3º Ano – Ensino Médio
Surge uma
necessidade
de se olhar e
compreender
a nova forma
de
organização
da sociedade!
O que está acontecendo no
mundo?
O que está acontecendo no
mundo?
•Reforma Protestante;•Reforma Protestante;
•Iluminismo;•Iluminismo;
•Revolução Francesa;•Revolução Francesa;
•Revolução Industrial;•Revolução Industrial;
Módulo 01Módulo 01
HENRY DE SAINT-SIMON
•Economista;•Economista;
•Socialismo Utópico e
Positivismo;
•Socialismo Utópico e
Positivismo;
•Desapega-se dos seus
bens aos 40 anos.
•Desapega-se dos seus
bens aos 40 anos.
Capacidade
Produtiva
Fome
Racionalização da Produção
Aumentar a produção 
Hierarquização e Especializações
Aumentar a produção 
Hierarquização e Especializações
SITUAÇÃO
CONTROVERSA
SITUAÇÃO
CONTROVERSA
Limitava o aprendizado
e a liberdade!
Limitava o aprendizado
e a liberdade!
Auguste Comte (Positivismo)
•Inspirado por Saint-
Simon;
•Inspirado por Saint-
Simon;
“A crença e a
permanência dos
dogmas eram
obstáculos à
iluminação dos
homens”.
“A crença e a
permanência dos
dogmas eram
obstáculos à
iluminação dos
homens”.
Auguste Comte (Positivismo)
Física Social  SOCIOLOGIAFísica Social  SOCIOLOGIA
Auguste Comte (Positivismo)
Neutralidade do PesquisadorNeutralidade do Pesquisador
Especialização visando
RESULTADOS na linha de
produção
Especialização visando
RESULTADOS na linha de
produção
Liberdade  dá lugar à
obediência
Liberdade  dá lugar à
obediência
Auguste Comte (Positivismo)
Princípios da Sociologia de Comte
1) Prioridade do todo sobre as partes;1) Prioridade do todo sobre as partes;
2) Progresso dos conhecimentos como
característica da humanidade;
2) Progresso dos conhecimentos como
característica da humanidade;
3) Homem igual em qualquer lugar e
qualquer momento historico.
3) Homem igual em qualquer lugar e
qualquer momento historico.
Auguste Comte (Positivismo)
Estágios de
Desenvolvimento das
Sociedades 
Evolução
Estágios de
Desenvolvimento das
Sociedades 
Evolução
Lei dos Três Estados (Positivismo)
1º
) TEOLÓGICO
Influenciada pelos valores espirituais e
dogmas;
Influenciada pelos valores espirituais e
dogmas;
Mascara a realidade social em nome do
mistério divino;
Mascara a realidade social em nome do
mistério divino;
Atributo divino  inquestionável;Atributo divino  inquestionável;
CENTRALIDADE DA RELIGIÃOCENTRALIDADE DA RELIGIÃO
Lei dos Três Estados (Positivismo)
2º
) METAFÍSICO
Momento de transição  abandono não
pleno dos valores espirituais;
Momento de transição  abandono não
pleno dos valores espirituais;
Não se busca comprovação prática 
investiação contemplativa;
Não se busca comprovação prática 
investiação contemplativa;
SUBSTITUIÇÃO DA RELIGIÃO PELA
FILOSOFIA
SUBSTITUIÇÃO DA RELIGIÃO PELA
FILOSOFIA
Lei dos Três Estados (Positivismo)
3º
) POSITIVO / CIENTÍFICO
Ciência que investiga a natureza e comprova
suas descobertas;
Ciência que investiga a natureza e comprova
suas descobertas;
Comprovações práticasComprovações práticas
ÚLTIMO ESTÁGIO CIVILIZACIONAL 
Países Europeus em Modernização
Industrial
ÚLTIMO ESTÁGIO CIVILIZACIONAL 
Países Europeus em Modernização
Industrial
Positivismo (Auguste Comte)
PERDA DO SENSO
ÉTICO E MORAL EM
NOME DO LUCRO E
ACUMULAÇÃO DE
RIQUEZAS
Religião da Humanidade
NÃO SE PAUTA NA
EXISTÊNCIA DE UM
SER DIVINO, MAS
BUSCA O RETORNO
AO ALTRUÍSMO.
Religião da Humanidade
SEMINÁRIO 
A RELIGIÃO DA
HUMANIDADE
Séc. XIX
NOVOS
VALORESUrbanizaçãoUrbanização IndustrializaçãoIndustrialização LaicizaçãoLaicização
Módulo 02Módulo 02
ILUMINISMO SÉC. XVII
IndustrializaçãoIndustrialização
ILUMINISMO SÉC. XVII
Séc. XIX
NOVA
SOCIEDADEMérito
Próprio
Mérito
Próprio
Ascender
Socialmente
Ascender
Socialmente
Módulo 02Módulo 02
EMPREENDEDO
RES + MÃO DE
OBRA
Émile Durkheim
UM DOS PAIS DA
SOCIOLOGIA
FUNCIONALISMOFUNCIONALISMO
Funções que os
indivíduos devem
desempenhar,
obrigados pelas
instituições sociais
Funções que os
indivíduos devem
desempenhar,
obrigados pelas
instituições sociais
Émile Durkheim
INSTITUIÇÕES
SOCIAISRegras ou Valores RECONHECIDOS,
ACEITOS e CONFIRMADOS
Regras ou Valores RECONHECIDOS,
ACEITOS e CONFIRMADOS
EXEMPLOS
Émile Durkheim
FATO
SOCIAL
ExternaExterna CoercitivaCoercitiva GeralGeral
“É toda aquela maneira de fazer,
fixada ou não, suscetível de
exercer sobre o indivíduo uma
coerção exterior”.
