1.00
SEM OBJETIVOS
BEM DEFINIDOS,
SOMENTE POR ACASO,
CHEGAREMOS A
ALGUM LUGAR
PPQ 02/2 PROGRAMA-PADRÃO DE INSTRUÇÃO
QUALIFICAÇÃO DO CABO E DO SOLDADO DE CAVALARIA
3ª Edição - 2001
3.00
FASE DE INSTRUÇÃO INDIVIDUAL DE QUALIFICAÇÃO
(INSTRUÇÃO PECULIAR DE CAVALARIA)
OBJETIVODAINSTRUÇÃOINDIVIDUALDEQUALIFICAÇÃO
(INSTRUÇÃOPECULIARDECAVALARIA)
CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NA
DEFESA EXTERNA
4.00
ÍNDICE
Página
I. INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................................................................... 7.00
01. Finalidade ............................................................................................................................................................................................ 8.00
02. Objetivos da Fase ................................................................................................................................................................................. 8.00
03. Estrutura da Instrução ............................................................................................................................................................................ 8.00
04. Direção e Condução da Instrução ........................................................................................................................................................ 10.00
05. Tempo Estimado ................................................................................................................................................................................. 11.00
06. Validação do PPQ 02/2 ....................................................................................................................................................................... 11.00
07. Estrutura do PPQ 02/2......................................................................................................................................................................... 11.00
08. Normas Complementares .................................................................................................................................................................... 12.00
II. PROPOSTA PARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO................................................................................................................................ 13.00
01. Quadro Geral de Distribuição de Tempo............................................................................................................................................... 14.00
02. Quadro de Distribuição de Tempo Destinado à Instrução Peculiar por Grupamento de Instrução............................................................ 15.00
III. MATÉRIAS PECULIARES DAS QMP DE CAVALARIA ....................................................................................................................... 19.00
01. MP 08. Acondicionamento de Explosivos e Munições ..................................................................................................................... 20.00
02. MP 09. Armamento, Munição e Tiro ................................................................................................................................................ 24.00
03. MP 10. Cadeia de Suprimento Classe V ......................................................................................................................................... 30.00
04. MP 11. Manutenção do Material ...................................................................................................................................................... 31.00
05. MP 12. Comunicações ................................................................................................................................................................... 34.00
06. MP 13. Cuidados com Animais ....................................................................................................................................................... 37.00
07. MP 14. Destruição de Explosivos e Munições ................................................................................................................................. 39.00
08. MP 15. Direção de Trânsito ............................................................................................................................................................ 40.00
09. MP 16. Equitação .......................................................................................................................................................................... 41.00
10. MP 17. Escola da Guarnição/CC-VBR ............................................................................................................................................ 42.00
11. MP 18. Escola da Guarnição/Explorador ......................................................................................................................................... 48.00
12. MP 19. Escola da Guarnição/Fzo Bld .............................................................................................................................................. 50.00
13. MP 20. Escrituração ....................................................................................................................................................................... 54.00
14. MP 21. O Explorador e a Patrulha ................................................................................................................................................... 55.00
15. MP 22. Explosivos e Destruições .................................................................................................................................................... 58.00
5.00
16. MP 23. Fortificação de Campanha.................................................................................................................................................. 60.00
18. MP 24. Inspeção de Explosivos e Munições .................................................................................................................................... 61.00
19. MP 25. Maneabilidade da Peça/Seção/AAC/Traj Curva................................................................................................................... 62.00
20. MP 26. Maneabilidade da Peça/Seção/Metralhadora ...................................................................................................................... 66.00
21. MP 27. Maneabilidade/CC-VBR ..................................................................................................................................................... 69.00
22. MP 28. Maneabilidade/Exploradores .............................................................................................................................................. 70.00
23. MP 29. Maneabilidade/Fzo Bld ....................................................................................................................................................... 73.00
24. MP 30. Minas e Armadilhas ........................................................................................................................................................... 77.00
25. MP 31. Munições e Explosivos ....................................................................................................................................................... 79.00
26. MP 32. Observação ....................................................................................................................................................................... 81.00
27. MP 33. Ordem Unida a Cavalo ....................................................................................................................................................... 84.00
29. MP 34. Patrulha ............................................................................................................................................................................. 87.00
30. MP 35. Reconhecimento e Segurança ............................................................................................................................................ 88.00
31. MP 36. Técnica do Material/AAC .................................................................................................................................................... 91.00
32. MP 37. Técnica do Material/Metralhadora ....................................................................................................................................... 94.00
33. MP 38. Técnica do Material/Traj Curva ............................................................................................................................................ 96.00
33. MP 39. Técnica de Tiro/AAC .......................................................................................................................................................... 99.00
33. MP 40. Técnica de Tiro/Metralhadora ............................................................................................................................................ 101.00
33. MP 41. Técnica de Tiro/Traj Curva................................................................................................................................................. 105.00
33. MP 42. Transporte de Explosivos e Munições .................................................................................................................................111.00
33. MP 43. Vigilância e Reconhecimento ............................................................................................................................................ 112.00
34. MP 44. Controle de Distúrbios com Tropa Hipomóvel .................................................................................................................... 117.00
6.00
7.00
Em razão do Sistema de Validação
(SIVALI - PP), que manterá este documento
permanentemente atualizado, o presente
exemplar deverá ser distribuído com vinculação
funcional e mantido sob controle da OM,
responsável pela execução da instrução.
As páginas que se seguem contêm uma
série de informações, cuja leitura é considerada
indispensável aos usuários do presente
Programa-Padrão de Instrução.
I. INTRODUÇÃO
8.00
I. INTRODUÇÃO
1. FINALIDADE
Este Programa-Padrão regula a Fase de Instrução Individual de
Qualificação - Instrução Peculiar (FIIQ-IP) e define objetivos que permi-
tam qualificar o Combatente, isto é, o Cabo e o Soldado de Cavalaria,
aptos a ocupar cargos correspondentes às suas funções nas diversas
Organizações Militares, passando-os à condição de Reser vista de Pri-
meira Categoria (Combatente Mobilizável).
2. OBJETIVOS DA FASE
a. Objetivos Gerais
1) Qualificar o Combatente.
2) Formar o Cabo e o Soldado, habilitando-os a ocupar cargos
previstos para uma determinada QMP de uma QMG na U/SU.
3) Formar o Reservista de Primeira Categoria (Combatente
Mobilizável).
4) Prosseguir no desenvolvimento do valor moral dos Cabos e
Soldados.
5) Prosseguir nos estabelecimento de vínculos de liderança entre
comandantes (em todos os níveis) e comandados.
b. Objetivos Parciais
1) Completar a formação individual do Soldado e formar o Cabo.
2) Aprimorar a formação do caráter militar dos Cb e Sd.
3) Prosseguir na criação de hábitos adequados à vida militar.
4) Prosseguir na obtenção de padrões de procedimentos neces-
sários à vida militar.
5) Continuar a aquisição de conhecimentos necessários à forma-
ção do militar e ao desempenho de funções e cargos específicos das
QMG/QMP.
6) Aprimorar os reflexos necessários à execução de técnicas e
táticas individuais de combate.
7) Desenvolver habilitações técnicas que correspondem aos co-
nhecimentos e as habilidades indispensáveis ao manuseio de materiais
bélicos e a operações de equipamentos militares.
8) Aprimorar os padrões de Ordem Unida obtidos na IIB.
9) Prosseguir no desenvolvimento da capacidade física do com-
batente.
10) Aprimorar reflexos na execução de Técnicas e Táticas Indivi-
duais de Combate.
c. Objetivo-síntese
- Capacitar o soldado para ser empregado na Defesa Externa.
3. ESTRUTURA DA INSTRUÇÃO
a. Características
1) O programa de treinamento constante deste PP foi elaborado
a partir de uma análise descritiva de todos os cargos a serem ocupados
por Cabos e Soldados, nas diversas QMG/QMP. Portanto, as matérias,
os assuntos e os objetivos propostos estão intimamente relacionados às
peculiaridades dos diferentes cargos existentes.
2) A instrução do CFC e CFSd compreende:
a) matérias comuns a todas QMG/QMP;
b) matérias peculiares, destinadas a habilitar o Cb e Sd a ocu-
par determinados cargos e a desempenhar funções específicas, dentro
de sua QMP; e
c) o desenvolvimento de atitudes e habilidades necessárias à
formação do Cb e Sd para o desempenho de suas funções específicas.
9.00
3) As instruções comum e peculiar compreendem:
a) um conjunto de matérias;
b) um conjunto de assuntos integrantes de cada matéria;
c) um conjunto de sugestões para objetivos intermediários; e
d) um conjunto de objetivos terminais, chamados Objetivos
Individuais de Instrução (OII), que podem ser relacionados a
conhecimentos, habilidades e atitudes.
4) As matérias constituem as áreas de conhecimentos e de
habilidades necessárias à Qualificação do Cabo e do Soldado.
5) Os assuntos relativos a cada matéria são apresentados de for-
ma seqüenciada. Tanto quanto possível, as matérias necessárias à
formação do Cabo e do Soldado, para a ocupação de cargos afins, fo-
ram reunidas de modo a permitir que a instrução possa vir a ser planejada
para grupamentos de militares que, posteriormente, serão designados
para o exercício de funções correlatas.
6) A habilitação de pessoal para cargos exercidos no âmbito de
uma guarnição, equipe ou grupo, exige um tipo de treinamento que se
reveste de características especiais, uma vez que se deve atender aos
seguintes pressupostos:
a) tornar o militar capaz de executar, individualmente, as
atividades diretamente relacionadas às suas funções dentro da
guarnição, equipe ou grupo;
b) tornar o militar capaz de integrar a guarnição, a equipe ou o
grupo, capacitando-o a realizar as suas atividades funcionais em
conjunto com os demais integrantes daquelas frações; e
c) possibilitar ao militar condições de substituir, temporaria-
mente, quaisquer componentes da guarnição, da equipe ou do grupo.
Desses pressupostos, decorre que a instrução relacionada a
cargos exercidos dentro de uma guarnição de peça, de carro de
combate (ou CBTP), de equipamentos (ou materiais), dentro de um grupo
de combate ou de um grupo de exploradores, está prevista, tanto quanto
possível, para ser ministrada em conjunto, a todos os integrantes
dessas frações.
7) As sugestões para objetivos intermediários são apresentadas
como um elemento auxiliar para o trabalho do instrutor. A um assunto
pode corresponder um ou vários objetivos intermediários. Outros objetivos
intermediários poderão ser estabelecidos além daqueles constantes
deste PP.
O Comandante da Subunidade é o orientador do instrutor da
matéria, na determinação dos objetivos intermediários a serem atingi-
dos.
8) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados aos
conhecimentos e às habilidades, correspondem aos comportamentos
que o militar deve evidenciar, como resultado do processo ensino-apren-
dizagem a que foi submetido no âmbito de determinada matéria. Uma
mesma matéria compreende um ou vários OII. Um Objetivo Individual de
Instrução, relacionado a conhecimentos ou habilidades, compreende:
a) a tarefa a ser executada, que é a indicação precisa do que o
militar deve ser capaz de fazer ao término da respectiva instrução;
b) a(s) condição(ões) de execução que indica(m) as circuns-
tâncias ou situações oferecidas ao militar, para que ele execute a tarefa
proposta. Essa(s) condição(ões) deve(m) levar em consideração as di-
ferenças regionais e as características do militar; e
c) o padrão mínimo a ser atingido determina o critério da ava-
liação do desempenho individual.
9) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados à Àrea
Afetiva, detalhados nos PPB/1 e PPB/2, correspondem aos atributos a
serem evidenciados pelos militares, como resultado da ação educacio-
nal exercida pelos instrutores, independente das matérias ou assuntos
ministrados. Os OII compreendem os seguintes elementos:
a) o nome do atributo a ser evidenciado, com a sua respectiva
definição;
b) um conjunto de condições dentro das quais o atributo pode-
rá ser observado; e
c) o padrão - evidência do atributo.
10.00
Os Comandantes de Subunidades e Instrutores continuarão apre-
ciando o comportamento do militar em relação aos atributos da Área
Afetiva, considerados no PPB/1 - PPB/2, ao longo da fase de Instrução.
b. Fundamentos da Instrução Individual
Consultar o PPB/1.
4. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DA INSTRUÇÃO
a. Responsabilidades
1) O Comandante, Chefe ou Diretor de OM é o responsável pela
Direção de Instrução de sua OM. Cabe-lhe, assessorado pelo S3,
planejar, coordenar, controlar, orientar e fiscalizar as ações que permi-
tam aos Comandantes de Subunidades e(ou) de Grupamento de Instrução
elaborarem a programação semanal de atividades e a execução da
instrução propriamente dita.
2) O Grupamento de Instrução do Curso de Formação de Cabos
(CFC) deverá ser dirigido por um oficial, de preferência Capitão, que
será o responsável pela condução das atividades de instrução do curso.
O Comandante, Chefe ou Diretor de OM poderá modificar ou es-
tabelecer novos OII, tarefas, condições ou padrões mínimos , tendo em
vista adequar as características dos militares e as peculiaridades da OM
à consecução dos Objetivos da Fase.
b. Ação do S3
1) Realizar o planejamento da Fase de Instrução Individual de
Qualificação, segundo o preconizado no PBIM e nas diretrizes e(ou) or-
dens dos escalões enquadrantes.
2) Coordenar e controlar a instrução do CFC e do CFSd, a fim de
que os militares alcancem os OII de forma harmônica, equilibrada e
consentânea com prazos e interesses conjunturais, complementando os
critérios para os padrões mínimos, quando necessário.
3) Providenciar a confecção de testes, fichas,ordens de instrução
e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização das condi-
ções de execução e de consecução dos padrões mínimos previstos nos
OII.
4) Providenciar a organização dos locais e das instalações para
a instrução e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização
das condições de execução e de consecução dos padrões mínimos pre-
vistos nos OII.
5) Planejar a utilização de áreas e meios de instrução, de forma a
garantir uma distribuição equitativa pelas Subunidades ou Grupamento
de Instrução.
6) Organizar a instrução da OM, de modo a permitir a compatibi-
lidade e a otimização da instrução do EV com a do NB (CTTEP).
c.Ação dos Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução
Os Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução de-
verão ser chefes de uma equipe de educadores a qual, por meio de
ação contínua, exemplos constantes e devotamento à instrução, envidarão
todos os esforços necessários à consecução, pelos instruendos, dos
padrões mínimos exigidos nos OII previstos para a FIIQ.
d. Métodos e Processos de Instrução
1) Os elementos básicos que constituem o PP são as Matérias,
os Assuntos, as Tarefas, e os Objetivos Intermediários.
2) Os métodos e processos de instrução, preconizados nos ma-
nuais C 21-5 e T 21-250 e demais documentos de instrução, deverão ser
criteriosamente selecionados e combinados, a fim de que os OII relacio-
nados a conhecimentos e habilidades, definidos sob a forma de “tarefa”,
“condições de execução” e “padrão mínimo”, sejam atingidos pelos
instruendos.
3) Durante as sessões de instrução, o Soldado deve ser coloca-
do, tanto quanto possível, em contato direto com situações semelhantes
às que devam ocorrer no exercício dos cargos para os quais está sendo
11.00
preparado. A instrução que não observar o princípio do realismo (T 21-
250) corre o risco de tornar-se artificial e pouco orientada para os objetivos
que os instruendos têm de alcançar. Os meios auxiliares e os exercícios
de simulação devem dar uma visão bem próxima da realidade,
visualizando, sempre que possível, o desempenho das funções em situa-
ção de combate ou de apoio ao combate.
4) Em relação a cada uma das matérias da QMP, o instrutor deve-
rá adotar os seguintes procedimentos:
a) analisar os assuntos e as sugestões para objetivos interme-
diários, procurando identificar a relação existente entre eles. Os assun-
tos e as sugestões para objetivos intermediários são poderosos auxilia-
res da instrução. Os objetivos intermediários fornecem uma orientação
segura sobre como conduzir o militar para o domínio dos OII; são, por-
tanto, pré-requisitos para esses OII; e
b) analisar os OII em seu tríplice aspecto: tarefa, condições de
execução e padrão mínimo. Estabelecer, para cada OII, aquele(s) que
deverá(ão) ser executado(s) pelos militares, individualmente ou em equi-
pe; analisar as condições de execução, de forma a poder torná-las real-
mente aplicáveis na fase de avaliação.
5) Todas as questões levantadas quanto à adequação das “con-
dições de execução” e do “padrão mínimo” deverão ser levadas ao Co-
mandante da Unidade, a fim de que ele, assessorado pelo S3, decida
sobre as modificações a serem introduzidas no planejamento inicial.
6) Os OII relacionados à área afetiva são desenvolvidos durante
toda a fase e não estão necessariamente relacionados a um assunto ou
matéria, mas devem ser alcançados em conseqüência de situações
criadas pelos instrutores no decorrer da instrução, bem como de todas
as vivências do Soldado no ambiente militar. O desenvolvimento de ati-
tudes apóia-se, basicamente, nos exemplos de conduta apresentados
pelos chefes e pares, no ambiente global em que ocorre a instrução.
5. TEMPO ESTIMADO
a. A carga horária estimada para o período é de 320 horas de
atividades diurnas distribuídas da seguinte maneira:
1) 88 (oitenta e oito) horas destinadas à Instrução Comum;
2)168(centoesessentaeoito)horasdestinadasàInstruçãoPeculiar;e
3) 64 (sessenta e quatro) horas destinadas aos Serviços de Escala.
b. O emprego das horas destinadas aos Serviços de Escala deverá
ser otimizado no sentido de contemplar além das atividades de serviços
de escala, propriamente ditas, as relativas à manutenção do aquartela-
mento, recuperação da instrução de Armamento, Munição e Tiro e ou-
tras atividades de natureza conjuntural imposta à OM.
c. A Direção de Instrução, condicionada pelas servidões impostas
por alguns dos OII da FIIQ, deverá prever atividades noturnas com carga
horária compatível com a consecução destes OII por parte dos
instruendos.
d. Tendo em vista os recursos disponíveis na OM, as características
e o nível da aprendizagem dos militares, bem como outros fatores que
porventura possam interferir no desenvolvimento da instrução, poderá o
Comandante, Chefe ou Diretor da OM alterar as previsões de
carga horária discriminada no presente PP, mas mantendo sempre
a prioridade para o CFC.
6. VALIDAÇÃO DO PPQ 02/2
Conforme prescrito no PPB/1 e SIVALI/PP.
7. ESTRUTURA DO PPQ 02/2
a. O PP está organizado de modo a reunir, tanto quanto possível, a
instrução prevista para um cargo ou conjunto de cargos afins de uma
mesma QMP. Esta instrução corresponde a uma ou mais matérias. Os
conteúdos de cada matéria são assuntos que a compõem. Para cada
assunto, apresenta-se uma ou mais sugestão(ões) de objetivo(s)
intermediário(s), que têm a finalidade de apenas orientar o instrutor. A
um conjunto de assuntos pode corresponder um ou mais OII.
12.00
b. Os OII estão numerados, dentro da seguinte orientação:
Exemplo:
3 Q – 305
- O numero 3 indica a matéria Comunicações.
- Q indica que o OII se refere à “Fase de Qualificação”.
- O primeiro número da centena indica o tipo:
300 - Instrução Comum da IIQ
400 - Instrução Peculiar da IIQ
- A dezena 05, o número do OII dentro da matéria, no
caso “Transmitir uma mensagem por rádio”.
Há, ainda, a indicação do objetivo parcial ao qual está vinculado o
OII (FC, OP etc), conforme orientado no PPB/1.
8. NORMAS COMPLEMENTARES
a. Este Programa-Padrão regula a formação dos militares nas QMG/
QMP de Cavalaria, relativas aos cargos previstos nas Normas Regula-
doras da Qualificação, Habilitação, Condições de Acesso e Situações
das Praças do Exército, em vigor.
b. Os cargos de Cb/Sd para os quais são exigidas habilitações
específicas, definidos nas normas supramencionadas, deverão ser ocu-
pados por militares qualificados e que tenham participado de um Trei-
namento Específico ( Trn Epcf ).
c. O Trn Epcf é determinado e estabelecido pelos Comandantes,
Chefe e(ou) Diretores de OM, e constitui-se na prática, acompanhada e
orientada, de uma atividade com a finalidade de habilitar as praças para
o desempenho de cargos previstos nosQO ou no exercício de um traba-
lho específico, nas respectivas OM, que exijam esse tipo de Habilitação
Especial.
d. Esse treinamento pode coincidir, no todo ou em parte, com as
atividades da Capacitação Técnica e Tática do Efetivo Profissional
(CTTEP) e não possui, normalmente, Programa-Padrão específico e tem-
po de duração definidos. O início e o término, bem como o resultado da
atividade, julgando cada militar “APTO” ou “INAPTO” para o cargo,
serão publicados no BI da OM.
e. No caso particular de Trn Epcf realizado por OM que possuem
Contigente, visando habilitar seus cabos e soldados a ocuparem cargos
específicos, de interesse da OM e da Mobilização , será necessária a
aprovação, pelo COTER, do respectivo PP, o qual será proposto pelas
OM interessadas.
f. As normas fixadas neste PP serão complementadas pelo (as):
1) PBIM, expedido pelo COTER;
2) Diretrizes, Planos e Programas de Instrução, elaborados pelos
Grandes Comandos, Grandes Unidades e Unidades.
13.00
Você encontrará, nas páginas que se seguem, uma
proposta para a distribuição de tempo para o desenvolvimento
do Programa de Instrução que visa à Qualificação do
Combatente.
O Comandante, Chefe ou Diretor da OM poderá, em função
dos recursos disponíveis, das características dos instruendos
e de outros fatores conjunturais, alterar a carga horária das
matérias discriminadas na distribuição sugerida.
.
II. PROPOSTAPARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO
Os quadros apresentados indicam os números das
matérias peculiares que deverão constar dos programas
de treinamento de cada um dos grupamentos de
instrução mencionados neste PP.
14.00
1. QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO
QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO
A T I V I D A D E S
INSTRUÇÃO A Disp
Cmt
Sv
Escala
Total
Comum Peculiar Noturna
02 01
Guarnição de CC-VBR
88 168
A critério
da Direção
de Instrução
Nenhuma 64 320
Explorador
Fuzileiro Blindado
Guarda
Guarnição de AAC
Guarnição de Metralhadora
Guarnição de Traj Curva
Pessoal de Munição
15.00
2. Q U A D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À
IN S T R U Ç Ã O P E C U L IAR P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç ÃO
Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IAS P E C U L IAR E S H o ras
0 2 01
Guarnição de CC-VBR
09 A rmamento, Munição e Tiro 50
11 Manutenção do material 32
1 2 C o m unicações 10
1 7 Escola da Guarnição/C C -V B R 41
28 Maneabilidade/C C -V B R 15
39 Técnica do Material/Metralhadora 10
4 2 Técnica de Tiro/Metralhadora 10
S O M A 1 6 8
E xplorador
11 Manutenção do material 32
1 2 C o m unicações 10
1 5 D ireção de Trânsito 04
1 8 Escola da Guarnição/Expl 20
21 O E xplorador e a Patrulha 20
22 E xp losivos e Destruições 05
29 Maneabilidade/E xpl 16
31 Minas e Armadilhas 04
33 Observação 05
37 Reconhecimento e Segurança 16
38 Técnica do Material/AAC 08
39 Técnica do Material/Metralhadora 10
4 1 Técnica de Tiro/AAC 08
4 2 Técnica de Tiro/Metralhadora 10
S O M A 1 6 8
16.00
2. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO DESTINADO À
INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO
QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO Nr MATÉRIAS PECULIARES Horas
02 01
Fuzileiro Blindado
11 Manutenção do material 32
12 Comunicações 10
19 Escola da Guarnição/Fzo Bld 25
23 Fortificação de Campanha 06
30 Maneabilidade/Fzo Bld 26
31 Minas e Armadilhas 04
36 Patrulha 21
38 Técnica do Material/AAC 08
41 Técnica de Tiro/AAC 08
42 Técnica de Tiro/Metralhadora 06
45 Vigilância e Reconhecimento 20
SOMA 168
Guarda
11 Manutenção do material 32
13 Cuidados com Animais 32
15 Direção de Trânsito 07
16 Equitação 33
31 Minas e Armadilhas 04
34 Ordem Unida a Cavalo 40
46 Controle de disturbíos com tropa hipomóvel 20
SOMA 168
17.00
2. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DESTINADO À
INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO
QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO Nr MATÉRIAS PECULIARES Horas
02 01
Guarnição de AAC
11 Manutenção do material 32
12 Comunicações 10
23 Fortificação de Campanha 12
26 Maneabilidade da Peça/Seção/AAC/Traj Curva 31
31 Minas e Armadilhas 04
38 Técnica do Material/AAC 40
41 Técnica de Tiro/AAC 39
SOMA 168
Guarnição de Metralhadora
11 Manutenção do material 32
12 Comunicações 10
23 Fortificação de Campanha 12
27 Maneabilidade da Peça/Seção/Metralhadora 23
31 Minas e Armadilhas 04
36 Patrulha 25
39 Técnica do Material/Metralhadora 31
42 Técnica de Tiro/Metralhadora 31
SOMA 168
18.00
2. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO DESTINADO À
INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO
QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO Nr MATÉRIAS PECULIARES Horas
02 01
Guarnição de Traj Curva
11 Manutenção do material 32
12 Comunicações 10
23 Fortificação de Campanha 12
26 Maneabilidade da Peça/Seção/AAC/Traj Curva 31
40 Técnica do Material/Traj Curva 41
43 Técnica de Tiro/Traj Curva 42
SOMA 168
Pes Munição
08 Acondicionamento de Explosivos e Munições 39
10 Cadeia de Suprimento Classe V 05
11 Manutenção do material 32
12 Comunicações 10
14 Destruição de Explosivos e Munições 07
20 Escrituração 08
25 Inspeção de Explosivos e Munições 08
32 Munições e Explosivos 38
44 Transporte de Explosivos e Munições 21
SOMA 168
19.00
III. MATÉRIAS PECULIARESDAS QMP DE CAVALARIA
A seguir são apresentadas, em
ordem alfabética, as matérias
peculiares das QMP de Cavalaria.
20.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h
Q-401
(AC)
Realizar medidas de tem-
peratura e umidade.
Apresentados, ao militar, um ter-
mômetro e um psicrômetro.
O militar deverá ser colocado em
três compartimentos diferen-tes;
em cada um, realizará a medida
da temperatura e da umidade.
O militar deverá realizar, corre-
tamente, todas as medidas e
obedecer à precisão dos instru-
mentos.
Durante os trabalhos, as ações
deverão ser executadas dentro
das prescrições técnicas pecu-
liares a cada operação.
- Citar os requisitos a satisfazer por
um paiol quanto à sua localização,
organização, refrigeração e arruma-
ção.
- Descrever as medidas de controle
de temperatura e umidade do paiol.
- Utilizar o termômetro.
- Utilizar o psicrômetro.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
1. Paiol
a. Tipo.
b. Características.
c. Localização.
d. Organização.
e. Arrumação.
f. Refrigeração.
g. Controle de temperatura e
umidade.
h. Utilização do termômetro e
psicrômetro.
Q-402
(AC)
Montar um Depósito de
Munição.
Apresentados ao militar:
- duas viaturas carregadas com
cunhetes vazios de vários tipos
de munição;
- um grupo de dez homens;
- uma área para escolha do local
para o Dep Mun; e
- o instrutor determinará que seja
escolhido um local, naquela área,
e que seja montado um Dep Mun.
O militar deverá montar, corre-
tamente, o Dep Mun obedecen-
do os requisitos referentes a:
- localização;
- acesso;
- organização;
- arrumação; e
- dispersão.
- Citar os requisitos a satisfazer por
um depósito de munição quanto à sua
localização, acesso, organização, e
arrumação e dispensão.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
2. Depósito de munição
a. Características.
b. Localização.
c. Acesso.
d. Organização.
e. Arrumação.
f. Dispersão.
Q-403
(AC)
Citar as características
dos sistemas utilizados
para a estocagem de ex-
plosivos e munições no
Teatro de Operações.
Apresentada, ao militar, uma rela-
ção contendo todas as caracterís-
ticas dos sistemas de estocagem
no Teatro de Operações.
Na mesma relação, constarão ca-
racterísticas que não sejam refe-
rentes aos sistemas de
estocagem, na proporção de 2
para 1.
O militar deverá identificar, cor-
retamente, as características
referentes a cada sistema eli-
minando as características in-
corretas.
- Citar os sistemas de estocagem no
Teatro de Operações.
- Citar as características da
estocagem nas margens das estra-
das do Teatro de Operações.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
3. Estocagem de munição
a. Generalidades.
b. Sistemas de estocagem.
c. Classes de estocagem.
d. Dispersão e distância a
considerar na estocagem.
21.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h
Q-404
(AC)
Citar as finalidades do
Posto de Distribuição de
Suprimento Classe V (M)
e do Posto de Remunicia-
mento de SU
Apresentada, ao militar, uma
relação contendo todas as finali-
dades dos postos de suprimento
citados.
Na mesma relação, na proporção
de 2 para 1, haverá outras finali-
dades que não sejam referentes
a estes postos.
O militar deverá identificar,
corretamente, as finalidades re-
ferentes a cada posto, eliminan-
do as que não forem referen-
tes a estes postos.
- Citar as finalidades do Posto de
Distribuição de Suprimento de Clas-
se V e do Posto de Remuniciamento
de SU.
- Demonstrar aptidão para o cum-pri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Posto de Distribuição de Supri-
mento de Classe V e do Posto de
Remuniciamento de SU
a. Importância.
b. Finalidade.
c. Tipos.
d. Organização.
e. Características.
Q-405
(AC)
Fora do paiol, estarão
quantidades diversas de
todos os tipos de explo-
sivos e munições, de di-
ferentes lotes, existentes
na Unidade.
Será entregue ao militar
um quadro de empaiola-
mento e indicada(s) a(s)
empaiolada(s) a munição.
Um grupo de soldados,
proporcional à quantidade
de explosivos e munição
a empaiolar, será coloca-
do à disposição do militar.
A situação deverá exigir
um empaiolamento com-
binado.
O militar deverá montar, cor-
retamente, o Dep Mun obedecen-
do os requisitos referentes a:
- localização.
- acesso.
- organização.
- arrumação.
- dispersão.
- Citar as prescrições gerais relati-
vas ao empaiolamento de explosivos
e munições.
- Manusear o quadro de
empaiolamento.
- Citar as características do
empaiolamento combinado.
- Descrever o processo de entrada
e saída de material.
- Citar as características de
empaiolamento dos diversos tipos de
explosivos e munições.
- Demonstrar aptidão para o cum-pri-
mento da tarefa constante do OII.
5. Empaiolamento de explosivos
e munições
a. Prescrições gerais.
b. Quadro de empaiolamento.
c. Empaiolamento combinado.
d. Entrada e saída do material.
e. Características do empaio-
lamento dos diversos tipos de
explosivos e munições.
Q-406
(AC)
Relacionar os símbolos
existentes nas proximida-
des dos paióis com o tipo
de procedimento a ser
seguido em caso de in-
cêndio.
Apresentados, ao militar, os qua-
tro tipos de símbolos que podem
existir nas proximidades dos pai-
óis.
Para cada símbolo o militar de-
verá citar, corretamente, qual a
classe de munição correspon-
dente e os procedimentos a
serem tomados em caso de in-
cêndio.
- Descrever as medidas de Seguran-
ça contra fogo, raios, intempéries e
umidade quanto aos seus aspectos
peculiares.
- Identificar os símbolos usados nas
proximidades dos paióis.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
6. Medidas de segurança con-
tra fogo, explosão, raios, intem-
péries e umidade
a. Finalidade.
b. Aspectos preventivos.
c. Controle da temperatura e
umidade.
O militar deverá, manuseando o
quadro de empaiolamento, exe-
cutar, corretamente, o em-
paiolamento dos Expl e Mun
obedecendo às prescrições ge-
rais de empaiolamento e às ca-
racterísticas de empaiola-
mento para cada um dos tipos
de Expl e Mun apresentados.
Para as características de em-
paiolamento que não possam
ser executadas por motivos
particulares, o instrutor deverá
questionar o militar, a fim de
verificar se o mesmo conhece
realmente o assunto que não
pode ser verificado na prática.
22.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h
Q-407
(AC)
Determinar a ocasião em
que o paiol deve ser are-
jado ou irrigado.
Apresentada, ao militar, a seguin-
te situação:
- paiol(óis) contendo em suas de-
pendências vários tipos de explo-
sivos e munição, com a tempera-
tura ambiente acima e abaixo da
máxima prevista em manual, de
acordo com o tipo de munição; e
- na falta de meios, a situação será
apresentada de maneira hipo-
tética.
O militar deverá verificar, atra-
vés da temperatura, qual(is) o(s)
paiol(óis) que deve(m) ser
arejado(s) ou irrigado(s).
No(s) que for(em) necessário(s)
passará à execução ou descre-
verá para o instrutor quais as
ações que seriam realizadas.
Em qualquer caso, deverá obe-
decer às prescrições técnicas
correspondentes.
- Citar os limites máximos de tempe-
ratura para os diversos tipos de ex-
plosivos empaiolados.
- Citar os processos de arejamento e
de irrigação.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
7. Arejamento e Irrigação
a. Arejamento e irrigação.
b. Símbolos usados nas proxi-
midades dos paióis.
Q-408
(AC)
Identificar e manusear os
equipamentos mecânicos
usados em armazéns,
paióis e depósitos.
Citar a finalidade dos equi-
pamentos.
Apresentados, ao militar, os tipos
de equipamentos existentes na
Unidade.
Na falta dos equipamentos, deve-
rão existir gravuras ou fotografi-
as dos mesmos.
- Identificar os tipos de equipamen-
tos mecânicos usados em armazéns,
depósitos e paióis.
- Citar as finalidades e característi-
cas dos equipamentos.
- Manusear o equipamento.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
8. Equipamentos mecânicos usa-
dos em armazéns, paióis e de-
pósitos
a. Tipos.
b. Finalidades.
c. Características.
d. Manuseio.
Q-409
(AC)
Cirrigir os erros cometi-
dos no manuseio e arma-
zenamento de explosivos
e munições.
Apresentada, ao militar, a seguin-
te situação:
- um grupo de soldados desem-
barcando munições e explosivos
de uma viatura e armazenando-os
num suposto paiol;
- os cunhetes utilizados deverão
estar vazios e fechados;
- deverão existir quantidades de
lotes diferentes;
- o armazenamento deverá ser
feito contrariando as prescrições
técnicas, tais como arrumação,
loteamento, organização, empilha-
mento etc; e
- o manuseio deverá contrariar as
normas de segurança.
O militar deverá, após termina-
da a operação de desembarque
e armazenamento, realizar uma
verificação do trabalho exe-
cutado e corrigir os erros come-
tidos no armazenamento e os
que foram cometidos durante a
realização de desembarque.
- Citar os cuidados no manuseio e
armazenamento dos explosivos e
munições.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
9. Cuidados no manuseio e
armazenamento dos explosivos
e munições.
10. Conservação de explosivos
e munições
a. Cuidados.
b. Manutenção preventiva.
c. Reacondicionamento.
O militar deverá identificar,
corretamente, o equipamento
citando a sua finalidade.
Existindo o equipamento, deve-
rá manuseá-lo obedecendo à
seqüência correta de operações
e às prescrições técnicas.
23.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h
Q-410
(AC)
Descrever as caracte-
rísticas da estocagem da
munição sob condições
especiais de ambiente
(estocagem no Teatro de
Operações).
Apresentadas, ao militar, situa-
ções hipotéticas de condições
especiais de ambiente para a
realização de estocagem.
O militar deverá descrever,
corretamente, as característi-
cas de armazenamento da
munição sob condições especi-
ais de ambiente.
- Citar as características de constru-
ção e utilização de barricadas.
- Citar as medidas de segurança con-
tra fogo e intempéries na estocagem
no Teatro de Operações.
- Descrever as características para
estocagem no deserto e em clima frio.
- Descrever as características de
armazenagem nos trópicos.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
11. Estocagem de munição
a. Químicas e de rojões:
- utilização de barricadas.
- proteção contra fogo e
intempéries; e
- utilização de construções.
b. Estocagem no deserto e em
clima frio.
24.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com o instrutor apontando
para as partes do canhão.
O militar deverá nomear,
corretamente, todas as partes.
Identificar as partes do
canhão.
Apresentados, ao militar, um CC-
VBR com o canhão comple-
tamente montado e as ferramen-
tas necessárias.
O militar deverá montar e des-
montar o canhão, seguindo as
medidas e a seqüência correta
de desmontagem e montagem
de 1º Escalão.
1. Canhão do CC-VBR
a. Apresentação e caracterís-
ticas
1) Apresentação.
- Histórico.
2) Dados do canhão:
a) calibre;
b) recuo normal;
c) elevação máxima;
d) depressão máxima;
e) campo de tiro; e
f) alcance de acordo com
a munição.
3) Ferramentas e aces-
sórios;
4) Constituição do canhão
Partes principais
b. Desmontagem e montagem
do Canhão em 1º Escalão.
c. Manejo:
1) abertura e fechamento da
culatra;
2) municiamento do canhão;
3) granada não percutida ou
falhada;
4) granada presa; e
5) projetil preso;
d. Munição:
1) tipos e características;
2) emprego;
3) acondicionamento e ma-
nuseio da munição:
a) cuidados com a muni-
ção;
b) locais de estocagem
da munição;
c) NGA de estocagem; e
d) estocagem e acondi-
cionamento no CC-VBR.
- Citar as características do canhão,
de acordo com o manual específico.
- Identificar as partes do canhão.
- Nomear as partes do canhão.
- Identificar as partes a serem des-
montadas no canhão.
- Descrever a desmontagem e a mon-
tagem.
- Identificar as ferramentas e o mate-
rial a serem usados no manejo.
- Descrever as operações de mane-
jo.
- Executar as operações de manejo.
- Relacionar a munição com as ins-
crições e características.
- Descrever o emprego dos diversos
tipos de granada.
- Descrever os cuidados a serem
tomados no manuseio da munição.
- Identificar os locais de estocagem
no CC-VBR .
- Descrever as NGA de estocagem.
- Estocar a munição.
- Acondicionar a munição.
- Descrever os tipos de incidentes
de tiro.
- Descrever a ação imediata em caso
de incidente de tiro.
- Descrever os incidentes mais co-
muns.
- Identificar os incidentes mais co-
muns.
- Identificar as peças causadoras de
incidente.
- Sanar os incidentes de tiro mais
comuns.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante dos OII.
Carregar e Descarregar o
canhão.
Apresentados, ao militar, um CC-
VBR, com as ferramentas neces-
sárias ao manejo e uma granada
de manejo.
O militar deverá executar,
corretamente, as operações de
manejo:
- abrir a culatra;
- municiar o canhão;
- retirar uma granada não per-
cutida ou falhada;
- extrair uma granada presa; e
- retirar um projétil preso.
Identificar os tipos de gra-
nada do canhão.
Apresentados, ao militar, os
diversos tipos de granadas do
canhão.
O militar deverá identificar,
corretamente, todas as grana-
das apresentadas.
Selecionar a Granada.
Apresentados, ao militar, os
diversos tipos de granada e alvo.
Cada granada selecionada, pelo
militar, deverá ser adequada ao
tipo de alvo.
Estocar a munição no CC-
VBR .
Apresentados, ao militar, cinco
cunhetes de munição fechados e
um CC-VBR com dois militares do
lado de fora, um sobre o pára-lama
e outro dentro da torre.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- abrir o cunhete;
- retirar o invólucro da granada;
- entregar a granada ao outro
militar localizado no pára-lama
do CC-VBR;
- passar a granada, ao militar, na
torre;
- colocar a granada no cofre; e
- manusear a granada, seguin-
do as medidas de segurança.
Q- 401
(AC)
Q- 402
(HT)
Q- 403
(HT)
Q- 404
(AC)
Q-405
(AC)
Q- 406
(HT)
Desmontar e montar o ca-
nhão.
25.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h
Sanar incidentes de tiro
do canhão.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com o canhão simulando
tipos de incidentes de tiro.
O militar deverá:
- identificar o incidente de tiro;
- executar as ações imediatas
obedecendo à seqüência com
correção e segurança.
Q- 407
(HT)
Executar a manutenção de
1º Escalão do canhão.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR e o material necessário à
manutenção de 1º Escalão.
No cumprimento da tarefa, o mi-
litar deverá:
- Realizar, com correção as
ações de manutenção de 1º
Escalão do canhão para antes,
durante e após o tiro.
Q- 408
(CH)
- Descrever as operações de manu-
tenção de 1º Escalão.
- Realizar a manutenção de 1º Esca-
lão, antes, durante e após o tiro.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento das tarefas constantes dos
OII.
Q- 406
(HT)
e. Incidentes de tiro:
1) incidente de tiro por de-
feito mecânico na arma ou falha
da munição;
2) incidente de tiro devido
ao retardo na queima da carga
de projeção;
3) incidente de tiro por dis-
paro prematuro;
4) ação imediata, em caso
de incidente de tiro; e
5) incidentes de tiro mais
comuns:
a) falha no carrega-
mento;
b) disparo prematuro;
c) falha no disparo; e
d) falha na extração ou
na ejeção.
f. Manutenção:
1) manutenção de 1º Esca-
lão;
2) manutenção antes do tiro;
3) manutenção durante o
tiro; e
4) manutenção após o tiro.
(Continuação)
(Continuação)(Continuação)
Estocar a munição no CC-
VBR .
Apresentados, ao militar, cinco
cunhetes de munição fechados e
um CC-VBR com dois militares do
lado de fora, um sobre o pára-lama
e outro dentro da torre.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- abrir o cunhete;
- retirar o invólucro da granada;
- entregar a granada ao outro
militar localizado no pára-lama
do CC-VBR;
- passar a granada, ao militar, na
torre;
- colocar a granada no cofre; e
- manusear a granada, seguin-
do as medidas de segurança.
26.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h
Q- 409
(HT)
Q- 410
(AC/ HT)
Q-411
(AC)
Q- 412
(HT)
Operar o sistema de con-
trole primário para o tiro
direto.
Apresentados, ao militar, um CC-
VBR com o sistema de controle
primário completo e alvos
designados pelo instrutor.
O militar deverá ligar, corre-
tamente, os aparelhos, fazer
pontaria e realizar correções
manuais para possíveis falhas
no sistema.
Apresentados, ao militar, um CC-
VBR com todo o sistema
eletrônico desligado e alvos
designados pelo instrutor.
O militar deverá apontar,
corretamente, para os alvos em
distâncias diferentes.
Manusear os comandos
da torre.
Dentro do CC-VBR o instrutor dará,
ao militar, ordens para que o mes-
mo manuseie a torre dentro de
uma determinada seqüência.
Durante a execução, o militar
deverá realizar todos os coman-
dos.
Regular a aparelhagem de
pontaria do CC-VBR.
Apresentados, ao militar, um CC-
VBR com o dispositivo de visada
pelo tubo ou disco de visada e um
alvo designado pelo instrutor.
O militar deverá alimentar,
corretamente, o computador
balístico e deixar, ao final da
tarefa, o canhão em condições
de realizar o tiro com precisão.
- Identificar o painel de controle do
computador balístico.
- Identificar os equipamentos que for-
necem dados ao computador
balístico.
- Manusear o painel de controle.
- Identificar o telêmetro laser e seu
acionador.
- Verificar o projetor do retículo.
- Identificar o sistema de visão
noturna e seus controles de imagem.
- Manusear, corretamente, o sistema
de visão noturna.
- Identificar a luneta.
- Manusear a luneta e suas lentes.
- Identificar e manusear o quadrante
de nível e indicador de deriva.
- Identificar os comandos da torre.
- Manusear os comandos da torre.
- Descrever a regulagem dos apare-
lhos de pontaria pelos dois proces-
sos.
- Regular a aparelhagem de pontaria.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento das tarefas constantes dos
OII.
2. Equipamentos e comandos do
armamento e da torre
a. Sistema de controle primário
para o tiro direto:
1) computador balístico;
2) telêmetro laser;
3) progetor de retículo; e
4) visor noturno.
b. Sistema de controle secun-
dário para o tiro direto:
- Luneta.
c. Sistema de controle para o
tiro indireto:
1) quadrante de nível; e
2) indicador de deriva.
d. Comandos da torre.
e. Regulagem da aparelhagem
de pontaria:
- Dispositivo de visada pelo
tubo.
Operar o sistema de con-
trole secundário e o sis-
tema de controle para o
tiro indireto.
27.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h
Q- 415
(HT)
Q- 416
(HT)
Executar o Tiro Simulado
do canhão.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com uma guarnição embar-
cada, o instrutor deverá emitir um
comando de tiro. A munição deve-
rá estar estocada. Devem ser usa-
das granadas de manejo para o
canhão.
Na execução, cada um dos mili-
tares deverá realizar todas as
atividades decorrentes dos co-
mandos de tiro.
Q- 413
(TE)
Comandar o tiro de CC-
VBR .
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com uma guarnição embar-
cada, o instrutor deverá emitir um
comando de tiro.
Durante a execução, o militar
deverá emitir o comando com
os seguintes componentes:
Atirador Comandante Aux. At.
--------------“Atenção!”----------
“Munição...”-------- “Pronto...” --
---------“Alvo...”--------“Visto...”---
-----“Laser...” ----------“ Fogo...”-
---------“Atirou...”--------------
Q- 414
(OP)
3. Tiro contra alvos parados ou
em movimento
a. Comando de tiro:
1) seqüência;
2) componentes do coman-
do.
b. Observação do tiro.
c. Regulagem do tiro direto pelo
sistema de controle secundário
de tiro.
- Interpretar o comando recebido.
- Descrever as operações a realizar
em conseqüência do comando de
tiro.
- Executar todas as operações.
- Enunciar o comando de tiro.
- Observar o tiro.
- Regular o tiro pelo processo princi-
pal e pelo processo de
enquadramento.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento das tarefas constantes dos
OII.
Observar o tiro do CC-VBR.
Após um tiro realizado, de acordo
com o comando inicial de tiro, e
executar a observação.
A observação realizada pelo mi-
litar deve corresponder, com
precisão, à localização do ponto
de arrebentamento em relação
ao alvo.
Regular o tiro do CC-VBR.
Após o tiro realizado, de acordo
com o comando inicial e feita a
observação correspondente.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá registrar, com
precisão, as correções do tiro,
apontar e disparar o canhão até
atingir o alvo.
28.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h
Q- 419
(HT)
Q- 420
(HT)
Apontar o canhão do CC-
VBR (parado) em alvo es-
tacionário.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com o instrutor ocupando o
lugar do Cmt do CC-VBR e o militar
como atirador, deverão ser desig-
nados alvos estacionários.
Para todas as pontarias realiza-
das, o militar deverá:
- registrar o tipo de munição;
- selecionar modo estacionário;
- lançar o laser; e
- disparar o canhão.
Q- 417
(HT)
Apontar o canhão do CC-
VBR (parado) em alvo
móvel.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com o instrutor ocupando o
lugar do Cmt do CC-VBR e o militar
como atirador, o instrutor deverá
designar alvos móveis.
Para todas as pontarias, o mili-
tar deverá:
- registrar o tipo de munição;
- selecionar modo estacionário;
- acompanhar o alvo por dois
segundos e lançar o laser;
- enquadrar o alvo novamente; e
- disparar o canhão.
Q- 418
(HT)
4. Instrução técnica do atirador
a. Exercícios iniciais de
pontaria sobre diferentes obje-
tivos:
1) prática dos comandos de
tiro do atirador; e
2) pontaria rápida sobre
objetivos.
b. Precessão automática.
c. Estabilização.
d. Exercícios de escrita com a
boca do canhão.
e. Quadrante de nível e
indicador de deriva:
1) emprego; e
2) utilização.
- Manusear os comandos do atira-
dor.
- Apontar o canhão.
- Registrar o tipo de munição.
- Selecionar modo estacionário ou
movimento.
- Acompanhar alvos móveis.
- Utilizar a precessão automática.
- Utilizar a estabilização.
- Manusear o quadrante de nível e
indicador de deriva.
- Apontar o canhão usando o
quadrante de nível e indicador de
deriva.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento das tarefas constantes dos
OII.
Apontar o canhão do
CC-VBR (em movimento)
em alvo móvel.
Com o CC-VBR em movimento o
instrutor ocupa o lugar do Cmt e o
militar do atirador. O instrutor de-
signa alvos em movimento. O CC-
VBR deve se movimentar em área
segura.
Para todas as pontarias, o militar
deverá:
- ligar a estabilização;
- selecionar modo em movi-
mento;
- registrar, tipo de munição;
- acompanhar o alvo por dois
segundos e lançar o laser;
- enquadrar o alvo novamente; e
- disparar o canhão.
Percorrer o alvo.
O militar deverá apontar o ca-
nhão e percorrer o alvo manu-
seando o mecanismo de eleva-
ção e direção.
Q- 421
(HT)
Apontar o canhão para o
tiro indireto.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com equipamento para tiro
indireto. O instrutor designa
alvos.
O militar deverá realizar tiro
indireto dos diversos alvos de-
signados pelo instrutor, basea-
do nas amarrações feitas no in-
dicador de deriva e quadrante
de nível.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com o instrutor ocupando o
lugar do Cmt do CC-VBR e o militar
como atirador e um alvo tipo cobra,
AM ou ZMB colocado à frente do
carro.
29.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h
Elaborar o roteiro de tiro
para o canhão.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR tendo à sua frente um terreno
de cerca de 4000m de
profundidade.
O militar deverá, utilizando-se
do material necessário, confec-
cionar o roteiro de tiro para o
canhão.
Q- 423
(AC)
5. Tiro
a.IPT.
b.Tiros básicos e avan-
çados.
c.Tiro em situações espe-
ciais.
- Atirar com o canhão.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
Q- 422
(TE)
Realizar o tiro real
(noturno e diurno).
De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx.
6. Roteiro de tiro.
- Descrever as operações para a
elaboração do roteiro de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
30.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
10. CADEIA DE SUPRIMENTO CIasse V TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h
Q-403
(AC)
Identificar os processos
de remuniciamento.
Apresentadas, ao militar, gravuras
que contenham os processos de
remuniciamento, a saber:
- na ofensiva;
- na defensiva; e
- nos movimentos retrógrados.
O militar deverá identificar,
corretamente, os processos de
remuniciamento.
Q-401
(AC)
Descrever a composição
do Gp de Sup Classe V (SU
C Ap) e do Gp de Sup (SU
Man).
Apresentado, ao militar, um efetivo
correspondente Gp Sup Classe V
(SU C Ap) e ao Gp de Sup (SU Man)
O militar deverá identificar,
corretamente, de cada um dos
elementos a sua função corres-
pondente.
Q-402
(AC)
Identificar cada suprimen-
to de Classe V apontado
pelo instrutor segundo o
tipo, calibre (se for o caso)
e emprego.
Apresentado, ao militar, todo o tipo
de suprimento de Classe V exis-
tente na Unidade, sem noção de
distinção.
O militar deverá identificar,
corretamente, 80% do material
apontado.
- Citar o processo de remuniciamen-
to na ofensiva, defensiva e movimen-
tos retrógrados.
- Demonstrar aptidão para o cum-pri-
mento da tarefa constante do OII.
- Citar a finalidade do remunicia-men-
to.
- Descrever a importância do remu-
niciamento.
- Citar a organização do Gp de Sup
Classe V (SU C Ap) e Gp Sup (SU
Man) em pessoal e Vtr.
- Demonstrar aptidão para o cum-pri-
mento da tarefa constante do OII.
- Distinguir suprimento de Classe V
segundo o tipo, calibre e emprego.
- Demonstrar aptidão para o cum-pri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Características da cadeia de
suprimento de Classe V.
2. Remuniciamento na ofensiva,
defensiva e movimentos retró-
grados.
3. Remuniciamento
a. Finalidade.
b. Importância.
c. Organização do Grupo Sup
Classe V (SU C Ap) e Gp Sup
(SU Man) em pessoal, material e
vtr.
4. Suprimento de classe V
- Classificação segundo: tipo,
calibre e emprego.
31.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
11. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h
Apresentado, ao militar, deter-
minado material em que será
realizado a Manutenção de 1o
Escalão.
Realizar a manutenção de
1o
Escalão do material.
O militar deverá executar,
corretamente, a manutenção de
1o
Escalão do material.
Q – 401
( CH )
1. Manutenção de 1o
Escalão
a. Objetivo.
b. Procedimentos.
c. Responsabilidade.
d. Freqüência.
e. Desmontagem de 1o
Esca-
lão.
f. Montagem de 1o
Escalão.
g. Ferramental e material em-
pregado na manutenção de 1o
Escalão.
- Entender a importância da manu-
tenção do material de emprego mili-
tar, em especial pela Cavalaria.
- Descrever os principais procedi-
mentos e freqüência, a serem
adotadas na manutenção de 1o
Es-
calão do material.
- Realizar a desmontagem e monta-
gem de 1o
Escalão do material.
- Realizar a manutenção de 1o
Esca-
lão do material, utilizando as respec-
tivas tabelas de manutenção.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentados, ao militar, os equi-
pamentos e instrumentos, empre-
gados na Cavalaria, a ser
manutenido e o material necessá-
rio à manutenção de 1o
Escalão.
Realizar a manutenção de
1o
Escalão dos equipa-
mentos e instrumentos
empregados na Cavalaria.
O militar deverá executar,
corretamente, a manutenção de
1o
Escalão dos equipamentos e
instrumentos que utilizará no
cumprimento de suas atribui-
ções.
Q – 402
( CH )
2. Manutenção de 1o
Escalão
a. objetivo.
b. procedimentos.
c. responsabilidade.
d. freqüência.
e. desmontagem de 1o
Esca-
lão;
f. montagem de 1o
Escalão.
g. ferramental e material em-
pregado na manutenção de 1o
Escalão.
- Entender a importância da manu-
tenção dos equipamentos e instru-
mentos para o cumprimento de suas
atribuições.
- Descrever os principais procedi-
mentos e freqüência, a serem
adotados na manutenção de 1o
Es-
calão dos equipamentos e instru-
mentos.
- Realizar a desmontagem e monta-
gem de 1o
Escalão dos equipamen-
tos e instrumentos.
- Realizar a manutenção de 1o
Esca-
lão dos equipamentos e instrumen-
tos, utilizando as respectivas tabe-
las de manutenção.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentados, ao militar, o
material a ser lubrificado, lubrifi-
cantes adequados e a Carta-guia
de Lubrificação.
Executar a lubrificação do
Material utilizando a Car-
ta-guia de Lubrificação.
O militar deverá executar,
corretamente, a lubrificação do
material.
Q – 403
( CH )
- Lubrificar o material utilizando a
Carta-guia de Lubrificação.
- Citar a finalidade da Carta-guia de
Lubrificação.
- Interpretar a Carta-guia de Lubri-
ficação.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Carta-guia de Lubrificação.
a. finalidade.
b. identificação da Carta-guia
com as peças e utilização dos
lubrificantes.
32.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
11. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h
Apresentado, ao militar, os com-
ponentes do material a ser limpo
e lubrificado.
Realizará a limpeza e lubri-
ficação de componentes
(peças e acessórios) do
Material.
O militar deverá executar,
corretamente, a limpeza e lubri-
ficação dos componentes do
material.
Q – 404
( CH )
4. Limpeza e lubrificação dos
componentes (peças e acessó-
rios) do material.
a. Finalidade.
b. Carta-guia de Lubrificação.
c. Utilização das tabelas de
manutenção do material.
- Entender a importância da limpeza
dos componentes do material.
- Citar as atribuições de cada ser-
vente na limpeza dos componentes.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentado, ao militar, o seguin-
te material:
- uma peça com necessidade de
recompletamento de óleo;
- uma Carta-guia de Lubrificação ;
- ferramentas necessárias ao re-
completamento; e
- óleo para recompletamento do
mecanismo de recuo.
Realizar o recompletamen-
to do óleo do mecanismo
de recuo do material.
O militar deverá executar, cor-
retamente, todas as ações ne-
cessárias ao recompletamento
do óleo do mecanismo de recuo.
Q – 405
( CH )
5. Verificação dos níveis Recom-
pletamento dos lubrificantes.
- Identificar a necessidade de
completamento do óleo.
- Utilizar, corretamente, o ferramental
necessário ao recompletamento do
óleo.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Por ocasião da manutenção de 2o
Escalão do material.
Auxiliar na manutenção de
2o
Escalão do material.
O militar deverá auxiliar de
modo adequado na manutenção
de 2o
Escalão do material.
Q – 406
( CH )
6. Manutenção de 2o
Escalão
a. Objetivo.
b. Procedimentos.
c. Responsabilidade.
d. Freqüência.
e.Desmontagemde2o
Escalão.
f. Montagem de 2o
Escalão.
g. Ferramental e material
empregados na manutenção de
2o
Escalão.
Apresentado, ao militar, o material
na seguinte situação:
- na posição de tiro; e
- na posição de marcha.
Inspecionar o material
antes, durante e após do
tiro e da marcha.
O militar deverá:
- inspecionar o material,
corretamente, antes, durante e
após o tiro; e
- inspecionar o material, corre-
tamente, antes, durante e após
a marcha.
Q – 407
( CH )
7. Inspeção do material.
a. Antes, durante e após o
tiro.
b. Antes, durante e após a
marcha.
- Citar os procedimentos necessári-
os à inspeção do material, antes,
durante e após o tiro.
- Citar os procedimentos necessári-
os à inspeção do material, antes,
durante e após a marcha.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
33.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
11. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h
Apresentados, ao militar, um Li-
vro Registro do Material e os
dados necessários ao seu preen-
chimento.
Preencher o Livro Regis-
tro do Material e dos Equi-
pamentos e Instrumentos
empregados na Cavala-
ria.
O militar deverá preencher o
livro, colocando os dados apre-
sentados nos campos apropri-
ados.
Q – 408
( CH )
8. Livro Registro do Material e
dos Equipamentos e Instrumen-
tos empregados na Cavalaria
a. Finalidade.
b. Informações necessárias.
c. Oportunidades de registro.
- Citar a finalidade do Livro Registro
do Material.
- Preencher o Livro Registro do Ma-
terial.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentados, ao militar, o
Material e o suprimento necessá-
rio para a utilização no processo
úmido de descontaminação da
água.
Realizar a descontamina-
ção do Material e dos
equipamentos e instru-
mentos empregados na
Cavalaria.
O militar deverá realizar a tare-
fa, observando todos os proce-
dimentos preconizados no pro-
cesso a ser utilizado.
Q – 409
( CH )
9. Descontaminação de material
do material e dos equipamentos
e instrumentos empregados na
Cavalaria
a. Finalidade.
b. Processos.
c. Relação processos/agen-
tes.
- Relacionar os processos de
descontaminação com o tipo de
agente.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentada, ao militar, uma situ-
ação em que caracterize a neces-
sidade de destruição do material.
Conhecer os processos e
oportunidades para des-
truição do material e dos
equipamentos e instru-
mentos empregados na
Cavalaria.
O militar deverá descrever os
procedimentos preconizados
nos processos de destruição
do material.
Q – 410
( CH )
- Relacionar os processos de des-
truição do material.
- Identificar as diferentes situações
e oportunidades em que o material
deva ser destruído.
- Citar as principais características
dos processos de destruição do
material.
- Demostrar abtidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
10. Destruição de material e dos
equipamentos e instrumentos
empregados na Cavalaria
a. Situações em que o material
poderá ser destruído.
b. Processos de destruição.
34.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
12. COMUNICAÇÕES
Interpretar e transmitir
sinais.
Um guia deverá transmitir sinais
por meio de bandeirolas e solici-
tar aos militares que os identifi-
que. Em seguida, dará ordem para
que sejam executados os gestos
e utilizadas as bandeirolas para a
transmissão de sinais.
Todos os sinais deverão ser in-
terpretados e executados com
acerto, correspondendo fiel-
mente, aos comandos emitidos.
Q-401
(AC/ OP)
Identificar as partes es-
senciais do conjunto-rá-
dio da viatura.
Apresentados, ao militar, um con-
junto-rádio completo empregado
no tipo de viatura da guarnição.
Todas as partes devem ser
identificadas corretamente.
Q-402
(AC)
- Diferenciar o rádio utilizado na via-
tura de outros tipos de rádios.
- Citar as características do Conjun-
to-rádio utilizado na viatura.
- Identificar as partes essenciais do
conjunto-rádio.
- Nomear as partes essenciais do
conjunto-rádio.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
1. Meios de comunicação
a. Visuais: painéis, bandei-
rolas e gestos.
Importância e emprego.
b. Elétricos:
1) importância;
2) emprego;
3) responsabilidade dos
rádios-operadores;
4) estações-rádios usadas
no Pelotão e no Esquadrão;
5) apresentação do Con-
junto-rádio usado na viatura; e
4) características do Con-
junto-rádio.
2. Partes essenciais do Conjun-
to-rádio
a. Interfones.
b. Caixas veiculares.
c. Receptor.
d. Transmissor.
e. Receptor-Transmissor.
f. Fonte de alimentação.
g. Amplificador.
h. Base do conjunto-rádio.
i. Antenas.
j. Capacetes.
- Identificar os meios de Comunicação
Visuais.
