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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ
DEPARTAMENTO DE AGRIMENSURA
CURSO DE ENSINO MÉDIO TÉCNICO INTEGRADO EM AGRIMENSURA

NAIARA CRISTIANE ROHLING

REINO MONERA

TRABALHO DE BIOLOGIA

PATO BRANCO
2013
NAIARA CRISTIANE ROHLING

REINO MONERA

Trabalho elaborado para a disciplina de
Biologia, do Curso Técnico Integrado em
Agrimensura, da Universidade Tecnológica
Federal do Paraná – Câmpus Pato Branco,
como

requisito

de

nota

parcial

para

avaliação do 3° bimestre.
Orientadora: Professora Doutora Giovana
Faneco Pereira

PATO BRANCO
2013
LISTA DE FIGURAS

Figura 1- Estrutura da bactéria.................................................................................7
Figura 2- Coco............................................................................................................7
Figura 3- Bacilos.........................................................................................................7
Figura 4- Vibrião.........................................................................................................7
Figura 5- Espirilos......................................................................................................7
Figura 6- Espiroquetas...............................................................................................7
Figura 7- Cor rósea identificada no Lago Hille, Austrália.......................................8
Figura 8- Cianobactérias............................................................................................9
Figura 9- Processo de pasteurização.....................................................................10
Figura 10- Correspondência infectada...................................................................10
Figura 11- Desodorante...........................................................................................11
SUMÁRIO
LISTA DE FIGURAS ............................................................................................................... 3
1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 5
2. REINO MONERA ................................................................................................................ 6
2.1 ESTRUTURA DAS BACTÉRIAS ................................................................................ 6
2.2 ARQUEOBACTÉRIAS ................................................................................................. 8
2.3 EUBACTÉRIAS ............................................................................................................. 9
3. CURIOSIDADES ................................................................................................................. 9
3.1 PASTEURIZAÇÃO ...................................................................................................... 10
3.2 ANTRAZ ....................................................................................................................... 10
3.3 DESODORANTE......................................................................................................... 11
4. DOENÇAS .......................................................................................................................... 11
4.1 TÉTANO ....................................................................................................................... 11
4.2 PNEUMONIA ............................................................................................................... 11
4.3 TRACOMA ................................................................................................................... 11
4.4 LAPTOSPIROSE......................................................................................................... 12
5. CONCLUSÃO .................................................................................................................... 13
6. REFERÊNCIAS ................................................................................................................. 14
5

1. INTRODUÇÃO

A necessidade de organizar o conhecimento que temos já vem de longa data,
com os seres vivos não seria diferente. Ainda há muitas controvérsias quanto em
qual grupo cada um deve ser colocado, pois a variabilidade de fatores que são
analisados para tomar essa decisão é muito vasta.
A melhor forma de dividir e classificar os seres até hoje foi o método
REFICOFAGE composto por: reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie.
Em especial aqui irá ser abordado o reino Monera, os indivíduos que o compõe,
algumas de suas características e curiosidades sobre as bactérias.
6

2. REINO MONERA

Os dois super- reinos, Prokarya e Eukarya, reúnem respectivamente
organismos procarionte e eucariontes. Nos Prokarya, há apenas o reino Monera que
é formado por seres procariontes, unicelulares, com organização celular simples,
sem organelas membranosas nem carioteca, podem aparecer em formas isoladas
ou em colônias. Resumidamente são bactérias.
Dentro do reino Monera encontram-se dois grupos bem distintos: o das
eubactérias, que inclui a grande maioria das bactérias mais conhecidas ( inclusive as
cianobactérias), e o das Arqueobactérias. Estas últimas são geologicamente mais
antigas e adaptadas a condições ambientais severas, semelhante às de alguns
ambientes da Terra primitiva.

