TRABALHO DE QUÍMICA
REAÇÕES ORGÂNICAS DE SUBSTITUIÇÃO
INTRODUÇÃO
Reações de Substituição são reações características de composto muito
estáveis, como os composto saturados (alcanos e ciclanos a partir de 5
carbonos) e aromáticos. Nas reações de substituição, ocorre a troca de um
átomo de hidrogênio do hidrocarboneto por outro átomo ou grupo de
átomos. Exemplo:
Halogenação
 É a reação de substituição de um ou mais átomos de hidrogênio por
átomos de algum halogênio (Cl, Br, I, F), formando um derivado
halogenado e um ácido halogenídrico.
 Exemplos:
 Quando o hidrocarboneto apresentar carbonos primários, secundários e
terciários, a substituição do hidrogênio ocorrerá preferencialmente no
carbono mais reativo.
 Exemplos:
Nitração
 Reação de substituição onde um ou mais átomos de hidrogênio são
substituídos pelo radical – NO2, proveniente do ácido nítrico (HNO3 ou HO-
NO2), em presença de ácido sulfúrico quente, formando nitrocompostos.
 Exemplos:
Sulfonação
 Reação de substituição onde um ou mais átomos de hidrogênio são
substituídos um ou mais grupos sulfônicos (- SO3H). É realizada na presença
de ácido sulfúrico (H2SO4). Formando-se, então, ácidos sulfônicos.
 Exemplos:
Alquilação
 Consiste na reação entre derivados halogenados ou haletos orgânicos e
hidrocarbonetos aromáticos para formar hidrocarbonetos aromáticos
ramificados.
 Exemplos:
Acilação
 É a reação entre haletos de ácido carboxílico e hidrocarbonetos
aromáticos, formando cetonas ou aldeído. A reação necessita da
presença de um catalisador (AlCl3). Tanto a alquilação quanto a acilação
são conhecidas por Reações de Friedel-Crafts, método de obtenção de
compostos carboxílicos.
 Exemplos:
Dirigência nos compostos aromáticos
 Ao se realizar a segunda substituição num anel aromático, verifica-se,
experimentalmente, que há uma dependência do primeiro grupo
substituinte, ou seja, o primeiro ligante determinará a posição prefencial
da nova substituição. Esse fenômeno, dá-se o nome de dirigência de
radicais.
 Radicais orto-para dirigentes: são radicais presentes no núcleo aromático
que orientam a segunda substituição nos carbonos orto e para.
 Esses radicais se caracterizam por apresentar apenas um átomo ou um
grupo de átomos com somente simples ligações.
 Exemplos:
 Radicais meta dirigentes: orientam a substituição o núcleo aromático nos
carbonos da posição meta, para formar o composto principal.
 Esses radicais caracterizam-se por apresentar, em sua, estrutura, elétrons pi
(duplas ou triplas ligações) ou ligação covalente chamada, comumente,
de coordenada ou dativa.
 Exemplos:
Mecanismos das reações de substituição
 Quanto à halogenação de alcanos, o mecanismo que explica a
substituição é denominado substituição via radical livre, devido às cisões
homolíticas nas etapas da reação: (X = Halogênio, R = Radical alquila).
 Quanto à substituição em compostos aromáticos, que possuem nuvem
eletrônica deslocalizada, será sempre um substituição eletrófila, em que o
primeiro ataque ao núcleo aromático será do grupo que apresenta carga
positiva.
Ressonância
 Sempre que, em uma fórmula estrutural, pudermos mudar a posição dos
elétrons sem mudar a posição dos átomos, a estrutura real não será
nenhuma das estruturas obtidas, mas sim um híbrido de ressonância
daquelas estruturas.
 Em 1930, o cientista americano Linus Pauling propôs a teoria da
ressonância. Esta teoria dizia o seguinte:
 “Sempre que, em uma fórmula estrutural, pudermos mudar a posição dos
elétrons sem mudar a posição dos átomos, a estrutura real não será
nenhuma das estruturas obtidas, mas sim um híbrido de
ressonância daquelas estruturas.”
 Este efeito é comprovado pelo tamanho das ligações dos carbonos, e
pela distância entre eles. Essa distância é intermediária a da ligação
simples (1,54 Å) e a da ligação dupla (1,34 Å); sendo, portanto, de 1,39 Å,
em virtude do efeito de ressonância.
 Este efeito também pode ser visto na estrutura da molécula de ozônio
(O3), conforme mostrado abaixo:
EQUIPE
 SARAH LUCENA, 32
 PAULA NOGUEIRA, 28
 BEATRIZ ANGELIM, 04
 TALES NOGUEIRA, 33
 ÁDILA ALMINO, 01
 LIA NOGUEIRA, 21

Trabalho de química

  • 1.