“É toda aquela maneira de fazer,
fixada ou não, suscetível de
exercer sobre o indivíduo uma
coerção exterior”.
Objetivo  Formar o ser social de acordo
com a sociedade em que vivemos.
Objetivo  Formar o ser social de acordo
com a sociedade em que vivemos.
Émile Durkheim
COESÃO SOCIAL =
SOLIDARIEDADE
CasamentoCasamento
FamíliaFamília
EleiçõesEleições CumprimentosCumprimentos
Solidariedade Émile Durkheim
I - SOLIDARIEDADE
MECÂNICA
Sociedades
Tradicionais
Sociedades
Tradicionais
Laços
Religiosos
Laços
Religiosos PessoaisPessoais
II - SOLIDARIEDADE
ORGÂNICA
Sociedades
Modernas
Sociedades
Modernas
Divisão do
Trabalho
Divisão do
Trabalho
Impessoais e
Profissionais
Impessoais e
Profissionais
Solidariedade Émile Durkheim
SOLIDARIEDADE
MECÂNICA
Pertencimento
ao grupo
Pertencimento
ao grupo
Enfraquecimento dos laços  ANOMIAEnfraquecimento dos laços  ANOMIA
Anomia  Estado Patológico da Sociedade
(Ruptura do Consenso entre os Indivíduos)
Anomia  Estado Patológico da Sociedade
(Ruptura do Consenso entre os Indivíduos)
Solidariedade Émile Durkheim
SOLIDARIEDADE
ORGÂNICA
Necessidade
de Produzir
Necessidade
de Produzir
Ausência de Valores Morais  ANOMIAAusência de Valores Morais  ANOMIA
DIVISÃO DO
TRABALHO
SOCIAL
Solidariedade Émile Durkheim
Estado Anômico SUICÍDIOEstado Anômico SUICÍDIO
P. 16 – Quadro de DurkheimP. 16 – Quadro de Durkheim
Karl Marx
Filosofia Alemã (Hegel)Filosofia Alemã (Hegel)
Socialismo FrancêsSocialismo Francês
Economia Política
Inglesa
Economia Política
Inglesa
Karl Marx
RELAÇÕES DE
PRODUÇÃO
DominanteDominante DominadaDominada
Meios de
Produção
Meios de
Produção
Karl Marx
LUTA DE
CLASSESMotor da
História
Motor da
História
Relações de
Produção
Relações de
Produção
CAPITALISMO 
MANIFESTAÇÃO HISTÓRICA DESSA
LUTA
Karl Marx
DITADURA DO
PROLETARIADO
SOCIALISMOSOCIALISMO
MATERIALISMO HISTÓRICO
INFRAESTRUTU
RA
SUPERESTRUTU
RA
MATERIALISMO HISTÓRICO
INFRAESTRUTU
RA
Necessidade do homem
produzir suas condições
materiais e concretas de vida,
pelo trabalho  bens
necessários à sobrevivência.
Necessidade do homem
produzir suas condições
materiais e concretas de vida,
pelo trabalho  bens
necessários à sobrevivência.
MATERIALISMO HISTÓRICO
SUPERESTRUTU
RAEstado Burguês de Direito PolíticoEstado Burguês de Direito Político
Discurso Convincente 
Modernidade é Melhor!
Discurso Convincente 
Modernidade é Melhor!
Liberdade e Igualdade 
Desde que aceitem a relação de exploração!
Liberdade e Igualdade 
Desde que aceitem a relação de exploração!
MATERIALISMO HISTÓRICO
ALIENAÇÃO
Consciência de ClassesConsciência de Classes
MATERIALISMO HISTÓRICO
O SUJEITO
TENTA GANHAR
A VIDA E
MARCAR A
HISTÓRIA, MAS
ESBARRA NA
INFRAESTRUTUR
MATERIALISMO HISTÓRICO
NÃO PODE
FAZER O QUE
DESEJA, JÁ QUE
ESTÁ INSERIDO
EM UMA
SOCIEDADE (NÃO
EXISTE
MATERIALISMO HISTÓRICO
MERCADORIA
Elemento Crucial nas relações sociaisElemento Crucial nas relações sociais
FORÇA DE
MATERIALISMO HISTÓRICO
VALOR DE USO
Utilidade do Produto.Utilidade do Produto.
VALOR DE
TROCAValor que o produto possui de venda 
Simplesmente por consumo.
Valor que o produto possui de venda 
Simplesmente por consumo.
VALOR  PROCESSO DE
FABRICAÇÃO
MATERIALISMO HISTÓRICO
EXPLORAÇÃO
MAIS-VALIA  LUCRO
MAX WEBER
Entender x CompreenderEntender x Compreender
Entender 
estabelecer uma única
razão sobre algo.
Entender 
estabelecer uma única
razão sobre algo.
Compreender  Ter
empatia, experimental.
Compreender  Ter
empatia, experimental.
A Sociologia não pode ser entendida.A Sociologia não pode ser entendida.
MAX WEBER
Visão de
Sociedade 
AGLOMERADO
DE INDIVÍDUOS
Visão de
Sociedade 
AGLOMERADO
DE INDIVÍDUOS
MAX WEBER
Toda conduta humana, pública ou não. É
ajustar-se a cada situação, tendo os
outros em mente.
Toda conduta humana, pública ou não. É
ajustar-se a cada situação, tendo os
outros em mente.
AÇÃO SOCIAL
Ação Social
AÇÃO TRADICIONAL
Aquela que existe e não é contestada.Aquela que existe e não é contestada.
