SEMINÁRIO DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE II

MRP I/II
14 de Abril de 2008

Universidade de Santo Amaro
Seminário elaborado pelos alunos do curso de Gestão da Qualidade nas Organizações Empresariais
para a disciplina de Gestão de Serviços
Edimundo Cruz Dias
Elizeu Dias Siqueira
Ozeas Vieira da Silva
Thiago de Lima Marques da Silva

-

RA 1447602
RA 1556762
RA 1452860
RA 1568230
Introdução
O QUE É MRP I e II?
São sistemas de administração da produção, utilizados como
ferramentas para o aumento da produtividade de uma
empresa.

OBJETIVO
Baseado no cálculo de necessidades de recursos, permitir o
cumprimento dos prazos de entrega dos pedidos dos clientes
com mínima formação de estoques, planejando compras e a
produção de itens componentes para que ocorram apenas nos
momentos e nas quantidades necessárias, nem mais, nem
menos, nem antes, nem depois.
Introdução
HISTÓRIA DO MRP
- ATÉ MEADOS DE 1960 ERA IMPOSSÍVEL DE SER UTILIZADO
- COMEÇOU A SER UTILIZADO COM O ADVENTO DO COMPUTADOR
- UTILIZAVA-SE NA ÉPOCA GIGANTESCOS MAINFRAMES
Introdução
PORQUÊ DOS NOMES
MRP I – Material Requirement Planning
Planejamento das Necessidades de Materiais
MRP II – Manufacturing Resources Planning
Planejamento de Necessidades de Manufatura
Introdução
PRINCÍPIO BÁSICO
Itens de Demanda Independente
É o produto final. Depende apenas da demanda do
mercado. Tem que ser prevista.
Itens de Demanda Dependente
Geralmente são componentes. Dependem da demanda do
produto final. Tem que ser calculada.
Introdução
Introdução
PRINCÍPIO BÁSICO

COMPRA DE
MATERIAIS

FABRICAÇÃO DE
COMPONENTES

MONTAGEM
DO PRODUTO
“A”
Variáveis, Conceitos e Termos
ESTRUTURA ANALÍTICA DO PRODUTO
Variáveis, Conceitos e Termos
ITENS PAI E ITENS FILHO
Variáveis, Conceitos e Termos
- LISTA DE MATERIAIS (BILL OF MATERIALS – BOM)
- DEMANDA AGREGADA
- PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO (MASTER PRODUCTION SCHEDULE – MPS)
- NECESSIDADES BRUTAS
- NECESSIDADES LÍQUIDAS
NECESSIDADES LÍQUIDAS=Necessidades Brutas – Qtde. em Estoque
Variáveis, Conceitos e Termos
- ESTOQUES
- LEAD TIME (Tempo de Fornecimento)
- PERÍODO E HORIZONTE DE PLANEJAMENTO
-PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE CAPACIDADE
(CAPACITY REQUIREMENTS PLANNING - CRP)
- CONTROLE DE CHÃO-DE-FÁBRICA (SHOP FLOOR CONTROL – SFC)
- FLUXO DE INFORMAÇÕES DENTRO DO MRP
Aplicação
MANCAL BI-PARTIDO PARA EIXO DE Ø 2.1/2”
Aplicação
MANCAL BI-PARTIDO PARA EIXO DE Ø 2.1/2”

Demanda: 10 pares
Prazo: Semana 12
Necessidades Líquidas
Item
Mancal Completo
Corpo Superior
Corpo Inferior
Bucha
Pino-guia
Engraxadeira

Demanda
20 cjs (10 pares)
20 peças
20 peças
20 peças
40 peças
20 peças

Estoque
2 peças
2 peças
2 peças
5 peças
4 peças
6 peças

Necessidade Líquida
18 cjs
18 peças
18 peças
15 peças
36 peças
14 peças
Aplicação
MANCAL BI-PARTIDO PARA EIXO DE Ø 2.1/2”

Lead Time
Item
Corpo Superior
Corpo Inferior
Bucha
Pino-guia
Engraxadeira

Lead Time de Compra
2 semanas
3 semanas
1 semana
3 semanas
Aplicação
MANCAL BI-PARTIDO PARA EIXO DE Ø 2.1/2”

Lead Time
Item
Corpo Superior
Corpo Inferior
Bucha
Pino-guia
Engraxadeira
Item
Corpo Superior
Corpo Inferior
Bucha
Pino-guia
Engraxadeira

Torno
1 hora
1 hora
1,5 hora
30 minutos
-

Lead Time de Produção (Unitário)
Fresa
Furadeira
1 hora
30 minutos
1 hora
30 minutos
-

Torno
2 semanas
2 semanas
2,5 semanas
2 semanas
-

Lead Time de Produção (Total)
Fresa
Furadeira
2 semanas
1 semana
2 semanas
1 semana
-

