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AULA 2 – MERCADO DE TRABALHO E DESIGUALDADES
“A carne mais barata do mercado é a carne negra
Que vai de graça pro presídio
E para debaixo de plástico
Que vai de graça pro subemprego
E pros hospitais psiquiátricos...
A carne mais barata do mercado é a carne negra
Que fez e faz história Segurando esse país no braço ...”
A carne – Seu Jorge
Por que será que o cantor Seu Jorge afirma em sua música “A carne” que “a carne mais barata
do mercado é a carne negra”? Nesta aula vamos refletir juntos sobre como as desigualdades
sociais se manifestam também no mercado de trabalho.
Estudos sobre o mercado de trabalho no Brasil apontam que a maioria que trabalha
informalmente é pobre e, no nosso país, a parcela mais pobre da população é significativamente
constituída por mulheres e negros. Dessa forma as mulheres e os negros são as pessoas mais
vulneráveis no mercado de trabalho. Você deve estar se perguntando: por que há essa
desigualdade no nosso país?
Para começarmos a compreender essa desigualdade é preciso pensar no papel que, em nossa
sociedade, é atribuído a mulher e que chamamos de gênero. Culturalmente atribuímos à mulher o
cuidado com a casa e com os filhos. Esse papel social culturalmente construído influencia no
mercado de trabalho já que estudiosos observam que as mulheres concentram-se nas ocupações
relacionadas ao cuidado, ao comércio e na prestação de serviços pessoais como, por exemplo, o
serviço doméstico, a enfermagem, a assistência social e o ensino primário. Em nossa sociedade
essas ocupações têm baixo prestígio social e remuneração.
O mercado de trabalho brasileiro também é marcado pela desigualdade racial. Estudos
apontam que os trabalhos mais desvalorizados socialmente e com os salários mais baixos são
ocupados em grande parte por negros. As mulheres negras sofrem ainda dupla discriminação: de
raça e de gênero. Isso acontece graças a nossa herança histórica da colonização e da escravidão
quando os negros não tinham os direitos de cidadania garantidos, sobretudo o direito a educação.
Essa herança produz e reproduz desigualdades até os dias de hoje.
ATIVIDADE PARA REFLETIR, DISCUTIR E CONSOLIDAR CONHECIMENTO
1) (UEL – 2005) Relatório divulgado pelo Banco Mundial, em 2004, constata que o Brasil teria de elevar
"em dez ou 15 vezes" o montante de dinheiro destinado a programas como Bolsa-Escola, a fim de
equilibrar as disparidades de renda e integrar os mais pobres ao mercado. Na atual situação, de
acordo com o Banco Mundial, o Brasil tem contribuído de maneira significativa para a paralisação na
diminuição do número de miseráveis na América Latina. Agrava a situação o fato de que a miséria
deve persistir por muito mais tempo em relação ao resto do mundo, mesmo se houver um ciclo de
crescimento econômico com taxas elevadas. Essa dificuldade é acentuada pelo alto endividamento do
país, que vem agindo como empecilho para a melhor redistribuição de renda. Enfim, o Banco Mundial
ressalta que tanto a América Latina quanto o Brasil tem-se revelado na contramão em relação ao resto
do mundo, que, nos últimos 20 anos, diminuiu pela metade o número de miseráveis.
(Adaptado de: Folha de São Paulo, São Paulo, 24 abr. 2004. p. A-7.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que, para o Banco Mundial:
a) O Brasil tem contribuído para a paralisação do número de miseráveis na América Latina.
b) A pobreza poderia acabar se o Brasil e os governos da América Latina decidissem não saldar a dívida
externa.
c) O alto endividamento do país representa pré-condição à redução pela metade dos atuais níveis de pobreza
na América Latina.
d) A redução da pobreza deriva apenas da falta do investimento público.
e) De acordo com o Banco Mundial o caminho mais adequado para a redução da pobreza é o aumento nos
gastos com programas sociais de caráter assistencial (ex: bolsa família).
2) Analise as afirmativas a seguir, assinalando "C" para certa e "E" para a errada.
( ) A questão do desemprego é uma das causas da exclusão social e da pobreza humana.
( ) O desemprego tem, entre suas causas, a questão da revolução tecnológica que automatiza, mecaniza e
robotiza a produção.
