SlideShare uma empresa Scribd logo
Powerpoint Templates Realismo Prof. Francisco Silvério Machado de Assis
Realismo  foi um movimento artístico e literário surgido nas últimas décadas do século XIX na Europa, mais especificamente na França, em reação ao Romantismo.  Estética Realista
Características ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Características ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Características ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Contexto Histórico CAPITALISMO E POBREZA: UM NOVO CENÁRIO SOCIAL A Revolução Industrial está diretamente relacionada ao nascimento da  estética realista . Inicialmente restrita à Inglaterra, ela desencadeou mudanças profundas no modo de produção, o que reordenou a economia mundial no século XIX. A superação do  Mercantilismo  pela dinâmica capitalista – consequências da Revolução Industrial – fez com que  a consolidação do poder burguês desse à sociedade uma nova faceta, que o  REALISMO , como estética literária, busca analisar, detectando suas causas e denunciando suas consequências.
MUDANÇAS NO MODO DE PRODUÇÃO A multiplicação das máquinas e o crescimento do comércio contribuíram para adoção de uma perspectiva extremamente otimista – a possibilidade de importantes reformas sociais.
BURGUESIA  VERSUS  PROLETARIADO A industrialização, porém, acarretou um efeito social bastante previsível: a distinção entre a  burguesia  e a classe trabalhadora ( proletariado ). Nesse novo contexto, a pobreza tornou-se um problema associado à industrialização; o acúmulo de pessoas nos grandes   centros urbanos agravou ainda mais os problemas já existentes. Mendicância, prostituição, epidemias etc.
A SOCIEDADE NO CENTRO DA OBRA LITERÁRIA O mundo das máquinas, das fábricas, dos transportes, das novas teorias sociais, tornava inviável a visão de mundo romântica, que fazia do indivíduo e de seus dramas sentimentais o centro de todas as coisas. A sociedade estava mudando,e os artistas, como homens de seu tempo, passaram a adotar a nova visão de mundo que privilegiava a objetividade, contrária ao subjetivismo romântico; que via na razão a melhor forma de percepção da realidade, abandonando a valorização desmedida da emoção; que focalizava como centro de seus interesses, em lugar de uma perspectiva excessivamente individualista.
DIFERENÇAS ENTRE ROMANTISMO E REALISMO  Ideais republicanos e socialistas.  Ideais monárquicos  Criação feita de reflexão e análise;  Inspiração feita de arrebatamento;  Gosto pela paisagem colorida e pelo minucioso e exato;  Gosto  pela paisagem macabra e horrenda e pelo descritivo idealizado “locus horrendus”;   Linguagem desafetada, corrente e equilibrada com aperfeiçoamento da forma;  Linguagem declamatória, afetiva e espontânea com reticências, exclamações, interrogações, etc.;  A observação do pormenor, a indiferença  e a impassibilidade do narrador dominam a  narrativa;  A imaginação, a sensibilidade dominam a narrativa. Dá-se a interferência do narrador que, ora manifesta ou a sua simpatia ou repulsa , ora faz digressões;  Olha o futuro e tem fé na ciência e no progresso – consequência    novela realista - naturalista, poesia panfletária, gosto pelos temas contemporâneos;  Recorda o passado e, de preferência, a Idade Média;  REALISMO ROMANTISMO
O REALISMO NA LITERATURA Motivados pelas teorias científicas e filosóficas da época, os escritores realistas desejavam retratar o homem e a sociedade em sua totalidade. Não bastava mostrar a face sonhadora e idealizada da vida como fizeram os românticos; era preciso mostrar a face nunca antes revelada: a do cotidiano massacrante, do amor adúltero, da falsidade e do egoísmo humano, da impotência do homem comum diante dos poderosos. Uma característica do romance realista é o seu forte poder de crítica, adotando uma objetividade que faltou ao romantismo. Grandes escritores realistas descrevem o que está errado de forma natural. Se um autor desejasse criticar a postura da Igreja Católica, não escreveria um soneto anticristão, porém escreveria histórias que envolvessem-na de forma a inserir nessas histórias o que eles julgam ser a Igreja Católica e como as pessoas reagem a ela.
Em lugar do egocentrismo romântico, verifica-se um enorme interesse de descrever, analisar e até em criticar a realidade. A visão subjetiva e parcial da realidade é substituída pela visão que procura ser objetiva, fiel, sem distorções. Dessa forma os realistas procuram apontar falhas talvez como modo de estimular a mudança das instituições e dos comportamentos humanos. Em lugar de heróis, surgem pessoas comuns, cheias de problemas e limitações Na Europa, o realismo teve início com a publicação do romance realista  Madame Bovary  (1857) de Gustave Flaubert. Alguns expoentes do realismo europeu: Gustave Flaubert, Honoré de Balzac, Eça de Queirós, Charles Dickens.
MADAME BOVARY E A CRÍTICA AO ROMANTISMO Madame Bovary é um romance escrito por Gustave Flaubert que resultou num escândalo ao ser publicado em 1857. Quando o livro foi lançado, houve na França um grande interesse pelo romance, pois levou seu autor a julgamento. Acusado de ofensa à moral e à religião, num processo contra o autor e também contra Laurent Pichat, diretor da revista Revue de Paris, em que a história foi publicada pela primeira vez, em episódios e com alguns pequenos cortes. O romance conta a história de Emma, uma mulher sonhadora pequeno-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa.