- Avaliar a importância dos meios de
Comunicação Visual.
- Interpretar cada sinal feito por
bandeirolas ou por gestos.
- Identificar os meios elétricos de
Comunicação.
- Avaliar a importância dos meios
elétricos de Comunicação.
- Citar as responsabilidades dos rá-
dios-operadores.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10h
35.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
12. COMUNICAÇÕES
Q- 404
(HT)
Instalar o conjunto-rádio
na Viatura.
Apresentado, ao militar, um
conjunto-rádio fora da viatura.
A instalação deve ser feita de
acordo com a localização correta
das partes do conjunto-rádio.
Q- 403
(HT)
Retirar o conjunto-rádio da
viatura.
Apresentado, ao militar um
conjunto-rádio instalado em uma
viatura.
A retirada deve ser feita de ma-
neira que não danifique o mate-
rial, obedecendo à seqüência
correta de operações consi-
derada.
7. Instalação, operação e remo-
ção do conjunto-rádio
a. Base do conjunto rádio.
b. Estações-rádio.
c. Interfones.
d. Chamadas e respostas.
e. Estabelecimento de uma
conversação.
- Citar as características dos rádios-
operadores.
- Descrever as operações de insta-
lação do conjunto-rádio.
- Descrever as operações para ligar,
operar e desligar a estação-rádio.
- Descrever as operações para reti-
rar o conjunto-rádio.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento das tarefas constantes dos
OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10h
36.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
12. COMUNICAÇÕES
O militar deverá executar todas
as ações que compõem a ma-
nutenção de 1º Escalão do equi-
pamento-rádio.
Q-405
(CH)
9. Manutenção do material de
comunicações
a. Definição.
b. Objetivo.
c. Importância.
d. Categorias.
e. Responsabilidades.
f. Manutenção de 1º Escalão:
1) operações;
2) significado; e
3) importância.
- Citar as operações de manutenção
de 1º Escalão.
- Descrever as operações de manu-
tenção de 1º Escalão.
- Realizar manutenção de 1º Esca-
lão.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10h
Apresentado, ao militar um
equipamento-rádio para fazer a
manutenção de 1º Escalão.
Manutenção de 1º Escalão
de conjunto-rádio.
37.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
13. CUIDADOS COM ANIMAIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h
Q-403
(AC)
Q-404
(AC)
Q-405
(AC)
Q-406
(OP)
Nomear as diferentes
partes exteriores do cava-
lo.
Apresentado, ao militar, um animal
desencilhado.
O instrutor apontará diferentes
partes do animal.
Aceitar-se-á 70% de acerto ou
seja: permite-se três erros em
cada dez nomes
Q-401
(AC)
Realizar a limpeza diária do
animal
Apresentado, ao militar, o materi-
al de limpeza diária e um animal
desencilhado.
O militar deverá manusear o
material de limpeza, correta-
mente, sem que ocorram le-
sões no animal.
Q-402
(AC)
1. Hipologia
a. Estudo do exterior do
cavalo.
b. Cuidados a serem dispen-
sados ao cavalo.
c. Pelagens características e
particulares.
d. Forrageamento:
- noções gerais.
e. Cuidados com o casco.
- Identificar as partes exteriores do
animal.
- Descrever os principais cuidados a
serem observados com os animais.
- Identificar as pelagens característi-
cas e particulares do animal.
- Identificar os elemento, componen-
tes do forrageamento.
- Identificar forragens que não de-
vem ser ingeridas pelos animais.
- Descrever os principais cuidados a
serem observados com o casco.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento das tarefas constantes dos
OII.
Identificar as forragens
deterioradas.
Apresentado, ao militar,o material
de forrageamento em um animal
desencilhado.
O militar deverá usar, corre-
tamente, o material de for-
rageamento, observando nor-
mas de profilaxia e higiene.
Usar o material de
forrageamento.
Apresentado, ao militar, o materi-
al de forrageamento em um ani-
mal desencilhado.
O militar deverá identificar, com
80% de acerto, ou seja: deverá
acertar pelo menos oito em dez
casos apresentados.
Identificar, pelos sinto-
mas, animais com cólicas,
envenenamento e pica-
das venenosas.
Apresentados, ao militar, casos
reais, descrições, fotografias ou
eslaides de animais com
sintomas de cólicas, enve-
nenamento e picadas venenosas.
O militar deverá usar, corre-
tamente, o material de for-
rageamento, observando nor-
mas de profilaxia e higiene.
Embarcar e desembarcar
o animal no vagão ferro-
viário.
O militar será conduzido a um lo-
cal em que exista um vagão fer-
roviário adequado ao transporte
de animais. Será entregue nesse
local um animal a ser transporta-
do.
O militar deverá realizar o em-
barque e desembarque, obser-
vando todas as normas de se-
gurança do vagão, de proteção
do animal e de contenção.
2. Higiene veterinária e profilaxia
a. Higiene das instalações,
baias, boxes e potreiros.
b. Higiene da alimentação.
- Qualidade e estado das for-
ragens.
c. Forragens em campanha.
d. Sintomas de cólicas, enve-
nenamento, picadas venenosas
e estupadas.
e. Animais mortos.
3. Transporte de animais
a. Meios usados para trans-
porte de animais.
- Descrever os principais cuidados a
serem observados na manutenção e
higiene das instalações.
- Identificar forragens que não de-
vem ser ingeridas pelos animais.
- Identificar os sintomas de cólicas,
envenenamentos, picadas veneno-
sas e estupadas.
- Descrever as condições que de-
terminam o enterramento ou a incine-
ração do animal morto.
- Embarcar e desembarcar animais,
nos meios de transporte mais co-
muns.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento das tarefas constantes dos
OII.
38.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
13. CUIDADOS COM ANIMAIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h
Apresentado, ao militar, um animal
a ser transportado.
O militar deverá:
- realizar o embarque e desem-
barque, observando todas as
normas de segurança da viatu-
ra, de proteção do animal e de
contenção.
Realizar a contenção do
animal pelos seguintes
processos:
- orelhas.
- aplicação do cachimbo; e
- levantar um menbro.
Em um local de piso macio e sem
obstáculo, apresentados, ao
militar, o material de contenção e
um cavalo.
Após a realização da tarefa, o
militar deverá apresentar o ani-
mal, completamente imo-
bilizado, sem riscos de aciden-
tes.
b. Embarque e desembarque
em caminhão box.
c. Medidas a serem obser-
vadas em viagens por estrada
de suprimento.
c. Medidas a serem
observadas em viagens, com o
animal embarcado em caminhão
box.
e. Embarque e desembarque
de animais em veículos
automóveis.
f. Transporte de animais
doentes e feridos.
- Descrever os principais cuidados a
serem observados durante o trans-
porte de animais por ferrovias ou em
veículos, automóveis.
- Descrever os principais cuidados a
serem observados durante o trans-
porte de animais doentes e feridos.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
Embarcar e desembarcar
o animal no caminhão
box.
4. Contenção de animais
a. Contenção em pé:
1) maneira de abordar o ani-
mal;
2) processos de contenção:
a) levantar um membro.
b) “orelha”; e
c) aplicação do cachim-
bo.
b. Outros processos de con-
tenção, inclusive os de fortuna.
- Descrever os processos de con-
tenção em pé.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
Q-407
(OP)
Q-408
(OP)
39.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
14. DESTRUIÇÃO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 07h
Escolher um local para
destruição de explosivos
e munições.
Apresentada, ao militar, uma área
apropriada.
O instrutor informará que serão
empregados os processos de
detonação e da combustão e os
tipos de explosivos e munições
que serão destruídos.
O militar deverá, para cada pro-
cesso e tipo de explosivo e mu-
nição a destruir, escolher um
local e dar ao instrutor todas as
características que o mesmo
deve possuir.
O instrutor considerará correta
a escolha do local, se o mesmo
satisfizer a todas as caracte-
rísticas peculiares a cada tipo de
explosivo ou munição a destruir
e ao processo empregado.
Q-401
(CH)
Preparar uma carga explo-
siva.
Apresentados, ao militar, todos
os elementos necessários ao
preparo de uma carga.
A carga a ser preparada poderá
ser com iniciação pirotécnica ou
elétrica.
No preparo, não será levado em
consideração o emprego da car-
ga.
O militar deverá preparar a
carga, corretamente, obedecen-
do aos cuidados e às medidas
de segurança no manuseio e
preparo.
Q-402
(AC)
- Preparar uma carga explosiva.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
5. Preparo, manuseio e emprego
dos explosivos e das pólvoras.
- Citar as características dos méto-
dos de destruição.
- Citar as características que deve
possuir um local de destruição.
- Citar as regras de preparação das
cargas.
- Citar as medidas de segurança a
serem observadas na destruição
com emprego de processo elétrico e
pirotécnico.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
1. Generalidades.
2. Autorização para a execução
da destruição.
3. Métodos de destruição
a. Detonação.
b. Queima ou combustão.
c. Imersão no mar.
4. Medidas de segurança:
a. escolha do local de des-
truição;
b. preparação das cargas; e
c. destruição com emprego de
processos elétricos e
pirotécnico.
40.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
15. DIREÇÃO DE TRÂNSITO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 07h
1.Controle de trânsito
a. Objetivos do controle de
trânsito.
b. Classes de sinais de
trânsito:
1) sinais de perigo;
2) sinais restritivos; e
3) sinais informativos.
c. Sinais luminosos, por ban-
deirolas ou gestos.
2. O explorador como guarda de
trânsito
a. Situações.
b. Missões.
c. Conduta.
3. O explorador como balizador
a. Situações.
b. Missões.
c. Conduta.
- Citar os objetivos do controle de
trânsito.
- Distinguir as três classes de sinais
de trânsito.
- Identificar os sinais luminosos, por
bandeirolas ou gestos.
- Descrever as situações em que o
explorador é utilizado como guarda
de trânsito.
- Citar as missões e conduta do ex-
plorador como guarda de trânsito.
- Descrever as situações, missões e
conduta do explorador quando
balizador.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
Q- 401
(OP)
Controlar o trânsito.
No interior do quartel, algumas vi-
aturas são colocadas em movi-
mento.
As viaturas deverão passar por um
cruzamento onde deverá per-
manecer um militar, para contro-
lar o trânsito em todos os senti-
dos.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- usar os sinais regulamentares
para mudar a direção do trânsi-
to, parar o trânsito e dar prosse-
guimento ao trânsito.
41.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
16. EQUITAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 33h
Colocados os militares a cavalo e
emitidos comandos pelo instrutor.Q-401
(TE)
Colocados os militares a cavalo e
especificados trabalhos:
- em picadeiro;
- em terreno variado; e
- de passagem e salto de obstá-
culos.
Durante a execução, da tarefa, o
militar deverá demonstrar:
- posicionamento correto na
sela;
- perfeito equilíbrio na execução
dos movimentos;
- aplicação adequada das ajudas;
- paciência;
- coragem; e
- persistência.
Q-402
(TE)
1. Colocação na sela
a. Posição do cavaleiro a cavalo.
b. Sentido, descansar.
c. Trabalho sem estribo.
d. Flexionamento da região:
1) movimento dos braços;
2) flexionamento da região re-
nal;
3) Movimento das coxas;
4) Flexão dos pés; e
5) Rotação dos pés.
e. Trabalho ao galope em círculo.
- Colocar-se, corretamente, na sela.
- Adquirir independência a cavalo.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
Executar trabalhos:
- em picadeiros.
- em terreno variado.
- de passagem e salto de
obstáculos.
2. Escola das ajudas
a. Mudança de andadura ou veloci-
dade:
1) mecanismo das ajudas;
2) efeito das ajudas; e
3) trabalho com distância inde-
terminadas.
b. Mudança de direção:
1) mecanismo das ajudas;
2) efeito das ajudas; e
3) trabalho com distância inde-
terminadas.
c. Exercício de conduta:
1) mudança de pista;
2) mudança de mão;
3) linha quebrada;
4) frente à direita, esquerda ou
retaguarda;
5) cortar o picadeiro; e
6) volta, meia volta e meia vol-
ta invertida.
d. Trabalho utilizando duas pistas:
1) partidas ao galope;
2) trabalho em escola; e
3) aplicação das escolas das
ajudas.
e. As andaduras:
1) trabalho em grandes linhas;
2) trabalho em quincôncio; e
3) sair de forma e trabalho a
vontade.
f. Trabalho em terreno variado.
g. Passagem e salto de obstácu-
los.
- Aplicar as ajudas no trabalho a ca-
valo.
- Realizar o trabalho a cavalo em pi-
cadeiro e terreno variado.
- Praticar a passagem e salto de obs-
táculos.
- Demonstrar aptidão para o cum-
primento da tarefa constante do OII.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- manter o posicionamento cor-
reto na sela;
- demonstrar na execução dos
movimentos, perfeito equilíbrio
durante a execução dos movi-
mentos; e
- aplicar as ajudas adequadas a
cada movimento.
Executar os movimentos
comandados para uma
tropa a cavalo.
42.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Q- 403
(AC/ HT)
Q- 404
(HT)
Identificar os acidentes
que possam ser ultrapas-
sados pelo CC-VBR.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR em terreno que apresente
diversos acidentes.
Quando da execução da tarefa,
o militar deverá identificar, com
acerto e rapidez, todos os aci-
dentes existentes no terreno
que possam ser ultrapassados
pelo CC-VBR.
Q- 401
(AC)
Identificar e nomear as
partes essenciais da sus-
pensão e do trem de rola-
mento do CC-VBR.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR, com o instrutor apontando
para as partes essenciais da sus-
pensão e do trem de rolamento.
O militar irá nomeando todas as
partes apontadas pelo instrutor.
Q- 402
(AC)
Identificar e manusear as
partes essenciais dos
compartimentos do moto-
rista, de combate e do
motor.
Em um CC-VBR, o instrutor apon-
tará para as diversas partes do
compartimentos do motorista, de
combate (torre) e do motor.
O militar deverá manusear, iden-
tificando, corretamente, todas
as partes apontadas pelo instru-
tor.
Equipar e desequipar o
CC-VBR.
Apresentados, ao militar, um CC-
VBR e todo o material orgânico.
O militar colocará todo o materi-
al orgânico no lugar correto no
CC-VBR de acordo com o plano
de equipagem e, a seguir,
desequipar a mesma.
1. CC-VBR
a. Apresentação e caracterís-
ticas.
b. Possibilidade de transposi-
ção de obstáculos.
c. Divisão geral do CC-VBR:
1) suspensão e trem de rola-
mento:
2) compartimento do motor;
3) compartimento de com-
bate;
4) compartimento do moto-
rista; e
d. Nomenclatura e manuseio
das partes essenciais do CC-VBR:
1) dos trens de rolamento;
2) da suspensão;
3) do compartimento do
motorista;
4) do compartimento de
combate (torre); e
5) do compartimento do
motor.
e. Precauções gerais:
1) contra incêndio;
2) com o armamento;
3) com os aparelhos de pon-
taria e observação;
4) com as escotilhas;
5) com a munição;
6) com as antenas;
7) com o uso do capacete,
do CC-VBR;
8) com o giro da torre;
9) contra a intoxicação;
10) com o equipamento rá-
dio; e
11) contra avarias e sabota-
gem.
f. Material orgânico e equipa-
gem do CC-VBR.
- Citar as principais características
do CC-VBR.
- Identificar, no terreno, acidentes que
possam ser transpostos ou ultrapas-
sados pelo CC-VBR.
- Identificar, pelo nome, as partes prin-
cipais do CC-VBR.
- Localizar as partes principais do
CC-VBR.
- Manusear as partes essenciais da
suspensão.
- Manusear as partes essenciais dos
compartimentos do motorista, de com-
bate (torre) e do motor.
- Descrever as medidas de precau-
ções gerais a serem observadas em
relação às diversas partes e compo-
nentes do CC-VBR.
- Identificar o material orgânico do CC-
VBR.
- Identificar o local para a colocação
do material orgânico.
- Equipar o CC-VBR.
- Desequipar o CC-VBR.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
43.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR e constituída uma guarnição,
com os militares.
O instrutor emitirá um conjunto de
comandos relativos às seguintes
situações da guarnição:
- desembarcada;
- para embarcar;
- embarcada;
- para desembarcar; e
- para desembarcar, com o CC-VBR
em movimento, pela escotilha de
emergência.
Q-405
(OP)
Apresentados, a uma guarnição
constituída, um CC-VBR, uma
granada de manejo e todo o
ferramental necessário.
O militar deverá executar as se-
guintes operações, obede-
cendo às medidas de seguran-
ça e utilizando as ferramentas
adequadas:
- abrir a culatra;
- municiar as armas;
- retirar a munição não percu-
tida ou falhada;
- extrair projétil preso; e
- acondicionar e manusear a
munição.
Q-406
(HT)
2. Guarnição de CC-VBR
a. Composição:
1) número de elementos;
2) posto ou graduação;
3) funções; e
4) locais a ocupar dentro do
CC-VBR.
b. Comandos para a guarnição
desembarcada:
1) “Em forma: na frente, no
lado esquerdo e no lado direito
da CC-VBR”;
2) “Fora de forma”;
3) “Enunciar funções”; e
4) “Guarnição, Trocar Fun-
ções.”
c. Comandos para a guarnição
embarcar:
1) “Em forma”: na frente, no
lado esquerdo e no lado direito
do CC-VBR;
2) “Preparar para embarcar”;
3) “Embarcar”; e
4) “Todos prontos?.”
d. Comandos para a guarnição
embarcada:
1) “Fechar escotilhas”;
2) “Todos prontos?”;
3) “Abrir escotilhas.”; e
4) “Todos prontos?.”
e. Comandos para a guarnição
desembarcar:
1) “Preparar para desem-
barcar”;
2) “Desembarcar”;
3) “Enunciar funções.”
f. Comandos para o desem-
barque pela saída de emergência
com o CC-VBR parado ou em
movimento:
1) “Pela saída de emer-
gência, preparar para desem-
barcar”;
- Identificar os elementos da guarni-
ção do CC-VBR.
- Identificar os locais a serem ocupa-
dos pela guarnição no interior do CC-
VBR.
- Descrever os procedimentos a se-
rem desenvolvidos por cada um dos
integrantes da guarnição decorren-
tes dos comandos relativos à guar-
nição desembarcada.
- Identificar o local a ocupar em for-
ma, pelos integrantes da guarnição.
- Descrever os procedimentos a se-
rem desenvolvidos por cada um dos
integrantes da guarnição, decorren-
tes dos comandos relativos à guar-
nição no embarque.
- Identificar os locais de embarque
no CC-VBR.
- Identificar o local a ocupar, dentro
do CC-VBR, pelos integrantes da
guarnição.
- Descrever os procedimentos a se-
rem desenvolvidos por todos dos in-
tegrantes da guarnição, decorrentes
dos comandos relativos à guarnição
embarcada.
- Descrever os procedimentos a se-
rem desenvolvidos por todos dos in-
tegrantes da guarnição, decorrentes
dos comandos relativos à guarnição
no desembarque.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Realizar as operações da
Guarnição Embarcada no
CC-VBR.
O militar no decorrer da tarefa
deverá realizar, prontamente, os
procedimentos decorrentes
dos comandos recebidos.
- Embarcar pelos lugares ade-
quados.
- Ocupar, corretamente, os lu-
gares correspondentes a cada
integrante da guarnição.
- Executar todas as atividades
previstas para os integrantes da
guarnição quando embarcada.
- Desembarcar pelos lugares
adequados.
Realizar os procedimen-
tos relativos à Escola da
Guarnição do CC-VBR.
44.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Realizar as condutas da
guarnição desembarcada.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR que está com a guarnição
embarcada. O Cmt do CC-VBR dará
ordem para que o CC-VBR seja
estacionado e que a guarnição faça
a segurança do local e do CC-VBR.
Será fornecida a rede de camufla-
gem.
Na realização da tarefa, o militar
deverá:
- orientar o motorista na colo-
cação do CC-VBR em uma co-
berta ou abrigo;
- ocupar uma posição, à frente
do CC-VBR, que seja coberta e
permita a observação do ter-
reno à frente;
- ocupar o lugar do Cmt do CC-
VBR e colocar a metralhadora
da torre pronta para o tiro; e
- utilizar, com a camuflagem e o
material natural, a camuflagem
para quebrar a forma do CC-VBR
ocupar o lugar do Cmt do CCBR
na torre, com o armamento
pronto para o tiro.
- utilizar a rede de camuflagem
e o material natural à camu-
flagem para quebrar a forma do
CC-VBR.
Q-407
(HT)
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR com uma guarnição embar-
cada e simulado um incêndio, o
Cmt do CC-VBR deverá emitir o
seguinte comando:
- “Abandonar o CC-VBR”.
O militar deverá retirar o mate-
rial, armamento e equipamento
previsto, abandonar o CC-VBR e
executar as ordens do Cmt do
CC-VBR prontamente.
Deverão ser observadas a des-
treza, rapidez e acerto com que
são realizadas as operações,
pelo militar.
Q-408
(TE)
- Descrever as atividades realizadas
mediante ordens recebidas, referen-
tes à segurança do local.
- Identificar o local no terreno a ser
ocupado pelo CC-VBR.
- Descrever a camuflagem utilizada
para o CC-VBR.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Abandonar o CC-VBR.
4. Abandono do carro de comba-
te
a. Comando: “Abandonar o
CC-VBR.”
b. Situações em que a guarni-
ção abandona o CC-VBR.
c. Providências a serem
tomadas pela guarnição no
abandono do CC-VBR .
- Descrever as atividades a serem
realizadas de acordo com o coman-
do recebido.
- Descrever as providências a se-
rem tomadas, pela guarnição, relati-
vas ao material, armamento e
munição por ocasião do abandono
do CC-VBR.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Conduta da guarnição
desembarcada
a. Segurança local quando
desembarcada.
b. Desembarque com arma-
mento e munição.
c. Ocupação do lugar do Cmt
do CC-VBR para a operação
do armamento da torre.
d. Localização do CC-VBR.
e. Camuflagem do CC-VBR.
Q-409
(TE)
5. Destruição do CC-VBR e do
equipamento
a. Comando: destruir o CC-
VBR.
b. Necessidade da destruição.
c. Meios de destruição:
1) mecânicos.
- Relacionar o comando recebido com
os procedimentos a serem realiza-
dos durante a destruição do CC-VBR.
- Identificar os meios de destruição
do CC-VBR, do equipamento e do
armamento.
Simular a destruição do
carro pelos processos
existentes.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR , com uma guarnição embar-
cada, ao comando de:
- “Destruir o CC-VBR”
O militar deverá realizar a iden-
tificação, mostrando todos os
instrumentos e equipamentos
a serem destruídos e as ferra-
mentas a serem utilizadas.
45.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Dado um CC-VBR, com uma guar-
nição constituída de militares,
embarcada.
O instrutor deverá emitir os se-
guintes comandos, nesta ordem:
- “Evacuar motorista;”
- “Evacuar o auxiliar de atirador;”
- “Evacuar o atirador;” e
- “Evacuar o Cmt do CC-VBR”.
Cada um dos integrantes da
guarnição deverá realizar os
procedimentos relativos a sua
função decorrentes de cada co-
mando. Na realização, deverão
ser observados pelos militares,
os seguintes aspectos:
- posições a ocupar o CC-VBR
para a evacuação do ferido;
- movimentos a serem feitos;
- conforto do ferido;
- material utilizado;
- não agravar o estado de saúde
do ferido; e
- transporte do ferido para local
apropriado (arejado, sombrio).
Q-410
(OP)
Auxiliar na Evacuação de
feridos do CC-VBR .
6. Socorro e evacuação de
feridos
a. Processo para evacuação
de ferido do compartimento do
motorista:
- comando: “Evacuar moto-
rista.”
b. Processo para evacuação
de ferido da torre:
- comando: “Evacuar atira-
dor, evacuar auxiliar de atirador
ou evacuar Comandante do CC-
VBR.”
- Descrever o processo para a eva-
cuação de feridos do compartimento
do motorista.
- Descrever o processo para a eva-
cuação de feridos da torre.
- Auxiliar na evacuação de feridos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Descrever os processos de des-
truição dos instrumentos e dos equi-
pamentos de controle de tiro.
- Descrever os processos de des-
truição do canhão.
- Descrever o processo de destrui-
ção das metralhadoras e dos equi-
pamentos de controle de tiro.
- Descrever os processos de des-
truição do canhão.
- Descrever o processo de destrui-
ção das metralhadoras.
- Descrever a maneira de destruir o
material de comunicações.
- Descrever os processos de des-
truição do CC-VBR.
- Relacionar os procedimentos a se-
rem realizados pela guarnição com
os comandos recebidos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
2) inflamáveis;
3) de demolição; e
4) de tiro.
d) Destruição dos instrumen-
tos e equipamentos de controle
de tiro:
1) canhão
a) Processo nº 1: por
demolição.
b) processo nº 2: Pela
queima.
2) metralhadoras
e. Destruição do material de
comunicações.
f. Destruição do CC-VBR:
1) processo nº 1: pela quei-
ma;
2) processo nº 2: pela de-
molição; e
3) processo nº 3: por tiro
de canhão.
Q-409
(AC)
(Continuação)(Continuação)(Continuação)
Simular a destruição do
carro pelos processos
existentes.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR , com uma guarnição embar-
cada, ao comando de:
- “Destruir o CC-VBR”
O militar deverá realizar a iden-
tificação, mostrando todos os
instrumentos e equipamentos
a serem destruídos e as ferra-
mentas a serem utilizadas.
46.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Q-413
(HT)
Realizar as ações de Com-
bate a incêndio no CC-
VBR.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR, sendo simulados situações
de incêndio no compartimento do
motorista, da torre e do motor.
O militar deverá:
- localizar e operar, com cor-
reção, o sistema de combate a
incêndio
- executar as ações de acordo
com a seqüência preconizada.
Q-411
(HT)
Apresentado, ao militar, um CC e
todo o material para o combate
noturno.
O militar deverá preparar a via-
tura e operar os equipamentos,
com acerto e dentro do tempo
limite previsto para a viatura.
Q-412
(HT)
Preparar o CC-VBR para
transposição de curso
d’água.
Apresentado, ao militar, um CC-
VBR e o material necessário à
transposição de curso d’água.
Durante a execução da tarefa os
militares deverão:
- citar as possibilidades e limi-
tações da viatura para transpo-
sição de curso d’água.
- preparar a viatura para vadear
com e sem auxílio do tubo res-
pirador.
7. Sistema de combate a incên-
dio
a. Apresentação e caracte-
rísticas.
b. Localização e operação.
c. Seqüência de ações para
combate a incêndio:
1) no compartimento do mo-
torista;
2) na torre; e
3) no motor.
d. Atuação dos componentes
da guarnição.
- Citar as características do sistema
de combate a incêndio.
- Identificar suas divisões.
- Descrever a seqüência de ações
para combate a incêndio.
- Identificar a localização dos com-
ponentes do sistema.
- Descrever os cuidados para ope-
ração do sistema.
- Descrever os deveres dos compo-
nentes da guarnição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Preparar o CC para o com-
bate noturno.
8. Combate noturno
a. Preparação da viatura.
b. Equipamentos e visão
noturna.
c. Deslocamento do CC-VBR.
d. Ações da guarnição.
- Identificar os preparativos do CC-
VBR para o combate noturno.
- Reconhecer e operar os equipa-
mentos de visão noturna do CC-VBR.
- Citar os cuidados a serem tomados
durante um deslocamento noturno
com o CC-VBR.
- Descrever as ações da guarnição
para a utilização do CC-VBR para o
combate noturno.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
9. Transposição de curso d’água
a. Preparação do CC-VBR
para transposição.
b. Possibilidades.
c. Limitações.
- Auxiliar o motorista na transposi-
ção de curso d’água.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
47.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
10. Manutenção de 1º Escalão a
cargo da Guarnição:
1) importância da manutenção
de 1º Escalão para a eficiência
operacional da fração;
2) manutenção diária; opera-
ções atribuídas à guarnição antes
da partida, durante o movimento,
nos altos e após o trabalho.
Execução mediante comando; e
3) manutenção semanal, ser-
viços periódicos adicionais.
- Explicar as conseqüências da não
realização da manutenção preventi-
va na eficiência operacional da
fração.
- Enumerar as operações de manu-
tenção de 1º Escalão a cargo da
guarnição.
- Realizar as operações atribuídas à
guarnição.
- Citar os serviços periódicos adi-
cionais.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q- 414
(CH)
Realizar a manutenção de
1º Escalão.
Apresentado, ao militar, uma
viatura e todo ferramental
necessário à manutenção de 1º
Escalão.
O militar deverá executar todas
as operações de acordo com os
comandos recebidos e com a
ficha de manutenção.
48.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
18. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/EXPLORADOR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-403
(TE)
Identificar as principais
características e possibili-
dades da viatura.
Apresentado, ao militar, uma
viatura no terreno, o instrutor cita
as principais características da
viatura e suas possibilidades de
transposição
de obstáculos.
O militar deverá citar, com
correção, as principais caracte-
rísticas da viatura e identificar
no terreno os limites de trans-
posição de obstáculos.
Q-401
(AC)
Apresentada, ao militar, a
guarnição constituída de militares
em uma viatura.
O militar no decorrer da
instrução deverá:
- realizar, prontamente, os co-
mandos recebidos;
- embarcar e ocupar, correta-
mente, o lugar correspondente;
- executar todas as atividades
previstas para os integrantes da
guarnição quando embarcado; e
- desembarcar pelos lugares
adequados.
Q-402
(OP)
Emitir e executar Coman-
dos.
Será apresentada uma viatura e or-
ganizada uma guarnição.
O instrutor emitirá um conjunto de
comandos relativos às seguintes
situações da guarnição:
- desembarcada;
- para embarcar;
- para desembarcar;
- embarcada;
- desembarcar pelos lugares ade-
quados;
- embarcar num tempo de 3 se-
gundos;
- desembarcada;
- para embarcar; e
- para desembarcar.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- atender aos comandos pron-
tamente;
- embarcar pelo lugar correto;
- ocupar o lugar certo dentro da
viatura;
- executar todas as atividades
previstas quando embarcado;
- desembarcar pelos lugares
adequados; e
- embarcar num tempo de 3 se-
gundos.
1. Estudo da viatura
a. Apresentação.
b. Características principais:
1) peso;
2) velocidade;
3) raio de ação; e
4) dimensões.
c. Possibilidades de trans-
posição de obstáculos:
1) vaus.
2) rampas; e
3) taludes.
- Citar as características principais
da viatura.
- Identificar no terreno, os obstácu-
los que possam ser transpostos pela
viatura.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Realizar os procedi-
mentos Relativos à Escola
da Guarnição.
2. Guarnição da viatura
a. Composição.
b. Número de elementos.
c. Graduação.
d. Funções.
e. Locais a ocupar dentro e
fora da viatura.
- Identificar os elementos da guarni-
ção e os locais a ocupar dentro e
fora da viatura.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Escola da guarnição desem-
barcada; comandos por gestos
e por voz:
a. “Em forma”, à direita, a es-
querda e em frente a Vtr;
b. “Enunciar funções;”
c. “Prepara para embarcar;”
d. “Embarcar;”
e. “Prepara para desem-
barcar.” e
f. “Desembarcar.”
- Descrever as ações correspon-
dentes a cada um dos comandos
para o embarque e desembarque da
viatura.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
49.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
18. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/EXPLORADOR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q- 406
(AC)
Q- 407
(CH)
Equipar e desequipar a vi-
atura.
Apresentado, ao militar, uma
viatura e todo o material orgânico
e individual; os militares serão
organizados em duas equipes.
Uma equipará e outra desequipará
a viatura.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- ao equipar a viatura, colocar o
material nos lugares adequa-
dos de acordo com o plano de
distribuição do material;
- equipar em cinco minutos;
- ao desequipar a viatura, retirar
o material na ordem inversa da
equipagem; e
- desequipar a viatura no tempo
máximo de cinco minutos.
Q- 404
(HT)
Preparar a viatura para
transposição de curso
d’água.
Apresentado, ao militar, uma
viatura não preparada para
transposição.
Seguir, corretamente, a seqüên-
cia de preparação da viatura para
a transposição de curso d’água.
Q- 405
(HT)
Simular a destruição da
viatura pelos processos
existentes.
Apresentado, ao militar, uma
viatura, com uma guarnição
embarcada, ao comando de:
- “Destruir a viatura”.
O militar deverá realizar a iden-
tificação, mostrando todos os
instrumentos e equipamentos
a serem destruídos e as ferra-
mentas a serem utilizadas.
Executar a manutenção de
1º Escalão da viatura.
Apresentado, ao militar, uma
viatura e todo ferramental
necessário à manutenção de 1º
Escalão.
O militar deverá executar todas
as operações de acordo com os
comandos recebidos e com a
ficha de manutenção.
4. Equipagem da viatura
a. Equipamento da viatura.
b. Locais destinados ao mate-
rial.
c. Cuidados a serem obser-
vados durante a equipagem da
viatura, e os deslocamentos.
5. Transposição de curso d’água:
a. Preparação da viatura para
transposição.
b. Possibilidades.
c. Limitações.
6. Destruição da viatura, arma-
mento e equipamento
a. Finalidade.
b. Processos.
7. Manutenção de 1º Escalão a
cargo da guarnição
a. Importância da manutenção
de 1º Escalão para a eficiência
operacional da fração.
b. Manutenção diária
- Operações atribuídas à
guarnição antes da partida, du-
rante o movimento, nos altos e
após o trabalho. Execução medi-
ante comando.
c. Manutenção semanal, ser-
viços periódicos adicionais.
- Citar a disposição do material na
viatura.
- Identificar o material orgânico da
viatura de responsabilidade de cada
membro da guarnição.
- Identificar os locais destinados à
colocação do material na viatura.
- Equipar a viatura.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Auxiliar o motorista na transposi-
ção de cursos d’água.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Descrever os procedimentos para
a destruição da viatura, armamento
e equipamento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Enumerar as operações de manu-
tenção de 1º Escalão a cargo da
guarnição.
- Realizar as operações atribuídas a
guarnição.
- Citar os serviços periódicos adicio-
nais.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
50.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h
Q- 403
(AC)
Q- 404
(HT)
Citar as características e
partes mais vulneráveis
da VBTP.
Apresentada, ao militar, uma via-
tura, o instrutor dará as principais
características da VBTP e indicará
suas partes mais vulneráveis.
1. Estudo da Viatura
a. Apresentação.
b. Características principais:
1) peso;
2) velocidade;
3) raio de ação; e
4) dimensões.
c. Possibilidades de transpo-
sição de obstáculos:
1) vaus;
2) rampas; e
3) taludes.
Q- 401
(AC)
Identificar no Terreno
Obstáculos à VBTP e
balizar seu deslocamento.
Apresentada, ao militar, uma VBTP
no terreno, onde o instrutor indi-
cará os obstáculos à VBTP e como
balizar seu deslocamento.
O militar deverá identificar os
obstáculos e balizar o deslo-
camento da VBTP.
Q- 402
(AC/TE)
Citar o nome das partes
da VBTP indicadas pelo
instrutor.
Apresentada, ao militar, uma via-
tura, o instrutor indicará as partes
principais.
O militar deverá realizar a tarefa,
com 100% de acerto.
Equipar e desequipar a
VBTP.
São constituídas duas equipes de
militares. Uma viatura para trans-
porte de fração é apresentada às
equipes, juntamente com todo o
material orgânico e individual. Uma
das equipes embarcará o materi-
al e a outra o desembarcará. Após
o desembarque, as equipes farão
um rodízio entre si de modo que
o embarque seja feito pela equipe
que, anteriormente, realizará o
desembarque.
2. Equipagem da viatura
a. Equipamento da viatura.
b. Locais destinados ao mate-
rial.
c. Cuidados a serem obser-
vados durante a equipagem da
viatura e durante os deslo-
camentos.
- Citar as características principais
da viatura.
- Identificar as partes mais vulnerá-
veis da viatura.
- Identificar as principais divisões da
viatura.
- Identificar no terreno, os obstácu-
los que possam ser transpostos pela
viatura.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
- Citar a disposição do material na
viatura.
- Identificar o material orgânico da
viatura de responsabilidade de cada
membro da guarnição.
- Identificar os locais destinados à
colocação do material na viatura.
- Equipar a viatura.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Durante a execução da tarefa o
militar deverá:
- ao equipar a viatura, colocar o
material nos lugares adequados
de acordo com o plano de distri-
buição do material;
- equipar a viatura no tempo
máximo de dez minutos; e
- desequipar a viatura no tempo
máximo de cinco minutos.
O militar deverá realizar a tarefa,
com 100% de acerto.
51.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h
Q-405
(HT)
Apresentada, ao militar, uma VBTP,
com uma guarnição embarcada, ao
comando de:
- “Destruir a VBTP”.
O militar deverá realizar a iden-
tificação, mostrando todos os
instrumentos e equipamentos
a serem destruídos e as ferra-
mentas a serem utilizadas.
Q-406
(AC)
3. Transposição de curso d’água
a. Preparação da VBT para
transposição.
b. Possibilidades.
c. Limitações.
- Auxiliar o motorista na transposi-
ção de curso d’água.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Simular a destruição da
VBTP pelos processos
existentes.
4. Destruição da VBTP e do
equipamento
a. Comando: “Destruir a
VBTP”.
b. Necessidade da destruição.
c. Meios de destruição:
1) mecânicos;
2) inflamáveis;
3) de demolições; e
4) de tiro.
d. Destruição dosinstrumentos
e equipamentos de controle de
tiro.
e. Destruição de armamento:
1) processo nº 1: por de-
molição; e
2) processo nº 2: pela quei-
ma.
f. Destruição do material de
comunicação.
g. Destruição da VBTP.
- Relacionar o comando recebido
com os procedimentos a serem rea-
lizados durante a destruição da VBTP.
- Identificar os meios de destruição
da VBTP, do equipamento e do arma-
mento.
- Descrever os processos de des-
truição dos instrumentos e dos equi-
pamentos de controle de tiro.
- Descrever os processos de des-
truição das metralhadoras.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentada, ao militar, uma VBTP
não preparada para transposição.
Preparar a VBTP para
transposição de curso
d’água.
Durante a execução da tarefa o
militar deverá:
- testar e colocar os bujões de
drenagem da blindagem;
- colocar os bujões dos redu-
tores permanentes;
- colocar os bujões da caixa de
suspensão;
- fechar e trancar a rampa e a
porta da rampa;
- estender o estabilizador;
- abrir o ventilador do compar-
timento do pessoal;
- ligar as bombas do porão; e
- colocar a alavanca de mudança
na posição 1-2.
52.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h
Q-409
(HT)
Preparar a VBTP para o
combate noturno.
Apresentada, ao militar, uma VBTP
e todo o material para preparação
para o combate noturno.
O militar deverá:
- localizar e operar, com
correção, os equipamentos de
combate; e
- executar as ações de acordo
com a seqüência preconizada.
Q-407
(HT)
Apresentada, ao militar, uma via-
tura e todo ferramental necessá-
rio à manutenção de 1º Escalão.
Durante a execução da tarefa o
militar deverá realizar, corre-
tamente, todas as operações
previstas na Carta-guia de Lu-
brificação.
Q-408
(CH)
Realizar as ações de com-
bate a incêndio na VBTP.
Apresentada, ao militar, uma VBTP,
será simulado situações de
incêndio no compartimento do
motorista, da torre e do motor.
O militar deverá:
- localizar e operar, com corre-
ção, o sistema de combate a in-
cêndio; e
- executar as ações de acordo
com a seqüência preconizada.
5. Combate noturno
a. Preparação da viatura.
b. Equipamentos de visão
noturna.
c. Deslocamento da VBTP.
d. Ações da guarnição.
- Identificar os preparativos da guar-
nição e da VBTP para o combate
noturno.
- Reconhecer e operar os equipa-
mentos de visão noturna da VBTP.
- Citar os cuidados a serem tomados
durante um deslocamento noturno
com a VBTP.
- Descrever as ações da guarnição
na utilização da VBTP para o comba-
te noturno.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Realizar manutenção de
1º Escalão da VBTP.
6. Manutenção de 1º Escalão a
cargo da Guarnição
a. Importância da manutenção
de 1º Escalão para eficiência
operacional da fração.
b. Manutenção diária:
- operações atribuídas à guar-
nição antes da partida, durante o
movimento, nos altos e após o
trabalho. Execução mediante
comando.
c. Manutenção semanal,
- serviços periódicos adicio-
nais.
- Enumerar as operações de manu-
tenção de 1º Escalão a cargo da
guarnição.
- Realizar operações atribuídas à
guarnição.
- Citar os serviços periódicos e adi-
cionais.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
7. Sistema de combate a incêndio
a. Apresentação e caracte-
rísticas.
b. Localização e operação.
c. Seqüência de ações para
combate a incêndio:
1) no compartimento do
motorista:
2) na torre; e
3) no motor.
d. Atuação dos componentes
da guarnição.
- Citar as características do sistema
de combate a incêndio.
- Identificar suas divisões.
- Descrever a seqüência de ações
para combate a incêndio.
- Identificar a localização dos com-
ponentes do sistema.
- Descrever os cuidados para ope-
ração do sistema.
- Descrever os deveres dos compo-
nentes da guarnição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
53.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h
Apresentada, ao militar, uma via-
tura e organizada uma guarnição
com os militares.
O instrutor emitirá um conjunto de
comando relativos às seguintes
situação da guarnição:
- desembarcada;
- para embarcar;
- embarcada;
- desembarcar pelos lugares ade-
quados;
- embarcar num tempo determi-
nado; e
- desembaracar num tempo de-
terminado.
Durante a execução da tarefa o
militar deverá:
- atender aos comandos pron-
tamente;
- embarcar pelo lugar correto;
- ocupar o lugar certo dentro da
viatura;
- executar todas as atividades
previstas quando embarcado;
- desembarcar pelos lugares
adequandos; e
- embarcar num tempo determi-
nado.
Q-410
(CH)
Emitir e executar coman-
dos
8. Escola da guarnição desem-
barcada comandos por gestos e
por voz:
a. “Em forma”, à direita, à es-
querda e em frente a Vtr.
b. “Enunciar funções.”
c. “Preparar para embarcar.”
d. “Embarcar.”
e. “Preparar para desem-
barcar.”
f. “Desembarcar.”
- Descrever as ações corresponden-
tes a cada um dos comandos para o
embarque e desembarque da viatu-
ra.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
54.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
20. ESCRITURAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 08h
Q-403
(AC)
Q-404
(HT)
Identificar a documen-
tação preparada pelo Gp
Sup Cl V (SU C Ap) e Gp
Sup (SU Man).
Apresentada, ao militar, toda a do-
cumentação preparado pelo Gp
Sup Cl V (SU C Ap) e Gp Sup (SU
Man).
O militar deverá identificar,
corretamente, cada documento
citando a sua finalidade.
Q-401
(AC)
Preencher os livros regis-
tros referentes à munição.
- Preencher o Livro de Estoque.
- Preencher o Livro de Ocorrência.
- Preencher o Livro das Condições
Meteorológicas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
2. Livros Registros
a. Fornecimento.
b. Recebimento.
c. Recolhimento.
d. Carga e descarga.
e. Distribuição.
f. Controle.
Q-402
(AC)
Preencher a Ficha Contro-
le da estabilidade de
pólvoras e explosivos.
- Preencher a Ficha Controle da
Estabilidade de Pólvoras e Explosivos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Ficha de Controle da Estabili-
dade de Pólvoras e Explosivos.
Confeccionar o diagrama
de temperaturas máxi-
mas e mínimas e de umi-
dade.
- Confeccionar os mapas de diagra-
mas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Mapas de diagramas.
- Identificar a documentação referen-
te à munição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Dotação orgânica
- Pedidos, guias, ordens.
Apresentados ao militar:
- livros de registro referentes à
munição; e
- todos os dados necessários ao
preenchimento das partes dos li-
vros.
O militar deverá preencher,
corretamente, todas as partes
possíveis do livro.
Apresentados, ao militar, dados
de laboratório contendo os resul-
tados de exames efetuados em
amostras remetidas necessários
ao preenchimento da ficha de
controle da estabilidade de pólvo-
ras e explosivos.
O militar deverá preencher,
corretamente, a ficha de contro-
le da estabilidade de pólvoras e
explosivos.
Apresentada, ao militar uma
relação contendo as temperatu-
ras, máximas e mínimas e de umi-
dade, registradas em um período
de 30 dias no paiol.
O militar deverá confeccionar,
corretamente, os respectivos
diagramas, utilizando as escalas
dos diagramas e as tempera-
turas dadas.
55.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
21. O EXPLORADOR E A PATRULHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-403
(AC/TA)
Reconhecer a importância
do informe.
O instrutor ressaltará com casos
a importância do informe para as
operações militares.
O militar deverá citar uma situa-
ção em que o informe militar
será fundamental.
Q-401
(AC)
O instrutor deverá explicar o pro-
cesso de interrogatório, em com-
bate, de civis e militares.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá empregar,
corretamente, as técnicas de in-
terrogatório.
Q-402
(AC)
Reconhecer itinerários,
pontes, bosques e casa-
rio.
O instrutor deverá compor duplas
de militares e fornecer o esboço
da região a percorrer (em torno
de 6 (seis) Km de extensão).
Durante a execução da tarefa
o militar deverá comparar o es-
boço com o terreno e reconhe-
cer os pontos assinalados no
mesmo, amarrando o itinerário
antes da partida.
1. Importância do informe; papel
do explorador na busca do infor-
me.
- Citar o papel do explorador na bus-
ca de informe.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Descrever a conduta no
interrogatório.
2. Técnicas de interrogatório.
- Descrever a conduta do explora-
dor no interrogatório de habitantes.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Conduta do explorador, ou gru-
po de exploradores na missão de
reconhecimento de itinerário,
bosques, localidades ou casario.
- Descrever a conduta do explora-
dor ou grupo de exploradores no re-
conhecimento de itinerários.
- Reconhecer pontos nítidos ao lon-
go do percurso.
- Utilizar as medidas de coordena-
ção e controle do movimento.
- Descrever a conduta do explora-
dor ou GE no reconhecimento de bos-
ques, localidades e casario.
- Identificar as diferenças no reco-
nhecimento de áreas bosques, loca-
lidades ou casario.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
56.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
21. O EXPLORADOR E A PATRULHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-404
(TA)
O instrutor deverá organizar uma
patrulha-escola, em terreno vari-
ado, durante o dia, composta por
soldados de um mesmo GE e ao
comando de um graduado, com a
missão de realizar um reconheci-
mento de área à distância aproxi-
mada de 03 Km.
Na área a ser reconhecida, deverá
existir pequena figuração, simu-
lando uma determinada atividade.
Os militares deverão, ao final do
cumprimento da missão da
patrulha, estar em condições de
citar as finalidades, principais
missões, tipos e procedimen-
tos padrões na execução de
uma patrulha de reconhecimen-
to.
Q-405
(TA)
- Descrever os cuidados a serem
observados na interpretação de in-
dícios deixados pelo inimigo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Interpretação de indícios dei-
xados pelo inimigo.
Integrar uma Patrulha de
Reconhecimento.
5. Patrulhas
a. Importância das patrulhas.
b. Patrulhas de Reconhe-
cimento e de Combate:
1) conceito;
2) missões;
3) composição e equipa-
mento de uma Patrulha;
4) ponto de reunião inicial
para a partida e pontos de reu-
nião estabelecidos no percurso
da patrulha;
5) articulação da Patrulha,
controle durante o deslocamen-
to, ligação pela vista entre os ele-
mentos da patrulha; e
6) ação da Patrulha quando
atacada, ou em caso de perda
de ligação com sua unidade.
O instrutor deverá preparar vestí-
gios que simulem a presença,
proximidade ou passagem do ini-
migo.
Observar e informar a pre-
sença de inimigo.
O militar deverá, observando os
indícios, interpretar as ações
inimigas.
- Descrever a importância das patru-
lhas.
- Distinguir de Patrulhas de Reconhe-
cimento e Combate.
- Citar as missões de Patrulhas de
Reconhecimento e Combate.
- Descrever a composição das Pa-
trulhas de Reconhecimento e de Com-
bate.
- Identificar o equipamento utilizado
nas Patrulhas de Reconhecimento e
de Combate.
- Descrever as ações das patrulhas
no ponto de reunião inicial e nos pon-
tos de reunião estabelecidos no
percuso da patrulha.
- Descrever as medidas de coorde-
nação e controle utilizadas pelas Pa-
trulhas durante os deslocamentos.
- Descrever a conduta da Patrulha
quando atacada, ou em caso de per-
da de ligação com sua unidade.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
57.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
21. O EXPLORADOR E A PATRULHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-408
(TA)
Integrar uma Patrulha de
Combate.
O instrutor deverá organizar uma
patrulha, em terreno variado, du-
rante a noite, composta por sol-
dados do mesmo GE e ao coman-
do de um graduado, com a mis-
são de destruir uma instalação ini-
miga situada a 05 Km.
Os militares deverão, ao final do
cumprimento da patrulha, estar
em condições de citar as finali-
dades, principais missões, tipos
e procedimentos padrões na
execução de uma patrulha de
combate.
Q-406
(TA)
O instrutor deverá organizar uma
patrulha-escola e em um terreno
ou caixão de areia, ensinar os pro-
cedimentos corretos para proce-
der na travessia de desfiladeiros,
obstáculos, bosques e locais pe-
rigosos.
O militar deverá executar a tra-
vessia de cada local usando as
técnicas aprendidas.
Q-407
(AC/TE)
Atuar em uma escolta de
comboio.
O instrutor deverá mobiliar com
os militares uma escolta para, pri-
meiramente no caixão de areia e a
seguir no terreno, executar uma
escolta de comboio, simulando
atuações inimigas tais como em-
prego de obstáculos, emboscadas
etc.
Os militares deverão proceder
conforme a doutrina de escolta
de comboios, reagindo pronta e
corretamente em face das in-
tervenções da figuração inimiga.
Executar procedimentos
em situações diversas.
6. Procedimentos das Patrulhas
nas travessias de desfiladeiros,
obstáculos, bosques e locais
perigosos.
- Descrever o procedimento das pa-
trulhas em situações diversas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
7. Escolta de comboios
a. Generalidades.
b. Comando e controle.
c. medidas de Proteção.
d. Formações.
e. Condutas face a atuação
do inimigo.
- Citar a finalidade e emprego das
escoltas de comboio.
- Identificar os procedimentos relati-
vos ao comando e controle da escol-
ta.
- Reconhecer as principais medidas
de coordenação e controle utilizadas.
- Reconhecer as principais forma-
ções para execução de uma escol-
ta.
- Identificar as condutas em face da
atuação do inimigo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
58.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
22. EXPLOSIVOS E DESTRUIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h
Q-403
(HT)
Q-404
(HT)
Identificar os explosivos
quanto ao tipo e finalida-
de.
O instrutor deverá expor os vári-
os tipos de explosivos existentes.
O militar deverá reconhecer os
tipos e a finalidade de cada ex-
plosivo apresentado.
Q-401
(AC)
Reconhecer as medidas
de segurança no trato
com explosivos.
O instrutor deverá apresentar as
normas de segurança no trato
com explosivos.
Na realização da tarefa, o militar
deverá citar as normas de ma-
nuseio, armazenamento e
transporte.
Q-402
(AC)
1. Explosivos
a. Classificação.
b. Finalidade.
c. Características.
- Descrever a finalidade dos explosi-
vos.
- Classificar explosivos.
- Descrever as características dos
explosivos militares mais importantes.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Escorvar cargas.
Apresentados, ao militar, explosi-
vos, explosor, espoletas elétricas
e comuns, bobinas com fio, alica-
te de estriar, barbante e o
galvanômetro.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- observar as medidas de segu-
rança no manuseio do material;
- utilizar os diferentes tipos de
espoletas dados; e
- escovar a carga de modo que a
espoleta seja fixada ao explo-
sivo e não saia do seu aloja-
mento, sem uma ação externa.
Lançar cargas.
Apresentados, ao militar, local
apropriado e material necessário
para o lançamento das cargas. O
instrutor determina um processo
para o lançamento das cargas.
Na realização da tarefa, o militar
deverá:
- executar o lançamento das car-
gas pelo processo determina-
do de forma que ocorra a explo-
são de todas as cargas; e
- obedecer às normas de segu-
rança.
2. Precauções e medidas de
segurança
a. Manuseio.
b. Armazenamento.
c. Transporte.
- Citar as precauções necessárias
ao manuseio, armazenamento e
transporte de explosivos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Tipos de escorvamento
a. Pirotécnico.
b. Elétrico.
c. Com cordel detonante.
- Descrever os tipos de escor-
vamento.
- Realizar o escorvamento de car-
gas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Preparo das cargas
a. Processo pirotécnico.
b. Processo elétrico.
c. Processo duplo.
d. Processo do cordel deto-
nante.
- Descrever os processos de lança-
mento de cargas.
- Realizar lançamento de cargas pe-
los diversos processos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
59.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
22. EXPLOSIVOS E DESTRUIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h
Q-407
(HT)
O instrutor determinará o proces-
so de lançamento, bem como os
locais (vigas, linha férrea, pontes
ou outras obras) onde deverão
ser colocadas as cargas.
Apresentados, ao militar, cargas
de destruição simuladas, espole-
tas, e outros materiais necessári-
os ao lançamento das cargas.
Q-405
(HT)
Apresentado, ao militar, o material
necessário ao lançamento de uma
carga; o instrutor indicará os pro-
cessos de destruição de estrutu-
ras e fará um estudo das falhas na
explosão.
O militar, na realização da tarefa,
deverá:
- aplicar, corretamente, os pro-
cessos de destruição de
estruturas; e
- reconhecer as falhas mais co-
muns.
Q-406
(AC)
Empregar explosivos na
abertura de obstáculos e
construção de abatizes.
Apresentado, ao militar, o materi-
al necessário ao lançamento de
uma carga; o instrutor indicará os
processos para abertura de
passagens em obstáculos e como
construir um abatis.
Durante a execução da tarefa, o
militar dever simular a abertura
de uma passagem através de
um obstáculo e construir um
abatis.
Reconhecer os proces-
sos de destruição de es-
truturas específicas.
6. Estudo das falhas na explo-
são.
7. Destruição de estruturas
a. vigas.
b. obras de arte.
c. linhas férreas.
- Citar as falhas mais comuns de uma
explosão dentro de cada processo
de lançamento de cargas.
- Descrever as causas das falhas
dentro de cada processo de lança-
mento.
- Descrever as formas de colocação
de cargas para a destruição de vi-
gas, obras de arte e linhas férreas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
8. Abertura de passagens atra-
vés de obstáculos
a. Arame farpado.
b. Troncos de árvores.
c. cerca.
d. Cavaletes metálicos.
9. Construção de abatises
a. Definição.
b. Finalidade.
c. Emprego de carga.
- Descrever as formas de aberturas
de passagens através obstáculos.
- Definir abatises.
- Descrever a finalidade de constru-
ção de abatises.
- Colocar a carga.
- Acionar a carga.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Na realização da tarefa, o militar
deverá:
- escovar a carga; e
- fixar as cargas nos locais indi-
cados.
Colocar cargas.
5. Colocação de cargas e tipos
de enchimento.
Descrever a maneira de colocação
das cargas no local a ser destruído e
indicar o enchimento adequado às
diversas situações.
- Descrever as formas de colocação
de cargas para cortar aço e madei-
ra.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
60.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
23. FORTIFICAÇÃO DE CAMPANHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06-12h
Q-401
(HT)
O instrutor deverá dividir os mili-
tares em grupos, de acordo com
o número de obstáculos a serem
construídos.
Em seguida, após distribui-los no
terreno e fornecer-lhes o materi-
al necessário, determinará que
cada grupo construa um obstáculo
artificial, tal como:
- cavalo de frisa;
- concertina;
- cerca vertical;
- fosso anticarro; e
- reforce um obstáculo natural.
Cada obstáculo deverá ser
construído, corretamente, no
tempo máximo previsto nos
manuais de campanha.
Q-402
(HT)
1. Organização do terreno
a. Seqüência dos trabalhos
de OT.
b. Limpeza dos campos de
vista e de tiro.
c. Material a ser empregado.
2. Espaldões
a. Tipos.
b. Dimensões.
c. Construção.
d. Destino do material esca-
vado.
3. Posições de tiro para VBTP.
- Identificar a seqüência dos traba-
lhos de OT.
- Descrever a importância e a finali-
dade de limpeza dos campos de vis-
ta e de tiro.
- Citar o material adequado aos tra-
balhos de OT.
- Identificar as ferramentas neces-
sárias aos vários tipos de trabalho
de OT.
- Citar as características dos diver-
sos espaldões.
- Citar as dimensões necessárias
para a construção de espaldões.
- Reconhecer as características de
uma posição de tiro para VBTP.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Construir obstáculos ar-
tificiais e reforçar obstá-
culos naturais AC e AP.
4. Obstáculos naturais e arti-
ficiais
a. Definições.
b. Reforçamento de obstá-
culos naturais.
c. Tipos de obstáculos arti-
ficiais.
d. Obstáculos AP e AC.
e. Emprego dosobstáculos AP
e AC.
f. Construção de obstáculos
AP e AC.
- Distinguir um obstáculo natural de
um artificial.
- Descrever o procedimento para o
reforçamento de obstáculos natu-
rais.
- Citar a finalidade dos abatises.
- Descrever o procedimento para a
construção de um abatis.
- Citar os tipos de obstáculos
anticarro.
- Descrever o procedimento para
construção de obstáculos anticarro.
- Citar os tipos de obstáculos
antipessoal.
- Citar os tipos de cercas de arame.
- Descrever o procedimento para
construção de obstáculos antipes-
soal.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
O instrutor deverá dividir os mili-
tares em grupos, de acordo com
número e tipos de armas existen-
tes na OM.
Em seguida, será determinado
que cada grupo construa um
espaldão que corresponde à arma
que lhe foi indicada, determinan-
do a prioridade, a direção do ini-
migo e as ferramentas adequadas.
Determinar, ainda, que as peças
sejam colocadas em posição e
construídos os abrigos individu-
ais para as respectivas guarni-
ções, observando recomenda-
ções referentes à limpeza dos
campos de vista e de tiro.
Em seguida, deverá determinar a
preparação e ocupação de uma
posição de tiro com uma VBTP.
Os espaldões deverão estar de
acordo com as especificações
estipuladas nos respectivos
manuais.
Os abrigos deverão estar
construídos próximos a cada
espaldão.
Os campos de vista e de tiro
deverão permitir a observação
e realização do tiro.
O tempo de construção será o
previsto nos manuais de cam-
panha.
Construir espaldões para
o armamento coletivo,
abrigos individuais para as
guarnições e preparar e
ocupar uma posição de
tiro com a VBTP.
61.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
24. INSPEÇÃO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 08h
- Executar a inspeção dos explosi-
vos e munições, empregando a téc-
nica adequada.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Inspeções em explosivos, pól-
voras, espoletas, estopilhas, es-
topins, detonadores, cargas, ar-
tifícios pirotécnicos, minas e mu-
nições diversas
a. Importância.
b. Finalidades.
c. Processos.
d. Métodos.
Q-401
(AC)
Auxiliar a execução de
uma inspeção de munição
e de explosivos.
Apresentados ao militar:
- diversos tipos de explosivos e
munições;
- uma relação contendo o tempo
de fabricação de cada tipo de
explosivo e munição;
- uma tabela contendo o prazo de
exame para tipo de munição ou
explosivo; e
- deverão ser aproveitados exem-
plares de munição que a unidade
tenha mandado para exame.
Para cada tipo de explosivo ou
munição, o militar executará uma
inspeção (prova de observação)
dentro das prescrições técnicas
de cada um(a).
O militar deverá ainda apontar
os(as) que necessitem seguir
para exame, pelo prazo ou por
apresentarem indícios eviden-
tes de decomposição.
62.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva
Q-403
(TE)
O instrutor deve compor uma
fração devidamente armada e
equipada.
Q-401
( AC)
Constituída uma guarnição de mi-
litares, o instrutor emitirá os se-
guintes comandos:
- “Enunciar funções”;
- “A braço em forma”;
- “Descansar o material”;
- “Armamento e equipamento
sobre o solo”;
- “Carregar para transportar”;
- “Carregar o material”;
- “Descarregar o material”;
- “Verificar o material”;
- “Preparar para o tiro”; e
- “Em posição” (para esse co-
mando o instrutor dará os dados
iniciais de tiro).
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá identificar as
ações referentes à função na
guarnição.
Q-402
(AC)
Emitir e executar coman-
dos dos serviço da peça.
Constituída uma guarnição do ar-
mamento, o chefe de peça emiti-
rá os comandos previstos do ser-
viço da peça em diversas situa-
ções.
Durante a execução da tarefa, o
chefe de peça deverá emitir os
comandos do serviço da peça,
corretamente, e cada compo-
nente da guarnição realizará as
ações correspondentes à sua
função.
Identificar as ações do
serviço da peça.
2. Serviços da peça
a. Comandos do serviço da
peça.
b. Ações de cada elemento na
execução do serviço da peça.
c. Rodízio de funções.
- Identificar os comandos relacio-
nados com o serviço da peça.
- Descrever as ações referentes a
cada elemento da guarnição da
peça, correspondentes aos coman-
dos enunciados.
- Realizar as ações referentes a cada
elemento da guarnição da peça cor-
respondentes aos comandos enun-
ciados.