2.1 ESTRUTURA DAS BACTÉRIAS

Com tamanho entre 0,5 µm e 1 µm, as bactérias (figura 1) são constituídas
basicamente por citoplasma e membrana plasmática. Muitas possuem flagelos para
locomoção. A membrana plasmática é lipoproteica e forma invaginações ou dobras,
chamadas de mesossomos, ricas em enzimas respiratórias.
No citoplasma há uma molécula de DNA que tem forma de fio enovelado, que
ocupa uma região denominada nucleoide; ainda existem uma ou mais moléculas
menores de DNA que tem duplicação independente e cujos genes controlam a
síntese de proteínas que conferem propriedades especiais às bactérias, como a
resistência a antibióticos.
A

maioria

é

heterotrófica,

mas

algumas

realizam

fotossíntese

ou

quimiossíntese. Podem obter energia por processos aeróbicos e anaeróbicos.
Existem bactérias na forma esférica (coco – figura 2), de bastonete reto (bacilo –
figura 3), de bastonete curvo (vibrião – figura 4), em hélice com célula rígida
(espirilos – figura 5) e hélice com célula flexível (espiroquetas – figura 6).
7

Figura 1- Estrutura da bactéria

Figura 2- Coco

Fonte 1: http://saude.hsw.uol.com.br/celulas1.htm
Fonte 2: http://juliasarabioifes.wordpress.com/2011/04/04/classificacao-das-bacterias-metodo-de-gram-morfologia/

Figura 3- Bacilos

Figura 4- Vibrião

Fonte 3: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/02/ameaca-escondida/
Fonte 4: http://darwinismo.wordpress.com/2011/10/17/a-resposta-estatica/

Figura 5- Espirilos
Fonte 5: http://html.rincondelvago.com/microbiologia_2.html
Fonte 6: http://bioenciclopedia.altervista.org/spirochete.html

Figura 6- Espiroquetas
8

2.2 ARQUEOBACTÉRIAS

É um grupo relativamente pouco conhecido, especialmente pela dificuldade
de acesso aos seus habitats e para coleta de seu material, além da grande
diversidade de seus processos bioquímicos.
Hoje são bem conhecidas as bactérias metanogênicas, anaeróbicas,
produtoras de metano, que vivem no estomago de ruminantes, nos materiais de
esgoto e em sedimentos no fundo do mar e lagos. Outras bem conhecidas são as
halófilas (halo = sal + filo = afinidade), são aeróbicas e vivem em ambientes com alta
salinidade. Vivem em colônias abundantes e são responsáveis pela coloração rósea
de algumas salinas, figura 7.
Ainda como exemplo pode-se citar as bactérias termoacidófilas (termo = calor
+ acido = ácido + filo = afinidade) que suportam altas temperaturas, entre 90 e
100°C, e ainda alto grau de acidez, Ph 1 a 2. Vivem em fontes quentes e sulfurosas,
fundo de mares e montes de resíduos quentes de minas de carvão.

Figura 7- Cor rósea identificada no Lago Hille, Austrália
Fonte: http://blog.viagemmania.com.br/2013/03/8-lagos-ao-redor-do-mundo-com-agua-cor-de-rosa/
9

2.3 EUBACTÉRIAS

Reúne a maioria das bactérias conhecidas. São seres minúsculos, resistentes
e com incrível capacidade de reprodução, em condições ideais podem se duplicar a
cada 20 minutos. Podem ser encontradas em quase todos os ambientes: água, ar,
solo, material em decomposição, dentro e fora de seres vivos, etc.
São procarióticas já que seu material genético não está no interior de um
núcleo, e sim estando contido em um longo filamento de DNA em anel, o chamado
nucleoide. Como já citado anteriormente existem também pequenos anéis de DNA
dispersos pelo citoplasma.
As cianobactérias, também conhecidas como cianofíceas (figura 8) ou algas
verdes- azuladas, são autótrofas e realizam fotossíntese. Elas têm organização
celular parecida com a das bactérias e podem viver isoladas ou em colônias. Podem
ser encontradas em água doce ou salgada, nas camadas internas do solo, em pelos
de animais (bicho preguiça e urso polar) e até em fontes termais de altas
temperaturas.
A respeito da organização celular, tem uma camada mais interna de
citoplasma, chamado de centroplasma, onde estão o DNA e os ribossomos livres. A
porção

periférica

ou

cromoplasma

apresenta

lamelas

(finíssimas

lâminas)

concêntricas onde se prendem vários pigmentos: clorofila, xantofila, ficocianina
(pigmento azul) e ficoeritrina (pigmento vermelho).
Muitas cianobactérias apresentam um tipo de célula sem pigmento e com
parede celular mais espessa, chamadas heterocistos, admite-se que essa células
sejam responsáveis pela fixação do nitrogênio na atmosfera.

