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“Práticas de Ensino da
Leitura/Escrita e Matemática em
uma Perspectiva Interdisciplinar”
CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO BÁSICA – CEFAPRO
SUPERINTENDÊNCIA DE FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA– SUFP
Professora Formadora: Andréa Perez Leinat
“O desenvolvimento
da competência leitora é um
processo de aprendizagem
progressiva, indispensável para
que os estudantes adquiram os
conhecimentos de todas as áreas.”
Lei Federal Nº 11.645 de Março de 2008
Objetivos
• Identificar o funcionamento, as funções e as
oportunidades de desenvolvimento da leitura
na vida e na escola.
• Distinguir as diversas formas de trabalho com
a leitura, de acordo com os objetivos
estabelecidos previamente.
• Conhecer as estratégias que tornam a leitura
um processo mais eficiente na construção de
sentidos.
Leitura Deleite
Você já pensou quanto a leitura é importante
na sua vida pessoal e profissional?
E também já observou quantas habilidades
você utiliza para ler um texto e compreendê-lo
bem?
Vamos começar nossa reflexão
dialogando sobre:
Leitura
Estratégias de Leitura
Texto
Textos verbais, não verbais e mistos
Relação entre Textos
LEITURA
É um processo
mediante o qual se
compreende a
linguagem escrita.
PARA LER
Necessitamos
simultaneamente
Manejar com destreza as habilidades de
decodificação e aportar ao texto nossos
objetivos, ideias e experiências prévias.
“Para compreender um texto é preciso
associar várias informações, ou seja, ter uma
postura de leitor ativo, capaz de mobilizar
conhecimentos para construir o sentido”.
LEITURA SIGNIFICA:
CONSTRUIR SENTIDOS
QUANDO ENSINAMOS A LER?
Quando oferecemos aos alunos
estratégias de leitura para
Antes, Durante e Depois
do processamento da leitura.
ANTES DA LEITURA
1. Motivar os alunos para a leitura.
2. Acionar os conhecimentos prévios:
- Quem escreveu o texto?
- Onde e quando o texto foi produzido?
- Que gênero está sendo lido?
- Outras.
3. Estabelecer objetivos de leitura:
- Qual a finalidade da leitura?
- Para que o texto será lido?
- O leitor lê para atingir objetivos determinados
como: informar-se, divertir-se, solucionar um
problema, passar tempo, entre outros.
4. Fazer previsões, suposições, levantamento de
hipótese:
- De que o texto vai tratar?
- O que vai acontecer?
- Como a história continua?
DURANTE A LEITURA
1. Verificar as hipóteses e previsões que
levantou, procurando, no texto, instruções
que podem sustentá-las ou descartá-las.
2. Localizar informações no texto.
3. Articular informações vindas de várias fontes:
 Do próprio texto.
 Do seu conhecimento sobre o assunto.
 Realizando inferências necessárias à
compreensão.
4. Realizar tarefas de “Leitura Compartilhada”.
O professor e aluno assumem, ora um, ora
outro, a responsabilidade de organização e
envolvimento no ato de ler.
5. Confrontar várias partes do texto;
6. Sintetizar ou resumir informações;
7. Levantar novas previsões e hipóteses à
medida que for lendo;
8. Construir uma representação global do
texto, que permite dizer: O texto trata do
assunto x.
DEPOIS DA LEITURA
1. Analisar a compreensão.
2. Construir uma representação global do texto.
3. Verificar se foi possível articular as informações
do conhecimento prévio dos alunos com aqueles
que o texto traz.
4. Fazer análise crítica do texto.
Devem ser diversificadas
para atender aos
diversos gêneros textuais.
Resumindo ....
Antes – Realização de uma análise textual.
Durante – Estabelecimento de relação com as
informações apresentadas no texto.
Depois – Análise do significado da mensagem.
ENSINAR A LER
É ensinar estratégias de leitura para
que o leitor possa atingir seus
objetivos.
Lidar com a diversidade de gêneros,
usando estratégias específicas para a
leitura de cada um.
Esse ensino compreende...
Oficina
Vamos ler:
Poesia;
Conto;
Piada;
Receita;
Fabula;
Notícia;
Carta;
Poema;
Outros.
O QUE É UMA ESTRATÉGIA
DE LEITURA?
HABILIDADE
DESTREZA
PROCEDIMENTO
TÉCNICA
ASSIM...
É um conjunto de ações ordenadas e
finalizadas, isto é, dirigidas à
consecução de uma meta.
Que são as:
HABILIDADES – DESTREZAS
TÉCNICAS - ESTRATÉGIAS
DESSA FORMA:
- Ajudar o aluno a aplicar seus
conhecimentos prévios.
- Realizar inferência para interpretar
e compreender o texto.
- Formar leitores autônomos.
POR EXEMPLO:
ESTRATÉGIAS = PROCEDIMENTOS = CONTEÚDOS
ENTÃO,
É preciso ensinar estratégias de
leitura para compreensão dos textos.
Continuando...
ESTRATÉGIAS
Procedimentos de ordem elevada.
ENVOLVEM
O cognitivo e o metacognição.
ENTÃO,
É a capacidade de identificar as estratégias
que utilizamos para promover uma
aprendizagem mais duradoura e que leve a
resultados mais eficazes.
- Definição de objetivo da leitura.
- Atualização de conhecimentos prévios.
- Previsão, levantamento de hipóteses.
- Inferência
- Resumo
ESTRATÉGIAS FUNDAMENTAIS DE
COMPREENSÃO DA LEITURA
Oficina
COMO DESENVOLVER:
LEITURA DIÁRIA;
 LEITURA COLABORATIVA;
 PROJETOS DE LEITURA;
 ATIVIDADES SEQUENCIADAS DE LEITURA;
 ATIVIDADES PERMANENTES DE LEITURA;
 LEITURA FEITA PELO PROFESSOR.
Poesia ,
Conto, Piada,
Receita,
Fabula, Notícia,
Carta,
Poema e Outros.
Quais as estratégias que o grupo utilizam
para ler:
Qual das unidades a seguir são
textos?
Toda e qualquer unidade de informação no contexto da
interação.
Ação entre sujeitos, interlocutore, ou seja, estabelecer a
comunicação/interação entre pessoas para transmitir
uma mensagem/informação...