- Descrever as ações de todos os
elementos das peças, correspon-
dentes aos comandos enunciados.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
O militar deverá identificar os
componentes, suas atribuições
e seus armamentos.
Descrever a organização,
o armamento, as funções
e atribuições dos compo-
nentes da peça.
1. Guarnição da peça
a . Composição.
b. Organização.
c. Dotação de material e
armamento.
- Citar a graduação e a função dos
elementos integrantes da guarnição
da peça.
- Identificar o material e armamento
de cada componente da guarnição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
63.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva
Q-406
(TE)
Q-407
(TA)
Descrever o emprego das
formações.
Apresentadas, ao militar, diversas
situações que caracterizam as
formações de combate.
O militar deverá identificar a for-
mação caracterizada.
Q-404
(AC)
Emitir e executar os co-
mandos para adoção das
formações.
Q-405
(TE)
Emitir e executar os co-
mandos para mudança de
frente e(ou) formação.
4. Mudanças de frente e(ou)
formação
a. Comandos.
b. Conduta dos componentes.
c. Rodízio de funções.
- Citar os comandos para mudança
de frente e(ou) formação.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da peça para realização de
mudanças de frente e(ou) formação.
- Realizar as mudanças de frente
e(ou) formação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Realizar movimento da
peça sob fogos e vistas
do inimigo.
5. Observação e controle no
movimento e nas paradas.
6. Movimentos sob as vistas e
fogos do inimigo
a. processos de progressão.
b. empregos dos processos
de progressão.
c. comandos.
- Descrever a forma de manter a
guarnição sob observação e contro-
le no movimento e nas paradas.
- Descrever os processos de pro-
gressão.
- Citar os comandos para progres-
são da peça.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da peça para realização do
movimento sob vistas e fogos do ini-
migo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Formação de combate
a. Formações.
b. Empregos das formações.
c. Comandos.
d. Rodízio de funções.
- Identificar as formações de comba-
te.
- Descrever o posicionamento dos
componentes da guarnição da Pç ao
comando para entrar em formação
em coluna.
- Descrever as condições de empre-
go das formações de combate.
- Descrever o posicionamento dos
componentes da guarnição da peça
nas formações de combate.
- Citar os comandos para entrada em
posição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
A guarnição da peça, com a sua
dotação de material e de
armamento, é colocada em uma
pista em terreno variado que per-
mitirá adoção das diversas for-
mações.
Durante a execução da tarefa, o
chefe de peça deverá emitir os
comandos, corretamente, e
cada componente deverá ocupar
os locais relativos às funções,
dentro do dispositivo corres-
pondente às formações coman-
dadas.
A guarnição da peça, com a sua
dotação de material e de
armamento, é colocada em uma
pista em terreno variado que per-
mitirá adoção das diversas for-
mações, sendo emitido, pelo
chefe de peça, o comando para
mudança de frente e (ou) forma-
ção.
O chefe de peça deverá emitir o
comando, corretamente, e os
militares deverão ocupar os lo-
cais relativos às funções, den-
tro do dispositivo correspon-
dente ás formações comanda-
das e demonstrar desembara-
ço e precisão na execução dos
movimentos.
A guarnição da peça, com dotação
em material e armamento, é co-
locada em uma pista em terreno
variado e sob vistas e fogos si-
mulados do inimigo.
A guarnição deverá executar,
corretamente, os processos de
progressão sob fogos e vistas
do inimigo.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
64.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
Q-410
(AC)
Q-411
(TE)
Emitir e executar os co-
mandos de tiro da peça.
Constituída uma guarnição da peça
com a dotação de material e
armamento e, após terem sido
cumpridos os comandos de “Pre-
parar para o tiro” e “Em Posição”,
o chefe da peça emitirá um coman-
do de tiro.
Aos comandos de tiro subsequen-
tes para o mesmo alvo, o instrutor
poderá emitir somente as
informações que interessem à
realização da tarefa.
O chefe da peça deverá emitir,
corretamente, o comando e
todos os componentes da peça,
ao realizarem as tarefas, repe-
tem os elementos do comando
de tiro emitido, que contenham
dados relativos à sua função.
Q-408
(TE)
Descrever a organização,
o armamento, as funções
e atribuições dos compo-
nentes da seção.
8. A Seção
a. Composição.
b. Organização.
c. Dotação de material e
armamento.
Q-409
(AC)
Descrever o emprego das
formações da seção.
9. Formação de combate
a. Formações de combate.
b. Emprego das formações de
combate.
c. Comandos.
- Identificar as formações de com-
bate.
- Descrever as condições de em-
prego das formações.
- Descrever o posicionamento dos
componentes das guarnições das
peças e a posição das peças nas
formações.
- Citar os comandos para entrada em
formação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Emitir e executar coman-
dos para adoção das for-
mações da seção.
7. Execução de fogos
a. Entrada em posição.
b. Comandos para execução
do tiro.
c. Execução de tiro.
- Identificar os comandos para en-
trada em posição e execução de tiro.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da peça para entrada em
posição e execução de tiro.
- Executar os fogos comandados.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
O instrutor deve compor uma
fração devidamente armada e
equipada.
O militar deverá identificar os
componentes, suas atribuições
e seus armamentos.
Apresentados, ao militar, diver-
sas situações que caracterizam
as diversas formações de com-
bate.
Os militares deverão identificar
a formação caracterizada.
As guarnições das peças de uma
seção com a dotação de material
e armamento são colocadas em
uma pista em terreno variado,
com a possibilidade de atuação do
inimigo e adoção de todas as for-
mações de combate.
Durante a execução da tarefa, o
Cmt Sec e chefes de peças de-
verão emitir, corretamente, os
comandos para adoção da opor-
tuna formação e a seção deverá
entrar na formação anunciada,
com todos os componentes das
peças corretamente posicio-
nados.
- Citar a composição da seção.
- Identificar o material e armamento
de cada componente da seção.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
65.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
Q-414
(TE)
Q-415
(AC/ HT)
Emitir e executar coman-
dos para mudança de
frente e(ou) formação.
A seção, com a sua dotação de
material e de armamento, é colo-
cada em uma pista, em terreno
variado, que permitirá adoção das
diversas formações, sendo emi-
tido pelo Cmt Sec o comando para
mudança de frente e(ou) forma-
ção.
Durante a execução da tarefa, o
Cmt Sec e chefes de peças de-
verão emitir, corretamente, os
comandos e a seção deverá
executá-los, com todos os com-
ponentes das peças corre-
tamente posicionados.
Q-412
(TE)
Realizar movimento da
seção sob fogos e vistas
do inimigo.
11. Observação e controle no
movimento e nas paradas.
12. Movimentos sob vistas e fo-
gos do inimigo
a. processos de progressão.
b. emprego dos processos de
progressão.
c. comandos.
- Descrever os procedimentos para
manter as guarnições sob observa-
ção e controle no movimento e nas
paradas.
- Citar os processos de progressão,
- Citar os comandos para progres-
são.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q-413
(TA)
Emitir e executar os co-
mandos de tiro da seção.
13. Execução de fogos
a. Entrada em posição.
b. Comandos para execução
de tiro.
c. Execução de tiro.
- Identificar os comandos para en-
trada em posição e execução de tiro.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da peça para entrada em
posição e execução de tiro.
- Executar os fogos comandados.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Identificar e designar al-
vos e atividades inimigas.
14. Descoberta e designação de
alvos.
15. Avaliação de distâncias pela
vista.
16. Avaliação de distâncias com
auxílio do binóculo.
17. Fórmula do milésimo.
- Descrever o processo de desco-
berta e designação de alvos.
- Descrever o processo de avalia-
ção de distância pela vista.
- Descrever o processo de avalia-
ção de distância com utilização do
binóculo.
- Avaliar distância utilizando a fór-
mula do milésimo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
10. Mudanças de frente e(ou)
formação
a. Comandos.
b. Conduta dos componentes
da seção.
- Realizar as mudanças de frente
e(ou) formação.
- Citar os comandos para mudanças
de frente e(ou) formação.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da seção para realização de
mudanças de frente e(ou) formação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
A seção, com a sua dotação de ma-
terial e armamento, é colocada em
uma pista, em terreno variado, e
sob vistas e fogos simulados do
inimigo.
Os Cmt Sec e chefes de peças
deverão emitir os comandos,
corretamente, e os integrantes
das peças deverão executar,
corretamente, os processos de
progressão sob fogos e vistas
do inimigo.
Constituída uma seção, com a do-
tação de material e armamento e,
após terem sido cumpridos os
comandos de “Preparar para o
tiro” e “Em Posição”, o Cmt Sec
emitirá um comando de tiro.
Aos comandos de tiro subse-
quentes para o mesmo alvo, o
instrutor poderá emitir somente
as informações que interessem à
realização da tarefa.
Os Cmt Sec e chefe de peças
deverão emitir, corretamente, o
comando e todos os compo-
nentes da peça, ao realizarem
tarefas, repetem os elemen-
tos do comando de tiro emiti-
do, que contenham dados rela-
tivos à sua função.
Em um terreno, com condições
de observação, são colocados, a
variadas distâncias, alvos que pos-
sam ser batidos pelo fogo do ar-
mamento. É fornecido ao militar
um binóculo.
Pelo menos quatro alvos
deverão ser descobertos pelo
instruendo e designados de
acordo com a técnica prevista.
25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
66.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
26. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/METRALHADORA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 23h
Q-403
(TE)
O instrutor deve compor uma
fração devidamente armada e
equipada.
Q-401
(AC)
Constituída uma guarnição de mi-
litares, o instrutor emitirá os se-
guintes comandos:
- “Enunciar funções”;
- “A braço em forma”;
- “Descansar o material”;
- “Armamento e equipamento
sobre o solo”;
- “Carregar para transportar”;
- “Carregar o material”;
- “Descarregar o material”;
- “Verificar o material”;
- “Preparar para o tiro”; e
- “Em posição” (para esse co-
mando o instrutor dará os dados
iniciais de tiro).
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá identificar as
ações referentes à sua função
na guarnição.
Q-402
(AC)
Emitir e executar coman-
dos do serviço da peça.
Constituída uma guarnição do ar-
mamento, o chefe de peça emiti-
rá os comandos previstos do ser-
viço da peça em diversas situa-
ções.
Durante a execução da tarefa, o
chefe de peça deverá emitir os
comandos do serviço da peça,
corretamente, e cada compo-
nente da guarnição realizará as
ações correspondentes à sua
função.
Identificar as ações do
serviço da peça.
2. Serviço da peça
a. Comandos do serviço da
peça.
b. Ações de cada elemento na
execução do serviço da peça.
c. Rodízio de funções.
- Identificar os comandos relaciona-
dos com o serviço da peça.
- Descrever as ações referentes a
cada elemento da guarnição da peça,
correspondentes aos comandos
enunciados.
- Identificar as ações referentes a
cada elemento da guarnição da peça
correspondentes aos comandos
enunciados.
- Descrever as ações de todos os
elementos das peças corresponden-
tes aos comandos enunciados.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
O militar deverá identificar os
componentes, suas atribuições
e seu armamento.
Descrever a organização,
o armamento, as funções
e atribuições dos compo-
nentes da peça.
1. Guarnição da peça
a . Composição.
b. Organização.
c. Dotação de material e
armamento.
- Citar a graduação e função dos
elementos integrantes da guarnição
da peça.
- Identificar o material e armamento
de cada componente da guarnição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
67.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
26. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/METRALHADORA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 23h
Q-406
(TE)
Q-407
(TA)
Descrever o emprego das
formações.
Apresentadas, ao militar, diversas
situações que caracterizam as
formações de combate.
O militar deverá identificar a for-
mação caracterizada.
Q-401
(AC)
Emitir e executar coman-
dos para adoção das for-
mações.
Q-404
(AC)
Emitir e executar os co-
mandos para mudança de
frente e(ou) formação.
- Citar os comandos para mudança
de frente e formação.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da peça para realização de
mudanças de frente e(ou) formação.
- Realizar as mudanças de frente
e(ou) formação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Realizar movimento da
peça sob fogos e vistas
do inimigo.
5. Observação e controle no
movimento e nas paradas
6. Movimentos sob as vistas e
fogos do inimigo
a. Processos de progressão.
b. Empregos dos processos
de progressão.
c. Comandos.
- Descrever a forma de manter a
guarnição sob observação e contro-
le no movimento e nas paradas.
- Descrever os processos de pro-
gressão.
- Citar os comandos para progres-
são da peça.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da peça para realização do
movimento sob vistas e fogos do ini-
migo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Formação de combate
a. Formações.
b. Empregos das formações.
c. Comandos.
d. Rodízio de funções.
- Identificar as formações de comba-
te.
- Descrever as condições de empre-
go das formações de combate.
- Descrever o posicionamento dos
componentes da guarnição da peça
nas formações de combate.
- Citar os comandos para entrada em
posição.
- Identificar os comandos para en-
trada nas formações de combate.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
A guarnição da peça, com a sua
dotação de material e de
armamento, é colocada em uma
pista em terreno variado que per-
mitirá adoção das diversas for-
mações.
Durante a execução da tarefa,
o chefe de peça deverá emitir
os comandos corretamente e
cada componente deverá ocu-
par os locais relativos às fun-
ções dentro do dispositivo cor-
respondente às formações co-
mandadas.
A guarnição da peça, com a sua
dotação de material e de armamen-
to, é colocada em uma pista em
terreno variado que permitirá
adoção das diversas formações,
sendo emitido pelo chefe de peça
o comando para mudança de fren-
te e(ou) formação.
O chefe de peça deverá emitir o
comando, corretamente, e os
militares deverão ocupar os lo-
cais relativos às suas funções
dentro do dispositivo corres-
pondente às formações coman-
dadas e demonstrar desemba-
raço e precisão na execução dos
movimentos.
A guarnição da peça, com dotação
em material e armamento, é co-
locada em uma pista em terreno
variado e sob vistas e fogos si-
mulados do inimigo.
A guarnição deverá executar,
corretamente, os processos de
progressão sob fogos e vistas
do inimigo.
Q-405
(TE)
4. Mudanças de frente e/ou
formação
a. Comandos.
b. Conduta dos componentes.
c. Rodizío de funções.
68.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
26. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/METRALHADORA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 23h
Q-410
(AC)
Emitir e executar os co-
mandos de tiro.
Q-408
(TE)
O instrutor deve compor uma
fração, devidamente armada e
equipada.
O instrutor deverá identificar os
componentes, suas atribuições
e seus armamentos.
Q-409
(AC)
Descrever o emprego das
formações da seção.
Apresentadas, ao militar, diversas
situações que caracterizam as
diversas formações de combate.
O militar deverá identificar a
formação caracterizada.
Descrever a organização,
o armamento, as funções
e atribuições dos compo-
nentes da seção.
8. A Seção
a. Composição.
b. Organização.
c. Dotação de material e
armamento.
- Citar a composição da seção.
- Identificar o material e armamento
de cada componente da seção.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
9. Formação de combate
a. Formações de combate.
b. Emprego das formações de
combate.
c. Comandos.
- Identificar as formações de comba-
te.
- Descrever as condições de em-
prego das formações.
- Descrever o posicionamento dos
componentes das guarnições das
peças e a posição das peças nas
formações.
- Citar os comandos para entrada em
formação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Constituída um guarnição da peça
com a dotação de material e
armamento e, após terem sido
cumpridos os comandos de “Pre-
parar para o tiro” e “Em Posição”,
o chefe da peça emitirá um coman-
do de tiro.
Aos comandos de tiro subse-
quentes para o mesmo alvo, o
instrutor poderá emitir somente
as informações que interessem à
realização da tarefa.
O chefe da peça deverá emitir,
corretamente, o comando e to-
dos os componentes da peça,
ao realizarem tarefas, repetem
os elementos do comando de
tiro emitido, que contenham
dados relativos à sua função.
7. Execução de fogos
a. Entrada em posição.
b. Comandos para execução
de tiro.
c. Execução de tiro.
- Identificar os comandos para en-
trada em posição e execução de tiro.
- Descrever as ações de cada com-
ponente da peça para entrada em
posição e execução de tiro.
- Executar os fogos comandados.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
69.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
27. MANEABILIDADE/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15h
Q-401
(AC)
Apresentados, ao militar, um cai-
xão de areia e miniaturas de CC-
VBR compondo seções e pelotão.
Durante a execução da tarefa, os
militares deverão:
- mover as miniaturas de acordo
com as técnicas de progressão
enunciadas pelo instrutor;
- ocupar, mediante ordem, po-
sições de tiro; e
- descrever as características
da posição ocupada.
Q-402
(HT)
1. Organização do Pelotão CC-
VBR
2. Formações de combate do Pe-
lotão CC-VBR
a. Generalidades.
b. Formações básicas:
1) coluna; e
2) linha.
c. Formações derivadas:
1) em linha de Seções;
2) em coluna invertida;
3) em cunha; e
4) em escalão (direita-es-
querda).
d. Emprego das formações.
- Descrever a organização do
pelotão.
- Identificar as formações utilizadas
pelo Pelotão de CC-VBR.
- Descrever o emprego das forma-
ções do Pelotão CC-VBR.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Utilizar as técnicas de pro-
gressão do pelotão e da
seção CC-VBR e de ocu-
pação de posição de tiro.
3. Técnicas de progressão da
Seção CC-VBR e do Pelotão CC-
VBR
a. Progressão contínua.
b. Progressão protegida.
c. Progressão por lanços.
4. Posições de tiro
a. Generalidades.
b. Características.
c. Setores de tiro.
d. Posições de tiro.
e. Ocupação da posição de
tiro.
- Descrever as técnicas de progres-
são da Seção CC-VBR e Pelotão CC-
VBR.
- Utilizar as técnicas de progressão
da Seção CC-VBR e do Pelotão CC-
VBR .
- Descrever as características das
posições de tiro.
- Identificar o setor de tiro.
- Ocupar posições de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Deve ser montado um exercício de
maneabilidade do Pelotão CC-VBR
no caixão de areia.
Serão fornecidos miniaturas de
CC-VBR .
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá posicionar os CC-
VBR adequadamente em relação
ao CC-VBR do Cmt do Pelotão
de acordo com a formação de-
terminada.
Descrever a organização
e as formações do Pel/Sec
CC-VBR .
70.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
28. MANEABILIDADE/EXPLORADORES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h
Q-403
(TE)
Q-404
(TE)
Descrever a organização,
o armamento, as funções
e atribuições dos compo-
nentes da patrulha/grupo.
O instrutor deverá mobiliar, com
os militares, uma patrulha ou gru-
po de exploradores.
O militar deverá identificar a
constituição da patrulha ou gru-
po e reconhecer suas funções,
atribuições e armamentos.
Q-401
(AC)
Descrever o emprego das
formações.
2. Formações
a. Em coluna.
b. Esquadras Sucessivas.
c. Esquadras Justapostas.
d. Em linha.
- Descrever as formações utilizadas
pelo GE no combate a pé.
- Descrever em que situações são
utilizadas cada tipo de formação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q-402
(AC)
Emitir e executar coman-
dos para adoção das for-
mações.
3. Comandos por gestos e a voz
a. Identificação de funções.
b. Formações:
1) em coluna;
2) esquadras Sucessivas;
3) esquadras Justapostas;e
4) em linha.
c. Deslocamentos:
1) marche;
2) marche-marche; e
3) de rastros.
- Descrever os procedimentos a se-
rem adotados por cada elemento,
decorrentes das
formaçõescomandadas e(ou) dos
deslocamentos enunciados.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Emitir e executar coman-
dos para mudança de
frente e(ou) formação.
4. Mudanças de frente
a. Frente para (tal) “ponto”.
b. Frente para à “direita”.
“esquerda” e “retaguarda”’.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas pelo grupo, relativas aos co-
mandos de mudanças de frente.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Organização do Grupo de
Exploradores
a. Funções e atribuições dos
componentes do GE.
b. Armamento Orgânico do GE.
- Identificar a constituição do GE.
- Citar o armamento orgânico do GE.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Constituído um GE, pelos milita-
res armados e equipados, o
instrutor emitirá os comandos de
“Em Coluna”, “Por Esquadras Su-
cessivas”, “Por Esquadras Justa-
postas”, “Em linha”, alterna-
damente.
A tarefa deverá ser executada em
local amplo que permita a tomada
de todas as formações.
Durante a execução da tarefa, os
militares deverão:
- Entrar rapidamente, na forma-
ção comandada; e
- Deslocar-se até o ponto deter-
minado observando sua
posição, dentro da formação
adotada, e sua distância em
relação aos elementos vizinhos.
Em um local no terreno, é consti-
tuído um GE pelos militares.
O instrutor deverá emitir os diver-
sos comandos de para adoção das
formações.
Durante a execução da tarefa, os
militares deverão emitir e rece-
ber comandos para adotar as
diversas formações a pé.
Em um local do terreno, é consti-
tuído um GE pelos militares.
O instrutor deverá emitir os diver-
sos comandos de mudanças de
frente
Durante a execução da tarefa, ao
ser dado o comando, os milita-
res da esquadra-base deslocar-
se-á à frente para a direção co-
mandada, e marcharão nesta
direção. Os militares da outra
esquadra acompanharão esse
movimento no mesmo sentido,
conservando a formação primi-
tiva.
71.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
28. MANEABILIDADE/EXPLORADORES
Q-405
(AC)
Um GE embarcado em uma viatura
deslocar-se-á em um terreno ao
longo de um itinerário, onde
devem ser simulados sete inci-
dentes representando atividades
inimigas.
Cada integrante do GE deverá
identificar no mínimo quatro in-
cidentes.
Q-406
(AC/ HT)
5. Observação e controle do GE
desembarcado.
- Descrever os mecanismos de ob-
servação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Identificar e designar al-
vos e atividades inimigas
para o Cmt patrulha/gru-
po (embarcado).
6. Observação do GE.
- Descrever os processos adotados
para a observação do GE.
- Citar os elementos do GE que de-
vem realizar a observação, quando
embarcados.
- Identificar os setores de observa-
ção de cada elemento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
O instrutor deverá compor com os
militares grupos ou patrulhas de
exploradores.
Os GE deverão realizar um deslo-
camento, a comando dos seus
respectivos Cmt de Grupo, em um
terreno variado, devidamente
balizado, de aproximadamente 500
metros, onde deverão ser simu-
lados cinco incidentes com
atividades inimigas.
Cada militar integrante do GE
deverá identificar, no mínimo,
três incidentes.
Identificar e designar al-
vos e atividades inimigas
para o Cmt patrulha/grupo
(desembarcado).
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h
72.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
28. MANEABILIDADE/EXPLORADORES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h
Q-407
(TA)
O instrutor deverá iniciar uma pro-
gressão sob os fogos inimigos
(figurados) em direção ao objetivo.
Para isso, utilizará um dos proces-
sos de progressão, emitindo os
comandos correspondentes.
O militar deverá realizar o lanço,
corretamente, de acordo com o
processo determinado.
Q-408
(TA)
7. Execução dos fogos:
a. Natureza dos fogos do GE:
1) fogos de metralhadoras
leves;
2) fogo de fuzis automá-
ticos leves; e
3) fogo de granadas de mão
e de bocal.
b. Regime de tiro:
1) lento;
2) normal; e
3) rápido.
c. Entrada em posição:
1) mediante ordem; e
2) por interferência do ini-
migo.
d. Normas para execução dos
fogos:
1) comando;
2) conduta; e
3) interrupção do fogo.
e. Assalto.
f. Consolidação.
g. Defesa passiva contra avia-
ção, carros e agentes QBN:
- conduta.
h. Defesa ativa contra avia-
ção, carros e agentes QBN:
- conduta.
Realizar um desloca-
mento sob fogos e vistas
do inimigo.
- Descrever os processos de pro-
gressão a serem adotados no movi-
mento sob fogos e vistas do inimigo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
É constituído um GE completo em
equipamento e viaturas, pelos
militares, comandados por um
monitor. Em um itinerário no ter-
reno, serão dispostos elementos
de uma figuração que deverá
abrir fogo por ocasião da pas-
sagem do GE. No itinerário que
deve ter aproximadamente 8 Km,
devem ser montados cerca de cin-
co incidentes.
Durante a execução da tarefa,
cada militar deverá:
- colocar-se de maneira correta
dentro da viatura;
- orientar o motorista a fim de
manter a distância prevista en-
tre as viaturas;
- orientar o motorista a fim de
manter a velocidade prevista;
- orientar o motorista na ocu-
pação de cobertas e abrigos; e
- orientar o motorista na exe-
cução dos lanços.
Ainda na execução, quando a
guarnição do GE receber fogo,
cada militar deverá:
- orientar o motorista na colo-
cação da viatura em abrigo ou
coberta;
- auxiliar na retirada da metra-
lhadora e entrada em posição; e
- ocupar cobertas e abrigos em
face da direção de onde veio o
fogo da figuração.
Entrar em posição e de-
sencadear o procedimen-
to de execução de fogos.
- Identificar a natureza dos fogos do
GE.
- Descrever os tipos de regime de
tiro.
- Descrever em que situações o GE
entra em posição.
- Identificar os comandos relativos à
execução dos fogos.
- Descrever a conduta na defesa
passiva contra aviação, carros e
agentes QBN.
- Descrever a conduta na defesa
ativa contra aviação, carros e agen-
tes QBN.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
8. Movimento sob vistas e fogos
do inimigo
a. Generalidades.
b. Processos de progressão.
73.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h
Q-401
(AC)
O instrutor deverá compor Gru-
pos de Combate Blindados, devi-
damente armados e equipados,
conforme a organização e a distri-
buição da SU.
Serão dispostos no terreno tan-
tas VBTP quantos forem os GC e
designados monitores com a fi-
nalidade de observarem os movi-
mentos realizados pelos militares.
Os militares deverão:
- identificar a posição de cada
integrante dentro do dispositi-
vo da formatura;
- identificar e cumprir os diver-
sos tipos de comando;
- enunciar corretamente as fun-
ções; e
- identificar a posição de cada
elemento do grupo nas diversas
formações.
Q-402
(TE)
1. Organização do Grupo de
Combate Blindado.
2. Armamento orgânico do GC
Blindado.
3. Funções e atribuições de seus
componentes.
Emitir e executar Coman-
dos para adoção das di-
versas formações.
- Identificar os comandos para que o
Grupo entre em forma, saia de forma
e enuncie funções.
- Identificar a posição de cada inte-
grante do grupo dentro do dispositi-
vo da formatura.
- Identificar os diversos tipos de co-
mandos por gestos.
- Descrever as ocasiões em que as
formações deverão ser empregadas.
- Identificar os elementos consti-
tuintes do comando a ser dado para
que o Grupo entre na formação “Em
coluna”.
- Identificar a posição de cada ele-
mento do grupo, em relação aos de-
mais, no dispositivo da formação “Em
Coluna”.
- Descrever as ocasiões em que a
formação “Por Esquadras Sucessi-
vas” deverá ser empregada.
- Identificar os elementos do coman-
do a ser emitido para que o Grupo
mude a sua frente e a sua formação.
- Mudar a frente e formação de acor-
do com o comando emitido.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Formatura do grupo.
5. Comandos por gestos.
6. Identificação do grupo.
7. Rodízio de funções.
8. Formação do Grupo de com-
bate Blindado
a. Embarcado.
b. Desembarcado:
1) em coluna;
2) por esquadras suces-
sivas;
3) por esquadras justa-
postas; e
4) em linha.
9. Mudança de frente e de for-
mação.
O instrutor deverá compor Gru-
pos de Combate Blindados, devi-
damente armados e equipados,
conforme a organização e a distri-
buição da SU.
O militar deverá identificar, com
correção, a organização do GC,
seus componentes, funções,
atribuições e armamento.
Descrever a organização
do GC, o armamento, as
funções e atribuições de
seus componentes.
- Descrever a organização de um GC
Blindado.
- Citar o nome das armas orgânicas
do GC Blindado.
- Distinguir as diversas funções dos
integrantes do GC.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
74.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h
Q-403
(TE)
O instrutor deverá compor os GC
Bld, devidamente armados e
equipados, e emitir os comandos
de maneabilidade para embarque
e desembarque da VBTP em
movimento.
Os militares deverão obedecer
aos comandos emitidos, com
presteza e correção.
Q-404
(TE)
10. Técnica para embarque e
desembarque na VBTP:
a. Embarque com o carro
parado.
b. Desembarque com o carro
parado:
1) pela rampa; e
2) pela porta.
c. Embarque com o carro em
movimento; e
1) por esquadras interca-
ladas; e
2) por esquadras suces-
sivas.
d. Desembarque com o carro
em movimento; e
1) por esquadras interca-
ladas.
2) por esquadras suces-
sivas.
Embarcar e desembarcar
na VBTP em movimento.
O instrutor deverá compor os GC
Bld, devidamente armados e equi-
pados, e emitir alternadamente os
comandos de maneabilidade para
embarque e desembarque da
VBTP parada.
Os militares deverão obedecer
aos comandos emitidos com
presteza e correção.
Embarcar e desembarcar
na VBTP parada.
- Identificar os elementos consti-
tuintes do comando a ser emitido para
que o GC embarque na VBTP.
- Descrever o procedimento dos in-
tegrantes do GC durante o embar-
que com a VBTP parada.
- Identificar os elementos consti-
tuintes dos comandos a serem da-
dos para que o GC desembarque da
VBTP parada.
- Descrever o procedimento dos ele-
mentos do GC Blindado durante o
desembarque com o carro parado.
- Identificar os elementos consti-
tuintes dos comandos a serem da-
dos para que o GC embarque na
VBTP em movimento.
- Descrever os procedimentos dos
elementos do GC Blindado, durante o
embarque, com a VBTP em movimen-
to.
- Identificar os elementos consti-
tuintes dos comandos a serem da-
dos para o grupo desembarcado da
VBTP.
- Descrever os procedimentos dos
elementos do GC Blindado durante o
desembarque do carro em movi-
mento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
75.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h
Q-405
(AC/ HT)
Para um GC embarcado em uma
VBTP deslocando-se em um
terreno, serão simulados sete in-
cidentes para observação.
O instrutor deverá constituir os
grupos de combate, conforme a
organização e distribuição da SU.
Cada integrante do GC deverá
identificar no mínimo quatro in-
cidentes.
Q-406
(AC/ HT)
- Descrever os mecanismos de ob-
servação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Identificar e designar al-
vos e atividades inimigas
para o Cmt GC (embarca-
do).
12. Observação do GC Blindado
embarcado.
Os GC deverão realizar um deslo-
camento, a comando dos seus
respectivos Cmt de Grupo, em um
terreno variado, devidamente
balizado, de aproximadamente 500
metros, ao longo do qual serão
simuladas cinco atividades inimi-
gas.
Cada militar integrante do GC
deverá identificar, no mínimo,
três incidentes.
Identificar e designar al-
vos e atividades inimigas
para o Cmt GC (desembar-
cado).
11. Observação e controle do GC
Blindado desembarcado.
- Descrever os processos adotados
para a observação do GC.
- Citar os elementos do GC Blindado
que deve realizar a observação,
quando embarcados.
- Identificar os setores de obser-
vação de cada elemento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Entrar em posição e de-
sencadear o procedimen-
to de execução de fogos.
Q-407
(TA)
O instrutor deverá constituir, um
GC blindado, e, com soldados an-
tigos, comporá uma guarnição de
arma AC inimiga.
Em seguida, embarcará o GC na
VBTP com o qual iniciará um des-
locamento em busca do contato
com o inimigo. Ao contato com a
figuração, iniciará os comandos
para execução de fogos.
Os militares deverão:
- cumprir o comando, o mais ra-
pidamente possível; e
- empregar corretamente, o pro-
cesso de desembarque.
- Identificar os elementos do GC Blin-
dado que executam os fogos quan-
do o Grupo estiver embarcado.
- Identificar os elementos consti-
tuintes do comando de tiro.
- Identificar os regimes de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
13. Execução dos fogos do GC.
76.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h
Q-409
(TA)
Em seguida, o Cmt do GC coman-
dará “Suspender o Fogo” e inicia-
rá uma progressão sob os fogos
inimigos em direção ao objetivo.
Para isso, utilizará um dos pro-
cessos de progressão, emitindo
os comandos correspondentes.
Ao comando de “Suspender
Fogo”, o militar deixará de ati-
rar, substituirá o carregador que
estiver incompleto e manter-se-
á pronto a retornar ao fogo. Em
seguida, a cada comando emi-
tido para a realização da pro-
gressão, o militar deverá reali-
zar o lanço, corretamente, den-
tro do processo determinado.
Para isso, deverá estudá-lo an-
tes de iniciar o deslocamento e,
quando o fizer, procurará expor-
se o mínimo possível.
Q-408
(TA)
Executar o assalto, a con-
solidação e a reorgani-
zação.
Ao ser atingida a posição de as-
salto determinada, será coman-
dado pelo Cmt do GC:
“Grupo atenção !”
“Preparar para o assalto !”
“Ao assalto !”
Ao ser comandado preparar
para o assalto, cada militar ar-
mará a baioneta na arma e pre-
parar-se-á para partir. Ao ser
ordenado o assalto o militar de-
verá:
- partir em direção à posição ini-
miga ao passo vivo, sem correr,
atirando sobre o inimigo;
- manter a distância com os seus
vizinhos dentro do GC de forma
a não comprometer a dispersão
da fração;
- após o GC ter conquistado o
objetivo, fazer frente para pro-
vável direção do inimigo; e
- iniciar os trabalhos de consoli-
dação e reorganização.
Realizar movimento sob
fogos e vistas do inimigo.
- Descrever a maneira pela qual o
Grupo de Combate se desloca quan-
do embarcado, sob fogos inimigos.
- Descrever o procedimento dos ele-
mentos do GC ao se prepararem para
o combate.
- Citar os processos de progressão
do GC desembarcado, quando esti-
ver sob os fogos inimigos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Descrever o procedimento de cada
elemento do GC durante o assalto.
- Citar as finalidades da consolida-
ção.
- Descrever as medidas a serem exe-
cutadas na reorganização.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
14. Movimento sob as vistas e
fogos inimigos.
15. O assalto.
77.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
30. MINAS E ARMADILHAS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 04h
Q-403
(HT)
Q-404
(HT)
Identificar os tipos de mi-
nas existentes.
Apresentados, ao militar, diferen-
tes tipos de minas existentes na
OM.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá identificar,
corretamente, todas as minas
apresentadas.
Q-401
(AC)
Armar minas de Ins-
trução.
Q-402
(HT)
Neutralizar minas.
Remover minas.
- Conceituar minas.
- Identificar os diferentes tipos de
minas.
- Caracterizar os diversos tipos de
minas, citando o emprego e a finali-
dade de cada tipo.
- Descrever todos os cuidados a
serem observados durante o manu-
seio das minas e acionadores.
- Descrever a instalação do
acionador da mina.
- Descrever a instalação da mina no
terreno.
- Descrever os procedimentos para
armar minas.
- Citar a finalidade dos dispositivos
de segurança.
- Descrever os processos de locali-
zação de minas.
- Identificar os tipos de detectores
de minas.
- Descrever a maneira de empregar
os detectores de minas existentes
na OM.
- Descrever a maneira de empregar
o bastão de sondagem.
- Descrever os processos de remo-
ção de minas.
- Descrever os procedimentos para
a destruição de minas no próprio lo-
cal, com explosivos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Apresentados, ao militar, minas
de instrução e acionadores ade-
quados providos de espoletas, os
militares deverão ser divididos
em duplas de trabalho.
Na realização da tarefa, o mili-
tar deverá:
- instalar o acionador na mina;
e
- instalar e armar a mina de for-
ma que não haja deflagração da
espoleta.
Apresentadas, ao militar, minas de
exercício, de qualquer tipo, arma-
das e instaladas no terreno pelo
instrutor.
Durante a realização da tarefa,
o militar deverá:
- sondar, cuidadosamente, o ter-
reno para localizar a mina;
- pesquisar, cuidadosamente,
em torno e sob a mina localizan-
do todos os acionadores; e
- colocar o dispositivo de segu-
rança.
Apresentado, ao militar, minas AP
ou AC de exercício, armadas com
acionadores providos de espole-
tas e instaladas no terreno.
Apresentados, também um
detector de minas acondicionado
em seu invólucro, a corda de 50m
e demais materiais necessários à
detecção, neutralização e remo-
ção de minas.
Durante a realização da tarefa, o
militar deverá montar o detetor
de minas, detectar todas as mi-
nas, fazendo sua neutralização,
cuidadosamente, e removê-las
utilizando a corda de 50m.
1. Minas
a. Conceito.
b. Tipos de Minas:
1) AC;
2) AP;
3) antianfíbia;
4) antiaeroterrestre;
5) flutuante de contato;
6) improvisada;
7) simulada; e
8) de instrução.
c. Emprego.
d. Finalidade.
e. Características.
f. Cuidados especiais no
manuseio de minas e aciona-
dores.
2. Procedimentos para armar mi-
nas.
3. Localização de minas
a. Processos:
1) visual:
2) por sondagem;
3) elétrico;
b. detetores de minas; e
c. bastão de sondagem.
4. Remoção de minas
a. Processos:
1) corda ou cabo de 50m;
2) destruição no local;
3) mecânico;
4) com explosivos; e
5) fateixas.
78.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
30. MINAS E ARMADILHAS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 04h
Q-407
(HT)
Q-408
(HT)
Identificar os tipos de
campos de minas.
Apresentadas, ao militar, minas
AP e AC (inertes), o instrutor si-
mulará a construção de campos
de minas.
O militar deverá identificar, com
correção, os diversos tipos de
campos de minas existentes.
Q-405
(AC)
Abrir uma trilha ou Brecha
em campo de minas.
6. Trilhas e brechas
a. Finalidade.
b. Características.
c. Processos de abertura de
trilhas e brechas:
- Manual:
1) sondagem;
2) mecânico; e
3) explosivos.
- Citar a finalidade de trilhas e bre-
chas.
- Caracterizar trilhas e brechas.
- Descrever os métodos para aber-
tura de trilhas e brechas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q-406
(HT)
Preparar armadilhas.
Remover armadilhas.
7. Armadilhas
a. Finalidades.
b. Tipos.
c. Funcionamento.
- Conceituar armadilhas.
- Identificar armadilhas.
- Descrever a instalação, procura,
identificação e remoção de arma-
dilhas.
- Descrever as técnicas de armar,
neutralizar e remover armadilhas.
- Citar as medidas de segurança a
serem observadas no manuseio de
armadilhas.
- Citar as finalidades das armadilhas.
- Citar os tipos de armadilhas.
- Descrever o funcionamento dos di-
versos tipos de armadilhas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
5. Campos de minas
- Tipos de campos de minas:
a. AC;
b. AP;
c. antianfíbia; e
d. antiaeroterrestre.
- Identificar os tipos de campos de
minas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- observar as normas de segu-
rança previstas para o manuseio
de minas; e
- abrir a brecha, sem deflagrar
qualquer espoleta.
Apresentados, ao militar, aciona-
dores com espoletas, fios, ara-
mes, cantil, binóculos, e locais
apropriados para lançamento de
armadilhas.
Na realização da tarefa o militar
deverá preparar cinco arma-
dilhas, sem que haja deflagração
das espoletas.
Apresentado, ao militar, um local
armadilhado.
Durante a realização da tarefa, o
militar deverá proceder de
forma que nenhuma espoleta
seja deflagrada.
Apresentados, ao militar, um cam-
po de minas padrão, previamente
lançado com minas de exercício
armadas com acionadores provi-
dos de espoletas e os equipa-
mentos de detecção.
79.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
31. MUNIÇÕES E EXPLOSIVOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 38h
Q-403
(AC)
Q-404
(AC)
Identificar, pelo nome, a
munição de armamento
leve.
Apresentadas, ao militar, a
munição de armamento leve exis-
tente na Unidade.
Deverá existir munição fora de
seus cunhetes e munição encu-
nhetada.
O instrutor apontará uma a uma,
toda a munição exposta.
O militar deverá identificar,
corretamente, no mínimo 80%
da munição apontada, segundo
o calibre e o emprego.
Q-401
(AC)
Identificar os diferentes
elementos componentes
da munição existente na
OM, citando a finalidade e
os cuidados no manuseio
de cada componente.
2. Elementos componentes
- Tipos, nomenclatura, identi-
ficação e cuidados no manuseio
- Identificar, pelo nome, os diferen-
tes elementos componentes da mu-
nição de Armt Pes.
- Citar a finalidade de cada compo-
nente da munição.
- Citar os cuidados no manuseio da
munição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q-402
(AC)
Identificar, pelas marca-
ções inscritas em seus
corpos, os tipos e lotes
das granadas de arma-
mento pesado.
3. Pinturas e convenções usa-
das na marcação das granadas
e dos cunhetes
- Identificar o tipo e lote da granada
pela pintura ou marcação.
- Identificar, pelas inscrições nos
cunhetes, os tipos de granadas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Identificar, pelo nome, o
tipo de explosivo e pólvo-
ra pelo seu tipo e acondi-
cionamento
4. Explosivos e pólvoras
a. Generalidades.
b. Tipos.
c. Distinção.
d. Classificação.
e. Identificação.
f. Acondicionamento.
g. Cuidados e conservação.
h. Medidas de segurança.
- Distinguir explosivos de pólvora.
- Identificar o tipo de explosivo e de
pólvora pelo seu acondicionamento.
- Citar os cuidados e medidas de se-
gurança com explosivos e pólvora.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Munição
a. Generalidades.
b. Calibres.
c. Classificação segundo o
emprego.
d. Identificação segundo: tipo,
lote, peso, marca e pintura.
e. Acondicionamento.
f. Cuidados e conservação.
g. Medidas de segurança.
- Diferenciar a munição segundo seu
emprego.
- Identificar a munição pelo seu tipo,
marca e pintura.
- Identificar a munição pelo seu acon-
dicionamento.
- Citar os cuidados e medidas de
segurança com a munição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Todas as respostas do militar
deverão estar corretas quanto
ao nome do componente, finali-
dade e cuidados a observar no
manuseio.
Apresentado, ao militar, todos os
tipos de granadas existentes na
OM.
O militar deverá identificar
corretamente o tipo e lote de
cada granada apontada.
Apresentadas, ao militar, todos os
tipos de explosivos e pólvora
existente na Unidade.
- O militar efetuará a identificação
segundo o tipo e acondiciona-
mento.
O militar deverá identificar,
corretamente, o material expos-
to.
Todos os componentes da muni-
ção existente na OM serão apre-
sentados ao militar.
80.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
- Identificar os tipos de espoletas,
estopins, cordéis detonantes,
acionadores e acendedores.
- Citar os cuidados e medidas de se-
gurança com as espoletas, estopins,
cordéis detonantes, acionadores e
acendedores.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
5. Espoletas, estopins, cordéis
detonantes, acionadores e
acendedores
a. Finalidade.
b. Classificação.
c. Identificação.
d. Acondicionamento.
e. Cuidados e conservação.
f. Medidas de segurança.
Q-405
(AC)
Identificar pelo nome os
tipos de espoletas, esto-
pins, cordéis detonantes,
acionadores e acendedo-
res, pela sua pintura, mar-
cação e acondicionamen-
to.
Apresentados, ao militar, todos os
tipos de espoletas, estopins,
cordéis detonantes, acionadores
e acendedores existentes na
Unidade.
O instrutor apontará um a um, o
material exposto.
O militar deverá identificar,
corretamente, no mínimo 80%
do material apontado.
31. MUNIÇÕES E EXPLOSIVOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 38h
81.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
32. OBSERVAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h
Q-401
(TE)
Cada militar deverá observar du-
rante vinte minutos, fazendo uso
dos diversos instrumentos de
observação e da documentação de
um PO. Deverão surgir à frente
dos PO, em pontos nítidos do ter-
reno e a diferentes distâncias, cin-
co incidentes; movimento de tro-
pas, movimento de viaturas atra-
vés estradas, e através campo, ti-
ros de armas leves, fumaça.
Cada militar deverá observar, no
mínimo, três incidentes, reali-
zando os registros fidedignos
nos espaços próprios da folha
de observação.
Q-402
(AC)
1. Generalidades
a. Finalidade.
b. Tipos.
c. Processos de observação.
2. O observador.
3. Postos de observação e Pos-
tos de Escuta.
4. Importância da observação.
5. Instalação de um PO e de um
Posto de escuta.
6. Organização de um Posto de
Observação e de um Posto de
escuta.
7. Funcionamento de um Posto
de Observação e de um Posto de
Escuta.
- Citar a finalidade da observação.
- Descrever os tipos de observação.
- Descrever os processos de obser-
vação.
- Citar a missão do observador.
- Citar as características de um Pos-
to de Observação e de um Posto de
Escuta.
- Descrever a importância da obser-
vação.
- Descrever as características de um
local adequado à instalação de um
PO.
- Descrever a organização de um PO.
- Descrever o funcionamento de um
PO.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Realizar e registrar a ob-
servação.
8. Registro das informações.
9. Preenchimento da folha de ob-
servação.
- Identificar os espaços a serem pre-
enchidos na folha de observação.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
O instrutor deverá mobiliar, com
militares, cinco Postos de Obser-
vação devidamente preparados e
camuflados em um terreno movi-
mentado e que possibilite a
observação ampla. À noite, deve-
rá transformar os PO em PE e si-
mular novos incidentes.
Os militares deverão expor, com
clareza e correção, como insta-
lar e operar um PO ou PE.
Instalar e operar um pos-
to de observação e(ou)
escuta.
82.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
32. OBSERVAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h
Q-405
(AC)
Atuar com o observador
avançado para fogos ami-
gos (junto à peça).
Q-403
(AC)
O observador está a uma distân-
cia de até 100m da peça, sobre a
linha peça-alvo, com binóculo e
corretor de posição.
É indicado, no terreno, o suposto
local batido por um tiro que tenha
caído fora do PV, ou então, o
instrutor enunciará a posição do
impacto do tiro em relação ao PV.
O militar deverá:
- realizar a correção do alcance
e da direção; e
- transmitir corretamente novos
dados de tiro
Q-404
(AC)
Atuar como observador
avançado para fogos ami-
gos (além de 100 m da
peça).
O observador está a uma distância
superior a 100m da peça com bi-
nóculo e corretor de posição e o
instrutor enunciará um tiro que
tenha caído fora do PV.
O militar deverá:
- realizar a correção do alcance
e da direção; e
- transmitir corretamente novos
dados de tiro.
Atuar como observador
avançado para fogos ami-
gos (até 100 m da peça).
Uma peça está em posição.
Serão simuladas novas situações
de tiro.
O observador está junto à peça
como corretor de tiro com um bi-
nóculo.
É indicado, no terreno, o suposto
local batido pelo tiro, ou então, o
instrutor enunciará, a viva voz, a
posição do impacto do tiro em re-
lação ao PV.
O militar deverá:
- realizar a correção do alcance
e da direção; e
- transmitir corretamente novos
dados de tiro.
10. Observador na linha peça-
alvo.
a. PO junto à peça.
b. PO até 100m da peça.
c. PO a mais de 100m da
peça. Fator de correção.
11. Observador fora da linha
peça-alvo.
a. Quando a menor distância
entre o PO e a linha peça-alvo é
inferior a um décimo da distância
PO-alvo.
b. Quando a menor distância
entre o PO e a linha peça-alvo for
superior a 1/10 da distância PO-
alvo. Tabela de conversão de
derivas.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o PO junto à peça e o
observador na linha peça-alvo.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o PO até 100 metros da peça e
o observador na linha peça-alvo.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o PO a mais de 100 metros da
peça, e o observador na linha peça-
alvo.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o observador fora da linha
peça-alvo e quando a distância en-
tre o PO e a linha peça-alvo for infe-
rior a um décimo da distância PO-
alvo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
83.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
32. OBSERVAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h
Q-406
(AC)
O observador está a uma distân-
cia da linha peça-alvo superior a 1/
10 da distância PO-alvo, com binó-
culo e corretor de posição, sendo
apresentado um tiro que tenha
caído fora da PV.
O militar deverá:
- realizar a correção do alcance
e da direção; e
- transmitir, corretamente, no-
vos dados de tiro.
Q-407
(AC)
Atuar como observador
avançado para fogos ami-
gos.
(distância PO – alvo > 1/10)
O observador está a uma distân-
cia da linha peça-alvo menor que
1/10 da distância PO-alvo, com bi-
nóculo e corretor de posição.
É indicado no terreno, o suposto
local batido por um tiro que tenha
caído fora do PV, ou então, o
instrutor enunciará a posição do
impacto do tiro em relação ao PV.
O militar deverá:
- realizar a correção do alcance
e da direção; e
- transmitir, corretamente, no-
vos dados de tiro.
Atuar como observador
avançado para fogos ami-
gos.
(distância PO–alvo < 1/10)
(Continuação) (Continuação)
10. Observador na linha peça-
alvo.
a. PO junto à peça.
b. PO até 100m da peça.
c. PO a mais de 100m da
peça. Fator de correção.
11. Observador fora da linha
peça-alvo.
a. Quando a menor distância
entre o PO e a linha peça-alvo é
inferior a um décimo da distância
PO-alvo.
b. Quando a menor distância
entre o PO e a linha peça-alvo for
superior a 1/10 da distância PO-
alvo. Tabela de conversão de
derivas.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o PO junto à peça e o
observador na linha peça-alvo.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o PO até 100 metros da peça e
o observador na linha peça-alvo.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o PO a mais de 100 metros da
peça, e o observador na linha peça-
alvo.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas na correção dos desvios, es-
tando o observador fora da linha
peça-alvo e quando a distância en-
tre o PO e a linha peça-alvo for infe-
rior a um décimo da distância PO-
alvo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
84.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
33. ORDEM UNIDA A CAVALO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 40h
Q-401
(OU)
Organizados os grupos e
emitidos comandos, pelo
instrutor, relativos às diversas for-
mações do grupo:
- coluna por 3;
- coluna por 2;
- coluna por 1; e
- em batalha.
O instrutor determinará que o gru-
po faça pequenos desloca-
mentos, dentro da formação
indicada nas três andaduras.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- ocupar o lugar correto;
- manter o alinhamento, cober-
turas, distâncias e andaduras
corretas nos deslocamentos;
- realizar, com rapidez e cor-
reção, as mudanças de forma-
ção;
- demonstrar rapidez e correção
nas rupturas;
- realizar, corretamente os movi-
mentos para montar e apear;
- demonstrar presteza na obe-
diência aos comandos; e
- executar, com correção, os mo-
vimentos em coluna de grupo,
em batalha, em linha de grupo e
em batalha nas três andaduras.
Q-402
(OU)
1. Escola da esquadra
a. Formatura.
b. Coluna por 3, por 2 e por 1.
c. Formação em uma fileira.
d. Montar e apear.
e. Rupturas.
f. Execução dos movimentos
e formações nas três andaduras.
- Identificar a organização da esqua-
dra para a ordem unida a cavalo.
- Participar da OU a cavalo no con-
junto da esquadra.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Ocupar o lugar em forma
nas diversas formações e
deslocamentos.
- Deslocar-se para a nova
posição, nas mudanças de
formação.
Executar os movimentos
para montar e para apear
nas diversas formações.
2. Escola do grupo
a. Formatura.
b. Coluna por 3, por 2 e por 1.
c. Em batalha.
d. Montar e apear.
e. Deslocamentos.
f. Mudanças de direção.
g. Rupturas.
h. Desenvolvimento em bata-
lha.
i. Abrir e unir fileiras.
j. Recuar.
l. Em uma fileira.
m. Execução dos movimentos
nas três andaduras.
- Identificar a organização do grupo
para a OU. a cavalo.
- Participar da OU. a cavalo no con-
junto do grupo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Organizadas as esquadras e
emitidos comandos, pelo
instrutor, relativos às diversas
formações da esquadra:
- coluna por 3;
- coluna por 2;
- coluna por 1; e
- em fileira.
O instrutor determinará que a es-
quadra faça pequenos desloca-
mentos, dentro da formação de-
terminada, nas três andaduras.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- ocupar o lugar certo dentro da
formação;
- manter o alinhamento, cober-
turas, distâncias e andaduras
corretas nos deslocamentos;
- realizar com rapidez e correção
as mudanças de formação;
- demonstrar rapidez e correção
nas rupturas;
- realizar, corretamente, os mo-
vimentos para montar e apear;
e
- demonstrar presteza na obe-
diência aos comandos.
Deslocar-se dentro de
uma formação.
Deslocar-se para a nova
posição, nas mudanças de
formação.
Executar os movimentos
para montar e para apear
nas diversas formações.
85.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
33. ORDEM UNIDA A CAVALO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 40h
Ocupar o lugar em forma
nas diversas formações e
deslocamentos.
Deslocar-se para a nova
posição, nas mudanças de
formação.
Executar os movimentos
para montar e para apear
nas diversas formações.
Q-403
(OU)
Organizada uma escolta, desig-
nado um monitor com uma viatura
para figurar a autoridade e
emitidos comandos pelo instrutor.
Durante a realização da tarefa, o
militar deverá executar com
correção e presteza os coman-
dos emitidos pelo instrutor e
manter as distâncias corretas
nos deslocamentos.
Q-404
(OU)
Ocupar o seu lugar em
forma na escolta.
Executar os comandos
emitidos pelo instrutor
para uma escolta.
Manter-se em seu lugar
nos deslocamentos em
sua escolta.
4. Cerimonial das escoltas
a. Formatura.
b. Movimentos com a lança.
c. Montar e apear.
d. Em batalha.
e. Sentido, descansar, conti-
nência da tropa e passagem em
revista pela autoridade.
f. Formação para a escolta:
1) batedores;
2) alas; e
3) distâncias.
g. Passagem da formação pa-
ra a escolta.
h. Deslocamentos.
Organizado o pelotão e emitidos
comandos, pelo instrutor,
relativos às formações, deslo-
camentos e andaduras do pelotão.
Durante a execução da tarefa, os
militares deverão:
- ocupar o lugar correto dentro
da formação;
- manter o alinhamento, distân-
cias e andaduras corretas nos
deslocamentos;
- realizar, com rapidez e corre-
ção, as mudanças de formação;
- demonstrar rapidez e correção,
nas rupturas;
- realizar, corretamente, os mo-
vimentos para montar é apear; e
- demonstrar presteza na obe-
diência aos comandos.
3. Escola do Pelotão
a. Formatura.
b. Coluna por 3, por 2 e por 1.
c. Em batalha.
d. Montar e apear.
e. Deslocamentos.
f. Mudanças de direção.
g. Rupturas.
h. Desenvolvimento em bata-
lha.
i. Abrir e unir fileiras.
j. Recuar
l. Em uma fileira.
m. Coluna de grupos em
batalha.
n. Execução dos movimentos
nas três andaduras
- Identificar a organização do pelotão
para a ordem unida a cavalo.
- Participar da OU a cavalo no con-
junto do Pelotão.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Descrever a organização da tropa
para uma escolta.
- Participar de uma escolta no con-
junto da tropa.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
86.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
33. ORDEM UNIDA A CAVALO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 40h
Q-405
(OU)
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- estar bem apresentado;
- emitir os comandos com cla-
reza; e
- efetuar a correção dos que pro-
cederem de modo incorreto.
Q-406
(OU)
Comandar uma fração na
ordem unida a cavalo.
6. Comando na OU a cavalo
a. Apresentação do Cmt.
b. Posição em relação à tropa.
c. Voz de comando.
- Comandar uma tropa na ordem uni-
da a cavalo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Organizado uma fração a cavalo e
designado um militar como Cmt
da fração. A tarefa terá a duração
de cinco minutos e o militar
seguirá uma relação de comandos
organizada pelo instrutor.
Ocupar o lugar em forma
dentro de uma subuni-
dade.
Executar as ações decor-
rentes dos comandos
emitidos.
Manter-se em seu lugar
durante o desfile de sua
SU.
Com a Subunidade enquadrada ou
não na Unidade, em coluna de pe-
lotões, em batalha.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá apresentar cor-
reção de atitudes e presteza na
execução dos movimentos co-
mandados.
5. Formatura a cavalo da Sub-
unidade e da Unidade
a. Formatura.
b. Desfiles.
c. Continência.
d. Incorporação e desincor-
poração da Bandeira.
- Identificar a organização da
Subunidade e da Unidade para for-
maturas a cavalo.
- Participar das formaturas a cavalo
da Subunidade e Unidade.
- Participar dos desfiles da U. nas
três andaduras.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
87.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
34. PATRULHA
Q-401
(TA)
O instrutor deverá organizar uma
patrulha, em terreno variado, du-
rante a noite, composta por
soldados do mesmo GC e ao co-
mando de um graduado, com a
missão de destruir uma
instalação inimiga situada a 5 Km.
Os militares deverão, ao final do
cumprimento da patrulha, estar
em condições de citar as finali-
dades, principais missões, tipos
e procedimentos padrões na
execução de uma patrulha de
combate.
Q-402
(TA)
1. Patrulhas de reconhecimento
a. Finalidades.
b. Missão.
c. Tipos.
d. Organização.
e. Equipamento.
f. Ação no objetivo.
- Citar a finalidade das patrulhas de
reconhecimento.
- Citar as principais missões da pa-
trulha de reconhecimento.
- Identificar os tipos de patrulha de
reconhecimento.
- Identificar o equipamento de uma
patrulha de reconhecimento.
- Descrever os principais procedi-
mentos a serem realizados pelos
patrulheiros.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Integrar uma patrulha de
combate.
2. Patrulhas de Combate
a. Finalidade.
b. Tipos.
c. Missão.
d. Organização.
e. Equipamento.
f. Ação no objetivo.
- Citar a finalidade das patrulhas de
combate.
- Citar as principais missões da pa-
trulha de combate.
- Identificar o equipamento de uma
patrulha de combate.
- Descrever os principais procedi-
mentos a serem realizados pelos
patrulheiros durante a ação do
objetivo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
O instrutor deverá organizar uma
patrulha-escola, em terreno varia-
do, durante o dia, composta por
soldados de um mesmo GC e ao
comando de um graduado, com a
missão de realizar um reconhe-
cimento de área à distância aproxi-
mada de 3 Km.
Na área a ser reconhecida, deverá
existir pequena figuração, simu-
lando uma determinada atividade.
Os militares deverão, ao final da
execução da patrulha, estar em
condições de citar as finalida-
des, principais missões, tipos
e procedimentos padrões na
execução de uma patrulha de
reconhecimento.
Integrar uma patrulha de
reconhecimento.
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 21/25h
88.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
35. RECONHECIMENTO E SEGURANÇA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h
Q-401
(AC)
Apresentado, ao militar, um eixo,
no terreno, no qual existam minas,
pontes, vau, bosque, obstáculos
e desfiladeiro.
O militar deverá ser enquadrado
em um GE ou GC para executar o
reconhecimento, sob o comando
de um monitor.
O instrutor deverá acompanhar os
militares e fazer a crítica do reco-
nhecimento ao término de cada
incidente apresentado.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- informar, detalhadamente, so-
bre largura, capacidade e com-
primento das pontes;
- informar, detalhadamente, so-
bre a localização, largura, pro-
fundidade e natureza dos vaus.
- utilizar, corretamente, as co-
bertas e abrigos;
- estabelecer a segurança sem-
pre que necessário; e
- executar sinais a gestos com
exatidão.
Q-402
(AC)
1. Conceito de reconhecimento.
2. Objetivos do reconhecimento.
3. Fundamentos do reconheci-
mento
a. Orientar-se segundo obje-
tivos de informações.
b. Participar, com rapidez e
precisão, todos os informes
obtidos.
c. Evitar o engajamento deci-
sivo.
d. Manter o contato com o ini-
migo.
e. Esclarecer a situação.
4. Tipos de reconhecimento
a. Reconhecimento de eixo.
b. Reconhecimento de zona.
c. Reconhecimento de área.
- Conceituar reconhecimento.
- Identificar os objetivos do reconhe-
cimento.
- Descrever os fundamentos do re-
conhecimento.
- Distinguir os tipos de reconhecimen-
to.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Descrever as ações a se-
rem desenvolvidas nos
diversos tipos de reco-
nhecimento.
5. Missões do GE durante o reco-
nhecimento.
6. Movimento durante o reconhe-
cimento
a. Distâncias.
b. Movimento por lanços:
1) alternados; e
2) sucessivos.
7. Transmissão padronizada de
informes sobre:
a. inimigo;
b. estrada;
c. pontes;
d. campo minado;
e. obastáculos; e
f. situação
- Descrever as missões do GE du-
rante o Reconhecimento.
- Identificar as distâncias a serem
observadas entre as viaturas do Pel
C Mec no reconhecimento.
- Distinguir os tipos de movimentos
por lanços.
- Descrever a maneira de fazer a
transmissão padronizada de infor-
mes.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas durante o contato.
- Descrever as ações a serem reali-
zadas em um obstáculo.
Apresentada, ao militar, uma hipo-
tética ordem de operações, o
instrutor salientará os fundamen-
tos das operações de reconheci-
mento e os tipos de execução das
mesmas.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá identificar pelo
menos três fundamentos das
operações de reconhecimento
e citar, corretamente, os tipos
de reconhecimento existentes.
Reconhecer os objetivos,
fundamentos e tipos de
reconhecimento.
89.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
35. RECONHECIMENTO E SEGURANÇA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h
8. Ações durante o contato
a. Desdobrar e informar.
b. Esclarecer a situação.
9. Ações em um obstáculo
a. Informar.
b. Tentar ultrapassar.
c. Desobstruir o eixo.