Figura 8- Cianobactérias
Fonte:
http://www.infoescola.com/biologia/cianobacterias/
10

3. CURIOSIDADES

3.1 PASTEURIZAÇÃO

A pasteurização do leite, pelo aquecimento a 63 °C durante meia hora é um
importante processo de desinfeção. Ela
elimina muitas bactérias, mas não elimina
os

esporos

de

reprodução.

Após

o

aquecimento o leite sofre um brusco
resfriamento, assim, a fase em que ele
ficaria morno é eliminada, isso porque
essa fase é a mais propícia para o
desenvolvimento dos esporos, e a criação
de novas bactérias. Figura 9.
Figura 9- Processo de pasteurização
Fonte: http://www.infoescola.com/microbiologia/pasteurizacao/

3.2 ANTRAZ

Em 2001, nos Estados Unidos, algumas pessoas
receberam correspondência contaminada com esporos da
bactéria Bacillus anthracis, que causa o antraz ou carbúnculo. A
partir daí, passou-se a discutir a hipótese de essa bactéria ser
usada como arma biológica, uma vez que esses esporos
podem resistir até centenas de ano no ambiente.

Figura 10- Correspondência infectada
Fonte: http://dicasdefrances.blogspot.com.br/2009/10/correspondencia.html
11

3.3 DESODORANTE

Os desodorantes (figura 11) eliminam o mau
cheiro das axilas porque impede que as bactérias se
alimentem das substancias orgânicas geradas pela
transpiração. A maioria dos desodorantes possuem
antimicrobianos que impedem o desenvolvimento de
bactérias.

Figura 11- Desodorante
Fonte: http://curiososdaquartae.blogspot.com.br/2010_09_01_archive.html

4. DOENÇAS

4.1 TÉTANO

Doença causada pela bactéria Clostridium tetani, é encontrada no solo e seus
esporos podem ficar ativos e ainda infecciosos por quarenta anos. A transmissão da
doença é causada por ferimentos profundos em objetos contaminados. Os primeiros
sintomas da infecção podem se dar entre 7 e 21 dias, causando intoxicação aguda e
enrijecimento muscular.

4.2 PNEUMONIA

Causada pela bactéria Diplococcus pneumoniae, é transmitida através das
secreções nasobucais, se instala nos pulmões e pode causar febre alta, fortes dores
pulmonares na região dorsal.

4.3 TRACOMA
Causada pela Chlamydia trachomatis, é uma inflamação da conjuntiva e da
córnea, que pode levar à cegueira. Surgem bolhas nos olhos e granulação nas
pálpebras. É necessário pronto atendimento médico.
12

4.4 LAPTOSPIROSE

Causada pela Leptospira interrogans, transmitida por água, alimentos e
objetos contaminados por urina de rato, cães e outros animais portadores da
bactéria. O doente apresenta febre alta, calafrios, dor de cabeça, muscular e
articular. É necessário atendimento médico para evitar complicações renais e
hepáticas.
13

5. CONCLUSÃO
Apesar de parecer que as bactérias são ruins e que só servem para causar
doença, deve-se lembrar de que elas foram os primeiros organismos a surgir na face
da Terra, e são essenciais para a manutenção da vida na no planeta. Elas
disponibilizaram o oxigênio na atmosfera e diminuíram a concentração de CO 2,
abrindo espaço, assim, para outras formas de vida.
Bactérias decompositoras são responsáveis pela decomposição da matéria
orgânica vinda de organismos mortos e resíduos. Algumas delas fixam nitrogênio na
atmosfera e outras ainda são utilizadas na indústria de corantes.
14

6. REFERÊNCIAS
[1] GOWDAK, Demétrio. Mattos, Neide. Pezzi, Antônio. Biologia- seres vivos,
anatomia e fisiologia humana. São Paulo, 2010. Editora FTD S.A.

[2] GEWANDSZNAJDER, Fernando. LINHARES, Sérgio. Biologia série Brasil. São
Paulo, 2003. Editora Ática.

[3] JÚNIOR, César da Silva. SASSON, Sezar. Biologia- volume único. São Paulo,
2003. Editora Saraiva.

[4] < http://www.minhavida.com.br/saude/temas/pneumonia >

[5] < http://www.minhavida.com.br/saude/temas/tetano>

[6] < http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera.php >

[7] MARTINS, Lucas. < http://www.infoescola.com/biologia/reino-monera-bacteriascianobacterias/ >

[8] < http://www.brasilescola.com/biologia/monera.htm >

[9] LIMA, Mariana Araguaia de Castro Sá.
< http://www.mundoeducacao.com/biologia/reino-monera.htm >

[10]

ARAGUAIA,

bacterias.htm >

Mariana.