O PRIMO BASÍLIO Luísa, do romance  O Primo Basílio  é fruto da influência evidente que a leitura de Madame Bovary exerceu sobre o escritor português, Eça de Queirós. O Primo Basílio é um romance de Eça de Queirós. Publicado em 1878, constitui uma análise da família burguesa urbana no século XIX. O autor, que já criticara a província em O Crime do Padre Amaro, volta-se agora para a cidade, a fim de sondar e analisar as mesmas mazelas, desta vez na capital: para tanto, enfoca um lar burguês aparentemente feliz e perfeito, mas com bases falsas e igualmente podres As personagens de O Primo Basílio podem ser consideradas o protótipo da futilidade, da ociosidade daquela sociedade.
O REALISMO EM PORTUGAL O Realismo na Literatura surge em Portugal após 1865, devido à  Questão Coimbrã  e às  Conferências do Cassino , como resposta à artificialidade, formalidade e aos exageros do Romantismo de uma sentimentalidade mórbida. Eça de Queirós é apontado, junto a Antero de Quental, como o autor que introduz este movimento no país, sendo o romance social, psicológico e de tese a principal forma de expressão. Deixa de ser apenas distração e torna-se meio de crítica a instituições, à hipocrisia burguesa (avareza, inveja, usura), à vida urbana (tensões sociais, econômicas, políticas) à religião e à sociedade, interessando-se pela análise social, pela representação da realidade circundante, do sofrimento, da corrupção e do vício. A escravatura, o racismo e a sexualidade são retratados com uma linguagem clara e direta.
A QUESTÃO COIMBRÃ A primeira manifestação do Realismo em Portugal deu-se inicialmente na Questão Coimbrã, polêmica esta que significou, nas palavras de Teófilo Braga “a dissolução do Romantismo”. Nela se manifestaram pela primeira vez as novas ideias e o novo gosto de uma geração que reagia contra o marasmo em que tinha caído o Romantismo.
O segundo episódio verificou-se em 1871 nas Conferências do Cassino (ou Conferências Democráticas do Cassino). Nessa nova manifestação da chamada Geração de 70, os contornos do que seria o Realismo apareceram desenhados com maior nitidez, especialmente através da conferência realizada por Eça de Queirós intitulada O realismo como nova expressão da arte. Sob a influência do Cenáculo, e da sua figura central, Antero de Quental, Eça funde as teorias de Taine, do determinismo social e da hereditariedade com as posições estético-sociais de Proudhon. Atacando o estado das letras nacionais e propôs uma nova arte, uma arte revolucionária, que respondesse ao "espírito dos tempos" (zeitgeist), uma arte que agisse como regeneradora da consciência social, que pintasse o real sem floreados.   Para Eça só uma arte que mostrasse efeTivamente como era a realidade, mesmo que isso implicasse entrar em campos sórdidos, poderia fazer um diagnóstico do meio social, com vista à sua cura. Assim reagia contra o espírito da arte pela arte, visando mostrar os problemas morais e assim contribuir para aperfeiçoar a Humanidade .  Conferências Democráticas do Cassino
A POESIA REALISTA DE ANTERO QUENTAL O livro de poemas “ Odes modernas ”, do poeta Antero de Quental, é considerado o marco inicial do Realismo português em 1865. Logo após, lançou os  Sonetos Completos  (1866);  Primaveras Românticas  (1871); publicação póstuma,  Raios de Extinta Luz . O realismo português cronologicamente durou cerca de 25 anos, período marcado por renovações ideológicas, culturais, políticas, científicas e artísticas. Nos trinta anos de produção poética, Antero passou por algumas fases ou momentos distintos: 1°: influência romântica, sua poesia assume um tom arrebatador, apaixonado. Temas (Deus, Natureza, Mulher) são tratados de modo ingênuo. 2°: assume um tom panfletário assumido pelos sonetos.  A religião é vista como algo incapaz de solucionar os graves problemas do ser humano. 3°: fase mais introspectiva e metafísica, de indagações acerca da Verdade, da Fé, do sentido da própria existência; ele mergulha na própria consciência e apresenta seu momento mais pessimista.
EÇA DE QUEIRÓS: CRÍTICO IMPIEDOSO DA BURGUESIA ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
O REALISMO NO BRASIL A partir da extinção do tráfico negreiro, em 1850, acelera-se a decadência da economia cafeeira no Brasil e o país experimenta sua primeira crise depois da Independência. O contexto social que daí se origina, aliado à leitura de grandes mestres realistas europeus como  Stendhal ,  Balzac ,  Dickens  e  Victor   Hugo , propiciarão o surgimento do Realismo no Brasil. Assim, em 1881 Aluísio Azevedo publica  O Mulato  (primeiro romance naturalista brasileiro) e Machado de Assis publica  Memórias Póstumas de Brás Cubas  (primeiro romance realista do Brasil). Outro escritor que participou do Realismo foi Arthur Azevedo.
A OBRA DE MACHADO DE ASSIS O público leitor dos romances românticos foi surpreendido, no ano de 1881, pela publicação de um livro supostamente escrito por um defunto: Memórias póstumas de Brás Cubas. É narrado pelo defunto Brás Cubas, que escreve a própria biografia a partir do túmulo (sendo, portanto, segundo o próprio, não um autor-defunto, mas o primeiro  defunto-autor  da história, que é caracterizado por ter morrido e depois escrito, diferente do outro que foi escritor depois morreu). Começa suas memórias com uma dedicatória que antecipa o humor negro e a ironia presente em todo o livro:  Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas Memórias Póstumas . Brás Cubas também expressa o humor negro quando diz que a obra foi escrita com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, no "Ao leitor".