( ) A tecnologia tem promovido a diminuição das desigualdades entre as classes sociais, já que hoje todos
os indivíduos têm acesso igual à informação.
( )Quanto mais desenvolvido tecnologicamente for um país, maior será a taxa de desemprego e menor
será a concentração de trabalhadores na linha da miséria.
3) Na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) foi implantado, no exame vestibular, o sistema
de cotas raciais, que desencadeou uma série de discussões sobre a validade de tal medida, bem
como sobre a existência ou não do racismo no Brasil, tema que permanece como uma das grandes
questões da Sociologia no país. Roger Bastide e Florestan Fernandes, escrevendo sobre a escravidão,
revelam traços essenciais do racismo à brasileira, observando que : "Negro equivalia a indivíduo
privado de autonomia e liberdade; escravo correspondia (em particular do século XVIII em diante) a
indivíduo de cor. Daí a dupla proibição, que pesava sobre o negro e o mulato: o acesso a papeis
sociais que pressupunham regalias e direitos lhes era simultaneamente proibido pela "condição
social" (escravo) e pela "cor".
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a questão racial no Brasil, é correto afirmar:
a) Nas relações sociais a "cor" do indivíduo é tomada como símbolo da sua condição social.
b) O racismo é produto de ações sociais isoladas e desconectadas dos conflitos ocorridos ao longo da história
do Brasil.
c) A escravatura amena e a democracia nas relações étnicas (raciais) levaram à elaboração de um "racismo
brando".
d) As oportunidades sociais estão abertas a todos que se esforçam e independem da "cor" do indivíduo.
4) A recente decisão do STF sobre a legimitidade das cotas raciais em universidades federais e o
projeto de lei aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) que
consolida um sistema que reserva 50% das vagas oferecidas pelas universidades e institutos federais
para cota racial e social colocam em xeque novamente as discussões em torno da efetividade da
instituição do sistema de cotas no Brasil.
Afinal, O sistema de cotas irá amenizar as desigualdades étnicas(raciais) ou irá reafirmar a tese
racista de classificação entre raças?
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Aula 2 Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção

  • 1. AULA 2 – MERCADO DE TRABALHO E DESIGUALDADES “A carne mais barata do mercado é a carne negra Que vai de graça pro presídio E para debaixo de plástico Que vai de graça pro subemprego E pros hospitais psiquiátricos... A carne mais barata do mercado é a carne negra Que fez e faz história Segurando esse país no braço ...” A carne – Seu Jorge Por que será que o cantor Seu Jorge afirma em sua música “A carne” que “a carne mais barata do mercado é a carne negra”? Nesta aula vamos refletir juntos sobre como as desigualdades sociais se manifestam também no mercado de trabalho. Estudos sobre o mercado de trabalho no Brasil apontam que a maioria que trabalha informalmente é pobre e, no nosso país, a parcela mais pobre da população é significativamente constituída por mulheres e negros. Dessa forma as mulheres e os negros são as pessoas mais vulneráveis no mercado de trabalho. Você deve estar se perguntando: por que há essa desigualdade no nosso país? Para começarmos a compreender essa desigualdade é preciso pensar no papel que, em nossa sociedade, é atribuído a mulher e que chamamos de gênero. Culturalmente atribuímos à mulher o cuidado com a casa e com os filhos. Esse papel social culturalmente construído influencia no mercado de trabalho já que estudiosos observam que as mulheres concentram-se nas ocupações relacionadas ao cuidado, ao comércio e na prestação de serviços pessoais como, por exemplo, o serviço doméstico, a enfermagem, a assistência social e o ensino primário. Em nossa sociedade essas ocupações têm baixo prestígio social e remuneração. O mercado de trabalho brasileiro também é marcado pela desigualdade racial. Estudos apontam que os trabalhos mais desvalorizados socialmente e com os salários mais baixos são ocupados em grande parte por negros. As mulheres negras sofrem ainda dupla discriminação: de raça e de gênero. Isso acontece graças a nossa herança histórica da colonização e da escravidão quando os negros não tinham os direitos de cidadania garantidos, sobretudo o direito a educação. Essa