<

http://www.brasilescola.com/biologia/importancia-

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  • 1. UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE AGRIMENSURA CURSO DE ENSINO MÉDIO TÉCNICO INTEGRADO EM AGRIMENSURA NAIARA CRISTIANE ROHLING REINO MONERA TRABALHO DE BIOLOGIA PATO BRANCO 2013
  • 2. NAIARA CRISTIANE ROHLING REINO MONERA Trabalho elaborado para a disciplina de Biologia, do Curso Técnico Integrado em Agrimensura, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Câmpus Pato Branco, como requisito de nota parcial para avaliação do 3° bimestre. Orientadora: Professora Doutora Giovana Faneco Pereira PATO BRANCO 2013
  • 3. LISTA DE FIGURAS Figura 1- Estrutura da bactéria.................................................................................7 Figura 2- Coco............................................................................................................7 Figura 3- Bacilos.........................................................................................................7 Figura 4- Vibrião.........................................................................................................7 Figura 5- Espirilos......................................................................................................7 Figura 6- Espiroquetas...............................................................................................7 Figura 7- Cor rósea identificada no Lago Hille, Austrália.......................................8 Figura 8- Cianobactérias............................................................................................9 Figura 9- Processo de pasteurização.....................................................................10 Figura 10- Correspondência infectada...................................................................10 Figura 11- Desodorante...........................................................................................11
  • 4. SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS ............................................................................................................... 3 1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 5 2. REINO MONERA ................................................................................................................ 6 2.1 ESTRUTURA DAS BACTÉRIAS ................................................................................ 6 2.2 ARQUEOBACTÉRIAS ................................................................................................. 8 2.3 EUBACTÉRIAS ............................................................................................................. 9 3. CURIOSIDADES ................................................................................................................. 9 3.1 PASTEURIZAÇÃO ...................................................................................................... 10 3.2 ANTRAZ ....................................................................................................................... 10 3.3 DESODORANTE......................................................................................................... 11 4. DOENÇAS .......................................................................................................................... 11 4.1 TÉTANO ....................................................................................................................... 11 4.2 PNEUMONIA ............................................................................................................... 11 4.3 TRACOMA ................................................................................................................... 11 4.4 LAPTOSPIROSE......................................................................................................... 12 5. CONCLUSÃO .................................................................................................................... 13 6. REFERÊNCIAS ................................................................................................................. 14
  • 5. 5 1. INTRODUÇÃO A necessidade de organizar o conhecimento que temos já vem de longa data, com os seres vivos não seria diferente. Ainda há muitas controvérsias quanto em qual grupo cada um deve ser colocado, pois a variabilidade de fatores que são analisados para tomar essa decisão é muito vasta. A melhor forma de dividir e classificar os seres até hoje foi o método REFICOFAGE composto por: reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie. Em especial aqui irá ser abordado o reino Monera, os indivíduos que o compõe, algumas de suas características e curiosidades sobre as bactérias.