10. Técnicas espaciais de reco-
nhecimento
a. Reconhecimento de pontes:
1) conduta; e
2) transmissão de informes
sobre largura, comprimento e
capacidade.
b. Reconhecimento de locali-
dades:
1) conduta; e
2) transmissão de informes.
c. Reconhecimento de Vau.
1) conduta; e
2) transmissão de informes.
d. Reconhecimento de campo
minado:
1) conduta; e
2) transmissão de informes.
e. Reconhecimento de obstá-
culos naturais e artificais:
1) conduta; e
2) transmissão de informes.
f. Reconhecimento de bosque:
1) conduta;
2) Transmissão de informes.
g. Reconhecimento de desfila-
deiro:
1) conduta; e
2) transmissão de informes.
h. Reconhecimento pelo fogo:
1) situações; e
2) conduta.
- Descrever as técnicas utilizadas
para o reconhecimento de pontes.
- Descrever as técnicas utilizadas no
reconhecimento de localidades.
- Descrever as técnicas utilizadas
para o reconhecimento de Vau.
- Descrever as técnicas utilizadas no
reconhecimento de campo minado.
- Descrever as técnicas utilizadas no
reconhecimento de obstáculos.
- Descrever em que situações se
emprega o reconhecimento pelo
fogo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q- 402
(AC)
ContinuaçãoContinuaçãoContinuação
Apresentado, ao militar, um eixo,
no terreno, no qual existam minas,
pontes, vau, bosque, obstáculos
e desfiladeiro.
O militar deverá ser enquadrado
em um GE ou GC para executar o
reconhecimento, sob o comando
de um monitor.
O instrutor deverá acompanhar os
militares e fazer a crítica do reco-
nhecimento ao término de cada
incidente apresentado.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- informar, detalhadamente, so-
bre largura, capacidade e com-
primento das pontes;
- informar, detalhadamente, so-
bre a localização, largura, pro-
fundidade e natureza dos vaus.
- utilizar, corretamente, as co-
bertas e abrigos;
- estabelecer a segurança sem-
pre que necessário; e
- executar sinais a gestos com
exatidão.
Descrever as ações a se-
rem desenvolvidas nos
diversos tipos de reco-
nhecimento.
90.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
35. RECONHECIMENTO E SEGURANÇA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h
Q-405
(AC)
Reconhecer os objetivos
e fundamentos das ope-
rações de segurança.
Apresentados, ao militar, um ter-
reno reduzido ou caixão de areia e
uma ordem de operações hipoté-
tica, o instrutor salientará os fun-
damentos das operações de se-
g u r a n ç a .
O militar deverá identificar, pelo
menos três fundamentos das
operações de segurança.
Q-403
(AC)
Reconhecer as medidas
de coordenação e con-
trole.
Q-404
(AC)
Reconhecer as formas de
emprego dos explorado-
res nas missões de vigi-
lância.
11. Definição.
12. Fundamentos das operações
de segurança
a. Alertar com tempo e com
precisão.
b. Garantir espaço para mano-
brar.
c. Orientar-se, segundo a
localização ou movimento da
tropa a quem proporciona
segurança.
d. Executar contínuo reconhe-
cimento.
13. Medidas de coordenação e
Controle
a. movimento.
b. fogo.
c. informação.
14. Formas de emprego
a. graus de segurança.
b. operações de vigilância.
- Definir segurança.
- Descrever os fundamentos das
operações de segurança.
- Citar as medidas de coordenação e
controle ao movimento, ao fogo e à
informação.
- Diferenciar os graus de seguran-
ça.
- Reconhecer os tipos de operações
de segurança.
- Identificar as missões dos explora-
dores nas missões de vigilância.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Apresentados, ao militar, um cai-
xão de areia, miniaturas e materi-
al para caracterizar as medidas de
coordenação e controle.
Durante a execução da tarefa os
militares deverão:
- identificar a localização das
medidas de coordenação e
controle; e
- transmitir e(ou) agir de acordo
com o estipulado para aquela
medida .
Apresentadas, ao militar, um cai-
xão de areia, miniaturas e uma or-
dem de operações fictícia.
Os militares deverão:
- diferenciar os graus de segu-
rança;
- reconhecer os tipos de vigilân-
cia; e
- identificar as missões dos ex-
ploradores na consecução das
operações de vigilância.
91.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
36. TÉCNICA DO MATERIAL/AAC
Q-403
(AC)
Q-404
(HT)
Realizar a desmontagem
de 1º Escalão do arma-
mento.
Apresentados, ao militar, o arma-
mento e o ferramental neces-
sário.
O militar deverá realizar as ope-
rações de desmontagem, na
seqüência correta e dentro do
tempo estabelecido pelo
instrutor, com base nos dados
doutrinários de planejamento e
manuais.
Q-401
(AC)
Nomear as peças e partes
do armamento.
2. Desmontagem 1º Escalão.
- Identificar cada uma das operações
de desmontagem de 1º Escalão.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q-402
(HT)
3. Nomenclatura aplicada.
- Identificar as partes e peças pela
sua nomenclatura, em cada etapa
da desmontagem.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Realizar a montagem de 1º
Escalão do armamento.
4. Montagem de 1º Escalão.
- Executar, por etapas, as operações
de montagem de 1º Escalão.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Generalidades
a . Apresentação.
b. Características e dados
numéricos.
c. Partes principais.
d. Acessórios e sobressa-
lentes.
- Citar as principais características
do armamento.
- Identificar as partes principais do
armamento.
- Identificar os acessórios e sobres-
salentes do armamento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentado, ao militar, o arma-
mento desmontado até o 1º
Escalão.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá nomear, correta-
mente, as partes apontadas,
conforme o manual técnico do
material.
Apresentado, ao militar, um arma-
mento desmontado até o 1º
Escalão.
O militar deverá realizar as ope-
rações previstas no manual,
obedecendo à seqüência, no
tempo estipulado pelo instrutor.
Ao final da montagem, o arma-
mento deverá estar em condi-
ções de funcionamento.
Identificar as caracterís-
ticas, possibilidades e li-
mitações do armamento.
Apresentada, ao militar, uma peça
do armamento.
O militar deverá identificar, com
100% de acerto, as caracterís-
ticas, possibilidades e limi-
tações do armamento.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/40h
92.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
36. TÉCNICA DO MATERIAL/AAC
Q-407
(HT)
Descrever o funciona-
mento básico do arma-
mento.
Q-405
(AC)
Apresentado, ao militar, um lote
com vários tipos de munição.
O militar deverá identificar a
munição do armamento
corretamente.
Q-406
(AC)
Sanar incidentes de tiro.
Apresentada, ao militar, uma peça
de arma anticarro com incidentes
de tiro simulados no armamento.
O militar deverá identificar o in-
cidente de tiro e saná-lo, de acor-
do com os manuais técnicos.
Identificar os tipos de
munição.
6. Munição
a. Tipos.
b. Identificação.
c. Cuidados no manejo,
manuseio e conservação.
- Identificar os tipos de munição em-
pregados pelo armamento.
- Descrever as ações de manejo,
manuseio e conservação da muni-
ção.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
7. Incidentes de tiro
a. Definição.
b. Tipos.
c. Ações imediatas.
- Descrever os tipos de incidentes
de tiro.
- Descrever as ações imediatas para
sanar os incidentes.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentado, ao militar, um
armamento seccionado ou MAI
equivalente.
O militar deverá identificar o fun-
cionamento das partes princi-
pais.
5. Funcionamento.
- Descrever o funcionamento do ar-
mamento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/40h
93.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
36. TÉCNICA DO MATERIAL/AAC
Q-410
(AC)
Q-411
(HT)
Realizar a manutenção de
1º Escalão.
Apresentada, ao militar, uma peça
do armamento anticarro.
O militar deverá realizar,
corretamente, a manutenção fa-
zendo a desmontagem de 1º
Escalão, limpando e
lubrificando, adequadamente as
peças.
Q-408
(CH)
Realizar a manutenção de
1º Escalão (tiro).
Q-409
(CH)
Preencher o Livro Regis-
tro de Peça.
Alinhar o aparelho de pon-
taria.
10. Alinhamento do aparelho de
pontaria com o tubo
a . Processos.
b. Procedimentos para alinha-
mento.
- Descrever os processos de alinha-
mento do aparelho de pontaria com o
tubo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
8. Manutenção
a . Normas.
b. Manutenção das principais
partes.
c. Manutenção antes do tiro.
d. Manutenção durante o tiro.
e. Manutenção após o tiro.
f. Freqüência.
- Descrever as operações de manu-
tenção e conservação.
- Descrever os procedimentos de
manutenção antes do tiro.
- Descrever os procedimentos de
manutenção durante o tiro
- Descrever os procedimentos de
manutenção após o tiro.
- Descrever os cuidados especiais
na manutenção dos instrumentos
óticos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Apresentadas, ao militar, uma
peça do armamento anticarro e a
descrição de uma situação de
antes, durante ou após o tiro.
O militar deverá executar a ma-
nutenção indicada para o caso
apresentado.
Após a realização da manutenção
é apresentado, ao militar, um Li-
vro Registro de Peça.
O militar deverá preencher o
Livro Registro de Peça, segundo
as normas preconizadas.
Apresentados, ao militar, uma
peça do armamento anticarro e
material/equipamento necessário
para o alinhamento do aparelho
de pontaria.
O militar deverá alinhar o apare-
lho de pontaria, utilizando o
equipamento/material disponí-
vel com precisão.
9. Livro Registro de Peça
a. Finalidade.
b. Preenchimento.
- Citar a finalidade e a maneira de
preencher um livro registro de peça.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/40h
94.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
37. TÉCNICA DO MATERIAL/METRALHADORA
Q-403
(AC)
Q-404
(AC)
Q-405
(HT)
Identificar as caracterís-
ticas, possibilidades e li-
mitações do armamento.
Apresentada, ao militar, uma peça
do armamento.
O militar deverá identificar, com
100% de acerto, as característi-
cas possibilidades e limitações
do armamento.
Q-401
(AC)
Realizar a desmontagem
de 1º Escalão do arma-
mento.
Apresentados, ao militar, o arma-
mento e o ferramental necessá-
rio.
O militar deverá realizar as ope-
rações de desmontagem na
seqüência correta e dentro do
tempo estabelecido pelo instru-
tor, com base nos dados doutri-
nários de planejamento e manu-
ais.
Q-402
(HT)
Citar as principais características do
armamento.
- Identificar as partes principais do
armamento.
Identificar os acessórios do arma-
mento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Generalidades
a. Apresentação.
b. Características e dados
numéricos.
c. Partes principais.
d. Acessórios e sobressa-
lentes.
Nomear as peças e partes
do armamento.
Apresentada, ao militar, uma me-
tralhadora desmontada, em rela-
ção à qual o instrutor vai apontan-
do as partes e peças principais.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá nomear, correta-
mente, as partes apontadas,
conforme o manual técnico do
material.
Descrever o funciona-
mento básico do arma-
mento.
Apresentado, ao militar, um
armamento seccionado ou MAI
equivalente.
O militar deverá realizar as ope-
rações previstas no manual,
obedecendo à seqüência, e no
tempo estipulado pelo instrutor.
Ao final da montagem, o arma-
mento deverá estar em condi-
ções de funcionamento.
Realizar a montagem de 1º
Escalão do armamento.
Apresentados, ao militar, o arma-
mento desmontado em 1º Escalão
e o ferramental necessário.
O militar deverá descrever o
funcionamento das partes prin-
cipais.
- Executar por etapas, as operações
de montagem de 1º Escalão.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
5. Montagem de 1º Escalão.
- Identificar cada uma das operações
de desmontagem de 1º Escalão.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
2. Desmontagem de 1º Escalão.
- Identificar as partes e peças pela
sua nomenclatura, em cada etapa de
desmontagem.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Nomenclatura aplicada.
- Executar as operações de manejo
da arma.
- Identificar as etapas do funciona-
mento.
Descrever as principais operações
de funcionamento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Funcionamento.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
08/10/31h
95.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
37. TÉCNICA DO MATERIAL/METRALHADORA
Q-408
(CH)
Q-409
(CH)
Q-410
(AC)
Identificar os tipos de
munição.
Apresentado, ao militar, um lote
com diversos tipos de munição.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá identificar
corretamente a munição.
Q-406
(AC)
Sanar incidentes de tiro.
Apresentados, ao militar, uma me-
tralhadora e um incidente de tiro
simulado.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá identificar e sanar
o incidente de acordo com os
manuais técnicos.
Q-407
(HT)
- Identificar os diversos tipos de
munição.
- Descrever as ações adequadas
para o manejo, manuseio e conser-
vação da munição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
6. Munição
a. Tipos.
b. Identificação.
c. Cuidados no manejo, manu-
seio e conservação.
Realizar a manutenção de
1º Escalão.
Apresentada, ao militar, uma peça
de metralhadora.
O militar deverá realizar, corre-
tamente, a manutenção fazendo
a desmontagem de 1º escalão
limpando e lubrificando corre-
tamente as peças.
Realizar a manutenção de
1º Escalão (tiro).
Apresentadas, ao militar, uma
peça do armamento e a descrição
de uma situação antes, durante
ou após o tiro.
O militar deverá preencher o
Livro Registro de Peça segundo
as normas preconizadas.
Preencher o Livro
Registro da Peça.
Após a realização de manutenção,
é apresentado, ao militar, um Li-
vro Registro de Peça.
O militar deverá executar a ma-
nutenção indicada para o caso.
- Descrever a finalidade e a maneira
de preencher o Livro Registro de
Peça.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
9 . Livro registro de peça
a. Finalidade.
b. Preenchimento.
- Identificar os tipos de incidentes de
tiro.
- Descrever as ações a realizar para
sanar os incidentes.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
7. Incidentes de tiro
a. Definição.
b. Tipos.
c. Ações imediatas.
- Descrever as operações de manu-
tenção e conservação.
- Descrever os procedimentos de
manutenção antes do tiro.
- Descrever os procedimentos de
manutenção durante o tiro
- Descrever os procedimentos de
manutenção após tiro.
- Descrever os cuidados especiais
na manutenção dos instrumentos
óticos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
8. Manutenção
a . Normas.
b. Manutenção das principais
partes .
c. Manutenção antes do tiro.
d. Manutenção durante o tiro.
e. Manutenção após tiro.
f. Freqüência.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
08/10/31h
96.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
38. TÉCNICA DO MATERIAL/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Q-403
(AC)
Q-404
(HT)
Q-405
(AC)
Identificar as caracterís-
tcas, possibilidades e li-
mitações do armamento.
Apresentada, ao militar, uma peça.
O militar deverá identificar, com
100% de acerto, as característi-
cas, possibilidades e limitações
do armamento.
Q-401
(AC)
Realizar a desmontagem
de 1º Escalão do arma-
mento.
Apresentados, ao militar, o arma-
mento e o ferramental necessá-
rio.
O militar deverá realizar as ope-
rações de desmontagem na
seqüência correta e dentro do
tempo estabelecido pelo instru-
tor, com base nos dados dou-
trinários de planejamento e ma-
nuais.
Q-402
(HT)
- Citar as principais características
do armamento.
- Identificar as partes principais do
armamento.
- Identificar os acessórios e do ar-
mamento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
1. Generalidades
a. Apresentação.
b. Características e dados nu-
méricos.
c. Partes principais.
d. Acessórios e sobressa-
lentes.
Nomear as peças e partes
do armamento.
Apresentado, ao militar, um
armamento desmontado, em re-
lação ao qual o instrutor vai apon-
tando as partes e peças principais.
O militar deverá nomear,
corretamente, as partes apon-
tadas, conforme o manual téc-
nico do material.
Realizar a montagem de 1º
Escalão do armamento.
Apresentados, ao militar, um ar-
mamento desmontado em 1º
Escalão e o ferramental
necessário.
O militar deverá identificar o fun-
cionamento das partes princi-
pais.
Descrever o funciona-
mento básico do arma-
mento.
Apresentado, ao militar, um arma-
mento seccionado ou MAI equiva-
lente.
O militar deverá realizar as ope-
rações previstas no manual,
obedecendo à seqüência e no
tempo estipulado pelo instrutor.
Ao final da montagem, o arma-
mento deverá estar em condi-
ções de funcionamento.
- Executar as operações de manejo
da arma.
- Identificar as etapas do funciona-
mento.
- Descrever as principais operações
de funcionamento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
5. Funcionamento.
- Identificar e realizar as operações
de desmontagem de 1º Escalão.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
2. Desmontagem de 1º Escalão.
- Identificar as partes e peças pela
nomenclatura, em cada etapa da
desmontagem.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Nomenclatura aplicada.
- Identificar executar, por etapas, as
operações de montagem de 1º Es-
calão.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Montagem de 1º Escalão.
97.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
38. TÉCNICA DO MATERIAL/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Q-408
(HT)
Q-409
(AC)
Q-410
(TE)
Identificar os tipos de
munição.
Apresentado, ao militar, um lote
com diversos tipos de munição.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá identificar corre-
tamente a munição.
Q-406
(AC)
Sanar incidentes de tiro.
Apresentados, ao militar, um ar-
mamento e um incidente de tiro
simulado.
O militar deverá identificar os ti-
pos de incidentes de tiro e rea-
lizar as ações para saná-los.
Q-407
(HT)
- Identificar os diversos tipos de mu-
nição.
- Descrever as ações adequadas
para o manejo, manuseio e conser-
vação da munição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
6. Munição
a. Tipos.
b. Identificação.
c. Cuidados no manejo, manu-
seio e conservação.
Preparar a munição para
o tiro.
Apresentados, ao militar, separa-
damente, os componentes da
munição.
O militar deverá montar a grana-
da obedecendo à seqüência
correta.
Identificar os cuidados no
manuseio, transporte e
estocagem da munição.
Apresentados, ao militar,
cunhetes e granadas do arma-
mento.
O militar deverá executar as
atividades de remuniciamento,
referentes à sua função.
Executar o remunicia-
mento da peça/seção.
O instrutor deverá montar um
exercício de remuniciamento de
frações.
O militar deverá realizar as mis-
sões de manuseio e transporte,
de acordo com as normas téc-
nicas
- Identificar os métodos de remuni-
ciamento.
- Descrever as ações realizadas
para o remuniciamento das frações.
- Identificar as responsabilidades do
remuniciamento das frações.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
9. Remuniciamento das frações
a. Métodos.
b. Responsabilidades.
c. Atividades desenvolvidas.
- Identificar os tipos de incidentes
de tiro.
- Descrever as ações a realizar para
sanar os incidentes.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
7. Incidentes de tiro
a. Definição.
b. Tipos.
c. Ações imediatas.
- Identificar as partes componentes
da munição.
- Identificar os tipos de munição.
- Descrever a seqüência da prepa-
ração da munição.
- Citar os cuidados a serem toma-
dos no manuseio, transporte e
estocagem da munição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
8. Munição:
a. Nomenclatura das partes
componentes.
b. Tipos de munição.
c. Identificação dos tipos de
munição.
d. Preparação da munição.
e. Cuidados no manuseio,
transporte e estocagem de
munição.
98.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
38. TÉCNICA DO MATERIAL/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h
Q-413
(CH)
Q-414
(AC)
Realizar a manutenção de
1º Escalão.
Apresentada, ao militar, uma peça
do armamento.
O militar deverá realizar, corre-
tamente, a manutenção, fazendo
a desmontagem de 1º Escalão
limpando e lubrificando, corre-
tamente, as peças.
Q-411
(CH)
Realizar a manutenção de
1º Escalão (tiro).
Q-412
(CH)
Realizar a manutenção de
1º Escalão dos instru-
mentos óticos.
Preencher o Livro Regis-
tro de Peça.
11. Livro Registro de Peça
a. Finalidade.
b. Preenchimento.
- Descrever a finalidade e a maneira
de preencher o Livro Registro de
Peça.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
10. Manutenção
a . Normas.
b. Manutenção das principais
partes.
c. Manutenção antes do tiro.
d. Manutenção durante o tiro.
e. Manutenção após tiro.
f. Freqüência.
- Descrever as operações de manu-
tenção e conservação.
- Descrever os procedimentos de
manutenção antes do tiro.
- Descrever os procedimentos de
manutenção após o tiro
- Descrever os procedimentos de
manutenção após o tiro.
- Descrever os cuidados especiais
na manutenção dos instrumentos
óticos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Apresentada, ao militar, uma peça
do armamento e a descrição de
uma situação antes do tiro, du-
rante o tiro ou após o tiro.
O militar deverá executar a ma-
nutenção indicada para o caso.
Apresentados, ao militar, os equi-
pamentos óticos do armamento e
material adequado.
O militar deverá aplicar as técni-
cas apropriadas para manu-
tenção de instrumentos óticos.
Após a realização de manutenção,
é dado um Livro Registro de Peça.
O militar deverá preencher o
Livro Registro de Peça, segundo
as normas preconizadas.
99.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
39. TÉCNICA DE TIRO/AAC
Q-403
(AC/ HT)
Q-404
(AC)
Descrever os princípios
de tiro em alvos parados
e em movimento.
Apresentada, ao militar, uma peça
de armamento anticarro sem
munição, porém pronta para
disparar.
O militar deverá disparar o ar-
mamento evitando o movimen-
to brusco (gatilhada).
Q-401
(AC)
Realizar a visada e a pon-
taria.
Q-402
(HT)
Fazer a amarração do tiro.
Preencher o boletim de
amarração.
1. Pontaria
a. Posições do atirador e do
municiador.
b. Visada e pontaria:
1) pontaria em alcance; e
2) pontaria com precessão.
c. Acionamento do dispositivo
de disparo.
d. Respiração.
e. Acompanhamento dos alvos
móveis.
- Descrever as posições do atirador
e do municiador.
- Tomar as posições do atirador.
- Tomar as posições do municiador.
- Descrever as posições necessá-
rias para realizar a pontaria em al-
cance.
- Descrever as operações neces-
sárias para realizar a pontaria com
precessão.
- Realizar a pontaria em alcance.
- Realizar a pontaria com precessão.
- Descrever os principais aspectos
a observar para se obter o controle
do mecanismo de disparo.
- Citar o procedimento a ser obser-
vado quanto à respiração, para se
obter êxito no tiro.
- Descrever os procedimentos ne-
cessários para o acompanhamento
dos alvos móveis.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Constituída uma guarnição, são
apresentados ao militar, uma peça
de armamento anticarro e um si-
mulacro de carros de combate. É
descrita uma situação de deslo-
camento do alvo em relação a peça
e enunciada à sua velocidade.
O militar deverá fazer a visada e
enquadrar o alvo conforme o al-
cance avaliado e o número de
precessões necessárias para
compensar a velocidade.
Apresentados, ao militar, uma
peça de arma anticarro montada
sobre o reparo, uma série de al-
vos e um processo de amarração
de tiro.
O militar deverá amarrar o tiro
conforme a técnica de tiro, no
mínimo em três dos alvos
dados.
Apresentados, ao militar, uma
peça de arma automática, uma
série de alvos, um processo de
amarração do tiro e um boletim de
tiro.
O militar deverá amarrar o tiro,
conforme a técnica apropriada,
no mínimo em três dos alvos da-
dos e preencher o boletim
corretamente.
2. Amarração de tiro
a. Processos.
b. Procedimentos para amar-
ração de tiro.
c. Boletim de amarração.
d. Pontaria indireta à noite.
- Descrever os processos e proce-
dimentos de amarração do tiro.
- Descrever o processo de pontaria
indireta à noite.
- Descrever o preenchimento do bo-
letim de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/39h
100.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
39. TÉCNICA DE TIRO/AAC
Q-407
(TE)
Q-408
(TE)
Confeccionar o roteiro de
tiro.
Apresentadas, ao militar, uma
peça em posição e uma zona de
alvos, o instrutor deverá mobiliar
a peça com uma guarnição e atri-
buir-lhe a missão de confeccionar
o esboço e o roteiro de tiro. Após
realizada a tarefa, a guarnição de-
verá ser substituída por outra,
passando o esboço para a guarni-
ção substituta.
Durante a execução da tarefa, os
militares deverão confeccionar
o esboço e roteiro de tiro que
retrate o setor de tiro e alvos a
serem batidos, passar o esbo-
ço à guarnição substituta e dei-
xar a guarnição substituta em
condições de realizar o tiro nos
alvos indicados.
Q-405
(AC)
Realizar a IPT.
Q-406
(TE)
Realizar tiro com redutor
de calibre/simulador.
Realizar o tiro com o ar-
mamento.
6. Exercício de tiro real.
- Executar o tiro real.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Roteiros de tiro
a. Esboço de tiro.
b. Obtenção dos dados.
c. Preenchimento do roteiro de
tiro.
- Descrever os cuidados principais a
serem observados na confecção do
esboço de tiro.
- Descrever o método de confecção
do roteiro de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx.
Apresentados, ao militar, o arma-
mento anticarro, uma posição de
tiro, o redutor de calibre/simula-
dor e a munição adequada.
De acordo com as IGTAEx.
De acordo com as IGTAEx.
5. Exercícios de tiro em campo
reduzido
a. Tipos de simuladores/redu-
tores de calibre.
b. Funcionamento.
c. Procedimentos para opera-
ção.
- Executar tiros em campo reduzido.
- Identificar os tipos de simuladores/
redutores de calibre.
- Descrever o procedimento para re-
alizar o tiro com o simulador/redutor
de calibre.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
4. Instrução preparatória para o
tiro.
- Identificar as diferentes oficinas da
IPT.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
De acordo com as IGTAEx.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/39h
101.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA
Q-403
(HT)
Q-404
(AC/ HT)
Apresentados, ao militar, um es-
quema de trajetória e as caracte-
rísticas dos diversos gru-
pamentos de tiro.
O militar deverá identificar,
corretamente, os elementos da
trajetória e os grupamentos de
tiro.
Q-401
(AC)
Realizar a visada e a pon-
taria.
Q-402
(HT)
Fazer a amarração do tiro.
Fazer a amarração de tiro
e boletim de amarração.
7. Amarração de tiro
a. Processos.
b. Procedimentos para amar-
ração de tiro.
c. Boletim de amarração.
d Pontaria indireta à noite
- Descrever os processos e proce-
dimentos de amarração do tiro.
- Descrever o processo de pontaria
indireta à noite.
- Descrever o preenchimento do
Boletim de Tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
1. Elementos da trajetória.
2. Alça de tiro.
3. Zona perigosa.
4. Dispersão e zona batida.
5. Grupamento de tiro
a. Preciso.
b. Regulado.
c. Justo.
- Identificar os elementos da traje-
tória.
- Identificar a alça de tiro.
- Identificar a zona perigosa.
- Descrever a dispersão e zona bati-
da.
- Distinguir tiro preciso, regulado e
justo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentados, ao militar, uma
peça de metralhadora e um alvo,
no terreno.
O militar deverá armar a peça e
realizar a pontaria, conforme a
técnica de tiro.
O militar deverá amarrar o tiro,
conforme a técnica de tiro, no
mínimo em três dos alvos
dados.
Apresentados, ao militar, uma
peça de metralhadora, uma série
de alvos, um processo de amar-
ração do tiro e um boletim de tiro.
O militar deverá amarrar o tiro,
conforme a técnica apropriada,
no mínimo em três dos alvos da-
dos e preencher o boletim
corretamente.
6. Pontaria direta:
a. Visada.
b. Pontaria direta.
- Descrever as ações para realiza-
ção da visada e pontaria direta.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Identificar elementos da
trajetória e os grupamen-
tos de tiro.
Apresentados, ao militar, uma
peça de metralhadora montada
sobre o reparo, uma série de al-
vos e um processo de amarração
de tiro.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/10/31h
102.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA
Descrever os tipos de tiro
quanto à direção, gênero,
efeito e regime.
Q-405
(AC)
Apresentados, ao militar, uma
peça de arma automática em po-
sição, uma tabela de tiro, uma
situação de tiro sobre tropa, bi-
nóculos, o boletim de amarração
do tiro em branco e vários alvos.
A guarnição deverá determinar
a possibilidade de tiro, obter os
dados de tiro corretamente,
identificar os limites de segu-
rança e confeccionar um bole-
tim de amarração que indiquem
os alvos a serem batidos e seus
respectivos dados.
Q-406
(HT)
Executar a técnica de tiro
por cima da tropa amiga.
13. Tiro por cima da tropa amiga
e obstáculo
a. Altura de segurança.
b. Altura garantia.
c. Altura angular de segu-
rança.
d. Altura angular de garantia.
e. Ângulo de segurança, ân-
gulo de garantia, alça de segu-
rança e tabela de tiro.
f. Determinação das possibi-
lidades de tiro na carta e com a
arma em posição.
- Definir altura de segurança.
- Definir altura de garantia.
- Definir altura angular de seguran-
ça.
- Definir angular de garantia.
- Definir ângulo de segurança, ângulo
de garantia, alça de segurança e
alça de garantia.
- Descrever o processo de deter-
minação das possibilidades de tiro na
carta e com o auxílio do binóculo.
- Descrever o processo de deter-
minação das possibilidades de tiro
com a arma em posição.
Apresentadas, ao militar, várias
situações, que caracterizam os
diversos tipos de tiro.
O militar deverá descrever e
distinguir os diversos tipos de
tiro corretamente.
8. Tipos de tiro quanto à direção
a. Frontal.
b. Escarpa.
c. Flanco.
d. Revés.
e. Enfiada.
9. Tipos de tiro quanto aos gê-
neros de tiro
a. Concentrado.
b. Livre de ceifa.
c. Livre sem ceifa.
d. Ceifante.
e. Ceifa em profundidade.
f. Ceifa oblíqua.
10. Regime de tiro
a. Lento.
b. Normal.
c. Acelerado.
d. Rápido.
11. Tiro rasante:
a. Definição.
b. Obtenção.
12. Tipos de tiro quanto ao efei-
to.
- Descrever os tipos de tiro quanto à
direção.
- Distinguir os tipos de tiro quanto ao
gênero.
- Descrever cada tipo de tiro quanto
ao gênero.
- Descrever cada tipo de tiro quanto
ao regime.
- Descrever os processos de obten-
ção do tiro rasante.
- Citar os tipos de tiro quanto a seus
efeitos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/10/31h
103.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA
Executar a técnica de tiro
indireto.
Apresentados, ao militar, uma
peça de arma automática em um
terreno movimentado e indicado
um alvo.
Realizar o tiro sem que haja
encristamento.
Q-407
(HT)
Executar a técnica do tiro
mascarado.
Q-408
(HT)
14.Tiro indireto
a. Preparação do tiro
1) Distância de tiro:
- na carta; e
- no terreno.
2) Direção de tiro
- na carta; e
- no terreno.
3) Sítio do alvo.
b. Verificação da segurança
e garantia de tiro.
- Descrever as ações para execu-
ção do tiro indireto.
- Descrever os processos de deter-
minação de distância de tiro.
- Descrever os processos de deter-
minação do sítio de alvo.
- Descrever o processo de verifica-
ção da segurança e de garantia de
tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentado , ao militar, em um
terreno movimentado uma arma
automática, uma zona de posição
de onde não se tenha visão direta
sobre objetivo e designado o alvo.
A guarnição deverá verificar a
possibilidade de encristamento,
obter dados de tiro, identificar
o limite de segurança, colocar a
peça em posição e ficar em con-
dições de realizar o tiro masca-
rado.
15. Tiro mascarado
a. Definição.
b. Dados de pontaria em al-
cance.
c. Dados de pontaria em dire-
ção.
d. Correções.
e. Verificação de possibilidade
de encristamento:
1) determinação com auxí-
lio do binóculo;
2) determinação expedita; e
3) determinação na carta.
f. Cuidados na determinação
dos limites de segurança.
- Descrever as ações para a execu-
ção do tiro mascarado.
- Descrever as ações a serem rea-
lizadas para obtenção dos dados de
direção, de alcance, de correções e
de verificação da possibilidade de
encristamento do tiro mascarado.
- Descrever os processos de deter-
minação do limite de segurança.
- Descrever os cuidados a serem
observados na determinação dos li-
mites de segurança.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Q-406
(AC)
g. Determinação das possibili-
dades de tiro na carta e com
auxílio de binóculo.
h. Cuidados a serem obser-
vados na execução de tiro por
cima da tropa amiga.
i. Determinação de limites de
seguança.
- Descrever os cuidados a serem
observados na execução de tiro por
cima da tropa amiga.
- Descrever como se determina os
limites de segurança com auxílio do
aparelho de pontaria.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/10/31h
Continuação
Continuação
Continuação Apresentados, ao militar, uma
peça de arma automática em po-
sição, uma tabela de tiro, uma
situação de tiro sobre tropa, bi-
nóculos, o boletim de amarração
do tiro em branco e vários alvos.
A guarnição deverá determinar
a possibilidade de tiro, obter os
dados de tiro corretamente,
identificar os limites de segu-
rança e confeccionar um bole-
tim de amarração que indiquem
os alvos a serem batidos e seus
respectivos dados.
Executar a técnica de tiro
por cima da tropa amiga.
104.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA
Q-412
(HT)
Q-413
(TE)
Q-414
(TE)
Q-410
(AC)
Confeccionar o roteiro de
tiro.
Apresentados, ao militar, uma
peça de metralhadora em posição
e uma zona de alvos, o instrutor
deverá mobiliar a peça com uma
guarnição e atribuir-lhe a missão
de confeccionar o esboço e o ro-
teiro de tiro. Após realizada a ta-
refa a guarnição deverá ser subs-
tituída por outra, passando o es-
boço para a guarnição substituta.
Durante a execução da tarefa, os
militares deverão confeccionar
o esboço e roteiro de tiro que
retratem o setor de tiro e alvos
a serem batidos, passar o es-
boço a guarnição substituta e
deixar a guarnição substituta
em condições de realizar o tiro
nos alvos indicados.
Q-411
(AC)
Executar a técnica do tiro
antiaéreo.
De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx.
Realizar a instrução prepa-
ratória para o tiro.
De acordo com as IGTAEx.
De acordo com as IGTAEx.
Realizar o tiro do arma-
mento de acordo com as
IGTAEx.
De acordo com as IGTAEx.
De acordo com as IGTAEx.
- Executar o tiro real.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
22. Exercício de tiro real.
- Descrever os cuidados principais a
serem observados na confecção do
esboço de tiro.
- Descrever o método de confecção
do roteiro de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
19. Roteiro de tiro
a. Esboço de tiro.
b. Obtenção dos dados.
c. Preenchimento do roteiro de
tiro.
- Identificar os tipos de reparos.
- Identificar a ameaça aérea.
- Descrever as técnicas do tiro anti-
aéreo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
20. Tiro antiaéreo
a. Definições.
b. Tipos de reparos.
c. Identificação da ameaça
aérea.
d. Técnicas de tiro.
Citar as missões táticas
para execução do tiro.
18. Missões táticas de execu-
ção dos tiros
a. Tipos.
b. Finalidades.
c. Características.
- Citar as missões táticas na execu-
ção dos tiros.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
O instrutor deverá apresentar ca-
racterísticas das diversas mis-
sões de tiro.
O militar deverá citar as mis-
sões corretamente.
- Identificar as diferentes oficinas da
IPT.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
21. Instrução preparatória para
o tiro.
Q-409
(AC)
Descrever os princípios
de ajustagem e controle.
Durante um exercício de tiro simu-
lado.
O militar deverá descrever os
princípios de ajustagem e con-
trole do tiro.
16. Ajustagem do tiro.
17. Controle de tiro.
- Descrever a ajustagem do tiro.
- Descrever o procedimento para de-
terminar o controle de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
TEMPO ESTIMADO DIURNO:
06/08/10/31h
105.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h
Q-403
(HT)
Colocar o armamento em
posição.
Q-401
(HT)
Apresentado, ao militar, um mor-
teiro com respectivo aparelho de
pontaria.
O militar deverá manusear,
corretamente, o aparelho de
pontaria.
Q-402
(HT)
Operar o Goniômetro Bús-
sola (GB).
Apresentados, ao militar, o GB e
quatro peças de armamento.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá realizar as opera-
ções de estacionar, orientar,
registrar o lançamento de tiro e
leitura das visadas recíprocas
para as peças, apontando-as em
paralelo.
- Descrever a colocação correta do
aparelho de pontaria da arma.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
3. Goniômetro Bússola
a. Apresentação.
b. Características.
c. Divisão e nomenclatura.
d. Funcionamento.
e. Utilização.
f. Estacionar o GB.
g. Orientação de um GB.
h. Pontaria em paralelo com
utilização do GB.
i. Acessórios e sobressalen-
tes.
- Identificar as partes componentes
do GB.
- Citar as características do GB.
- Descrever o funcionamento dos di-
versos mecanismos do GB.
- Identificar pelo nome partes, aces-
sórios e sobressalentes.
- Descrever as ações para estacio-
nar o GB.
- Descrever as ações para realizar a
pontaria do pelotão em paralelo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Apresentados, ao militar, o arma-
mento e designada uma posição
de tiro.
A guarnição deverá armar e co-
locar o armamento em posição,
no tempo estipulado pelo
instrutor.
1. Colocação do armamento em
posição
a . Armar e desarmar o arma-
mento.
b. Colocar o armamento em
posição.
- Identificar o procedimento para ar-
mar e desarmar o armamento.
- Identificar o procedimento para co-
locar o armamento em posição.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
2. Colocação e retirada do apa-
relho de pontaria.
Manusear, corretamente,
o aparelho de pontaria.
106.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h
Q-406
(HT)
Q-407
(HT)
Executar os procedimen-
tos para registrar os da-
dos iniciais de tiro.
Constituída uma guarnição de
morteiro, é apresentado, ao mili-
tar, um morteiro armado com o
aparelho de pontaria e um coman-
do de alça.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá registrar, correta-
mente, a alça comandada e ni-
velar o morteiro.
Q-404
(HT)
Executar os procedimen-
tos para nivelar o arma-
mento.
Q-405
(HT)
Executar os procedimen-
tos para apontar o arma-
mento.
Executar os procedimen-
tos para verificar os tra-
balhos.
4. Manejo
a. Registro de dados iniciais
de tiro.
b. Nivelamento.
c. Portaria em alcance e dire-
ção.
d. Verificação.
- Descrever os procedimentos para
registrar os dados iniciais de tiro.
- Citar as ações necessárias para a
realização da pontaria em alcance e
direção.
- Descrever os procedimentos para
o nivelamento.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Constituída uma guarnição de
morteiro, é apresentado, ao mili-
tar, um morteiro armado com o
aparelho de pontaria e um coman-
do de deriva.
O militar, na realização da tarefa,
agindo na manga de chamada,
deverá colocar a bolha do nível
transversal entre os reparos.
Constituída uma guarnição de
morteiro, é apresentado, ao mili-
tar, um morteiro armado com o
aparelho de pontaria e um coman-
do de deriva.
O militar, ao realizar a tarefa,
agindo no tambor das derivas,
deverá registrar a deriva coman-
dada e, acionando a manivela de
direção, colocar o eixo do coli-
mador, sobre o bordo esquer-
do da baliza.
Constituída uma guarnição de
morteiro apresentado, ao militar,
um morteiro armado com o apa-
relho de pontaria e um comando
de tiro.
O militar deverá registrar no
aparelho de pontaria a alça e a
deriva comandadas. Ao final da
tarefa, os mecanismos de
nivelamento deverão estar com
as bolhas de seus níveis entre
os reparos.
107.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h
Q-410
(AC)
Q-411
(AC)
Marcar a deriva de vigilân-
cia.
É constituída uma guarnição de
morteiro; apresentados, ao
militar, uma Pç Mrt com o tiro
regulado sobre o PV e o comando
de “Marcar deriva de vigilância!”.
O militar, na função envolvida,
deverá executar os procedimen-
tos para marcação da deriva.
Q-408
(HT)
Cravar as balizas suple-
mentares.
Q-409
(HT)
Identificar as característi-
cas dos diversos tipos de
tiros.
Identificar e manusear os
tipos de tabelas de tiro.
8. Tabela de tiro e réguas de tiros
a. Tipos.
b. Manuseio e leitura
- Identificar e citar os tipos de tabe-
las de tiro.
- Descrever o manuseio e o proces-
so de leitura dessas tabelas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
5. Marcação das derivas de vigi-
lância.
- Descrever as ações necessárias à
marcação da deriva de vigilância.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
É constituída uma guarnição de
Morteiro; apresentada, ao militar,
uma Pç Mrt com o tiro regulado
sobre o PV; marcada a deriva de
vigilância e determinado que se-
jam cravadas as balizas suple-
mentares.
Os militares, nas funções
envolvidas, deverão executar os
procedimentos para cravar as
balizas suplementares.
Listados os diversos tipos de tiro
pelo instrutor.
O militar deverá identificar,
corretamente, as característi-
cas do tiro enunciado.
Durante a execução de exercícios
simulados, são apresentados, ao
militar, as correções, o roteiro de
tiro e as fichas de tiros previstos
e de dados de tiro.
O militar deverá identificar,
corretamente, a tabela de tiro a
ser utilizada para extrair da
mesma os dados necessários.
7. Tipos de tiro
a. Regulagem.
b. Eficácia.
c. Transporte.
d. Tiros especiais.
e. Concentração.
f. Barragem.
- Citar as principais características
dos diversos tipos de tiros.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
6. Colocação de balizas suple-
mentares.
- Descrever as ações necessárias
para a colocação de balizas suple-
mentares.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
108.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h
Q-414
(HT)
Q-415
(HT)
Obter os dados de tiro.
Durante a execução de um exercí-
cio de tiro simulado.
Os militares deverão preparar
corretamente os documentos
utilizados e obter, com 100% de
acerto, os dados de tiro.
Q-412
(AC)
Preencher os documen-
tos de controle e condu-
ção de fogos.
Q-413
(AC)
Emitir e executar o coman-
do inicial de tiro e os co-
mandos subsequentes.
Regular o tiro.
11. Regulação
a. Finalidades.
b. Processos de regulação.
c. Procedimentos para a regu-
lação.
12. Eficácia.
- Citar as finalidades da regulação.
- Identificar os processos de
regulação.
- Escrever os procedimentos para
obter-se a regulação do tiro.
- Descrever os procedimentos para
realizar os tiros de eficácia.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
9. Dados de tiro
a. Tipos de documentos elabo-
rados para controle e condução
de fogos.
b. Elaboração dos documentos
de controle e condução de fogos.
c. Dados iniciais de tiro.
- Identificar os documentos para con-
trole e condução de fogos.
- Descrever os procedimentos para
preenchimento dos documentos de
controle e condução de fogos.
- Identificar os dados iniciais de tiro.
- Descrever os procedimentos para
obtenção dos dados iniciais de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Durante a execução de um exercí-
cio de tiro simulado, são apresen-
tados, ao militar, os documentos
de controle e condução de fogos
Os militares deverão preencher
corretamente os documentos.
O instrutor deverá planejar uma
missão de tiro simulado forne-
cendo a missão da fração, os da-
dos iniciais de tiro e observações
para correção do tiro.
Os Cmt Sec e chefes de peça
deverão emitir corretamente os
comandos de tiro inicial, coman-
do de tiro e comando de tiro
subsequente segundo as pa-
dronizações. Os componentes
da seção e peças deverão exe-
cutar as tarefas de acordo com
as técnicas preconizadas.
Apresentados, ao militar, os
documentos de controle e
condução de fogos necessários
com os dados iniciais de tiro.
Os militares deverão realizar as
operações necessárias, a fim de
obter a regulação do tiro.
10. Comandos de tiro
a. Tipos de comandos.
b. Sequência dos comandos.
c. Comando inicial de tiro.
d. Comando de tiro.
e. Comandos subsequentes.
- Identificar os tipos de comandos de
tiro.
- Identificar as finalidades dos co-
mandos de tiro.
- Descrever os procedimentos para
formulação do comando inicial de tiro.
- Descrever os procedimentos para
formulação do comando de tiro.
- Descrever os procedimentos para
formulação dos comandos subse-
quentes de tiro.
- Citar os itens constantes dos co-
mandos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
109.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h
Q-418
(AC/ HT)
Q-419
(HT)
Q-420
(AC)
Executar a observação do
tiro.
Apresentados, ao militar, os
materiais e equipamentos neces-
sários para operar um PO, o
instrutor deverá mobiliar um PO e
simular o arrebentamento de
granadas de morteiro.
O militar deverá preencher os
documentos utilizados no PO
utilizando, corretamente, o ma-
terial disponível.
Q-416
(AC)
Transmitir as observa-
ções de tiro para a central
de tiro.
Apresentados, ao militar, os
materiais e equipamentos neces-
sários para operar um PO, o
instrutor deverá mobiliar um PO e
simular o arrebentamento de
granadas de morteiro.
O militar deverá transmitir a
mensagem inicial do PO e as
observações dos tiros, segun-
do as técnicas e padronizações.
Q-417
(AC)
Descrever os tipos de observação.
- Descrever os processos de obser-
vação.
- Descrever a organização e funcio-
namento de um PO.
- Identificar os documentos utilizados
no PO.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
13. Observação
a. Tipos.
b. Processos de observação.
c. Instalação de um PO.
d. Funcionamento de um PO.
e. Documentos utilizados.
Calcular a correção do tiro.
O instrutor deverá planejar uma
missão de tiro simulado, forne-
cendo os dados iniciais de tiro e
correções subsequentes do tiro.
Os militares deverão calcular as
correções do tiro com 100% de
acerto.
Executar a correção do
tiro.
O instrutor deverá planejar uma
missão de tiro simulado, forne-
cendo os dados iniciais de tiro e
correções subsequentes do tiro.
Os militares deverão reconhe-
cer as peculiaridades dos tiros
iluminativos e fumígenos e re-
alizar os procedimentos cor-
retos para condução e controle
do tiro.
Reconhecer as peculiari-
dades dos tiros com
fumígenos e iluminativos.
O instrutor deverá planejar uma
missão de tiro simulado com mu-
nições iluminativas e fumígenas.
Os militares após receberem o
respectivo comando de tiro de-
verão registrar as correções
anunciadas, deixando as peças
em condições de tiro.
- Identificar as características dos ti-
ros iluminativos.
- Manusear as tabelas de tiro.
- Obter os dados de tiro.
- Identificar os comandos de tiro.
- Identificar as características dos ti-
ros fumígenos.
- Identificar os cuidados especiais.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
15. Tiros iluminativos
a. Características.
b. Tabelas de tiro.
c. Preparação da granada.
d. Obtenção dos dados de
tiros.
e. Comandos de tiro.
16. Tiros fumígenos
a. Características.
b. Cuidados especiais.
- Identificar as finalidades da
correção do tiro.
- Descrever os procedimentos para
calcular as correções de tiro.
- Descrever os procedimentos para
executar as correções de tiro.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
14. Correção do tiro
a. Finalidades.
b. Procedimentos para calcu-
lar as correções de tiro.
c. Procedimentos para execu-
tar as correções de tiro.
110.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h
Q-423
(TE)
Q-424
(TE)
Q-425
(TE)
Obter um feixe paralelo.
Apresentados, ao militar, dados
necessários para um feixe
paralelo.
Os militares deverão realizar as
ações necessárias para obter e
corrigir o feixe.
Q-421
(HT)
Apresentados, ao militar, dados
necessários para um feixe con-
vergente.
Os militares deverão realizar as
ações necessárias para obter e
corrigir o feixe.
Q-422
(HT)
- Descrever o processo de obten-
ção do feixe paralelo.
- Descrever o processo de obten-
ção do feixe convergente.
- Descrever o processo de obten-
ção do feixe aberto.
Descrever o processo de obtenção
do feixe especial.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
17. Tipos de feixes
a. Finalidades.
b. Procedimentos.
Realizar a instrução prepa-
ratória para o tiro.
De acordo com as IGTAEx.
De acordo com os padrões das
IGTAEx.
Realizar o tiro com simu-
lador/redutor de calibre.
Apresentados, ao militar, um
morteiro, uma posição de tiro, os
dados iniciais de tiro, PV, o
sistema redutor do Morteiro e a
munição adequada.
De acordo com os padrões das
IGTAEx
Realizar o tiro do arma-
mento.
De acordo com as IGTAEx
Os militares deverão regular o
tiro sobre o PV com três tiros.
- Executar o tiro real.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Exercício de Tiro Real.
- Executar a IPT.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
18. Instrução preparatória para o
tiro.
- Executar tiros em campo reduzido.
- Identificar os tipos de simuladores/
redutores de calibre.
- Descrever o procedimento para re-
alizar o tiro com o simulador/redutor
de calibre.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
- Exercícios de tiro em campo re-
duzido.
- Tipos de simuladores/redutores
de calibre.
a. Funcionamento.
b. Procedimentos para opera-
ção.
Obter um feixe conver-
gente.
111.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
42. TRANSPORTE DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 21h
Q-403
(AC)
Q-404
(AC)
Q-405
(AC)
Embarcar munição em
uma viatura, arrumando-a
e imobilizando-a.
Q-401
(AC)
Calcular a munição que
pode embarcar munição
em uma viatura, arruman-
do-a e imobilizando-a.
Apresentada, ao militar, a seguin-
te situação:
- uma viatura vazia;
- um grupo de seis soldados;
- cunhetes vazios de munição em
quantidade superior ao permitido
para transporte na viatura, deven-
do existir tipos diferentes de mu-
nição;
- tabelas de cálculo de peso e vo-
lume para a munição apresenta-
da;
- material necessário para a amar-
ração da carga;
- um ponto de destino próximo e
uma relação da munição que deve-
rá ser desembarcada e distribuí-
da nesse ponto; e
- a capacidade máxima em peso e
volume da viatura.
O militar deverá, obedecendo às
prescrições técnicas e às nor-
mas de segurança, executar ou
fiscalizar as seguintes opera-
ções:
- embarque da munição e de-
sembarque no ponto de desti-
no;
- cálculo da munição que pode
ser embarcada;
- arrumação e imobilização da
carga; e
- distribuição da munição ponto
de destino.
Q-402
(AC)
Executar o mecanismo de
transporte de munição, a
braço e em viatura, até um
ponto de destino.
Executar medidas de se-
gurança no transporte da
munição.
Participar do desembar-
que e distribuir a munição
num ponto de destino.
1. Prescrições gerais sobre o
transporte de explosivos e muni-
ções
2. Tipos e características dos
meios de transporte
3. Distribuição e arrumação nos
meios de transporte.
4. Imobilização, cuidados e medi-
das de segurança no transporte
5. Mecanismo do transporte a
braço e(ou) em viaturas para as
subunidades ou até as posições
de tiro.
6. Cuidados especiais no carre-
gamento e descarregamento dos
explosivos e munições.
7. Cálculo de peso e volume para
transporte de munição.
- Citar os tipos e características do
meios de transporte.
- Distribuir e arrumar os explosivos
ou munições no meio de transporte
utilizado.
- Citar as medidas de segurança no
transporte de explosivos e munições.
- Descrever o mecanismo de
transporte, a braço e em viaturas,
para as subunidades ou até as
posições de tiro.
- Citar os cuidados especiais no car-
regamento e descarregamento dos
explosivos e munições.
- Calcular o peso e volume da muni-
ção para o transporte.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
112.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-403
(TA)
Identificar as missões e
deveres do vigia.
Q-401
(AC)
Apresentadas, ao militar, senha e
a contra-senha correspondente.
A seguir, será indicado, um sinal
de reconhecimento pelo proces-
so de números. Em seguida, o
instrutor dirá um número.
O militar deverá responder a
contra-senha, correspondente à
senha lançada, e responder o
número que somado ou subtra-
ído, conforme o caso, totalize o
número do sinal de reconheci-
mento indicado.
Q-402
(AC)
Operar um posto de vigi-
lância (em face do deser-
tor inimigo).
Em um terreno que possibilite a
instalação de postos de vigia ou
escuta e com uma figuração de
dez elementos, o instrutor deverá
instalar postos de vigia operados
pelos militares de um mesmo GC.
Serão simulados, então, aconteci-
mentos comuns frente a um pos-
to de vigia.
A atuação de cada militar, deve-
rá ser, para cada situação
apresentada, de acordo com o
previsto nos manuais
Identificar-se, pelo pro-
cesso de senha e contra-
senha e sinal de reconhe-
cimento.
No terreno, em um posto de vigia
simulado, o instrutor deverá citar
as finalidades, missões e deveres
de um vigia.
O militar deverá identificar, com
correção, pelo menos 80% dos
deveres e missões do vigia.
1. Vigia
Posto de Vigilância (posto de
vigia – posto de escuta).
a. Finalidade.
b. Características de um PV.
c. Missão do vigia.
d. Estudo do setor.
e. Artifícios para vigilância
noturna.
f. Sinais de reconhecimento.
g. Senha e Contra-senha.
h. Adição e subtração de
números.
i. Vigias duplos.
j. Deveres gerais do vigia.
l. Procedimentos do vigia com:
1) desertores inimigos;
2) tropa que se aproxima;
3) parlamentário; e
4) o aparecimento do ini-
migo.
- Citar a finalidade de um PV.
- Descrever um PV.
- Descrever a missão do vigia.
- Citar as regras relativas à vigilân-
cia de um panorama.
- Identificar as particularidades a se-
rem observadas na vigilâncianoturna.
- Citar os sinais de reconhecimento
normalmente utilizados.
- Distinguir os procedimentos a se-
rem utilizados em cada tipo de sinal.
- Citar as condições com que devam
ser empregados vigias duplos.
- Descrever as condições de empre-
go de vigias duplos.
- Citar os deveres gerais do vigia.
- Descrever o procedimento do vigia
em situações diversas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
113.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-406
(TA)
Operar um posto de vigi-
lância (em face da tropa
amiga).
Q-404
(TA)
Parlamentário.
Dois elementos com uniforme do
preposto inimigo, desarmados e
portanto bandeira branca, aproxi-
mam-se da posição.
Prevenir o comandante do pos-
to de vigia.
Fazer com que o parlamentário
e seu acompanhamento não
observem o interior da posição,
mantendo-os de costas.
Q-405
(TA)
Operar um posto de vigi-
lância (em face do inimi-
go).
Aparecimento do Inimigo.
Três elementos, com uniforme da
tropa inimiga, realizando um reco-
nhecimento devem passar próxi-
mo às posições de vigia.
Após os incidentes, deverá haver
rodízio entre os ocupantes do PV
e os demais integrantes do GC.
Manter-se despercebido.
Continuar a vigiar.
Alertar o comandante do PV.
Só atirar se não houver alter-
nativa.
Operar um posto de vigi-
lância (em face do parla-
mentário Inimigo).
Tropa que se aproxima.
Cinco elementos, com uniforme
da tropa amiga, figurando uma pa-
trulha, aproximam-se da posição
do vigia.
Intimar a tropa a fazer alto.
Manter a tropa a distância.
Mandar o comandante da tropa
aproximar-se para ser reconhe-
cido.
Avisar, imediatamente, ao co-
mandante do PV da aproxima-
ção da tropa.
(Continuação)(Continuação)
1. Vigia
Posto de Vigilância (posto de
vigia – posto de escuta).
a. Finalidade.
b. Características de um PV.
c. Missão do vigia.
d. Estudo do setor.
e. Artifícios para vigilância
noturna.
f. Sinais de reconhecimento.
g. Senha e Contra-senha.
h. Adição e subtração de
números.
i. Vigias duplos.
j. Deveres gerais do vigia.
l. Procedimentos do vigia com:
1) desertores inimigos;
2) tropa que se aproxima;
3) parlamentário; e
4) o aparecimento do ini-
migo.
- Citar a finalidade de um PV.
- Descrever um PV.
- Descrever a missão do vigia.
- Citar as regras relativas à vigilân-
cia de um panorama.
- Identificar as particularidades a se-
rem observadas na vigilância noturna.
- Citar os sinais de reconhecimento
normalmente utilizados.
- Distinguir os procedimentos a se-
rem utilizados em cada tipo de sinal.
- Citar as condições com que devam
ser empregados vigias duplos.
- Descrever as condições de empre-
go de vigias duplos.
- Citar os deveres gerais do vigia.
- Descrever o procedimento do vigia
em situações diversas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
114.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-409
(TA)
Operar um posto de vigi-
lância (informar sobre a
sua situação no PV).
Ao retirar-se de sua posição no
PV, o militar será interrogado a
respeito do (a):
- direção do inimigo;
- seu número no posto;
- seu setor no terreno vigiado; e
- localização dos vigias vizinhos.
Durante a execução da tarefa o
militar deverá indicar com acer-
to:
- direção do inimigo;
- seu número no posto;
- setor do terreno a vigiar; e
- locais dos vigias vizinhos.
Q-407
(TA)
Identificar as missões e
deveres do esclarecedor.
Q-408
(AC)
Atuar como esclarecedor
(relatar a observação).
2. Esclarecedor
a. Papel do Esclarecedor.
b. Missão do Esclarecedor.
c. Escolha da posição para
observar.
d. Procedimento durante o dia
e à noite.
e. Maneira de descrever o que
foi observado.
f. Progressão de um ponto de
observação a outro.
g. Conduta do esclarecedor
1) quando estiver perdido
no terreno; e
2) em caso de cair prisio-
neiro ou de emboscado.
h. Reconhecimento de umitine-
rário.
i. Amarração pelos pontos
importantes do terreno.
j. Reconhecimento de bos-
ques, povoados, casas
isoladas, pontes.
l. Interpretação dos indícios
deixados pelo inimigo.
- Descrever importância do escla-
recedor.
- Descrever a missão do escla-
recedor.
- Citar os requisitos de uma posição
de observação.
- Distinguir o procedimento do
esclarecedor, durante o dia, do pro-
cedimento à noite.
- Descrever, corretamente, o que foi
observado.
- Descrever o procedimento para a
mudança de um ponto de observa-
ção a outro.
- Descrever o procedimento do
esclarecedor ao perder-se.
- Descrever o procedimento do
esclarecedor ao cair prisioneiro ou
cair numa emboscada.
- Citar as características a serem
observadas, durante o reconheci-
mento de um itinerário.
- Descrever a amarração de um iti-
nerário pelos pontos importantes do
terreno.
- Descrever o procedimento dos
esclarecedores ao reconhecerem
bosque, povoados, casas isoladas
e pontes.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
No terreno, o instrutor deverá ci-
tar as finalidades, missões e de-
veres de um esclarecedor.
O militar deverá identificar, com
correção, pelo menos 80% dos
deveres e missões do escla-
recedor
Durante o dia, em um terreno que
permita a escolha de diversas po-
sições de observação, o instrutor
deverá colocar, à frente dessas
posições a distâncias variadas,
homens, materiais, equipamentos
e instalações diversas, sendo que
alguns camuflados.
Em seguida, mostrará, aos milita-
res, a área para escolha das posi-
ções de observação e o setor a
observar.
A mesma atividade deverá ser re-
petida à noite.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- escolher a posição de obser-
vação adequada ao setor a ob-
servar;
- observar o terreno, de acordo
com um dos processos preco-
nizados para a observação;
- relatar, com precisão, a obser-
vação realizada; e
- identificar no terreno os ho-
mens, matériais, equipa-
mentos e instalações.
115.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-410
(TA)
Durante o percurso, os militares
deverão encontrar os seguintes
incidentes:
- ponte;
- bosque ou macega; e
- casario, em seqüência que mais
se adapte ao terreno.
Aspectos particulares dos inci-
dentes:
- a ponte poderá ser natural ou
simulada; e
- o bosque ou macega deverá per-
mitir o deslocamento de um GC
por esquadras justapostas, em
seu interior. A casa ou casario
deverá conter material inimigo em
seu interior, (cantil, capacete,
binóculo), com marcas de
deslocamento em determinada
direção.
Em relação à ponte, um militar
deverá abrigar-se e propor-
cionar apoio ao outro, que irá se
aproximar da ponte e examiná-
la, detalhadamente, em busca
de armadilhas ou cargas de de-
molição.
Em relação ao bosque ou
macega os militares deverão
abrigar-se e observar a orla da
mata cuidadosamente.
Em seguida, um dos militares
deverá permanecer na posição
dando proteção ao companhei-
ro que irá até a orla anterior da
mata e tomará posição para pro-
teger o lance do companheiro.
Q-411
(TA)
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá comparar o esbo-
ço com o terreno e locar os pon-
tos importantes do terreno,
amarrando o itinerário antes da
partida.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- escolher a posição de obser-
vação adequada ao setor a ob-
servar;
- observar o terreno, de acordo
com um dos processos preco-
nizados para observação;
- relatar, com precisão, a obser-
vação realizada; e
- identificar no terreno os ho-
mens, materiais, equipamen-
tos e instalações.
Atuar como esclarecedor
(reconhecer um itinerá-
rio).
Em um terreno que possibilite
movimento através estrada e(ou)
campo, numa extensão de 8 Km, e
comporte figuração de dez ele-
mentos;
O instrutor organizará os militares
em duplas de esclarecedores,
obedecendo, ao máximo, à integri-
dade do GC.
Em seguida, após fornecer o espa-
ço da região onde estará marcado
o itinerário a ser percorrido, os
militares serão liberados de 20 em
20 minutos.
O itinerário deverá ser ercorrido
em passo normal, como se os
militares estivessem sendo se-
guidos por uma tropa regular.
- Identificar a presença do inimigo em
uma área através dos indícios deixa-
dos.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
Atuar como esclarecedor
(percurso escola).
