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Grupo  B:  DF 07  Mediadora: Maurici Rocha Componentes Ana Paula da Costa Oliveira Ventura de Lima  Cláudia Maria Lima da Rocha  Francisco Cássio da Silva Alves  Mariza Vieira de Carvalho Almeida  Mirtes Oliveira Targino Chaves Martins  Paulo Roberto de Oliveira Magalhães  Susane dos Santos Januário
Os saberes Ensinar a condição humana Enfrentar as incertezas Ensinar a compreensão A ética do gênero humano Morin Os pilares: Aprender a ser Aprender a conhecer Aprendendo a fazer Aprendendo a viver juntos Delors
“ O conhecimento dos desenvolvimentos da era planetária  que tendem a crescer no século XXI e o reconhecimento da identidade terrena  que  se tornará cada vez mais indispensável a cada um e a todos, deve  converter-se em um dos principais objetos da educação. “ (Morin)
Conhecer o humano é, antes de mais nada, situá-lo    no universo, e não separá-lo dele.
A partir do ensino das disciplinas , reconhecer a unidade e a complexidade humanas, reunindo e organizando conhecimentos dispersos nas ciências da natureza, nas ciências humanas, na literatura e na filosofia, pondo em evidência o elo indissolúvel entre a unidade e a diversidade de tudo que é humano.
Promover  ações capazes  de mostrar que o desenvolvimento só é completo a partir de um conjunto de participações individuais  e  comunitárias, de modo que cada um, onde quer que se encontre,tome conhecimento e consciência  de sua identidade complexa e comum a todos os outros humanos.
Gerar um auto conhecimento  de quem somos nós, para que viemos, onde estamos, por que  devemos  conhecer e por  consequência produzir  consciência e tomada de  decisões ,favorecendo o crescimento de pessoas  críticas ,  autônomas e  conscientes.
Realizar  atividades que levem o aluno a reconhecer a unidade e a complexidade humanas, reunindo e organizando conhecimentos dispersos nas ciências da natureza, nas ciências humanas, na literatura e na filosofia, pondo em evidência a ligação entre a unidade e a diversidade de tudo que é humano.
Promover  atividades que  unam as diversas disciplinas, capazes de  levar o aluno a desenvolver uma consciência crítica da importância do  Planeta e do Universo.
“ Morin considera a incerteza e as contradições como parte da vida e da condição humana e, ao mesmo tempo, sugere a solidariedade e a ética como caminho para a religação dos seres e dos saberes“
Desenvolver atividades que permitam  ao aluno enfrentar os imprevistos,  o inesperado e a incerteza, e ao mesmo tempo permitir-lhe modificar seu desenvolvimento em virtude das informações adquiridas  ao longo do tempo.
Mostrar ao aluno que é possível  navegar em um  oceano de incertezas em meio a arquipélagos de certeza, pois as certezas podem ser  verdades transitórias.
Promover atividades que desencadeiem  um pensamento  crítico sobre o  próprio pensar e  seus métodos,  o que implica  sempre voltar ao começo .
Desenvolver  a postura de compartilhar saberes através da formação de uma rede de significados que se faz pelo trabalho articulado em suas diferentes dimensões: conceitual, procedimental e atitudinal.  
Provocar o  espírito de pesquisa e investigação nos alunos, criando oportunidades  para o diálogo com diferentes campos de conhecimentos .
“ A compreensão é a um só tempo meio e fim da comunicação humana. Entretanto,  a educação para a compreensão  está ausente no ensino. O planeta necessita, em todos  os sentidos, de compreensão  mútua.”  (Morin)
Nas escolas não há a preocupação em ensinar a compreender.  Vivemos a era do individualismo, onde há uma evidente  rejeição ao próximo. Uma evidente competição o ser melhor  que o outro, incompreensão, indiferença ao que está ao nosso lado.
O ensino precisa levar em consideração a importância do autoconhecimento e do conhecimento e compreensão do ser humano.  Investir no ser humano,dando oportunidades para que ele se mostre e que os outros tenham oportunidade de conhecê-lo, compreendê-lo e aceitá-lo. É preciso que cada um se veja, e veja no próximo a importância que cada um representa nesse mundo.