herança produz e reproduz desigualdades até os dias de hoje. ATIVIDADE PARA REFLETIR, DISCUTIR E CONSOLIDAR CONHECIMENTO 1) (UEL – 2005) Relatório divulgado pelo Banco Mundial, em 2004, constata que o Brasil teria de elevar "em dez ou 15 vezes" o montante de dinheiro destinado a programas como Bolsa-Escola, a fim de equilibrar as disparidades de renda e integrar os mais pobres ao mercado. Na atual situação, de acordo com o Banco Mundial, o Brasil tem contribuído de maneira significativa para a paralisação na diminuição do número de miseráveis na América Latina. Agrava a situação o fato de que a miséria deve persistir por muito mais tempo em relação ao resto do mundo, mesmo se houver um ciclo de crescimento econômico com taxas elevadas. Essa dificuldade é acentuada pelo alto endividamento do país, que vem agindo como empecilho para a melhor redistribuição de renda. Enfim, o Banco Mundial ressalta que tanto a América Latina quanto o Brasil tem-se revelado na contramão em relação ao resto do mundo, que, nos últimos 20 anos, diminuiu pela metade o número de miseráveis. (Adaptado de: Folha de São Paulo, São Paulo, 24 abr. 2004. p. A-7.) De acordo com o texto, é correto afirmar que, para o Banco Mundial:
  • 2. a) O Brasil tem contribuído para a paralisação do número de miseráveis na América Latina. b) A pobreza poderia acabar se o Brasil e os governos da América Latina decidissem não saldar a dívida externa. c) O alto endividamento do país representa pré-condição à redução pela metade dos atuais níveis de pobreza na América Latina. d) A redução da pobreza deriva apenas da falta do investimento público. e) De acordo com o Banco Mundial o caminho mais adequado para a redução da pobreza é o aumento nos gastos com programas sociais de caráter assistencial (ex: bolsa família). 2) Analise as afirmativas a seguir, assinalando "C" para certa e "E" para a errada. ( ) A questão do desemprego é uma das causas da exclusão social e da pobreza humana. ( ) O desemprego tem, entre suas causas, a questão da revolução tecnológica que automatiza, mecaniza e robotiza a produção. ( ) A tecnologia tem promovido a diminuição das desigualdades entre as classes sociais, já que hoje todos os indivíduos têm acesso igual à informação. ( )Quanto mais desenvolvido tecnologicamente for um país, maior será a taxa de desemprego e menor será a concentração de trabalhadores na linha da miséria. 3) Na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) foi implantado, no exame vestibular, o sistema de cotas raciais, que desencadeou uma série de discussões sobre a validade de tal medida, bem como sobre a existência ou não do racismo no Brasil, tema que permanece como uma das grandes questões da Sociologia no país. Roger Bastide e Florestan Fernandes, escrevendo sobre a escravidão, revelam traços essenciais do racismo à brasileira, observando que : "Negro equivalia a indivíduo privado de autonomia e liberdade; escravo correspondia (em particular do século XVIII em diante) a indivíduo de cor. Daí a dupla proibição, que pesava sobre o negro e o mulato: o acesso a papeis sociais que pressupunham regalias e direitos lhes era simultaneamente proibido pela "condição social" (escravo) e pela "cor". Com base no texto e nos conhecimentos sobre a questão racial no Brasil, é correto afirmar: a) Nas relações sociais a "cor" do indivíduo é tomada como símbolo da sua condição social. b) O racismo é produto de ações sociais isoladas e desconectadas dos conflitos ocorridos ao longo da história do Brasil. c) A escravatura amena e a democracia nas relações étnicas (raciais) levaram à elaboração de um "racismo brando". d) As oportunidades sociais estão abertas a todos que se esforçam e independem da "cor" do indivíduo. 4) A recente decisão do STF sobre a legimitidade das cotas raciais em universidades federais e o projeto de lei aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) que consolida um sistema que reserva 50% das vagas oferecidas pelas universidades e institutos federais para cota racial e social colocam em xeque novamente as discussões em torno da efetividade da instituição do sistema de cotas no Brasil. Afinal, O sistema de cotas irá amenizar as desigualdades étnicas(raciais) ou irá reafirmar a tese racista de classificação entre raças? ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________