(Continuação)
2. Esclarecedor
a. Papel do Esclarecedor.
b. Missão do Esclarecedor.
c. Escolha da posição para
observar.
d. Procedimento durante o dia
e à noite.
e. Maneira de descrever o que
foi observado.
f. Progressão de um ponto de
observação a outro.
g. Conduta do esclarecedor
1) quando estiver perdido
no terreno; e
2) em caso de cair prisio-
neiro ou de emboscado.
h. Reconhecimento de um itine-
rário.
i. Amarração pelos pontos
importantes do terreno.
j. Reconhecimento de bos-
ques, povoados, casas
isoladas, pontes.
l. Interpretação dos indícios
deixados pelo inimigo.
116.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Q-411
(TA)
Q-414
(TA)
Após este movimento um dos
militares deverá permanecer
apoiando, na orla já reconheci-
da, enquanto o outro reconhe-
cerá a outra orla.
Em relação ao casario, os milita-
res deverão abrigar-se e prote-
ger o companheiro que deverá
realizar um minucioso reconhe-
cimento da casa, observando os
seguintes procedi-mentos:
- não tocar em nenhum objeto;
- precaver-se contra armadilhas;
- localizar as pegadas; e
- interpretar as pegadas.
Q-412
(TA)
Atuar como esclarecedor
(observar o desloca-
mento do inimigo).
Q-413
(TA)
Atuar como esclarecedor
(face aos tiros de arma
automática).
Atuar como esclarecedor
(face ao inimigo fora do
alcance útil da arma).
Quando os militares atingirem um
determinado ponto, a figuração,
usando uniformes que simulem
o inimigo, lançará uma patrulha
composta por quatro homens.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá:
- abrigar-se imediatamente;
- ver sem ser visto; e
- informar a presença e nature-
za do inimigo.
Em determinado ponto do itine-
rário, figuração, de uma posição
coberta, abre fogo com uma arma
automática, contra os militares.
Durante a execução da tarefa,
os militares deverão:
- abrigar-se;
- localizar a arma;
- informar;
- responder ao fogo; e
- prosseguir.
Três elementos da figuração, a
uma distância superior ao alcance
útil das armas, devem abrir fogo.
Durante a execução da tarefa,
os militares deverão:
- abrigar-se;
- localizar o inimigo;
- informar; e
- prosseguir.
(Continuação)
(Continuação)
Durante o percurso, os militares
deverão encontrar os seguintes
incidentes:
- ponte;
- bosque ou macega; e
- casario, em seqüência que mais
se adapte ao terreno.
Aspectos particulares dos inci-
dentes:
- a ponte poderá ser natural ou si-
mulada; e
- o bosque ou macega deverá per-
mitir o deslocamento de um GC
por esquadras justapostas, em
seu interior. A casa ou casario de-
verá conter material inimigo em
seu interior, (cantil, capacete, bi-
nóculo), com marcas de desloca-
mento em determinada direção.
Atuar como esclarecedor
(reconhecer um itinerá-
rio).
(Continuação)
2. Esclarecedor
a. Papel do Esclarecedor.
b. Missão do Esclarecedor.
c. Escolha da posição para
observar.
d. Procedimento durante o dia
e à noite.
e. Maneira de descrever o que
foi observado.
f. Progressão de um ponto de
observação a outro.
g. Conduta do esclarecedor
1) quando estiver perdido
no terreno; e
2) em caso de cair prisio-
neiro ou de emboscado.
h. Reconhecimento de um itine-
rário.
i. Amarração pelos pontos
importantes do terreno.
j. Reconhecimento de bos-
ques, povoados, casas
isoladas, pontes.
l. Interpretação dos indícios
deixados pelo inimigo.
- Descrever importância do escla-
recedor.
- Descrever a missão do escla-
recedor.
- Citar os requisitos de uma posição
de observação.
- Distinguir o procedimento do
esclarecedor, durante o dia, do pro-
cedimento à noite.
- Descrever, corretamente, o que foi
observado.
- Descrever o procedimento para a
mudança de um ponto de observa-
ção a outro.
- Descrever o procedimento do
esclarecedor ao perder-se.
- Descrever o procedimento do
esclarecedor ao cair prisioneiro ou
cair numa emboscada.
- Citar as características a serem
observadas, durante o reconheci-
mento de um itinerário.
- Descrever a amarração de um iti-
nerário pelos pontos importantes do
terreno.
- Descrever o procedimento dos
esclarecedores ao reconhecerem
bosque, povoados, casas isoladas
e pontes.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento das tarefas constantes dos
OII.
(Continuação)
117.00
OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO
SUGESTÕES PARA
TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS
INTERMEDIÁRIOS
TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h
Identificar os equipa-
mentos de controle de
destúrbio empregados
por tropas hipomóvel
Q-401
(AC)
1. Equipamentos de controle de
distúrbios
a. Equipamentos:
1) lança;
2) espada;
3) cassetete;
4) arma de curto alcance;
5) capacete com flexível;
6) capacete com viseira; e
7) colete à prova de bala.
2. Encilhagem do cavalo.
- Identificar os equipamentos, de
controle de distúrbios, empregados
por tropa hipomóvel.
- Encilhar um cavalo.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
O instrutor deverá dispor o
equipamento utilizado por uma
tropa a cavalo, os instruendos de-
verão identificá-los e executar a
encilhagem correta.
Cada militar deverá identificar os
equipamentos empregados em
controle de distúrbios, para
tropas hipomóvel.
44. CONTROLE DE DISTÚRBIOS COM TROPAS HIPOMÓVEL
Emetir e executar movi-
mentos com armas, para
controle de distúrbios.
Q-402
(AC)
3. O movimentos com armamento
a. Molinete:
1) horizontal;
2) vertical; e
3) transversal.
- Citar a finalidade do emprego dos
diferentes tipos de armas usadas
pela tropa hipomóvel.
- Executar os movimentos com ar-
mas.
- Demonstrar aptidão para o cumpri-
mento da tarefa constante do OII.
Com a tropa montada, o instrutor
deverá emitir os diversos
comandos de movimentos com
armas.
Durante a execução, o militar
deverá manter-se correta-
mente, em seu lugar em forma
e executar os movimentos
comandos pelo instrutor.
Emitir e executar coman-
dos para mudança de
frente e(ou) formação, e
andadura.
Q-403
(AC)
4. O operações de controle de
Distúrbios (OD)
a. Organização da tropa
b. Mudança de frente
c. Formações previstas:
1) em coluna;
2) em batalha;
3) em linha;
4) em coluna;
5) em ecalão à direita ou à
esquerda; e
6) apoio central ou lateral
à direita ou esquerda.
- Descrever as ações a serem
realizadas pelo grupo, relativas aos
comandos de mudança de frente
e(ou) formação, e andadura
- Demonstrar aptidão para o
cumprimento da tarefa constante
do OII.
Em um local do terreno, é
constituido um GC pelos militares.
O instrutor deverá emitir os
diversos comandos de mudança
de frente e(ou) formação, e anda-
dura.
Durante a execução da tarefa, o
militar deverá manter-se,
corretamente, em seu lugar nas
diversas formações e prestar
atenção e obediência aos
comandos emitidos, indepen-
dênte da conformação do
terreno e(ou) da ação da turba.
118.00
DEVER
PÁTRIA
UNIDOS PELO LAÇO DA HONRA

PROGRAMA-PADRÃO DE INSTRUÇÃO QUALIFICAÇÃO DO CABO E DO SOLDADO DE CAVALARIA PPQ 02/2

  • 1.
    1.00 SEM OBJETIVOS BEM DEFINIDOS, SOMENTEPOR ACASO, CHEGAREMOS A ALGUM LUGAR PPQ 02/2 PROGRAMA-PADRÃO DE INSTRUÇÃO QUALIFICAÇÃO DO CABO E DO SOLDADO DE CAVALARIA 3ª Edição - 2001
  • 2.
    3.00 FASE DE INSTRUÇÃOINDIVIDUAL DE QUALIFICAÇÃO (INSTRUÇÃO PECULIAR DE CAVALARIA) OBJETIVODAINSTRUÇÃOINDIVIDUALDEQUALIFICAÇÃO (INSTRUÇÃOPECULIARDECAVALARIA) CAPACITAR O SOLDADO PARA SER EMPREGADO NA DEFESA EXTERNA
  • 3.
    4.00 ÍNDICE Página I. INTRODUÇÃO .......................................................................................................................................................................................7.00 01. Finalidade ............................................................................................................................................................................................ 8.00 02. Objetivos da Fase ................................................................................................................................................................................. 8.00 03. Estrutura da Instrução ............................................................................................................................................................................ 8.00 04. Direção e Condução da Instrução ........................................................................................................................................................ 10.00 05. Tempo Estimado ................................................................................................................................................................................. 11.00 06. Validação do PPQ 02/2 ....................................................................................................................................................................... 11.00 07. Estrutura do PPQ 02/2......................................................................................................................................................................... 11.00 08. Normas Complementares .................................................................................................................................................................... 12.00 II. PROPOSTA PARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO................................................................................................................................ 13.00 01. Quadro Geral de Distribuição de Tempo............................................................................................................................................... 14.00 02. Quadro de Distribuição de Tempo Destinado à Instrução Peculiar por Grupamento de Instrução............................................................ 15.00 III. MATÉRIAS PECULIARES DAS QMP DE CAVALARIA ....................................................................................................................... 19.00 01. MP 08. Acondicionamento de Explosivos e Munições ..................................................................................................................... 20.00 02. MP 09. Armamento, Munição e Tiro ................................................................................................................................................ 24.00 03. MP 10. Cadeia de Suprimento Classe V ......................................................................................................................................... 30.00 04. MP 11. Manutenção do Material ...................................................................................................................................................... 31.00 05. MP 12. Comunicações ................................................................................................................................................................... 34.00 06. MP 13. Cuidados com Animais ....................................................................................................................................................... 37.00 07. MP 14. Destruição de Explosivos e Munições ................................................................................................................................. 39.00 08. MP 15. Direção de Trânsito ............................................................................................................................................................ 40.00 09. MP 16. Equitação .......................................................................................................................................................................... 41.00 10. MP 17. Escola da Guarnição/CC-VBR ............................................................................................................................................ 42.00 11. MP 18. Escola da Guarnição/Explorador ......................................................................................................................................... 48.00 12. MP 19. Escola da Guarnição/Fzo Bld .............................................................................................................................................. 50.00 13. MP 20. Escrituração ....................................................................................................................................................................... 54.00 14. MP 21. O Explorador e a Patrulha ................................................................................................................................................... 55.00 15. MP 22. Explosivos e Destruições .................................................................................................................................................... 58.00
  • 4.
    5.00 16. MP 23.Fortificação de Campanha.................................................................................................................................................. 60.00 18. MP 24. Inspeção de Explosivos e Munições .................................................................................................................................... 61.00 19. MP 25. Maneabilidade da Peça/Seção/AAC/Traj Curva................................................................................................................... 62.00 20. MP 26. Maneabilidade da Peça/Seção/Metralhadora ...................................................................................................................... 66.00 21. MP 27. Maneabilidade/CC-VBR ..................................................................................................................................................... 69.00 22. MP 28. Maneabilidade/Exploradores .............................................................................................................................................. 70.00 23. MP 29. Maneabilidade/Fzo Bld ....................................................................................................................................................... 73.00 24. MP 30. Minas e Armadilhas ........................................................................................................................................................... 77.00 25. MP 31. Munições e Explosivos ....................................................................................................................................................... 79.00 26. MP 32. Observação ....................................................................................................................................................................... 81.00 27. MP 33. Ordem Unida a Cavalo ....................................................................................................................................................... 84.00 29. MP 34. Patrulha ............................................................................................................................................................................. 87.00 30. MP 35. Reconhecimento e Segurança ............................................................................................................................................ 88.00 31. MP 36. Técnica do Material/AAC .................................................................................................................................................... 91.00 32. MP 37. Técnica do Material/Metralhadora ....................................................................................................................................... 94.00 33. MP 38. Técnica do Material/Traj Curva ............................................................................................................................................ 96.00 33. MP 39. Técnica de Tiro/AAC .......................................................................................................................................................... 99.00 33. MP 40. Técnica de Tiro/Metralhadora ............................................................................................................................................ 101.00 33. MP 41. Técnica de Tiro/Traj Curva................................................................................................................................................. 105.00 33. MP 42. Transporte de Explosivos e Munições .................................................................................................................................111.00 33. MP 43. Vigilância e Reconhecimento ............................................................................................................................................ 112.00 34. MP 44. Controle de Distúrbios com Tropa Hipomóvel .................................................................................................................... 117.00
  • 5.
  • 6.
    7.00 Em razão doSistema de Validação (SIVALI - PP), que manterá este documento permanentemente atualizado, o presente exemplar deverá ser distribuído com vinculação funcional e mantido sob controle da OM, responsável pela execução da instrução. As páginas que se seguem contêm uma série de informações, cuja leitura é considerada indispensável aos usuários do presente Programa-Padrão de Instrução. I. INTRODUÇÃO
  • 7.
    8.00 I. INTRODUÇÃO 1. FINALIDADE EstePrograma-Padrão regula a Fase de Instrução Individual de Qualificação - Instrução Peculiar (FIIQ-IP) e define objetivos que permi- tam qualificar o Combatente, isto é, o Cabo e o Soldado de Cavalaria, aptos a ocupar cargos correspondentes às suas funções nas diversas Organizações Militares, passando-os à condição de Reser vista de Pri- meira Categoria (Combatente Mobilizável). 2. OBJETIVOS DA FASE a. Objetivos Gerais 1) Qualificar o Combatente. 2) Formar o Cabo e o Soldado, habilitando-os a ocupar cargos previstos para uma determinada QMP de uma QMG na U/SU. 3) Formar o Reservista de Primeira Categoria (Combatente Mobilizável). 4) Prosseguir no desenvolvimento do valor moral dos Cabos e Soldados. 5) Prosseguir nos estabelecimento de vínculos de liderança entre comandantes (em todos os níveis) e comandados. b. Objetivos Parciais 1) Completar a formação individual do Soldado e formar o Cabo. 2) Aprimorar a formação do caráter militar dos Cb e Sd. 3) Prosseguir na criação de hábitos adequados à vida militar. 4) Prosseguir na obtenção de padrões de procedimentos neces- sários à vida militar. 5) Continuar a aquisição de conhecimentos necessários à forma- ção do militar e ao desempenho de funções e cargos específicos das QMG/QMP. 6) Aprimorar os reflexos necessários à execução de técnicas e táticas individuais de combate. 7) Desenvolver habilitações técnicas que correspondem aos co- nhecimentos e as habilidades indispensáveis ao manuseio de materiais bélicos e a operações de equipamentos militares. 8) Aprimorar os padrões de Ordem Unida obtidos na IIB. 9) Prosseguir no desenvolvimento da capacidade física do com- batente. 10) Aprimorar reflexos na execução de Técnicas e Táticas Indivi- duais de Combate. c. Objetivo-síntese - Capacitar o soldado para ser empregado na Defesa Externa. 3. ESTRUTURA DA INSTRUÇÃO a. Características 1) O programa de treinamento constante deste PP foi elaborado a partir de uma análise descritiva de todos os cargos a serem ocupados por Cabos e Soldados, nas diversas QMG/QMP. Portanto, as matérias, os assuntos e os objetivos propostos estão intimamente relacionados às peculiaridades dos diferentes cargos existentes. 2) A instrução do CFC e CFSd compreende: a) matérias comuns a todas QMG/QMP; b) matérias peculiares, destinadas a habilitar o Cb e Sd a ocu- par determinados cargos e a desempenhar funções específicas, dentro de sua QMP; e c) o desenvolvimento de atitudes e habilidades necessárias à formação do Cb e Sd para o desempenho de suas funções específicas.
  • 8.
    9.00 3) As instruçõescomum e peculiar compreendem: a) um conjunto de matérias; b) um conjunto de assuntos integrantes de cada matéria; c) um conjunto de sugestões para objetivos intermediários; e d) um conjunto de objetivos terminais, chamados Objetivos Individuais de Instrução (OII), que podem ser relacionados a conhecimentos, habilidades e atitudes. 4) As matérias constituem as áreas de conhecimentos e de habilidades necessárias à Qualificação do Cabo e do Soldado. 5) Os assuntos relativos a cada matéria são apresentados de for- ma seqüenciada. Tanto quanto possível, as matérias necessárias à formação do Cabo e do Soldado, para a ocupação de cargos afins, fo- ram reunidas de modo a permitir que a instrução possa vir a ser planejada para grupamentos de militares que, posteriormente, serão designados para o exercício de funções correlatas. 6) A habilitação de pessoal para cargos exercidos no âmbito de uma guarnição, equipe ou grupo, exige um tipo de treinamento que se reveste de características especiais, uma vez que se deve atender aos seguintes pressupostos: a) tornar o militar capaz de executar, individualmente, as atividades diretamente relacionadas às suas funções dentro da guarnição, equipe ou grupo; b) tornar o militar capaz de integrar a guarnição, a equipe ou o grupo, capacitando-o a realizar as suas atividades funcionais em conjunto com os demais integrantes daquelas frações; e c) possibilitar ao militar condições de substituir, temporaria- mente, quaisquer componentes da guarnição, da equipe ou do grupo. Desses pressupostos, decorre que a instrução relacionada a cargos exercidos dentro de uma guarnição de peça, de carro de combate (ou CBTP), de equipamentos (ou materiais), dentro de um grupo de combate ou de um grupo de exploradores, está prevista, tanto quanto possível, para ser ministrada em conjunto, a todos os integrantes dessas frações. 7) As sugestões para objetivos intermediários são apresentadas como um elemento auxiliar para o trabalho do instrutor. A um assunto pode corresponder um ou vários objetivos intermediários. Outros objetivos intermediários poderão ser estabelecidos além daqueles constantes deste PP. O Comandante da Subunidade é o orientador do instrutor da matéria, na determinação dos objetivos intermediários a serem atingi- dos. 8) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados aos conhecimentos e às habilidades, correspondem aos comportamentos que o militar deve evidenciar, como resultado do processo ensino-apren- dizagem a que foi submetido no âmbito de determinada matéria. Uma mesma matéria compreende um ou vários OII. Um Objetivo Individual de Instrução, relacionado a conhecimentos ou habilidades, compreende: a) a tarefa a ser executada, que é a indicação precisa do que o militar deve ser capaz de fazer ao término da respectiva instrução; b) a(s) condição(ões) de execução que indica(m) as circuns- tâncias ou situações oferecidas ao militar, para que ele execute a tarefa proposta. Essa(s) condição(ões) deve(m) levar em consideração as di- ferenças regionais e as características do militar; e c) o padrão mínimo a ser atingido determina o critério da ava- liação do desempenho individual. 9) Os Objetivos Individuais de Instrução (OII), relacionados à Àrea Afetiva, detalhados nos PPB/1 e PPB/2, correspondem aos atributos a serem evidenciados pelos militares, como resultado da ação educacio- nal exercida pelos instrutores, independente das matérias ou assuntos ministrados. Os OII compreendem os seguintes elementos: a) o nome do atributo a ser evidenciado, com a sua respectiva definição; b) um conjunto de condições dentro das quais o atributo pode- rá ser observado; e c) o padrão - evidência do atributo.
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    10.00 Os Comandantes deSubunidades e Instrutores continuarão apre- ciando o comportamento do militar em relação aos atributos da Área Afetiva, considerados no PPB/1 - PPB/2, ao longo da fase de Instrução. b. Fundamentos da Instrução Individual Consultar o PPB/1. 4. DIREÇÃO E CONDUÇÃO DA INSTRUÇÃO a. Responsabilidades 1) O Comandante, Chefe ou Diretor de OM é o responsável pela Direção de Instrução de sua OM. Cabe-lhe, assessorado pelo S3, planejar, coordenar, controlar, orientar e fiscalizar as ações que permi- tam aos Comandantes de Subunidades e(ou) de Grupamento de Instrução elaborarem a programação semanal de atividades e a execução da instrução propriamente dita. 2) O Grupamento de Instrução do Curso de Formação de Cabos (CFC) deverá ser dirigido por um oficial, de preferência Capitão, que será o responsável pela condução das atividades de instrução do curso. O Comandante, Chefe ou Diretor de OM poderá modificar ou es- tabelecer novos OII, tarefas, condições ou padrões mínimos , tendo em vista adequar as características dos militares e as peculiaridades da OM à consecução dos Objetivos da Fase. b. Ação do S3 1) Realizar o planejamento da Fase de Instrução Individual de Qualificação, segundo o preconizado no PBIM e nas diretrizes e(ou) or- dens dos escalões enquadrantes. 2) Coordenar e controlar a instrução do CFC e do CFSd, a fim de que os militares alcancem os OII de forma harmônica, equilibrada e consentânea com prazos e interesses conjunturais, complementando os critérios para os padrões mínimos, quando necessário. 3) Providenciar a confecção de testes, fichas,ordens de instrução e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização das condi- ções de execução e de consecução dos padrões mínimos previstos nos OII. 4) Providenciar a organização dos locais e das instalações para a instrução e de outros meios auxiliares, necessários à uniformização das condições de execução e de consecução dos padrões mínimos pre- vistos nos OII. 5) Planejar a utilização de áreas e meios de instrução, de forma a garantir uma distribuição equitativa pelas Subunidades ou Grupamento de Instrução. 6) Organizar a instrução da OM, de modo a permitir a compatibi- lidade e a otimização da instrução do EV com a do NB (CTTEP). c.Ação dos Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução Os Comandantes de SU e(ou) de Grupamentos de Instrução de- verão ser chefes de uma equipe de educadores a qual, por meio de ação contínua, exemplos constantes e devotamento à instrução, envidarão todos os esforços necessários à consecução, pelos instruendos, dos padrões mínimos exigidos nos OII previstos para a FIIQ. d. Métodos e Processos de Instrução 1) Os elementos básicos que constituem o PP são as Matérias, os Assuntos, as Tarefas, e os Objetivos Intermediários. 2) Os métodos e processos de instrução, preconizados nos ma- nuais C 21-5 e T 21-250 e demais documentos de instrução, deverão ser criteriosamente selecionados e combinados, a fim de que os OII relacio- nados a conhecimentos e habilidades, definidos sob a forma de “tarefa”, “condições de execução” e “padrão mínimo”, sejam atingidos pelos instruendos. 3) Durante as sessões de instrução, o Soldado deve ser coloca- do, tanto quanto possível, em contato direto com situações semelhantes às que devam ocorrer no exercício dos cargos para os quais está sendo
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    11.00 preparado. A instruçãoque não observar o princípio do realismo (T 21- 250) corre o risco de tornar-se artificial e pouco orientada para os objetivos que os instruendos têm de alcançar. Os meios auxiliares e os exercícios de simulação devem dar uma visão bem próxima da realidade, visualizando, sempre que possível, o desempenho das funções em situa- ção de combate ou de apoio ao combate. 4) Em relação a cada uma das matérias da QMP, o instrutor deve- rá adotar os seguintes procedimentos: a) analisar os assuntos e as sugestões para objetivos interme- diários, procurando identificar a relação existente entre eles. Os assun- tos e as sugestões para objetivos intermediários são poderosos auxilia- res da instrução. Os objetivos intermediários fornecem uma orientação segura sobre como conduzir o militar para o domínio dos OII; são, por- tanto, pré-requisitos para esses OII; e b) analisar os OII em seu tríplice aspecto: tarefa, condições de execução e padrão mínimo. Estabelecer, para cada OII, aquele(s) que deverá(ão) ser executado(s) pelos militares, individualmente ou em equi- pe; analisar as condições de execução, de forma a poder torná-las real- mente aplicáveis na fase de avaliação. 5) Todas as questões levantadas quanto à adequação das “con- dições de execução” e do “padrão mínimo” deverão ser levadas ao Co- mandante da Unidade, a fim de que ele, assessorado pelo S3, decida sobre as modificações a serem introduzidas no planejamento inicial. 6) Os OII relacionados à área afetiva são desenvolvidos durante toda a fase e não estão necessariamente relacionados a um assunto ou matéria, mas devem ser alcançados em conseqüência de situações criadas pelos instrutores no decorrer da instrução, bem como de todas as vivências do Soldado no ambiente militar. O desenvolvimento de ati- tudes apóia-se, basicamente, nos exemplos de conduta apresentados pelos chefes e pares, no ambiente global em que ocorre a instrução. 5. TEMPO ESTIMADO a. A carga horária estimada para o período é de 320 horas de atividades diurnas distribuídas da seguinte maneira: 1) 88 (oitenta e oito) horas destinadas à Instrução Comum; 2)168(centoesessentaeoito)horasdestinadasàInstruçãoPeculiar;e 3) 64 (sessenta e quatro) horas destinadas aos Serviços de Escala. b. O emprego das horas destinadas aos Serviços de Escala deverá ser otimizado no sentido de contemplar além das atividades de serviços de escala, propriamente ditas, as relativas à manutenção do aquartela- mento, recuperação da instrução de Armamento, Munição e Tiro e ou- tras atividades de natureza conjuntural imposta à OM. c. A Direção de Instrução, condicionada pelas servidões impostas por alguns dos OII da FIIQ, deverá prever atividades noturnas com carga horária compatível com a consecução destes OII por parte dos instruendos. d. Tendo em vista os recursos disponíveis na OM, as características e o nível da aprendizagem dos militares, bem como outros fatores que porventura possam interferir no desenvolvimento da instrução, poderá o Comandante, Chefe ou Diretor da OM alterar as previsões de carga horária discriminada no presente PP, mas mantendo sempre a prioridade para o CFC. 6. VALIDAÇÃO DO PPQ 02/2 Conforme prescrito no PPB/1 e SIVALI/PP. 7. ESTRUTURA DO PPQ 02/2 a. O PP está organizado de modo a reunir, tanto quanto possível, a instrução prevista para um cargo ou conjunto de cargos afins de uma mesma QMP. Esta instrução corresponde a uma ou mais matérias. Os conteúdos de cada matéria são assuntos que a compõem. Para cada assunto, apresenta-se uma ou mais sugestão(ões) de objetivo(s) intermediário(s), que têm a finalidade de apenas orientar o instrutor. A um conjunto de assuntos pode corresponder um ou mais OII.
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    12.00 b. Os OIIestão numerados, dentro da seguinte orientação: Exemplo: 3 Q – 305 - O numero 3 indica a matéria Comunicações. - Q indica que o OII se refere à “Fase de Qualificação”. - O primeiro número da centena indica o tipo: 300 - Instrução Comum da IIQ 400 - Instrução Peculiar da IIQ - A dezena 05, o número do OII dentro da matéria, no caso “Transmitir uma mensagem por rádio”. Há, ainda, a indicação do objetivo parcial ao qual está vinculado o OII (FC, OP etc), conforme orientado no PPB/1. 8. NORMAS COMPLEMENTARES a. Este Programa-Padrão regula a formação dos militares nas QMG/ QMP de Cavalaria, relativas aos cargos previstos nas Normas Regula- doras da Qualificação, Habilitação, Condições de Acesso e Situações das Praças do Exército, em vigor. b. Os cargos de Cb/Sd para os quais são exigidas habilitações específicas, definidos nas normas supramencionadas, deverão ser ocu- pados por militares qualificados e que tenham participado de um Trei- namento Específico ( Trn Epcf ). c. O Trn Epcf é determinado e estabelecido pelos Comandantes, Chefe e(ou) Diretores de OM, e constitui-se na prática, acompanhada e orientada, de uma atividade com a finalidade de habilitar as praças para o desempenho de cargos previstos nosQO ou no exercício de um traba- lho específico, nas respectivas OM, que exijam esse tipo de Habilitação Especial. d. Esse treinamento pode coincidir, no todo ou em parte, com as atividades da Capacitação Técnica e Tática do Efetivo Profissional (CTTEP) e não possui, normalmente, Programa-Padrão específico e tem- po de duração definidos. O início e o término, bem como o resultado da atividade, julgando cada militar “APTO” ou “INAPTO” para o cargo, serão publicados no BI da OM. e. No caso particular de Trn Epcf realizado por OM que possuem Contigente, visando habilitar seus cabos e soldados a ocuparem cargos específicos, de interesse da OM e da Mobilização , será necessária a aprovação, pelo COTER, do respectivo PP, o qual será proposto pelas OM interessadas. f. As normas fixadas neste PP serão complementadas pelo (as): 1) PBIM, expedido pelo COTER; 2) Diretrizes, Planos e Programas de Instrução, elaborados pelos Grandes Comandos, Grandes Unidades e Unidades.
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    13.00 Você encontrará, naspáginas que se seguem, uma proposta para a distribuição de tempo para o desenvolvimento do Programa de Instrução que visa à Qualificação do Combatente. O Comandante, Chefe ou Diretor da OM poderá, em função dos recursos disponíveis, das características dos instruendos e de outros fatores conjunturais, alterar a carga horária das matérias discriminadas na distribuição sugerida. . II. PROPOSTAPARA A DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO Os quadros apresentados indicam os números das matérias peculiares que deverão constar dos programas de treinamento de cada um dos grupamentos de instrução mencionados neste PP.
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    14.00 1. QUADRO GERALDE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO A T I V I D A D E S INSTRUÇÃO A Disp Cmt Sv Escala Total Comum Peculiar Noturna 02 01 Guarnição de CC-VBR 88 168 A critério da Direção de Instrução Nenhuma 64 320 Explorador Fuzileiro Blindado Guarda Guarnição de AAC Guarnição de Metralhadora Guarnição de Traj Curva Pessoal de Munição
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    15.00 2. Q UA D R O D E D IS T R IB U IÇ Ã O D E T E M P O D E S T IN A D O À IN S T R U Ç Ã O P E C U L IAR P O R G R U P A M E N T O D E IN S T R U Ç ÃO Q M G Q M P G R U P A M E N T O S D E IN S T R U Ç Ã O N r M A T É R IAS P E C U L IAR E S H o ras 0 2 01 Guarnição de CC-VBR 09 A rmamento, Munição e Tiro 50 11 Manutenção do material 32 1 2 C o m unicações 10 1 7 Escola da Guarnição/C C -V B R 41 28 Maneabilidade/C C -V B R 15 39 Técnica do Material/Metralhadora 10 4 2 Técnica de Tiro/Metralhadora 10 S O M A 1 6 8 E xplorador 11 Manutenção do material 32 1 2 C o m unicações 10 1 5 D ireção de Trânsito 04 1 8 Escola da Guarnição/Expl 20 21 O E xplorador e a Patrulha 20 22 E xp losivos e Destruições 05 29 Maneabilidade/E xpl 16 31 Minas e Armadilhas 04 33 Observação 05 37 Reconhecimento e Segurança 16 38 Técnica do Material/AAC 08 39 Técnica do Material/Metralhadora 10 4 1 Técnica de Tiro/AAC 08 4 2 Técnica de Tiro/Metralhadora 10 S O M A 1 6 8
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    16.00 2. QUADRO DEDISTRIBUIÇÃO DO TEMPO DESTINADO À INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO Nr MATÉRIAS PECULIARES Horas 02 01 Fuzileiro Blindado 11 Manutenção do material 32 12 Comunicações 10 19 Escola da Guarnição/Fzo Bld 25 23 Fortificação de Campanha 06 30 Maneabilidade/Fzo Bld 26 31 Minas e Armadilhas 04 36 Patrulha 21 38 Técnica do Material/AAC 08 41 Técnica de Tiro/AAC 08 42 Técnica de Tiro/Metralhadora 06 45 Vigilância e Reconhecimento 20 SOMA 168 Guarda 11 Manutenção do material 32 13 Cuidados com Animais 32 15 Direção de Trânsito 07 16 Equitação 33 31 Minas e Armadilhas 04 34 Ordem Unida a Cavalo 40 46 Controle de disturbíos com tropa hipomóvel 20 SOMA 168
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    17.00 2. QUADRO DEDISTRIBUIÇÃO DE TEMPO DESTINADO À INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO Nr MATÉRIAS PECULIARES Horas 02 01 Guarnição de AAC 11 Manutenção do material 32 12 Comunicações 10 23 Fortificação de Campanha 12 26 Maneabilidade da Peça/Seção/AAC/Traj Curva 31 31 Minas e Armadilhas 04 38 Técnica do Material/AAC 40 41 Técnica de Tiro/AAC 39 SOMA 168 Guarnição de Metralhadora 11 Manutenção do material 32 12 Comunicações 10 23 Fortificação de Campanha 12 27 Maneabilidade da Peça/Seção/Metralhadora 23 31 Minas e Armadilhas 04 36 Patrulha 25 39 Técnica do Material/Metralhadora 31 42 Técnica de Tiro/Metralhadora 31 SOMA 168
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    18.00 2. QUADRO DEDISTRIBUIÇÃO DO TEMPO DESTINADO À INSTRUÇÃO PECULIAR POR GRUPAMENTO DE INSTRUÇÃO QMG QMP GRUPAMENTOS DE INSTRUÇÃO Nr MATÉRIAS PECULIARES Horas 02 01 Guarnição de Traj Curva 11 Manutenção do material 32 12 Comunicações 10 23 Fortificação de Campanha 12 26 Maneabilidade da Peça/Seção/AAC/Traj Curva 31 40 Técnica do Material/Traj Curva 41 43 Técnica de Tiro/Traj Curva 42 SOMA 168 Pes Munição 08 Acondicionamento de Explosivos e Munições 39 10 Cadeia de Suprimento Classe V 05 11 Manutenção do material 32 12 Comunicações 10 14 Destruição de Explosivos e Munições 07 20 Escrituração 08 25 Inspeção de Explosivos e Munições 08 32 Munições e Explosivos 38 44 Transporte de Explosivos e Munições 21 SOMA 168
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    19.00 III. MATÉRIAS PECULIARESDASQMP DE CAVALARIA A seguir são apresentadas, em ordem alfabética, as matérias peculiares das QMP de Cavalaria.
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    20.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h Q-401 (AC) Realizar medidas de tem- peratura e umidade. Apresentados, ao militar, um ter- mômetro e um psicrômetro. O militar deverá ser colocado em três compartimentos diferen-tes; em cada um, realizará a medida da temperatura e da umidade. O militar deverá realizar, corre- tamente, todas as medidas e obedecer à precisão dos instru- mentos. Durante os trabalhos, as ações deverão ser executadas dentro das prescrições técnicas pecu- liares a cada operação. - Citar os requisitos a satisfazer por um paiol quanto à sua localização, organização, refrigeração e arruma- ção. - Descrever as medidas de controle de temperatura e umidade do paiol. - Utilizar o termômetro. - Utilizar o psicrômetro. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 1. Paiol a. Tipo. b. Características. c. Localização. d. Organização. e. Arrumação. f. Refrigeração. g. Controle de temperatura e umidade. h. Utilização do termômetro e psicrômetro. Q-402 (AC) Montar um Depósito de Munição. Apresentados ao militar: - duas viaturas carregadas com cunhetes vazios de vários tipos de munição; - um grupo de dez homens; - uma área para escolha do local para o Dep Mun; e - o instrutor determinará que seja escolhido um local, naquela área, e que seja montado um Dep Mun. O militar deverá montar, corre- tamente, o Dep Mun obedecen- do os requisitos referentes a: - localização; - acesso; - organização; - arrumação; e - dispersão. - Citar os requisitos a satisfazer por um depósito de munição quanto à sua localização, acesso, organização, e arrumação e dispensão. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 2. Depósito de munição a. Características. b. Localização. c. Acesso. d. Organização. e. Arrumação. f. Dispersão. Q-403 (AC) Citar as características dos sistemas utilizados para a estocagem de ex- plosivos e munições no Teatro de Operações. Apresentada, ao militar, uma rela- ção contendo todas as caracterís- ticas dos sistemas de estocagem no Teatro de Operações. Na mesma relação, constarão ca- racterísticas que não sejam refe- rentes aos sistemas de estocagem, na proporção de 2 para 1. O militar deverá identificar, cor- retamente, as características referentes a cada sistema eli- minando as características in- corretas. - Citar os sistemas de estocagem no Teatro de Operações. - Citar as características da estocagem nas margens das estra- das do Teatro de Operações. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 3. Estocagem de munição a. Generalidades. b. Sistemas de estocagem. c. Classes de estocagem. d. Dispersão e distância a considerar na estocagem.
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    21.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h Q-404 (AC) Citar as finalidades do Posto de Distribuição de Suprimento Classe V (M) e do Posto de Remunicia- mento de SU Apresentada, ao militar, uma relação contendo todas as finali- dades dos postos de suprimento citados. Na mesma relação, na proporção de 2 para 1, haverá outras finali- dades que não sejam referentes a estes postos. O militar deverá identificar, corretamente, as finalidades re- ferentes a cada posto, eliminan- do as que não forem referen- tes a estes postos. - Citar as finalidades do Posto de Distribuição de Suprimento de Clas- se V e do Posto de Remuniciamento de SU. - Demonstrar aptidão para o cum-pri- mento da tarefa constante do OII. 4. Posto de Distribuição de Supri- mento de Classe V e do Posto de Remuniciamento de SU a. Importância. b. Finalidade. c. Tipos. d. Organização. e. Características. Q-405 (AC) Fora do paiol, estarão quantidades diversas de todos os tipos de explo- sivos e munições, de di- ferentes lotes, existentes na Unidade. Será entregue ao militar um quadro de empaiola- mento e indicada(s) a(s) empaiolada(s) a munição. Um grupo de soldados, proporcional à quantidade de explosivos e munição a empaiolar, será coloca- do à disposição do militar. A situação deverá exigir um empaiolamento com- binado. O militar deverá montar, cor- retamente, o Dep Mun obedecen- do os requisitos referentes a: - localização. - acesso. - organização. - arrumação. - dispersão. - Citar as prescrições gerais relati- vas ao empaiolamento de explosivos e munições. - Manusear o quadro de empaiolamento. - Citar as características do empaiolamento combinado. - Descrever o processo de entrada e saída de material. - Citar as características de empaiolamento dos diversos tipos de explosivos e munições. - Demonstrar aptidão para o cum-pri- mento da tarefa constante do OII. 5. Empaiolamento de explosivos e munições a. Prescrições gerais. b. Quadro de empaiolamento. c. Empaiolamento combinado. d. Entrada e saída do material. e. Características do empaio- lamento dos diversos tipos de explosivos e munições. Q-406 (AC) Relacionar os símbolos existentes nas proximida- des dos paióis com o tipo de procedimento a ser seguido em caso de in- cêndio. Apresentados, ao militar, os qua- tro tipos de símbolos que podem existir nas proximidades dos pai- óis. Para cada símbolo o militar de- verá citar, corretamente, qual a classe de munição correspon- dente e os procedimentos a serem tomados em caso de in- cêndio. - Descrever as medidas de Seguran- ça contra fogo, raios, intempéries e umidade quanto aos seus aspectos peculiares. - Identificar os símbolos usados nas proximidades dos paióis. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 6. Medidas de segurança con- tra fogo, explosão, raios, intem- péries e umidade a. Finalidade. b. Aspectos preventivos. c. Controle da temperatura e umidade. O militar deverá, manuseando o quadro de empaiolamento, exe- cutar, corretamente, o em- paiolamento dos Expl e Mun obedecendo às prescrições ge- rais de empaiolamento e às ca- racterísticas de empaiola- mento para cada um dos tipos de Expl e Mun apresentados. Para as características de em- paiolamento que não possam ser executadas por motivos particulares, o instrutor deverá questionar o militar, a fim de verificar se o mesmo conhece realmente o assunto que não pode ser verificado na prática.
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    22.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h Q-407 (AC) Determinar a ocasião em que o paiol deve ser are- jado ou irrigado. Apresentada, ao militar, a seguin- te situação: - paiol(óis) contendo em suas de- pendências vários tipos de explo- sivos e munição, com a tempera- tura ambiente acima e abaixo da máxima prevista em manual, de acordo com o tipo de munição; e - na falta de meios, a situação será apresentada de maneira hipo- tética. O militar deverá verificar, atra- vés da temperatura, qual(is) o(s) paiol(óis) que deve(m) ser arejado(s) ou irrigado(s). No(s) que for(em) necessário(s) passará à execução ou descre- verá para o instrutor quais as ações que seriam realizadas. Em qualquer caso, deverá obe- decer às prescrições técnicas correspondentes. - Citar os limites máximos de tempe- ratura para os diversos tipos de ex- plosivos empaiolados. - Citar os processos de arejamento e de irrigação. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 7. Arejamento e Irrigação a. Arejamento e irrigação. b. Símbolos usados nas proxi- midades dos paióis. Q-408 (AC) Identificar e manusear os equipamentos mecânicos usados em armazéns, paióis e depósitos. Citar a finalidade dos equi- pamentos. Apresentados, ao militar, os tipos de equipamentos existentes na Unidade. Na falta dos equipamentos, deve- rão existir gravuras ou fotografi- as dos mesmos. - Identificar os tipos de equipamen- tos mecânicos usados em armazéns, depósitos e paióis. - Citar as finalidades e característi- cas dos equipamentos. - Manusear o equipamento. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 8. Equipamentos mecânicos usa- dos em armazéns, paióis e de- pósitos a. Tipos. b. Finalidades. c. Características. d. Manuseio. Q-409 (AC) Cirrigir os erros cometi- dos no manuseio e arma- zenamento de explosivos e munições. Apresentada, ao militar, a seguin- te situação: - um grupo de soldados desem- barcando munições e explosivos de uma viatura e armazenando-os num suposto paiol; - os cunhetes utilizados deverão estar vazios e fechados; - deverão existir quantidades de lotes diferentes; - o armazenamento deverá ser feito contrariando as prescrições técnicas, tais como arrumação, loteamento, organização, empilha- mento etc; e - o manuseio deverá contrariar as normas de segurança. O militar deverá, após termina- da a operação de desembarque e armazenamento, realizar uma verificação do trabalho exe- cutado e corrigir os erros come- tidos no armazenamento e os que foram cometidos durante a realização de desembarque. - Citar os cuidados no manuseio e armazenamento dos explosivos e munições. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 9. Cuidados no manuseio e armazenamento dos explosivos e munições. 10. Conservação de explosivos e munições a. Cuidados. b. Manutenção preventiva. c. Reacondicionamento. O militar deverá identificar, corretamente, o equipamento citando a sua finalidade. Existindo o equipamento, deve- rá manuseá-lo obedecendo à seqüência correta de operações e às prescrições técnicas.
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    23.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 08. ACONDICIONAMENTO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 39h Q-410 (AC) Descrever as caracte- rísticas da estocagem da munição sob condições especiais de ambiente (estocagem no Teatro de Operações). Apresentadas, ao militar, situa- ções hipotéticas de condições especiais de ambiente para a realização de estocagem. O militar deverá descrever, corretamente, as característi- cas de armazenamento da munição sob condições especi- ais de ambiente. - Citar as características de constru- ção e utilização de barricadas. - Citar as medidas de segurança con- tra fogo e intempéries na estocagem no Teatro de Operações. - Descrever as características para estocagem no deserto e em clima frio. - Descrever as características de armazenagem nos trópicos. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 11. Estocagem de munição a. Químicas e de rojões: - utilização de barricadas. - proteção contra fogo e intempéries; e - utilização de construções. b. Estocagem no deserto e em clima frio.
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    24.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h Apresentado, ao militar, um CC- VBR com o instrutor apontando para as partes do canhão. O militar deverá nomear, corretamente, todas as partes. Identificar as partes do canhão. Apresentados, ao militar, um CC- VBR com o canhão comple- tamente montado e as ferramen- tas necessárias. O militar deverá montar e des- montar o canhão, seguindo as medidas e a seqüência correta de desmontagem e montagem de 1º Escalão. 1. Canhão do CC-VBR a. Apresentação e caracterís- ticas 1) Apresentação. - Histórico. 2) Dados do canhão: a) calibre; b) recuo normal; c) elevação máxima; d) depressão máxima; e) campo de tiro; e f) alcance de acordo com a munição. 3) Ferramentas e aces- sórios; 4) Constituição do canhão Partes principais b. Desmontagem e montagem do Canhão em 1º Escalão. c. Manejo: 1) abertura e fechamento da culatra; 2) municiamento do canhão; 3) granada não percutida ou falhada; 4) granada presa; e 5) projetil preso; d. Munição: 1) tipos e características; 2) emprego; 3) acondicionamento e ma- nuseio da munição: a) cuidados com a muni- ção; b) locais de estocagem da munição; c) NGA de estocagem; e d) estocagem e acondi- cionamento no CC-VBR. - Citar as características do canhão, de acordo com o manual específico. - Identificar as partes do canhão. - Nomear as partes do canhão. - Identificar as partes a serem des- montadas no canhão. - Descrever a desmontagem e a mon- tagem. - Identificar as ferramentas e o mate- rial a serem usados no manejo. - Descrever as operações de mane- jo. - Executar as operações de manejo. - Relacionar a munição com as ins- crições e características. - Descrever o emprego dos diversos tipos de granada. - Descrever os cuidados a serem tomados no manuseio da munição. - Identificar os locais de estocagem no CC-VBR . - Descrever as NGA de estocagem. - Estocar a munição. - Acondicionar a munição. - Descrever os tipos de incidentes de tiro. - Descrever a ação imediata em caso de incidente de tiro. - Descrever os incidentes mais co- muns. - Identificar os incidentes mais co- muns. - Identificar as peças causadoras de incidente. - Sanar os incidentes de tiro mais comuns. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante dos OII. Carregar e Descarregar o canhão. Apresentados, ao militar, um CC- VBR, com as ferramentas neces- sárias ao manejo e uma granada de manejo. O militar deverá executar, corretamente, as operações de manejo: - abrir a culatra; - municiar o canhão; - retirar uma granada não per- cutida ou falhada; - extrair uma granada presa; e - retirar um projétil preso. Identificar os tipos de gra- nada do canhão. Apresentados, ao militar, os diversos tipos de granadas do canhão. O militar deverá identificar, corretamente, todas as grana- das apresentadas. Selecionar a Granada. Apresentados, ao militar, os diversos tipos de granada e alvo. Cada granada selecionada, pelo militar, deverá ser adequada ao tipo de alvo. Estocar a munição no CC- VBR . Apresentados, ao militar, cinco cunhetes de munição fechados e um CC-VBR com dois militares do lado de fora, um sobre o pára-lama e outro dentro da torre. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - abrir o cunhete; - retirar o invólucro da granada; - entregar a granada ao outro militar localizado no pára-lama do CC-VBR; - passar a granada, ao militar, na torre; - colocar a granada no cofre; e - manusear a granada, seguin- do as medidas de segurança. Q- 401 (AC) Q- 402 (HT) Q- 403 (HT) Q- 404 (AC) Q-405 (AC) Q- 406 (HT) Desmontar e montar o ca- nhão.
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    25.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h Sanar incidentes de tiro do canhão. Apresentado, ao militar, um CC- VBR com o canhão simulando tipos de incidentes de tiro. O militar deverá: - identificar o incidente de tiro; - executar as ações imediatas obedecendo à seqüência com correção e segurança. Q- 407 (HT) Executar a manutenção de 1º Escalão do canhão. Apresentado, ao militar, um CC- VBR e o material necessário à manutenção de 1º Escalão. No cumprimento da tarefa, o mi- litar deverá: - Realizar, com correção as ações de manutenção de 1º Escalão do canhão para antes, durante e após o tiro. Q- 408 (CH) - Descrever as operações de manu- tenção de 1º Escalão. - Realizar a manutenção de 1º Esca- lão, antes, durante e após o tiro. - Demonstrar aptidão para o cum- primento das tarefas constantes dos OII. Q- 406 (HT) e. Incidentes de tiro: 1) incidente de tiro por de- feito mecânico na arma ou falha da munição; 2) incidente de tiro devido ao retardo na queima da carga de projeção; 3) incidente de tiro por dis- paro prematuro; 4) ação imediata, em caso de incidente de tiro; e 5) incidentes de tiro mais comuns: a) falha no carrega- mento; b) disparo prematuro; c) falha no disparo; e d) falha na extração ou na ejeção. f. Manutenção: 1) manutenção de 1º Esca- lão; 2) manutenção antes do tiro; 3) manutenção durante o tiro; e 4) manutenção após o tiro. (Continuação) (Continuação)(Continuação) Estocar a munição no CC- VBR . Apresentados, ao militar, cinco cunhetes de munição fechados e um CC-VBR com dois militares do lado de fora, um sobre o pára-lama e outro dentro da torre. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - abrir o cunhete; - retirar o invólucro da granada; - entregar a granada ao outro militar localizado no pára-lama do CC-VBR; - passar a granada, ao militar, na torre; - colocar a granada no cofre; e - manusear a granada, seguin- do as medidas de segurança.
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    26.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h Q- 409 (HT) Q- 410 (AC/ HT) Q-411 (AC) Q- 412 (HT) Operar o sistema de con- trole primário para o tiro direto. Apresentados, ao militar, um CC- VBR com o sistema de controle primário completo e alvos designados pelo instrutor. O militar deverá ligar, corre- tamente, os aparelhos, fazer pontaria e realizar correções manuais para possíveis falhas no sistema. Apresentados, ao militar, um CC- VBR com todo o sistema eletrônico desligado e alvos designados pelo instrutor. O militar deverá apontar, corretamente, para os alvos em distâncias diferentes. Manusear os comandos da torre. Dentro do CC-VBR o instrutor dará, ao militar, ordens para que o mes- mo manuseie a torre dentro de uma determinada seqüência. Durante a execução, o militar deverá realizar todos os coman- dos. Regular a aparelhagem de pontaria do CC-VBR. Apresentados, ao militar, um CC- VBR com o dispositivo de visada pelo tubo ou disco de visada e um alvo designado pelo instrutor. O militar deverá alimentar, corretamente, o computador balístico e deixar, ao final da tarefa, o canhão em condições de realizar o tiro com precisão. - Identificar o painel de controle do computador balístico. - Identificar os equipamentos que for- necem dados ao computador balístico. - Manusear o painel de controle. - Identificar o telêmetro laser e seu acionador. - Verificar o projetor do retículo. - Identificar o sistema de visão noturna e seus controles de imagem. - Manusear, corretamente, o sistema de visão noturna. - Identificar a luneta. - Manusear a luneta e suas lentes. - Identificar e manusear o quadrante de nível e indicador de deriva. - Identificar os comandos da torre. - Manusear os comandos da torre. - Descrever a regulagem dos apare- lhos de pontaria pelos dois proces- sos. - Regular a aparelhagem de pontaria. - Demonstrar aptidão para o cum- primento das tarefas constantes dos OII. 2. Equipamentos e comandos do armamento e da torre a. Sistema de controle primário para o tiro direto: 1) computador balístico; 2) telêmetro laser; 3) progetor de retículo; e 4) visor noturno. b. Sistema de controle secun- dário para o tiro direto: - Luneta. c. Sistema de controle para o tiro indireto: 1) quadrante de nível; e 2) indicador de deriva. d. Comandos da torre. e. Regulagem da aparelhagem de pontaria: - Dispositivo de visada pelo tubo. Operar o sistema de con- trole secundário e o sis- tema de controle para o tiro indireto.
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    27.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h Q- 415 (HT) Q- 416 (HT) Executar o Tiro Simulado do canhão. Apresentado, ao militar, um CC- VBR com uma guarnição embar- cada, o instrutor deverá emitir um comando de tiro. A munição deve- rá estar estocada. Devem ser usa- das granadas de manejo para o canhão. Na execução, cada um dos mili- tares deverá realizar todas as atividades decorrentes dos co- mandos de tiro. Q- 413 (TE) Comandar o tiro de CC- VBR . Apresentado, ao militar, um CC- VBR com uma guarnição embar- cada, o instrutor deverá emitir um comando de tiro. Durante a execução, o militar deverá emitir o comando com os seguintes componentes: Atirador Comandante Aux. At. --------------“Atenção!”---------- “Munição...”-------- “Pronto...” -- ---------“Alvo...”--------“Visto...”--- -----“Laser...” ----------“ Fogo...”- ---------“Atirou...”-------------- Q- 414 (OP) 3. Tiro contra alvos parados ou em movimento a. Comando de tiro: 1) seqüência; 2) componentes do coman- do. b. Observação do tiro. c. Regulagem do tiro direto pelo sistema de controle secundário de tiro. - Interpretar o comando recebido. - Descrever as operações a realizar em conseqüência do comando de tiro. - Executar todas as operações. - Enunciar o comando de tiro. - Observar o tiro. - Regular o tiro pelo processo princi- pal e pelo processo de enquadramento. - Demonstrar aptidão para o cum- primento das tarefas constantes dos OII. Observar o tiro do CC-VBR. Após um tiro realizado, de acordo com o comando inicial de tiro, e executar a observação. A observação realizada pelo mi- litar deve corresponder, com precisão, à localização do ponto de arrebentamento em relação ao alvo. Regular o tiro do CC-VBR. Após o tiro realizado, de acordo com o comando inicial e feita a observação correspondente. Durante a execução da tarefa, o militar deverá registrar, com precisão, as correções do tiro, apontar e disparar o canhão até atingir o alvo.
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    28.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h Q- 419 (HT) Q- 420 (HT) Apontar o canhão do CC- VBR (parado) em alvo es- tacionário. Apresentado, ao militar, um CC- VBR com o instrutor ocupando o lugar do Cmt do CC-VBR e o militar como atirador, deverão ser desig- nados alvos estacionários. Para todas as pontarias realiza- das, o militar deverá: - registrar o tipo de munição; - selecionar modo estacionário; - lançar o laser; e - disparar o canhão. Q- 417 (HT) Apontar o canhão do CC- VBR (parado) em alvo móvel. Apresentado, ao militar, um CC- VBR com o instrutor ocupando o lugar do Cmt do CC-VBR e o militar como atirador, o instrutor deverá designar alvos móveis. Para todas as pontarias, o mili- tar deverá: - registrar o tipo de munição; - selecionar modo estacionário; - acompanhar o alvo por dois segundos e lançar o laser; - enquadrar o alvo novamente; e - disparar o canhão. Q- 418 (HT) 4. Instrução técnica do atirador a. Exercícios iniciais de pontaria sobre diferentes obje- tivos: 1) prática dos comandos de tiro do atirador; e 2) pontaria rápida sobre objetivos. b. Precessão automática. c. Estabilização. d. Exercícios de escrita com a boca do canhão. e. Quadrante de nível e indicador de deriva: 1) emprego; e 2) utilização. - Manusear os comandos do atira- dor. - Apontar o canhão. - Registrar o tipo de munição. - Selecionar modo estacionário ou movimento. - Acompanhar alvos móveis. - Utilizar a precessão automática. - Utilizar a estabilização. - Manusear o quadrante de nível e indicador de deriva. - Apontar o canhão usando o quadrante de nível e indicador de deriva. - Demonstrar aptidão para o cum- primento das tarefas constantes dos OII. Apontar o canhão do CC-VBR (em movimento) em alvo móvel. Com o CC-VBR em movimento o instrutor ocupa o lugar do Cmt e o militar do atirador. O instrutor de- signa alvos em movimento. O CC- VBR deve se movimentar em área segura. Para todas as pontarias, o militar deverá: - ligar a estabilização; - selecionar modo em movi- mento; - registrar, tipo de munição; - acompanhar o alvo por dois segundos e lançar o laser; - enquadrar o alvo novamente; e - disparar o canhão. Percorrer o alvo. O militar deverá apontar o ca- nhão e percorrer o alvo manu- seando o mecanismo de eleva- ção e direção. Q- 421 (HT) Apontar o canhão para o tiro indireto. Apresentado, ao militar, um CC- VBR com equipamento para tiro indireto. O instrutor designa alvos. O militar deverá realizar tiro indireto dos diversos alvos de- signados pelo instrutor, basea- do nas amarrações feitas no in- dicador de deriva e quadrante de nível. Apresentado, ao militar, um CC- VBR com o instrutor ocupando o lugar do Cmt do CC-VBR e o militar como atirador e um alvo tipo cobra, AM ou ZMB colocado à frente do carro.
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    29.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 09. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 50h Elaborar o roteiro de tiro para o canhão. Apresentado, ao militar, um CC- VBR tendo à sua frente um terreno de cerca de 4000m de profundidade. O militar deverá, utilizando-se do material necessário, confec- cionar o roteiro de tiro para o canhão. Q- 423 (AC) 5. Tiro a.IPT. b.Tiros básicos e avan- çados. c.Tiro em situações espe- ciais. - Atirar com o canhão. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. Q- 422 (TE) Realizar o tiro real (noturno e diurno). De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx. 6. Roteiro de tiro. - Descrever as operações para a elaboração do roteiro de tiro. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII.
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    30.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 10. CADEIA DE SUPRIMENTO CIasse V TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h Q-403 (AC) Identificar os processos de remuniciamento. Apresentadas, ao militar, gravuras que contenham os processos de remuniciamento, a saber: - na ofensiva; - na defensiva; e - nos movimentos retrógrados. O militar deverá identificar, corretamente, os processos de remuniciamento. Q-401 (AC) Descrever a composição do Gp de Sup Classe V (SU C Ap) e do Gp de Sup (SU Man). Apresentado, ao militar, um efetivo correspondente Gp Sup Classe V (SU C Ap) e ao Gp de Sup (SU Man) O militar deverá identificar, corretamente, de cada um dos elementos a sua função corres- pondente. Q-402 (AC) Identificar cada suprimen- to de Classe V apontado pelo instrutor segundo o tipo, calibre (se for o caso) e emprego. Apresentado, ao militar, todo o tipo de suprimento de Classe V exis- tente na Unidade, sem noção de distinção. O militar deverá identificar, corretamente, 80% do material apontado. - Citar o processo de remuniciamen- to na ofensiva, defensiva e movimen- tos retrógrados. - Demonstrar aptidão para o cum-pri- mento da tarefa constante do OII. - Citar a finalidade do remunicia-men- to. - Descrever a importância do remu- niciamento. - Citar a organização do Gp de Sup Classe V (SU C Ap) e Gp Sup (SU Man) em pessoal e Vtr. - Demonstrar aptidão para o cum-pri- mento da tarefa constante do OII. - Distinguir suprimento de Classe V segundo o tipo, calibre e emprego. - Demonstrar aptidão para o cum-pri- mento da tarefa constante do OII. 1. Características da cadeia de suprimento de Classe V. 2. Remuniciamento na ofensiva, defensiva e movimentos retró- grados. 3. Remuniciamento a. Finalidade. b. Importância. c. Organização do Grupo Sup Classe V (SU C Ap) e Gp Sup (SU Man) em pessoal, material e vtr. 4. Suprimento de classe V - Classificação segundo: tipo, calibre e emprego.
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    31.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 11. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h Apresentado, ao militar, deter- minado material em que será realizado a Manutenção de 1o Escalão. Realizar a manutenção de 1o Escalão do material. O militar deverá executar, corretamente, a manutenção de 1o Escalão do material. Q – 401 ( CH ) 1. Manutenção de 1o Escalão a. Objetivo. b. Procedimentos. c. Responsabilidade. d. Freqüência. e. Desmontagem de 1o Esca- lão. f. Montagem de 1o Escalão. g. Ferramental e material em- pregado na manutenção de 1o Escalão. - Entender a importância da manu- tenção do material de emprego mili- tar, em especial pela Cavalaria. - Descrever os principais procedi- mentos e freqüência, a serem adotadas na manutenção de 1o Es- calão do material. - Realizar a desmontagem e monta- gem de 1o Escalão do material. - Realizar a manutenção de 1o Esca- lão do material, utilizando as respec- tivas tabelas de manutenção. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentados, ao militar, os equi- pamentos e instrumentos, empre- gados na Cavalaria, a ser manutenido e o material necessá- rio à manutenção de 1o Escalão. Realizar a manutenção de 1o Escalão dos equipa- mentos e instrumentos empregados na Cavalaria. O militar deverá executar, corretamente, a manutenção de 1o Escalão dos equipamentos e instrumentos que utilizará no cumprimento de suas atribui- ções. Q – 402 ( CH ) 2. Manutenção de 1o Escalão a. objetivo. b. procedimentos. c. responsabilidade. d. freqüência. e. desmontagem de 1o Esca- lão; f. montagem de 1o Escalão. g. ferramental e material em- pregado na manutenção de 1o Escalão. - Entender a importância da manu- tenção dos equipamentos e instru- mentos para o cumprimento de suas atribuições. - Descrever os principais procedi- mentos e freqüência, a serem adotados na manutenção de 1o Es- calão dos equipamentos e instru- mentos. - Realizar a desmontagem e monta- gem de 1o Escalão dos equipamen- tos e instrumentos. - Realizar a manutenção de 1o Esca- lão dos equipamentos e instrumen- tos, utilizando as respectivas tabe- las de manutenção. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentados, ao militar, o material a ser lubrificado, lubrifi- cantes adequados e a Carta-guia de Lubrificação. Executar a lubrificação do Material utilizando a Car- ta-guia de Lubrificação. O militar deverá executar, corretamente, a lubrificação do material. Q – 403 ( CH ) - Lubrificar o material utilizando a Carta-guia de Lubrificação. - Citar a finalidade da Carta-guia de Lubrificação. - Interpretar a Carta-guia de Lubri- ficação. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Carta-guia de Lubrificação. a. finalidade. b. identificação da Carta-guia com as peças e utilização dos lubrificantes.
