EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM
     NO CONTEXTO DIGITAL

Daniela E. Duarte Ferreira
UFMG/CAPES
Objetivo

 Esta pesquisa tem como objetivo acessar
 as experiências de aprendizagem
 narradas por uma amostra dos
 estudantes em duas disciplinas de inglês
 instrumental on-line, lecionadas para a
 comunidade acadêmica da Universidade
 Federal de Minas Gerais.
Justificativa
• A investigação de como o estudante observa
  as próprias experiências de aprendizagem é
  importante para a redefinição do seu papel,
  cuja atuação no âmbito da aquisição de
  línguas deve ser ativa e autônoma
  (BAMBIRRA, 2009);

• A compreensão dos processos que estão
  sendo construídos no mundo virtual
  depende de escutarmos a voz dos usuários e
  esta investigação pode se utilizar dos
  adventos da internet (PAIVA, 2005).
• Razões para se ouvir a “voz dos estudantes”:

(a) a aquisição de línguas é um processo e não
um produto;
(b) cada estudante experiencia o que lhe é
ensinado de maneira única;
(c) suas histórias podem trazer à luz aspectos do
processo ainda despercebidos pelo olhar do
professor;
(d) escutar e buscar compreender como eles
veem o processo de aquisição significam passos
importantes para melhores práticas de ensino
(MICCOLI, 1997; ARAGÃO, 2003).
The WWW
• Nosso papel atual não é de leitores
  independentes ou consumidores de informação.
  Todos podemos ser colaboradores na construção
  de grandes depósitos de informação;
• O processo de leitura e escrita na web está
  mudando nossa relação com a tecnologia e
  reescrevendo paradigmas ultrapassados de como
  as coisas funcionam;
• As pessoas que serão capazes de
  compreender este novo mundo de
  informação ainda estão nascendo
  (Gilmor, 2005).
Extraordinary Changes
• A web mudou e ainda influencia várias áreas, como a
  política, o jornalismo, negócios e claro, a educação. No
  entanto, ao contrário das outras áreas mencionadas, o
  ensino está se adaptando lentamente aos potenciais
  oferecidos pelas novas ferramentas tecnológicas;
• Os espaços oferecidos a todos pela web criou a
  “sociedade da autoria” (society of authorship), onde
  escrevemos a história da humanidade, em tempo real,
  com interação e colaboração;
• As novas tecnologias também afetaram a nossa
  maneira de viver e hoje vemos questões como
  privacidade e transparência de uma perspectiva
  diferente.
The Read/Write Web In
Education
• Ser educador hoje representa um grande
  desafio, pois nossos aprendizes já estão
  lidando com o mundo de uma maneira
  que não nos é familiar;
• Tudo isso já nos faz repensar como ensinamos, o que
  ensinamos e o que esperamos do processo de
  ensino/aprendizagem;
• É necessário que o ensino redefina quais
  competências precisam ser desenvolvidas, quais serão
  as nossas fontes de conteúdo, como o processo de
  letramento deve acontecer, já que nossos alunos não
  serão somente leitores e escritores, mas também
  editores, redatores e colaboradores.
Social Learning
• 60% dos adolescentes americanos tinham o
  MySpace ou Facebook;
• Crianças pequenas, do 2º, 3º ou 4º ano estão
  migrando para os sites como Club Penguin e
  Webkinz;
• 81% dos alunos do 7º ao 12º ano tem e-mail;
• 75% tem pelo menos um programa de mensagens
  instantâneas;
• 97% acreditam que o uso da tecnologia é
  importante no ensino;
• A faixa etária de 2 a 5 anos é o grupo de usuárias da
  web que cresce mais rapidamente.
Social Learning
• Esta imersão tecnológica tem efeitos neurológicos.
  William D. Winn aponta que após anos do uso do
  computador, as crianças “pensam de maneira
  diferente de nós. Elas desenvolvem mentes
  hipertextuais. Elas dão saltos. É como se suas
  estruturas cognitivas estivessem em paralelo, não
  sequenciadas.” (apud Prensky, 2001a.);