A educação deve conduzir à "antropo-ética", levando em conta o caráter ternário da condição humana, que é ser ao mesmo tempo indivíduo/sociedade/espécie. Nesse sentido, a ética indivíduo/espécie necessita do controle mútuo da sociedade pelo indivíduo e do indivíduo pela sociedade, ou seja, a democracia; a ética indivíduo/espécie convoca, ao século XXI, a cidadania terrestre.” (Morin)
Para Morin, os problemas da moral e da ética diferem de acordo com a  cultura e a natureza humana cabendo ao ser humano desenvolver a ética, a autonomia pessoal (responsabilidades) e a participação na sociedade que faz parte, pois compartilha-se um destino comum. A antropo-ética está diretamente ligada a democracia, pois a democracia permite a relação indivíduo/sociedade fazendo do cidadão um ser solidário e responsável. O voto é um bom exemplo do exercício da democracia e da participação solidária e responsável do indivíduo, fazendo assim com que o poder circule onde um controlado hoje poderá ser o controlador de amanhã.
Cabe ao ser  humano desenvolver o seu senso ético independente de situação política/social ou econômica, participando por exemplo, de associações não governamentais, assistindo países  em ameaças ou fortes conflitos, fazendo sua parte no processo de civilização da terra tornando-a uma grande pátria.
A educação tem o papel de evitar os conflitos sociais ou resolvê-los de maneira pacífica a partir do desenvolvimento dos outros, de suas culturas e espiritualidades. (Delors)
“ Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir com cada vez maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Para isso, não negligenciar na educação nenhuma das potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.” (Delors)
A educação precisa contribuir para a formação do indivíduo, para que o mesmo valorize seu poder de autonomia, formulando seus valores e atribuindo seu próprio juízo, decidindo seus próprios caminhos e agindo em circunstâncias diferenciadas. E como isso seria possível pela escola? A partir do momento em que dermos um novo valor ao significado da palavra aluno (do lat.  alumnus, alumni,  proveniente de  alere,  que significa “alimentar, sustentar, nutrir, fazer crescer” [HOUAISS]). Sim precisamos alimentá-los de valores, de atitudes, de compreensão de auto-estima. Fazê-lo respeitar as diferenças e diversidades culturais, econômicas, religiosas e raciais..
Valorizar a iniciativa a criatividade, não se preocupando somente com a transmissão de conteúdos que o farão “passar de ano”, enfim respeitá-los e levá-los a respeitar as diferenças. Jaques Delors mostrou uma preocupação com o desenvolvimento completo do ser humano, na compreensão, percepção, na capacidade de gerir conflitos, no respeito ao próximo, aprender para ser melhor, essa frase é muito forte, verdadeira, uma máxima para a educação. Conceber a educação como um todo não negligenciando nenhuma das potencialidades de cada individuo.
“ Combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.” (Delors)
 
Ensinar a não violência a partir de projetos que tenham um contexto igualitário, com objetivos comuns a todos que deles participarem, visando a quebra de hostilidade e preconceitos .
Transmitir conhecimentos sobre a  diversidade da espécie humana, numa tranversalidade das disciplinas. Desenvolver  atitudes de  empatia nas escolas ,  trabalhando o desenvolvimento de comportamentos sociais.
Ensinar  história das religiões e das culturas, com objetivo de evitar no futuro comportamentos  geradores de violência
Promover  programas para  iniciar os jovens e crianças em projetos de cooperação, no campo das atividades desportivas e culturais,como também em  atividades sociais.
Desenvolver  a capacidade de comunicar, de trabalhar com os outros, de gerir e de resolver conflitos, no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho que se oferecem aos jovens e adolescentes, quer espontaneamente, fruto do contexto local ou nacional, quer formalmente, graças ao  desenvolvimento do ensino  alternado com o trabalho.
Incentivar a capacidade de criação e inovação ligadas ao contexto  em que se instala. Desenvolver a capacidade de reter , transmitir,  interpretar e selecionar  informações.Analisar diferentes perspectivas, e refazer as suas próprias  opiniões mediante novos  fatos e informações.
CONCLUSÃO Sabe aquela estória do circo que chegou à cidadezinha do interior, e desfilou na rua principal diante de uma platéia entusiasmada de crianças, jovens, adultos e velhos? Desfilavam bailarinas, palhaços, domadores, elefantes, macaquinhos, e toda sorte de cores, mágicas e malabarismos. Pois é, o circo chegou... e a professora da escolinha municipal no outro dia continuou sua aula de português: “o menino corre atrás da bola”. Dois mais dois são quatro. Temos cinco sentidos: olfato, tato... E as crianças mal esperavam à hora da merenda para falar do circo que chegara à cidade... Pois é... A professora bem que podia ter aproveitado a passagem do circo para contextualizar a aula: “O menino foi ao circo ver o mágico que tirava dois coelhos e mais dois pombinhos da cartola.”