Ação Social
AÇÃO AFETIVA
Aquelas motivadas pela emoção. Emocional.Aquelas motivadas pela emoção. Emocional.
Ação Social
AÇÃO RACIONAL
Aquelas planejadas, pensadas
antecipadamente.
Aquelas planejadas, pensadas
antecipadamente.
VALORES
FINS
Indivíduo e Sociedade
HUMANOS
Indivíduo e Sociedade
PROCESSO DE
SOCIALIZAÇÃO
HUMANA 
APRENDIZADO
INERENTE AO
CONTATO COM
SEMELHANTES.IMITAÇÃO
Senso Comum
FORMADO A PARTIR
DA REPETIÇÃO DE
TAREFAS
REALIZADAS DIA-A-
DIA.  ROTINA.
NATURAIS
Institucionalização Social
Incorporar as regras da sociedade em que se vive.Incorporar as regras da sociedade em que se vive.
CONTATO COM
AGENTES DE
SOCIALIZAÇÃO
IDENTIDADE
INDIVIDUAL
IDENTIDADE
COLETIVA
Como a
sociedade nos
vê, os valores
que associa a
nós e que
compartilhamos
com os outros.
Como a
sociedade nos
vê, os valores
que associa a
nós e que
compartilhamos
com os outros.
Institucionalização Social
INSTITUCIONALIZAÇÃO
 Determina a forma
como vivemos.
INSTITUCIONALIZAÇÃO
 Determina a forma
como vivemos.
A Família socialização primária
Instituição Social  Se transformaInstituição Social  Se transforma
FAMÍLIA BURGUESA  FAMÍLIA
NUCLEAR
A Família
Instituição Social  Se transformaInstituição Social  Se transforma
FAMÍLIA AMPLIADA  MAIS
COMUM EM AMBIENTES RURAIS.
FAMÍLIA NA
ATUALIDAD
E
ESCOLA séc. XVIII
SOCIALIZAÇÃO SECUNDÁRIA
REFORÇO DA COESÃO SOCIAL,
DURKHEIM
ESCOLA PRIVADA
VS
ESCOLA PÚBLICA
EqualizaçãoEqualização
TECNOLOGIA  ASPECTOS
POSITIVOS E NEGATIVOS
Exercícios
p. 28-31
Estrutura e Estratificação
Social
Organização da sociedade em grupos ou
estratos.
Organização da sociedade em grupos ou
estratos.
NASCIMENT
O
STATUS RIQUEZA E
MÉRITO
A riqueza resultante do trabalho era responsável pela
organização e divisão da sociedade.
A riqueza resultante do trabalho era responsável pela
organização e divisão da sociedade. KARL
MARX
O trabalho é importante, mas o status e a posição do
indivíduo dentro do partido também determinam as
divisões sociais.
O trabalho é importante, mas o status e a posição do
indivíduo dentro do partido também determinam as
divisões sociais. MAX
WEBER
A Análise Marxista da
Sociedade
Relações  Condições materiais de
existência
Relações  Condições materiais de
existência
ORIENTAL
ESCRAVIST
A
SERVIL
LUTA DE
CLASSES
Controle estatal sobre as terras  Servidão
Coletiva. Ex. Sociedades Egípcia / Mesopotâmicas
Controle estatal sobre as terras  Servidão
Coletiva. Ex. Sociedades Egípcia / Mesopotâmicas
CAPITALIST
A
Relação Senhor x Escravo. Ex. Grécia / RomaRelação Senhor x Escravo. Ex. Grécia / Roma
Relação Senhor Feudal (proprietário de terras) x
Servo (camponês). Ex. Sociedade Feudal Européia
Relação Senhor Feudal (proprietário de terras) x
Servo (camponês). Ex. Sociedade Feudal Européia
Burguesia x Proletariado (trabalhadores livres
diretamente explorados).
Burguesia x Proletariado (trabalhadores livres
diretamente explorados).
Página 33
Que dizem os
clássico?
A origem da
exploração.
Divisão do Trabalho
Caminho para Alienação Karl MarxCaminho para Alienação Karl Marx
ESPECIALIZA
ÇÃO
PRODUTIVI
DADE
NOÇÃO DO
VALOR DO
TRABALHO
QUALIDADE
Divisão do Trabalho
MAIS-VALIAMAIS-VALIA
BASE DO SISTEMA
CAPITALISTA
Karl Marx
DITADURA DO
PROLETARIADO
Conscientizar-se da
exploração
Conscientizar-se da
exploração
PrevisõesPrevisões
PROLETARIZ
AÇÃO
CONSCIENTIZAÇÃO DO
PROLETARIADO /
REVOLUÇÃO
Karl Marx
TECNOLOGIA
Página 34
Análise de Gráfico
A Nova Classe Média
Brasileira
A Análise Weberiana da
Sociedade
Além da luta de classesAlém da luta de classes
POSIÇÃO EM
UM PARTIDO
POLÍTICO
STATUS DE UM
INDIVÍDUO DENTRO
DA SOCIEDADE
ESFERA POLÍTICA 
GRANDE INFLUÊNCIA NA
ESFERA ECONÔMICA
POLÍTICO
X
FUNCIONÁRI
O PÚBLICO
A Análise Weberiana da
Sociedade
SOCIEDADE
NOBILIÁRQUIC
A
SOCIEDADE
MERITOCRÁTIC
A
NascimentoNascimento
MéritoMérito
Situação de Classe
SITUAÇÃO DE
MERCADO
SITUAÇÃO DE
TRABALHO
Tipo de emprego ou
ocupação que o
indivíduo possui.
Tipo de emprego ou
ocupação que o
indivíduo possui.
Posição do indivíduo
dentro da sua carreira.