• Os aprendizes são abertos às mudanças, mas a
  escola não. Quando ambos estiverem alinhados em
  relação ao potencial da leitura e escrita na web para
  o ensino, a aula será uma experiência
  completamente nova.
Learners as Teachers
• Antes de trazer as novas tecnologias para a sala de aula,
  é importante que o professor “experiencie” esta
  transformação do convencional para o digital;
• Para preparar nossos aprendizes para a era digital, é
  essencial que a sala de aula se torne um espaço de
  construção, desenvolvimento e participação, ligada a
  redes globais, onde o tempo e o lugar se tornam fatores
  menos e menos importantes;
• As implicações pedagógicas do uso de novos meios são
  grandes, pois não podemos simplesmente transportar o
  conteúdo e as técnicas da sala de aula tradicional para o
  mundo digital. Esta mudança requer transformações na
  natureza do próprio processo de aprendizagem.
The Toolbox
• Blogs
• Wikis
• Facebook
• Orkut
• On-line Photo Galleries
• Googlegroups
• Audio / Video casting
• Websites educacionais
Ações Importantes
• Filtrar o conteúdo ao qual eles tenham acesso;
• Bloquear sites que hospedem blogs de conteúdo
  duvidoso;
• Ensinar aos alunos habilidades que eles precisam
  desenvolver para navegar na WWW com segurança e
  eficiência;
• Desenvolver atividades para sensibilizar os alunos dos
  perigos que alguns sites oferecem;
• Planejar as aulas e testar todos os recursos com
  antecedência;
• Criar o circuito online e limitar a liberdade que os
  alunos terão.
Ações Importantes (continuação)
• Proteger a privacidade do aluno;
• Ter a aprovação dos pais sobre o que será publicado
  (fotos, nomes, endereços, etc.);
• Enviar uma carta aos pais com a descrição da
  ferramenta ou meio, como será utilizado, quais
  medidas de segurança serão tomadas, quais são suas
  expectativas e quais são os objetivos pedagógicos;
• Discutir com a coordenação e direção o uso de
  tecnologias;
• Discutir com os alunos o que deve ou não ser
  publicado;
• Sensibilizá-los da exposição que eles e o que escrevem
  podem ter on-line;
• Analisar quem serão os colaboradores e a audiência.
Construto Experiências
    Experiências Diretas        Experiências Indiretas

1. Experiências Cognitivas   4. Experiências Contextuais

2. Experiências Sociais      5. Experiências Pessoais

3. Experiências Afetivas     6. Experiências Conceptuais

                             7. Experiências Futuras



    Estas são as macrotegorias. Cada macrocategoria
    também é subdividida em microcategorias
    (MICCOLI, 2010).
Metodologia

• Pesquisa narrativa de natureza qualitativa

• Contexto: Projeto IngRede

• Participantes: 3.076 estudantes, 89
  realizaram a atividade online proposta
Instrumentos de Pesquisa
• Questionário on-line com perguntas fechadas,
  enviado via googledocs.
  Objetivo: traçar o perfil dos informantes

• Narrativas via Blogs disponíveis no AVA das
  disciplinas
  Objetivo: proporcionar espaços para que os
  estudantes narrem as experiências de aprendizagem
  dentro e fora do contexto digital
Contexto de Pesquisa

• A instituição de ensino: Faculdade de Letras /
  UFMG


• As duas disciplinas de Inglês Instrumental on-line
  são parte do Projeto IngRede. A pesquisa foi
  realizada no 1º semestre de 2011 e, dentre os
  aproximados 3.076 estudantes matriculados, 80
  voluntariamente atuaram como informantes do
  estudo.
“Aprender a utilizar o Ambiente Virtual do curso não foi
uma experiência muito agradável para mim porque
sempre tive dificuldades e pouco interesse com a área da
informática. Mas quando aprendi, percebi que é, de fato,
bem simples e eu é que estava com preguiça de ficar
lendo. Fiquei me sentindo um pouco tola pela resistência,
na verdade. “
                            (Estudante do Inglês Instrumental I)


