trabalho consumo e lazer- debates sobre trabalho.pptx
2.
O homem quenão tinha nada acordou bem cedo
Com a luz do sol, já que não tem despertador
Ele não tinha nada, então também não tinha medo
E foi pra luta como faz um bom trabalhador
O homem que não tinha nada enfrentou trem
lotado
Às sete horas da manhã com o sorriso no rosto
Se despediu de sua mulher com um beijo
molhado
Pra provar do seu amor e pra marcar seu posto
O homem que não tinha nada, tinha de tudo
Artrose, artrite, diabetes e o que mais tiver
Mas tinha dentro da sua alma muito conteúdo
E mesmo sem ter quase nada ele ainda tinha fé
O homem que não tinha nada, tinha um trabalho
Com um esfregão limpando aquele chão sem fim
Mesmo que alguém sujasse de propósito o
assoalho
Ele sorria alegremente, e dizia assim...
PROJOTA. O homem que não tinha nada. São Paulo,
2014
Almoço no topo de um arranha-céu. Nova York (1932)
Campo de concentração de Auschwitz- Polônia
Filosoficamente, o trabalhofaz parte da essência humana, daquilo que o distingue dos
animais.
É através do trabalho que o ser humano produz os seus meios de subsistência,
como trabalhar a terra, domesticar animais, modificar as paisagens e construir
moradias, por exemplo.
5.
Filosoficamente, o trabalhofaz parte da essência humana, daquilo que o distingue dos
animais.
É através do trabalho que o ser humano produz os seus meios de subsistência,
como trabalhar a terra, domesticar animais, modificar as paisagens e construir
moradias, por exemplo.
“O trabalho representa sentimentos ambíguos. Enquanto para alguns representa
um desafio instigante e prazeroso, para outros não passa de uma obrigação a que
prefeririam não dedicar tanto tempo”
6.
Filosoficamente, o trabalhofaz parte da essência humana, daquilo que o distingue dos
animais.
É através do trabalho que o ser humano produz os seus meios de subsistência,
como trabalhar a terra, domesticar animais, modificar as paisagens e construir
moradias, por exemplo.
“O trabalho representa sentimentos ambíguos. Enquanto para alguns representa
um desafio instigante e prazeroso, para outros não passa de uma obrigação a que
prefeririam não dedicar tanto tempo”
“TRABALHAR deriva do latim tripalium, tripálio, um instrumento formado
por três paus, próprio para atar os condenados ou para manter presos os animais
difíceis de ferrar.”
7.
Se fosse possíveldefinir trabalho em uma palavra, como você definiria?
...
8.
As grandes navegaçõese a exploração de outros
continentes foi o ponto de partida para que o
capitalismo se consolidasse enquanto modo de
produção.
No mundo capitalista, o trabalho assumiu uma forma específica: o trabalho assalariado, no
qual o trabalhador vende sua força de trabalho em troca de um salário.
O que você entende por capitalismo???
9.
O capitalismo éum sistema econômico que visa ao lucro e à acumulação das riquezas e está
baseado na propriedade privada dos meios de produção. Os meios de produção podem ser
máquinas, terras, ou instalações industriais, por exemplo, e eles têm a função de gerar renda por
meio do trabalho.
A partir de qual acontecimento histórico
passou-se a trocar tempo e esforço por
um salário?
10.
Revolução industrial
• Quandoe onde? Inglaterra, em meados do século XVIII.
• Motivos? Revolução comercial (maiores demandas); acúmulo de capital...
11.
Trabalho como mercadoria:Concepções Marxistas
Karl Marx foi um filósofo, economista,
sociólogo prussiano que viveu no século
XIX e estruturou sua teoria analítica a
partir da observação e criticidade da
sociedade capitalista.
Começando pelo começo: O materialismo histórico-dialético
12.
O materialismo histórico-dialéticoé uma perspectiva que enfatiza a importância dos fatores materiais,
como a economia, a produção e as relações de classe, na moldagem da história e do desenvolvimento
social. Segundo o materialismo histórico, as mudanças sociais e históricas são impulsionadas
principalmente por conflitos entre diferentes classes sociais que surgem devido à produção e distribuição
desiguais de recursos.
Como assim??
13.
Alienação (tornar-se alheio;transferir para alguém o que é seu) do trabalhador, visto que ele perde mais
do que ganha e vende sua força de trabalho para outrem, escapando-lhe a posse daquilo que produz.
Ao vender sua força de trabalho, o trabalhador se torna uma mercadoria, pois deixa de lhe pertencer; a
ele não é facultado a escolha da carga horária, do salário, do ritmo de trabalho: Tudo lhe é designado de
modo vertical.
Alienação do trabalhador
“ A apropriação do objeto aparece
como alienação a tal ponto que
quanto mais objeto o trabalhador
produz, tanto menos pode possuir
e tanto mais fica dominado pelo
seu produto, o capital”
~Karl Marx
14.
A exploração damais-valia
Segundo Marx, a essência do sistema capitalista é a exploração do
trabalho do operário pela classe burguesa. O capitalista obtém a
"mais-valia", que é o valor excedente gerado pelo trabalhador
além de seu salário, apropriando-se desse lucro.
• O capitalista paga apenas o valor da força de trabalho do
operário, mas se apropria de todo o valor do produto final.
• Essa diferença entre o valor pago e o valor
produzido é a mais-valia, a fonte do lucro do capitalista.
• Essa extração da mais-valia é vista por Marx como
a base da exploração do trabalhador no sistema
capitalista.
15.
Coisificação do trabalhadore fetichização da mercadoria
• Coisificação: A transformação das relações sociais em relações entre coisas, onde
as pessoas se relacionam com os produtos de seu trabalho como se fossem objetos
autônomos... Redução da pessoa à condição de objetos.
• Fetichismo da Mercadoria: A atribuição de propriedades mágicas e
sobrenaturais aos produtos do trabalho, escondendo as verdadeiras relações sociais
de produção.