Posição do indivíduo
dentro da sua carreira.
SELF MADE Man
http://www.youtube.com/watch?v=F4YoYo8dSJU
Desigualdade Social
Grupos de 5
alunos
Grupos de 5
alunos
Produzam um vídeo-musical que retrate a
desigualdade social a partir do seu olhar.
Produzam um vídeo-musical que retrate a
desigualdade social a partir do seu olhar.
As músicas não podem ser repetidas, e as
imagens devem ser produzidas pelos
próprios alunos.
As músicas não podem ser repetidas, e as
imagens devem ser produzidas pelos
próprios alunos.
2,0
TRABALHO E PRODUÇÃO
Trabalho  Ação humana que
produz mudança na natureza
Trabalho  Ação humana que
produz mudança na natureza
CULTURA
Evolução do Trabalho Capitulo 3
ANTIGUIDAD
E CLÁSSICA
Labor considerado
indigno.
Escravo x Humano
Labor considerado
indigno.
Escravo x Humano
IDADE MÉDIA
Trabalho como
castigo de DEUS;
função dos
camponeses
Trabalho como
castigo de DEUS;
função dos
camponeses
Evolução do Trabalho Capitulo 3
CAPITALISM
O
Negação do Ócio.
Trabalhadores
passam a produzir
bens econômicos em
troco de um salário
mensal.
Negação do Ócio.
Trabalhadores
passam a produzir
bens econômicos em
troco de um salário
mensal.
Crítica Marxista à Sociedade Informática
TAYLORISM
O
Frederick W. Taylor
Estabelece o tempo médio
em que cada tarefa deve ser
executada.
Frederick W. Taylor
Estabelece o tempo médio
em que cada tarefa deve ser
executada.
II Fase da Rev. Industrial (capitalismo oligopolista)
Maior divisão do trabalho industrial
II Fase da Rev. Industrial (capitalismo oligopolista)
Maior divisão do trabalho industrial
FORDISMO
PRODUÇÃO
Henry Ford
Cria a produção em série
pelas linhas de montagem.
(trabalhador = par de braços)
Henry Ford
Cria a produção em série
pelas linhas de montagem.
(trabalhador = par de braços)
Crítica Marxista à Sociedade Informática
TOYOTISMO “Casamento entre
trabalhador e empresa.
Valorização da alta
qualificação profissional.
“Casamento entre
trabalhador e empresa.
Valorização da alta
qualificação profissional.
III Fase da Rev. Industrial (avanço da robótica)
Maior divisão do trabalho industrial
III Fase da Rev. Industrial (avanço da robótica)
Maior divisão do trabalho industrial
PRODUÇÃO
QUALIDADE
RAPIDEZ
TECNOLOGIA
PRODUÇÃO DESEMPREG
O
DEMOCRACIA E CIDADANIA Mód. 9
MOVIMENTO
S SOCIAIS
DIVERSIFICAÇ
ÃO EXISTENTE
NA
SOCIEDADE
DEMOCRACIA
DEMOCRACI
A DOS
ANTIGOS
Gr. Atuação direta
dos cidadãos nas
decisões que
envolvem o espaço
público.  Princípio
de Igualdade.
Gr. Atuação direta
dos cidadãos nas
decisões que
envolvem o espaço
público.  Princípio
de Igualdade.
EXCLUDENTE
DEMOCRACIA
DEMOCRACI
A DOS
MODERNOS
Sociedade de
Massas. Modelo de
REPRESENTAÇÃO
Sociedade de
Massas. Modelo de
REPRESENTAÇÃO
LIBERDADE
DEMOCRACI
A MADURA
Comunicação entre
Estado e Sociedade
Civil.
Comunicação entre
Estado e Sociedade
Civil.
APATIA POLÍTICA
DEMOCRACIA
DEMOCRACI
A RECENTE
Inexistência ou
precaridade de
comunicação entre
Estado e Sociedade.
Inexistência ou
precaridade de
comunicação entre
Estado e Sociedade.
Organização Burocrática
Moderna Mód. 7
BureauBureau
Organização Burocrática
Moderna Mód. 7
Burocracia  “Rege o princípio de áreas
de jurisdição fixas e oficiais, ordenadas de
acordo com regulamentos, ou seja, por leis
ou normas administrativas” (Weber, 1999. p.138)
Burocracia  “Rege o princípio de áreas
de jurisdição fixas e oficiais, ordenadas de
acordo com regulamentos, ou seja, por leis
ou normas administrativas” (Weber, 1999. p.138)
ATIVIDADES FIXAS
REGULAMENTADAS
PESSOAS COM
QUALIFICAÇÃO
REGULAMENTADA
Organização Burocrática
Moderna Mód. 7
Dominação LegalDominação Legal
Dominação TradicionalDominação Tradicional
Dominação CarismáticaDominação Carismática
Organização Burocrática
Moderna Mód. 7
IMPESSOALIDA
DE
NAS RELAÇÕES
POLÍTICAS
SÚDITOS 
CIDADÃOS
Funcionário Público
x
Nobres
Funcionário Público
x
Nobres
WEBER - Burocrática
Moderna Mód. 7
DESENCANTAM
ENTO DE
MUNDO
?SIGNIFICADO
DE EXISTÊNCIA?