“Além disso, quando realizei as postagens, acabei
pesquisando outros termos que estavam dispostos no
ambiente (inseridos por outros alunos) e acabei
conhecendo muito mais sobre o meu curso
(administração) e sobre outros cursos como contabilidade
e outras áreas a fins que despertaram minha
curiosidade.”
                            (Estudante do Inglês Instrumental I)
Considerações Finais 1/2
• O uso de AVAs como espaços de aprendizagem tem um
  potencial muito grande, devido ao grande número de
  ferramentas que esses oferecem ao professor e ao
  estudante.

• A experiência da construção subjetiva do conhecimento,
  que ocorre por meio de ações colaborativas no meio
  digital, apresenta aspectos que são desconhecidos de
  professores e estudantes. Assim, a pesquisa reflexiva
  dentro desses novos ambientes, com o objetivo de
  explorá-lo e também documentar o sistema de
  experiências que nele ocorrem, tem o poder de
  contribuir para que professores e estudantes o
  conheçam melhor.
Considerações Finais 2/2
• As experiências de aprendizagem anteriormente
  identificadas no contexto tradicional de ensino, a sala de
  aula, também emergem nas narrativas de estudantes no
  contexto digital.

• Os dados parcialmente analisados parecem revelar a
  ocorrência de experiências de aprendizagem que têm a
  sua natureza nas especificidades do ambiente virtual e
  que podem ser interpretadas a partir das possibilidades
  educacionais desse espaço.
Referências
MICCOLI, Laura. Ensino e Aprendizagem de Inglês: Experiências,
Desafios e Possibilidades. Campinas: Pontes Editores, 2010.

RICHARDSON, W. The Read/Write Web. In: Blogs, wikis,
podcasts, and other powerful web tools for classrooms.
Thousand Oaks: Corwin Press, 2006. p. 01-16.
Obrigada!