Por exemplo: a luz que pisca na torre de celular só é um texto
enquanto dialoga com os possíveis pilotos de aviões. Do mesmo
modo, a sirene de uma ambulância fora de seu uso – o de sinalizar
uma emergência – não seria considerada um texto.
Verbal Não-verbal
Misto• Conto.
• Bilhete.
• Piada.
• Resumo.
• Regra de jogo...
• Outdoor.
• Música.
• Documentário.
• Mapa.
• Gráfico.
• Tabela.
• Conta de luz.
• Placas de trânsito.
• Sinais de trânsito.
• Placas de trânsito.
• Quadro de arte.
• Escultura de arte.
• Grafite.
• Fotografia...
Todos os textos produzidos, orais ou escritos,
verbais, não verbais ou mistos, apresentam
um conjunto de características relativamente
estáveis. Essas características configuram os
gêneros textuais ou discursivos.
• Um texto, portanto, só tem sentido na interação entre pessoas.
• Assim, é importante observar que, na produção textual, devem
está relacionados:
a situação discursiva em que o texto foi produzido
[quem, para quem, quando, onde, por que...]
que papel e função desempenha no processo de interação social
[ finalidade de um texto em função de seu formato...]
com que propósito foi elaborado [ para que, com que
intenção...]
Lembrete
Vamos trabalhar sempre com perguntas ao
texto:
Quem escreveu? Com que objetivo? Para quem?
Quais são as características do texto? Qual o
gênero? Que importância tem o tipo de letra, a
ilustração e a organização da forma do texto
para a situação?
Essas e outras perguntas vão sendo feitas antes,
durante e depois da leitura.
Oficinas
Primeira oficina
Cada equipe recebe o texto em lacunas e as colunas de palavras. As palavras das
colunas deverão ser recortadas e encaixadas no texto ( sugestão: escrever as palavras
das fichas nas lacunas fica mais fácil) A equipe que preencher primeiro e corretamente
ganha.
O BICHO FOLHARAL
Cansada de ser ....................... pela raposa e de não segurá-la, a onça resolveu atraí-la à
sua ....................... . Fez, para esse efeito, correr a ....................... de que tinha morrido e
deitou-se no meio da ....................... , fingindo-se ........................Todos os bichos vieram
olhar o seu corpo, contentíssimos. A raposa também veio mas ......................., de longe.
E por trás de outros animais gritou:
- Minha avó, quando morreu, .............. , três vezes. Espirrar é o sinal verdadeiro da
morte. A onça para mostrar que estava morta de verdade, espirrou três vezes . A
raposa fugiu às gargalhadas.
.............. , a onça resolveu apanhá-la ao beber água. Havia .............. , no sertão e
somente uma .............. , ao pé duma serra tinha ainda um pouco de água. Todos os
animais selvagens eram obrigados a beber ali. A onça ficou à espera da .............. , junto
da cacimba, dia e noite.
Nunca a raposa ....................... . tanta sede . Ao fim de três dias já não aguentava mais.
Resolveu ir beber, usando uma ............. ....................... . qualquer . Achou um cortiço de
....................... . , furou-o e com o mel que dele escorreu ....................... . todo o seu
corpo. Depois, espojou-se num monte de folhas secas, que se pregaram aos seus pelos
e cobriram-na toda.
Segunda oficina
Ao ....................... , foi à cacimba . A onça olhou-a bem e perguntou-lhe :
- Que ....................... és tu que eu não conheço , que nunca vi ?
- Respondeu ....................... :
- Sou o bicho ....................... .
- Podes beber.
Desceu a ....................... . do bebedouro, meteu-se na água , ....................... .
-se com delícia e onça lá em cima, desconfiada, vendo-a beber demais, como quem
trazia sede de vários dias , ....................... . :
- Quanto ....................... . , Folharal !
Mas a água ....................... . o mel e as folhas foram caindo às ....................... . Quando
....................... . as entranhas ....................... . , a última caiu , a onça reconheceu a
....................... . esperta e pulou....................... . sobre ela , mas a raposa .......................
fugir.
( Luís Câmara Cascudo . Contos tradicionais do Brasil)
Jogo da Memória
Esta outra atividade de leitura também valoriza a boa memória dos alunos, além de
subliminarmente ensiná-Ios a selecionar as idéias principais num texto.
1. Selecione um texto informativo sobre um assunto relevante para os alunos (métodos
contraceptivos, como se defender em caso de assalto, instruções de primeiros socorros,
características de um determinado país, etc.) Faça cópias para cada aluno. (Elas
poderão ser reaproveitadas em outra turma.)
2. Divida a turma em dois grupos. Dê três a cinco minutos (contados no relógio) para
que os alunos leiam e esclareçam possíveis dúvidas.
3. Ao fim do tempo estipulado, peça que todos devolvam as cópias e que dois alunos,
um de cada grupo, joguem "par ou ímpar" para ver quem começa.
4. Diferentes integrantes dos dois times deverão alternar-se em relatar informações que
lembram terem lido no texto. Não é necessário que estas sejam dadas em ordem, mas
o que já foi dito não poderá ser repetido ou parafraseado. Acompanhe atentamente
para ver se tudo confere com o que está de fato escrito no texto. Um aluno que disser
algo incorreto - seja sob o ponto de vista do conteúdo ou da forma - terá de elaborar
outra frase. 5. O grupo que não conseguir lembrar nada novo, perde.
Terceira oficina
Quebrando a corrente Esse é um exercício diferente de leitura, onde
o aluno demonstra a sua compreensão do texto a partir da sua
habilidade em torná-lo legível.
1. Selecione um texto curto, preferencialmente uma piada.
2. Reescreva o texto de forma a retirar todos os espaços entre
palavras, frases e parágrafos. Suprima também a pontuação e as
letras maiúsculas. Você terá um texto mais ou menos assim:
eraumavezumhomemqueestavanumaenchenteaaguaestavasubindocadavezma
isequandoaágua
Chegounacinturaumvizinhoofereceuvamoslávizinhovemcomigoqueaaguaestás
ubindomaso
homemrespondeunãoprecisaporquedeusvaimeajudarquandoaáguachegounaa
lturadopeitoumbarco
Passouequisresgatarohomemmaseleapenasdisseeutenhoféedeusvaiveirmesalv
arfinalmente
quandoaáguajáestavanaalturadopescoçodohomemumhelicópterosobrevoouas
uacasaejogouumacorda
Quarta oficina
ohomemfezsinalparaqueohelicópteroseafastasseegritoumaisumavezeutenhofé
deusmesalvar
Masaáguasubiumaiseohomemacabouseafogandoquandochegounocéueleesta
vamuitobraboereclamou
paradeuspuxaeutiveféeosenhormedecepcionouentãodeusdissemaseutemandi
ovizinho
barcoeohelicópteroevocênãoquisaceitaraminhaajuda
3. Reúna os alunos em grupos de três e dê a eles a incumbência
de reescrever o texto com as pausas e a pontuação corretas.
