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IV Formação : Pró Escola Formação: “Práticas de Ensino da Matemática em uma Perspectiva Interdisciplinar

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Leitura e Escrita

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IV Formação : Pró Escola Formação: “Práticas de Ensino da Matemática em uma Perspectiva Interdisciplinar

  1. 1. “Práticas de Ensino da Leitura/Escrita e Matemática em uma Perspectiva Interdisciplinar” CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO BÁSICA – CEFAPRO SUPERINTENDÊNCIA DE FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA– SUFP Professora Formadora: Andréa Perez Leinat
  2. 2. OBJETIVOS: • Conhecer, utilizar e valorizar os modos de produção e de circulação da escrita na sociedade; • Conhecer usos e funções sociais da escrita; • Compreender e valorizar o uso da escrita com diferentes funções, em diferentes gêneros; • Desenvolver as capacidades necessárias para o uso da escrita no contexto escolar.
  3. 3. O que você entende por escrita?
  4. 4. Segundo Ferreiro (1995, p.10) “a escrita pode ser considerada como uma representação da linguagem ou como um código de transcrição gráfica das unidades sonoras”.
  5. 5. Assim...
  6. 6. A escrita faz parte do cotidiano e pode ser percebida de varias maneiras, por exemplo, letreiros de ônibus, placas de transito, fachadas de lojas e etc.
  7. 7. Desta forma...
  8. 8. A escrita é essencial em nossa vida. Podemos observar que na cidade ou no campo a escrita muda à vida dos indivíduos, e ela encontra-se não só em atividades escolares, mas também em outras como, por exemplo, lista de compras, assinatura de documentos, etc.
  9. 9. Podemos dizer...
  10. 10. Que a escrita ocorre à comunicação por meio de códigos que variam de acordo com a cultura, e sua aprendizagem se dá pela realização da cópia, do ditado e na escrita espontânea.
  11. 11. Ao escrever a criança necessita ter conhecimento de espacialidade para representar as letras no papel, para adequá-las em tamanho e forma ao espaço de que se dispõe, por isso destaca-se que é fundamental oferecer subsídios para que ela vivencie situações que estimulem o desenvolvimento dos conceitos psicomotores. estruturação espacial, a orientação temporal e as suas relações com o desenvolvimento intelectual
  12. 12. Lerner (2002) relata que é necessário à escola possibilitar aos alunos a apropriação da escrita e de suas práticas sociais para assim, poder incorporá-los a comunidade de leitores e escritores.
  13. 13. A escrita não é um produto escolar, mas sim um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade. (…). Imersa em um mundo onde há a presença de sistemas simbólicos socialmente elaborados, a criança procura compreender a natureza destas marcas especiais. (FERREIRO, 1995, p.43).
  14. 14. JACA OU JACARÉ Cada vez que falar “jaca(s)”, vocês sentam e quando falar “jacaré(s)” vocês levantam Prestem atenção na historinha para ninguém sentar no jacaré ou levantar na jaca, ou ao contrário. Manuel ia na casa de seu tio Florindo apanhar jacas. Bem no meio do caminho havia um grande rio que não tinha ponte, era preciso atravessar de canoa. Neste rio havia jacarés ferozes e Manuel pensou: - Eu quero as jacas e vou enfrentar os jacarés? E aí ele chegou na beira do rio e viu aquela quantidade de jacarés. Ficou pensativo: “jacas” ou “jacarés”. Entrou na canoa e começou a remar contra os jacarés. Remou, remou, lutou sempre no meio dos jacarés mas sem esquecer de suas jacas. Até que enfim chegou na margem do rio. - Ufa! Esses jacarés me cansaram. Mas eu estou mais perto das minhas jacas. Andou, andou e viu o pé de jaca. Como fazer agora... Apanhou cinco jacas e lembrou dos jacarés que enfrentaria, mas voltou feliz da vida com suas jacas até o rio de jacarés. Colocou as jacas na canoa e começou a luta. Salva a jaca e bate no jacaré. Bate no jacaré e salva as jacas. Até que jogou uma jaca nos jacarés e eles deixaram-no seguir em paz. Chegou, desceu da canoa e comeu todas as jacas.