  • 6. 6 2. REINO MONERA Os dois super- reinos, Prokarya e Eukarya, reúnem respectivamente organismos procarionte e eucariontes. Nos Prokarya, há apenas o reino Monera que é formado por seres procariontes, unicelulares, com organização celular simples, sem organelas membranosas nem carioteca, podem aparecer em formas isoladas ou em colônias. Resumidamente são bactérias. Dentro do reino Monera encontram-se dois grupos bem distintos: o das eubactérias, que inclui a grande maioria das bactérias mais conhecidas ( inclusive as cianobactérias), e o das Arqueobactérias. Estas últimas são geologicamente mais antigas e adaptadas a condições ambientais severas, semelhante às de alguns ambientes da Terra primitiva. 2.1 ESTRUTURA DAS BACTÉRIAS Com tamanho entre 0,5 µm e 1 µm, as bactérias (figura 1) são constituídas basicamente por citoplasma e membrana plasmática. Muitas possuem flagelos para locomoção. A membrana plasmática é lipoproteica e forma invaginações ou dobras, chamadas de mesossomos, ricas em enzimas respiratórias. No citoplasma há uma molécula de DNA que tem forma de fio enovelado, que ocupa uma região denominada nucleoide; ainda existem uma ou mais moléculas menores de DNA que tem duplicação independente e cujos genes controlam a síntese de proteínas que conferem propriedades especiais às bactérias, como a resistência a antibióticos. A maioria é heterotrófica, mas algumas realizam fotossíntese ou quimiossíntese. Podem obter energia por processos aeróbicos e anaeróbicos. Existem bactérias na forma esférica (coco – figura 2), de bastonete reto (bacilo – figura 3), de bastonete curvo (vibrião – figura 4), em hélice com célula rígida (espirilos – figura 5) e hélice com célula flexível (espiroquetas – figura 6).
  • 7. 7 Figura 1- Estrutura da bactéria Figura 2- Coco Fonte 1: http://saude.hsw.uol.com.br/celulas1.htm Fonte 2: http://juliasarabioifes.wordpress.com/2011/04/04/classificacao-das-bacterias-metodo-de-gram-morfologia/ Figura 3- Bacilos Figura 4- Vibrião Fonte 3: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/02/ameaca-escondida/ Fonte 4: http://darwinismo.wordpress.com/2011/10/17/a-resposta-estatica/ Figura 5- Espirilos Fonte 5: http://html.rincondelvago.com/microbiologia_2.html Fonte 6: http://bioenciclopedia.altervista.org/spirochete.html Figura 6- Espiroquetas
  • 8. 8 2.2 ARQUEOBACTÉRIAS É um grupo relativamente pouco conhecido, especialmente pela dificuldade de acesso aos seus habitats e para coleta de seu material, além da grande diversidade de seus processos bioquímicos. Hoje são bem conhecidas as bactérias metanogênicas, anaeróbicas, produtoras de metano, que vivem no estomago de ruminantes, nos materiais de esgoto e em sedimentos no fundo do mar e lagos. Outras bem conhecidas são as halófilas (halo = sal + filo = afinidade), são aeróbicas e vivem em ambientes com alta salinidade. Vivem em colônias abundantes e são responsáveis pela coloração rósea de algumas salinas, figura 7. Ainda como exemplo pode-se citar as bactérias termoacidófilas (termo = calor + acido = ácido + filo = afinidade) que suportam altas temperaturas, entre 90 e 100°C, e ainda alto grau de acidez, Ph 1 a 2. Vivem em fontes quentes e sulfurosas, fundo de mares e montes de resíduos quentes de minas de carvão. Figura 7- Cor rósea identificada no Lago Hille, Austrália Fonte: http://blog.viagemmania.com.br/2013/03/8-lagos-ao-redor-do-mundo-com-agua-cor-de-rosa/
  • 9. 9 2.3 EUBACTÉRIAS Reúne a maioria das bactérias conhecidas. São seres minúsculos, resistentes e com incrível capacidade de reprodução, em condições ideais podem se duplicar a cada 20 minutos. Podem ser encontradas em quase todos os ambientes: água, ar, solo, material em decomposição, dentro e fora de seres vivos, etc. São procarióticas já que seu material genético não está no interior de um núcleo, e sim estando contido em um longo filamento de DNA em anel, o chamado nucleoide. Como já citado anteriormente existem também pequenos anéis de DNA dispersos pelo citoplasma. As cianobactérias, também conhecidas como cianofíceas (figura 8) ou algas verdes- azuladas, são autótrofas e realizam fotossíntese. Elas têm organização celular parecida com a das bactérias e podem viver isoladas ou em colônias. Podem ser encontradas em água doce ou salgada, nas camadas internas do solo, em pelos de animais (bicho preguiça e urso polar) e até em fontes termais de altas temperaturas. A respeito da organização celular, tem uma camada mais interna de citoplasma, chamado de centroplasma, onde estão o DNA e os ribossomos livres. A porção periférica ou cromoplasma apresenta lamelas (finíssimas lâminas) concêntricas onde se prendem vários pigmentos: clorofila, xantofila, ficocianina (pigmento azul) e ficoeritrina (pigmento vermelho). Muitas cianobactérias apresentam um tipo de célula sem pigmento e com parede celular mais espessa, chamadas heterocistos, admite-se que essa células sejam responsáveis pela fixação do nitrogênio na atmosfera. Figura 8- Cianobactérias Fonte: http://www.infoescola.com/biologia/cianobacterias/