4. Compare as versões e, provavelmente, cada grupo
apresentará uma versão ligeiramente diferente da organização
do texto.
5. Proponha um desafio adicional: cada grupo terá de fazer a
releitura da história que ajudou a organizar, ou seja, terá de
contar essa história de uma maneira diferente: através de uma
história em quadrinhos, fotonovela, esquete teatral,
radionovela, música... Os alunos perceberão, assim, que o leitor
também é coautor dos textos que lê, pois é ele que dá nexo (e
um sentido único, individual) ao conjunto de palavras
derramadas no papel.
Cada equipe recebe uma caixa das fichas já recortadas. Todos deverão ler e montar o
texto. A equipe que terminar primeiro e de forma correta ganha o jogo.
Quinta oficina
Cada equipe recebe um envelope com charges recortadas. Todos
deverão ler e montar. A equipe que terminar primeiro e de forma
correta ganha o jogo.
Sexta oficina
Sétima oficina
Oitava oficina
Os Cincos Ratinhos Amigos
Walkiria Garcia
Este ratinho
Dança uma alegre musiquinha.
(mexa o polegar)
Este ratinho
Come um queijinho.
(mexa o indicador)
Este ratinho
Usa uma gravatinha.
(mexa o dedo médio)
E este ratinho
Ele usa chapeuzinho.
(mexa o dedo anelar)
E este ratinho
É o menorzinho
Ele usa chupetinha,
E todos o chamam de mindinho!
(mexa o dedo mínimo)
E estes são os cincos ratinhos Amigos
Que vão se despedindo:
Amanhã vamos voltar,
Um grande “Tchau” nós vamos dar!
( faça o gesto)
Nona oficina
 Pode-se falar de um mesmo assunto, um
mesmo tema, de forma diferente;
 Atitude crítica e reflexiva para reconhecer as
diferentes ideias apresentadas sobre o mesmo
tema em um único texto ou em textos
diferentes;
 Distinguindo tema de título;
Relação entre Textos
 Reconhecendo que os textos “dialogam” entre
si;
 A leitura de um texto é, também, a releitura
ou a retomada de outros textos;
 A intertextualidade revela as interconexões
nos textos;
 A literatura não deixa de ser um tipo de
hipertexto.
Conexão entre dois ou
mais elementos, ideias,
conceitos das palavras
organização da informação, no qual certas palavras de
um documento estão ligadas a outros documentos.
Diferenças entre Textos com o mesmo
Tema
Diferentes formas de tratar uma informação
em textos com um mesmo tema.
As condições em que esses textos foram
produzidos e em que serão recebidos.
Leitor-alvo, ideologia, época em que foi
produzido, intenções comunicativas, etc.
Jornalista que jogou sapato em Bush é
condenado a 3 anos de prisão
Muntazer al-Zaidi, tido como herói no
mundo árabe, corria risco de ser
condenado a até 15 anos.
O jornalista iraquiano que atirou seus
sapatos em George W. Bush durante uma
visita do então chefe de Estado
americano a Bagdá foi condenado nesta
quinta-feira a três anos de prisão.
Muntadar al-Zaidi, tido como um herói no
mundo árabe, foi acusado de agredir um
chefe de Estado estrangeiro em visita
oficial, que prevê pena de até 15 anos de
detenção.
Texto 1
Texto 2
www.espiritodocotidiano.blogspot.com
Ao estabelecermos relações entre
textos, podemos perceber que eles
podem ser:
• Semelhantes (um mesmo tema, uma mesma
posição sobre o assunto, o mesmo gênero
textual);
• Divergentes ou contrários (temas diferentes,
abordagens contrárias, gêneros diversos);
• Complementares (acrescentam ou
complementam informações, abordagens, etc.)
Conjunto de naipes do baralho francês:
paus, ouro, copas e espadas.
Copas: o naipe para orei.
TÓPICO III – RELAÇÃO ENTRE TEXTOS
Este tópico diz respeito a intertextualidade, ou seja, a
comunhão entre textos quer na forma, quer no
conteúdo. É o conjunto de relações explícitas (ou
implícitas) que um texto mantém com o outro.
D15 – Reconhecer diferentes formas de tratar a
informação na comparação de textos que tratam do
mesmo tema, em função das condições em que ele foi
produzido e daquelas em que será recebido.
Nesse descritor, a palavra-chave é
intertextualidade. Está inscrita na concepção do
descritor a relação de interação que se
estabelece entre os interlocutores. Isto
pressupõe entender de que forma o texto é
produzido e como ele é recebido. Neste sentido,
admite-se a ideia de polifonia, ou seja, da
existência de muitas vozes no texto, o que
constitui um princípio que trata o texto como
uma comunhão de discursos e não como algo
isolado. Nesse tópico a ideia geral é a ampliação
do mundo textual.
Diálogo entre textos
POR EXEMPLO:
Texto 2
Desmatamento Desde a ocupação
portuguesa, o Brasil enfrenta queima de
vegetação original e desmatamento com
o intuito de aumentar as áreas de
cultivo e pastagens, bem como facilitar a
ocupação humana e,
consequentemente, a especulação
imobiliária. Estes procedimentos, ao
longo dos anos, levaram à extinção de
várias espécies vegetais e animais, à
erosão e à poluição do meio ambiente
em geral.
Fonte:
http//www.geocities.com/naturacia/des
matamento.html - Acesso em: 15/05/06.
Texto 1
Brasil de Todos os Santos
Brasil, meu Brasil de todos os Santos
Descobrir a sua cara de espanto
Descobrir o seu encanto em um
segundo
Um país que sonha ser o Novo Mundo
Matas, praias, céu, diamante e
chapadas Transamazônicas estradas te
percorrem
Feito rios de águas e florestas
Transformando sua paisagem numa
festa
Nas suas avenidas todas coloridas
Desfilam homens e mulheres
(...)