DOM CASMURRO: OS MISTÉRIOS DA ALMA HUMANA A história se passa no Rio de Janeiro do Segundo Império, e conta a trajetória de Bentinho e Capitu. É um romance psicológico, narrado em primeira pessoa por Bentinho, o que permite manter questões sem elucidação até o final, já que a história conta apenas com a perspectiva subjetiva de Bentinho. O romance Dom Casmurro além de estar entre as grandes obras da Literatura Brasileira, é considerado como a obra-prima de Machado de Assis. Nele, Machado conta a história de um homem completamente perturbado por um sentimento complexo: o ciúme. A grande questão do livro deixa de ser se Capitu cometeu ou não o adultério.  O que importa é perceber como ele foi capaz de retratar, de modo extraordinário, o comportamento de um homem transtornado pelo ciúme.
CONTOS MACHADIANOS Machado também manifestou sua excelência nos contos que escreveu.
O REALISMO NA PINTURA Principais pintores realistas:  Édouard Manet  (Paris, 23 de janeiro de 1832, Paris — 30 de abril de 1883, Paris) foi um pintor e artista gráfico francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX. OLYMPIA – A PROSTITUTA O CANTOR ESPANHOL O BEBEDOR DE ABSINTO
A EXECUÇÃO DE MAXIMILIANO O TOCADOR DE PÍFARO O ALMOÇO NA RELVA DE 1863 PINTURAS DE MANET
Gustave Courbet  (Ornans, 10 de Junho de 1819 — La-Tour-de-Peilz, 31 de Dezembro de 1877) foi um pintor anarquista francês pertencente à escola realista. Foi acima de tudo um pintor de paisagens campestres e marítimas onde o romantismo e idealização da altura são substituídos por uma representação da realidade fruto de observação directa. Esta busca da verdade é transposta para a tela em pinceladas espontaneas que não deixam de lado os aspectos menos estéticos do que é observado. OS CORTADORES DE PEDRAS AUTO-RETRATO
Gustave Courbet MULHERES PENEIRANDO TRIGO O SONO AUTO-RETRATO COM CÃO
Honoré-Victorien Daumier  (26 de Fevereiro de 1808, Marselha - 10 de Fevereiro de 1879, Valmondois), foi um caricaturista, chargista, pintor e ilustrador francês. Ele foi conhecido em seu tempo como o "Michelangelo da caricatura". Atualmente ele também é considerado um dos mestres da litografia e um dos pioneiros do naturalismo. DOM QUIXOTE OS JOGADORES DE XADREZ DOM QUIXOTE E SANCHO PANÇA
Jean-Baptiste Camille Corot  (16 de Julho de 1796 – 22 de Fevereiro de 1875) foi um pintor realista francês. Filho de uma família de comerciantes abastados, Jean-Baptiste Camille Corot, teve uma infâcia confortável e estável, tendo trabalhado numa loja do pai. Corot fez seus estudos na cidade de Rouen, onde foi hospedado pela família Sennegon. A PONTE DE NANTES CATEDRAL DE CHARTRES A MULHER DAS MARGARIDAS
Jean-François Millet  (4 de Outubro, 1814 – 20 de Janeiro, 1875) Pintor romântico e um dos fundadores da Escola de Barbizon na França rural. É conhecido como precursor do realismo, pelas suas representações de trabalhadores rurais. ANGELUS (1859) MULHER NA JANELA PASTORA
Étienne Pierre Théodore Rousseau  (15 de Abril de 1812, Paris - 22 de Dezembro de 1867, Barbizon) foi um pintor realista francês, fundador da Escola de Barbizon. É considerado, por alguns, o precursor do Impressionismo. FLORESTA DE FONTAINEBLEAU A RIO NA PRADARIA  COMÉRCIO NA NORMANDIA
O REALISMO NA ESCULTURA Na escultura, o grande representante realista foi o Auguste Rodin. O escultor não se preocupou com a idealização da realidade. Ao contrário, procurou recriar os seres tais como eles são. Além disso, os escultores preferiam os temas contemporâneos, assumindo muitas vezes uma intenção política em suas obras. Sua característica principal é a fixação do momento significativo de um gesto humano. O HOMEM DE NARIZ QUEBRADO JOÃO BATISTA PREGANDO O PENSADOR
O REALISMO NA ARQUITETURA  Os arquitetos e engenheiros procuram responder adequadamente às novas necessidades urbanas, criadas pela industrialização. As cidades não exigem mais ricos palácios e templos. Elas precisam de fábricas, estações ferroviárias, armazéns, lojas, bibliotecas, escolas, hospitais e moradias, tanto para os operários quanto para a nova burguesia. Em 1889, Gustave Eiffel levanta, em Paris, a Torre Eiffel, hoje logotipo da "Cidade Luz".
O REALISMO NO TEATRO Com o realismo, problemas do cotidiano ocupam os palcos. O herói romântico é substituído por personagens do dia-a-dia e a linguagem torna-se coloquial. O primeiro grande dramaturgo realista é o francês Alexandre Dumas Filho (1824-1895), autor da primeira peça realista, A Dama das Camélias (1852), que trata da prostituição . A Dama das Camélias  tem cunho autobiográfico. Dumas Filho inspirou-se em suas próprias relações com a cortesã Marie Duplessis, e ainda no fato de ser ele próprio filho ilegítimo de  Alexandre Dumas . Experimentando a rejeição, encontrou ao lado da amante a estabilidade que necessitava, e que veio a ser-lhe o mote para o romance.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS http://www.brasilescola.com/literatura/realismo.htm http://www.mundoeducacao.com.br/literatura/o-realismo-no-brasilmachado-assis.htm http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/realismo/realismo-1.php http://www.suapesquisa.com/realismo/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Realismo
CRÉDITOS PEQUISA, EDIÇÃO E FORMATAÇÃO PROF. FRANCISCO PEREIRA SILVÉRIO E-MAIL:  [email_address]