Usamos o olfato para cheirar a pipoca que vendem no circo... e por aí vai. Devemos contextualizar os conhecimentos, trazer para a sala de aula o prazer, a emoção, o amor, atos inatos, mas modulados de acordo com a educação. Educar para a vida, provocar situações que levem o educando a tomar decisões, a gerir conflitos e resolver conflitos, trabalhar em grupo, liderar. Abraçar projetos de prevenção à violência, por exemplo. Pois nenhuma escola é uma ilha, mas parte da sociedade, e uma sociedade embrutecida de forma espantosa.  Projetos que combatam o preconceito, o individualismo. As peças teatrais, o coral, o jornalzinho da escola são formas de socialização que valorizam o espírito de cooperação e não a competição e o sucesso individual. Integrar as disciplinas, pois a fragmentação impede a visão do todo, da realidade.  O FUNDO ESTÁ DIFICULTANDO A LEITURA DO TEXTO.
http://www.conteudoescola.com.br/site/content/view/89/27/1/9/ http://www.youtube.com/watch?v=Gdvjt-CO4HI http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/os-pilares-da-educacao.php http://www.pedagobrasil.com.br/pedagogia/reflexoessobreosquatropilares.htm http://www.youtube.com/watch?v=1pD3TkQq7zI
1) http://www.comitepaz.org.br/documentos.htm  2) 4pilares.net/text-cont/delors-pilares.htm. 3) portal do mec.gov.br/ 4) FONTE: WIKIPEDIA:http://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Pilares_da_Educa%C3%A7%C3%A3o] 5)http://www.eproinfo.mec.gov.br/webfolio/Mod85840/morin_7_saberes.pdf 6) http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/os-pilares-da-educacao.php

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Saberes e Pilares da Educação -PUC RJ

  • 1. Grupo B: DF 07 Mediadora: Maurici Rocha Componentes Ana Paula da Costa Oliveira Ventura de Lima Cláudia Maria Lima da Rocha Francisco Cássio da Silva Alves Mariza Vieira de Carvalho Almeida Mirtes Oliveira Targino Chaves Martins Paulo Roberto de Oliveira Magalhães Susane dos Santos Januário
  • 2. Os saberes Ensinar a condição humana Enfrentar as incertezas Ensinar a compreensão A ética do gênero humano Morin Os pilares: Aprender a ser Aprender a conhecer Aprendendo a fazer Aprendendo a viver juntos Delors
  • 3. “ O conhecimento dos desenvolvimentos da era planetária que tendem a crescer no século XXI e o reconhecimento da identidade terrena que se tornará cada vez mais indispensável a cada um e a todos, deve converter-se em um dos principais objetos da educação. “ (Morin)
  • 4. Conhecer o humano é, antes de mais nada, situá-lo no universo, e não separá-lo dele.
  • 5. A partir do ensino das disciplinas , reconhecer a unidade e a complexidade humanas, reunindo e organizando conhecimentos dispersos nas ciências da natureza, nas ciências humanas, na literatura e na filosofia, pondo em evidência o elo indissolúvel entre a unidade e a diversidade de tudo que é humano.
  • 6. Promover ações capazes de mostrar que o desenvolvimento só é completo a partir de um conjunto de participações individuais e comunitárias, de modo que cada um, onde quer que se encontre,tome conhecimento e consciência de sua identidade complexa e comum a todos os outros humanos.
  • 7. Gerar um auto conhecimento de quem somos nós, para que viemos, onde estamos, por que devemos conhecer e por consequência produzir consciência e tomada de decisões ,favorecendo o crescimento de pessoas críticas , autônomas e conscientes.
  • 8. Realizar atividades que levem o aluno a reconhecer a unidade e a complexidade humanas, reunindo e organizando conhecimentos dispersos nas ciências da natureza, nas ciências humanas, na literatura e na filosofia, pondo em evidência a ligação entre a unidade e a diversidade de tudo que é humano.
  • 9. Promover atividades que unam as diversas disciplinas, capazes de levar o aluno a desenvolver uma consciência crítica da importância do Planeta e do Universo.