  • 10. 10 3. CURIOSIDADES 3.1 PASTEURIZAÇÃO A pasteurização do leite, pelo aquecimento a 63 °C durante meia hora é um importante processo de desinfeção. Ela elimina muitas bactérias, mas não elimina os esporos de reprodução. Após o aquecimento o leite sofre um brusco resfriamento, assim, a fase em que ele ficaria morno é eliminada, isso porque essa fase é a mais propícia para o desenvolvimento dos esporos, e a criação de novas bactérias. Figura 9. Figura 9- Processo de pasteurização Fonte: http://www.infoescola.com/microbiologia/pasteurizacao/ 3.2 ANTRAZ Em 2001, nos Estados Unidos, algumas pessoas receberam correspondência contaminada com esporos da bactéria Bacillus anthracis, que causa o antraz ou carbúnculo. A partir daí, passou-se a discutir a hipótese de essa bactéria ser usada como arma biológica, uma vez que esses esporos podem resistir até centenas de ano no ambiente. Figura 10- Correspondência infectada Fonte: http://dicasdefrances.blogspot.com.br/2009/10/correspondencia.html
  • 11. 11 3.3 DESODORANTE Os desodorantes (figura 11) eliminam o mau cheiro das axilas porque impede que as bactérias se alimentem das substancias orgânicas geradas pela transpiração. A maioria dos desodorantes possuem antimicrobianos que impedem o desenvolvimento de bactérias. Figura 11- Desodorante Fonte: http://curiososdaquartae.blogspot.com.br/2010_09_01_archive.html 4. DOENÇAS 4.1 TÉTANO Doença causada pela bactéria Clostridium tetani, é encontrada no solo e seus esporos podem ficar ativos e ainda infecciosos por quarenta anos. A transmissão da doença é causada por ferimentos profundos em objetos contaminados. Os primeiros sintomas da infecção podem se dar entre 7 e 21 dias, causando intoxicação aguda e enrijecimento muscular. 4.2 PNEUMONIA Causada pela bactéria Diplococcus pneumoniae, é transmitida através das secreções nasobucais, se instala nos pulmões e pode causar febre alta, fortes dores pulmonares na região dorsal. 4.3 TRACOMA Causada pela Chlamydia trachomatis, é uma inflamação da conjuntiva e da córnea, que pode levar à cegueira. Surgem bolhas nos olhos e granulação nas pálpebras. É necessário pronto atendimento médico.
  • 12. 12 4.4 LAPTOSPIROSE Causada pela Leptospira interrogans, transmitida por água, alimentos e objetos contaminados por urina de rato, cães e outros animais portadores da bactéria. O doente apresenta febre alta, calafrios, dor de cabeça, muscular e articular. É necessário atendimento médico para evitar complicações renais e hepáticas.
  • 13. 13 5. CONCLUSÃO Apesar de parecer que as bactérias são ruins e que só servem para causar doença, deve-se lembrar de que elas foram os primeiros organismos a surgir na face da Terra, e são essenciais para a manutenção da vida na no planeta. Elas disponibilizaram o oxigênio na atmosfera e diminuíram a concentração de CO 2, abrindo espaço, assim, para outras formas de vida. Bactérias decompositoras são responsáveis pela decomposição da matéria orgânica vinda de organismos mortos e resíduos. Algumas delas fixam nitrogênio na atmosfera e outras ainda são utilizadas na indústria de corantes.
  • 14. 14 6. REFERÊNCIAS [1] GOWDAK, Demétrio. Mattos, Neide. Pezzi, Antônio. Biologia- seres vivos, anatomia e fisiologia humana. São Paulo, 2010. Editora FTD S.A. [2] GEWANDSZNAJDER, Fernando. LINHARES, Sérgio. Biologia série Brasil. São Paulo, 2003. Editora Ática. [3] JÚNIOR, César da Silva. SASSON, Sezar. Biologia- volume único. São Paulo, 2003. Editora Saraiva. [4] < http://www.minhavida.com.br/saude/temas/pneumonia > [5] < http://www.minhavida.com.br/saude/temas/tetano> [6] < http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera.php > [7] MARTINS, Lucas. < http://www.infoescola.com/biologia/reino-monera-bacteriascianobacterias/ > [8] < http://www.brasilescola.com/biologia/monera.htm > [9] LIMA, Mariana Araguaia de Castro Sá. < http://www.mundoeducacao.com/biologia/reino-monera.htm > [10] ARAGUAIA, bacterias.htm > Mariana. < http://www.brasilescola.com/biologia/importancia-