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)
Josie Ubiali
 
REALISMO E NATURALISMO
REALISMO E NATURALISMOREALISMO E NATURALISMO
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
Adrielle Itaparica
 
Trovadorismo I
Trovadorismo ITrovadorismo I
Trovadorismo I
Cláudia Heloísa
 
Literatura - Realismo
Literatura - RealismoLiteratura - Realismo
Literatura - Realismo
NAPNE
 
Humanismo -slides
Humanismo  -slidesHumanismo  -slides
Humanismo -slides
Aparecida Mallagoli
 
Realismo x Naturalismo
Realismo x NaturalismoRealismo x Naturalismo
Realismo x Naturalismo
adenicio
 
Parnasianismo brasileiro
Parnasianismo brasileiroParnasianismo brasileiro
Parnasianismo brasileiro
Andréia Peixoto
 
Realismo e naturalismo resumo
Realismo e naturalismo   resumoRealismo e naturalismo   resumo
Realismo e naturalismo resumo
Vilmar Vilaça
 
Romantismo - As 3 gerações - Resumo Completo
Romantismo - As 3 gerações - Resumo CompletoRomantismo - As 3 gerações - Resumo Completo
Romantismo - As 3 gerações - Resumo Completo
Faell Vasconcelos
 
Realismo
RealismoRealismo
Romantismo I
Romantismo IRomantismo I
Romantismo I
Ana Karina Silva
 
Simbolismo no brasil
Simbolismo no brasilSimbolismo no brasil
Simbolismo no brasil
Don Veneziani
 
Simbolismo
SimbolismoSimbolismo
Simbolismo
Naldinho Amorim
 
Renascimento e Classicismo
Renascimento e ClassicismoRenascimento e Classicismo
Renascimento e Classicismo
Kleber Brito
 
NOVELAS DE CAVALARIA
NOVELAS DE CAVALARIANOVELAS DE CAVALARIA
NOVELAS DE CAVALARIA
Karina Lima
 
Realismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - LiteraturaRealismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - Literatura
Cynthia Funchal
 
Auto da compadecida
Auto da compadecidaAuto da compadecida
Auto da compadecida
Josi Motta
 
Realismo no brasil
Realismo no brasilRealismo no brasil
Realismo no brasil
Karoline Tavares
 