  • 10. “ Morin considera a incerteza e as contradições como parte da vida e da condição humana e, ao mesmo tempo, sugere a solidariedade e a ética como caminho para a religação dos seres e dos saberes“
  • 11. Desenvolver atividades que permitam ao aluno enfrentar os imprevistos, o inesperado e a incerteza, e ao mesmo tempo permitir-lhe modificar seu desenvolvimento em virtude das informações adquiridas ao longo do tempo.
  • 12. Mostrar ao aluno que é possível navegar em um oceano de incertezas em meio a arquipélagos de certeza, pois as certezas podem ser verdades transitórias.
  • 13. Promover atividades que desencadeiem um pensamento crítico sobre o próprio pensar e seus métodos, o que implica sempre voltar ao começo .
  • 14. Desenvolver a postura de compartilhar saberes através da formação de uma rede de significados que se faz pelo trabalho articulado em suas diferentes dimensões: conceitual, procedimental e atitudinal.  
  • 15. Provocar o espírito de pesquisa e investigação nos alunos, criando oportunidades para o diálogo com diferentes campos de conhecimentos .
  • 16. “ A compreensão é a um só tempo meio e fim da comunicação humana. Entretanto, a educação para a compreensão está ausente no ensino. O planeta necessita, em todos os sentidos, de compreensão mútua.” (Morin)
  • 17. Nas escolas não há a preocupação em ensinar a compreender. Vivemos a era do individualismo, onde há uma evidente rejeição ao próximo. Uma evidente competição o ser melhor que o outro, incompreensão, indiferença ao que está ao nosso lado.
  • 18. O ensino precisa levar em consideração a importância do autoconhecimento e do conhecimento e compreensão do ser humano. Investir no ser humano,dando oportunidades para que ele se mostre e que os outros tenham oportunidade de conhecê-lo, compreendê-lo e aceitá-lo. É preciso que cada um se veja, e veja no próximo a importância que cada um representa nesse mundo.
  • 19. A educação deve conduzir à "antropo-ética", levando em conta o caráter ternário da condição humana, que é ser ao mesmo tempo indivíduo/sociedade/espécie. Nesse sentido, a ética indivíduo/espécie necessita do controle mútuo da sociedade pelo indivíduo e do indivíduo pela sociedade, ou seja, a democracia; a ética indivíduo/espécie convoca, ao século XXI, a cidadania terrestre.” (Morin)
  • 20. Para Morin, os problemas da moral e da ética diferem de acordo com a cultura e a natureza humana cabendo ao ser humano desenvolver a ética, a autonomia pessoal (responsabilidades) e a participação na sociedade que faz parte, pois compartilha-se um destino comum. A antropo-ética está diretamente ligada a democracia, pois a democracia permite a relação indivíduo/sociedade fazendo do cidadão um ser solidário e responsável. O voto é um bom exemplo do exercício da democracia e da participação solidária e responsável do indivíduo, fazendo assim com que o poder circule onde um controlado hoje poderá ser o controlador de amanhã.
  • 21. Cabe ao ser humano desenvolver o seu senso ético independente de situação política/social ou econômica, participando por exemplo, de associações não governamentais, assistindo países em ameaças ou fortes conflitos, fazendo sua parte no processo de civilização da terra tornando-a uma grande pátria.
  • 22. A educação tem o papel de evitar os conflitos sociais ou resolvê-los de maneira pacífica a partir do desenvolvimento dos outros, de suas culturas e espiritualidades. (Delors)
  • 23. “ Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir com cada vez maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Para isso, não negligenciar na educação nenhuma das potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.” (Delors)
  • 24. A educação precisa contribuir para a formação do indivíduo, para que o mesmo valorize seu poder de autonomia, formulando seus valores e atribuindo seu próprio juízo, decidindo seus próprios caminhos e agindo em circunstâncias diferenciadas. E como isso seria possível pela escola? A partir do momento em que dermos um novo valor ao significado da palavra aluno (do lat. alumnus, alumni, proveniente de alere, que significa “alimentar, sustentar, nutrir, fazer crescer” [HOUAISS]). Sim precisamos alimentá-los de valores, de atitudes, de compreensão de auto-estima. Fazê-lo respeitar as diferenças e diversidades culturais, econômicas, religiosas e raciais..