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    32.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 11. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h Apresentado, ao militar, os com- ponentes do material a ser limpo e lubrificado. Realizará a limpeza e lubri- ficação de componentes (peças e acessórios) do Material. O militar deverá executar, corretamente, a limpeza e lubri- ficação dos componentes do material. Q – 404 ( CH ) 4. Limpeza e lubrificação dos componentes (peças e acessó- rios) do material. a. Finalidade. b. Carta-guia de Lubrificação. c. Utilização das tabelas de manutenção do material. - Entender a importância da limpeza dos componentes do material. - Citar as atribuições de cada ser- vente na limpeza dos componentes. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentado, ao militar, o seguin- te material: - uma peça com necessidade de recompletamento de óleo; - uma Carta-guia de Lubrificação ; - ferramentas necessárias ao re- completamento; e - óleo para recompletamento do mecanismo de recuo. Realizar o recompletamen- to do óleo do mecanismo de recuo do material. O militar deverá executar, cor- retamente, todas as ações ne- cessárias ao recompletamento do óleo do mecanismo de recuo. Q – 405 ( CH ) 5. Verificação dos níveis Recom- pletamento dos lubrificantes. - Identificar a necessidade de completamento do óleo. - Utilizar, corretamente, o ferramental necessário ao recompletamento do óleo. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Por ocasião da manutenção de 2o Escalão do material. Auxiliar na manutenção de 2o Escalão do material. O militar deverá auxiliar de modo adequado na manutenção de 2o Escalão do material. Q – 406 ( CH ) 6. Manutenção de 2o Escalão a. Objetivo. b. Procedimentos. c. Responsabilidade. d. Freqüência. e.Desmontagemde2o Escalão. f. Montagem de 2o Escalão. g. Ferramental e material empregados na manutenção de 2o Escalão. Apresentado, ao militar, o material na seguinte situação: - na posição de tiro; e - na posição de marcha. Inspecionar o material antes, durante e após do tiro e da marcha. O militar deverá: - inspecionar o material, corretamente, antes, durante e após o tiro; e - inspecionar o material, corre- tamente, antes, durante e após a marcha. Q – 407 ( CH ) 7. Inspeção do material. a. Antes, durante e após o tiro. b. Antes, durante e após a marcha. - Citar os procedimentos necessári- os à inspeção do material, antes, durante e após o tiro. - Citar os procedimentos necessári- os à inspeção do material, antes, durante e após a marcha. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    33.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 11. MANUTENÇÃO DO MATERIAL TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h Apresentados, ao militar, um Li- vro Registro do Material e os dados necessários ao seu preen- chimento. Preencher o Livro Regis- tro do Material e dos Equi- pamentos e Instrumentos empregados na Cavala- ria. O militar deverá preencher o livro, colocando os dados apre- sentados nos campos apropri- ados. Q – 408 ( CH ) 8. Livro Registro do Material e dos Equipamentos e Instrumen- tos empregados na Cavalaria a. Finalidade. b. Informações necessárias. c. Oportunidades de registro. - Citar a finalidade do Livro Registro do Material. - Preencher o Livro Registro do Ma- terial. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentados, ao militar, o Material e o suprimento necessá- rio para a utilização no processo úmido de descontaminação da água. Realizar a descontamina- ção do Material e dos equipamentos e instru- mentos empregados na Cavalaria. O militar deverá realizar a tare- fa, observando todos os proce- dimentos preconizados no pro- cesso a ser utilizado. Q – 409 ( CH ) 9. Descontaminação de material do material e dos equipamentos e instrumentos empregados na Cavalaria a. Finalidade. b. Processos. c. Relação processos/agen- tes. - Relacionar os processos de descontaminação com o tipo de agente. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentada, ao militar, uma situ- ação em que caracterize a neces- sidade de destruição do material. Conhecer os processos e oportunidades para des- truição do material e dos equipamentos e instru- mentos empregados na Cavalaria. O militar deverá descrever os procedimentos preconizados nos processos de destruição do material. Q – 410 ( CH ) - Relacionar os processos de des- truição do material. - Identificar as diferentes situações e oportunidades em que o material deva ser destruído. - Citar as principais características dos processos de destruição do material. - Demostrar abtidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 10. Destruição de material e dos equipamentos e instrumentos empregados na Cavalaria a. Situações em que o material poderá ser destruído. b. Processos de destruição.
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    34.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 12. COMUNICAÇÕES Interpretar e transmitir sinais. Um guia deverá transmitir sinais por meio de bandeirolas e solici- tar aos militares que os identifi- que. Em seguida, dará ordem para que sejam executados os gestos e utilizadas as bandeirolas para a transmissão de sinais. Todos os sinais deverão ser in- terpretados e executados com acerto, correspondendo fiel- mente, aos comandos emitidos. Q-401 (AC/ OP) Identificar as partes es- senciais do conjunto-rá- dio da viatura. Apresentados, ao militar, um con- junto-rádio completo empregado no tipo de viatura da guarnição. Todas as partes devem ser identificadas corretamente. Q-402 (AC) - Diferenciar o rádio utilizado na via- tura de outros tipos de rádios. - Citar as características do Conjun- to-rádio utilizado na viatura. - Identificar as partes essenciais do conjunto-rádio. - Nomear as partes essenciais do conjunto-rádio. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 1. Meios de comunicação a. Visuais: painéis, bandei- rolas e gestos. Importância e emprego. b. Elétricos: 1) importância; 2) emprego; 3) responsabilidade dos rádios-operadores; 4) estações-rádios usadas no Pelotão e no Esquadrão; 5) apresentação do Con- junto-rádio usado na viatura; e 4) características do Con- junto-rádio. 2. Partes essenciais do Conjun- to-rádio a. Interfones. b. Caixas veiculares. c. Receptor. d. Transmissor. e. Receptor-Transmissor. f. Fonte de alimentação. g. Amplificador. h. Base do conjunto-rádio. i. Antenas. j. Capacetes. - Identificar os meios de Comunicação Visuais. - Avaliar a importância dos meios de Comunicação Visual. - Interpretar cada sinal feito por bandeirolas ou por gestos. - Identificar os meios elétricos de Comunicação. - Avaliar a importância dos meios elétricos de Comunicação. - Citar as responsabilidades dos rá- dios-operadores. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10h
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    35.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 12. COMUNICAÇÕES Q- 404 (HT) Instalar o conjunto-rádio na Viatura. Apresentado, ao militar, um conjunto-rádio fora da viatura. A instalação deve ser feita de acordo com a localização correta das partes do conjunto-rádio. Q- 403 (HT) Retirar o conjunto-rádio da viatura. Apresentado, ao militar um conjunto-rádio instalado em uma viatura. A retirada deve ser feita de ma- neira que não danifique o mate- rial, obedecendo à seqüência correta de operações consi- derada. 7. Instalação, operação e remo- ção do conjunto-rádio a. Base do conjunto rádio. b. Estações-rádio. c. Interfones. d. Chamadas e respostas. e. Estabelecimento de uma conversação. - Citar as características dos rádios- operadores. - Descrever as operações de insta- lação do conjunto-rádio. - Descrever as operações para ligar, operar e desligar a estação-rádio. - Descrever as operações para reti- rar o conjunto-rádio. - Demonstrar aptidão para o cum- primento das tarefas constantes dos OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10h
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    36.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 12. COMUNICAÇÕES O militar deverá executar todas as ações que compõem a ma- nutenção de 1º Escalão do equi- pamento-rádio. Q-405 (CH) 9. Manutenção do material de comunicações a. Definição. b. Objetivo. c. Importância. d. Categorias. e. Responsabilidades. f. Manutenção de 1º Escalão: 1) operações; 2) significado; e 3) importância. - Citar as operações de manutenção de 1º Escalão. - Descrever as operações de manu- tenção de 1º Escalão. - Realizar manutenção de 1º Esca- lão. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 10h Apresentado, ao militar um equipamento-rádio para fazer a manutenção de 1º Escalão. Manutenção de 1º Escalão de conjunto-rádio.
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    37.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 13. CUIDADOS COM ANIMAIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h Q-403 (AC) Q-404 (AC) Q-405 (AC) Q-406 (OP) Nomear as diferentes partes exteriores do cava- lo. Apresentado, ao militar, um animal desencilhado. O instrutor apontará diferentes partes do animal. Aceitar-se-á 70% de acerto ou seja: permite-se três erros em cada dez nomes Q-401 (AC) Realizar a limpeza diária do animal Apresentado, ao militar, o materi- al de limpeza diária e um animal desencilhado. O militar deverá manusear o material de limpeza, correta- mente, sem que ocorram le- sões no animal. Q-402 (AC) 1. Hipologia a. Estudo do exterior do cavalo. b. Cuidados a serem dispen- sados ao cavalo. c. Pelagens características e particulares. d. Forrageamento: - noções gerais. e. Cuidados com o casco. - Identificar as partes exteriores do animal. - Descrever os principais cuidados a serem observados com os animais. - Identificar as pelagens característi- cas e particulares do animal. - Identificar os elemento, componen- tes do forrageamento. - Identificar forragens que não de- vem ser ingeridas pelos animais. - Descrever os principais cuidados a serem observados com o casco. - Demonstrar aptidão para o cum- primento das tarefas constantes dos OII. Identificar as forragens deterioradas. Apresentado, ao militar,o material de forrageamento em um animal desencilhado. O militar deverá usar, corre- tamente, o material de for- rageamento, observando nor- mas de profilaxia e higiene. Usar o material de forrageamento. Apresentado, ao militar, o materi- al de forrageamento em um ani- mal desencilhado. O militar deverá identificar, com 80% de acerto, ou seja: deverá acertar pelo menos oito em dez casos apresentados. Identificar, pelos sinto- mas, animais com cólicas, envenenamento e pica- das venenosas. Apresentados, ao militar, casos reais, descrições, fotografias ou eslaides de animais com sintomas de cólicas, enve- nenamento e picadas venenosas. O militar deverá usar, corre- tamente, o material de for- rageamento, observando nor- mas de profilaxia e higiene. Embarcar e desembarcar o animal no vagão ferro- viário. O militar será conduzido a um lo- cal em que exista um vagão fer- roviário adequado ao transporte de animais. Será entregue nesse local um animal a ser transporta- do. O militar deverá realizar o em- barque e desembarque, obser- vando todas as normas de se- gurança do vagão, de proteção do animal e de contenção. 2. Higiene veterinária e profilaxia a. Higiene das instalações, baias, boxes e potreiros. b. Higiene da alimentação. - Qualidade e estado das for- ragens. c. Forragens em campanha. d. Sintomas de cólicas, enve- nenamento, picadas venenosas e estupadas. e. Animais mortos. 3. Transporte de animais a. Meios usados para trans- porte de animais. - Descrever os principais cuidados a serem observados na manutenção e higiene das instalações. - Identificar forragens que não de- vem ser ingeridas pelos animais. - Identificar os sintomas de cólicas, envenenamentos, picadas veneno- sas e estupadas. - Descrever as condições que de- terminam o enterramento ou a incine- ração do animal morto. - Embarcar e desembarcar animais, nos meios de transporte mais co- muns. - Demonstrar aptidão para o cum- primento das tarefas constantes dos OII.
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    38.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 13. CUIDADOS COM ANIMAIS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 32h Apresentado, ao militar, um animal a ser transportado. O militar deverá: - realizar o embarque e desem- barque, observando todas as normas de segurança da viatu- ra, de proteção do animal e de contenção. Realizar a contenção do animal pelos seguintes processos: - orelhas. - aplicação do cachimbo; e - levantar um menbro. Em um local de piso macio e sem obstáculo, apresentados, ao militar, o material de contenção e um cavalo. Após a realização da tarefa, o militar deverá apresentar o ani- mal, completamente imo- bilizado, sem riscos de aciden- tes. b. Embarque e desembarque em caminhão box. c. Medidas a serem obser- vadas em viagens por estrada de suprimento. c. Medidas a serem observadas em viagens, com o animal embarcado em caminhão box. e. Embarque e desembarque de animais em veículos automóveis. f. Transporte de animais doentes e feridos. - Descrever os principais cuidados a serem observados durante o trans- porte de animais por ferrovias ou em veículos, automóveis. - Descrever os principais cuidados a serem observados durante o trans- porte de animais doentes e feridos. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. Embarcar e desembarcar o animal no caminhão box. 4. Contenção de animais a. Contenção em pé: 1) maneira de abordar o ani- mal; 2) processos de contenção: a) levantar um membro. b) “orelha”; e c) aplicação do cachim- bo. b. Outros processos de con- tenção, inclusive os de fortuna. - Descrever os processos de con- tenção em pé. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. Q-407 (OP) Q-408 (OP)
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    39.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 14. DESTRUIÇÃO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 07h Escolher um local para destruição de explosivos e munições. Apresentada, ao militar, uma área apropriada. O instrutor informará que serão empregados os processos de detonação e da combustão e os tipos de explosivos e munições que serão destruídos. O militar deverá, para cada pro- cesso e tipo de explosivo e mu- nição a destruir, escolher um local e dar ao instrutor todas as características que o mesmo deve possuir. O instrutor considerará correta a escolha do local, se o mesmo satisfizer a todas as caracte- rísticas peculiares a cada tipo de explosivo ou munição a destruir e ao processo empregado. Q-401 (CH) Preparar uma carga explo- siva. Apresentados, ao militar, todos os elementos necessários ao preparo de uma carga. A carga a ser preparada poderá ser com iniciação pirotécnica ou elétrica. No preparo, não será levado em consideração o emprego da car- ga. O militar deverá preparar a carga, corretamente, obedecen- do aos cuidados e às medidas de segurança no manuseio e preparo. Q-402 (AC) - Preparar uma carga explosiva. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 5. Preparo, manuseio e emprego dos explosivos e das pólvoras. - Citar as características dos méto- dos de destruição. - Citar as características que deve possuir um local de destruição. - Citar as regras de preparação das cargas. - Citar as medidas de segurança a serem observadas na destruição com emprego de processo elétrico e pirotécnico. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. 1. Generalidades. 2. Autorização para a execução da destruição. 3. Métodos de destruição a. Detonação. b. Queima ou combustão. c. Imersão no mar. 4. Medidas de segurança: a. escolha do local de des- truição; b. preparação das cargas; e c. destruição com emprego de processos elétricos e pirotécnico.
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    40.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 15. DIREÇÃO DE TRÂNSITO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 07h 1.Controle de trânsito a. Objetivos do controle de trânsito. b. Classes de sinais de trânsito: 1) sinais de perigo; 2) sinais restritivos; e 3) sinais informativos. c. Sinais luminosos, por ban- deirolas ou gestos. 2. O explorador como guarda de trânsito a. Situações. b. Missões. c. Conduta. 3. O explorador como balizador a. Situações. b. Missões. c. Conduta. - Citar os objetivos do controle de trânsito. - Distinguir as três classes de sinais de trânsito. - Identificar os sinais luminosos, por bandeirolas ou gestos. - Descrever as situações em que o explorador é utilizado como guarda de trânsito. - Citar as missões e conduta do ex- plorador como guarda de trânsito. - Descrever as situações, missões e conduta do explorador quando balizador. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. Q- 401 (OP) Controlar o trânsito. No interior do quartel, algumas vi- aturas são colocadas em movi- mento. As viaturas deverão passar por um cruzamento onde deverá per- manecer um militar, para contro- lar o trânsito em todos os senti- dos. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - usar os sinais regulamentares para mudar a direção do trânsi- to, parar o trânsito e dar prosse- guimento ao trânsito.
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    41.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 16. EQUITAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 33h Colocados os militares a cavalo e emitidos comandos pelo instrutor.Q-401 (TE) Colocados os militares a cavalo e especificados trabalhos: - em picadeiro; - em terreno variado; e - de passagem e salto de obstá- culos. Durante a execução, da tarefa, o militar deverá demonstrar: - posicionamento correto na sela; - perfeito equilíbrio na execução dos movimentos; - aplicação adequada das ajudas; - paciência; - coragem; e - persistência. Q-402 (TE) 1. Colocação na sela a. Posição do cavaleiro a cavalo. b. Sentido, descansar. c. Trabalho sem estribo. d. Flexionamento da região: 1) movimento dos braços; 2) flexionamento da região re- nal; 3) Movimento das coxas; 4) Flexão dos pés; e 5) Rotação dos pés. e. Trabalho ao galope em círculo. - Colocar-se, corretamente, na sela. - Adquirir independência a cavalo. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. Executar trabalhos: - em picadeiros. - em terreno variado. - de passagem e salto de obstáculos. 2. Escola das ajudas a. Mudança de andadura ou veloci- dade: 1) mecanismo das ajudas; 2) efeito das ajudas; e 3) trabalho com distância inde- terminadas. b. Mudança de direção: 1) mecanismo das ajudas; 2) efeito das ajudas; e 3) trabalho com distância inde- terminadas. c. Exercício de conduta: 1) mudança de pista; 2) mudança de mão; 3) linha quebrada; 4) frente à direita, esquerda ou retaguarda; 5) cortar o picadeiro; e 6) volta, meia volta e meia vol- ta invertida. d. Trabalho utilizando duas pistas: 1) partidas ao galope; 2) trabalho em escola; e 3) aplicação das escolas das ajudas. e. As andaduras: 1) trabalho em grandes linhas; 2) trabalho em quincôncio; e 3) sair de forma e trabalho a vontade. f. Trabalho em terreno variado. g. Passagem e salto de obstácu- los. - Aplicar as ajudas no trabalho a ca- valo. - Realizar o trabalho a cavalo em pi- cadeiro e terreno variado. - Praticar a passagem e salto de obs- táculos. - Demonstrar aptidão para o cum- primento da tarefa constante do OII. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - manter o posicionamento cor- reto na sela; - demonstrar na execução dos movimentos, perfeito equilíbrio durante a execução dos movi- mentos; e - aplicar as ajudas adequadas a cada movimento. Executar os movimentos comandados para uma tropa a cavalo.
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    42.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Q- 403 (AC/ HT) Q- 404 (HT) Identificar os acidentes que possam ser ultrapas- sados pelo CC-VBR. Apresentado, ao militar, um CC- VBR em terreno que apresente diversos acidentes. Quando da execução da tarefa, o militar deverá identificar, com acerto e rapidez, todos os aci- dentes existentes no terreno que possam ser ultrapassados pelo CC-VBR. Q- 401 (AC) Identificar e nomear as partes essenciais da sus- pensão e do trem de rola- mento do CC-VBR. Apresentado, ao militar, um CC- VBR, com o instrutor apontando para as partes essenciais da sus- pensão e do trem de rolamento. O militar irá nomeando todas as partes apontadas pelo instrutor. Q- 402 (AC) Identificar e manusear as partes essenciais dos compartimentos do moto- rista, de combate e do motor. Em um CC-VBR, o instrutor apon- tará para as diversas partes do compartimentos do motorista, de combate (torre) e do motor. O militar deverá manusear, iden- tificando, corretamente, todas as partes apontadas pelo instru- tor. Equipar e desequipar o CC-VBR. Apresentados, ao militar, um CC- VBR e todo o material orgânico. O militar colocará todo o materi- al orgânico no lugar correto no CC-VBR de acordo com o plano de equipagem e, a seguir, desequipar a mesma. 1. CC-VBR a. Apresentação e caracterís- ticas. b. Possibilidade de transposi- ção de obstáculos. c. Divisão geral do CC-VBR: 1) suspensão e trem de rola- mento: 2) compartimento do motor; 3) compartimento de com- bate; 4) compartimento do moto- rista; e d. Nomenclatura e manuseio das partes essenciais do CC-VBR: 1) dos trens de rolamento; 2) da suspensão; 3) do compartimento do motorista; 4) do compartimento de combate (torre); e 5) do compartimento do motor. e. Precauções gerais: 1) contra incêndio; 2) com o armamento; 3) com os aparelhos de pon- taria e observação; 4) com as escotilhas; 5) com a munição; 6) com as antenas; 7) com o uso do capacete, do CC-VBR; 8) com o giro da torre; 9) contra a intoxicação; 10) com o equipamento rá- dio; e 11) contra avarias e sabota- gem. f. Material orgânico e equipa- gem do CC-VBR. - Citar as principais características do CC-VBR. - Identificar, no terreno, acidentes que possam ser transpostos ou ultrapas- sados pelo CC-VBR. - Identificar, pelo nome, as partes prin- cipais do CC-VBR. - Localizar as partes principais do CC-VBR. - Manusear as partes essenciais da suspensão. - Manusear as partes essenciais dos compartimentos do motorista, de com- bate (torre) e do motor. - Descrever as medidas de precau- ções gerais a serem observadas em relação às diversas partes e compo- nentes do CC-VBR. - Identificar o material orgânico do CC- VBR. - Identificar o local para a colocação do material orgânico. - Equipar o CC-VBR. - Desequipar o CC-VBR. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII.
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    43.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Apresentado, ao militar, um CC- VBR e constituída uma guarnição, com os militares. O instrutor emitirá um conjunto de comandos relativos às seguintes situações da guarnição: - desembarcada; - para embarcar; - embarcada; - para desembarcar; e - para desembarcar, com o CC-VBR em movimento, pela escotilha de emergência. Q-405 (OP) Apresentados, a uma guarnição constituída, um CC-VBR, uma granada de manejo e todo o ferramental necessário. O militar deverá executar as se- guintes operações, obede- cendo às medidas de seguran- ça e utilizando as ferramentas adequadas: - abrir a culatra; - municiar as armas; - retirar a munição não percu- tida ou falhada; - extrair projétil preso; e - acondicionar e manusear a munição. Q-406 (HT) 2. Guarnição de CC-VBR a. Composição: 1) número de elementos; 2) posto ou graduação; 3) funções; e 4) locais a ocupar dentro do CC-VBR. b. Comandos para a guarnição desembarcada: 1) “Em forma: na frente, no lado esquerdo e no lado direito da CC-VBR”; 2) “Fora de forma”; 3) “Enunciar funções”; e 4) “Guarnição, Trocar Fun- ções.” c. Comandos para a guarnição embarcar: 1) “Em forma”: na frente, no lado esquerdo e no lado direito do CC-VBR; 2) “Preparar para embarcar”; 3) “Embarcar”; e 4) “Todos prontos?.” d. Comandos para a guarnição embarcada: 1) “Fechar escotilhas”; 2) “Todos prontos?”; 3) “Abrir escotilhas.”; e 4) “Todos prontos?.” e. Comandos para a guarnição desembarcar: 1) “Preparar para desem- barcar”; 2) “Desembarcar”; 3) “Enunciar funções.” f. Comandos para o desem- barque pela saída de emergência com o CC-VBR parado ou em movimento: 1) “Pela saída de emer- gência, preparar para desem- barcar”; - Identificar os elementos da guarni- ção do CC-VBR. - Identificar os locais a serem ocupa- dos pela guarnição no interior do CC- VBR. - Descrever os procedimentos a se- rem desenvolvidos por cada um dos integrantes da guarnição decorren- tes dos comandos relativos à guar- nição desembarcada. - Identificar o local a ocupar em for- ma, pelos integrantes da guarnição. - Descrever os procedimentos a se- rem desenvolvidos por cada um dos integrantes da guarnição, decorren- tes dos comandos relativos à guar- nição no embarque. - Identificar os locais de embarque no CC-VBR. - Identificar o local a ocupar, dentro do CC-VBR, pelos integrantes da guarnição. - Descrever os procedimentos a se- rem desenvolvidos por todos dos in- tegrantes da guarnição, decorrentes dos comandos relativos à guarnição embarcada. - Descrever os procedimentos a se- rem desenvolvidos por todos dos in- tegrantes da guarnição, decorrentes dos comandos relativos à guarnição no desembarque. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Realizar as operações da Guarnição Embarcada no CC-VBR. O militar no decorrer da tarefa deverá realizar, prontamente, os procedimentos decorrentes dos comandos recebidos. - Embarcar pelos lugares ade- quados. - Ocupar, corretamente, os lu- gares correspondentes a cada integrante da guarnição. - Executar todas as atividades previstas para os integrantes da guarnição quando embarcada. - Desembarcar pelos lugares adequados. Realizar os procedimen- tos relativos à Escola da Guarnição do CC-VBR.
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    44.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Realizar as condutas da guarnição desembarcada. Apresentado, ao militar, um CC- VBR que está com a guarnição embarcada. O Cmt do CC-VBR dará ordem para que o CC-VBR seja estacionado e que a guarnição faça a segurança do local e do CC-VBR. Será fornecida a rede de camufla- gem. Na realização da tarefa, o militar deverá: - orientar o motorista na colo- cação do CC-VBR em uma co- berta ou abrigo; - ocupar uma posição, à frente do CC-VBR, que seja coberta e permita a observação do ter- reno à frente; - ocupar o lugar do Cmt do CC- VBR e colocar a metralhadora da torre pronta para o tiro; e - utilizar, com a camuflagem e o material natural, a camuflagem para quebrar a forma do CC-VBR ocupar o lugar do Cmt do CCBR na torre, com o armamento pronto para o tiro. - utilizar a rede de camuflagem e o material natural à camu- flagem para quebrar a forma do CC-VBR. Q-407 (HT) Apresentado, ao militar, um CC- VBR com uma guarnição embar- cada e simulado um incêndio, o Cmt do CC-VBR deverá emitir o seguinte comando: - “Abandonar o CC-VBR”. O militar deverá retirar o mate- rial, armamento e equipamento previsto, abandonar o CC-VBR e executar as ordens do Cmt do CC-VBR prontamente. Deverão ser observadas a des- treza, rapidez e acerto com que são realizadas as operações, pelo militar. Q-408 (TE) - Descrever as atividades realizadas mediante ordens recebidas, referen- tes à segurança do local. - Identificar o local no terreno a ser ocupado pelo CC-VBR. - Descrever a camuflagem utilizada para o CC-VBR. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Abandonar o CC-VBR. 4. Abandono do carro de comba- te a. Comando: “Abandonar o CC-VBR.” b. Situações em que a guarni- ção abandona o CC-VBR. c. Providências a serem tomadas pela guarnição no abandono do CC-VBR . - Descrever as atividades a serem realizadas de acordo com o coman- do recebido. - Descrever as providências a se- rem tomadas, pela guarnição, relati- vas ao material, armamento e munição por ocasião do abandono do CC-VBR. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Conduta da guarnição desembarcada a. Segurança local quando desembarcada. b. Desembarque com arma- mento e munição. c. Ocupação do lugar do Cmt do CC-VBR para a operação do armamento da torre. d. Localização do CC-VBR. e. Camuflagem do CC-VBR. Q-409 (TE) 5. Destruição do CC-VBR e do equipamento a. Comando: destruir o CC- VBR. b. Necessidade da destruição. c. Meios de destruição: 1) mecânicos. - Relacionar o comando recebido com os procedimentos a serem realiza- dos durante a destruição do CC-VBR. - Identificar os meios de destruição do CC-VBR, do equipamento e do armamento. Simular a destruição do carro pelos processos existentes. Apresentado, ao militar, um CC- VBR , com uma guarnição embar- cada, ao comando de: - “Destruir o CC-VBR” O militar deverá realizar a iden- tificação, mostrando todos os instrumentos e equipamentos a serem destruídos e as ferra- mentas a serem utilizadas.
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    45.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Dado um CC-VBR, com uma guar- nição constituída de militares, embarcada. O instrutor deverá emitir os se- guintes comandos, nesta ordem: - “Evacuar motorista;” - “Evacuar o auxiliar de atirador;” - “Evacuar o atirador;” e - “Evacuar o Cmt do CC-VBR”. Cada um dos integrantes da guarnição deverá realizar os procedimentos relativos a sua função decorrentes de cada co- mando. Na realização, deverão ser observados pelos militares, os seguintes aspectos: - posições a ocupar o CC-VBR para a evacuação do ferido; - movimentos a serem feitos; - conforto do ferido; - material utilizado; - não agravar o estado de saúde do ferido; e - transporte do ferido para local apropriado (arejado, sombrio). Q-410 (OP) Auxiliar na Evacuação de feridos do CC-VBR . 6. Socorro e evacuação de feridos a. Processo para evacuação de ferido do compartimento do motorista: - comando: “Evacuar moto- rista.” b. Processo para evacuação de ferido da torre: - comando: “Evacuar atira- dor, evacuar auxiliar de atirador ou evacuar Comandante do CC- VBR.” - Descrever o processo para a eva- cuação de feridos do compartimento do motorista. - Descrever o processo para a eva- cuação de feridos da torre. - Auxiliar na evacuação de feridos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Descrever os processos de des- truição dos instrumentos e dos equi- pamentos de controle de tiro. - Descrever os processos de des- truição do canhão. - Descrever o processo de destrui- ção das metralhadoras e dos equi- pamentos de controle de tiro. - Descrever os processos de des- truição do canhão. - Descrever o processo de destrui- ção das metralhadoras. - Descrever a maneira de destruir o material de comunicações. - Descrever os processos de des- truição do CC-VBR. - Relacionar os procedimentos a se- rem realizados pela guarnição com os comandos recebidos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 2) inflamáveis; 3) de demolição; e 4) de tiro. d) Destruição dos instrumen- tos e equipamentos de controle de tiro: 1) canhão a) Processo nº 1: por demolição. b) processo nº 2: Pela queima. 2) metralhadoras e. Destruição do material de comunicações. f. Destruição do CC-VBR: 1) processo nº 1: pela quei- ma; 2) processo nº 2: pela de- molição; e 3) processo nº 3: por tiro de canhão. Q-409 (AC) (Continuação)(Continuação)(Continuação) Simular a destruição do carro pelos processos existentes. Apresentado, ao militar, um CC- VBR , com uma guarnição embar- cada, ao comando de: - “Destruir o CC-VBR” O militar deverá realizar a iden- tificação, mostrando todos os instrumentos e equipamentos a serem destruídos e as ferra- mentas a serem utilizadas.
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    46.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Q-413 (HT) Realizar as ações de Com- bate a incêndio no CC- VBR. Apresentado, ao militar, um CC- VBR, sendo simulados situações de incêndio no compartimento do motorista, da torre e do motor. O militar deverá: - localizar e operar, com cor- reção, o sistema de combate a incêndio - executar as ações de acordo com a seqüência preconizada. Q-411 (HT) Apresentado, ao militar, um CC e todo o material para o combate noturno. O militar deverá preparar a via- tura e operar os equipamentos, com acerto e dentro do tempo limite previsto para a viatura. Q-412 (HT) Preparar o CC-VBR para transposição de curso d’água. Apresentado, ao militar, um CC- VBR e o material necessário à transposição de curso d’água. Durante a execução da tarefa os militares deverão: - citar as possibilidades e limi- tações da viatura para transpo- sição de curso d’água. - preparar a viatura para vadear com e sem auxílio do tubo res- pirador. 7. Sistema de combate a incên- dio a. Apresentação e caracte- rísticas. b. Localização e operação. c. Seqüência de ações para combate a incêndio: 1) no compartimento do mo- torista; 2) na torre; e 3) no motor. d. Atuação dos componentes da guarnição. - Citar as características do sistema de combate a incêndio. - Identificar suas divisões. - Descrever a seqüência de ações para combate a incêndio. - Identificar a localização dos com- ponentes do sistema. - Descrever os cuidados para ope- ração do sistema. - Descrever os deveres dos compo- nentes da guarnição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Preparar o CC para o com- bate noturno. 8. Combate noturno a. Preparação da viatura. b. Equipamentos e visão noturna. c. Deslocamento do CC-VBR. d. Ações da guarnição. - Identificar os preparativos do CC- VBR para o combate noturno. - Reconhecer e operar os equipa- mentos de visão noturna do CC-VBR. - Citar os cuidados a serem tomados durante um deslocamento noturno com o CC-VBR. - Descrever as ações da guarnição para a utilização do CC-VBR para o combate noturno. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 9. Transposição de curso d’água a. Preparação do CC-VBR para transposição. b. Possibilidades. c. Limitações. - Auxiliar o motorista na transposi- ção de curso d’água. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    47.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 17. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h 10. Manutenção de 1º Escalão a cargo da Guarnição: 1) importância da manutenção de 1º Escalão para a eficiência operacional da fração; 2) manutenção diária; opera- ções atribuídas à guarnição antes da partida, durante o movimento, nos altos e após o trabalho. Execução mediante comando; e 3) manutenção semanal, ser- viços periódicos adicionais. - Explicar as conseqüências da não realização da manutenção preventi- va na eficiência operacional da fração. - Enumerar as operações de manu- tenção de 1º Escalão a cargo da guarnição. - Realizar as operações atribuídas à guarnição. - Citar os serviços periódicos adi- cionais. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q- 414 (CH) Realizar a manutenção de 1º Escalão. Apresentado, ao militar, uma viatura e todo ferramental necessário à manutenção de 1º Escalão. O militar deverá executar todas as operações de acordo com os comandos recebidos e com a ficha de manutenção.
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    48.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 18. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/EXPLORADOR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-403 (TE) Identificar as principais características e possibili- dades da viatura. Apresentado, ao militar, uma viatura no terreno, o instrutor cita as principais características da viatura e suas possibilidades de transposição de obstáculos. O militar deverá citar, com correção, as principais caracte- rísticas da viatura e identificar no terreno os limites de trans- posição de obstáculos. Q-401 (AC) Apresentada, ao militar, a guarnição constituída de militares em uma viatura. O militar no decorrer da instrução deverá: - realizar, prontamente, os co- mandos recebidos; - embarcar e ocupar, correta- mente, o lugar correspondente; - executar todas as atividades previstas para os integrantes da guarnição quando embarcado; e - desembarcar pelos lugares adequados. Q-402 (OP) Emitir e executar Coman- dos. Será apresentada uma viatura e or- ganizada uma guarnição. O instrutor emitirá um conjunto de comandos relativos às seguintes situações da guarnição: - desembarcada; - para embarcar; - para desembarcar; - embarcada; - desembarcar pelos lugares ade- quados; - embarcar num tempo de 3 se- gundos; - desembarcada; - para embarcar; e - para desembarcar. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - atender aos comandos pron- tamente; - embarcar pelo lugar correto; - ocupar o lugar certo dentro da viatura; - executar todas as atividades previstas quando embarcado; - desembarcar pelos lugares adequados; e - embarcar num tempo de 3 se- gundos. 1. Estudo da viatura a. Apresentação. b. Características principais: 1) peso; 2) velocidade; 3) raio de ação; e 4) dimensões. c. Possibilidades de trans- posição de obstáculos: 1) vaus. 2) rampas; e 3) taludes. - Citar as características principais da viatura. - Identificar no terreno, os obstácu- los que possam ser transpostos pela viatura. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Realizar os procedi- mentos Relativos à Escola da Guarnição. 2. Guarnição da viatura a. Composição. b. Número de elementos. c. Graduação. d. Funções. e. Locais a ocupar dentro e fora da viatura. - Identificar os elementos da guarni- ção e os locais a ocupar dentro e fora da viatura. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Escola da guarnição desem- barcada; comandos por gestos e por voz: a. “Em forma”, à direita, a es- querda e em frente a Vtr; b. “Enunciar funções;” c. “Prepara para embarcar;” d. “Embarcar;” e. “Prepara para desem- barcar.” e f. “Desembarcar.” - Descrever as ações correspon- dentes a cada um dos comandos para o embarque e desembarque da viatura. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    49.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 18. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/EXPLORADOR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q- 406 (AC) Q- 407 (CH) Equipar e desequipar a vi- atura. Apresentado, ao militar, uma viatura e todo o material orgânico e individual; os militares serão organizados em duas equipes. Uma equipará e outra desequipará a viatura. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - ao equipar a viatura, colocar o material nos lugares adequa- dos de acordo com o plano de distribuição do material; - equipar em cinco minutos; - ao desequipar a viatura, retirar o material na ordem inversa da equipagem; e - desequipar a viatura no tempo máximo de cinco minutos. Q- 404 (HT) Preparar a viatura para transposição de curso d’água. Apresentado, ao militar, uma viatura não preparada para transposição. Seguir, corretamente, a seqüên- cia de preparação da viatura para a transposição de curso d’água. Q- 405 (HT) Simular a destruição da viatura pelos processos existentes. Apresentado, ao militar, uma viatura, com uma guarnição embarcada, ao comando de: - “Destruir a viatura”. O militar deverá realizar a iden- tificação, mostrando todos os instrumentos e equipamentos a serem destruídos e as ferra- mentas a serem utilizadas. Executar a manutenção de 1º Escalão da viatura. Apresentado, ao militar, uma viatura e todo ferramental necessário à manutenção de 1º Escalão. O militar deverá executar todas as operações de acordo com os comandos recebidos e com a ficha de manutenção. 4. Equipagem da viatura a. Equipamento da viatura. b. Locais destinados ao mate- rial. c. Cuidados a serem obser- vados durante a equipagem da viatura, e os deslocamentos. 5. Transposição de curso d’água: a. Preparação da viatura para transposição. b. Possibilidades. c. Limitações. 6. Destruição da viatura, arma- mento e equipamento a. Finalidade. b. Processos. 7. Manutenção de 1º Escalão a cargo da guarnição a. Importância da manutenção de 1º Escalão para a eficiência operacional da fração. b. Manutenção diária - Operações atribuídas à guarnição antes da partida, du- rante o movimento, nos altos e após o trabalho. Execução medi- ante comando. c. Manutenção semanal, ser- viços periódicos adicionais. - Citar a disposição do material na viatura. - Identificar o material orgânico da viatura de responsabilidade de cada membro da guarnição. - Identificar os locais destinados à colocação do material na viatura. - Equipar a viatura. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Auxiliar o motorista na transposi- ção de cursos d’água. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Descrever os procedimentos para a destruição da viatura, armamento e equipamento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Enumerar as operações de manu- tenção de 1º Escalão a cargo da guarnição. - Realizar as operações atribuídas a guarnição. - Citar os serviços periódicos adicio- nais. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    50.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h Q- 403 (AC) Q- 404 (HT) Citar as características e partes mais vulneráveis da VBTP. Apresentada, ao militar, uma via- tura, o instrutor dará as principais características da VBTP e indicará suas partes mais vulneráveis. 1. Estudo da Viatura a. Apresentação. b. Características principais: 1) peso; 2) velocidade; 3) raio de ação; e 4) dimensões. c. Possibilidades de transpo- sição de obstáculos: 1) vaus; 2) rampas; e 3) taludes. Q- 401 (AC) Identificar no Terreno Obstáculos à VBTP e balizar seu deslocamento. Apresentada, ao militar, uma VBTP no terreno, onde o instrutor indi- cará os obstáculos à VBTP e como balizar seu deslocamento. O militar deverá identificar os obstáculos e balizar o deslo- camento da VBTP. Q- 402 (AC/TE) Citar o nome das partes da VBTP indicadas pelo instrutor. Apresentada, ao militar, uma via- tura, o instrutor indicará as partes principais. O militar deverá realizar a tarefa, com 100% de acerto. Equipar e desequipar a VBTP. São constituídas duas equipes de militares. Uma viatura para trans- porte de fração é apresentada às equipes, juntamente com todo o material orgânico e individual. Uma das equipes embarcará o materi- al e a outra o desembarcará. Após o desembarque, as equipes farão um rodízio entre si de modo que o embarque seja feito pela equipe que, anteriormente, realizará o desembarque. 2. Equipagem da viatura a. Equipamento da viatura. b. Locais destinados ao mate- rial. c. Cuidados a serem obser- vados durante a equipagem da viatura e durante os deslo- camentos. - Citar as características principais da viatura. - Identificar as partes mais vulnerá- veis da viatura. - Identificar as principais divisões da viatura. - Identificar no terreno, os obstácu- los que possam ser transpostos pela viatura. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. - Citar a disposição do material na viatura. - Identificar o material orgânico da viatura de responsabilidade de cada membro da guarnição. - Identificar os locais destinados à colocação do material na viatura. - Equipar a viatura. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Durante a execução da tarefa o militar deverá: - ao equipar a viatura, colocar o material nos lugares adequados de acordo com o plano de distri- buição do material; - equipar a viatura no tempo máximo de dez minutos; e - desequipar a viatura no tempo máximo de cinco minutos. O militar deverá realizar a tarefa, com 100% de acerto.
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    51.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h Q-405 (HT) Apresentada, ao militar, uma VBTP, com uma guarnição embarcada, ao comando de: - “Destruir a VBTP”. O militar deverá realizar a iden- tificação, mostrando todos os instrumentos e equipamentos a serem destruídos e as ferra- mentas a serem utilizadas. Q-406 (AC) 3. Transposição de curso d’água a. Preparação da VBT para transposição. b. Possibilidades. c. Limitações. - Auxiliar o motorista na transposi- ção de curso d’água. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Simular a destruição da VBTP pelos processos existentes. 4. Destruição da VBTP e do equipamento a. Comando: “Destruir a VBTP”. b. Necessidade da destruição. c. Meios de destruição: 1) mecânicos; 2) inflamáveis; 3) de demolições; e 4) de tiro. d. Destruição dosinstrumentos e equipamentos de controle de tiro. e. Destruição de armamento: 1) processo nº 1: por de- molição; e 2) processo nº 2: pela quei- ma. f. Destruição do material de comunicação. g. Destruição da VBTP. - Relacionar o comando recebido com os procedimentos a serem rea- lizados durante a destruição da VBTP. - Identificar os meios de destruição da VBTP, do equipamento e do arma- mento. - Descrever os processos de des- truição dos instrumentos e dos equi- pamentos de controle de tiro. - Descrever os processos de des- truição das metralhadoras. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentada, ao militar, uma VBTP não preparada para transposição. Preparar a VBTP para transposição de curso d’água. Durante a execução da tarefa o militar deverá: - testar e colocar os bujões de drenagem da blindagem; - colocar os bujões dos redu- tores permanentes; - colocar os bujões da caixa de suspensão; - fechar e trancar a rampa e a porta da rampa; - estender o estabilizador; - abrir o ventilador do compar- timento do pessoal; - ligar as bombas do porão; e - colocar a alavanca de mudança na posição 1-2.
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    52.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h Q-409 (HT) Preparar a VBTP para o combate noturno. Apresentada, ao militar, uma VBTP e todo o material para preparação para o combate noturno. O militar deverá: - localizar e operar, com correção, os equipamentos de combate; e - executar as ações de acordo com a seqüência preconizada. Q-407 (HT) Apresentada, ao militar, uma via- tura e todo ferramental necessá- rio à manutenção de 1º Escalão. Durante a execução da tarefa o militar deverá realizar, corre- tamente, todas as operações previstas na Carta-guia de Lu- brificação. Q-408 (CH) Realizar as ações de com- bate a incêndio na VBTP. Apresentada, ao militar, uma VBTP, será simulado situações de incêndio no compartimento do motorista, da torre e do motor. O militar deverá: - localizar e operar, com corre- ção, o sistema de combate a in- cêndio; e - executar as ações de acordo com a seqüência preconizada. 5. Combate noturno a. Preparação da viatura. b. Equipamentos de visão noturna. c. Deslocamento da VBTP. d. Ações da guarnição. - Identificar os preparativos da guar- nição e da VBTP para o combate noturno. - Reconhecer e operar os equipa- mentos de visão noturna da VBTP. - Citar os cuidados a serem tomados durante um deslocamento noturno com a VBTP. - Descrever as ações da guarnição na utilização da VBTP para o comba- te noturno. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Realizar manutenção de 1º Escalão da VBTP. 6. Manutenção de 1º Escalão a cargo da Guarnição a. Importância da manutenção de 1º Escalão para eficiência operacional da fração. b. Manutenção diária: - operações atribuídas à guar- nição antes da partida, durante o movimento, nos altos e após o trabalho. Execução mediante comando. c. Manutenção semanal, - serviços periódicos adicio- nais. - Enumerar as operações de manu- tenção de 1º Escalão a cargo da guarnição. - Realizar operações atribuídas à guarnição. - Citar os serviços periódicos e adi- cionais. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 7. Sistema de combate a incêndio a. Apresentação e caracte- rísticas. b. Localização e operação. c. Seqüência de ações para combate a incêndio: 1) no compartimento do motorista: 2) na torre; e 3) no motor. d. Atuação dos componentes da guarnição. - Citar as características do sistema de combate a incêndio. - Identificar suas divisões. - Descrever a seqüência de ações para combate a incêndio. - Identificar a localização dos com- ponentes do sistema. - Descrever os cuidados para ope- ração do sistema. - Descrever os deveres dos compo- nentes da guarnição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    53.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 19. ESCOLA DA GUARNIÇÃO/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 25h Apresentada, ao militar, uma via- tura e organizada uma guarnição com os militares. O instrutor emitirá um conjunto de comando relativos às seguintes situação da guarnição: - desembarcada; - para embarcar; - embarcada; - desembarcar pelos lugares ade- quados; - embarcar num tempo determi- nado; e - desembaracar num tempo de- terminado. Durante a execução da tarefa o militar deverá: - atender aos comandos pron- tamente; - embarcar pelo lugar correto; - ocupar o lugar certo dentro da viatura; - executar todas as atividades previstas quando embarcado; - desembarcar pelos lugares adequandos; e - embarcar num tempo determi- nado. Q-410 (CH) Emitir e executar coman- dos 8. Escola da guarnição desem- barcada comandos por gestos e por voz: a. “Em forma”, à direita, à es- querda e em frente a Vtr. b. “Enunciar funções.” c. “Preparar para embarcar.” d. “Embarcar.” e. “Preparar para desem- barcar.” f. “Desembarcar.” - Descrever as ações corresponden- tes a cada um dos comandos para o embarque e desembarque da viatu- ra. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    54.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 20. ESCRITURAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 08h Q-403 (AC) Q-404 (HT) Identificar a documen- tação preparada pelo Gp Sup Cl V (SU C Ap) e Gp Sup (SU Man). Apresentada, ao militar, toda a do- cumentação preparado pelo Gp Sup Cl V (SU C Ap) e Gp Sup (SU Man). O militar deverá identificar, corretamente, cada documento citando a sua finalidade. Q-401 (AC) Preencher os livros regis- tros referentes à munição. - Preencher o Livro de Estoque. - Preencher o Livro de Ocorrência. - Preencher o Livro das Condições Meteorológicas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 2. Livros Registros a. Fornecimento. b. Recebimento. c. Recolhimento. d. Carga e descarga. e. Distribuição. f. Controle. Q-402 (AC) Preencher a Ficha Contro- le da estabilidade de pólvoras e explosivos. - Preencher a Ficha Controle da Estabilidade de Pólvoras e Explosivos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Ficha de Controle da Estabili- dade de Pólvoras e Explosivos. Confeccionar o diagrama de temperaturas máxi- mas e mínimas e de umi- dade. - Confeccionar os mapas de diagra- mas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 4. Mapas de diagramas. - Identificar a documentação referen- te à munição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 1. Dotação orgânica - Pedidos, guias, ordens. Apresentados ao militar: - livros de registro referentes à munição; e - todos os dados necessários ao preenchimento das partes dos li- vros. O militar deverá preencher, corretamente, todas as partes possíveis do livro. Apresentados, ao militar, dados de laboratório contendo os resul- tados de exames efetuados em amostras remetidas necessários ao preenchimento da ficha de controle da estabilidade de pólvo- ras e explosivos. O militar deverá preencher, corretamente, a ficha de contro- le da estabilidade de pólvoras e explosivos. Apresentada, ao militar uma relação contendo as temperatu- ras, máximas e mínimas e de umi- dade, registradas em um período de 30 dias no paiol. O militar deverá confeccionar, corretamente, os respectivos diagramas, utilizando as escalas dos diagramas e as tempera- turas dadas.
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    55.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 21. O EXPLORADOR E A PATRULHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-403 (AC/TA) Reconhecer a importância do informe. O instrutor ressaltará com casos a importância do informe para as operações militares. O militar deverá citar uma situa- ção em que o informe militar será fundamental. Q-401 (AC) O instrutor deverá explicar o pro- cesso de interrogatório, em com- bate, de civis e militares. Durante a execução da tarefa, o militar deverá empregar, corretamente, as técnicas de in- terrogatório. Q-402 (AC) Reconhecer itinerários, pontes, bosques e casa- rio. O instrutor deverá compor duplas de militares e fornecer o esboço da região a percorrer (em torno de 6 (seis) Km de extensão). Durante a execução da tarefa o militar deverá comparar o es- boço com o terreno e reconhe- cer os pontos assinalados no mesmo, amarrando o itinerário antes da partida. 1. Importância do informe; papel do explorador na busca do infor- me. - Citar o papel do explorador na bus- ca de informe. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Descrever a conduta no interrogatório. 2. Técnicas de interrogatório. - Descrever a conduta do explora- dor no interrogatório de habitantes. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Conduta do explorador, ou gru- po de exploradores na missão de reconhecimento de itinerário, bosques, localidades ou casario. - Descrever a conduta do explora- dor ou grupo de exploradores no re- conhecimento de itinerários. - Reconhecer pontos nítidos ao lon- go do percurso. - Utilizar as medidas de coordena- ção e controle do movimento. - Descrever a conduta do explora- dor ou GE no reconhecimento de bos- ques, localidades e casario. - Identificar as diferenças no reco- nhecimento de áreas bosques, loca- lidades ou casario. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    56.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 21. O EXPLORADOR E A PATRULHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-404 (TA) O instrutor deverá organizar uma patrulha-escola, em terreno vari- ado, durante o dia, composta por soldados de um mesmo GE e ao comando de um graduado, com a missão de realizar um reconheci- mento de área à distância aproxi- mada de 03 Km. Na área a ser reconhecida, deverá existir pequena figuração, simu- lando uma determinada atividade. Os militares deverão, ao final do cumprimento da missão da patrulha, estar em condições de citar as finalidades, principais missões, tipos e procedimen- tos padrões na execução de uma patrulha de reconhecimen- to. Q-405 (TA) - Descrever os cuidados a serem observados na interpretação de in- dícios deixados pelo inimigo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 4. Interpretação de indícios dei- xados pelo inimigo. Integrar uma Patrulha de Reconhecimento. 5. Patrulhas a. Importância das patrulhas. b. Patrulhas de Reconhe- cimento e de Combate: 1) conceito; 2) missões; 3) composição e equipa- mento de uma Patrulha; 4) ponto de reunião inicial para a partida e pontos de reu- nião estabelecidos no percurso da patrulha; 5) articulação da Patrulha, controle durante o deslocamen- to, ligação pela vista entre os ele- mentos da patrulha; e 6) ação da Patrulha quando atacada, ou em caso de perda de ligação com sua unidade. O instrutor deverá preparar vestí- gios que simulem a presença, proximidade ou passagem do ini- migo. Observar e informar a pre- sença de inimigo. O militar deverá, observando os indícios, interpretar as ações inimigas. - Descrever a importância das patru- lhas. - Distinguir de Patrulhas de Reconhe- cimento e Combate. - Citar as missões de Patrulhas de Reconhecimento e Combate. - Descrever a composição das Pa- trulhas de Reconhecimento e de Com- bate. - Identificar o equipamento utilizado nas Patrulhas de Reconhecimento e de Combate. - Descrever as ações das patrulhas no ponto de reunião inicial e nos pon- tos de reunião estabelecidos no percuso da patrulha. - Descrever as medidas de coorde- nação e controle utilizadas pelas Pa- trulhas durante os deslocamentos. - Descrever a conduta da Patrulha quando atacada, ou em caso de per- da de ligação com sua unidade. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    57.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 21. O EXPLORADOR E A PATRULHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-408 (TA) Integrar uma Patrulha de Combate. O instrutor deverá organizar uma patrulha, em terreno variado, du- rante a noite, composta por sol- dados do mesmo GE e ao coman- do de um graduado, com a mis- são de destruir uma instalação ini- miga situada a 05 Km. Os militares deverão, ao final do cumprimento da patrulha, estar em condições de citar as finali- dades, principais missões, tipos e procedimentos padrões na execução de uma patrulha de combate. Q-406 (TA) O instrutor deverá organizar uma patrulha-escola e em um terreno ou caixão de areia, ensinar os pro- cedimentos corretos para proce- der na travessia de desfiladeiros, obstáculos, bosques e locais pe- rigosos. O militar deverá executar a tra- vessia de cada local usando as técnicas aprendidas. Q-407 (AC/TE) Atuar em uma escolta de comboio. O instrutor deverá mobiliar com os militares uma escolta para, pri- meiramente no caixão de areia e a seguir no terreno, executar uma escolta de comboio, simulando atuações inimigas tais como em- prego de obstáculos, emboscadas etc. Os militares deverão proceder conforme a doutrina de escolta de comboios, reagindo pronta e corretamente em face das in- tervenções da figuração inimiga. Executar procedimentos em situações diversas. 6. Procedimentos das Patrulhas nas travessias de desfiladeiros, obstáculos, bosques e locais perigosos. - Descrever o procedimento das pa- trulhas em situações diversas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 7. Escolta de comboios a. Generalidades. b. Comando e controle. c. medidas de Proteção. d. Formações. e. Condutas face a atuação do inimigo. - Citar a finalidade e emprego das escoltas de comboio. - Identificar os procedimentos relati- vos ao comando e controle da escol- ta. - Reconhecer as principais medidas de coordenação e controle utilizadas. - Reconhecer as principais forma- ções para execução de uma escol- ta. - Identificar as condutas em face da atuação do inimigo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    58.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 22. EXPLOSIVOS E DESTRUIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h Q-403 (HT) Q-404 (HT) Identificar os explosivos quanto ao tipo e finalida- de. O instrutor deverá expor os vári- os tipos de explosivos existentes. O militar deverá reconhecer os tipos e a finalidade de cada ex- plosivo apresentado. Q-401 (AC) Reconhecer as medidas de segurança no trato com explosivos. O instrutor deverá apresentar as normas de segurança no trato com explosivos. Na realização da tarefa, o militar deverá citar as normas de ma- nuseio, armazenamento e transporte. Q-402 (AC) 1. Explosivos a. Classificação. b. Finalidade. c. Características. - Descrever a finalidade dos explosi- vos. - Classificar explosivos. - Descrever as características dos explosivos militares mais importantes. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Escorvar cargas. Apresentados, ao militar, explosi- vos, explosor, espoletas elétricas e comuns, bobinas com fio, alica- te de estriar, barbante e o galvanômetro. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - observar as medidas de segu- rança no manuseio do material; - utilizar os diferentes tipos de espoletas dados; e - escovar a carga de modo que a espoleta seja fixada ao explo- sivo e não saia do seu aloja- mento, sem uma ação externa. Lançar cargas. Apresentados, ao militar, local apropriado e material necessário para o lançamento das cargas. O instrutor determina um processo para o lançamento das cargas. Na realização da tarefa, o militar deverá: - executar o lançamento das car- gas pelo processo determina- do de forma que ocorra a explo- são de todas as cargas; e - obedecer às normas de segu- rança. 2. Precauções e medidas de segurança a. Manuseio. b. Armazenamento. c. Transporte. - Citar as precauções necessárias ao manuseio, armazenamento e transporte de explosivos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Tipos de escorvamento a. Pirotécnico. b. Elétrico. c. Com cordel detonante. - Descrever os tipos de escor- vamento. - Realizar o escorvamento de car- gas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 4. Preparo das cargas a. Processo pirotécnico. b. Processo elétrico. c. Processo duplo. d. Processo do cordel deto- nante. - Descrever os processos de lança- mento de cargas. - Realizar lançamento de cargas pe- los diversos processos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    59.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 22. EXPLOSIVOS E DESTRUIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h Q-407 (HT) O instrutor determinará o proces- so de lançamento, bem como os locais (vigas, linha férrea, pontes ou outras obras) onde deverão ser colocadas as cargas. Apresentados, ao militar, cargas de destruição simuladas, espole- tas, e outros materiais necessári- os ao lançamento das cargas. Q-405 (HT) Apresentado, ao militar, o material necessário ao lançamento de uma carga; o instrutor indicará os pro- cessos de destruição de estrutu- ras e fará um estudo das falhas na explosão. O militar, na realização da tarefa, deverá: - aplicar, corretamente, os pro- cessos de destruição de estruturas; e - reconhecer as falhas mais co- muns. Q-406 (AC) Empregar explosivos na abertura de obstáculos e construção de abatizes. Apresentado, ao militar, o materi- al necessário ao lançamento de uma carga; o instrutor indicará os processos para abertura de passagens em obstáculos e como construir um abatis. Durante a execução da tarefa, o militar dever simular a abertura de uma passagem através de um obstáculo e construir um abatis. Reconhecer os proces- sos de destruição de es- truturas específicas. 6. Estudo das falhas na explo- são. 7. Destruição de estruturas a. vigas. b. obras de arte. c. linhas férreas. - Citar as falhas mais comuns de uma explosão dentro de cada processo de lançamento de cargas. - Descrever as causas das falhas dentro de cada processo de lança- mento. - Descrever as formas de colocação de cargas para a destruição de vi- gas, obras de arte e linhas férreas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 8. Abertura de passagens atra- vés de obstáculos a. Arame farpado. b. Troncos de árvores. c. cerca. d. Cavaletes metálicos. 9. Construção de abatises a. Definição. b. Finalidade. c. Emprego de carga. - Descrever as formas de aberturas de passagens através obstáculos. - Definir abatises. - Descrever a finalidade de constru- ção de abatises. - Colocar a carga. - Acionar a carga. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Na realização da tarefa, o militar deverá: - escovar a carga; e - fixar as cargas nos locais indi- cados. Colocar cargas. 5. Colocação de cargas e tipos de enchimento. Descrever a maneira de colocação das cargas no local a ser destruído e indicar o enchimento adequado às diversas situações. - Descrever as formas de colocação de cargas para cortar aço e madei- ra. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    60.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 23. FORTIFICAÇÃO DE CAMPANHA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06-12h Q-401 (HT) O instrutor deverá dividir os mili- tares em grupos, de acordo com o número de obstáculos a serem construídos. Em seguida, após distribui-los no terreno e fornecer-lhes o materi- al necessário, determinará que cada grupo construa um obstáculo artificial, tal como: - cavalo de frisa; - concertina; - cerca vertical; - fosso anticarro; e - reforce um obstáculo natural. Cada obstáculo deverá ser construído, corretamente, no tempo máximo previsto nos manuais de campanha. Q-402 (HT) 1. Organização do terreno a. Seqüência dos trabalhos de OT. b. Limpeza dos campos de vista e de tiro. c. Material a ser empregado. 2. Espaldões a. Tipos. b. Dimensões. c. Construção. d. Destino do material esca- vado. 3. Posições de tiro para VBTP. - Identificar a seqüência dos traba- lhos de OT. - Descrever a importância e a finali- dade de limpeza dos campos de vis- ta e de tiro. - Citar o material adequado aos tra- balhos de OT. - Identificar as ferramentas neces- sárias aos vários tipos de trabalho de OT. - Citar as características dos diver- sos espaldões. - Citar as dimensões necessárias para a construção de espaldões. - Reconhecer as características de uma posição de tiro para VBTP. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Construir obstáculos ar- tificiais e reforçar obstá- culos naturais AC e AP. 4. Obstáculos naturais e arti- ficiais a. Definições. b. Reforçamento de obstá- culos naturais. c. Tipos de obstáculos arti- ficiais. d. Obstáculos AP e AC. e. Emprego dosobstáculos AP e AC. f. Construção de obstáculos AP e AC. - Distinguir um obstáculo natural de um artificial. - Descrever o procedimento para o reforçamento de obstáculos natu- rais. - Citar a finalidade dos abatises. - Descrever o procedimento para a construção de um abatis. - Citar os tipos de obstáculos anticarro. - Descrever o procedimento para construção de obstáculos anticarro. - Citar os tipos de obstáculos antipessoal. - Citar os tipos de cercas de arame. - Descrever o procedimento para construção de obstáculos antipes- soal. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. O instrutor deverá dividir os mili- tares em grupos, de acordo com número e tipos de armas existen- tes na OM. Em seguida, será determinado que cada grupo construa um espaldão que corresponde à arma que lhe foi indicada, determinan- do a prioridade, a direção do ini- migo e as ferramentas adequadas. Determinar, ainda, que as peças sejam colocadas em posição e construídos os abrigos individu- ais para as respectivas guarni- ções, observando recomenda- ções referentes à limpeza dos campos de vista e de tiro. Em seguida, deverá determinar a preparação e ocupação de uma posição de tiro com uma VBTP. Os espaldões deverão estar de acordo com as especificações estipuladas nos respectivos manuais. Os abrigos deverão estar construídos próximos a cada espaldão. Os campos de vista e de tiro deverão permitir a observação e realização do tiro. O tempo de construção será o previsto nos manuais de cam- panha. Construir espaldões para o armamento coletivo, abrigos individuais para as guarnições e preparar e ocupar uma posição de tiro com a VBTP.
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    61.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 24. INSPEÇÃO DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 08h - Executar a inspeção dos explosi- vos e munições, empregando a téc- nica adequada. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 1. Inspeções em explosivos, pól- voras, espoletas, estopilhas, es- topins, detonadores, cargas, ar- tifícios pirotécnicos, minas e mu- nições diversas a. Importância. b. Finalidades. c. Processos. d. Métodos. Q-401 (AC) Auxiliar a execução de uma inspeção de munição e de explosivos. Apresentados ao militar: - diversos tipos de explosivos e munições; - uma relação contendo o tempo de fabricação de cada tipo de explosivo e munição; - uma tabela contendo o prazo de exame para tipo de munição ou explosivo; e - deverão ser aproveitados exem- plares de munição que a unidade tenha mandado para exame. Para cada tipo de explosivo ou munição, o militar executará uma inspeção (prova de observação) dentro das prescrições técnicas de cada um(a). O militar deverá ainda apontar os(as) que necessitem seguir para exame, pelo prazo ou por apresentarem indícios eviden- tes de decomposição.
