Partindo da ótica dos fariseus e
autoridades      religiosas,     Jesus
transgredia a lei de Moisés. Mas na
verdade,     Jesus      fazia     uma
reinterpretação da lei, buscando
revelar a essência da mesma,
libertando-a       das       tradições
humanas.
A lei original de Deus é santa, justa e boa, Dt 4.8;
é também, espiritual, Rm 7.14, perfeita, Sl 19.7, e pura,
Sl 19.8, mas acrescida das tradições humanas, se
tornou inválida, pois ao invés de encarnar a essência
espiritual da lei, vivenciando os seus princípios
morais e espirituais, os israelitas não foram além de
uma obediência formal, não entenderam que a
perfeição não é tanto uma questão de fazer, mas de
ser. Portanto, somente Jesus incorporou na vida os
princípios da lei, tornando, desse modo, o homem
perfeito objetivado pela lei.
Jesus consumou-a no sentido de
torná-la efetiva, o que a lei preceituava
cumpriu-se na vida e nos atos do
Senhor. A lei tinha um alvo a atingir, e
esse alvo é Jesus. Paulo disse: “Porque
o fim da lei é Cristo para justiça de
todo aquele que crê”, Rm 10.4.
Jesus    restaurou   os   valores
permanentes da lei, os quais estavam
comprometidos com as interpretações
tendenciosas dos judeus, um exemplo é
o     acréscimo    que   fizeram    ao
mandamento de honrar pai e mãe, Mc
7.10-13.
A lei revelava um padrão divino e
tinha como propósito gerar atitudes
espirituais demonstrados por um
procedimento santo, sendo pois,
impossível ao homem atender esse
preceito legal, objetivava então, levá-los
a aceitar a manifestação da graça de
Deus na pessoa do Senhor Jesus Cristo.
Os religiosos da Antiga Aliança
entendiam que o objetivo da lei era
restringir atos externos, Jesus denunciou o
equívoco dos judeus, e interiorizou os
princípios legais, demonstrando que a lei
deve restringir as intenções e motivações de
tais atos. Enquanto para os judeus a lei
restringia homicídios, para Jesus restringia
o ódio, Mt 5.21-22
O Novo Testamento atribui a Jesus
vários títulos, contudo há dois que são
relevantes, os quais denominamos
messiânicos, os quais são: “Filho de
Deus” e “Filho do Homem”. Para a
formação        de    uma       teologia
genuinamente           bíblica,        é
imprescindível que compreendamos o
sentido escriturístico desses dois
títulos.
Os israelitas, guardiões dos
oráculos divinos, já estavam
familiarizados com o título “Filho de
Deus”, que no Velho Testamento tem
significados     diversos,      como
veremos a seguir:
Em Gn 6.1,2 é uma referência aos
                  descendentes de Sete, e não aos
  APLICADO AOS
                  anjos, como ensinam algumas
    CRENTES DA
                  seitas    heréticas,   conforme
   ANTIGUIDADE
                  ensinou Jesus, os anjos são
                  assexuados, Mt 22.30.
  APLICADO AOS Conforme inferimos do Salmo
 JUIZES DE ISRAEL 82.2,6,7
APLICADO À NAÇÃO Conforme inferimos de Ex 4.22; Os
     DE ISRAEL    1.10
 APLICADO AO REI Conforme inferimos do Salmo 2.6,7
   TEOCRÁTICO
1. Jesus referiu-se a Deus como Pai, Mt 11.27; Mc 14.36
2. Na parábola dos lavradores maus, Jesus se identifica com o
   filho do Senhor da vinha, Mc 12.6
3. No julgamento, Jesus afirmou ser o Filho de Deus, Mc
   14.61,62
4. O Evangelho de João foi escrito para que creiamos que Jesus
   é o Filho de Deus, Jo 20.31
5. No batismo e na transfiguração, o próprio Pai disse que
   Jesus é o seu Filho Amado, Mc 1.11; Lc 3.22; Mt 3.17; Mt 17.5; Mc
   9.7 e Lc 9.35.
6. Satanás se dirigiu a Jesus como Filho de Deus, Mt 4.3
7. Os próprios demônios também se dirigiram a Jesus como
   Filho de Deus, Mt 8.29
8. Finalmente, o apóstolo Pedro, por divina revelação,
   declarou: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo, Mt 16.16
SENTIDO
                          MESSIÂNICO        Nos dias de Jesus
 O reconhecimento do                        havia                um
centurião e os que com                      entendimento de que
 ele estavam, Mt 27.54                      o título “Filho de Deus”
                                            era uma referência ao
                                            Messias.