danidf@yahoo.com
www.freshideasforteaching.blogspot.com

Seminário letras ufes pdf

  • 1.
    EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM NO CONTEXTO DIGITAL Daniela E. Duarte Ferreira UFMG/CAPES
  • 2.
    Objetivo Esta pesquisatem como objetivo acessar as experiências de aprendizagem narradas por uma amostra dos estudantes em duas disciplinas de inglês instrumental on-line, lecionadas para a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Minas Gerais.
  • 3.
    Justificativa • A investigaçãode como o estudante observa as próprias experiências de aprendizagem é importante para a redefinição do seu papel, cuja atuação no âmbito da aquisição de línguas deve ser ativa e autônoma (BAMBIRRA, 2009); • A compreensão dos processos que estão sendo construídos no mundo virtual depende de escutarmos a voz dos usuários e esta investigação pode se utilizar dos adventos da internet (PAIVA, 2005).
  • 4.
    • Razões parase ouvir a “voz dos estudantes”: (a) a aquisição de línguas é um processo e não um produto; (b) cada estudante experiencia o que lhe é ensinado de maneira única; (c) suas histórias podem trazer à luz aspectos do processo ainda despercebidos pelo olhar do professor; (d) escutar e buscar compreender como eles veem o processo de aquisição significam passos importantes para melhores práticas de ensino (MICCOLI, 1997; ARAGÃO, 2003).
  • 5.
    The WWW • Nossopapel atual não é de leitores independentes ou consumidores de informação. Todos podemos ser colaboradores na construção de grandes depósitos de informação; • O processo de leitura e escrita na web está mudando nossa relação com a tecnologia e reescrevendo paradigmas ultrapassados de como as coisas funcionam; • As pessoas que serão capazes de compreender este novo mundo de informação ainda estão nascendo (Gilmor, 2005).
  • 6.
    Extraordinary Changes • Aweb mudou e ainda influencia várias áreas, como a política, o jornalismo, negócios e claro, a educação. No entanto, ao contrário das outras áreas mencionadas, o ensino está se adaptando lentamente aos potenciais oferecidos pelas novas ferramentas tecnológicas; • Os espaços oferecidos a todos pela web criou a “sociedade da autoria” (society of authorship), onde escrevemos a história da humanidade, em tempo real, com interação e colaboração; • As novas tecnologias também afetaram a nossa maneira de viver e hoje vemos questões como privacidade e transparência de uma perspectiva diferente.
  • 7.
    The Read/Write WebIn Education • Ser educador hoje representa um grande desafio, pois nossos aprendizes já estão lidando com o mundo de uma maneira que não nos é familiar; • Tudo isso já nos faz repensar como ensinamos, o que ensinamos e o que esperamos do processo de ensino/aprendizagem; • É necessário que o ensino redefina quais competências precisam ser desenvolvidas, quais serão as nossas fontes de conteúdo, como o processo de letramento deve acontecer, já que nossos alunos não serão somente leitores e escritores, mas também editores, redatores e colaboradores.
  • 8.
    Social Learning • 60%dos adolescentes americanos tinham o MySpace ou Facebook; • Crianças pequenas, do 2º, 3º ou 4º ano estão migrando para os sites como Club Penguin e Webkinz; • 81% dos alunos do 7º ao 12º ano tem e-mail; • 75% tem pelo menos um programa de mensagens instantâneas; • 97% acreditam que o uso da tecnologia é importante no ensino; • A faixa etária de 2 a 5 anos é o grupo de usuárias da web que cresce mais rapidamente.
  • 9.
    Social Learning • Estaimersão tecnológica tem efeitos neurológicos. William D. Winn aponta que após anos do uso do computador, as crianças “pensam de maneira diferente de nós. Elas desenvolvem mentes hipertextuais. Elas dão saltos. É como se suas estruturas cognitivas estivessem em paralelo, não sequenciadas.” (apud Prensky, 2001a.); • Os aprendizes são abertos às mudanças, mas a escola não. Quando ambos estiverem alinhados em relação ao potencial da leitura e escrita na web para o ensino, a aula será uma experiência completamente nova.
  • 10.
    Learners as Teachers •Antes de trazer as novas tecnologias para a sala de aula, é importante que o professor “experiencie” esta transformação do convencional para o digital; • Para preparar nossos aprendizes para a era digital, é essencial que a sala de aula se torne um espaço de construção, desenvolvimento e participação, ligada a redes globais, onde o tempo e o lugar se tornam fatores menos e menos importantes; • As implicações pedagógicas do uso de novos meios são grandes, pois não podemos simplesmente transportar o conteúdo e as técnicas da sala de aula tradicional para o mundo digital. Esta mudança requer transformações na natureza do próprio processo de aprendizagem.
