAÇÃO DE INSTRUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTUÇÃO DE ESTAAAAAGIÁRIAGIÁRIAGIÁRIAGIÁRIAGIÁRIA Na página seguinte, é apresentado o Modelo da FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DE ESTAGIÁRIA como prescrita nas IG 10-68. Os resultados, nela registrados, serão publicados em Boletim Interno da OM. ESTE REGISTRO CORRESPONDE À AVALIAÇÃO FINAL DA ESTAGIÁRIA.
  51. 51. 58.00 OIRÁTNULOVOIRÁROPMETOTNEGRASARAPOCISÁBOIGÁTSE-AIRÁIGATSEEDOÃÇAUTIECNOCEOÃÇAILAVAEDAHCIF )esafª1-VTSBE ____________________________________________________________fnEpmeTtgSº3 )fnExuA/fnEceT()edaditnedI( ______________________________________ )emoN( SOTUBIRTAEEDADILAUQ SATON SADAIDÉM SATON SEÕÇAVRESBO )A( OHNEPMESED LAUDIVIDNI otnematievorpA oé)FM(laniFaidéMA- oãçarepoadodatluser =FM B+A moc 2 .somisétnecétaoãçamixorpa edsadíubirtaoãssatonsA- )zed(01a)orez(o oçarabmeseD lanoissiforp-ocincéToraperP )B( RETÁRAC RATILIM avitefAaerÁadsotubirtA ratilimatudnoC liviCatudnoC )FM(LANIFAIDÉM LANIFOÃÇNEM :LANIFRECERAP fnEpmeTtgSº3omocoãçamrifnocarapseõçidnoc)enúeRoãNuo(____________________________enúeR)1 ),R,B,BM( __________)odnedopoãnuo(odnedop,VTSBEodesafª1an_______________________________________)2 _________________________________________________________________ )VTSBEodesaFº2aratneüqerf( _______________________________________meletrauQ )atadelacoL( _______________________________________ )MOadtmCodarutanissa(
  52. 52. 59.00 Mais uma realização da SEG/1ª Subchefia do COTER Sugestões e contribuições para a melhoria deste PP poderão ser enviadas ao COTER por meio do endereço eletrônico < coter1@terra.com.br >

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