   O próprio escárnio
                                            Declaração de Pedro,
  proferido pelo povo,
                                                Mt 16.16-20
   Mt 27.40; Mc 15.32

                   Declaração do próprio Senhor
                      no julgamento, Mc 14.61
SENTIDO ÉTICO



         O aspecto ético do título
Filho de Deus ressalta que aquele
que faz jus a Ele é quem tem uma
relação toda especial com Deus;
quem tem Dele um profundo
conhecimento e, por isso, participa
íntima e intensamente de todos os
seus propósitos e ideais, sendo-
lhe em tudo obediente.
 Como podemos explicar o fato do
  Verbo divino tomar a forma humana
  sem abrir mão da natureza divina?
 Como o Verbo divino, como Ser
  eterno, pode ser gerado?
 Como entender o fato do Verbo divino
  entrar no plano da temporalidade,
  morrer, ressuscitar e continuar
  sendo o Ser Eterno?
Localizada
                                                Aprende
                                                Limitada
                         NATUREZA HUMANA
                                           Ele age por meio de
Não dividindo a Pessoa       PESSOA
                                            qualquer um das
 nem Confundindo as            DO
                                                naturezas
      Naturezas               FILHO

                                              Onipotente
                                               Onisciente
                                              Onipresente
                            NATUREZA
            PESSOA           DIVINA        ESPÍRITO
            DO PAI                          SANTO
Onipotente         PESSOA
 Onisciente        DO PAI
Onipresente



 PESSOA           NATUREZA
   DO                              ESPÍRITO
                   DIVINA           SANTO
  FILHO
NATUREZA HUMANA
 TEMPORALIDADE


 Localizada
                               GLORIFICOU A
                                               NATUREZA HUMANA
  Aprende
                             NATUREZA HUMANA     GLORIFICADA
  Limitada
O termo “Kenosis” é de origem grega “kenós”,
significa vazio, oco, sem coisa alguma. Termo
usado para explicar o esvaziamento da glória
de Cristo quando de sua encarnação. Ao fazer-
se homem renunciou Ele temporariamente a
glória da divindade, Fp 2.1-6. O capítulo 53 de
Isaías é a passagem que melhor retrata a
kenósis de Cristo. Segundo vaticina o profeta,
em Jesus não havia beleza nem formosura.
Mas foi esta humilhação que Deus usou para
exaltar o ser humano.
Quando se trata da kenósis de Cristo, há
de se tomar muito cuidado. É contra o espírito
do Novo Testamento, por exemplo, afirmar que
o Senhor Jesus esvaziou-se de sua divindade.
Ao encarnar-se esvaziou-se Ele apenas da sua
glória. Pois em todo o seu ministério, agiu
como verdadeiro homem e verdadeiro Deus.
     Na oração sacerdotal, Jesus passa a
reivindicar, junto ao Pai, a glória que
desfrutara desde a mais remota eternidade. E
com a sua morte e ressurreição foi atendido.
A teologia kenótica é um
movimento surgido na Inglaterra no
século 19, cujo o objetivo era enfatizar
a kenósis de Cristo. Em torno desse
tema    muitas      questões      foram
suscitadas, como veremos a seguir,
conforme exposição do teólogo H.
Wayne House, em seu livro Teologia
Cristã:
O Filho de Deus pôs de lado
            a sua participação na
            Deidade quando tornou-se
   Cristo   homem. Todos os atributos
esvaziou-se da       sua     divindade
    da      literalmente     cessaram
Consciência quando       ocorreu      a
  Divina    encarnação. O Logos
            tornou-se uma alma que
            residiu no Jesus humano.
O Logos trocou a sua forma
            externa por uma forma
            temporal      condicionada
   Cristo   pela natureza humana.
esvaziou-se Nessa forma temporal,
 da Forma Cristo não mais possuía
 Eterna de todos       os     atributos
    Ser     pertinentes à Deidade,
            embora pudesse exercer
            poderes sobrenaturais.