    TRABALHO DE QUÍMICA REAÇÕESORGÂNICAS DE SUBSTITUIÇÃO
  • 2.
    INTRODUÇÃO Reações de Substituiçãosão reações características de composto muito estáveis, como os composto saturados (alcanos e ciclanos a partir de 5 carbonos) e aromáticos. Nas reações de substituição, ocorre a troca de um átomo de hidrogênio do hidrocarboneto por outro átomo ou grupo de átomos. Exemplo:
  • 3.
    Halogenação  É areação de substituição de um ou mais átomos de hidrogênio por átomos de algum halogênio (Cl, Br, I, F), formando um derivado halogenado e um ácido halogenídrico.  Exemplos:
  • 4.
     Quando ohidrocarboneto apresentar carbonos primários, secundários e terciários, a substituição do hidrogênio ocorrerá preferencialmente no carbono mais reativo.  Exemplos:
  • 5.
    Nitração  Reação desubstituição onde um ou mais átomos de hidrogênio são substituídos pelo radical – NO2, proveniente do ácido nítrico (HNO3 ou HO- NO2), em presença de ácido sulfúrico quente, formando nitrocompostos.  Exemplos:
  • 6.
    Sulfonação  Reação desubstituição onde um ou mais átomos de hidrogênio são substituídos um ou mais grupos sulfônicos (- SO3H). É realizada na presença de ácido sulfúrico (H2SO4). Formando-se, então, ácidos sulfônicos.  Exemplos:
  • 7.
    Alquilação  Consiste nareação entre derivados halogenados ou haletos orgânicos e hidrocarbonetos aromáticos para formar hidrocarbonetos aromáticos ramificados.  Exemplos:
  • 8.
    Acilação  É areação entre haletos de ácido carboxílico e hidrocarbonetos aromáticos, formando cetonas ou aldeído. A reação necessita da presença de um catalisador (AlCl3). Tanto a alquilação quanto a acilação são conhecidas por Reações de Friedel-Crafts, método de obtenção de compostos carboxílicos.  Exemplos:
  • 9.
    Dirigência nos compostosaromáticos  Ao se realizar a segunda substituição num anel aromático, verifica-se, experimentalmente, que há uma dependência do primeiro grupo substituinte, ou seja, o primeiro ligante determinará a posição prefencial da nova substituição. Esse fenômeno, dá-se o nome de dirigência de radicais.  Radicais orto-para dirigentes: são radicais presentes no núcleo aromático que orientam a segunda substituição nos carbonos orto e para.
  • 10.
     Esses radicaisse caracterizam por apresentar apenas um átomo ou um grupo de átomos com somente simples ligações.
  • 11.
  • 12.
     Radicais metadirigentes: orientam a substituição o núcleo aromático nos carbonos da posição meta, para formar o composto principal.  Esses radicais caracterizam-se por apresentar, em sua, estrutura, elétrons pi (duplas ou triplas ligações) ou ligação covalente chamada, comumente, de coordenada ou dativa.
  • 13.
  • 14.
    Mecanismos das reaçõesde substituição  Quanto à halogenação de alcanos, o mecanismo que explica a substituição é denominado substituição via radical livre, devido às cisões homolíticas nas etapas da reação: (X = Halogênio, R = Radical alquila).
  • 15.
     Quanto àsubstituição em compostos aromáticos, que possuem nuvem eletrônica deslocalizada, será sempre um substituição eletrófila, em que o primeiro ataque ao núcleo aromático será do grupo que apresenta carga positiva.
  • 16.
    Ressonância  Sempre que,em uma fórmula estrutural, pudermos mudar a posição dos elétrons sem mudar a posição dos átomos, a estrutura real não será nenhuma das estruturas obtidas, mas sim um híbrido de ressonância daquelas estruturas.  Em 1930, o cientista americano Linus Pauling propôs a teoria da ressonância. Esta teoria dizia o seguinte:  “Sempre que, em uma fórmula estrutural, pudermos mudar a posição dos elétrons sem mudar a posição dos átomos, a estrutura real não será nenhuma das estruturas obtidas, mas sim um híbrido de ressonância daquelas estruturas.”
  • 18.
     Este efeitoé comprovado pelo tamanho das ligações dos carbonos, e pela distância entre eles. Essa distância é intermediária a da ligação simples (1,54 Å) e a da ligação dupla (1,34 Å); sendo, portanto, de 1,39 Å, em virtude do efeito de ressonância.  Este efeito também pode ser visto na estrutura da molécula de ozônio (O3), conforme mostrado abaixo:
  • 19.
    EQUIPE  SARAH LUCENA,32  PAULA NOGUEIRA, 28  BEATRIZ ANGELIM, 04  TALES NOGUEIRA, 33  ÁDILA ALMINO, 01  LIA NOGUEIRA, 21