Laura Campanér e Luisa Gimene
Fonte: http://www.lyricstime.com/laura-
campan-r-brasil-de-todos-os-santos-
lyrics.html – Acesso em: 30/10/08.
1. Na comparação dos textos I e II, pode-se afirmar que:
a) Os dois textos tratam do mesmo assunto – meio ambiente.
b) As nossas riquezas estão sendo bem tratadas ao longo dos anos.
c) O Brasil é rico pela sua natureza, pelo seu povo.
d) A vida do homem é mais importante que a natureza.
2. Com relação aos textos Brasil de Todos os Santos e
Desmatamento, é correta a alternativa:
a) Ambos enaltecem a paisagem natural do território brasileiro.
b) Os dois textos abordam o meio ambiente sob pontos de vista
opostos.
c) Ambos apontam para a transformação causada pela poluição.
d) Os dois textos responsabilizam a ocupação portuguesa pelo
desmatamento.
x
x
Texto 1
Redução da violência contra adolescentes
A violência contra adolescentes nas comunidades e
nas ruas é um fenômeno tipicamente urbano e
fortemente determinado pelas desigualdades sociais
e econômicas nesses espaços. Caracterizada, em sua
maioria, pelos assassinatos por armas de fogo,
acidentes de trânsito e exploração sexual, a violência
em espaços urbanos tem aumentado no Brasil e no
mundo. As maiores vítimas da violência urbana são
os adolescentes moradores de comunidades
populares e de periferias que, muitas vezes,
encontram-se vulneráveis diante das ações de
grupos criminosos e da repressão das forças de
segurança. Em situações de ausência de políticas
públicas eficientes e transformadoras, de opções de
educação, de oportunidades de emprego, abre-se
uma porta para a ação de aliciadores que recrutam
crianças e adolescentes para o tráfico de drogas e
armas. Em 2005, 8 mil pessoas entre 10 e 19 anos
foram vítimas de homicídios. Destes, 65% eram afro-
descendentes.
Fonte: Adaptação:
http://www.unicef.org/brazil/pt/activities_10211.html – Acesso em:
30/10/08.
Texto 2
O artigo 5º do Estatuto da Criança e
do Adolescente (ECA, Lei Federal
8.069/90) que dispõe:
“Nenhuma criança ou adolescente
será objeto de qualquer forma de
negligência, discriminação,
exploração, violência, crueldade e
opressão, punido na forma da lei
qualquer atentado por ação ou
omissão, aos seus direitos
fundamentais”.
Fonte: Adaptação:
http://violenciaintrafamiliarfmp.blogspo
t.com/2007/10/violncia-contra-crianas-
e-adolescentes.html – acesso em:
30/10/08.
Com relação aos textos 1 e 2, é correto afirmar que:
a) Nenhum dos textos trata do adolescente na
sociedade.
b) O texto 1 expressa direitos presentes no texto 2.
c) Os direitos presentes no texto 2, não estão
garantidos no texto 1.
d) O direito expresso no texto 2 está garantido no
texto 1.
x
Ao compararmos os dois convites
notamos que são diferentes
porque
(A) os dois pertencem ao mundo
real.
(B) os dois pertencem ao mundo
imaginário.
(C) apenas o primeiro convite
pertence ao mundo real.
(D) os dois têm as mesmas
informações para os convidados.
x
Comentário Pedagógico
Professor, essa questão avalia a habilidade de o aluno comparar
diferenças entre textos que tratam do mesmo assunto, em função
de interlocutores e intenções comunicativas diversos. Ele deve
reconhecer que os textos têm o mesmo gênero e tema, mas
formas distintas de situação comunicacional: um convite traz as
marcas do mundo real e o outro, do mundo ficcional. Para isso é
necessário identificar diferentes pistas linguísticas. No Convite I,
estão presentes as convenções sociais do mundo real: data,
horário, local e nome da aniversariante. Já no II, a homenageada é
uma fada (personagem mitológica), o local é imaginário ("faz de
conta") e a situação fictícia. Além disso, é necessário que o
estudante seja um leitor habituado a realizar um pacto de leitura
com a ficção. Entretanto, mesmo sem o domínio dessas
habilidades, ele pode marcar o gabarito, interpretando o
significado de "apenas", que evidencia a diferença entre os textos.
INTERTEXTUALIDADE
Motivando o aluno para a leitura a partir
da antecipação ou ênfase nas relações que o
texto estabelece com textos de interesse pessoal
do aluno. Desta forma, a finalidade da
intertextualidade é usar o texto origem para
fazer, recriar ou remodelar um outro texto novo.
POR EXEMPLO:
Esta menina tão pequenina quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré mas sabe ficar na
ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá mas inclina o corpo
para cá e para lá.
Não conhece nem lá nem si, mas fecha os olhos e
sorri.
Roda, roda, roda com os bracinhos no ar não fica
tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu e diz que caiu
do céu.
Esta menina tão pequenina quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças, e também
quer dormir como as outras crianças.
MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2002. p. 24.
Texto 2: A Bailarina
O sorriso estampado em seu rosto
esboça a leveza em seu corpo;
na ponta dos pés, graciosa.
Serena, pura, vaidosa;
seu charme firme estremece;
meu coração que queima e aquece.
Seu sorriso que marca na mente;
o beijo selado ardente;
que destrói imagens da solidão
E quanto pisa no chão;
se solta, toca o meu coração.
Ighor Mattos Granado.
Texto 1: A Bailarina
Com relação aos textos 1 e 2, é correto afirmar que:
a) Nenhum dos textos trata do tema sobre a bailarina.
b)O texto 1 expressa direitos presentes no texto 2.
c) O assunto presentes no texto 2, não estão
presentes no texto 1.
d) No texto 2 está articulando o mesmo contexto do
texto 1.
Oficinas
Passos do jogo: Cada equipe recebe cópia das fichas já recortadas. Todos deverão ler e
montar o texto. A equipe que terminar primeiro e de forma correta ganha o jogo.
1º Bexiga: estourar
2º Bexiga: cadeira
Primeira oficina
Segunda oficina
Terceira oficina
Referência Bibliográfica
CEREJA, Roberto & COCHAR, Thereza. Texto e
interação. São Paulo: Atual, 2005.
FIORIN, J. L SAVIOLI, F. P. Para entender o texto.
16 ed., São Paulo: Ática, 2000.
Orientações Curriculares: Área de
Linguagem/Mato Grosso – Secretária de Estado
de Educação de Mato Grosso. Cuiabá: Gráfica
Print, 2012.