Burocracia Moderna
Ideal
Burocracia Moderna
Ideal
Garantia de Bom Funcionamento dos quadros
WEBER - Burocrática
Moderna Mód. 7
1. ORGANIZAÇÃO EM ESTRUTURA
HIERÁRQUICA
Conhecimento e
Execução daquilo
que se espera
Conhecimento e
Execução daquilo
que se espera
1. ORGANIZAÇÃO EM ESTRUTURA
HIERÁRQUICA
OrdensOrdens
IMPESSOALIDADEIMPESSOALIDADE
WEBER - Burocrática
Moderna Mód. 7
2. SEPARAÇÃO ENTRE ESFERA PESSOAL E
PROFISSIONAL
IMPESSOALIDADEIMPESSOALIDADE
WEBER - Burocrática
Moderna Mód. 7
3. NORMAS DE CONDUTA RÍGIDAS E
REGRAS ESCRITAS CLARAS
Objetivo  o cumprimento e
a organização do corpo
burocrático
Objetivo  o cumprimento e
a organização do corpo
burocrático
PADRONIZA
R
NORMATIZ
AR
ORGANIZA
ÇÃO
WEBER - Burocrática
Moderna
http://www.youtube.com/watch?v=SXl7mRb5Tww

Sociologia 3º ano EM

  • 1.
    3º Ano –Ensino Médio
  • 3.
    Surge uma necessidade de seolhar e compreender a nova forma de organização da sociedade!
  • 4.
    O que estáacontecendo no mundo? O que está acontecendo no mundo? •Reforma Protestante;•Reforma Protestante; •Iluminismo;•Iluminismo; •Revolução Francesa;•Revolução Francesa; •Revolução Industrial;•Revolução Industrial; Módulo 01Módulo 01
  • 5.
    HENRY DE SAINT-SIMON •Economista;•Economista; •SocialismoUtópico e Positivismo; •Socialismo Utópico e Positivismo; •Desapega-se dos seus bens aos 40 anos. •Desapega-se dos seus bens aos 40 anos.
  • 7.
  • 9.
    Racionalização da Produção Aumentara produção  Hierarquização e Especializações Aumentar a produção  Hierarquização e Especializações SITUAÇÃO CONTROVERSA SITUAÇÃO CONTROVERSA Limitava o aprendizado e a liberdade! Limitava o aprendizado e a liberdade!
  • 10.
    Auguste Comte (Positivismo) •Inspiradopor Saint- Simon; •Inspirado por Saint- Simon; “A crença e a permanência dos dogmas eram obstáculos à iluminação dos homens”. “A crença e a permanência dos dogmas eram obstáculos à iluminação dos homens”.
  • 11.
    Auguste Comte (Positivismo) FísicaSocial  SOCIOLOGIAFísica Social  SOCIOLOGIA
  • 12.
    Auguste Comte (Positivismo) Neutralidadedo PesquisadorNeutralidade do Pesquisador Especialização visando RESULTADOS na linha de produção Especialização visando RESULTADOS na linha de produção Liberdade  dá lugar à obediência Liberdade  dá lugar à obediência
  • 13.
    Auguste Comte (Positivismo) Princípiosda Sociologia de Comte 1) Prioridade do todo sobre as partes;1) Prioridade do todo sobre as partes; 2) Progresso dos conhecimentos como característica da humanidade; 2) Progresso dos conhecimentos como característica da humanidade; 3) Homem igual em qualquer lugar e qualquer momento historico. 3) Homem igual em qualquer lugar e qualquer momento historico.
  • 14.
    Auguste Comte (Positivismo) Estágiosde Desenvolvimento das Sociedades  Evolução Estágios de Desenvolvimento das Sociedades  Evolução
  • 15.
    Lei dos TrêsEstados (Positivismo) 1º ) TEOLÓGICO Influenciada pelos valores espirituais e dogmas; Influenciada pelos valores espirituais e dogmas; Mascara a realidade social em nome do mistério divino; Mascara a realidade social em nome do mistério divino; Atributo divino  inquestionável;Atributo divino  inquestionável; CENTRALIDADE DA RELIGIÃOCENTRALIDADE DA RELIGIÃO
  • 16.
    Lei dos TrêsEstados (Positivismo) 2º ) METAFÍSICO Momento de transição  abandono não pleno dos valores espirituais; Momento de transição  abandono não pleno dos valores espirituais; Não se busca comprovação prática  investiação contemplativa; Não se busca comprovação prática  investiação contemplativa; SUBSTITUIÇÃO DA RELIGIÃO PELA FILOSOFIA SUBSTITUIÇÃO DA RELIGIÃO PELA FILOSOFIA
  • 17.
    Lei dos TrêsEstados (Positivismo) 3º ) POSITIVO / CIENTÍFICO Ciência que investiga a natureza e comprova suas descobertas; Ciência que investiga a natureza e comprova suas descobertas; Comprovações práticasComprovações práticas ÚLTIMO ESTÁGIO CIVILIZACIONAL  Países Europeus em Modernização Industrial ÚLTIMO ESTÁGIO CIVILIZACIONAL  Países Europeus em Modernização Industrial
  • 18.
    Positivismo (Auguste Comte) PERDADO SENSO ÉTICO E MORAL EM NOME DO LUCRO E ACUMULAÇÃO DE RIQUEZAS
  • 19.
    Religião da Humanidade NÃOSE PAUTA NA EXISTÊNCIA DE UM SER DIVINO, MAS BUSCA O RETORNO AO ALTRUÍSMO.
  • 20.
    Religião da Humanidade SEMINÁRIO A RELIGIÃO DA HUMANIDADE
  • 21.
    Séc. XIX NOVOS VALORESUrbanizaçãoUrbanização IndustrializaçãoIndustrializaçãoLaicizaçãoLaicização Módulo 02Módulo 02 ILUMINISMO SÉC. XVII
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    Émile Durkheim UM DOSPAIS DA SOCIOLOGIA FUNCIONALISMOFUNCIONALISMO Funções que os indivíduos devem desempenhar, obrigados pelas instituições sociais Funções que os indivíduos devem desempenhar, obrigados pelas instituições sociais
  • 25.
