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A s p r i n c i p a i s t e n d ê n c i a s d o E - c o m m e r c e B r a s i l e i r o
Em parceria com o Profissonal de E-commerce, o Olist apresenta um resumo
da pesquisa Webshoppers, com os principais dados do e-commerce brasileiro
no ano de 2016, indicando padrões e tendências que estão por vir.
A lista abaixo indica os produtos com maior participação no faturamento online em 2016.
Quem compra online?
BÔ
NUS
Números relevantes
e complementares
03
02 Como são feitas
as compras online?
04
Quanto as vendas online
movimentam no Brasil?
O que os consumidores
estão comprando online?
milhões
de pessoas
A quantidade de
consumidores ativos
saltou 22% em relação
a 2015 e vem crescendo
historicamente.
Elas responderam por
51,6% dos pedidos,
contra 48,4% de
homens. Em 2015
essa proporção
estava invertida
(51,4% homens
e 48,6% mulheres).
É a média de idade de
quem compra online.
A maior parcela dos
consumidores (35%)
está na faixa etária
entre 35 e 49 anos.
Apesar de ser minoria (21,5% dos pedidos),
os dispositivos móveis tem ampliado a
participação nas vendas do e-commerce.
Essa presença deve chegar a 32% em 2017.
Foi o faturamento
do e-commerce
brasileiro em 2016.
Para 2017 espera-se
um crescimento de
12%, chegando a
R$ 49,7 bilhões.
Foram registrados no comércio eletrônico
brasileiro em 2016. Em 2017 a expectativa
é de 110 milhões de pedidos (+4%).
Foi o tíquete médio
das vendas online em
2016. Espera-se que
esse valor chegue a
R$ 452 neste ano.
É a participação do
e-commerce no total
de vendas do varejo
brasileiro. Projeta-se
que essa participação
chegue a 4,3% em 2017.
O frete grátis respondeu por
apenas 39% das vendas em
2016 e esse número vem caindo.
Foi o parcelamento
médio em 2016.
As compras à vista
responderam por 42,2%
dos negócios no período.
É a renda familiar
média de quem
comprou online em
2016. Apesar disso,
o grupo com renda
abaixo de R$ 3 mil
mensais representa
a maioria dos
consumidores.
2013 2014 2015 2016
47,93
31,27
37,99
39,14
Volume de e-consumidores
(milhões de pessoas)
Faturamento (R$ bilhões)
Pedidos (milhões)
34,3%Até R$ 3000
R$ 3001
a R$ 5000
R$ 5001
a R$ 8000
+ de R$ 8000
Não
respondeu
22,4%
16,93%
18,65%
7,71%
Renda familiar
vezes
Formas de Pagamento
à vista 2-3 vezes 4-12 vezes
ou mais
42,2%
24,5%
33,4%
2011
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2012 2013 2014 2015 2016
18,7
22,5
28,8
35,8
41,3
44,4
53,7
66,7
88,3
103,4
106,5
106,3
R$
R$
3,8%
60% dos
consumidores
online moram
nessa região
do país.SudesteSudeste
15,9%
12,5%
8,5%
3%
Centro-Oeste
Nordeste
Norte
Sul
bilhões
milhões
de pedidos
23%Eletro
domésticos 21%
Telefonia /
Celulares 12,4%
Eletrônicos
9,5%
Informática 7,7%
Casa e
decoração 5,6%
Moda e
acessórios
4,5%
Saúde /
Cosméticos
e Perfumaria 3,2%
Livros / Assinaturas /
Apostilas
3%Acessórios
automotivos 2,5%
Esporte
e lazer
Foi o prazo médio de
entrega prometido
pelos lojistas para
cada venda.
Foi o porcentual
médio de pedidos
entregues com
atraso pelas lojas.