Montagem
30 minutos

Montagem
1 semana

Considerando 9 horas de trabalho/semana | Considerando dois Tornos e duas Fresas
CORPO
INFERIOR (18 pçs)
CORPO
SUPERIOR (18 pçs)

Aquisição
BUCHA (15 pçs)
PINO
GUIA
(36 pçs)

ENGRAXADEIRA (14 pçs)

Torno 1

CORPO
SUPERIOR (18 pçs)

PINO GUIA (36 pçs)

CORPO
INFERIOR (18 pçs)

Torno 2

BUCHA (15 pçs)

CORPO
SUPERIOR (18 pçs)

Fresa 1

CORPO
INFERIOR (18 pçs)

Fresa 2

CORPO
INFERIOR
(18 pçs)

Furadeira

CORPO
SUPERIOR
(18 pçs)
MANCAL
COMPLETO
(20 pçs)

Montagem
S3

S4

S5

S6

S7

S8

S9

S10

S11

S12
Vantagens
- PERMITE A SIMULAÇÃO DE CENÁRIOS FUTUROS
- PERMITE O PLANEJAMENTO PRÉVIO DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO
- PERMITE O CÁLCULO ANTECIPADO DO CUSTO DOS PRODUTOS
- REDUZ A INFLUÊNCIA DOS SISTEMAS INFORMAIS
- PERMITE A ANÁLISE DINÂMICA DE MUDANÇAS NO PLANEJAMENTO
- TRATA ADEQUADAMENTE OS ITENS DE DEMANDA DEPENDENTE
- DISPONIBILIZA INFORMAÇÕES EM TEMPO REAL
Desvantagens
- NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO À FERRAMENTA
- SISTEMA DEPENDE DE INFORMAÇÕES PRECISAS DO USUÁRIO
- É PASSIVO COM RELAÇÃO A PROPOR MELHORIAS NO PROCESSO
- ESTRATÉGIA DA EMPRESA DEVE TER COMO FOCO OS CRITÉRIOS DO MRP
Conclusão
- COMPROMETIMENTO DA ALTA DIREÇÃO
- ESCOLHA ADEQUADA DE SISTEMA, HARDWARE E SOFTWARE
- CAPACITAÇÃO DOS COLABORADORES
- GERENCIAMENTO DA IMPLANTAÇÃO
- ACUIDADE DOS DADOS DE ENTRADA
OBRIGADO!