    Émile Durkheim INSTITUIÇÕES SOCIAISRegras ouValores RECONHECIDOS, ACEITOS e CONFIRMADOS Regras ou Valores RECONHECIDOS, ACEITOS e CONFIRMADOS EXEMPLOS
  • 26.
    Émile Durkheim FATO SOCIAL ExternaExterna CoercitivaCoercitivaGeralGeral “É toda aquela maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior”. “É toda aquela maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior”. Objetivo  Formar o ser social de acordo com a sociedade em que vivemos. Objetivo  Formar o ser social de acordo com a sociedade em que vivemos.
  • 27.
    Émile Durkheim COESÃO SOCIAL= SOLIDARIEDADE CasamentoCasamento FamíliaFamília EleiçõesEleições CumprimentosCumprimentos
  • 28.
    Solidariedade Émile Durkheim I- SOLIDARIEDADE MECÂNICA Sociedades Tradicionais Sociedades Tradicionais Laços Religiosos Laços Religiosos PessoaisPessoais II - SOLIDARIEDADE ORGÂNICA Sociedades Modernas Sociedades Modernas Divisão do Trabalho Divisão do Trabalho Impessoais e Profissionais Impessoais e Profissionais
  • 29.
    Solidariedade Émile Durkheim SOLIDARIEDADE MECÂNICA Pertencimento aogrupo Pertencimento ao grupo Enfraquecimento dos laços  ANOMIAEnfraquecimento dos laços  ANOMIA Anomia  Estado Patológico da Sociedade (Ruptura do Consenso entre os Indivíduos) Anomia  Estado Patológico da Sociedade (Ruptura do Consenso entre os Indivíduos)
  • 30.
    Solidariedade Émile Durkheim SOLIDARIEDADE ORGÂNICA Necessidade deProduzir Necessidade de Produzir Ausência de Valores Morais  ANOMIAAusência de Valores Morais  ANOMIA DIVISÃO DO TRABALHO SOCIAL
  • 31.
    Solidariedade Émile Durkheim EstadoAnômico SUICÍDIOEstado Anômico SUICÍDIO P. 16 – Quadro de DurkheimP. 16 – Quadro de Durkheim
  • 32.
    Karl Marx Filosofia Alemã(Hegel)Filosofia Alemã (Hegel) Socialismo FrancêsSocialismo Francês Economia Política Inglesa Economia Política Inglesa
  • 33.
    Karl Marx RELAÇÕES DE PRODUÇÃO DominanteDominanteDominadaDominada Meios de Produção Meios de Produção
  • 34.
    Karl Marx LUTA DE CLASSESMotorda História Motor da História Relações de Produção Relações de Produção CAPITALISMO  MANIFESTAÇÃO HISTÓRICA DESSA LUTA
  • 35.
  • 36.
  • 37.
    MATERIALISMO HISTÓRICO INFRAESTRUTU RA Necessidade dohomem produzir suas condições materiais e concretas de vida, pelo trabalho  bens necessários à sobrevivência. Necessidade do homem produzir suas condições materiais e concretas de vida, pelo trabalho  bens necessários à sobrevivência.
  • 38.
    MATERIALISMO HISTÓRICO SUPERESTRUTU RAEstado Burguêsde Direito PolíticoEstado Burguês de Direito Político Discurso Convincente  Modernidade é Melhor! Discurso Convincente  Modernidade é Melhor! Liberdade e Igualdade  Desde que aceitem a relação de exploração! Liberdade e Igualdade  Desde que aceitem a relação de exploração!
  • 39.
  • 40.
    MATERIALISMO HISTÓRICO O SUJEITO TENTAGANHAR A VIDA E MARCAR A HISTÓRIA, MAS ESBARRA NA INFRAESTRUTUR
  • 41.
    MATERIALISMO HISTÓRICO NÃO PODE FAZERO QUE DESEJA, JÁ QUE ESTÁ INSERIDO EM UMA SOCIEDADE (NÃO EXISTE
  • 42.
    MATERIALISMO HISTÓRICO MERCADORIA Elemento Crucialnas relações sociaisElemento Crucial nas relações sociais FORÇA DE
  • 43.
    MATERIALISMO HISTÓRICO VALOR DEUSO Utilidade do Produto.Utilidade do Produto. VALOR DE TROCAValor que o produto possui de venda  Simplesmente por consumo. Valor que o produto possui de venda  Simplesmente por consumo. VALOR  PROCESSO DE FABRICAÇÃO
  • 44.
  • 45.
    MAX WEBER Entender xCompreenderEntender x Compreender Entender  estabelecer uma única razão sobre algo. Entender  estabelecer uma única razão sobre algo. Compreender  Ter empatia, experimental. Compreender  Ter empatia, experimental. A Sociologia não pode ser entendida.A Sociologia não pode ser entendida.
  • 46.
    MAX WEBER Visão de Sociedade AGLOMERADO DE INDIVÍDUOS Visão de Sociedade  AGLOMERADO DE INDIVÍDUOS
  • 47.
    MAX WEBER Toda condutahumana, pública ou não. É ajustar-se a cada situação, tendo os outros em mente. Toda conduta humana, pública ou não. É ajustar-se a cada situação, tendo os outros em mente. AÇÃO SOCIAL
  • 48.
    Ação Social AÇÃO TRADICIONAL Aquelaque existe e não é contestada.Aquela que existe e não é contestada.
  • 49.
    Ação Social AÇÃO AFETIVA Aquelasmotivadas pela emoção. Emocional.Aquelas motivadas pela emoção. Emocional.