Foi a queda média
nos preços do
e-commerce em 2016,
conforme o Índice
Fipe/Buscapé.
dias
P r o f i s s i o n a l d e E - c o m m e r c e
& O l i s t a p r e s e n t a m :
Fonte dos dados: Ebit / Pesquisa Webshoppers 2017

Webshoppers 2017: Infográfico by Olist

  • 1.
    01 417 A s pr i n c i p a i s t e n d ê n c i a s d o E - c o m m e r c e B r a s i l e i r o Em parceria com o Profissonal de E-commerce, o Olist apresenta um resumo da pesquisa Webshoppers, com os principais dados do e-commerce brasileiro no ano de 2016, indicando padrões e tendências que estão por vir. A lista abaixo indica os produtos com maior participação no faturamento online em 2016. Quem compra online? BÔ NUS Números relevantes e complementares 03 02 Como são feitas as compras online? 04 Quanto as vendas online movimentam no Brasil? O que os consumidores estão comprando online? milhões de pessoas A quantidade de consumidores ativos saltou 22% em relação a 2015 e vem crescendo historicamente. Elas responderam por 51,6% dos pedidos, contra 48,4% de homens. Em 2015 essa proporção estava invertida (51,4% homens e 48,6% mulheres). É a média de idade de quem compra online. A maior parcela dos consumidores (35%) está na faixa etária entre 35 e 49 anos. Apesar de ser minoria (21,5% dos pedidos), os dispositivos móveis tem ampliado a participação nas vendas do e-commerce. Essa presença deve chegar a 32% em 2017. Foi o faturamento do e-commerce brasileiro em 2016. Para 2017 espera-se um crescimento de 12%, chegando a R$ 49,7 bilhões. Foram registrados no comércio eletrônico brasileiro em 2016. Em 2017 a expectativa é de 110 milhões de pedidos (+4%). Foi o tíquete médio das vendas online em 2016. Espera-se que esse valor chegue a R$ 452 neste ano. É a participação do e-commerce no total de vendas do varejo brasileiro. Projeta-se que essa participação chegue a 4,3% em 2017. O frete grátis respondeu por apenas 39% das vendas em 2016 e esse número vem caindo. Foi o parcelamento médio em 2016. As compras à vista responderam por 42,2% dos negócios no período. É a renda familiar média de quem comprou online em 2016. Apesar disso, o grupo com renda abaixo de R$ 3 mil mensais representa a maioria dos consumidores. 2013 2014 2015 2016 47,93 31,27 37,99 39,14 Volume de e-consumidores (milhões de pessoas) Faturamento (R$ bilhões) Pedidos (milhões) 34,3%Até R$ 3000 R$ 3001 a R$ 5000 R$ 5001 a R$ 8000 + de R$ 8000 Não respondeu 22,4% 16,93% 18,65% 7,71% Renda familiar vezes Formas de Pagamento à vista 2-3 vezes 4-12 vezes ou mais 42,2% 24,5% 33,4% 2011 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2012 2013 2014 2015 2016 18,7 22,5 28,8 35,8 41,3 44,4 53,7 66,7 88,3 103,4 106,5 106,3 R$ R$ 3,8% 60% dos consumidores online moram nessa região do país.SudesteSudeste 15,9% 12,5% 8,5% 3% Centro-Oeste Nordeste Norte Sul bilhões milhões de pedidos 23%Eletro domésticos 21% Telefonia / Celulares 12,4% Eletrônicos 9,5% Informática 7,7% Casa e decoração 5,6% Moda e acessórios 4,5% Saúde / Cosméticos e Perfumaria 3,2% Livros / Assinaturas / Apostilas 3%Acessórios automotivos 2,5% Esporte e lazer Foi o prazo médio de entrega prometido pelos lojistas para cada venda. Foi o porcentual médio de pedidos entregues com atraso pelas lojas. Foi a queda média nos preços do e-commerce em 2016, conforme o Índice Fipe/Buscapé. dias P r o f i s s i o n a l d e E - c o m m e r c e & O l i s t a p r e s e n t a m : Fonte dos dados: Ebit / Pesquisa Webshoppers 2017