2008 - Seminário Graduação UNISA - MRP I e II

  • 2.
    SEMINÁRIO DE QUALIDADEE PRODUTIVIDADE II MRP I/II 14 de Abril de 2008 Universidade de Santo Amaro Seminário elaborado pelos alunos do curso de Gestão da Qualidade nas Organizações Empresariais para a disciplina de Gestão de Serviços Edimundo Cruz Dias Elizeu Dias Siqueira Ozeas Vieira da Silva Thiago de Lima Marques da Silva - RA 1447602 RA 1556762 RA 1452860 RA 1568230
  • 3.
    Introdução O QUE ÉMRP I e II? São sistemas de administração da produção, utilizados como ferramentas para o aumento da produtividade de uma empresa. OBJETIVO Baseado no cálculo de necessidades de recursos, permitir o cumprimento dos prazos de entrega dos pedidos dos clientes com mínima formação de estoques, planejando compras e a produção de itens componentes para que ocorram apenas nos momentos e nas quantidades necessárias, nem mais, nem menos, nem antes, nem depois.
  • 4.
    Introdução HISTÓRIA DO MRP -ATÉ MEADOS DE 1960 ERA IMPOSSÍVEL DE SER UTILIZADO - COMEÇOU A SER UTILIZADO COM O ADVENTO DO COMPUTADOR - UTILIZAVA-SE NA ÉPOCA GIGANTESCOS MAINFRAMES
  • 5.
    Introdução PORQUÊ DOS NOMES MRPI – Material Requirement Planning Planejamento das Necessidades de Materiais MRP II – Manufacturing Resources Planning Planejamento de Necessidades de Manufatura
  • 6.
    Introdução PRINCÍPIO BÁSICO Itens deDemanda Independente É o produto final. Depende apenas da demanda do mercado. Tem que ser prevista. Itens de Demanda Dependente Geralmente são componentes. Dependem da demanda do produto final. Tem que ser calculada.
  • 7.
  • 8.
    Introdução PRINCÍPIO BÁSICO COMPRA DE MATERIAIS FABRICAÇÃODE COMPONENTES MONTAGEM DO PRODUTO “A”
  • 9.
    Variáveis, Conceitos eTermos ESTRUTURA ANALÍTICA DO PRODUTO
  • 10.
    Variáveis, Conceitos eTermos ITENS PAI E ITENS FILHO
  • 11.
    Variáveis, Conceitos eTermos - LISTA DE MATERIAIS (BILL OF MATERIALS – BOM) - DEMANDA AGREGADA - PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO (MASTER PRODUCTION SCHEDULE – MPS) - NECESSIDADES BRUTAS - NECESSIDADES LÍQUIDAS NECESSIDADES LÍQUIDAS=Necessidades Brutas – Qtde. em Estoque
  • 12.
    Variáveis, Conceitos eTermos - ESTOQUES - LEAD TIME (Tempo de Fornecimento) - PERÍODO E HORIZONTE DE PLANEJAMENTO -PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE CAPACIDADE (CAPACITY REQUIREMENTS PLANNING - CRP) - CONTROLE DE CHÃO-DE-FÁBRICA (SHOP FLOOR CONTROL – SFC)
  • 13.
    - FLUXO DEINFORMAÇÕES DENTRO DO MRP
  • 14.
  • 15.
    Aplicação MANCAL BI-PARTIDO PARAEIXO DE Ø 2.1/2” Demanda: 10 pares Prazo: Semana 12 Necessidades Líquidas Item Mancal Completo Corpo Superior Corpo Inferior Bucha Pino-guia Engraxadeira Demanda 20 cjs (10 pares) 20 peças 20 peças 20 peças 40 peças 20 peças Estoque 2 peças 2 peças 2 peças 5 peças 4 peças 6 peças Necessidade Líquida 18 cjs 18 peças 18 peças 15 peças 36 peças 14 peças
  • 16.
    Aplicação MANCAL BI-PARTIDO PARAEIXO DE Ø 2.1/2” Lead Time Item Corpo Superior Corpo Inferior Bucha Pino-guia Engraxadeira Lead Time de Compra 2 semanas 3 semanas 1 semana 3 semanas
  • 17.
    Aplicação MANCAL BI-PARTIDO PARAEIXO DE Ø 2.1/2” Lead Time Item Corpo Superior Corpo Inferior Bucha Pino-guia Engraxadeira Item Corpo Superior Corpo Inferior Bucha Pino-guia Engraxadeira Torno 1 hora 1 hora 1,5 hora 30 minutos - Lead Time de Produção (Unitário) Fresa Furadeira 1 hora 30 minutos 1 hora 30 minutos - Torno 2 semanas 2 semanas 2,5 semanas 2 semanas - Lead Time de Produção (Total) Fresa Furadeira 2 semanas 1 semana 2 semanas 1 semana - Montagem 30 minutos Montagem 1 semana Considerando 9 horas de trabalho/semana | Considerando dois Tornos e duas Fresas
  • 18.
    CORPO INFERIOR (18 pçs) CORPO SUPERIOR(18 pçs) Aquisição BUCHA (15 pçs) PINO GUIA (36 pçs) ENGRAXADEIRA (14 pçs) Torno 1 CORPO SUPERIOR (18 pçs) PINO GUIA (36 pçs) CORPO INFERIOR (18 pçs) Torno 2 BUCHA (15 pçs) CORPO SUPERIOR (18 pçs) Fresa 1 CORPO INFERIOR (18 pçs) Fresa 2 CORPO INFERIOR (18 pçs) Furadeira CORPO SUPERIOR (18 pçs) MANCAL COMPLETO (20 pçs) Montagem S3 S4 S5 S6 S7 S8 S9 S10 S11 S12
  • 19.
    Vantagens - PERMITE ASIMULAÇÃO DE CENÁRIOS FUTUROS - PERMITE O PLANEJAMENTO PRÉVIO DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO - PERMITE O CÁLCULO ANTECIPADO DO CUSTO DOS PRODUTOS - REDUZ A INFLUÊNCIA DOS SISTEMAS INFORMAIS - PERMITE A ANÁLISE DINÂMICA DE MUDANÇAS NO PLANEJAMENTO - TRATA ADEQUADAMENTE OS ITENS DE DEMANDA DEPENDENTE - DISPONIBILIZA INFORMAÇÕES EM TEMPO REAL
  • 20.
    Desvantagens - NECESSIDADE DEADAPTAÇÃO À FERRAMENTA - SISTEMA DEPENDE DE INFORMAÇÕES PRECISAS DO USUÁRIO - É PASSIVO COM RELAÇÃO A PROPOR MELHORIAS NO PROCESSO - ESTRATÉGIA DA EMPRESA DEVE TER COMO FOCO OS CRITÉRIOS DO MRP
  • 21.
    Conclusão - COMPROMETIMENTO DAALTA DIREÇÃO - ESCOLHA ADEQUADA DE SISTEMA, HARDWARE E SOFTWARE - CAPACITAÇÃO DOS COLABORADORES - GERENCIAMENTO DA IMPLANTAÇÃO - ACUIDADE DOS DADOS DE ENTRADA
  • 22.