  • 50.
    Ação Social AÇÃO RACIONAL Aquelasplanejadas, pensadas antecipadamente. Aquelas planejadas, pensadas antecipadamente. VALORES FINS
  • 52.
  • 53.
    Indivíduo e Sociedade PROCESSODE SOCIALIZAÇÃO HUMANA  APRENDIZADO INERENTE AO CONTATO COM SEMELHANTES.IMITAÇÃO
  • 54.
    Senso Comum FORMADO APARTIR DA REPETIÇÃO DE TAREFAS REALIZADAS DIA-A- DIA.  ROTINA. NATURAIS
  • 55.
    Institucionalização Social Incorporar asregras da sociedade em que se vive.Incorporar as regras da sociedade em que se vive. CONTATO COM AGENTES DE SOCIALIZAÇÃO IDENTIDADE INDIVIDUAL IDENTIDADE COLETIVA Como a sociedade nos vê, os valores que associa a nós e que compartilhamos com os outros. Como a sociedade nos vê, os valores que associa a nós e que compartilhamos com os outros.
  • 56.
    Institucionalização Social INSTITUCIONALIZAÇÃO  Determinaa forma como vivemos. INSTITUCIONALIZAÇÃO  Determina a forma como vivemos.
  • 57.
    A Família socializaçãoprimária Instituição Social  Se transformaInstituição Social  Se transforma FAMÍLIA BURGUESA  FAMÍLIA NUCLEAR
  • 58.
    A Família Instituição Social Se transformaInstituição Social  Se transforma FAMÍLIA AMPLIADA  MAIS COMUM EM AMBIENTES RURAIS. FAMÍLIA NA ATUALIDAD E
  • 59.
    ESCOLA séc. XVIII SOCIALIZAÇÃOSECUNDÁRIA REFORÇO DA COESÃO SOCIAL, DURKHEIM ESCOLA PRIVADA VS ESCOLA PÚBLICA EqualizaçãoEqualização TECNOLOGIA  ASPECTOS POSITIVOS E NEGATIVOS
  • 60.
  • 61.
    Estrutura e Estratificação Social Organizaçãoda sociedade em grupos ou estratos. Organização da sociedade em grupos ou estratos. NASCIMENT O STATUS RIQUEZA E MÉRITO A riqueza resultante do trabalho era responsável pela organização e divisão da sociedade. A riqueza resultante do trabalho era responsável pela organização e divisão da sociedade. KARL MARX O trabalho é importante, mas o status e a posição do indivíduo dentro do partido também determinam as divisões sociais. O trabalho é importante, mas o status e a posição do indivíduo dentro do partido também determinam as divisões sociais. MAX WEBER
  • 62.
    A Análise Marxistada Sociedade Relações  Condições materiais de existência Relações  Condições materiais de existência ORIENTAL ESCRAVIST A SERVIL LUTA DE CLASSES Controle estatal sobre as terras  Servidão Coletiva. Ex. Sociedades Egípcia / Mesopotâmicas Controle estatal sobre as terras  Servidão Coletiva. Ex. Sociedades Egípcia / Mesopotâmicas CAPITALIST A Relação Senhor x Escravo. Ex. Grécia / RomaRelação Senhor x Escravo. Ex. Grécia / Roma Relação Senhor Feudal (proprietário de terras) x Servo (camponês). Ex. Sociedade Feudal Européia Relação Senhor Feudal (proprietário de terras) x Servo (camponês). Ex. Sociedade Feudal Européia Burguesia x Proletariado (trabalhadores livres diretamente explorados). Burguesia x Proletariado (trabalhadores livres diretamente explorados).
  • 63.
    Página 33 Que dizemos clássico? A origem da exploração.
  • 64.
    Divisão do Trabalho Caminhopara Alienação Karl MarxCaminho para Alienação Karl Marx ESPECIALIZA ÇÃO PRODUTIVI DADE NOÇÃO DO VALOR DO TRABALHO QUALIDADE
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  • 66.
    Karl Marx DITADURA DO PROLETARIADO Conscientizar-seda exploração Conscientizar-se da exploração
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  • 68.
    Página 34 Análise deGráfico A Nova Classe Média Brasileira
  • 69.
    A Análise Weberianada Sociedade Além da luta de classesAlém da luta de classes POSIÇÃO EM UM PARTIDO POLÍTICO STATUS DE UM INDIVÍDUO DENTRO DA SOCIEDADE ESFERA POLÍTICA  GRANDE INFLUÊNCIA NA ESFERA ECONÔMICA POLÍTICO X FUNCIONÁRI O PÚBLICO
  • 70.
    A Análise Weberianada Sociedade SOCIEDADE NOBILIÁRQUIC A SOCIEDADE MERITOCRÁTIC A NascimentoNascimento MéritoMérito
  • 71.
    Situação de Classe SITUAÇÃODE MERCADO SITUAÇÃO DE TRABALHO Tipo de emprego ou ocupação que o indivíduo possui. Tipo de emprego ou ocupação que o indivíduo possui. Posição do indivíduo dentro da sua carreira. Posição do indivíduo dentro da sua carreira.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
    Desigualdade Social Grupos de5 alunos Grupos de 5 alunos Produzam um vídeo-musical que retrate a desigualdade social a partir do seu olhar. Produzam um vídeo-musical que retrate a desigualdade social a partir do seu olhar. As músicas não podem ser repetidas, e as imagens devem ser produzidas pelos próprios alunos. As músicas não podem ser repetidas, e as imagens devem ser produzidas pelos próprios alunos. 2,0
  • 75.
    TRABALHO E PRODUÇÃO Trabalho Ação humana que produz mudança na natureza Trabalho  Ação humana que produz mudança na natureza CULTURA
  • 76.