  15. 15. EncurtandooCaminho TiaMaria,quandocriança,umdiaseatrasounasaídadaescola,enahoraem quefoivoltarparacasajá começavaaescurecer.Viuumaoutrameninapassandopelocemitérioeres olveucortar,fazendoomesmotrajetoqueela. Tratoudeapressaropassoatéalcançá-laeseexplicou: - Andarsozinhanocemitériomedáumfrionabarriga!Seráquevocêseimpor tasenósformosjuntas? -Claroquenão.Euentendovocê–respondeuaoutra. –Quandoeuestavaviva,sentiaexatamenteamesma coisa. (dolivroSetehistóriasparasacudiroesqueleto.deAngelaLago,EditoraCo mpanhiadasLetrinhas,SãoPaulo,2002)
  16. 16. PARÁGRAFO INTROMETIDO
  17. 17. Ordene o Texto
  18. 18. Ordene as Palavras para formar o texto
  19. 19. Eixo da Produção Escrita Quanto ao Eixo da Produção de Textos, consideramos: Ao entrarmos no mundo da escrita, operamos com a língua de modo diferente: Para Leal e Albuquerque (2005) apontam alguns tipos de uso da escrita na alfabetização: Eixo da Produção Escrita • A língua faz-se objeto de atenção e manipulação.
  20. 20. É importante pensarmos em atividades que envolvam ações de comparar, montar e desmontar palavras para observar e discutir os princípios do Sistema de Escrita Alfabética, promovendo a apropriação e a consolidação da alfabetização.
  21. 21. BICHARADA ATRAPALHADA Num lugar muito distante longe afastado, atrás do morro fresco banhado molhado. Existe uma floresta, onde tudo é trocado transformado mudado. Os animais são desiguais diferenciados diferentes, nunca vi nenhum igual. E todos vivem contentes alegres satisfeitos, pois acham tudo comum normal corriqueiro. A zebra é toda pintada colorida tingida, e a girafa malhada listrada rajada. O macaco não tem cauda traseira rabo, o elefante é bem magro fino magricelo. A onça anda bem pausadamente vagarosamente devagar, o hipopótamo corre sem interromper parar sobrestar. O coelho anda se perdendo submergindo arrastando, e a tartaruga quicando piruetando saltando. Papagaio não sabe falar expressar raciocinar, e o pavão vive a papaguear tagarelar linguajar . Os peixes sabem planar flutuar voar, e os passarinhos a boiar flutuar nadar. A avestruz não sabe aligeirar acelerar correr, a coruja pode picar dentar morder. O pato sabe palavrear tagarelar cacarejar, e a cigarra vive a falar dialogar piar. Quem por ali passar, vai ficar fascinado admirado apaixonado. De ver que numa mata floresta selva, só tem bicho desconexo atrapalhado desconjuntado. Solange Valadares
  22. 22. Quebra- cabeça do texto
  23. 23. Temos que observar quando escrevemos...
  24. 24. O que devemos observar quando escrevemos O que escrever? (Assunto) Objetivo da Escrita (Por quê?) Para quê? Para quem? Como?
  25. 25. Lugar da Produção; O tempo reservado para a produção; Características de para quem vamos escrever; A forma que interagimos com o receptor do texto; Posição social do locutor e do interlocutor, objetivos da interação. Planejamento das Atividades de Produção de Textos
  26. 26. Qual gênero? Qual a finalidade? Qual é o destinatário? Qual será a frequência: diária, semanal, quinzenal? Como será a produção: individual, coletiva, em duplas, em grupos? Precisa definir:
  27. 27. Refletindo… “É interagindo com a escrita, contemplando seus usos e funções, que as crianças se apropriam da escrita alfabética e não a partir da leitura de textos forjados como os presentes em diferentes cartilhas de alfabetização.”
  28. 28. Para Morais (1999), “Ao atingir a hipótese alfabética é preciso que a criança reflita sobre a norma ortográfica, compreendendo as regularidades e memorizando as irregularidades ortográficas, a fim de escrever convencionalmente as palavras”
  29. 29. Conhecendo a Ortografia: – Ortografia é uma convenção social e por isso deve ser ensinada assim que o aprendiz aprendeu o funcionamento do sistema de escrita alfabética. O domínio das operações de revisão, auto avaliação e reelaboração dos textos escritos começa com a orientação dada pelo professor (a) e depois vai, gradativamente, se interiorizando até se tornar uma capacidade autônoma.