  • 11.
    The Toolbox • Blogs •Wikis • Facebook • Orkut • On-line Photo Galleries • Googlegroups • Audio / Video casting • Websites educacionais
  • 12.
    Ações Importantes • Filtraro conteúdo ao qual eles tenham acesso; • Bloquear sites que hospedem blogs de conteúdo duvidoso; • Ensinar aos alunos habilidades que eles precisam desenvolver para navegar na WWW com segurança e eficiência; • Desenvolver atividades para sensibilizar os alunos dos perigos que alguns sites oferecem; • Planejar as aulas e testar todos os recursos com antecedência; • Criar o circuito online e limitar a liberdade que os alunos terão.
  • 13.
    Ações Importantes (continuação) •Proteger a privacidade do aluno; • Ter a aprovação dos pais sobre o que será publicado (fotos, nomes, endereços, etc.); • Enviar uma carta aos pais com a descrição da ferramenta ou meio, como será utilizado, quais medidas de segurança serão tomadas, quais são suas expectativas e quais são os objetivos pedagógicos; • Discutir com a coordenação e direção o uso de tecnologias; • Discutir com os alunos o que deve ou não ser publicado; • Sensibilizá-los da exposição que eles e o que escrevem podem ter on-line; • Analisar quem serão os colaboradores e a audiência.
  • 14.
    Construto Experiências Experiências Diretas Experiências Indiretas 1. Experiências Cognitivas 4. Experiências Contextuais 2. Experiências Sociais 5. Experiências Pessoais 3. Experiências Afetivas 6. Experiências Conceptuais 7. Experiências Futuras Estas são as macrotegorias. Cada macrocategoria também é subdividida em microcategorias (MICCOLI, 2010).
  • 15.
    Metodologia • Pesquisa narrativade natureza qualitativa • Contexto: Projeto IngRede • Participantes: 3.076 estudantes, 89 realizaram a atividade online proposta
  • 16.
    Instrumentos de Pesquisa •Questionário on-line com perguntas fechadas, enviado via googledocs. Objetivo: traçar o perfil dos informantes • Narrativas via Blogs disponíveis no AVA das disciplinas Objetivo: proporcionar espaços para que os estudantes narrem as experiências de aprendizagem dentro e fora do contexto digital
  • 17.
    Contexto de Pesquisa •A instituição de ensino: Faculdade de Letras / UFMG • As duas disciplinas de Inglês Instrumental on-line são parte do Projeto IngRede. A pesquisa foi realizada no 1º semestre de 2011 e, dentre os aproximados 3.076 estudantes matriculados, 80 voluntariamente atuaram como informantes do estudo.
  • 18.
    “Aprender a utilizaro Ambiente Virtual do curso não foi uma experiência muito agradável para mim porque sempre tive dificuldades e pouco interesse com a área da informática. Mas quando aprendi, percebi que é, de fato, bem simples e eu é que estava com preguiça de ficar lendo. Fiquei me sentindo um pouco tola pela resistência, na verdade. “ (Estudante do Inglês Instrumental I) “Além disso, quando realizei as postagens, acabei pesquisando outros termos que estavam dispostos no ambiente (inseridos por outros alunos) e acabei conhecendo muito mais sobre o meu curso (administração) e sobre outros cursos como contabilidade e outras áreas a fins que despertaram minha curiosidade.” (Estudante do Inglês Instrumental I)
  • 19.
    Considerações Finais 1/2 •O uso de AVAs como espaços de aprendizagem tem um potencial muito grande, devido ao grande número de ferramentas que esses oferecem ao professor e ao estudante. • A experiência da construção subjetiva do conhecimento, que ocorre por meio de ações colaborativas no meio digital, apresenta aspectos que são desconhecidos de professores e estudantes. Assim, a pesquisa reflexiva dentro desses novos ambientes, com o objetivo de explorá-lo e também documentar o sistema de experiências que nele ocorrem, tem o poder de contribuir para que professores e estudantes o conheçam melhor.
  • 20.
    Considerações Finais 2/2 •As experiências de aprendizagem anteriormente identificadas no contexto tradicional de ensino, a sala de aula, também emergem nas narrativas de estudantes no contexto digital. • Os dados parcialmente analisados parecem revelar a ocorrência de experiências de aprendizagem que têm a sua natureza nas especificidades do ambiente virtual e que podem ser interpretadas a partir das possibilidades educacionais desse espaço.
  • 21.
    Referências MICCOLI, Laura. Ensinoe Aprendizagem de Inglês: Experiências, Desafios e Possibilidades. Campinas: Pontes Editores, 2010. RICHARDSON, W. The Read/Write Web. In: Blogs, wikis, podcasts, and other powerful web tools for classrooms. Thousand Oaks: Corwin Press, 2006. p. 01-16.
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