    Evolução do TrabalhoCapitulo 3 ANTIGUIDAD E CLÁSSICA Labor considerado indigno. Escravo x Humano Labor considerado indigno. Escravo x Humano IDADE MÉDIA Trabalho como castigo de DEUS; função dos camponeses Trabalho como castigo de DEUS; função dos camponeses
  • 77.
    Evolução do TrabalhoCapitulo 3 CAPITALISM O Negação do Ócio. Trabalhadores passam a produzir bens econômicos em troco de um salário mensal. Negação do Ócio. Trabalhadores passam a produzir bens econômicos em troco de um salário mensal.
  • 78.
    Crítica Marxista àSociedade Informática TAYLORISM O Frederick W. Taylor Estabelece o tempo médio em que cada tarefa deve ser executada. Frederick W. Taylor Estabelece o tempo médio em que cada tarefa deve ser executada. II Fase da Rev. Industrial (capitalismo oligopolista) Maior divisão do trabalho industrial II Fase da Rev. Industrial (capitalismo oligopolista) Maior divisão do trabalho industrial FORDISMO PRODUÇÃO Henry Ford Cria a produção em série pelas linhas de montagem. (trabalhador = par de braços) Henry Ford Cria a produção em série pelas linhas de montagem. (trabalhador = par de braços)
  • 79.
    Crítica Marxista àSociedade Informática TOYOTISMO “Casamento entre trabalhador e empresa. Valorização da alta qualificação profissional. “Casamento entre trabalhador e empresa. Valorização da alta qualificação profissional. III Fase da Rev. Industrial (avanço da robótica) Maior divisão do trabalho industrial III Fase da Rev. Industrial (avanço da robótica) Maior divisão do trabalho industrial PRODUÇÃO QUALIDADE RAPIDEZ
  • 80.
  • 81.
    DEMOCRACIA E CIDADANIAMód. 9 MOVIMENTO S SOCIAIS DIVERSIFICAÇ ÃO EXISTENTE NA SOCIEDADE
  • 82.
    DEMOCRACIA DEMOCRACI A DOS ANTIGOS Gr. Atuaçãodireta dos cidadãos nas decisões que envolvem o espaço público.  Princípio de Igualdade. Gr. Atuação direta dos cidadãos nas decisões que envolvem o espaço público.  Princípio de Igualdade. EXCLUDENTE
  • 83.
    DEMOCRACIA DEMOCRACI A DOS MODERNOS Sociedade de Massas.Modelo de REPRESENTAÇÃO Sociedade de Massas. Modelo de REPRESENTAÇÃO LIBERDADE DEMOCRACI A MADURA Comunicação entre Estado e Sociedade Civil. Comunicação entre Estado e Sociedade Civil. APATIA POLÍTICA
  • 84.
    DEMOCRACIA DEMOCRACI A RECENTE Inexistência ou precaridadede comunicação entre Estado e Sociedade. Inexistência ou precaridade de comunicação entre Estado e Sociedade.
  • 85.
  • 86.
    Organização Burocrática Moderna Mód.7 Burocracia  “Rege o princípio de áreas de jurisdição fixas e oficiais, ordenadas de acordo com regulamentos, ou seja, por leis ou normas administrativas” (Weber, 1999. p.138) Burocracia  “Rege o princípio de áreas de jurisdição fixas e oficiais, ordenadas de acordo com regulamentos, ou seja, por leis ou normas administrativas” (Weber, 1999. p.138) ATIVIDADES FIXAS REGULAMENTADAS PESSOAS COM QUALIFICAÇÃO REGULAMENTADA
  • 87.
    Organização Burocrática Moderna Mód.7 Dominação LegalDominação Legal Dominação TradicionalDominação Tradicional Dominação CarismáticaDominação Carismática
  • 88.
    Organização Burocrática Moderna Mód.7 IMPESSOALIDA DE NAS RELAÇÕES POLÍTICAS SÚDITOS  CIDADÃOS Funcionário Público x Nobres Funcionário Público x Nobres
  • 89.
    WEBER - Burocrática ModernaMód. 7 DESENCANTAM ENTO DE MUNDO ?SIGNIFICADO DE EXISTÊNCIA? Burocracia Moderna Ideal Burocracia Moderna Ideal Garantia de Bom Funcionamento dos quadros
  • 90.
    WEBER - Burocrática ModernaMód. 7 1. ORGANIZAÇÃO EM ESTRUTURA HIERÁRQUICA Conhecimento e Execução daquilo que se espera Conhecimento e Execução daquilo que se espera
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    1. ORGANIZAÇÃO EMESTRUTURA HIERÁRQUICA OrdensOrdens IMPESSOALIDADEIMPESSOALIDADE
  • 92.
    WEBER - Burocrática ModernaMód. 7 2. SEPARAÇÃO ENTRE ESFERA PESSOAL E PROFISSIONAL IMPESSOALIDADEIMPESSOALIDADE
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    WEBER - Burocrática ModernaMód. 7 3. NORMAS DE CONDUTA RÍGIDAS E REGRAS ESCRITAS CLARAS Objetivo  o cumprimento e a organização do corpo burocrático Objetivo  o cumprimento e a organização do corpo burocrático PADRONIZA R NORMATIZ AR ORGANIZA ÇÃO
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Notas do Editor

  • #3 Quando passamos a analisar a HQ podemos perceber várias mensagens subliminares, quais as que identificam? Qual o objeto encontrado pelo personagem principal? O que este objeto proporciona? Quais as reações do personagem? Qual a paisagem de fundo nos quadrinhos e o que há de diferente entre elas?