  30. 30. Jogo dos 20 erros Procura-se alguém que digite palavras sem cometer erros... Desta vez, quem digitou mais esta outra história do Nasrudin cometeu muitos deslizes ao escrever certas palavras que você já sabe como são escritas. Veja se você consegue localizar 20 erros. Garmática Uma vez, quando tava dirigindo uma balsa em águas turbulenta, Nasrudin cometeu um garve ero de garmática ao comentá alguma coisa. “Nunca na sua vida você estudô garmática?” – preguntou-lhe um homem metido que tava na balsa. “Não.” – respondeu Nasrudin. “Que pena –disse o homem – você perdeu a metade de sua vida...” Alguns minuto depois, Nasrudin preguntou a esse mesmo pasageiro: “O senhô, por acaso, sabe nadá?” “Não. Por quê?” “Nese caso, o senhô perdeu toda a sua vida. Nós tamo afundando!!! (Adaptação: Cláudio Bazzoni)
  31. 31. ASSIM…. Atividades Lúdicas que ampliam possibilitades de Leitura e Escrita
  32. 32. TEMPESTADE Formação: sentados em cadeiras na formação circular. Comandos: o apresentador da dinâmica fará a leitura do texto abaixo; os demais devem obedecer os comandos: DIREITA (todos devem mudar para a cadeira a sua direita); ESQUERDA (todos devem mudar para a cadeira a sua esquerda); quando aparecer a palavra TEMPESTADE todos devem mudar de lugar, não podendo ser nem para a sua direita, nem para a sua esquerda. Vamos fazer uma viagem pelas águas de um lindo rio. Chego na margem e entro numa canoa. O dia está lindo. Ao olhar o horizonte, senti o vento soprar levemente para a DIREITA. Estou muito contente. Olho ao meu redor e contemplo a cidade. Observo as árvores que estão próximas, na margem a ESQUERDA. Estamos nos aproximando de uma grande pedra à DIREITA, mas eu me pergunto: aquelas nuvens podem ser sinal de TEMPESTADE? É melhor não pensar no pior, ou seja, em TEMPESTADE no meio do rio. Quero continuar minha maravilhosa viagem sem pensar. Agora aprecio lindos pássaros e outras novas árvores que estão bem longe, à ESQUERDA.
  33. 33. Meus amigos me chamam para lanchar e, ao tentar ficar de pé, desequilíbrio e caio para a DIREITA. Então percebo que o sol começa a baixar, fico preocupado e penso: será sinal de TEMPESTADE? Mesmo assim, continuo brincando, curtindo esse dia. Meus amigos resolveram pescar e jogam seus anzóis: uma joga para a DIREITA e o outro para a ESQUERDA. E o sol de repente desaparece, com final da tarde. O rio começa a jogar a canoa para a ESQUERDA. Vi então, um raio refletir lá no horizonte e gritei para o dono da canoa: TEMPESTADE! E então todos se mexem, ora para a DIREITA, ora para a ESQUERDA, e eu começo a temer e penso: será que esta TEMPESTADE vai acabar com meu passeio? Bem perto, eis que começa a chover, a trovejar e raios cortam o céu e eu penso, com alívio: a TEMPESTADE vai me pegar em terra firme.
  34. 34. VAMOS ANALISAR OS TEXTOS... Carta de Lucas - 3º ano Sinhor perfeito Nos querumu que Você merole as situaaãode mininos e meninas esta com deficiente físico nas Ruas ele entra na igreja e tei escada eles não entra não tei nigei para por eles la dentro e nei uma jite que elas não coiese ela e ele e também não ce coiesem ele e ela porque eles e elas e deficientes e eles não e deficientes eles não e deficiente eles não pode joga Bola e nei andar de Bicicreta e nei di patis e também não pode pasia nas Ruas dos colega nei estudar Praque ele não da comta de escrever e nei ler oque ele vai fazer na escola so llarcha e brimcar na escola Dese jeito eles não podi passar di ano. Obrigado porter Aterder o meu pidido Lucas
  35. 35. Principais dificuldades de Lucas: - a segmentação do texto e a marcação da planificação pelos organizadores textuais; - a hierarquização de argumentos de mesma natureza; - agrafia incorreta de palavras mais recorrentes, como a do organizador textual (Praque), por exemplo;
  36. 36. Atividades que podem ser propostas: - Revisão, agrupamento de argumentos e desenvolvimento de novos argumentos; - Segmentação dos argumentos, construindo-se frases pontuadas adequadas e organizadas em parágrafos; - Trabalho com a ortografia de palavras mais frequentes a partir da zona proximal de desenvolvimento (ZPD), criando-se dúvidas ortográficas.