Gênero dramático
Gênero dramáticoGênero dramático
Gênero dramático
Glauco Souza
 

Mais procurados (20)

Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)
 
REALISMO E NATURALISMO
REALISMO E NATURALISMOREALISMO E NATURALISMO
REALISMO E NATURALISMO
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo I
Trovadorismo ITrovadorismo I
Trovadorismo I
 
Literatura - Realismo
Literatura - RealismoLiteratura - Realismo
Literatura - Realismo
 
Humanismo -slides
Humanismo  -slidesHumanismo  -slides
Humanismo -slides
 
Realismo x Naturalismo
Realismo x NaturalismoRealismo x Naturalismo
Realismo x Naturalismo
 
Parnasianismo brasileiro
Parnasianismo brasileiroParnasianismo brasileiro
Parnasianismo brasileiro
 
Realismo e naturalismo resumo
Realismo e naturalismo   resumoRealismo e naturalismo   resumo
Realismo e naturalismo resumo
 
Romantismo - As 3 gerações - Resumo Completo
Romantismo - As 3 gerações - Resumo CompletoRomantismo - As 3 gerações - Resumo Completo
Romantismo - As 3 gerações - Resumo Completo
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
 
Romantismo I
Romantismo IRomantismo I
Romantismo I
 
Simbolismo no brasil
Simbolismo no brasilSimbolismo no brasil
Simbolismo no brasil
 
Simbolismo
SimbolismoSimbolismo
Simbolismo
 
Renascimento e Classicismo
Renascimento e ClassicismoRenascimento e Classicismo
Renascimento e Classicismo
 
NOVELAS DE CAVALARIA
NOVELAS DE CAVALARIANOVELAS DE CAVALARIA
NOVELAS DE CAVALARIA
 
Realismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - LiteraturaRealismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - Literatura
 
Auto da compadecida
Auto da compadecidaAuto da compadecida
Auto da compadecida
 
Realismo no brasil
Realismo no brasilRealismo no brasil
Realismo no brasil
 
Gênero dramático
Gênero dramáticoGênero dramático
Gênero dramático
 

Destaque

Carlos Leon
Carlos LeonCarlos Leon
Carlos Leon
guest2c41e2
 
Patric Ainsworth: Connecting World Languages to CTE
Patric Ainsworth: Connecting World Languages to CTEPatric Ainsworth: Connecting World Languages to CTE
Patric Ainsworth: Connecting World Languages to CTE
Center for Global Education at Asia Society
 
Sofía alonso
Sofía alonsoSofía alonso
Sofía alonso
moisesrodriguezmateo
 
MACHAEL JACKSON
MACHAEL JACKSONMACHAEL JACKSON
MACHAEL JACKSON
thatiane rosa gomes
 
Madrid De Felipe Iv
Madrid De Felipe IvMadrid De Felipe Iv
Madrid De Felipe Iv
Ana M Robles
 
The Verdict: Social media in the legal sector
The Verdict: Social media in the legal sectorThe Verdict: Social media in the legal sector
The Verdict: Social media in the legal sector
FTI Consulting
 

Destaque (6)

Carlos Leon
Carlos LeonCarlos Leon
Carlos Leon
 
Patric Ainsworth: Connecting World Languages to CTE
Patric Ainsworth: Connecting World Languages to CTEPatric Ainsworth: Connecting World Languages to CTE
Patric Ainsworth: Connecting World Languages to CTE
 
Sofía alonso
Sofía alonsoSofía alonso
Sofía alonso
 
MACHAEL JACKSON
MACHAEL JACKSONMACHAEL JACKSON
MACHAEL JACKSON
 
Madrid De Felipe Iv
Madrid De Felipe IvMadrid De Felipe Iv
Madrid De Felipe Iv
 
The Verdict: Social media in the legal sector
The Verdict: Social media in the legal sectorThe Verdict: Social media in the legal sector
The Verdict: Social media in the legal sector
 

Semelhante a Realismo

Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Dafne Beatriz Santos
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Arieli Bis Sobbis
 
O Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O SimbolismoO Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O Simbolismo
Beatriz Dias
 
Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016
Josi Motta
 
Romanticismo base.ppt
Romanticismo base.pptRomanticismo base.ppt
Romanticismo base.ppt
AldenoraMarciaChaves
 
Os maias
Os maiasOs maias
Os maias
Pedro Matos
 
Realismo Português
Realismo PortuguêsRealismo Português
Realismo Português
Vitor Barreto
 
Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)
Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)
Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)
Silmara Braz
 
Realismo
RealismoRealismo
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
ANDRESSASILVADESOUSA
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
AliceEmanuelladeOliv
 
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.pptrealismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
Carlos100coliCoimbra
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
LeandroBolivar1
 
Trabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismoTrabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismo
LuizBraz9
 