NEVES, Iara Conceição Bitencourt; SOUZA,
Jusamara Vieira; SCHAFFER, Neiva Otero;
GUEDES, Paulo Coimbra e KLUSENER. Renita.
Ler e Escrever: compromisso de todas as áreas.-
8ª ed. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar –
Gestar l. Linguagem: Língua e Texto - AAA1-
Atividade de Apoio ao Aluno Brasília: Ministério
da Educação, Secretária de Educação Básica,
2007.

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  • 1. “Práticas de Ensino da Leitura/Escrita e Matemática em uma Perspectiva Interdisciplinar” CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO BÁSICA – CEFAPRO SUPERINTENDÊNCIA DE FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA– SUFP Professora Formadora: Andréa Perez Leinat
  • 2.
  • 3. “O desenvolvimento da competência leitora é um processo de aprendizagem progressiva, indispensável para que os estudantes adquiram os conhecimentos de todas as áreas.” Lei Federal Nº 11.645 de Março de 2008
  • 4. Objetivos • Identificar o funcionamento, as funções e as oportunidades de desenvolvimento da leitura na vida e na escola. • Distinguir as diversas formas de trabalho com a leitura, de acordo com os objetivos estabelecidos previamente. • Conhecer as estratégias que tornam a leitura um processo mais eficiente na construção de sentidos.
  • 6. Você já pensou quanto a leitura é importante na sua vida pessoal e profissional? E também já observou quantas habilidades você utiliza para ler um texto e compreendê-lo bem?
  • 7. Vamos começar nossa reflexão dialogando sobre: Leitura Estratégias de Leitura Texto Textos verbais, não verbais e mistos Relação entre Textos
  • 8.
  • 9. LEITURA É um processo mediante o qual se compreende a linguagem escrita.
  • 10. PARA LER Necessitamos simultaneamente Manejar com destreza as habilidades de decodificação e aportar ao texto nossos objetivos, ideias e experiências prévias.
  • 11. “Para compreender um texto é preciso associar várias informações, ou seja, ter uma postura de leitor ativo, capaz de mobilizar conhecimentos para construir o sentido”. LEITURA SIGNIFICA: CONSTRUIR SENTIDOS
  • 12. QUANDO ENSINAMOS A LER? Quando oferecemos aos alunos estratégias de leitura para Antes, Durante e Depois do processamento da leitura.
  • 13. ANTES DA LEITURA 1. Motivar os alunos para a leitura. 2. Acionar os conhecimentos prévios: - Quem escreveu o texto? - Onde e quando o texto foi produzido? - Que gênero está sendo lido? - Outras.
  • 14. 3. Estabelecer objetivos de leitura: - Qual a finalidade da leitura? - Para que o texto será lido? - O leitor lê para atingir objetivos determinados como: informar-se, divertir-se, solucionar um problema, passar tempo, entre outros. 4. Fazer previsões, suposições, levantamento de hipótese: - De que o texto vai tratar? - O que vai acontecer? - Como a história continua?
  • 15. DURANTE A LEITURA 1. Verificar as hipóteses e previsões que levantou, procurando, no texto, instruções que podem sustentá-las ou descartá-las. 2. Localizar informações no texto.
  • 16. 3. Articular informações vindas de várias fontes:  Do próprio texto.  Do seu conhecimento sobre o assunto.  Realizando inferências necessárias à compreensão. 4. Realizar tarefas de “Leitura Compartilhada”. O professor e aluno assumem, ora um, ora outro, a responsabilidade de organização e envolvimento no ato de ler.
  • 17. 5. Confrontar várias partes do texto; 6. Sintetizar ou resumir informações; 7. Levantar novas previsões e hipóteses à medida que for lendo; 8. Construir uma representação global do texto, que permite dizer: O texto trata do assunto x.
  • 18. DEPOIS DA LEITURA 1. Analisar a compreensão. 2. Construir uma representação global do texto. 3. Verificar se foi possível articular as informações do conhecimento prévio dos alunos com aqueles que o texto traz. 4. Fazer análise crítica do texto.
  • 19. Devem ser diversificadas para atender aos diversos gêneros textuais. Resumindo .... Antes – Realização de uma análise textual. Durante – Estabelecimento de relação com as informações apresentadas no texto. Depois – Análise do significado da mensagem.
  • 20. ENSINAR A LER É ensinar estratégias de leitura para que o leitor possa atingir seus objetivos. Lidar com a diversidade de gêneros, usando estratégias específicas para a leitura de cada um. Esse ensino compreende...
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 27. O QUE É UMA ESTRATÉGIA DE LEITURA? HABILIDADE DESTREZA PROCEDIMENTO TÉCNICA
  • 28. ASSIM... É um conjunto de ações ordenadas e finalizadas, isto é, dirigidas à consecução de uma meta. Que são as: HABILIDADES – DESTREZAS TÉCNICAS - ESTRATÉGIAS
  • 29. DESSA FORMA: - Ajudar o aluno a aplicar seus conhecimentos prévios. - Realizar inferência para interpretar e compreender o texto. - Formar leitores autônomos.
  • 30. POR EXEMPLO: ESTRATÉGIAS = PROCEDIMENTOS = CONTEÚDOS ENTÃO, É preciso ensinar estratégias de leitura para compreensão dos textos.
  • 31. Continuando... ESTRATÉGIAS Procedimentos de ordem elevada. ENVOLVEM O cognitivo e o metacognição. ENTÃO, É a capacidade de identificar as estratégias que utilizamos para promover uma aprendizagem mais duradoura e que leve a resultados mais eficazes.
  • 32. - Definição de objetivo da leitura. - Atualização de conhecimentos prévios. - Previsão, levantamento de hipóteses. - Inferência - Resumo ESTRATÉGIAS FUNDAMENTAIS DE COMPREENSÃO DA LEITURA
  • 34. COMO DESENVOLVER: LEITURA DIÁRIA;  LEITURA COLABORATIVA;  PROJETOS DE LEITURA;  ATIVIDADES SEQUENCIADAS DE LEITURA;  ATIVIDADES PERMANENTES DE LEITURA;  LEITURA FEITA PELO PROFESSOR.
  • 35. Poesia , Conto, Piada, Receita, Fabula, Notícia, Carta, Poema e Outros. Quais as estratégias que o grupo utilizam para ler:
  • 36.