  37. 37. PALAVRAS CRUZADAS MÓVEIS Componentes: Dois conjuntos de letras em cores diferentes com todas as letras do alfabeto repetidas muitas vezes. Finalidade: formar palavras. Número de participantes: dois grupos com 3 alunos no máximo. Regras: - Cada grupo recebe um conjunto de letras; - Estipular um tempo para a realização do jogo; - O primeiro grupo forma uma palavra com suas letras; - A partir dessa palavra, os dois grupos vão formando, alternadamente, uma palavra cruzada a partir de uma letra da palavra do grupo adversário.
  38. 38. Jogo dos pontinhos • Cartelas do jogo dos pontinhos (de fechar o quadradinho). Após isso escrita de palavras.
  39. 39. Cápsulas de Palavras
  40. 40. TRILHA DA PALAVRA
  41. 41. Como brincar: Jogar o dado. A quantidade que sair no dado será correspondente à quantidade de palavras que a criança poderá pescar com o grampo de roupa. Estimule a criança a ler as palavras que pescar. Cada criança irá repetir este procedimento por três vezes alternando com outros colegas. Ganha o jogo a criança que tiver pescado mais palavras ao final das três jogadas. Pescaria das Palavras
  42. 42. TAPA BARATA
  43. 43. Texto coletivo/Musica
  44. 44. PALAVRAS ENLATADAS
  45. 45. Jogo da velha - Parlendas
  46. 46. JOGO DA MEMORIA/ O QUE É, O QUE É
  47. 47. DITADO DOCE
  48. 48. Preenchendo o Texto
  49. 49. Quebra- cabeça formador de frases
  50. 50. Criatividade para escrever Procedimento: Organize as crianças sentadas em círculo. Diga para elas escreverem o nome delas na parte superior da folha. Depois deverão escrever apenas uma palavra que servirá como início de uma frase. Saliente a necessidade de escrita com letra legível! Ao seu sinal a criança deverá deixar sua folha na carteira, ir para o lugar do seu colega da esquerda e escrever na folha dele uma outra palavra que faça sentido com aquela que o colega escreveu. Assim a atividade continua até a criança chegar ao seu lugar original. Depois cada criança irá ler para o grupo o texto da sua folha. Alguns textos farão sentido, outros não. Esse será um momento excelente para cada criança fazer as correções que julgar necessário, e, claro, você fará a mediação.
  51. 51. Jogo dos envelopes (contem partes de uma historinha). O aluno escolhe o envelope e retira a parte de uma historinha para leitura. (Após realizar a mesma, tenta encaixar com as outras partes já lidas). No segundo momento ele retira o segundo papelzinho do envelope escolhido e neste contem uma valor de pontos pelo número do envelope escolhido.
  52. 52. Jogo de duplas de adivinhar a palavra Cada dupla ganha um baralho de cartas. As palavras nas cartas são viradas para baixo. Apos cada aluno deve retirar uma palavra e colocar em sua testa sem olhar a mesma. O colega que faz parte da dupla ira dar dicas e dizer as letras que essa palavra contem, para que então o colega que esta com a palavra na testa tente adivinhar ou soletrar a mesma.
  53. 53. Vamos ouvir e complete a Letra da música com as palavras que faltam...
  54. 54. Vamos colorir, e produzir texto...
  55. 55. Referências BRASIL. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: Currículo no Ciclo de Alfabetização. Brasília: MEC, SEB, 2012a. 60 p. _____. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa: Currículo Inclusivo: O Direito de ser Alfabetizado: ano 3: unidade 1. — Brasília: MEC, SEB, 2012b.48 p. DOLZ, Joaquim. Produção, Escrita e dificuldades de Aprendizagem/Joaquim Dolz, Roxane Gagnon, Fabrício Decândio; tradução Fabrício Decândio e Anna Rachel Machado. – Campinas, SP: Mercado de Letra, 2010. FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. Tradução Horácio Gonzalez (et. al.). _24 ed._ São Paulo: Cortez. 1995.
  56. 56. FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 15 ed. São Paulo: Cortez/ Autores Associados, 1989. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002. WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.

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