Literaturas sobre realismo (2)
Literaturas sobre realismo (2)Literaturas sobre realismo (2)
Literaturas sobre realismo (2)
Equipemundi2014
 
Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.
Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.
Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.
elenircardozo
 
Arte - Realismo
Arte - RealismoArte - Realismo
Arte - Realismo
Maiara Giordani
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo 2 ano
Realismo 2 anoRealismo 2 ano
Realismo 2 ano
Marilene dos Santos
 
Realismo x Romantismo
Realismo x RomantismoRealismo x Romantismo
Realismo x Romantismo
Amanda Rodrigues
 

Semelhante a Realismo (20)

Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
O Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O SimbolismoO Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O Simbolismo
 
Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016
 
Romanticismo base.ppt
Romanticismo base.pptRomanticismo base.ppt
Romanticismo base.ppt
 
Os maias
Os maiasOs maias
Os maias
 
Realismo Português
Realismo PortuguêsRealismo Português
Realismo Português
 
Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)
Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)
Realismofinal 100118094323-phpapp01 (1)
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
 
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.pptrealismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
 
Trabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismoTrabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismo
 
Literaturas sobre realismo (2)
Literaturas sobre realismo (2)Literaturas sobre realismo (2)
Literaturas sobre realismo (2)
 
Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.
Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.
Realismo-e-Naturalimos-revisão- caracterizado o Romantismo.
 
Arte - Realismo
Arte - RealismoArte - Realismo
Arte - Realismo
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
 
Realismo 2 ano
Realismo 2 anoRealismo 2 ano
Realismo 2 ano
 
Realismo x Romantismo
Realismo x RomantismoRealismo x Romantismo
Realismo x Romantismo
 

Último

Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 

Último (20)

Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 

Realismo

  • 1. Powerpoint Templates Realismo Prof. Francisco Silvério Machado de Assis
  • 2. Realismo foi um movimento artístico e literário surgido nas últimas décadas do século XIX na Europa, mais especificamente na França, em reação ao Romantismo. Estética Realista
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6. Contexto Histórico CAPITALISMO E POBREZA: UM NOVO CENÁRIO SOCIAL A Revolução Industrial está diretamente relacionada ao nascimento da estética realista . Inicialmente restrita à Inglaterra, ela desencadeou mudanças profundas no modo de produção, o que reordenou a economia mundial no século XIX. A superação do Mercantilismo pela dinâmica capitalista – consequências da Revolução Industrial – fez com que a consolidação do poder burguês desse à sociedade uma nova faceta, que o REALISMO , como estética literária, busca analisar, detectando suas causas e denunciando suas consequências.
  • 7. MUDANÇAS NO MODO DE PRODUÇÃO A multiplicação das máquinas e o crescimento do comércio contribuíram para adoção de uma perspectiva extremamente otimista – a possibilidade de importantes reformas sociais.
  • 8. BURGUESIA VERSUS PROLETARIADO A industrialização, porém, acarretou um efeito social bastante previsível: a distinção entre a burguesia e a classe trabalhadora ( proletariado ). Nesse novo contexto, a pobreza tornou-se um problema associado à industrialização; o acúmulo de pessoas nos grandes centros urbanos agravou ainda mais os problemas já existentes. Mendicância, prostituição, epidemias etc.
  • 9. A SOCIEDADE NO CENTRO DA OBRA LITERÁRIA O mundo das máquinas, das fábricas, dos transportes, das novas teorias sociais, tornava inviável a visão de mundo romântica, que fazia do indivíduo e de seus dramas sentimentais o centro de todas as coisas. A sociedade estava mudando,e os artistas, como homens de seu tempo, passaram a adotar a nova visão de mundo que privilegiava a objetividade, contrária ao subjetivismo romântico; que via na razão a melhor forma de percepção da realidade, abandonando a valorização desmedida da emoção; que focalizava como centro de seus interesses, em lugar de uma perspectiva excessivamente individualista.
  • 10. DIFERENÇAS ENTRE ROMANTISMO E REALISMO Ideais republicanos e socialistas. Ideais monárquicos Criação feita de reflexão e análise; Inspiração feita de arrebatamento; Gosto pela paisagem colorida e pelo minucioso e exato; Gosto pela paisagem macabra e horrenda e pelo descritivo idealizado “locus horrendus”; Linguagem desafetada, corrente e equilibrada com aperfeiçoamento da forma; Linguagem declamatória, afetiva e espontânea com reticências, exclamações, interrogações, etc.; A observação do pormenor, a indiferença e a impassibilidade do narrador dominam a narrativa; A imaginação, a sensibilidade dominam a narrativa. Dá-se a interferência do narrador que, ora manifesta ou a sua simpatia ou repulsa , ora faz digressões; Olha o futuro e tem fé na ciência e no progresso – consequência  novela realista - naturalista, poesia panfletária, gosto pelos temas contemporâneos; Recorda o passado e, de preferência, a Idade Média; REALISMO ROMANTISMO
  • 11. O REALISMO NA LITERATURA Motivados pelas teorias científicas e filosóficas da época, os escritores realistas desejavam retratar o homem e a sociedade em sua totalidade. Não bastava mostrar a face sonhadora e idealizada da vida como fizeram os românticos; era preciso mostrar a face nunca antes revelada: a do cotidiano massacrante, do amor adúltero, da falsidade e do egoísmo humano, da impotência do homem comum diante dos poderosos. Uma característica do romance realista é o seu forte poder de crítica, adotando uma objetividade que faltou ao romantismo. Grandes escritores realistas descrevem o que está errado de forma natural. Se um autor desejasse criticar a postura da Igreja Católica, não escreveria um soneto anticristão, porém escreveria histórias que envolvessem-na de forma a inserir nessas histórias o que eles julgam ser a Igreja Católica e como as pessoas reagem a ela.
  • 12. Em lugar do egocentrismo romântico, verifica-se um enorme interesse de descrever, analisar e até em criticar a realidade. A visão subjetiva e parcial da realidade é substituída pela visão que procura ser objetiva, fiel, sem distorções. Dessa forma os realistas procuram apontar falhas talvez como modo de estimular a mudança das instituições e dos comportamentos humanos. Em lugar de heróis, surgem pessoas comuns, cheias de problemas e limitações Na Europa, o realismo teve início com a publicação do romance realista Madame Bovary (1857) de Gustave Flaubert. Alguns expoentes do realismo europeu: Gustave Flaubert, Honoré de Balzac, Eça de Queirós, Charles Dickens.
  • 13. MADAME BOVARY E A CRÍTICA AO ROMANTISMO Madame Bovary é um romance escrito por Gustave Flaubert que resultou num escândalo ao ser publicado em 1857. Quando o livro foi lançado, houve na França um grande interesse pelo romance, pois levou seu autor a julgamento. Acusado de ofensa à moral e à religião, num processo contra o autor e também contra Laurent Pichat, diretor da revista Revue de Paris, em que a história foi publicada pela primeira vez, em episódios e com alguns pequenos cortes. O romance conta a história de Emma, uma mulher sonhadora pequeno-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa.
  • 14. O PRIMO BASÍLIO Luísa, do romance O Primo Basílio é fruto da influência evidente que a leitura de Madame Bovary exerceu sobre o escritor português, Eça de Queirós. O Primo Basílio é um romance de Eça de Queirós. Publicado em 1878, constitui uma análise da família burguesa urbana no século XIX. O autor, que já criticara a província em O Crime do Padre Amaro, volta-se agora para a cidade, a fim de sondar e analisar as mesmas mazelas, desta vez na capital: para tanto, enfoca um lar burguês aparentemente feliz e perfeito, mas com bases falsas e igualmente podres As personagens de O Primo Basílio podem ser consideradas o protótipo da futilidade, da ociosidade daquela sociedade.