  • 37. Qual das unidades a seguir são textos?
  • 38.
  • 39. Toda e qualquer unidade de informação no contexto da interação. Ação entre sujeitos, interlocutore, ou seja, estabelecer a comunicação/interação entre pessoas para transmitir uma mensagem/informação... Por exemplo: a luz que pisca na torre de celular só é um texto enquanto dialoga com os possíveis pilotos de aviões. Do mesmo modo, a sirene de uma ambulância fora de seu uso – o de sinalizar uma emergência – não seria considerada um texto.
  • 40. Verbal Não-verbal Misto• Conto. • Bilhete. • Piada. • Resumo. • Regra de jogo... • Outdoor. • Música. • Documentário. • Mapa. • Gráfico. • Tabela. • Conta de luz. • Placas de trânsito. • Sinais de trânsito. • Placas de trânsito. • Quadro de arte. • Escultura de arte. • Grafite. • Fotografia...
  • 41. Todos os textos produzidos, orais ou escritos, verbais, não verbais ou mistos, apresentam um conjunto de características relativamente estáveis. Essas características configuram os gêneros textuais ou discursivos.
  • 42. • Um texto, portanto, só tem sentido na interação entre pessoas. • Assim, é importante observar que, na produção textual, devem está relacionados: a situação discursiva em que o texto foi produzido [quem, para quem, quando, onde, por que...] que papel e função desempenha no processo de interação social [ finalidade de um texto em função de seu formato...] com que propósito foi elaborado [ para que, com que intenção...]
  • 43. Lembrete Vamos trabalhar sempre com perguntas ao texto: Quem escreveu? Com que objetivo? Para quem? Quais são as características do texto? Qual o gênero? Que importância tem o tipo de letra, a ilustração e a organização da forma do texto para a situação? Essas e outras perguntas vão sendo feitas antes, durante e depois da leitura.
  • 45. Primeira oficina Cada equipe recebe o texto em lacunas e as colunas de palavras. As palavras das colunas deverão ser recortadas e encaixadas no texto ( sugestão: escrever as palavras das fichas nas lacunas fica mais fácil) A equipe que preencher primeiro e corretamente ganha.
  • 46. O BICHO FOLHARAL Cansada de ser ....................... pela raposa e de não segurá-la, a onça resolveu atraí-la à sua ....................... . Fez, para esse efeito, correr a ....................... de que tinha morrido e deitou-se no meio da ....................... , fingindo-se ........................Todos os bichos vieram olhar o seu corpo, contentíssimos. A raposa também veio mas ......................., de longe. E por trás de outros animais gritou: - Minha avó, quando morreu, .............. , três vezes. Espirrar é o sinal verdadeiro da morte. A onça para mostrar que estava morta de verdade, espirrou três vezes . A raposa fugiu às gargalhadas. .............. , a onça resolveu apanhá-la ao beber água. Havia .............. , no sertão e somente uma .............. , ao pé duma serra tinha ainda um pouco de água. Todos os animais selvagens eram obrigados a beber ali. A onça ficou à espera da .............. , junto da cacimba, dia e noite. Nunca a raposa ....................... . tanta sede . Ao fim de três dias já não aguentava mais. Resolveu ir beber, usando uma ............. ....................... . qualquer . Achou um cortiço de ....................... . , furou-o e com o mel que dele escorreu ....................... . todo o seu corpo. Depois, espojou-se num monte de folhas secas, que se pregaram aos seus pelos e cobriram-na toda. Segunda oficina
  • 47. Ao ....................... , foi à cacimba . A onça olhou-a bem e perguntou-lhe : - Que ....................... és tu que eu não conheço , que nunca vi ? - Respondeu ....................... : - Sou o bicho ....................... . - Podes beber. Desceu a ....................... . do bebedouro, meteu-se na água , ....................... . -se com delícia e onça lá em cima, desconfiada, vendo-a beber demais, como quem trazia sede de vários dias , ....................... . : - Quanto ....................... . , Folharal ! Mas a água ....................... . o mel e as folhas foram caindo às ....................... . Quando ....................... . as entranhas ....................... . , a última caiu , a onça reconheceu a ....................... . esperta e pulou....................... . sobre ela , mas a raposa ....................... fugir. ( Luís Câmara Cascudo . Contos tradicionais do Brasil)
  • 48. Jogo da Memória Esta outra atividade de leitura também valoriza a boa memória dos alunos, além de subliminarmente ensiná-Ios a selecionar as idéias principais num texto. 1. Selecione um texto informativo sobre um assunto relevante para os alunos (métodos contraceptivos, como se defender em caso de assalto, instruções de primeiros socorros, características de um determinado país, etc.) Faça cópias para cada aluno. (Elas poderão ser reaproveitadas em outra turma.) 2. Divida a turma em dois grupos. Dê três a cinco minutos (contados no relógio) para que os alunos leiam e esclareçam possíveis dúvidas. 3. Ao fim do tempo estipulado, peça que todos devolvam as cópias e que dois alunos, um de cada grupo, joguem "par ou ímpar" para ver quem começa. 4. Diferentes integrantes dos dois times deverão alternar-se em relatar informações que lembram terem lido no texto. Não é necessário que estas sejam dadas em ordem, mas o que já foi dito não poderá ser repetido ou parafraseado. Acompanhe atentamente para ver se tudo confere com o que está de fato escrito no texto. Um aluno que disser algo incorreto - seja sob o ponto de vista do conteúdo ou da forma - terá de elaborar outra frase. 5. O grupo que não conseguir lembrar nada novo, perde. Terceira oficina
  • 49. Quebrando a corrente Esse é um exercício diferente de leitura, onde o aluno demonstra a sua compreensão do texto a partir da sua habilidade em torná-lo legível. 1. Selecione um texto curto, preferencialmente uma piada. 2. Reescreva o texto de forma a retirar todos os espaços entre palavras, frases e parágrafos. Suprima também a pontuação e as letras maiúsculas. Você terá um texto mais ou menos assim: eraumavezumhomemqueestavanumaenchenteaaguaestavasubindocadavezma isequandoaágua Chegounacinturaumvizinhoofereceuvamoslávizinhovemcomigoqueaaguaestás ubindomaso homemrespondeunãoprecisaporquedeusvaimeajudarquandoaáguachegounaa lturadopeitoumbarco Passouequisresgatarohomemmaseleapenasdisseeutenhoféedeusvaiveirmesalv arfinalmente quandoaáguajáestavanaalturadopescoçodohomemumhelicópterosobrevoouas uacasaejogouumacorda Quarta oficina
  • 51. 4. Compare as versões e, provavelmente, cada grupo apresentará uma versão ligeiramente diferente da organização do texto. 5. Proponha um desafio adicional: cada grupo terá de fazer a releitura da história que ajudou a organizar, ou seja, terá de contar essa história de uma maneira diferente: através de uma história em quadrinhos, fotonovela, esquete teatral, radionovela, música... Os alunos perceberão, assim, que o leitor também é coautor dos textos que lê, pois é ele que dá nexo (e um sentido único, individual) ao conjunto de palavras derramadas no papel.