  • 25. Valorizar a iniciativa a criatividade, não se preocupando somente com a transmissão de conteúdos que o farão “passar de ano”, enfim respeitá-los e levá-los a respeitar as diferenças. Jaques Delors mostrou uma preocupação com o desenvolvimento completo do ser humano, na compreensão, percepção, na capacidade de gerir conflitos, no respeito ao próximo, aprender para ser melhor, essa frase é muito forte, verdadeira, uma máxima para a educação. Conceber a educação como um todo não negligenciando nenhuma das potencialidades de cada individuo.
  • 26. “ Combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.” (Delors)
  • 27.  
  • 28. Ensinar a não violência a partir de projetos que tenham um contexto igualitário, com objetivos comuns a todos que deles participarem, visando a quebra de hostilidade e preconceitos .
  • 29. Transmitir conhecimentos sobre a diversidade da espécie humana, numa tranversalidade das disciplinas. Desenvolver atitudes de empatia nas escolas , trabalhando o desenvolvimento de comportamentos sociais.
  • 30. Ensinar história das religiões e das culturas, com objetivo de evitar no futuro comportamentos geradores de violência
  • 31. Promover programas para iniciar os jovens e crianças em projetos de cooperação, no campo das atividades desportivas e culturais,como também em atividades sociais.
  • 32. Desenvolver a capacidade de comunicar, de trabalhar com os outros, de gerir e de resolver conflitos, no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho que se oferecem aos jovens e adolescentes, quer espontaneamente, fruto do contexto local ou nacional, quer formalmente, graças ao desenvolvimento do ensino alternado com o trabalho.
  • 33. Incentivar a capacidade de criação e inovação ligadas ao contexto em que se instala. Desenvolver a capacidade de reter , transmitir, interpretar e selecionar informações.Analisar diferentes perspectivas, e refazer as suas próprias opiniões mediante novos fatos e informações.
  • 34. CONCLUSÃO Sabe aquela estória do circo que chegou à cidadezinha do interior, e desfilou na rua principal diante de uma platéia entusiasmada de crianças, jovens, adultos e velhos? Desfilavam bailarinas, palhaços, domadores, elefantes, macaquinhos, e toda sorte de cores, mágicas e malabarismos. Pois é, o circo chegou... e a professora da escolinha municipal no outro dia continuou sua aula de português: “o menino corre atrás da bola”. Dois mais dois são quatro. Temos cinco sentidos: olfato, tato... E as crianças mal esperavam à hora da merenda para falar do circo que chegara à cidade... Pois é... A professora bem que podia ter aproveitado a passagem do circo para contextualizar a aula: “O menino foi ao circo ver o mágico que tirava dois coelhos e mais dois pombinhos da cartola.”
  • 35. Usamos o olfato para cheirar a pipoca que vendem no circo... e por aí vai. Devemos contextualizar os conhecimentos, trazer para a sala de aula o prazer, a emoção, o amor, atos inatos, mas modulados de acordo com a educação. Educar para a vida, provocar situações que levem o educando a tomar decisões, a gerir conflitos e resolver conflitos, trabalhar em grupo, liderar. Abraçar projetos de prevenção à violência, por exemplo. Pois nenhuma escola é uma ilha, mas parte da sociedade, e uma sociedade embrutecida de forma espantosa. Projetos que combatam o preconceito, o individualismo. As peças teatrais, o coral, o jornalzinho da escola são formas de socialização que valorizam o espírito de cooperação e não a competição e o sucesso individual. Integrar as disciplinas, pois a fragmentação impede a visão do todo, da realidade. O FUNDO ESTÁ DIFICULTANDO A LEITURA DO TEXTO.
  • 36. http://www.conteudoescola.com.br/site/content/view/89/27/1/9/ http://www.youtube.com/watch?v=Gdvjt-CO4HI http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/os-pilares-da-educacao.php http://www.pedagobrasil.com.br/pedagogia/reflexoessobreosquatropilares.htm http://www.youtube.com/watch?v=1pD3TkQq7zI
  • 37. 1) http://www.comitepaz.org.br/documentos.htm 2) 4pilares.net/text-cont/delors-pilares.htm. 3) portal do mec.gov.br/ 4) FONTE: WIKIPEDIA:http://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Pilares_da_Educa%C3%A7%C3%A3o] 5)http://www.eproinfo.mec.gov.br/webfolio/Mod85840/morin_7_saberes.pdf 6) http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/artigos/os-pilares-da-educacao.php