O capítulo discute as motivações para nossas ações, dividindo-as em ordens, costumes e caprichos. Ordens referem-se a ações motivadas por mandatos externos, costumes são ações quase automáticas baseadas em hábito, e caprichos são impulsos internos. O autor argumenta que nenhuma dessas motivações é suficiente sozinha para determinar se uma ação é correta, e que devemos usar nossa liberdade e consciência moral para avaliar cada situação.