O documento discute as visões de João Maurício Adeodato sobre ética e direito. Ele argumenta que o direito é o único ambiente ético comum na sociedade, servindo como um "mínimo ético" para harmonizar a convivência social. Também aborda os poderes do judiciário de concretizar as normas legais e preencher lacunas nas leis, desde que proteja a constituição.