Esta noção faz uma
              distinção         entre
    Cristo    atributos    essenciais,
 esvaziou-se tais como verdade e
dos atributos amor,     e     aqueles
 relativos da relacionados com o
   Deidade    universo criado, tais
              como onipotência e
              onipresença.
Na encarnação de Cristo, o
    Cristo    Logos assumiu uma vida
 esvaziou-se dupla. Um “centro vital”
      da      continuou a funcionar
 Integridade conscientemente         na
da Existência Trindade, ao passo que o
    Divina    outro encarnou-se com a
   Infinita   natureza         humana,
              inconsciente das funções
              cósmicas da Deidade.
O Logos entregou ao Pai
             todas as suas funções e
   Cristo    responsabilidades
esvaziou-se divinas.     O     Logos
da Atividade encarnado        estava
   Divina    inconsciente        dos
             acontecimentos
             internos da Trindade.
O Logos removeu a
              atuação dos atributos
     Cristo   divinos do campo do
 esvaziou-se real para o potencial.
 do Exercício Ele     reteve     sua
  Efetivo das consciência divina mas
Prerrogativas renunciou           às
    Divinas   condições           da
              infinidade e à sua
              forma.
Existe o pensamento de que Cristo operou
milagres, entretanto, os milagres não eram provas
de sua divindade. Segundo esse entendimento
Cristo operou como qualquer de nós hoje também
podemos operar. Contudo, é bom que se diga que
Ele operou devido a sua natureza divina, nós,
porque Ele nos fez participante da sua natureza,
leia II Pe 1.4. Outrossim, Jesus é Deus, e uma das
características da natureza divina é a
imutabilidade, Nm 23.19; I Sm 15.29; Jó 23.13; Sl
33.11; 119.89,90; Ml 3.6. Portanto, o Verbo se fez
carne, sem que a sua divindade sofresse qualquer
mudança.
O Logos possuía os
Cristo esvaziou-
                  atributos  divinos,
  se do Uso dos
                  mas escolheu não
Atributos Divinos
                  usá-los.
O Logos sempre possuiu e
               pôde       utilizar    as
               prerrogativas da Deidade,
     Cristo    mas       sempre      em
esvaziou-se do submissão ao poder do
   Exercício   Pai e pelo poder Pai e do
Independente Espírito Santo. O Cristo
 dos Atributos encarnado nunca fez nada
    Divinos    independentemente por
               meio da sua própria
               divindade.
O Logos esvaziou-se
Cristo esvaziou-
                   da forma exterior da
se das Insígnias
                   divindade.     (Esta
da Majestade, as
                   noção é vaga quanto
Prerrogativas da
                   ao seu significado
   Divindade
                   preciso.)

Teo do n t slide do dia 27 de janeiro

  • 3.
    Partindo da óticados fariseus e autoridades religiosas, Jesus transgredia a lei de Moisés. Mas na verdade, Jesus fazia uma reinterpretação da lei, buscando revelar a essência da mesma, libertando-a das tradições humanas.
  • 4.
    A lei originalde Deus é santa, justa e boa, Dt 4.8; é também, espiritual, Rm 7.14, perfeita, Sl 19.7, e pura, Sl 19.8, mas acrescida das tradições humanas, se tornou inválida, pois ao invés de encarnar a essência espiritual da lei, vivenciando os seus princípios morais e espirituais, os israelitas não foram além de uma obediência formal, não entenderam que a perfeição não é tanto uma questão de fazer, mas de ser. Portanto, somente Jesus incorporou na vida os princípios da lei, tornando, desse modo, o homem perfeito objetivado pela lei.
  • 5.
    Jesus consumou-a nosentido de torná-la efetiva, o que a lei preceituava cumpriu-se na vida e nos atos do Senhor. A lei tinha um alvo a atingir, e esse alvo é Jesus. Paulo disse: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”, Rm 10.4.
  • 6.
    Jesus restaurou os valores permanentes da lei, os quais estavam comprometidos com as interpretações tendenciosas dos judeus, um exemplo é o acréscimo que fizeram ao mandamento de honrar pai e mãe, Mc 7.10-13.
  • 7.
    A lei revelavaum padrão divino e tinha como propósito gerar atitudes espirituais demonstrados por um procedimento santo, sendo pois, impossível ao homem atender esse preceito legal, objetivava então, levá-los a aceitar a manifestação da graça de Deus na pessoa do Senhor Jesus Cristo.