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    62.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva Q-403 (TE) O instrutor deve compor uma fração devidamente armada e equipada. Q-401 ( AC) Constituída uma guarnição de mi- litares, o instrutor emitirá os se- guintes comandos: - “Enunciar funções”; - “A braço em forma”; - “Descansar o material”; - “Armamento e equipamento sobre o solo”; - “Carregar para transportar”; - “Carregar o material”; - “Descarregar o material”; - “Verificar o material”; - “Preparar para o tiro”; e - “Em posição” (para esse co- mando o instrutor dará os dados iniciais de tiro). Durante a execução da tarefa, o militar deverá identificar as ações referentes à função na guarnição. Q-402 (AC) Emitir e executar coman- dos dos serviço da peça. Constituída uma guarnição do ar- mamento, o chefe de peça emiti- rá os comandos previstos do ser- viço da peça em diversas situa- ções. Durante a execução da tarefa, o chefe de peça deverá emitir os comandos do serviço da peça, corretamente, e cada compo- nente da guarnição realizará as ações correspondentes à sua função. Identificar as ações do serviço da peça. 2. Serviços da peça a. Comandos do serviço da peça. b. Ações de cada elemento na execução do serviço da peça. c. Rodízio de funções. - Identificar os comandos relacio- nados com o serviço da peça. - Descrever as ações referentes a cada elemento da guarnição da peça, correspondentes aos coman- dos enunciados. - Realizar as ações referentes a cada elemento da guarnição da peça cor- respondentes aos comandos enun- ciados. - Descrever as ações de todos os elementos das peças, correspon- dentes aos comandos enunciados. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. O militar deverá identificar os componentes, suas atribuições e seus armamentos. Descrever a organização, o armamento, as funções e atribuições dos compo- nentes da peça. 1. Guarnição da peça a . Composição. b. Organização. c. Dotação de material e armamento. - Citar a graduação e a função dos elementos integrantes da guarnição da peça. - Identificar o material e armamento de cada componente da guarnição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
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    63.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva Q-406 (TE) Q-407 (TA) Descrever o emprego das formações. Apresentadas, ao militar, diversas situações que caracterizam as formações de combate. O militar deverá identificar a for- mação caracterizada. Q-404 (AC) Emitir e executar os co- mandos para adoção das formações. Q-405 (TE) Emitir e executar os co- mandos para mudança de frente e(ou) formação. 4. Mudanças de frente e(ou) formação a. Comandos. b. Conduta dos componentes. c. Rodízio de funções. - Citar os comandos para mudança de frente e(ou) formação. - Descrever as ações de cada com- ponente da peça para realização de mudanças de frente e(ou) formação. - Realizar as mudanças de frente e(ou) formação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Realizar movimento da peça sob fogos e vistas do inimigo. 5. Observação e controle no movimento e nas paradas. 6. Movimentos sob as vistas e fogos do inimigo a. processos de progressão. b. empregos dos processos de progressão. c. comandos. - Descrever a forma de manter a guarnição sob observação e contro- le no movimento e nas paradas. - Descrever os processos de pro- gressão. - Citar os comandos para progres- são da peça. - Descrever as ações de cada com- ponente da peça para realização do movimento sob vistas e fogos do ini- migo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Formação de combate a. Formações. b. Empregos das formações. c. Comandos. d. Rodízio de funções. - Identificar as formações de comba- te. - Descrever o posicionamento dos componentes da guarnição da Pç ao comando para entrar em formação em coluna. - Descrever as condições de empre- go das formações de combate. - Descrever o posicionamento dos componentes da guarnição da peça nas formações de combate. - Citar os comandos para entrada em posição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. A guarnição da peça, com a sua dotação de material e de armamento, é colocada em uma pista em terreno variado que per- mitirá adoção das diversas for- mações. Durante a execução da tarefa, o chefe de peça deverá emitir os comandos, corretamente, e cada componente deverá ocupar os locais relativos às funções, dentro do dispositivo corres- pondente às formações coman- dadas. A guarnição da peça, com a sua dotação de material e de armamento, é colocada em uma pista em terreno variado que per- mitirá adoção das diversas for- mações, sendo emitido, pelo chefe de peça, o comando para mudança de frente e (ou) forma- ção. O chefe de peça deverá emitir o comando, corretamente, e os militares deverão ocupar os lo- cais relativos às funções, den- tro do dispositivo correspon- dente ás formações comanda- das e demonstrar desembara- ço e precisão na execução dos movimentos. A guarnição da peça, com dotação em material e armamento, é co- locada em uma pista em terreno variado e sob vistas e fogos si- mulados do inimigo. A guarnição deverá executar, corretamente, os processos de progressão sob fogos e vistas do inimigo. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
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    64.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Q-410 (AC) Q-411 (TE) Emitir e executar os co- mandos de tiro da peça. Constituída uma guarnição da peça com a dotação de material e armamento e, após terem sido cumpridos os comandos de “Pre- parar para o tiro” e “Em Posição”, o chefe da peça emitirá um coman- do de tiro. Aos comandos de tiro subsequen- tes para o mesmo alvo, o instrutor poderá emitir somente as informações que interessem à realização da tarefa. O chefe da peça deverá emitir, corretamente, o comando e todos os componentes da peça, ao realizarem as tarefas, repe- tem os elementos do comando de tiro emitido, que contenham dados relativos à sua função. Q-408 (TE) Descrever a organização, o armamento, as funções e atribuições dos compo- nentes da seção. 8. A Seção a. Composição. b. Organização. c. Dotação de material e armamento. Q-409 (AC) Descrever o emprego das formações da seção. 9. Formação de combate a. Formações de combate. b. Emprego das formações de combate. c. Comandos. - Identificar as formações de com- bate. - Descrever as condições de em- prego das formações. - Descrever o posicionamento dos componentes das guarnições das peças e a posição das peças nas formações. - Citar os comandos para entrada em formação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Emitir e executar coman- dos para adoção das for- mações da seção. 7. Execução de fogos a. Entrada em posição. b. Comandos para execução do tiro. c. Execução de tiro. - Identificar os comandos para en- trada em posição e execução de tiro. - Descrever as ações de cada com- ponente da peça para entrada em posição e execução de tiro. - Executar os fogos comandados. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. O instrutor deve compor uma fração devidamente armada e equipada. O militar deverá identificar os componentes, suas atribuições e seus armamentos. Apresentados, ao militar, diver- sas situações que caracterizam as diversas formações de com- bate. Os militares deverão identificar a formação caracterizada. As guarnições das peças de uma seção com a dotação de material e armamento são colocadas em uma pista em terreno variado, com a possibilidade de atuação do inimigo e adoção de todas as for- mações de combate. Durante a execução da tarefa, o Cmt Sec e chefes de peças de- verão emitir, corretamente, os comandos para adoção da opor- tuna formação e a seção deverá entrar na formação anunciada, com todos os componentes das peças corretamente posicio- nados. - Citar a composição da seção. - Identificar o material e armamento de cada componente da seção. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
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    65.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS Q-414 (TE) Q-415 (AC/ HT) Emitir e executar coman- dos para mudança de frente e(ou) formação. A seção, com a sua dotação de material e de armamento, é colo- cada em uma pista, em terreno variado, que permitirá adoção das diversas formações, sendo emi- tido pelo Cmt Sec o comando para mudança de frente e(ou) forma- ção. Durante a execução da tarefa, o Cmt Sec e chefes de peças de- verão emitir, corretamente, os comandos e a seção deverá executá-los, com todos os com- ponentes das peças corre- tamente posicionados. Q-412 (TE) Realizar movimento da seção sob fogos e vistas do inimigo. 11. Observação e controle no movimento e nas paradas. 12. Movimentos sob vistas e fo- gos do inimigo a. processos de progressão. b. emprego dos processos de progressão. c. comandos. - Descrever os procedimentos para manter as guarnições sob observa- ção e controle no movimento e nas paradas. - Citar os processos de progressão, - Citar os comandos para progres- são. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q-413 (TA) Emitir e executar os co- mandos de tiro da seção. 13. Execução de fogos a. Entrada em posição. b. Comandos para execução de tiro. c. Execução de tiro. - Identificar os comandos para en- trada em posição e execução de tiro. - Descrever as ações de cada com- ponente da peça para entrada em posição e execução de tiro. - Executar os fogos comandados. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Identificar e designar al- vos e atividades inimigas. 14. Descoberta e designação de alvos. 15. Avaliação de distâncias pela vista. 16. Avaliação de distâncias com auxílio do binóculo. 17. Fórmula do milésimo. - Descrever o processo de desco- berta e designação de alvos. - Descrever o processo de avalia- ção de distância pela vista. - Descrever o processo de avalia- ção de distância com utilização do binóculo. - Avaliar distância utilizando a fór- mula do milésimo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 10. Mudanças de frente e(ou) formação a. Comandos. b. Conduta dos componentes da seção. - Realizar as mudanças de frente e(ou) formação. - Citar os comandos para mudanças de frente e(ou) formação. - Descrever as ações de cada com- ponente da seção para realização de mudanças de frente e(ou) formação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. A seção, com a sua dotação de ma- terial e armamento, é colocada em uma pista, em terreno variado, e sob vistas e fogos simulados do inimigo. Os Cmt Sec e chefes de peças deverão emitir os comandos, corretamente, e os integrantes das peças deverão executar, corretamente, os processos de progressão sob fogos e vistas do inimigo. Constituída uma seção, com a do- tação de material e armamento e, após terem sido cumpridos os comandos de “Preparar para o tiro” e “Em Posição”, o Cmt Sec emitirá um comando de tiro. Aos comandos de tiro subse- quentes para o mesmo alvo, o instrutor poderá emitir somente as informações que interessem à realização da tarefa. Os Cmt Sec e chefe de peças deverão emitir, corretamente, o comando e todos os compo- nentes da peça, ao realizarem tarefas, repetem os elemen- tos do comando de tiro emiti- do, que contenham dados rela- tivos à sua função. Em um terreno, com condições de observação, são colocados, a variadas distâncias, alvos que pos- sam ser batidos pelo fogo do ar- mamento. É fornecido ao militar um binóculo. Pelo menos quatro alvos deverão ser descobertos pelo instruendo e designados de acordo com a técnica prevista. 25. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/AAC/Traj Curva TEMPO ESTIMADO DIURNO: 31h
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    66.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 26. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/METRALHADORA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 23h Q-403 (TE) O instrutor deve compor uma fração devidamente armada e equipada. Q-401 (AC) Constituída uma guarnição de mi- litares, o instrutor emitirá os se- guintes comandos: - “Enunciar funções”; - “A braço em forma”; - “Descansar o material”; - “Armamento e equipamento sobre o solo”; - “Carregar para transportar”; - “Carregar o material”; - “Descarregar o material”; - “Verificar o material”; - “Preparar para o tiro”; e - “Em posição” (para esse co- mando o instrutor dará os dados iniciais de tiro). Durante a execução da tarefa, o militar deverá identificar as ações referentes à sua função na guarnição. Q-402 (AC) Emitir e executar coman- dos do serviço da peça. Constituída uma guarnição do ar- mamento, o chefe de peça emiti- rá os comandos previstos do ser- viço da peça em diversas situa- ções. Durante a execução da tarefa, o chefe de peça deverá emitir os comandos do serviço da peça, corretamente, e cada compo- nente da guarnição realizará as ações correspondentes à sua função. Identificar as ações do serviço da peça. 2. Serviço da peça a. Comandos do serviço da peça. b. Ações de cada elemento na execução do serviço da peça. c. Rodízio de funções. - Identificar os comandos relaciona- dos com o serviço da peça. - Descrever as ações referentes a cada elemento da guarnição da peça, correspondentes aos comandos enunciados. - Identificar as ações referentes a cada elemento da guarnição da peça correspondentes aos comandos enunciados. - Descrever as ações de todos os elementos das peças corresponden- tes aos comandos enunciados. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. O militar deverá identificar os componentes, suas atribuições e seu armamento. Descrever a organização, o armamento, as funções e atribuições dos compo- nentes da peça. 1. Guarnição da peça a . Composição. b. Organização. c. Dotação de material e armamento. - Citar a graduação e função dos elementos integrantes da guarnição da peça. - Identificar o material e armamento de cada componente da guarnição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    67.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 26. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/METRALHADORA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 23h Q-406 (TE) Q-407 (TA) Descrever o emprego das formações. Apresentadas, ao militar, diversas situações que caracterizam as formações de combate. O militar deverá identificar a for- mação caracterizada. Q-401 (AC) Emitir e executar coman- dos para adoção das for- mações. Q-404 (AC) Emitir e executar os co- mandos para mudança de frente e(ou) formação. - Citar os comandos para mudança de frente e formação. - Descrever as ações de cada com- ponente da peça para realização de mudanças de frente e(ou) formação. - Realizar as mudanças de frente e(ou) formação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Realizar movimento da peça sob fogos e vistas do inimigo. 5. Observação e controle no movimento e nas paradas 6. Movimentos sob as vistas e fogos do inimigo a. Processos de progressão. b. Empregos dos processos de progressão. c. Comandos. - Descrever a forma de manter a guarnição sob observação e contro- le no movimento e nas paradas. - Descrever os processos de pro- gressão. - Citar os comandos para progres- são da peça. - Descrever as ações de cada com- ponente da peça para realização do movimento sob vistas e fogos do ini- migo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Formação de combate a. Formações. b. Empregos das formações. c. Comandos. d. Rodízio de funções. - Identificar as formações de comba- te. - Descrever as condições de empre- go das formações de combate. - Descrever o posicionamento dos componentes da guarnição da peça nas formações de combate. - Citar os comandos para entrada em posição. - Identificar os comandos para en- trada nas formações de combate. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. A guarnição da peça, com a sua dotação de material e de armamento, é colocada em uma pista em terreno variado que per- mitirá adoção das diversas for- mações. Durante a execução da tarefa, o chefe de peça deverá emitir os comandos corretamente e cada componente deverá ocu- par os locais relativos às fun- ções dentro do dispositivo cor- respondente às formações co- mandadas. A guarnição da peça, com a sua dotação de material e de armamen- to, é colocada em uma pista em terreno variado que permitirá adoção das diversas formações, sendo emitido pelo chefe de peça o comando para mudança de fren- te e(ou) formação. O chefe de peça deverá emitir o comando, corretamente, e os militares deverão ocupar os lo- cais relativos às suas funções dentro do dispositivo corres- pondente às formações coman- dadas e demonstrar desemba- raço e precisão na execução dos movimentos. A guarnição da peça, com dotação em material e armamento, é co- locada em uma pista em terreno variado e sob vistas e fogos si- mulados do inimigo. A guarnição deverá executar, corretamente, os processos de progressão sob fogos e vistas do inimigo. Q-405 (TE) 4. Mudanças de frente e/ou formação a. Comandos. b. Conduta dos componentes. c. Rodizío de funções.
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    68.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 26. MANEABILIDADE DA PEÇA/SEÇÃO/METRALHADORA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 23h Q-410 (AC) Emitir e executar os co- mandos de tiro. Q-408 (TE) O instrutor deve compor uma fração, devidamente armada e equipada. O instrutor deverá identificar os componentes, suas atribuições e seus armamentos. Q-409 (AC) Descrever o emprego das formações da seção. Apresentadas, ao militar, diversas situações que caracterizam as diversas formações de combate. O militar deverá identificar a formação caracterizada. Descrever a organização, o armamento, as funções e atribuições dos compo- nentes da seção. 8. A Seção a. Composição. b. Organização. c. Dotação de material e armamento. - Citar a composição da seção. - Identificar o material e armamento de cada componente da seção. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 9. Formação de combate a. Formações de combate. b. Emprego das formações de combate. c. Comandos. - Identificar as formações de comba- te. - Descrever as condições de em- prego das formações. - Descrever o posicionamento dos componentes das guarnições das peças e a posição das peças nas formações. - Citar os comandos para entrada em formação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Constituída um guarnição da peça com a dotação de material e armamento e, após terem sido cumpridos os comandos de “Pre- parar para o tiro” e “Em Posição”, o chefe da peça emitirá um coman- do de tiro. Aos comandos de tiro subse- quentes para o mesmo alvo, o instrutor poderá emitir somente as informações que interessem à realização da tarefa. O chefe da peça deverá emitir, corretamente, o comando e to- dos os componentes da peça, ao realizarem tarefas, repetem os elementos do comando de tiro emitido, que contenham dados relativos à sua função. 7. Execução de fogos a. Entrada em posição. b. Comandos para execução de tiro. c. Execução de tiro. - Identificar os comandos para en- trada em posição e execução de tiro. - Descrever as ações de cada com- ponente da peça para entrada em posição e execução de tiro. - Executar os fogos comandados. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    69.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 27. MANEABILIDADE/CC-VBR TEMPO ESTIMADO DIURNO: 15h Q-401 (AC) Apresentados, ao militar, um cai- xão de areia e miniaturas de CC- VBR compondo seções e pelotão. Durante a execução da tarefa, os militares deverão: - mover as miniaturas de acordo com as técnicas de progressão enunciadas pelo instrutor; - ocupar, mediante ordem, po- sições de tiro; e - descrever as características da posição ocupada. Q-402 (HT) 1. Organização do Pelotão CC- VBR 2. Formações de combate do Pe- lotão CC-VBR a. Generalidades. b. Formações básicas: 1) coluna; e 2) linha. c. Formações derivadas: 1) em linha de Seções; 2) em coluna invertida; 3) em cunha; e 4) em escalão (direita-es- querda). d. Emprego das formações. - Descrever a organização do pelotão. - Identificar as formações utilizadas pelo Pelotão de CC-VBR. - Descrever o emprego das forma- ções do Pelotão CC-VBR. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Utilizar as técnicas de pro- gressão do pelotão e da seção CC-VBR e de ocu- pação de posição de tiro. 3. Técnicas de progressão da Seção CC-VBR e do Pelotão CC- VBR a. Progressão contínua. b. Progressão protegida. c. Progressão por lanços. 4. Posições de tiro a. Generalidades. b. Características. c. Setores de tiro. d. Posições de tiro. e. Ocupação da posição de tiro. - Descrever as técnicas de progres- são da Seção CC-VBR e Pelotão CC- VBR. - Utilizar as técnicas de progressão da Seção CC-VBR e do Pelotão CC- VBR . - Descrever as características das posições de tiro. - Identificar o setor de tiro. - Ocupar posições de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Deve ser montado um exercício de maneabilidade do Pelotão CC-VBR no caixão de areia. Serão fornecidos miniaturas de CC-VBR . Durante a execução da tarefa, o militar deverá posicionar os CC- VBR adequadamente em relação ao CC-VBR do Cmt do Pelotão de acordo com a formação de- terminada. Descrever a organização e as formações do Pel/Sec CC-VBR .
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    70.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 28. MANEABILIDADE/EXPLORADORES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h Q-403 (TE) Q-404 (TE) Descrever a organização, o armamento, as funções e atribuições dos compo- nentes da patrulha/grupo. O instrutor deverá mobiliar, com os militares, uma patrulha ou gru- po de exploradores. O militar deverá identificar a constituição da patrulha ou gru- po e reconhecer suas funções, atribuições e armamentos. Q-401 (AC) Descrever o emprego das formações. 2. Formações a. Em coluna. b. Esquadras Sucessivas. c. Esquadras Justapostas. d. Em linha. - Descrever as formações utilizadas pelo GE no combate a pé. - Descrever em que situações são utilizadas cada tipo de formação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q-402 (AC) Emitir e executar coman- dos para adoção das for- mações. 3. Comandos por gestos e a voz a. Identificação de funções. b. Formações: 1) em coluna; 2) esquadras Sucessivas; 3) esquadras Justapostas;e 4) em linha. c. Deslocamentos: 1) marche; 2) marche-marche; e 3) de rastros. - Descrever os procedimentos a se- rem adotados por cada elemento, decorrentes das formaçõescomandadas e(ou) dos deslocamentos enunciados. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Emitir e executar coman- dos para mudança de frente e(ou) formação. 4. Mudanças de frente a. Frente para (tal) “ponto”. b. Frente para à “direita”. “esquerda” e “retaguarda”’. - Descrever as ações a serem reali- zadas pelo grupo, relativas aos co- mandos de mudanças de frente. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 1. Organização do Grupo de Exploradores a. Funções e atribuições dos componentes do GE. b. Armamento Orgânico do GE. - Identificar a constituição do GE. - Citar o armamento orgânico do GE. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Constituído um GE, pelos milita- res armados e equipados, o instrutor emitirá os comandos de “Em Coluna”, “Por Esquadras Su- cessivas”, “Por Esquadras Justa- postas”, “Em linha”, alterna- damente. A tarefa deverá ser executada em local amplo que permita a tomada de todas as formações. Durante a execução da tarefa, os militares deverão: - Entrar rapidamente, na forma- ção comandada; e - Deslocar-se até o ponto deter- minado observando sua posição, dentro da formação adotada, e sua distância em relação aos elementos vizinhos. Em um local no terreno, é consti- tuído um GE pelos militares. O instrutor deverá emitir os diver- sos comandos de para adoção das formações. Durante a execução da tarefa, os militares deverão emitir e rece- ber comandos para adotar as diversas formações a pé. Em um local do terreno, é consti- tuído um GE pelos militares. O instrutor deverá emitir os diver- sos comandos de mudanças de frente Durante a execução da tarefa, ao ser dado o comando, os milita- res da esquadra-base deslocar- se-á à frente para a direção co- mandada, e marcharão nesta direção. Os militares da outra esquadra acompanharão esse movimento no mesmo sentido, conservando a formação primi- tiva.
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    71.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 28. MANEABILIDADE/EXPLORADORES Q-405 (AC) Um GE embarcado em uma viatura deslocar-se-á em um terreno ao longo de um itinerário, onde devem ser simulados sete inci- dentes representando atividades inimigas. Cada integrante do GE deverá identificar no mínimo quatro in- cidentes. Q-406 (AC/ HT) 5. Observação e controle do GE desembarcado. - Descrever os mecanismos de ob- servação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Identificar e designar al- vos e atividades inimigas para o Cmt patrulha/gru- po (embarcado). 6. Observação do GE. - Descrever os processos adotados para a observação do GE. - Citar os elementos do GE que de- vem realizar a observação, quando embarcados. - Identificar os setores de observa- ção de cada elemento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. O instrutor deverá compor com os militares grupos ou patrulhas de exploradores. Os GE deverão realizar um deslo- camento, a comando dos seus respectivos Cmt de Grupo, em um terreno variado, devidamente balizado, de aproximadamente 500 metros, onde deverão ser simu- lados cinco incidentes com atividades inimigas. Cada militar integrante do GE deverá identificar, no mínimo, três incidentes. Identificar e designar al- vos e atividades inimigas para o Cmt patrulha/grupo (desembarcado). TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h
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    72.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 28. MANEABILIDADE/EXPLORADORES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h Q-407 (TA) O instrutor deverá iniciar uma pro- gressão sob os fogos inimigos (figurados) em direção ao objetivo. Para isso, utilizará um dos proces- sos de progressão, emitindo os comandos correspondentes. O militar deverá realizar o lanço, corretamente, de acordo com o processo determinado. Q-408 (TA) 7. Execução dos fogos: a. Natureza dos fogos do GE: 1) fogos de metralhadoras leves; 2) fogo de fuzis automá- ticos leves; e 3) fogo de granadas de mão e de bocal. b. Regime de tiro: 1) lento; 2) normal; e 3) rápido. c. Entrada em posição: 1) mediante ordem; e 2) por interferência do ini- migo. d. Normas para execução dos fogos: 1) comando; 2) conduta; e 3) interrupção do fogo. e. Assalto. f. Consolidação. g. Defesa passiva contra avia- ção, carros e agentes QBN: - conduta. h. Defesa ativa contra avia- ção, carros e agentes QBN: - conduta. Realizar um desloca- mento sob fogos e vistas do inimigo. - Descrever os processos de pro- gressão a serem adotados no movi- mento sob fogos e vistas do inimigo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. É constituído um GE completo em equipamento e viaturas, pelos militares, comandados por um monitor. Em um itinerário no ter- reno, serão dispostos elementos de uma figuração que deverá abrir fogo por ocasião da pas- sagem do GE. No itinerário que deve ter aproximadamente 8 Km, devem ser montados cerca de cin- co incidentes. Durante a execução da tarefa, cada militar deverá: - colocar-se de maneira correta dentro da viatura; - orientar o motorista a fim de manter a distância prevista en- tre as viaturas; - orientar o motorista a fim de manter a velocidade prevista; - orientar o motorista na ocu- pação de cobertas e abrigos; e - orientar o motorista na exe- cução dos lanços. Ainda na execução, quando a guarnição do GE receber fogo, cada militar deverá: - orientar o motorista na colo- cação da viatura em abrigo ou coberta; - auxiliar na retirada da metra- lhadora e entrada em posição; e - ocupar cobertas e abrigos em face da direção de onde veio o fogo da figuração. Entrar em posição e de- sencadear o procedimen- to de execução de fogos. - Identificar a natureza dos fogos do GE. - Descrever os tipos de regime de tiro. - Descrever em que situações o GE entra em posição. - Identificar os comandos relativos à execução dos fogos. - Descrever a conduta na defesa passiva contra aviação, carros e agentes QBN. - Descrever a conduta na defesa ativa contra aviação, carros e agen- tes QBN. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 8. Movimento sob vistas e fogos do inimigo a. Generalidades. b. Processos de progressão.
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    73.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h Q-401 (AC) O instrutor deverá compor Gru- pos de Combate Blindados, devi- damente armados e equipados, conforme a organização e a distri- buição da SU. Serão dispostos no terreno tan- tas VBTP quantos forem os GC e designados monitores com a fi- nalidade de observarem os movi- mentos realizados pelos militares. Os militares deverão: - identificar a posição de cada integrante dentro do dispositi- vo da formatura; - identificar e cumprir os diver- sos tipos de comando; - enunciar corretamente as fun- ções; e - identificar a posição de cada elemento do grupo nas diversas formações. Q-402 (TE) 1. Organização do Grupo de Combate Blindado. 2. Armamento orgânico do GC Blindado. 3. Funções e atribuições de seus componentes. Emitir e executar Coman- dos para adoção das di- versas formações. - Identificar os comandos para que o Grupo entre em forma, saia de forma e enuncie funções. - Identificar a posição de cada inte- grante do grupo dentro do dispositi- vo da formatura. - Identificar os diversos tipos de co- mandos por gestos. - Descrever as ocasiões em que as formações deverão ser empregadas. - Identificar os elementos consti- tuintes do comando a ser dado para que o Grupo entre na formação “Em coluna”. - Identificar a posição de cada ele- mento do grupo, em relação aos de- mais, no dispositivo da formação “Em Coluna”. - Descrever as ocasiões em que a formação “Por Esquadras Sucessi- vas” deverá ser empregada. - Identificar os elementos do coman- do a ser emitido para que o Grupo mude a sua frente e a sua formação. - Mudar a frente e formação de acor- do com o comando emitido. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 4. Formatura do grupo. 5. Comandos por gestos. 6. Identificação do grupo. 7. Rodízio de funções. 8. Formação do Grupo de com- bate Blindado a. Embarcado. b. Desembarcado: 1) em coluna; 2) por esquadras suces- sivas; 3) por esquadras justa- postas; e 4) em linha. 9. Mudança de frente e de for- mação. O instrutor deverá compor Gru- pos de Combate Blindados, devi- damente armados e equipados, conforme a organização e a distri- buição da SU. O militar deverá identificar, com correção, a organização do GC, seus componentes, funções, atribuições e armamento. Descrever a organização do GC, o armamento, as funções e atribuições de seus componentes. - Descrever a organização de um GC Blindado. - Citar o nome das armas orgânicas do GC Blindado. - Distinguir as diversas funções dos integrantes do GC. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    74.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h Q-403 (TE) O instrutor deverá compor os GC Bld, devidamente armados e equipados, e emitir os comandos de maneabilidade para embarque e desembarque da VBTP em movimento. Os militares deverão obedecer aos comandos emitidos, com presteza e correção. Q-404 (TE) 10. Técnica para embarque e desembarque na VBTP: a. Embarque com o carro parado. b. Desembarque com o carro parado: 1) pela rampa; e 2) pela porta. c. Embarque com o carro em movimento; e 1) por esquadras interca- ladas; e 2) por esquadras suces- sivas. d. Desembarque com o carro em movimento; e 1) por esquadras interca- ladas. 2) por esquadras suces- sivas. Embarcar e desembarcar na VBTP em movimento. O instrutor deverá compor os GC Bld, devidamente armados e equi- pados, e emitir alternadamente os comandos de maneabilidade para embarque e desembarque da VBTP parada. Os militares deverão obedecer aos comandos emitidos com presteza e correção. Embarcar e desembarcar na VBTP parada. - Identificar os elementos consti- tuintes do comando a ser emitido para que o GC embarque na VBTP. - Descrever o procedimento dos in- tegrantes do GC durante o embar- que com a VBTP parada. - Identificar os elementos consti- tuintes dos comandos a serem da- dos para que o GC desembarque da VBTP parada. - Descrever o procedimento dos ele- mentos do GC Blindado durante o desembarque com o carro parado. - Identificar os elementos consti- tuintes dos comandos a serem da- dos para que o GC embarque na VBTP em movimento. - Descrever os procedimentos dos elementos do GC Blindado, durante o embarque, com a VBTP em movimen- to. - Identificar os elementos consti- tuintes dos comandos a serem da- dos para o grupo desembarcado da VBTP. - Descrever os procedimentos dos elementos do GC Blindado durante o desembarque do carro em movi- mento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    75.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h Q-405 (AC/ HT) Para um GC embarcado em uma VBTP deslocando-se em um terreno, serão simulados sete in- cidentes para observação. O instrutor deverá constituir os grupos de combate, conforme a organização e distribuição da SU. Cada integrante do GC deverá identificar no mínimo quatro in- cidentes. Q-406 (AC/ HT) - Descrever os mecanismos de ob- servação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Identificar e designar al- vos e atividades inimigas para o Cmt GC (embarca- do). 12. Observação do GC Blindado embarcado. Os GC deverão realizar um deslo- camento, a comando dos seus respectivos Cmt de Grupo, em um terreno variado, devidamente balizado, de aproximadamente 500 metros, ao longo do qual serão simuladas cinco atividades inimi- gas. Cada militar integrante do GC deverá identificar, no mínimo, três incidentes. Identificar e designar al- vos e atividades inimigas para o Cmt GC (desembar- cado). 11. Observação e controle do GC Blindado desembarcado. - Descrever os processos adotados para a observação do GC. - Citar os elementos do GC Blindado que deve realizar a observação, quando embarcados. - Identificar os setores de obser- vação de cada elemento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Entrar em posição e de- sencadear o procedimen- to de execução de fogos. Q-407 (TA) O instrutor deverá constituir, um GC blindado, e, com soldados an- tigos, comporá uma guarnição de arma AC inimiga. Em seguida, embarcará o GC na VBTP com o qual iniciará um des- locamento em busca do contato com o inimigo. Ao contato com a figuração, iniciará os comandos para execução de fogos. Os militares deverão: - cumprir o comando, o mais ra- pidamente possível; e - empregar corretamente, o pro- cesso de desembarque. - Identificar os elementos do GC Blin- dado que executam os fogos quan- do o Grupo estiver embarcado. - Identificar os elementos consti- tuintes do comando de tiro. - Identificar os regimes de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 13. Execução dos fogos do GC.
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    76.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 29. MANEABILIDADE/Fzo Bld TEMPO ESTIMADO DIURNO: 26h Q-409 (TA) Em seguida, o Cmt do GC coman- dará “Suspender o Fogo” e inicia- rá uma progressão sob os fogos inimigos em direção ao objetivo. Para isso, utilizará um dos pro- cessos de progressão, emitindo os comandos correspondentes. Ao comando de “Suspender Fogo”, o militar deixará de ati- rar, substituirá o carregador que estiver incompleto e manter-se- á pronto a retornar ao fogo. Em seguida, a cada comando emi- tido para a realização da pro- gressão, o militar deverá reali- zar o lanço, corretamente, den- tro do processo determinado. Para isso, deverá estudá-lo an- tes de iniciar o deslocamento e, quando o fizer, procurará expor- se o mínimo possível. Q-408 (TA) Executar o assalto, a con- solidação e a reorgani- zação. Ao ser atingida a posição de as- salto determinada, será coman- dado pelo Cmt do GC: “Grupo atenção !” “Preparar para o assalto !” “Ao assalto !” Ao ser comandado preparar para o assalto, cada militar ar- mará a baioneta na arma e pre- parar-se-á para partir. Ao ser ordenado o assalto o militar de- verá: - partir em direção à posição ini- miga ao passo vivo, sem correr, atirando sobre o inimigo; - manter a distância com os seus vizinhos dentro do GC de forma a não comprometer a dispersão da fração; - após o GC ter conquistado o objetivo, fazer frente para pro- vável direção do inimigo; e - iniciar os trabalhos de consoli- dação e reorganização. Realizar movimento sob fogos e vistas do inimigo. - Descrever a maneira pela qual o Grupo de Combate se desloca quan- do embarcado, sob fogos inimigos. - Descrever o procedimento dos ele- mentos do GC ao se prepararem para o combate. - Citar os processos de progressão do GC desembarcado, quando esti- ver sob os fogos inimigos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Descrever o procedimento de cada elemento do GC durante o assalto. - Citar as finalidades da consolida- ção. - Descrever as medidas a serem exe- cutadas na reorganização. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 14. Movimento sob as vistas e fogos inimigos. 15. O assalto.
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    77.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 30. MINAS E ARMADILHAS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 04h Q-403 (HT) Q-404 (HT) Identificar os tipos de mi- nas existentes. Apresentados, ao militar, diferen- tes tipos de minas existentes na OM. Durante a execução da tarefa, o militar deverá identificar, corretamente, todas as minas apresentadas. Q-401 (AC) Armar minas de Ins- trução. Q-402 (HT) Neutralizar minas. Remover minas. - Conceituar minas. - Identificar os diferentes tipos de minas. - Caracterizar os diversos tipos de minas, citando o emprego e a finali- dade de cada tipo. - Descrever todos os cuidados a serem observados durante o manu- seio das minas e acionadores. - Descrever a instalação do acionador da mina. - Descrever a instalação da mina no terreno. - Descrever os procedimentos para armar minas. - Citar a finalidade dos dispositivos de segurança. - Descrever os processos de locali- zação de minas. - Identificar os tipos de detectores de minas. - Descrever a maneira de empregar os detectores de minas existentes na OM. - Descrever a maneira de empregar o bastão de sondagem. - Descrever os processos de remo- ção de minas. - Descrever os procedimentos para a destruição de minas no próprio lo- cal, com explosivos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Apresentados, ao militar, minas de instrução e acionadores ade- quados providos de espoletas, os militares deverão ser divididos em duplas de trabalho. Na realização da tarefa, o mili- tar deverá: - instalar o acionador na mina; e - instalar e armar a mina de for- ma que não haja deflagração da espoleta. Apresentadas, ao militar, minas de exercício, de qualquer tipo, arma- das e instaladas no terreno pelo instrutor. Durante a realização da tarefa, o militar deverá: - sondar, cuidadosamente, o ter- reno para localizar a mina; - pesquisar, cuidadosamente, em torno e sob a mina localizan- do todos os acionadores; e - colocar o dispositivo de segu- rança. Apresentado, ao militar, minas AP ou AC de exercício, armadas com acionadores providos de espole- tas e instaladas no terreno. Apresentados, também um detector de minas acondicionado em seu invólucro, a corda de 50m e demais materiais necessários à detecção, neutralização e remo- ção de minas. Durante a realização da tarefa, o militar deverá montar o detetor de minas, detectar todas as mi- nas, fazendo sua neutralização, cuidadosamente, e removê-las utilizando a corda de 50m. 1. Minas a. Conceito. b. Tipos de Minas: 1) AC; 2) AP; 3) antianfíbia; 4) antiaeroterrestre; 5) flutuante de contato; 6) improvisada; 7) simulada; e 8) de instrução. c. Emprego. d. Finalidade. e. Características. f. Cuidados especiais no manuseio de minas e aciona- dores. 2. Procedimentos para armar mi- nas. 3. Localização de minas a. Processos: 1) visual: 2) por sondagem; 3) elétrico; b. detetores de minas; e c. bastão de sondagem. 4. Remoção de minas a. Processos: 1) corda ou cabo de 50m; 2) destruição no local; 3) mecânico; 4) com explosivos; e 5) fateixas.
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    78.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 30. MINAS E ARMADILHAS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 04h Q-407 (HT) Q-408 (HT) Identificar os tipos de campos de minas. Apresentadas, ao militar, minas AP e AC (inertes), o instrutor si- mulará a construção de campos de minas. O militar deverá identificar, com correção, os diversos tipos de campos de minas existentes. Q-405 (AC) Abrir uma trilha ou Brecha em campo de minas. 6. Trilhas e brechas a. Finalidade. b. Características. c. Processos de abertura de trilhas e brechas: - Manual: 1) sondagem; 2) mecânico; e 3) explosivos. - Citar a finalidade de trilhas e bre- chas. - Caracterizar trilhas e brechas. - Descrever os métodos para aber- tura de trilhas e brechas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q-406 (HT) Preparar armadilhas. Remover armadilhas. 7. Armadilhas a. Finalidades. b. Tipos. c. Funcionamento. - Conceituar armadilhas. - Identificar armadilhas. - Descrever a instalação, procura, identificação e remoção de arma- dilhas. - Descrever as técnicas de armar, neutralizar e remover armadilhas. - Citar as medidas de segurança a serem observadas no manuseio de armadilhas. - Citar as finalidades das armadilhas. - Citar os tipos de armadilhas. - Descrever o funcionamento dos di- versos tipos de armadilhas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 5. Campos de minas - Tipos de campos de minas: a. AC; b. AP; c. antianfíbia; e d. antiaeroterrestre. - Identificar os tipos de campos de minas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - observar as normas de segu- rança previstas para o manuseio de minas; e - abrir a brecha, sem deflagrar qualquer espoleta. Apresentados, ao militar, aciona- dores com espoletas, fios, ara- mes, cantil, binóculos, e locais apropriados para lançamento de armadilhas. Na realização da tarefa o militar deverá preparar cinco arma- dilhas, sem que haja deflagração das espoletas. Apresentado, ao militar, um local armadilhado. Durante a realização da tarefa, o militar deverá proceder de forma que nenhuma espoleta seja deflagrada. Apresentados, ao militar, um cam- po de minas padrão, previamente lançado com minas de exercício armadas com acionadores provi- dos de espoletas e os equipa- mentos de detecção.
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    79.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 31. MUNIÇÕES E EXPLOSIVOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 38h Q-403 (AC) Q-404 (AC) Identificar, pelo nome, a munição de armamento leve. Apresentadas, ao militar, a munição de armamento leve exis- tente na Unidade. Deverá existir munição fora de seus cunhetes e munição encu- nhetada. O instrutor apontará uma a uma, toda a munição exposta. O militar deverá identificar, corretamente, no mínimo 80% da munição apontada, segundo o calibre e o emprego. Q-401 (AC) Identificar os diferentes elementos componentes da munição existente na OM, citando a finalidade e os cuidados no manuseio de cada componente. 2. Elementos componentes - Tipos, nomenclatura, identi- ficação e cuidados no manuseio - Identificar, pelo nome, os diferen- tes elementos componentes da mu- nição de Armt Pes. - Citar a finalidade de cada compo- nente da munição. - Citar os cuidados no manuseio da munição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q-402 (AC) Identificar, pelas marca- ções inscritas em seus corpos, os tipos e lotes das granadas de arma- mento pesado. 3. Pinturas e convenções usa- das na marcação das granadas e dos cunhetes - Identificar o tipo e lote da granada pela pintura ou marcação. - Identificar, pelas inscrições nos cunhetes, os tipos de granadas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Identificar, pelo nome, o tipo de explosivo e pólvo- ra pelo seu tipo e acondi- cionamento 4. Explosivos e pólvoras a. Generalidades. b. Tipos. c. Distinção. d. Classificação. e. Identificação. f. Acondicionamento. g. Cuidados e conservação. h. Medidas de segurança. - Distinguir explosivos de pólvora. - Identificar o tipo de explosivo e de pólvora pelo seu acondicionamento. - Citar os cuidados e medidas de se- gurança com explosivos e pólvora. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 1. Munição a. Generalidades. b. Calibres. c. Classificação segundo o emprego. d. Identificação segundo: tipo, lote, peso, marca e pintura. e. Acondicionamento. f. Cuidados e conservação. g. Medidas de segurança. - Diferenciar a munição segundo seu emprego. - Identificar a munição pelo seu tipo, marca e pintura. - Identificar a munição pelo seu acon- dicionamento. - Citar os cuidados e medidas de segurança com a munição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Todas as respostas do militar deverão estar corretas quanto ao nome do componente, finali- dade e cuidados a observar no manuseio. Apresentado, ao militar, todos os tipos de granadas existentes na OM. O militar deverá identificar corretamente o tipo e lote de cada granada apontada. Apresentadas, ao militar, todos os tipos de explosivos e pólvora existente na Unidade. - O militar efetuará a identificação segundo o tipo e acondiciona- mento. O militar deverá identificar, corretamente, o material expos- to. Todos os componentes da muni- ção existente na OM serão apre- sentados ao militar.
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    80.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS - Identificar os tipos de espoletas, estopins, cordéis detonantes, acionadores e acendedores. - Citar os cuidados e medidas de se- gurança com as espoletas, estopins, cordéis detonantes, acionadores e acendedores. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 5. Espoletas, estopins, cordéis detonantes, acionadores e acendedores a. Finalidade. b. Classificação. c. Identificação. d. Acondicionamento. e. Cuidados e conservação. f. Medidas de segurança. Q-405 (AC) Identificar pelo nome os tipos de espoletas, esto- pins, cordéis detonantes, acionadores e acendedo- res, pela sua pintura, mar- cação e acondicionamen- to. Apresentados, ao militar, todos os tipos de espoletas, estopins, cordéis detonantes, acionadores e acendedores existentes na Unidade. O instrutor apontará um a um, o material exposto. O militar deverá identificar, corretamente, no mínimo 80% do material apontado. 31. MUNIÇÕES E EXPLOSIVOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 38h
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    81.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 32. OBSERVAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h Q-401 (TE) Cada militar deverá observar du- rante vinte minutos, fazendo uso dos diversos instrumentos de observação e da documentação de um PO. Deverão surgir à frente dos PO, em pontos nítidos do ter- reno e a diferentes distâncias, cin- co incidentes; movimento de tro- pas, movimento de viaturas atra- vés estradas, e através campo, ti- ros de armas leves, fumaça. Cada militar deverá observar, no mínimo, três incidentes, reali- zando os registros fidedignos nos espaços próprios da folha de observação. Q-402 (AC) 1. Generalidades a. Finalidade. b. Tipos. c. Processos de observação. 2. O observador. 3. Postos de observação e Pos- tos de Escuta. 4. Importância da observação. 5. Instalação de um PO e de um Posto de escuta. 6. Organização de um Posto de Observação e de um Posto de escuta. 7. Funcionamento de um Posto de Observação e de um Posto de Escuta. - Citar a finalidade da observação. - Descrever os tipos de observação. - Descrever os processos de obser- vação. - Citar a missão do observador. - Citar as características de um Pos- to de Observação e de um Posto de Escuta. - Descrever a importância da obser- vação. - Descrever as características de um local adequado à instalação de um PO. - Descrever a organização de um PO. - Descrever o funcionamento de um PO. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Realizar e registrar a ob- servação. 8. Registro das informações. 9. Preenchimento da folha de ob- servação. - Identificar os espaços a serem pre- enchidos na folha de observação. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. O instrutor deverá mobiliar, com militares, cinco Postos de Obser- vação devidamente preparados e camuflados em um terreno movi- mentado e que possibilite a observação ampla. À noite, deve- rá transformar os PO em PE e si- mular novos incidentes. Os militares deverão expor, com clareza e correção, como insta- lar e operar um PO ou PE. Instalar e operar um pos- to de observação e(ou) escuta.
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    82.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 32. OBSERVAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h Q-405 (AC) Atuar com o observador avançado para fogos ami- gos (junto à peça). Q-403 (AC) O observador está a uma distân- cia de até 100m da peça, sobre a linha peça-alvo, com binóculo e corretor de posição. É indicado, no terreno, o suposto local batido por um tiro que tenha caído fora do PV, ou então, o instrutor enunciará a posição do impacto do tiro em relação ao PV. O militar deverá: - realizar a correção do alcance e da direção; e - transmitir corretamente novos dados de tiro Q-404 (AC) Atuar como observador avançado para fogos ami- gos (além de 100 m da peça). O observador está a uma distância superior a 100m da peça com bi- nóculo e corretor de posição e o instrutor enunciará um tiro que tenha caído fora do PV. O militar deverá: - realizar a correção do alcance e da direção; e - transmitir corretamente novos dados de tiro. Atuar como observador avançado para fogos ami- gos (até 100 m da peça). Uma peça está em posição. Serão simuladas novas situações de tiro. O observador está junto à peça como corretor de tiro com um bi- nóculo. É indicado, no terreno, o suposto local batido pelo tiro, ou então, o instrutor enunciará, a viva voz, a posição do impacto do tiro em re- lação ao PV. O militar deverá: - realizar a correção do alcance e da direção; e - transmitir corretamente novos dados de tiro. 10. Observador na linha peça- alvo. a. PO junto à peça. b. PO até 100m da peça. c. PO a mais de 100m da peça. Fator de correção. 11. Observador fora da linha peça-alvo. a. Quando a menor distância entre o PO e a linha peça-alvo é inferior a um décimo da distância PO-alvo. b. Quando a menor distância entre o PO e a linha peça-alvo for superior a 1/10 da distância PO- alvo. Tabela de conversão de derivas. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o PO junto à peça e o observador na linha peça-alvo. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o PO até 100 metros da peça e o observador na linha peça-alvo. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o PO a mais de 100 metros da peça, e o observador na linha peça- alvo. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o observador fora da linha peça-alvo e quando a distância en- tre o PO e a linha peça-alvo for infe- rior a um décimo da distância PO- alvo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII.
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    83.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 32. OBSERVAÇÃO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 05h Q-406 (AC) O observador está a uma distân- cia da linha peça-alvo superior a 1/ 10 da distância PO-alvo, com binó- culo e corretor de posição, sendo apresentado um tiro que tenha caído fora da PV. O militar deverá: - realizar a correção do alcance e da direção; e - transmitir, corretamente, no- vos dados de tiro. Q-407 (AC) Atuar como observador avançado para fogos ami- gos. (distância PO – alvo > 1/10) O observador está a uma distân- cia da linha peça-alvo menor que 1/10 da distância PO-alvo, com bi- nóculo e corretor de posição. É indicado no terreno, o suposto local batido por um tiro que tenha caído fora do PV, ou então, o instrutor enunciará a posição do impacto do tiro em relação ao PV. O militar deverá: - realizar a correção do alcance e da direção; e - transmitir, corretamente, no- vos dados de tiro. Atuar como observador avançado para fogos ami- gos. (distância PO–alvo < 1/10) (Continuação) (Continuação) 10. Observador na linha peça- alvo. a. PO junto à peça. b. PO até 100m da peça. c. PO a mais de 100m da peça. Fator de correção. 11. Observador fora da linha peça-alvo. a. Quando a menor distância entre o PO e a linha peça-alvo é inferior a um décimo da distância PO-alvo. b. Quando a menor distância entre o PO e a linha peça-alvo for superior a 1/10 da distância PO- alvo. Tabela de conversão de derivas. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o PO junto à peça e o observador na linha peça-alvo. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o PO até 100 metros da peça e o observador na linha peça-alvo. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o PO a mais de 100 metros da peça, e o observador na linha peça- alvo. - Descrever as ações a serem reali- zadas na correção dos desvios, es- tando o observador fora da linha peça-alvo e quando a distância en- tre o PO e a linha peça-alvo for infe- rior a um décimo da distância PO- alvo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII.
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    84.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 33. ORDEM UNIDA A CAVALO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 40h Q-401 (OU) Organizados os grupos e emitidos comandos, pelo instrutor, relativos às diversas for- mações do grupo: - coluna por 3; - coluna por 2; - coluna por 1; e - em batalha. O instrutor determinará que o gru- po faça pequenos desloca- mentos, dentro da formação indicada nas três andaduras. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - ocupar o lugar correto; - manter o alinhamento, cober- turas, distâncias e andaduras corretas nos deslocamentos; - realizar, com rapidez e cor- reção, as mudanças de forma- ção; - demonstrar rapidez e correção nas rupturas; - realizar, corretamente os movi- mentos para montar e apear; - demonstrar presteza na obe- diência aos comandos; e - executar, com correção, os mo- vimentos em coluna de grupo, em batalha, em linha de grupo e em batalha nas três andaduras. Q-402 (OU) 1. Escola da esquadra a. Formatura. b. Coluna por 3, por 2 e por 1. c. Formação em uma fileira. d. Montar e apear. e. Rupturas. f. Execução dos movimentos e formações nas três andaduras. - Identificar a organização da esqua- dra para a ordem unida a cavalo. - Participar da OU a cavalo no con- junto da esquadra. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Ocupar o lugar em forma nas diversas formações e deslocamentos. - Deslocar-se para a nova posição, nas mudanças de formação. Executar os movimentos para montar e para apear nas diversas formações. 2. Escola do grupo a. Formatura. b. Coluna por 3, por 2 e por 1. c. Em batalha. d. Montar e apear. e. Deslocamentos. f. Mudanças de direção. g. Rupturas. h. Desenvolvimento em bata- lha. i. Abrir e unir fileiras. j. Recuar. l. Em uma fileira. m. Execução dos movimentos nas três andaduras. - Identificar a organização do grupo para a OU. a cavalo. - Participar da OU. a cavalo no con- junto do grupo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Organizadas as esquadras e emitidos comandos, pelo instrutor, relativos às diversas formações da esquadra: - coluna por 3; - coluna por 2; - coluna por 1; e - em fileira. O instrutor determinará que a es- quadra faça pequenos desloca- mentos, dentro da formação de- terminada, nas três andaduras. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - ocupar o lugar certo dentro da formação; - manter o alinhamento, cober- turas, distâncias e andaduras corretas nos deslocamentos; - realizar com rapidez e correção as mudanças de formação; - demonstrar rapidez e correção nas rupturas; - realizar, corretamente, os mo- vimentos para montar e apear; e - demonstrar presteza na obe- diência aos comandos. Deslocar-se dentro de uma formação. Deslocar-se para a nova posição, nas mudanças de formação. Executar os movimentos para montar e para apear nas diversas formações.
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    85.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 33. ORDEM UNIDA A CAVALO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 40h Ocupar o lugar em forma nas diversas formações e deslocamentos. Deslocar-se para a nova posição, nas mudanças de formação. Executar os movimentos para montar e para apear nas diversas formações. Q-403 (OU) Organizada uma escolta, desig- nado um monitor com uma viatura para figurar a autoridade e emitidos comandos pelo instrutor. Durante a realização da tarefa, o militar deverá executar com correção e presteza os coman- dos emitidos pelo instrutor e manter as distâncias corretas nos deslocamentos. Q-404 (OU) Ocupar o seu lugar em forma na escolta. Executar os comandos emitidos pelo instrutor para uma escolta. Manter-se em seu lugar nos deslocamentos em sua escolta. 4. Cerimonial das escoltas a. Formatura. b. Movimentos com a lança. c. Montar e apear. d. Em batalha. e. Sentido, descansar, conti- nência da tropa e passagem em revista pela autoridade. f. Formação para a escolta: 1) batedores; 2) alas; e 3) distâncias. g. Passagem da formação pa- ra a escolta. h. Deslocamentos. Organizado o pelotão e emitidos comandos, pelo instrutor, relativos às formações, deslo- camentos e andaduras do pelotão. Durante a execução da tarefa, os militares deverão: - ocupar o lugar correto dentro da formação; - manter o alinhamento, distân- cias e andaduras corretas nos deslocamentos; - realizar, com rapidez e corre- ção, as mudanças de formação; - demonstrar rapidez e correção, nas rupturas; - realizar, corretamente, os mo- vimentos para montar é apear; e - demonstrar presteza na obe- diência aos comandos. 3. Escola do Pelotão a. Formatura. b. Coluna por 3, por 2 e por 1. c. Em batalha. d. Montar e apear. e. Deslocamentos. f. Mudanças de direção. g. Rupturas. h. Desenvolvimento em bata- lha. i. Abrir e unir fileiras. j. Recuar l. Em uma fileira. m. Coluna de grupos em batalha. n. Execução dos movimentos nas três andaduras - Identificar a organização do pelotão para a ordem unida a cavalo. - Participar da OU a cavalo no con- junto do Pelotão. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Descrever a organização da tropa para uma escolta. - Participar de uma escolta no con- junto da tropa. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    86.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 33. ORDEM UNIDA A CAVALO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 40h Q-405 (OU) Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - estar bem apresentado; - emitir os comandos com cla- reza; e - efetuar a correção dos que pro- cederem de modo incorreto. Q-406 (OU) Comandar uma fração na ordem unida a cavalo. 6. Comando na OU a cavalo a. Apresentação do Cmt. b. Posição em relação à tropa. c. Voz de comando. - Comandar uma tropa na ordem uni- da a cavalo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Organizado uma fração a cavalo e designado um militar como Cmt da fração. A tarefa terá a duração de cinco minutos e o militar seguirá uma relação de comandos organizada pelo instrutor. Ocupar o lugar em forma dentro de uma subuni- dade. Executar as ações decor- rentes dos comandos emitidos. Manter-se em seu lugar durante o desfile de sua SU. Com a Subunidade enquadrada ou não na Unidade, em coluna de pe- lotões, em batalha. Durante a execução da tarefa, o militar deverá apresentar cor- reção de atitudes e presteza na execução dos movimentos co- mandados. 5. Formatura a cavalo da Sub- unidade e da Unidade a. Formatura. b. Desfiles. c. Continência. d. Incorporação e desincor- poração da Bandeira. - Identificar a organização da Subunidade e da Unidade para for- maturas a cavalo. - Participar das formaturas a cavalo da Subunidade e Unidade. - Participar dos desfiles da U. nas três andaduras. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    87.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 34. PATRULHA Q-401 (TA) O instrutor deverá organizar uma patrulha, em terreno variado, du- rante a noite, composta por soldados do mesmo GC e ao co- mando de um graduado, com a missão de destruir uma instalação inimiga situada a 5 Km. Os militares deverão, ao final do cumprimento da patrulha, estar em condições de citar as finali- dades, principais missões, tipos e procedimentos padrões na execução de uma patrulha de combate. Q-402 (TA) 1. Patrulhas de reconhecimento a. Finalidades. b. Missão. c. Tipos. d. Organização. e. Equipamento. f. Ação no objetivo. - Citar a finalidade das patrulhas de reconhecimento. - Citar as principais missões da pa- trulha de reconhecimento. - Identificar os tipos de patrulha de reconhecimento. - Identificar o equipamento de uma patrulha de reconhecimento. - Descrever os principais procedi- mentos a serem realizados pelos patrulheiros. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Integrar uma patrulha de combate. 2. Patrulhas de Combate a. Finalidade. b. Tipos. c. Missão. d. Organização. e. Equipamento. f. Ação no objetivo. - Citar a finalidade das patrulhas de combate. - Citar as principais missões da pa- trulha de combate. - Identificar o equipamento de uma patrulha de combate. - Descrever os principais procedi- mentos a serem realizados pelos patrulheiros durante a ação do objetivo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. O instrutor deverá organizar uma patrulha-escola, em terreno varia- do, durante o dia, composta por soldados de um mesmo GC e ao comando de um graduado, com a missão de realizar um reconhe- cimento de área à distância aproxi- mada de 3 Km. Na área a ser reconhecida, deverá existir pequena figuração, simu- lando uma determinada atividade. Os militares deverão, ao final da execução da patrulha, estar em condições de citar as finalida- des, principais missões, tipos e procedimentos padrões na execução de uma patrulha de reconhecimento. Integrar uma patrulha de reconhecimento. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 21/25h
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    88.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 35. RECONHECIMENTO E SEGURANÇA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h Q-401 (AC) Apresentado, ao militar, um eixo, no terreno, no qual existam minas, pontes, vau, bosque, obstáculos e desfiladeiro. O militar deverá ser enquadrado em um GE ou GC para executar o reconhecimento, sob o comando de um monitor. O instrutor deverá acompanhar os militares e fazer a crítica do reco- nhecimento ao término de cada incidente apresentado. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - informar, detalhadamente, so- bre largura, capacidade e com- primento das pontes; - informar, detalhadamente, so- bre a localização, largura, pro- fundidade e natureza dos vaus. - utilizar, corretamente, as co- bertas e abrigos; - estabelecer a segurança sem- pre que necessário; e - executar sinais a gestos com exatidão. Q-402 (AC) 1. Conceito de reconhecimento. 2. Objetivos do reconhecimento. 3. Fundamentos do reconheci- mento a. Orientar-se segundo obje- tivos de informações. b. Participar, com rapidez e precisão, todos os informes obtidos. c. Evitar o engajamento deci- sivo. d. Manter o contato com o ini- migo. e. Esclarecer a situação. 4. Tipos de reconhecimento a. Reconhecimento de eixo. b. Reconhecimento de zona. c. Reconhecimento de área. - Conceituar reconhecimento. - Identificar os objetivos do reconhe- cimento. - Descrever os fundamentos do re- conhecimento. - Distinguir os tipos de reconhecimen- to. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Descrever as ações a se- rem desenvolvidas nos diversos tipos de reco- nhecimento. 5. Missões do GE durante o reco- nhecimento. 6. Movimento durante o reconhe- cimento a. Distâncias. b. Movimento por lanços: 1) alternados; e 2) sucessivos. 7. Transmissão padronizada de informes sobre: a. inimigo; b. estrada; c. pontes; d. campo minado; e. obastáculos; e f. situação - Descrever as missões do GE du- rante o Reconhecimento. - Identificar as distâncias a serem observadas entre as viaturas do Pel C Mec no reconhecimento. - Distinguir os tipos de movimentos por lanços. - Descrever a maneira de fazer a transmissão padronizada de infor- mes. - Descrever as ações a serem reali- zadas durante o contato. - Descrever as ações a serem reali- zadas em um obstáculo. Apresentada, ao militar, uma hipo- tética ordem de operações, o instrutor salientará os fundamen- tos das operações de reconheci- mento e os tipos de execução das mesmas. Durante a execução da tarefa, o militar deverá identificar pelo menos três fundamentos das operações de reconhecimento e citar, corretamente, os tipos de reconhecimento existentes. Reconhecer os objetivos, fundamentos e tipos de reconhecimento.
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    89.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 35. RECONHECIMENTO E SEGURANÇA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h 8. Ações durante o contato a. Desdobrar e informar. b. Esclarecer a situação. 9. Ações em um obstáculo a. Informar. b. Tentar ultrapassar. c. Desobstruir o eixo. 10. Técnicas espaciais de reco- nhecimento a. Reconhecimento de pontes: 1) conduta; e 2) transmissão de informes sobre largura, comprimento e capacidade. b. Reconhecimento de locali- dades: 1) conduta; e 2) transmissão de informes. c. Reconhecimento de Vau. 1) conduta; e 2) transmissão de informes. d. Reconhecimento de campo minado: 1) conduta; e 2) transmissão de informes. e. Reconhecimento de obstá- culos naturais e artificais: 1) conduta; e 2) transmissão de informes. f. Reconhecimento de bosque: 1) conduta; 2) Transmissão de informes. g. Reconhecimento de desfila- deiro: 1) conduta; e 2) transmissão de informes. h. Reconhecimento pelo fogo: 1) situações; e 2) conduta. - Descrever as técnicas utilizadas para o reconhecimento de pontes. - Descrever as técnicas utilizadas no reconhecimento de localidades. - Descrever as técnicas utilizadas para o reconhecimento de Vau. - Descrever as técnicas utilizadas no reconhecimento de campo minado. - Descrever as técnicas utilizadas no reconhecimento de obstáculos. - Descrever em que situações se emprega o reconhecimento pelo fogo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q- 402 (AC) ContinuaçãoContinuaçãoContinuação Apresentado, ao militar, um eixo, no terreno, no qual existam minas, pontes, vau, bosque, obstáculos e desfiladeiro. O militar deverá ser enquadrado em um GE ou GC para executar o reconhecimento, sob o comando de um monitor. O instrutor deverá acompanhar os militares e fazer a crítica do reco- nhecimento ao término de cada incidente apresentado. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - informar, detalhadamente, so- bre largura, capacidade e com- primento das pontes; - informar, detalhadamente, so- bre a localização, largura, pro- fundidade e natureza dos vaus. - utilizar, corretamente, as co- bertas e abrigos; - estabelecer a segurança sem- pre que necessário; e - executar sinais a gestos com exatidão. Descrever as ações a se- rem desenvolvidas nos diversos tipos de reco- nhecimento.