  • 52. Cada equipe recebe uma caixa das fichas já recortadas. Todos deverão ler e montar o texto. A equipe que terminar primeiro e de forma correta ganha o jogo. Quinta oficina
  • 53. Cada equipe recebe um envelope com charges recortadas. Todos deverão ler e montar. A equipe que terminar primeiro e de forma correta ganha o jogo. Sexta oficina
  • 56. Os Cincos Ratinhos Amigos Walkiria Garcia Este ratinho Dança uma alegre musiquinha. (mexa o polegar) Este ratinho Come um queijinho. (mexa o indicador) Este ratinho Usa uma gravatinha. (mexa o dedo médio) E este ratinho Ele usa chapeuzinho. (mexa o dedo anelar) E este ratinho É o menorzinho Ele usa chupetinha, E todos o chamam de mindinho! (mexa o dedo mínimo) E estes são os cincos ratinhos Amigos Que vão se despedindo: Amanhã vamos voltar, Um grande “Tchau” nós vamos dar! ( faça o gesto) Nona oficina
  • 57.  Pode-se falar de um mesmo assunto, um mesmo tema, de forma diferente;  Atitude crítica e reflexiva para reconhecer as diferentes ideias apresentadas sobre o mesmo tema em um único texto ou em textos diferentes;  Distinguindo tema de título; Relação entre Textos
  • 58.  Reconhecendo que os textos “dialogam” entre si;  A leitura de um texto é, também, a releitura ou a retomada de outros textos;  A intertextualidade revela as interconexões nos textos;  A literatura não deixa de ser um tipo de hipertexto. Conexão entre dois ou mais elementos, ideias, conceitos das palavras organização da informação, no qual certas palavras de um documento estão ligadas a outros documentos.
  • 59. Diferenças entre Textos com o mesmo Tema Diferentes formas de tratar uma informação em textos com um mesmo tema. As condições em que esses textos foram produzidos e em que serão recebidos. Leitor-alvo, ideologia, época em que foi produzido, intenções comunicativas, etc.
  • 60. Jornalista que jogou sapato em Bush é condenado a 3 anos de prisão Muntazer al-Zaidi, tido como herói no mundo árabe, corria risco de ser condenado a até 15 anos. O jornalista iraquiano que atirou seus sapatos em George W. Bush durante uma visita do então chefe de Estado americano a Bagdá foi condenado nesta quinta-feira a três anos de prisão. Muntadar al-Zaidi, tido como um herói no mundo árabe, foi acusado de agredir um chefe de Estado estrangeiro em visita oficial, que prevê pena de até 15 anos de detenção. Texto 1 Texto 2 www.espiritodocotidiano.blogspot.com
  • 61. Ao estabelecermos relações entre textos, podemos perceber que eles podem ser: • Semelhantes (um mesmo tema, uma mesma posição sobre o assunto, o mesmo gênero textual); • Divergentes ou contrários (temas diferentes, abordagens contrárias, gêneros diversos); • Complementares (acrescentam ou complementam informações, abordagens, etc.)
  • 62. Conjunto de naipes do baralho francês: paus, ouro, copas e espadas. Copas: o naipe para orei.
  • 63. TÓPICO III – RELAÇÃO ENTRE TEXTOS Este tópico diz respeito a intertextualidade, ou seja, a comunhão entre textos quer na forma, quer no conteúdo. É o conjunto de relações explícitas (ou implícitas) que um texto mantém com o outro. D15 – Reconhecer diferentes formas de tratar a informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido.
  • 64. Nesse descritor, a palavra-chave é intertextualidade. Está inscrita na concepção do descritor a relação de interação que se estabelece entre os interlocutores. Isto pressupõe entender de que forma o texto é produzido e como ele é recebido. Neste sentido, admite-se a ideia de polifonia, ou seja, da existência de muitas vozes no texto, o que constitui um princípio que trata o texto como uma comunhão de discursos e não como algo isolado. Nesse tópico a ideia geral é a ampliação do mundo textual. Diálogo entre textos
  • 66. Texto 2 Desmatamento Desde a ocupação portuguesa, o Brasil enfrenta queima de vegetação original e desmatamento com o intuito de aumentar as áreas de cultivo e pastagens, bem como facilitar a ocupação humana e, consequentemente, a especulação imobiliária. Estes procedimentos, ao longo dos anos, levaram à extinção de várias espécies vegetais e animais, à erosão e à poluição do meio ambiente em geral. Fonte: http//www.geocities.com/naturacia/des matamento.html - Acesso em: 15/05/06. Texto 1 Brasil de Todos os Santos Brasil, meu Brasil de todos os Santos Descobrir a sua cara de espanto Descobrir o seu encanto em um segundo Um país que sonha ser o Novo Mundo Matas, praias, céu, diamante e chapadas Transamazônicas estradas te percorrem Feito rios de águas e florestas Transformando sua paisagem numa festa Nas suas avenidas todas coloridas Desfilam homens e mulheres (...) Laura Campanér e Luisa Gimene Fonte: http://www.lyricstime.com/laura- campan-r-brasil-de-todos-os-santos- lyrics.html – Acesso em: 30/10/08.