  • 8.
    Os religiosos daAntiga Aliança entendiam que o objetivo da lei era restringir atos externos, Jesus denunciou o equívoco dos judeus, e interiorizou os princípios legais, demonstrando que a lei deve restringir as intenções e motivações de tais atos. Enquanto para os judeus a lei restringia homicídios, para Jesus restringia o ódio, Mt 5.21-22
  • 10.
    O Novo Testamentoatribui a Jesus vários títulos, contudo há dois que são relevantes, os quais denominamos messiânicos, os quais são: “Filho de Deus” e “Filho do Homem”. Para a formação de uma teologia genuinamente bíblica, é imprescindível que compreendamos o sentido escriturístico desses dois títulos.
  • 11.
    Os israelitas, guardiõesdos oráculos divinos, já estavam familiarizados com o título “Filho de Deus”, que no Velho Testamento tem significados diversos, como veremos a seguir:
  • 12.
    Em Gn 6.1,2é uma referência aos descendentes de Sete, e não aos APLICADO AOS anjos, como ensinam algumas CRENTES DA seitas heréticas, conforme ANTIGUIDADE ensinou Jesus, os anjos são assexuados, Mt 22.30. APLICADO AOS Conforme inferimos do Salmo JUIZES DE ISRAEL 82.2,6,7 APLICADO À NAÇÃO Conforme inferimos de Ex 4.22; Os DE ISRAEL 1.10 APLICADO AO REI Conforme inferimos do Salmo 2.6,7 TEOCRÁTICO
  • 13.
    1. Jesus referiu-sea Deus como Pai, Mt 11.27; Mc 14.36 2. Na parábola dos lavradores maus, Jesus se identifica com o filho do Senhor da vinha, Mc 12.6 3. No julgamento, Jesus afirmou ser o Filho de Deus, Mc 14.61,62 4. O Evangelho de João foi escrito para que creiamos que Jesus é o Filho de Deus, Jo 20.31 5. No batismo e na transfiguração, o próprio Pai disse que Jesus é o seu Filho Amado, Mc 1.11; Lc 3.22; Mt 3.17; Mt 17.5; Mc 9.7 e Lc 9.35. 6. Satanás se dirigiu a Jesus como Filho de Deus, Mt 4.3 7. Os próprios demônios também se dirigiram a Jesus como Filho de Deus, Mt 8.29 8. Finalmente, o apóstolo Pedro, por divina revelação, declarou: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo, Mt 16.16
  • 14.
    SENTIDO MESSIÂNICO Nos dias de Jesus O reconhecimento do havia um centurião e os que com entendimento de que ele estavam, Mt 27.54 o título “Filho de Deus” era uma referência ao Messias. O próprio escárnio Declaração de Pedro, proferido pelo povo, Mt 16.16-20 Mt 27.40; Mc 15.32 Declaração do próprio Senhor no julgamento, Mc 14.61
  • 15.
    SENTIDO ÉTICO O aspecto ético do título Filho de Deus ressalta que aquele que faz jus a Ele é quem tem uma relação toda especial com Deus; quem tem Dele um profundo conhecimento e, por isso, participa íntima e intensamente de todos os seus propósitos e ideais, sendo- lhe em tudo obediente.
  • 16.
     Como podemosexplicar o fato do Verbo divino tomar a forma humana sem abrir mão da natureza divina?  Como o Verbo divino, como Ser eterno, pode ser gerado?  Como entender o fato do Verbo divino entrar no plano da temporalidade, morrer, ressuscitar e continuar sendo o Ser Eterno?
  • 17.
    Localizada Aprende Limitada NATUREZA HUMANA Ele age por meio de Não dividindo a Pessoa PESSOA qualquer um das nem Confundindo as DO naturezas Naturezas FILHO Onipotente Onisciente Onipresente NATUREZA PESSOA DIVINA ESPÍRITO DO PAI SANTO
  • 18.
    Onipotente PESSOA Onisciente DO PAI Onipresente PESSOA NATUREZA DO ESPÍRITO DIVINA SANTO FILHO NATUREZA HUMANA TEMPORALIDADE Localizada GLORIFICOU A NATUREZA HUMANA Aprende NATUREZA HUMANA GLORIFICADA Limitada
  • 19.