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    90.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 35. RECONHECIMENTO E SEGURANÇA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 16h Q-405 (AC) Reconhecer os objetivos e fundamentos das ope- rações de segurança. Apresentados, ao militar, um ter- reno reduzido ou caixão de areia e uma ordem de operações hipoté- tica, o instrutor salientará os fun- damentos das operações de se- g u r a n ç a . O militar deverá identificar, pelo menos três fundamentos das operações de segurança. Q-403 (AC) Reconhecer as medidas de coordenação e con- trole. Q-404 (AC) Reconhecer as formas de emprego dos explorado- res nas missões de vigi- lância. 11. Definição. 12. Fundamentos das operações de segurança a. Alertar com tempo e com precisão. b. Garantir espaço para mano- brar. c. Orientar-se, segundo a localização ou movimento da tropa a quem proporciona segurança. d. Executar contínuo reconhe- cimento. 13. Medidas de coordenação e Controle a. movimento. b. fogo. c. informação. 14. Formas de emprego a. graus de segurança. b. operações de vigilância. - Definir segurança. - Descrever os fundamentos das operações de segurança. - Citar as medidas de coordenação e controle ao movimento, ao fogo e à informação. - Diferenciar os graus de seguran- ça. - Reconhecer os tipos de operações de segurança. - Identificar as missões dos explora- dores nas missões de vigilância. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Apresentados, ao militar, um cai- xão de areia, miniaturas e materi- al para caracterizar as medidas de coordenação e controle. Durante a execução da tarefa os militares deverão: - identificar a localização das medidas de coordenação e controle; e - transmitir e(ou) agir de acordo com o estipulado para aquela medida . Apresentadas, ao militar, um cai- xão de areia, miniaturas e uma or- dem de operações fictícia. Os militares deverão: - diferenciar os graus de segu- rança; - reconhecer os tipos de vigilân- cia; e - identificar as missões dos ex- ploradores na consecução das operações de vigilância.
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    91.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 36. TÉCNICA DO MATERIAL/AAC Q-403 (AC) Q-404 (HT) Realizar a desmontagem de 1º Escalão do arma- mento. Apresentados, ao militar, o arma- mento e o ferramental neces- sário. O militar deverá realizar as ope- rações de desmontagem, na seqüência correta e dentro do tempo estabelecido pelo instrutor, com base nos dados doutrinários de planejamento e manuais. Q-401 (AC) Nomear as peças e partes do armamento. 2. Desmontagem 1º Escalão. - Identificar cada uma das operações de desmontagem de 1º Escalão. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q-402 (HT) 3. Nomenclatura aplicada. - Identificar as partes e peças pela sua nomenclatura, em cada etapa da desmontagem. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Realizar a montagem de 1º Escalão do armamento. 4. Montagem de 1º Escalão. - Executar, por etapas, as operações de montagem de 1º Escalão. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 1. Generalidades a . Apresentação. b. Características e dados numéricos. c. Partes principais. d. Acessórios e sobressa- lentes. - Citar as principais características do armamento. - Identificar as partes principais do armamento. - Identificar os acessórios e sobres- salentes do armamento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentado, ao militar, o arma- mento desmontado até o 1º Escalão. Durante a execução da tarefa, o militar deverá nomear, correta- mente, as partes apontadas, conforme o manual técnico do material. Apresentado, ao militar, um arma- mento desmontado até o 1º Escalão. O militar deverá realizar as ope- rações previstas no manual, obedecendo à seqüência, no tempo estipulado pelo instrutor. Ao final da montagem, o arma- mento deverá estar em condi- ções de funcionamento. Identificar as caracterís- ticas, possibilidades e li- mitações do armamento. Apresentada, ao militar, uma peça do armamento. O militar deverá identificar, com 100% de acerto, as caracterís- ticas, possibilidades e limi- tações do armamento. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/40h
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    92.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 36. TÉCNICA DO MATERIAL/AAC Q-407 (HT) Descrever o funciona- mento básico do arma- mento. Q-405 (AC) Apresentado, ao militar, um lote com vários tipos de munição. O militar deverá identificar a munição do armamento corretamente. Q-406 (AC) Sanar incidentes de tiro. Apresentada, ao militar, uma peça de arma anticarro com incidentes de tiro simulados no armamento. O militar deverá identificar o in- cidente de tiro e saná-lo, de acor- do com os manuais técnicos. Identificar os tipos de munição. 6. Munição a. Tipos. b. Identificação. c. Cuidados no manejo, manuseio e conservação. - Identificar os tipos de munição em- pregados pelo armamento. - Descrever as ações de manejo, manuseio e conservação da muni- ção. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 7. Incidentes de tiro a. Definição. b. Tipos. c. Ações imediatas. - Descrever os tipos de incidentes de tiro. - Descrever as ações imediatas para sanar os incidentes. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentado, ao militar, um armamento seccionado ou MAI equivalente. O militar deverá identificar o fun- cionamento das partes princi- pais. 5. Funcionamento. - Descrever o funcionamento do ar- mamento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/40h
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    93.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 36. TÉCNICA DO MATERIAL/AAC Q-410 (AC) Q-411 (HT) Realizar a manutenção de 1º Escalão. Apresentada, ao militar, uma peça do armamento anticarro. O militar deverá realizar, corretamente, a manutenção fa- zendo a desmontagem de 1º Escalão, limpando e lubrificando, adequadamente as peças. Q-408 (CH) Realizar a manutenção de 1º Escalão (tiro). Q-409 (CH) Preencher o Livro Regis- tro de Peça. Alinhar o aparelho de pon- taria. 10. Alinhamento do aparelho de pontaria com o tubo a . Processos. b. Procedimentos para alinha- mento. - Descrever os processos de alinha- mento do aparelho de pontaria com o tubo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 8. Manutenção a . Normas. b. Manutenção das principais partes. c. Manutenção antes do tiro. d. Manutenção durante o tiro. e. Manutenção após o tiro. f. Freqüência. - Descrever as operações de manu- tenção e conservação. - Descrever os procedimentos de manutenção antes do tiro. - Descrever os procedimentos de manutenção durante o tiro - Descrever os procedimentos de manutenção após o tiro. - Descrever os cuidados especiais na manutenção dos instrumentos óticos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Apresentadas, ao militar, uma peça do armamento anticarro e a descrição de uma situação de antes, durante ou após o tiro. O militar deverá executar a ma- nutenção indicada para o caso apresentado. Após a realização da manutenção é apresentado, ao militar, um Li- vro Registro de Peça. O militar deverá preencher o Livro Registro de Peça, segundo as normas preconizadas. Apresentados, ao militar, uma peça do armamento anticarro e material/equipamento necessário para o alinhamento do aparelho de pontaria. O militar deverá alinhar o apare- lho de pontaria, utilizando o equipamento/material disponí- vel com precisão. 9. Livro Registro de Peça a. Finalidade. b. Preenchimento. - Citar a finalidade e a maneira de preencher um livro registro de peça. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/40h
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    94.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 37. TÉCNICA DO MATERIAL/METRALHADORA Q-403 (AC) Q-404 (AC) Q-405 (HT) Identificar as caracterís- ticas, possibilidades e li- mitações do armamento. Apresentada, ao militar, uma peça do armamento. O militar deverá identificar, com 100% de acerto, as característi- cas possibilidades e limitações do armamento. Q-401 (AC) Realizar a desmontagem de 1º Escalão do arma- mento. Apresentados, ao militar, o arma- mento e o ferramental necessá- rio. O militar deverá realizar as ope- rações de desmontagem na seqüência correta e dentro do tempo estabelecido pelo instru- tor, com base nos dados doutri- nários de planejamento e manu- ais. Q-402 (HT) Citar as principais características do armamento. - Identificar as partes principais do armamento. Identificar os acessórios do arma- mento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 1. Generalidades a. Apresentação. b. Características e dados numéricos. c. Partes principais. d. Acessórios e sobressa- lentes. Nomear as peças e partes do armamento. Apresentada, ao militar, uma me- tralhadora desmontada, em rela- ção à qual o instrutor vai apontan- do as partes e peças principais. Durante a execução da tarefa, o militar deverá nomear, correta- mente, as partes apontadas, conforme o manual técnico do material. Descrever o funciona- mento básico do arma- mento. Apresentado, ao militar, um armamento seccionado ou MAI equivalente. O militar deverá realizar as ope- rações previstas no manual, obedecendo à seqüência, e no tempo estipulado pelo instrutor. Ao final da montagem, o arma- mento deverá estar em condi- ções de funcionamento. Realizar a montagem de 1º Escalão do armamento. Apresentados, ao militar, o arma- mento desmontado em 1º Escalão e o ferramental necessário. O militar deverá descrever o funcionamento das partes prin- cipais. - Executar por etapas, as operações de montagem de 1º Escalão. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 5. Montagem de 1º Escalão. - Identificar cada uma das operações de desmontagem de 1º Escalão. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 2. Desmontagem de 1º Escalão. - Identificar as partes e peças pela sua nomenclatura, em cada etapa de desmontagem. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Nomenclatura aplicada. - Executar as operações de manejo da arma. - Identificar as etapas do funciona- mento. Descrever as principais operações de funcionamento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 4. Funcionamento. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 08/10/31h
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    95.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 37. TÉCNICA DO MATERIAL/METRALHADORA Q-408 (CH) Q-409 (CH) Q-410 (AC) Identificar os tipos de munição. Apresentado, ao militar, um lote com diversos tipos de munição. Durante a execução da tarefa, o militar deverá identificar corretamente a munição. Q-406 (AC) Sanar incidentes de tiro. Apresentados, ao militar, uma me- tralhadora e um incidente de tiro simulado. Durante a execução da tarefa, o militar deverá identificar e sanar o incidente de acordo com os manuais técnicos. Q-407 (HT) - Identificar os diversos tipos de munição. - Descrever as ações adequadas para o manejo, manuseio e conser- vação da munição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 6. Munição a. Tipos. b. Identificação. c. Cuidados no manejo, manu- seio e conservação. Realizar a manutenção de 1º Escalão. Apresentada, ao militar, uma peça de metralhadora. O militar deverá realizar, corre- tamente, a manutenção fazendo a desmontagem de 1º escalão limpando e lubrificando corre- tamente as peças. Realizar a manutenção de 1º Escalão (tiro). Apresentadas, ao militar, uma peça do armamento e a descrição de uma situação antes, durante ou após o tiro. O militar deverá preencher o Livro Registro de Peça segundo as normas preconizadas. Preencher o Livro Registro da Peça. Após a realização de manutenção, é apresentado, ao militar, um Li- vro Registro de Peça. O militar deverá executar a ma- nutenção indicada para o caso. - Descrever a finalidade e a maneira de preencher o Livro Registro de Peça. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 9 . Livro registro de peça a. Finalidade. b. Preenchimento. - Identificar os tipos de incidentes de tiro. - Descrever as ações a realizar para sanar os incidentes. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 7. Incidentes de tiro a. Definição. b. Tipos. c. Ações imediatas. - Descrever as operações de manu- tenção e conservação. - Descrever os procedimentos de manutenção antes do tiro. - Descrever os procedimentos de manutenção durante o tiro - Descrever os procedimentos de manutenção após tiro. - Descrever os cuidados especiais na manutenção dos instrumentos óticos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 8. Manutenção a . Normas. b. Manutenção das principais partes . c. Manutenção antes do tiro. d. Manutenção durante o tiro. e. Manutenção após tiro. f. Freqüência. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 08/10/31h
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    96.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 38. TÉCNICA DO MATERIAL/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Q-403 (AC) Q-404 (HT) Q-405 (AC) Identificar as caracterís- tcas, possibilidades e li- mitações do armamento. Apresentada, ao militar, uma peça. O militar deverá identificar, com 100% de acerto, as característi- cas, possibilidades e limitações do armamento. Q-401 (AC) Realizar a desmontagem de 1º Escalão do arma- mento. Apresentados, ao militar, o arma- mento e o ferramental necessá- rio. O militar deverá realizar as ope- rações de desmontagem na seqüência correta e dentro do tempo estabelecido pelo instru- tor, com base nos dados dou- trinários de planejamento e ma- nuais. Q-402 (HT) - Citar as principais características do armamento. - Identificar as partes principais do armamento. - Identificar os acessórios e do ar- mamento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 1. Generalidades a. Apresentação. b. Características e dados nu- méricos. c. Partes principais. d. Acessórios e sobressa- lentes. Nomear as peças e partes do armamento. Apresentado, ao militar, um armamento desmontado, em re- lação ao qual o instrutor vai apon- tando as partes e peças principais. O militar deverá nomear, corretamente, as partes apon- tadas, conforme o manual téc- nico do material. Realizar a montagem de 1º Escalão do armamento. Apresentados, ao militar, um ar- mamento desmontado em 1º Escalão e o ferramental necessário. O militar deverá identificar o fun- cionamento das partes princi- pais. Descrever o funciona- mento básico do arma- mento. Apresentado, ao militar, um arma- mento seccionado ou MAI equiva- lente. O militar deverá realizar as ope- rações previstas no manual, obedecendo à seqüência e no tempo estipulado pelo instrutor. Ao final da montagem, o arma- mento deverá estar em condi- ções de funcionamento. - Executar as operações de manejo da arma. - Identificar as etapas do funciona- mento. - Descrever as principais operações de funcionamento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 5. Funcionamento. - Identificar e realizar as operações de desmontagem de 1º Escalão. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 2. Desmontagem de 1º Escalão. - Identificar as partes e peças pela nomenclatura, em cada etapa da desmontagem. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Nomenclatura aplicada. - Identificar executar, por etapas, as operações de montagem de 1º Es- calão. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 4. Montagem de 1º Escalão.
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    97.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 38. TÉCNICA DO MATERIAL/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Q-408 (HT) Q-409 (AC) Q-410 (TE) Identificar os tipos de munição. Apresentado, ao militar, um lote com diversos tipos de munição. Durante a execução da tarefa, o militar deverá identificar corre- tamente a munição. Q-406 (AC) Sanar incidentes de tiro. Apresentados, ao militar, um ar- mamento e um incidente de tiro simulado. O militar deverá identificar os ti- pos de incidentes de tiro e rea- lizar as ações para saná-los. Q-407 (HT) - Identificar os diversos tipos de mu- nição. - Descrever as ações adequadas para o manejo, manuseio e conser- vação da munição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 6. Munição a. Tipos. b. Identificação. c. Cuidados no manejo, manu- seio e conservação. Preparar a munição para o tiro. Apresentados, ao militar, separa- damente, os componentes da munição. O militar deverá montar a grana- da obedecendo à seqüência correta. Identificar os cuidados no manuseio, transporte e estocagem da munição. Apresentados, ao militar, cunhetes e granadas do arma- mento. O militar deverá executar as atividades de remuniciamento, referentes à sua função. Executar o remunicia- mento da peça/seção. O instrutor deverá montar um exercício de remuniciamento de frações. O militar deverá realizar as mis- sões de manuseio e transporte, de acordo com as normas téc- nicas - Identificar os métodos de remuni- ciamento. - Descrever as ações realizadas para o remuniciamento das frações. - Identificar as responsabilidades do remuniciamento das frações. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 9. Remuniciamento das frações a. Métodos. b. Responsabilidades. c. Atividades desenvolvidas. - Identificar os tipos de incidentes de tiro. - Descrever as ações a realizar para sanar os incidentes. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 7. Incidentes de tiro a. Definição. b. Tipos. c. Ações imediatas. - Identificar as partes componentes da munição. - Identificar os tipos de munição. - Descrever a seqüência da prepa- ração da munição. - Citar os cuidados a serem toma- dos no manuseio, transporte e estocagem da munição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 8. Munição: a. Nomenclatura das partes componentes. b. Tipos de munição. c. Identificação dos tipos de munição. d. Preparação da munição. e. Cuidados no manuseio, transporte e estocagem de munição.
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    98.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 38. TÉCNICA DO MATERIAL/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 41h Q-413 (CH) Q-414 (AC) Realizar a manutenção de 1º Escalão. Apresentada, ao militar, uma peça do armamento. O militar deverá realizar, corre- tamente, a manutenção, fazendo a desmontagem de 1º Escalão limpando e lubrificando, corre- tamente, as peças. Q-411 (CH) Realizar a manutenção de 1º Escalão (tiro). Q-412 (CH) Realizar a manutenção de 1º Escalão dos instru- mentos óticos. Preencher o Livro Regis- tro de Peça. 11. Livro Registro de Peça a. Finalidade. b. Preenchimento. - Descrever a finalidade e a maneira de preencher o Livro Registro de Peça. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 10. Manutenção a . Normas. b. Manutenção das principais partes. c. Manutenção antes do tiro. d. Manutenção durante o tiro. e. Manutenção após tiro. f. Freqüência. - Descrever as operações de manu- tenção e conservação. - Descrever os procedimentos de manutenção antes do tiro. - Descrever os procedimentos de manutenção após o tiro - Descrever os procedimentos de manutenção após o tiro. - Descrever os cuidados especiais na manutenção dos instrumentos óticos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Apresentada, ao militar, uma peça do armamento e a descrição de uma situação antes do tiro, du- rante o tiro ou após o tiro. O militar deverá executar a ma- nutenção indicada para o caso. Apresentados, ao militar, os equi- pamentos óticos do armamento e material adequado. O militar deverá aplicar as técni- cas apropriadas para manu- tenção de instrumentos óticos. Após a realização de manutenção, é dado um Livro Registro de Peça. O militar deverá preencher o Livro Registro de Peça, segundo as normas preconizadas.
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    99.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 39. TÉCNICA DE TIRO/AAC Q-403 (AC/ HT) Q-404 (AC) Descrever os princípios de tiro em alvos parados e em movimento. Apresentada, ao militar, uma peça de armamento anticarro sem munição, porém pronta para disparar. O militar deverá disparar o ar- mamento evitando o movimen- to brusco (gatilhada). Q-401 (AC) Realizar a visada e a pon- taria. Q-402 (HT) Fazer a amarração do tiro. Preencher o boletim de amarração. 1. Pontaria a. Posições do atirador e do municiador. b. Visada e pontaria: 1) pontaria em alcance; e 2) pontaria com precessão. c. Acionamento do dispositivo de disparo. d. Respiração. e. Acompanhamento dos alvos móveis. - Descrever as posições do atirador e do municiador. - Tomar as posições do atirador. - Tomar as posições do municiador. - Descrever as posições necessá- rias para realizar a pontaria em al- cance. - Descrever as operações neces- sárias para realizar a pontaria com precessão. - Realizar a pontaria em alcance. - Realizar a pontaria com precessão. - Descrever os principais aspectos a observar para se obter o controle do mecanismo de disparo. - Citar o procedimento a ser obser- vado quanto à respiração, para se obter êxito no tiro. - Descrever os procedimentos ne- cessários para o acompanhamento dos alvos móveis. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Constituída uma guarnição, são apresentados ao militar, uma peça de armamento anticarro e um si- mulacro de carros de combate. É descrita uma situação de deslo- camento do alvo em relação a peça e enunciada à sua velocidade. O militar deverá fazer a visada e enquadrar o alvo conforme o al- cance avaliado e o número de precessões necessárias para compensar a velocidade. Apresentados, ao militar, uma peça de arma anticarro montada sobre o reparo, uma série de al- vos e um processo de amarração de tiro. O militar deverá amarrar o tiro conforme a técnica de tiro, no mínimo em três dos alvos dados. Apresentados, ao militar, uma peça de arma automática, uma série de alvos, um processo de amarração do tiro e um boletim de tiro. O militar deverá amarrar o tiro, conforme a técnica apropriada, no mínimo em três dos alvos da- dos e preencher o boletim corretamente. 2. Amarração de tiro a. Processos. b. Procedimentos para amar- ração de tiro. c. Boletim de amarração. d. Pontaria indireta à noite. - Descrever os processos e proce- dimentos de amarração do tiro. - Descrever o processo de pontaria indireta à noite. - Descrever o preenchimento do bo- letim de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/39h
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    100.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 39. TÉCNICA DE TIRO/AAC Q-407 (TE) Q-408 (TE) Confeccionar o roteiro de tiro. Apresentadas, ao militar, uma peça em posição e uma zona de alvos, o instrutor deverá mobiliar a peça com uma guarnição e atri- buir-lhe a missão de confeccionar o esboço e o roteiro de tiro. Após realizada a tarefa, a guarnição de- verá ser substituída por outra, passando o esboço para a guarni- ção substituta. Durante a execução da tarefa, os militares deverão confeccionar o esboço e roteiro de tiro que retrate o setor de tiro e alvos a serem batidos, passar o esbo- ço à guarnição substituta e dei- xar a guarnição substituta em condições de realizar o tiro nos alvos indicados. Q-405 (AC) Realizar a IPT. Q-406 (TE) Realizar tiro com redutor de calibre/simulador. Realizar o tiro com o ar- mamento. 6. Exercício de tiro real. - Executar o tiro real. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Roteiros de tiro a. Esboço de tiro. b. Obtenção dos dados. c. Preenchimento do roteiro de tiro. - Descrever os cuidados principais a serem observados na confecção do esboço de tiro. - Descrever o método de confecção do roteiro de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx. Apresentados, ao militar, o arma- mento anticarro, uma posição de tiro, o redutor de calibre/simula- dor e a munição adequada. De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx. 5. Exercícios de tiro em campo reduzido a. Tipos de simuladores/redu- tores de calibre. b. Funcionamento. c. Procedimentos para opera- ção. - Executar tiros em campo reduzido. - Identificar os tipos de simuladores/ redutores de calibre. - Descrever o procedimento para re- alizar o tiro com o simulador/redutor de calibre. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 4. Instrução preparatória para o tiro. - Identificar as diferentes oficinas da IPT. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. De acordo com as IGTAEx. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/39h
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    101.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA Q-403 (HT) Q-404 (AC/ HT) Apresentados, ao militar, um es- quema de trajetória e as caracte- rísticas dos diversos gru- pamentos de tiro. O militar deverá identificar, corretamente, os elementos da trajetória e os grupamentos de tiro. Q-401 (AC) Realizar a visada e a pon- taria. Q-402 (HT) Fazer a amarração do tiro. Fazer a amarração de tiro e boletim de amarração. 7. Amarração de tiro a. Processos. b. Procedimentos para amar- ração de tiro. c. Boletim de amarração. d Pontaria indireta à noite - Descrever os processos e proce- dimentos de amarração do tiro. - Descrever o processo de pontaria indireta à noite. - Descrever o preenchimento do Boletim de Tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 1. Elementos da trajetória. 2. Alça de tiro. 3. Zona perigosa. 4. Dispersão e zona batida. 5. Grupamento de tiro a. Preciso. b. Regulado. c. Justo. - Identificar os elementos da traje- tória. - Identificar a alça de tiro. - Identificar a zona perigosa. - Descrever a dispersão e zona bati- da. - Distinguir tiro preciso, regulado e justo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentados, ao militar, uma peça de metralhadora e um alvo, no terreno. O militar deverá armar a peça e realizar a pontaria, conforme a técnica de tiro. O militar deverá amarrar o tiro, conforme a técnica de tiro, no mínimo em três dos alvos dados. Apresentados, ao militar, uma peça de metralhadora, uma série de alvos, um processo de amar- ração do tiro e um boletim de tiro. O militar deverá amarrar o tiro, conforme a técnica apropriada, no mínimo em três dos alvos da- dos e preencher o boletim corretamente. 6. Pontaria direta: a. Visada. b. Pontaria direta. - Descrever as ações para realiza- ção da visada e pontaria direta. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Identificar elementos da trajetória e os grupamen- tos de tiro. Apresentados, ao militar, uma peça de metralhadora montada sobre o reparo, uma série de al- vos e um processo de amarração de tiro. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/10/31h
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    102.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA Descrever os tipos de tiro quanto à direção, gênero, efeito e regime. Q-405 (AC) Apresentados, ao militar, uma peça de arma automática em po- sição, uma tabela de tiro, uma situação de tiro sobre tropa, bi- nóculos, o boletim de amarração do tiro em branco e vários alvos. A guarnição deverá determinar a possibilidade de tiro, obter os dados de tiro corretamente, identificar os limites de segu- rança e confeccionar um bole- tim de amarração que indiquem os alvos a serem batidos e seus respectivos dados. Q-406 (HT) Executar a técnica de tiro por cima da tropa amiga. 13. Tiro por cima da tropa amiga e obstáculo a. Altura de segurança. b. Altura garantia. c. Altura angular de segu- rança. d. Altura angular de garantia. e. Ângulo de segurança, ân- gulo de garantia, alça de segu- rança e tabela de tiro. f. Determinação das possibi- lidades de tiro na carta e com a arma em posição. - Definir altura de segurança. - Definir altura de garantia. - Definir altura angular de seguran- ça. - Definir angular de garantia. - Definir ângulo de segurança, ângulo de garantia, alça de segurança e alça de garantia. - Descrever o processo de deter- minação das possibilidades de tiro na carta e com o auxílio do binóculo. - Descrever o processo de deter- minação das possibilidades de tiro com a arma em posição. Apresentadas, ao militar, várias situações, que caracterizam os diversos tipos de tiro. O militar deverá descrever e distinguir os diversos tipos de tiro corretamente. 8. Tipos de tiro quanto à direção a. Frontal. b. Escarpa. c. Flanco. d. Revés. e. Enfiada. 9. Tipos de tiro quanto aos gê- neros de tiro a. Concentrado. b. Livre de ceifa. c. Livre sem ceifa. d. Ceifante. e. Ceifa em profundidade. f. Ceifa oblíqua. 10. Regime de tiro a. Lento. b. Normal. c. Acelerado. d. Rápido. 11. Tiro rasante: a. Definição. b. Obtenção. 12. Tipos de tiro quanto ao efei- to. - Descrever os tipos de tiro quanto à direção. - Distinguir os tipos de tiro quanto ao gênero. - Descrever cada tipo de tiro quanto ao gênero. - Descrever cada tipo de tiro quanto ao regime. - Descrever os processos de obten- ção do tiro rasante. - Citar os tipos de tiro quanto a seus efeitos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/10/31h
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    103.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA Executar a técnica de tiro indireto. Apresentados, ao militar, uma peça de arma automática em um terreno movimentado e indicado um alvo. Realizar o tiro sem que haja encristamento. Q-407 (HT) Executar a técnica do tiro mascarado. Q-408 (HT) 14.Tiro indireto a. Preparação do tiro 1) Distância de tiro: - na carta; e - no terreno. 2) Direção de tiro - na carta; e - no terreno. 3) Sítio do alvo. b. Verificação da segurança e garantia de tiro. - Descrever as ações para execu- ção do tiro indireto. - Descrever os processos de deter- minação de distância de tiro. - Descrever os processos de deter- minação do sítio de alvo. - Descrever o processo de verifica- ção da segurança e de garantia de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentado , ao militar, em um terreno movimentado uma arma automática, uma zona de posição de onde não se tenha visão direta sobre objetivo e designado o alvo. A guarnição deverá verificar a possibilidade de encristamento, obter dados de tiro, identificar o limite de segurança, colocar a peça em posição e ficar em con- dições de realizar o tiro masca- rado. 15. Tiro mascarado a. Definição. b. Dados de pontaria em al- cance. c. Dados de pontaria em dire- ção. d. Correções. e. Verificação de possibilidade de encristamento: 1) determinação com auxí- lio do binóculo; 2) determinação expedita; e 3) determinação na carta. f. Cuidados na determinação dos limites de segurança. - Descrever as ações para a execu- ção do tiro mascarado. - Descrever as ações a serem rea- lizadas para obtenção dos dados de direção, de alcance, de correções e de verificação da possibilidade de encristamento do tiro mascarado. - Descrever os processos de deter- minação do limite de segurança. - Descrever os cuidados a serem observados na determinação dos li- mites de segurança. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Q-406 (AC) g. Determinação das possibili- dades de tiro na carta e com auxílio de binóculo. h. Cuidados a serem obser- vados na execução de tiro por cima da tropa amiga. i. Determinação de limites de seguança. - Descrever os cuidados a serem observados na execução de tiro por cima da tropa amiga. - Descrever como se determina os limites de segurança com auxílio do aparelho de pontaria. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/10/31h Continuação Continuação Continuação Apresentados, ao militar, uma peça de arma automática em po- sição, uma tabela de tiro, uma situação de tiro sobre tropa, bi- nóculos, o boletim de amarração do tiro em branco e vários alvos. A guarnição deverá determinar a possibilidade de tiro, obter os dados de tiro corretamente, identificar os limites de segu- rança e confeccionar um bole- tim de amarração que indiquem os alvos a serem batidos e seus respectivos dados. Executar a técnica de tiro por cima da tropa amiga.
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    104.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 40. TÉCNICA DE TIRO/METRALHADORA Q-412 (HT) Q-413 (TE) Q-414 (TE) Q-410 (AC) Confeccionar o roteiro de tiro. Apresentados, ao militar, uma peça de metralhadora em posição e uma zona de alvos, o instrutor deverá mobiliar a peça com uma guarnição e atribuir-lhe a missão de confeccionar o esboço e o ro- teiro de tiro. Após realizada a ta- refa a guarnição deverá ser subs- tituída por outra, passando o es- boço para a guarnição substituta. Durante a execução da tarefa, os militares deverão confeccionar o esboço e roteiro de tiro que retratem o setor de tiro e alvos a serem batidos, passar o es- boço a guarnição substituta e deixar a guarnição substituta em condições de realizar o tiro nos alvos indicados. Q-411 (AC) Executar a técnica do tiro antiaéreo. De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx. Realizar a instrução prepa- ratória para o tiro. De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx. Realizar o tiro do arma- mento de acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx. De acordo com as IGTAEx. - Executar o tiro real. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 22. Exercício de tiro real. - Descrever os cuidados principais a serem observados na confecção do esboço de tiro. - Descrever o método de confecção do roteiro de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 19. Roteiro de tiro a. Esboço de tiro. b. Obtenção dos dados. c. Preenchimento do roteiro de tiro. - Identificar os tipos de reparos. - Identificar a ameaça aérea. - Descrever as técnicas do tiro anti- aéreo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 20. Tiro antiaéreo a. Definições. b. Tipos de reparos. c. Identificação da ameaça aérea. d. Técnicas de tiro. Citar as missões táticas para execução do tiro. 18. Missões táticas de execu- ção dos tiros a. Tipos. b. Finalidades. c. Características. - Citar as missões táticas na execu- ção dos tiros. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. O instrutor deverá apresentar ca- racterísticas das diversas mis- sões de tiro. O militar deverá citar as mis- sões corretamente. - Identificar as diferentes oficinas da IPT. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 21. Instrução preparatória para o tiro. Q-409 (AC) Descrever os princípios de ajustagem e controle. Durante um exercício de tiro simu- lado. O militar deverá descrever os princípios de ajustagem e con- trole do tiro. 16. Ajustagem do tiro. 17. Controle de tiro. - Descrever a ajustagem do tiro. - Descrever o procedimento para de- terminar o controle de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. TEMPO ESTIMADO DIURNO: 06/08/10/31h
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    105.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h Q-403 (HT) Colocar o armamento em posição. Q-401 (HT) Apresentado, ao militar, um mor- teiro com respectivo aparelho de pontaria. O militar deverá manusear, corretamente, o aparelho de pontaria. Q-402 (HT) Operar o Goniômetro Bús- sola (GB). Apresentados, ao militar, o GB e quatro peças de armamento. Durante a execução da tarefa, o militar deverá realizar as opera- ções de estacionar, orientar, registrar o lançamento de tiro e leitura das visadas recíprocas para as peças, apontando-as em paralelo. - Descrever a colocação correta do aparelho de pontaria da arma. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 3. Goniômetro Bússola a. Apresentação. b. Características. c. Divisão e nomenclatura. d. Funcionamento. e. Utilização. f. Estacionar o GB. g. Orientação de um GB. h. Pontaria em paralelo com utilização do GB. i. Acessórios e sobressalen- tes. - Identificar as partes componentes do GB. - Citar as características do GB. - Descrever o funcionamento dos di- versos mecanismos do GB. - Identificar pelo nome partes, aces- sórios e sobressalentes. - Descrever as ações para estacio- nar o GB. - Descrever as ações para realizar a pontaria do pelotão em paralelo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Apresentados, ao militar, o arma- mento e designada uma posição de tiro. A guarnição deverá armar e co- locar o armamento em posição, no tempo estipulado pelo instrutor. 1. Colocação do armamento em posição a . Armar e desarmar o arma- mento. b. Colocar o armamento em posição. - Identificar o procedimento para ar- mar e desarmar o armamento. - Identificar o procedimento para co- locar o armamento em posição. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 2. Colocação e retirada do apa- relho de pontaria. Manusear, corretamente, o aparelho de pontaria.
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    106.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h Q-406 (HT) Q-407 (HT) Executar os procedimen- tos para registrar os da- dos iniciais de tiro. Constituída uma guarnição de morteiro, é apresentado, ao mili- tar, um morteiro armado com o aparelho de pontaria e um coman- do de alça. Durante a execução da tarefa, o militar deverá registrar, correta- mente, a alça comandada e ni- velar o morteiro. Q-404 (HT) Executar os procedimen- tos para nivelar o arma- mento. Q-405 (HT) Executar os procedimen- tos para apontar o arma- mento. Executar os procedimen- tos para verificar os tra- balhos. 4. Manejo a. Registro de dados iniciais de tiro. b. Nivelamento. c. Portaria em alcance e dire- ção. d. Verificação. - Descrever os procedimentos para registrar os dados iniciais de tiro. - Citar as ações necessárias para a realização da pontaria em alcance e direção. - Descrever os procedimentos para o nivelamento. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Constituída uma guarnição de morteiro, é apresentado, ao mili- tar, um morteiro armado com o aparelho de pontaria e um coman- do de deriva. O militar, na realização da tarefa, agindo na manga de chamada, deverá colocar a bolha do nível transversal entre os reparos. Constituída uma guarnição de morteiro, é apresentado, ao mili- tar, um morteiro armado com o aparelho de pontaria e um coman- do de deriva. O militar, ao realizar a tarefa, agindo no tambor das derivas, deverá registrar a deriva coman- dada e, acionando a manivela de direção, colocar o eixo do coli- mador, sobre o bordo esquer- do da baliza. Constituída uma guarnição de morteiro apresentado, ao militar, um morteiro armado com o apa- relho de pontaria e um comando de tiro. O militar deverá registrar no aparelho de pontaria a alça e a deriva comandadas. Ao final da tarefa, os mecanismos de nivelamento deverão estar com as bolhas de seus níveis entre os reparos.
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    107.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h Q-410 (AC) Q-411 (AC) Marcar a deriva de vigilân- cia. É constituída uma guarnição de morteiro; apresentados, ao militar, uma Pç Mrt com o tiro regulado sobre o PV e o comando de “Marcar deriva de vigilância!”. O militar, na função envolvida, deverá executar os procedimen- tos para marcação da deriva. Q-408 (HT) Cravar as balizas suple- mentares. Q-409 (HT) Identificar as característi- cas dos diversos tipos de tiros. Identificar e manusear os tipos de tabelas de tiro. 8. Tabela de tiro e réguas de tiros a. Tipos. b. Manuseio e leitura - Identificar e citar os tipos de tabe- las de tiro. - Descrever o manuseio e o proces- so de leitura dessas tabelas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 5. Marcação das derivas de vigi- lância. - Descrever as ações necessárias à marcação da deriva de vigilância. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. É constituída uma guarnição de Morteiro; apresentada, ao militar, uma Pç Mrt com o tiro regulado sobre o PV; marcada a deriva de vigilância e determinado que se- jam cravadas as balizas suple- mentares. Os militares, nas funções envolvidas, deverão executar os procedimentos para cravar as balizas suplementares. Listados os diversos tipos de tiro pelo instrutor. O militar deverá identificar, corretamente, as característi- cas do tiro enunciado. Durante a execução de exercícios simulados, são apresentados, ao militar, as correções, o roteiro de tiro e as fichas de tiros previstos e de dados de tiro. O militar deverá identificar, corretamente, a tabela de tiro a ser utilizada para extrair da mesma os dados necessários. 7. Tipos de tiro a. Regulagem. b. Eficácia. c. Transporte. d. Tiros especiais. e. Concentração. f. Barragem. - Citar as principais características dos diversos tipos de tiros. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 6. Colocação de balizas suple- mentares. - Descrever as ações necessárias para a colocação de balizas suple- mentares. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    108.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h Q-414 (HT) Q-415 (HT) Obter os dados de tiro. Durante a execução de um exercí- cio de tiro simulado. Os militares deverão preparar corretamente os documentos utilizados e obter, com 100% de acerto, os dados de tiro. Q-412 (AC) Preencher os documen- tos de controle e condu- ção de fogos. Q-413 (AC) Emitir e executar o coman- do inicial de tiro e os co- mandos subsequentes. Regular o tiro. 11. Regulação a. Finalidades. b. Processos de regulação. c. Procedimentos para a regu- lação. 12. Eficácia. - Citar as finalidades da regulação. - Identificar os processos de regulação. - Escrever os procedimentos para obter-se a regulação do tiro. - Descrever os procedimentos para realizar os tiros de eficácia. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 9. Dados de tiro a. Tipos de documentos elabo- rados para controle e condução de fogos. b. Elaboração dos documentos de controle e condução de fogos. c. Dados iniciais de tiro. - Identificar os documentos para con- trole e condução de fogos. - Descrever os procedimentos para preenchimento dos documentos de controle e condução de fogos. - Identificar os dados iniciais de tiro. - Descrever os procedimentos para obtenção dos dados iniciais de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Durante a execução de um exercí- cio de tiro simulado, são apresen- tados, ao militar, os documentos de controle e condução de fogos Os militares deverão preencher corretamente os documentos. O instrutor deverá planejar uma missão de tiro simulado forne- cendo a missão da fração, os da- dos iniciais de tiro e observações para correção do tiro. Os Cmt Sec e chefes de peça deverão emitir corretamente os comandos de tiro inicial, coman- do de tiro e comando de tiro subsequente segundo as pa- dronizações. Os componentes da seção e peças deverão exe- cutar as tarefas de acordo com as técnicas preconizadas. Apresentados, ao militar, os documentos de controle e condução de fogos necessários com os dados iniciais de tiro. Os militares deverão realizar as operações necessárias, a fim de obter a regulação do tiro. 10. Comandos de tiro a. Tipos de comandos. b. Sequência dos comandos. c. Comando inicial de tiro. d. Comando de tiro. e. Comandos subsequentes. - Identificar os tipos de comandos de tiro. - Identificar as finalidades dos co- mandos de tiro. - Descrever os procedimentos para formulação do comando inicial de tiro. - Descrever os procedimentos para formulação do comando de tiro. - Descrever os procedimentos para formulação dos comandos subse- quentes de tiro. - Citar os itens constantes dos co- mandos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII.
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    109.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h Q-418 (AC/ HT) Q-419 (HT) Q-420 (AC) Executar a observação do tiro. Apresentados, ao militar, os materiais e equipamentos neces- sários para operar um PO, o instrutor deverá mobiliar um PO e simular o arrebentamento de granadas de morteiro. O militar deverá preencher os documentos utilizados no PO utilizando, corretamente, o ma- terial disponível. Q-416 (AC) Transmitir as observa- ções de tiro para a central de tiro. Apresentados, ao militar, os materiais e equipamentos neces- sários para operar um PO, o instrutor deverá mobiliar um PO e simular o arrebentamento de granadas de morteiro. O militar deverá transmitir a mensagem inicial do PO e as observações dos tiros, segun- do as técnicas e padronizações. Q-417 (AC) Descrever os tipos de observação. - Descrever os processos de obser- vação. - Descrever a organização e funcio- namento de um PO. - Identificar os documentos utilizados no PO. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 13. Observação a. Tipos. b. Processos de observação. c. Instalação de um PO. d. Funcionamento de um PO. e. Documentos utilizados. Calcular a correção do tiro. O instrutor deverá planejar uma missão de tiro simulado, forne- cendo os dados iniciais de tiro e correções subsequentes do tiro. Os militares deverão calcular as correções do tiro com 100% de acerto. Executar a correção do tiro. O instrutor deverá planejar uma missão de tiro simulado, forne- cendo os dados iniciais de tiro e correções subsequentes do tiro. Os militares deverão reconhe- cer as peculiaridades dos tiros iluminativos e fumígenos e re- alizar os procedimentos cor- retos para condução e controle do tiro. Reconhecer as peculiari- dades dos tiros com fumígenos e iluminativos. O instrutor deverá planejar uma missão de tiro simulado com mu- nições iluminativas e fumígenas. Os militares após receberem o respectivo comando de tiro de- verão registrar as correções anunciadas, deixando as peças em condições de tiro. - Identificar as características dos ti- ros iluminativos. - Manusear as tabelas de tiro. - Obter os dados de tiro. - Identificar os comandos de tiro. - Identificar as características dos ti- ros fumígenos. - Identificar os cuidados especiais. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 15. Tiros iluminativos a. Características. b. Tabelas de tiro. c. Preparação da granada. d. Obtenção dos dados de tiros. e. Comandos de tiro. 16. Tiros fumígenos a. Características. b. Cuidados especiais. - Identificar as finalidades da correção do tiro. - Descrever os procedimentos para calcular as correções de tiro. - Descrever os procedimentos para executar as correções de tiro. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 14. Correção do tiro a. Finalidades. b. Procedimentos para calcu- lar as correções de tiro. c. Procedimentos para execu- tar as correções de tiro.
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    110.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 41. TÉCNICA DE TIRO/TRAJ CURVA TEMPO ESTIMADO DIURNO: 42h Q-423 (TE) Q-424 (TE) Q-425 (TE) Obter um feixe paralelo. Apresentados, ao militar, dados necessários para um feixe paralelo. Os militares deverão realizar as ações necessárias para obter e corrigir o feixe. Q-421 (HT) Apresentados, ao militar, dados necessários para um feixe con- vergente. Os militares deverão realizar as ações necessárias para obter e corrigir o feixe. Q-422 (HT) - Descrever o processo de obten- ção do feixe paralelo. - Descrever o processo de obten- ção do feixe convergente. - Descrever o processo de obten- ção do feixe aberto. Descrever o processo de obtenção do feixe especial. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. 17. Tipos de feixes a. Finalidades. b. Procedimentos. Realizar a instrução prepa- ratória para o tiro. De acordo com as IGTAEx. De acordo com os padrões das IGTAEx. Realizar o tiro com simu- lador/redutor de calibre. Apresentados, ao militar, um morteiro, uma posição de tiro, os dados iniciais de tiro, PV, o sistema redutor do Morteiro e a munição adequada. De acordo com os padrões das IGTAEx Realizar o tiro do arma- mento. De acordo com as IGTAEx Os militares deverão regular o tiro sobre o PV com três tiros. - Executar o tiro real. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Exercício de Tiro Real. - Executar a IPT. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. 18. Instrução preparatória para o tiro. - Executar tiros em campo reduzido. - Identificar os tipos de simuladores/ redutores de calibre. - Descrever o procedimento para re- alizar o tiro com o simulador/redutor de calibre. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. - Exercícios de tiro em campo re- duzido. - Tipos de simuladores/redutores de calibre. a. Funcionamento. b. Procedimentos para opera- ção. Obter um feixe conver- gente.
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    111.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 42. TRANSPORTE DE EXPLOSIVOS E MUNIÇÕES TEMPO ESTIMADO DIURNO: 21h Q-403 (AC) Q-404 (AC) Q-405 (AC) Embarcar munição em uma viatura, arrumando-a e imobilizando-a. Q-401 (AC) Calcular a munição que pode embarcar munição em uma viatura, arruman- do-a e imobilizando-a. Apresentada, ao militar, a seguin- te situação: - uma viatura vazia; - um grupo de seis soldados; - cunhetes vazios de munição em quantidade superior ao permitido para transporte na viatura, deven- do existir tipos diferentes de mu- nição; - tabelas de cálculo de peso e vo- lume para a munição apresenta- da; - material necessário para a amar- ração da carga; - um ponto de destino próximo e uma relação da munição que deve- rá ser desembarcada e distribuí- da nesse ponto; e - a capacidade máxima em peso e volume da viatura. O militar deverá, obedecendo às prescrições técnicas e às nor- mas de segurança, executar ou fiscalizar as seguintes opera- ções: - embarque da munição e de- sembarque no ponto de desti- no; - cálculo da munição que pode ser embarcada; - arrumação e imobilização da carga; e - distribuição da munição ponto de destino. Q-402 (AC) Executar o mecanismo de transporte de munição, a braço e em viatura, até um ponto de destino. Executar medidas de se- gurança no transporte da munição. Participar do desembar- que e distribuir a munição num ponto de destino. 1. Prescrições gerais sobre o transporte de explosivos e muni- ções 2. Tipos e características dos meios de transporte 3. Distribuição e arrumação nos meios de transporte. 4. Imobilização, cuidados e medi- das de segurança no transporte 5. Mecanismo do transporte a braço e(ou) em viaturas para as subunidades ou até as posições de tiro. 6. Cuidados especiais no carre- gamento e descarregamento dos explosivos e munições. 7. Cálculo de peso e volume para transporte de munição. - Citar os tipos e características do meios de transporte. - Distribuir e arrumar os explosivos ou munições no meio de transporte utilizado. - Citar as medidas de segurança no transporte de explosivos e munições. - Descrever o mecanismo de transporte, a braço e em viaturas, para as subunidades ou até as posições de tiro. - Citar os cuidados especiais no car- regamento e descarregamento dos explosivos e munições. - Calcular o peso e volume da muni- ção para o transporte. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII.
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    112.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-403 (TA) Identificar as missões e deveres do vigia. Q-401 (AC) Apresentadas, ao militar, senha e a contra-senha correspondente. A seguir, será indicado, um sinal de reconhecimento pelo proces- so de números. Em seguida, o instrutor dirá um número. O militar deverá responder a contra-senha, correspondente à senha lançada, e responder o número que somado ou subtra- ído, conforme o caso, totalize o número do sinal de reconheci- mento indicado. Q-402 (AC) Operar um posto de vigi- lância (em face do deser- tor inimigo). Em um terreno que possibilite a instalação de postos de vigia ou escuta e com uma figuração de dez elementos, o instrutor deverá instalar postos de vigia operados pelos militares de um mesmo GC. Serão simulados, então, aconteci- mentos comuns frente a um pos- to de vigia. A atuação de cada militar, deve- rá ser, para cada situação apresentada, de acordo com o previsto nos manuais Identificar-se, pelo pro- cesso de senha e contra- senha e sinal de reconhe- cimento. No terreno, em um posto de vigia simulado, o instrutor deverá citar as finalidades, missões e deveres de um vigia. O militar deverá identificar, com correção, pelo menos 80% dos deveres e missões do vigia. 1. Vigia Posto de Vigilância (posto de vigia – posto de escuta). a. Finalidade. b. Características de um PV. c. Missão do vigia. d. Estudo do setor. e. Artifícios para vigilância noturna. f. Sinais de reconhecimento. g. Senha e Contra-senha. h. Adição e subtração de números. i. Vigias duplos. j. Deveres gerais do vigia. l. Procedimentos do vigia com: 1) desertores inimigos; 2) tropa que se aproxima; 3) parlamentário; e 4) o aparecimento do ini- migo. - Citar a finalidade de um PV. - Descrever um PV. - Descrever a missão do vigia. - Citar as regras relativas à vigilân- cia de um panorama. - Identificar as particularidades a se- rem observadas na vigilâncianoturna. - Citar os sinais de reconhecimento normalmente utilizados. - Distinguir os procedimentos a se- rem utilizados em cada tipo de sinal. - Citar as condições com que devam ser empregados vigias duplos. - Descrever as condições de empre- go de vigias duplos. - Citar os deveres gerais do vigia. - Descrever o procedimento do vigia em situações diversas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII.
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    113.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-406 (TA) Operar um posto de vigi- lância (em face da tropa amiga). Q-404 (TA) Parlamentário. Dois elementos com uniforme do preposto inimigo, desarmados e portanto bandeira branca, aproxi- mam-se da posição. Prevenir o comandante do pos- to de vigia. Fazer com que o parlamentário e seu acompanhamento não observem o interior da posição, mantendo-os de costas. Q-405 (TA) Operar um posto de vigi- lância (em face do inimi- go). Aparecimento do Inimigo. Três elementos, com uniforme da tropa inimiga, realizando um reco- nhecimento devem passar próxi- mo às posições de vigia. Após os incidentes, deverá haver rodízio entre os ocupantes do PV e os demais integrantes do GC. Manter-se despercebido. Continuar a vigiar. Alertar o comandante do PV. Só atirar se não houver alter- nativa. Operar um posto de vigi- lância (em face do parla- mentário Inimigo). Tropa que se aproxima. Cinco elementos, com uniforme da tropa amiga, figurando uma pa- trulha, aproximam-se da posição do vigia. Intimar a tropa a fazer alto. Manter a tropa a distância. Mandar o comandante da tropa aproximar-se para ser reconhe- cido. Avisar, imediatamente, ao co- mandante do PV da aproxima- ção da tropa. (Continuação)(Continuação) 1. Vigia Posto de Vigilância (posto de vigia – posto de escuta). a. Finalidade. b. Características de um PV. c. Missão do vigia. d. Estudo do setor. e. Artifícios para vigilância noturna. f. Sinais de reconhecimento. g. Senha e Contra-senha. h. Adição e subtração de números. i. Vigias duplos. j. Deveres gerais do vigia. l. Procedimentos do vigia com: 1) desertores inimigos; 2) tropa que se aproxima; 3) parlamentário; e 4) o aparecimento do ini- migo. - Citar a finalidade de um PV. - Descrever um PV. - Descrever a missão do vigia. - Citar as regras relativas à vigilân- cia de um panorama. - Identificar as particularidades a se- rem observadas na vigilância noturna. - Citar os sinais de reconhecimento normalmente utilizados. - Distinguir os procedimentos a se- rem utilizados em cada tipo de sinal. - Citar as condições com que devam ser empregados vigias duplos. - Descrever as condições de empre- go de vigias duplos. - Citar os deveres gerais do vigia. - Descrever o procedimento do vigia em situações diversas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII.
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    114.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-409 (TA) Operar um posto de vigi- lância (informar sobre a sua situação no PV). Ao retirar-se de sua posição no PV, o militar será interrogado a respeito do (a): - direção do inimigo; - seu número no posto; - seu setor no terreno vigiado; e - localização dos vigias vizinhos. Durante a execução da tarefa o militar deverá indicar com acer- to: - direção do inimigo; - seu número no posto; - setor do terreno a vigiar; e - locais dos vigias vizinhos. Q-407 (TA) Identificar as missões e deveres do esclarecedor. Q-408 (AC) Atuar como esclarecedor (relatar a observação). 2. Esclarecedor a. Papel do Esclarecedor. b. Missão do Esclarecedor. c. Escolha da posição para observar. d. Procedimento durante o dia e à noite. e. Maneira de descrever o que foi observado. f. Progressão de um ponto de observação a outro. g. Conduta do esclarecedor 1) quando estiver perdido no terreno; e 2) em caso de cair prisio- neiro ou de emboscado. h. Reconhecimento de umitine- rário. i. Amarração pelos pontos importantes do terreno. j. Reconhecimento de bos- ques, povoados, casas isoladas, pontes. l. Interpretação dos indícios deixados pelo inimigo. - Descrever importância do escla- recedor. - Descrever a missão do escla- recedor. - Citar os requisitos de uma posição de observação. - Distinguir o procedimento do esclarecedor, durante o dia, do pro- cedimento à noite. - Descrever, corretamente, o que foi observado. - Descrever o procedimento para a mudança de um ponto de observa- ção a outro. - Descrever o procedimento do esclarecedor ao perder-se. - Descrever o procedimento do esclarecedor ao cair prisioneiro ou cair numa emboscada. - Citar as características a serem observadas, durante o reconheci- mento de um itinerário. - Descrever a amarração de um iti- nerário pelos pontos importantes do terreno. - Descrever o procedimento dos esclarecedores ao reconhecerem bosque, povoados, casas isoladas e pontes. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. No terreno, o instrutor deverá ci- tar as finalidades, missões e de- veres de um esclarecedor. O militar deverá identificar, com correção, pelo menos 80% dos deveres e missões do escla- recedor Durante o dia, em um terreno que permita a escolha de diversas po- sições de observação, o instrutor deverá colocar, à frente dessas posições a distâncias variadas, homens, materiais, equipamentos e instalações diversas, sendo que alguns camuflados. Em seguida, mostrará, aos milita- res, a área para escolha das posi- ções de observação e o setor a observar. A mesma atividade deverá ser re- petida à noite. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - escolher a posição de obser- vação adequada ao setor a ob- servar; - observar o terreno, de acordo com um dos processos preco- nizados para a observação; - relatar, com precisão, a obser- vação realizada; e - identificar no terreno os ho- mens, matériais, equipa- mentos e instalações.
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    115.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-410 (TA) Durante o percurso, os militares deverão encontrar os seguintes incidentes: - ponte; - bosque ou macega; e - casario, em seqüência que mais se adapte ao terreno. Aspectos particulares dos inci- dentes: - a ponte poderá ser natural ou simulada; e - o bosque ou macega deverá per- mitir o deslocamento de um GC por esquadras justapostas, em seu interior. A casa ou casario deverá conter material inimigo em seu interior, (cantil, capacete, binóculo), com marcas de deslocamento em determinada direção. Em relação à ponte, um militar deverá abrigar-se e propor- cionar apoio ao outro, que irá se aproximar da ponte e examiná- la, detalhadamente, em busca de armadilhas ou cargas de de- molição. Em relação ao bosque ou macega os militares deverão abrigar-se e observar a orla da mata cuidadosamente. Em seguida, um dos militares deverá permanecer na posição dando proteção ao companhei- ro que irá até a orla anterior da mata e tomará posição para pro- teger o lance do companheiro. Q-411 (TA) Durante a execução da tarefa, o militar deverá comparar o esbo- ço com o terreno e locar os pon- tos importantes do terreno, amarrando o itinerário antes da partida. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - escolher a posição de obser- vação adequada ao setor a ob- servar; - observar o terreno, de acordo com um dos processos preco- nizados para observação; - relatar, com precisão, a obser- vação realizada; e - identificar no terreno os ho- mens, materiais, equipamen- tos e instalações. Atuar como esclarecedor (reconhecer um itinerá- rio). Em um terreno que possibilite movimento através estrada e(ou) campo, numa extensão de 8 Km, e comporte figuração de dez ele- mentos; O instrutor organizará os militares em duplas de esclarecedores, obedecendo, ao máximo, à integri- dade do GC. Em seguida, após fornecer o espa- ço da região onde estará marcado o itinerário a ser percorrido, os militares serão liberados de 20 em 20 minutos. O itinerário deverá ser ercorrido em passo normal, como se os militares estivessem sendo se- guidos por uma tropa regular. - Identificar a presença do inimigo em uma área através dos indícios deixa- dos. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. Atuar como esclarecedor (percurso escola). (Continuação) 2. Esclarecedor a. Papel do Esclarecedor. b. Missão do Esclarecedor. c. Escolha da posição para observar. d. Procedimento durante o dia e à noite. e. Maneira de descrever o que foi observado. f. Progressão de um ponto de observação a outro. g. Conduta do esclarecedor 1) quando estiver perdido no terreno; e 2) em caso de cair prisio- neiro ou de emboscado. h. Reconhecimento de um itine- rário. i. Amarração pelos pontos importantes do terreno. j. Reconhecimento de bos- ques, povoados, casas isoladas, pontes. l. Interpretação dos indícios deixados pelo inimigo.
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    116.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS 43. VIGILÂNCIA E RECONHECIMENTO TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Q-411 (TA) Q-414 (TA) Após este movimento um dos militares deverá permanecer apoiando, na orla já reconheci- da, enquanto o outro reconhe- cerá a outra orla. Em relação ao casario, os milita- res deverão abrigar-se e prote- ger o companheiro que deverá realizar um minucioso reconhe- cimento da casa, observando os seguintes procedi-mentos: - não tocar em nenhum objeto; - precaver-se contra armadilhas; - localizar as pegadas; e - interpretar as pegadas. Q-412 (TA) Atuar como esclarecedor (observar o desloca- mento do inimigo). Q-413 (TA) Atuar como esclarecedor (face aos tiros de arma automática). Atuar como esclarecedor (face ao inimigo fora do alcance útil da arma). Quando os militares atingirem um determinado ponto, a figuração, usando uniformes que simulem o inimigo, lançará uma patrulha composta por quatro homens. Durante a execução da tarefa, o militar deverá: - abrigar-se imediatamente; - ver sem ser visto; e - informar a presença e nature- za do inimigo. Em determinado ponto do itine- rário, figuração, de uma posição coberta, abre fogo com uma arma automática, contra os militares. Durante a execução da tarefa, os militares deverão: - abrigar-se; - localizar a arma; - informar; - responder ao fogo; e - prosseguir. Três elementos da figuração, a uma distância superior ao alcance útil das armas, devem abrir fogo. Durante a execução da tarefa, os militares deverão: - abrigar-se; - localizar o inimigo; - informar; e - prosseguir. (Continuação) (Continuação) Durante o percurso, os militares deverão encontrar os seguintes incidentes: - ponte; - bosque ou macega; e - casario, em seqüência que mais se adapte ao terreno. Aspectos particulares dos inci- dentes: - a ponte poderá ser natural ou si- mulada; e - o bosque ou macega deverá per- mitir o deslocamento de um GC por esquadras justapostas, em seu interior. A casa ou casario de- verá conter material inimigo em seu interior, (cantil, capacete, bi- nóculo), com marcas de desloca- mento em determinada direção. Atuar como esclarecedor (reconhecer um itinerá- rio). (Continuação) 2. Esclarecedor a. Papel do Esclarecedor. b. Missão do Esclarecedor. c. Escolha da posição para observar. d. Procedimento durante o dia e à noite. e. Maneira de descrever o que foi observado. f. Progressão de um ponto de observação a outro. g. Conduta do esclarecedor 1) quando estiver perdido no terreno; e 2) em caso de cair prisio- neiro ou de emboscado. h. Reconhecimento de um itine- rário. i. Amarração pelos pontos importantes do terreno. j. Reconhecimento de bos- ques, povoados, casas isoladas, pontes. l. Interpretação dos indícios deixados pelo inimigo. - Descrever importância do escla- recedor. - Descrever a missão do escla- recedor. - Citar os requisitos de uma posição de observação. - Distinguir o procedimento do esclarecedor, durante o dia, do pro- cedimento à noite. - Descrever, corretamente, o que foi observado. - Descrever o procedimento para a mudança de um ponto de observa- ção a outro. - Descrever o procedimento do esclarecedor ao perder-se. - Descrever o procedimento do esclarecedor ao cair prisioneiro ou cair numa emboscada. - Citar as características a serem observadas, durante o reconheci- mento de um itinerário. - Descrever a amarração de um iti- nerário pelos pontos importantes do terreno. - Descrever o procedimento dos esclarecedores ao reconhecerem bosque, povoados, casas isoladas e pontes. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento das tarefas constantes dos OII. (Continuação)
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    117.00 OBJETIVOS INDIVIDUAIS DEINSTRUÇÃO (OII) ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO SUGESTÕES PARA TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO OBJETIVOS ASSUNTOS INTERMEDIÁRIOS TEMPO ESTIMADO DIURNO: 20h Identificar os equipa- mentos de controle de destúrbio empregados por tropas hipomóvel Q-401 (AC) 1. Equipamentos de controle de distúrbios a. Equipamentos: 1) lança; 2) espada; 3) cassetete; 4) arma de curto alcance; 5) capacete com flexível; 6) capacete com viseira; e 7) colete à prova de bala. 2. Encilhagem do cavalo. - Identificar os equipamentos, de controle de distúrbios, empregados por tropa hipomóvel. - Encilhar um cavalo. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. O instrutor deverá dispor o equipamento utilizado por uma tropa a cavalo, os instruendos de- verão identificá-los e executar a encilhagem correta. Cada militar deverá identificar os equipamentos empregados em controle de distúrbios, para tropas hipomóvel. 44. CONTROLE DE DISTÚRBIOS COM TROPAS HIPOMÓVEL Emetir e executar movi- mentos com armas, para controle de distúrbios. Q-402 (AC) 3. O movimentos com armamento a. Molinete: 1) horizontal; 2) vertical; e 3) transversal. - Citar a finalidade do emprego dos diferentes tipos de armas usadas pela tropa hipomóvel. - Executar os movimentos com ar- mas. - Demonstrar aptidão para o cumpri- mento da tarefa constante do OII. Com a tropa montada, o instrutor deverá emitir os diversos comandos de movimentos com armas. Durante a execução, o militar deverá manter-se correta- mente, em seu lugar em forma e executar os movimentos comandos pelo instrutor. Emitir e executar coman- dos para mudança de frente e(ou) formação, e andadura. Q-403 (AC) 4. O operações de controle de Distúrbios (OD) a. Organização da tropa b. Mudança de frente c. Formações previstas: 1) em coluna; 2) em batalha; 3) em linha; 4) em coluna; 5) em ecalão à direita ou à esquerda; e 6) apoio central ou lateral à direita ou esquerda. - Descrever as ações a serem realizadas pelo grupo, relativas aos comandos de mudança de frente e(ou) formação, e andadura - Demonstrar aptidão para o cumprimento da tarefa constante do OII. Em um local do terreno, é constituido um GC pelos militares. O instrutor deverá emitir os diversos comandos de mudança de frente e(ou) formação, e anda- dura. Durante a execução da tarefa, o militar deverá manter-se, corretamente, em seu lugar nas diversas formações e prestar atenção e obediência aos comandos emitidos, indepen- dênte da conformação do terreno e(ou) da ação da turba.
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