  • 67. 1. Na comparação dos textos I e II, pode-se afirmar que: a) Os dois textos tratam do mesmo assunto – meio ambiente. b) As nossas riquezas estão sendo bem tratadas ao longo dos anos. c) O Brasil é rico pela sua natureza, pelo seu povo. d) A vida do homem é mais importante que a natureza. 2. Com relação aos textos Brasil de Todos os Santos e Desmatamento, é correta a alternativa: a) Ambos enaltecem a paisagem natural do território brasileiro. b) Os dois textos abordam o meio ambiente sob pontos de vista opostos. c) Ambos apontam para a transformação causada pela poluição. d) Os dois textos responsabilizam a ocupação portuguesa pelo desmatamento. x x
  • 68. Texto 1 Redução da violência contra adolescentes A violência contra adolescentes nas comunidades e nas ruas é um fenômeno tipicamente urbano e fortemente determinado pelas desigualdades sociais e econômicas nesses espaços. Caracterizada, em sua maioria, pelos assassinatos por armas de fogo, acidentes de trânsito e exploração sexual, a violência em espaços urbanos tem aumentado no Brasil e no mundo. As maiores vítimas da violência urbana são os adolescentes moradores de comunidades populares e de periferias que, muitas vezes, encontram-se vulneráveis diante das ações de grupos criminosos e da repressão das forças de segurança. Em situações de ausência de políticas públicas eficientes e transformadoras, de opções de educação, de oportunidades de emprego, abre-se uma porta para a ação de aliciadores que recrutam crianças e adolescentes para o tráfico de drogas e armas. Em 2005, 8 mil pessoas entre 10 e 19 anos foram vítimas de homicídios. Destes, 65% eram afro- descendentes. Fonte: Adaptação: http://www.unicef.org/brazil/pt/activities_10211.html – Acesso em: 30/10/08. Texto 2 O artigo 5º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei Federal 8.069/90) que dispõe: “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais”. Fonte: Adaptação: http://violenciaintrafamiliarfmp.blogspo t.com/2007/10/violncia-contra-crianas- e-adolescentes.html – acesso em: 30/10/08.
  • 69. Com relação aos textos 1 e 2, é correto afirmar que: a) Nenhum dos textos trata do adolescente na sociedade. b) O texto 1 expressa direitos presentes no texto 2. c) Os direitos presentes no texto 2, não estão garantidos no texto 1. d) O direito expresso no texto 2 está garantido no texto 1. x
  • 70. Ao compararmos os dois convites notamos que são diferentes porque (A) os dois pertencem ao mundo real. (B) os dois pertencem ao mundo imaginário. (C) apenas o primeiro convite pertence ao mundo real. (D) os dois têm as mesmas informações para os convidados. x
  • 71. Comentário Pedagógico Professor, essa questão avalia a habilidade de o aluno comparar diferenças entre textos que tratam do mesmo assunto, em função de interlocutores e intenções comunicativas diversos. Ele deve reconhecer que os textos têm o mesmo gênero e tema, mas formas distintas de situação comunicacional: um convite traz as marcas do mundo real e o outro, do mundo ficcional. Para isso é necessário identificar diferentes pistas linguísticas. No Convite I, estão presentes as convenções sociais do mundo real: data, horário, local e nome da aniversariante. Já no II, a homenageada é uma fada (personagem mitológica), o local é imaginário ("faz de conta") e a situação fictícia. Além disso, é necessário que o estudante seja um leitor habituado a realizar um pacto de leitura com a ficção. Entretanto, mesmo sem o domínio dessas habilidades, ele pode marcar o gabarito, interpretando o significado de "apenas", que evidencia a diferença entre os textos.
  • 72. INTERTEXTUALIDADE Motivando o aluno para a leitura a partir da antecipação ou ênfase nas relações que o texto estabelece com textos de interesse pessoal do aluno. Desta forma, a finalidade da intertextualidade é usar o texto origem para fazer, recriar ou remodelar um outro texto novo.
  • 74. Esta menina tão pequenina quer ser bailarina. Não conhece nem dó nem ré mas sabe ficar na ponta do pé. Não conhece nem mi nem fá mas inclina o corpo para cá e para lá. Não conhece nem lá nem si, mas fecha os olhos e sorri. Roda, roda, roda com os bracinhos no ar não fica tonta nem sai do lugar. Põe no cabelo uma estrela e um véu e diz que caiu do céu. Esta menina tão pequenina quer ser bailarina. Mas depois esquece todas as danças, e também quer dormir como as outras crianças. MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. p. 24. Texto 2: A Bailarina O sorriso estampado em seu rosto esboça a leveza em seu corpo; na ponta dos pés, graciosa. Serena, pura, vaidosa; seu charme firme estremece; meu coração que queima e aquece. Seu sorriso que marca na mente; o beijo selado ardente; que destrói imagens da solidão E quanto pisa no chão; se solta, toca o meu coração. Ighor Mattos Granado. Texto 1: A Bailarina
  • 75. Com relação aos textos 1 e 2, é correto afirmar que: a) Nenhum dos textos trata do tema sobre a bailarina. b)O texto 1 expressa direitos presentes no texto 2. c) O assunto presentes no texto 2, não estão presentes no texto 1. d) No texto 2 está articulando o mesmo contexto do texto 1.
  • 77. Passos do jogo: Cada equipe recebe cópia das fichas já recortadas. Todos deverão ler e montar o texto. A equipe que terminar primeiro e de forma correta ganha o jogo. 1º Bexiga: estourar 2º Bexiga: cadeira Primeira oficina
  • 79.
  • 80.
  • 81.
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  • 88.
  • 90. Referência Bibliográfica CEREJA, Roberto & COCHAR, Thereza. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2005. FIORIN, J. L SAVIOLI, F. P. Para entender o texto. 16 ed., São Paulo: Ática, 2000. Orientações Curriculares: Área de Linguagem/Mato Grosso – Secretária de Estado de Educação de Mato Grosso. Cuiabá: Gráfica Print, 2012.
  • 91. NEVES, Iara Conceição Bitencourt; SOUZA, Jusamara Vieira; SCHAFFER, Neiva Otero; GUEDES, Paulo Coimbra e KLUSENER. Renita. Ler e Escrever: compromisso de todas as áreas.- 8ª ed. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008. Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar l. Linguagem: Língua e Texto - AAA1- Atividade de Apoio ao Aluno Brasília: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2007.

Notas do Editor

  1. Todas podem ser textos, desde que estabeleçam a comunicação/interação entre pessoas para transmitir uma mensagem/informação...
  2. O tema tem haver com o assunto; O estilo está relacionado à linguagem: menos formais, mais formais, mais monitorado, menos monitorado. É o caso do bilhete (situação informal). Estrutura tem a ver com os elementos que compõem um gênero. Ex. Carta, bilhete. Cita outros.
  3. É importante enfatizar sempre a situação que envolve a produção de um texto (gênero).