    O termo “Kenosis”é de origem grega “kenós”, significa vazio, oco, sem coisa alguma. Termo usado para explicar o esvaziamento da glória de Cristo quando de sua encarnação. Ao fazer- se homem renunciou Ele temporariamente a glória da divindade, Fp 2.1-6. O capítulo 53 de Isaías é a passagem que melhor retrata a kenósis de Cristo. Segundo vaticina o profeta, em Jesus não havia beleza nem formosura. Mas foi esta humilhação que Deus usou para exaltar o ser humano.
  • 20.
    Quando se tratada kenósis de Cristo, há de se tomar muito cuidado. É contra o espírito do Novo Testamento, por exemplo, afirmar que o Senhor Jesus esvaziou-se de sua divindade. Ao encarnar-se esvaziou-se Ele apenas da sua glória. Pois em todo o seu ministério, agiu como verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Na oração sacerdotal, Jesus passa a reivindicar, junto ao Pai, a glória que desfrutara desde a mais remota eternidade. E com a sua morte e ressurreição foi atendido.
  • 21.
    A teologia kenóticaé um movimento surgido na Inglaterra no século 19, cujo o objetivo era enfatizar a kenósis de Cristo. Em torno desse tema muitas questões foram suscitadas, como veremos a seguir, conforme exposição do teólogo H. Wayne House, em seu livro Teologia Cristã:
  • 22.
    O Filho deDeus pôs de lado a sua participação na Deidade quando tornou-se Cristo homem. Todos os atributos esvaziou-se da sua divindade da literalmente cessaram Consciência quando ocorreu a Divina encarnação. O Logos tornou-se uma alma que residiu no Jesus humano.
  • 23.
    O Logos trocoua sua forma externa por uma forma temporal condicionada Cristo pela natureza humana. esvaziou-se Nessa forma temporal, da Forma Cristo não mais possuía Eterna de todos os atributos Ser pertinentes à Deidade, embora pudesse exercer poderes sobrenaturais.
  • 24.
    Esta noção fazuma distinção entre Cristo atributos essenciais, esvaziou-se tais como verdade e dos atributos amor, e aqueles relativos da relacionados com o Deidade universo criado, tais como onipotência e onipresença.
  • 25.
    Na encarnação deCristo, o Cristo Logos assumiu uma vida esvaziou-se dupla. Um “centro vital” da continuou a funcionar Integridade conscientemente na da Existência Trindade, ao passo que o Divina outro encarnou-se com a Infinita natureza humana, inconsciente das funções cósmicas da Deidade.
  • 26.
    O Logos entregouao Pai todas as suas funções e Cristo responsabilidades esvaziou-se divinas. O Logos da Atividade encarnado estava Divina inconsciente dos acontecimentos internos da Trindade.
  • 27.
    O Logos removeua atuação dos atributos Cristo divinos do campo do esvaziou-se real para o potencial. do Exercício Ele reteve sua Efetivo das consciência divina mas Prerrogativas renunciou às Divinas condições da infinidade e à sua forma.
  • 28.
    Existe o pensamentode que Cristo operou milagres, entretanto, os milagres não eram provas de sua divindade. Segundo esse entendimento Cristo operou como qualquer de nós hoje também podemos operar. Contudo, é bom que se diga que Ele operou devido a sua natureza divina, nós, porque Ele nos fez participante da sua natureza, leia II Pe 1.4. Outrossim, Jesus é Deus, e uma das características da natureza divina é a imutabilidade, Nm 23.19; I Sm 15.29; Jó 23.13; Sl 33.11; 119.89,90; Ml 3.6. Portanto, o Verbo se fez carne, sem que a sua divindade sofresse qualquer mudança.
  • 30.
    O Logos possuíaos Cristo esvaziou- atributos divinos, se do Uso dos mas escolheu não Atributos Divinos usá-los.
  • 31.
    O Logos semprepossuiu e pôde utilizar as prerrogativas da Deidade, Cristo mas sempre em esvaziou-se do submissão ao poder do Exercício Pai e pelo poder Pai e do Independente Espírito Santo. O Cristo dos Atributos encarnado nunca fez nada Divinos independentemente por meio da sua própria divindade.
  • 32.
    O Logos esvaziou-se Cristoesvaziou- da forma exterior da se das Insígnias divindade. (Esta da Majestade, as noção é vaga quanto Prerrogativas da ao seu significado Divindade preciso.)