  • 15. O REALISMO EM PORTUGAL O Realismo na Literatura surge em Portugal após 1865, devido à Questão Coimbrã e às Conferências do Cassino , como resposta à artificialidade, formalidade e aos exageros do Romantismo de uma sentimentalidade mórbida. Eça de Queirós é apontado, junto a Antero de Quental, como o autor que introduz este movimento no país, sendo o romance social, psicológico e de tese a principal forma de expressão. Deixa de ser apenas distração e torna-se meio de crítica a instituições, à hipocrisia burguesa (avareza, inveja, usura), à vida urbana (tensões sociais, econômicas, políticas) à religião e à sociedade, interessando-se pela análise social, pela representação da realidade circundante, do sofrimento, da corrupção e do vício. A escravatura, o racismo e a sexualidade são retratados com uma linguagem clara e direta.
  • 16. A QUESTÃO COIMBRÃ A primeira manifestação do Realismo em Portugal deu-se inicialmente na Questão Coimbrã, polêmica esta que significou, nas palavras de Teófilo Braga “a dissolução do Romantismo”. Nela se manifestaram pela primeira vez as novas ideias e o novo gosto de uma geração que reagia contra o marasmo em que tinha caído o Romantismo.
  • 17. O segundo episódio verificou-se em 1871 nas Conferências do Cassino (ou Conferências Democráticas do Cassino). Nessa nova manifestação da chamada Geração de 70, os contornos do que seria o Realismo apareceram desenhados com maior nitidez, especialmente através da conferência realizada por Eça de Queirós intitulada O realismo como nova expressão da arte. Sob a influência do Cenáculo, e da sua figura central, Antero de Quental, Eça funde as teorias de Taine, do determinismo social e da hereditariedade com as posições estético-sociais de Proudhon. Atacando o estado das letras nacionais e propôs uma nova arte, uma arte revolucionária, que respondesse ao "espírito dos tempos" (zeitgeist), uma arte que agisse como regeneradora da consciência social, que pintasse o real sem floreados. Para Eça só uma arte que mostrasse efeTivamente como era a realidade, mesmo que isso implicasse entrar em campos sórdidos, poderia fazer um diagnóstico do meio social, com vista à sua cura. Assim reagia contra o espírito da arte pela arte, visando mostrar os problemas morais e assim contribuir para aperfeiçoar a Humanidade . Conferências Democráticas do Cassino
  • 18. A POESIA REALISTA DE ANTERO QUENTAL O livro de poemas “ Odes modernas ”, do poeta Antero de Quental, é considerado o marco inicial do Realismo português em 1865. Logo após, lançou os Sonetos Completos (1866); Primaveras Românticas (1871); publicação póstuma, Raios de Extinta Luz . O realismo português cronologicamente durou cerca de 25 anos, período marcado por renovações ideológicas, culturais, políticas, científicas e artísticas. Nos trinta anos de produção poética, Antero passou por algumas fases ou momentos distintos: 1°: influência romântica, sua poesia assume um tom arrebatador, apaixonado. Temas (Deus, Natureza, Mulher) são tratados de modo ingênuo. 2°: assume um tom panfletário assumido pelos sonetos. A religião é vista como algo incapaz de solucionar os graves problemas do ser humano. 3°: fase mais introspectiva e metafísica, de indagações acerca da Verdade, da Fé, do sentido da própria existência; ele mergulha na própria consciência e apresenta seu momento mais pessimista.
  • 19.
  • 20. O REALISMO NO BRASIL A partir da extinção do tráfico negreiro, em 1850, acelera-se a decadência da economia cafeeira no Brasil e o país experimenta sua primeira crise depois da Independência. O contexto social que daí se origina, aliado à leitura de grandes mestres realistas europeus como Stendhal , Balzac , Dickens e Victor Hugo , propiciarão o surgimento do Realismo no Brasil. Assim, em 1881 Aluísio Azevedo publica O Mulato (primeiro romance naturalista brasileiro) e Machado de Assis publica Memórias Póstumas de Brás Cubas (primeiro romance realista do Brasil). Outro escritor que participou do Realismo foi Arthur Azevedo.
  • 21. A OBRA DE MACHADO DE ASSIS O público leitor dos romances românticos foi surpreendido, no ano de 1881, pela publicação de um livro supostamente escrito por um defunto: Memórias póstumas de Brás Cubas. É narrado pelo defunto Brás Cubas, que escreve a própria biografia a partir do túmulo (sendo, portanto, segundo o próprio, não um autor-defunto, mas o primeiro defunto-autor da história, que é caracterizado por ter morrido e depois escrito, diferente do outro que foi escritor depois morreu). Começa suas memórias com uma dedicatória que antecipa o humor negro e a ironia presente em todo o livro: Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas Memórias Póstumas . Brás Cubas também expressa o humor negro quando diz que a obra foi escrita com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, no "Ao leitor".
  • 22. DOM CASMURRO: OS MISTÉRIOS DA ALMA HUMANA A história se passa no Rio de Janeiro do Segundo Império, e conta a trajetória de Bentinho e Capitu. É um romance psicológico, narrado em primeira pessoa por Bentinho, o que permite manter questões sem elucidação até o final, já que a história conta apenas com a perspectiva subjetiva de Bentinho. O romance Dom Casmurro além de estar entre as grandes obras da Literatura Brasileira, é considerado como a obra-prima de Machado de Assis. Nele, Machado conta a história de um homem completamente perturbado por um sentimento complexo: o ciúme. A grande questão do livro deixa de ser se Capitu cometeu ou não o adultério. O que importa é perceber como ele foi capaz de retratar, de modo extraordinário, o comportamento de um homem transtornado pelo ciúme.
  • 23. CONTOS MACHADIANOS Machado também manifestou sua excelência nos contos que escreveu.
  • 24. O REALISMO NA PINTURA Principais pintores realistas: Édouard Manet (Paris, 23 de janeiro de 1832, Paris — 30 de abril de 1883, Paris) foi um pintor e artista gráfico francês e uma das figuras mais importantes da arte do século XIX. OLYMPIA – A PROSTITUTA O CANTOR ESPANHOL O BEBEDOR DE ABSINTO
  • 25. A EXECUÇÃO DE MAXIMILIANO O TOCADOR DE PÍFARO O ALMOÇO NA RELVA DE 1863 PINTURAS DE MANET
  • 26. Gustave Courbet (Ornans, 10 de Junho de 1819 — La-Tour-de-Peilz, 31 de Dezembro de 1877) foi um pintor anarquista francês pertencente à escola realista. Foi acima de tudo um pintor de paisagens campestres e marítimas onde o romantismo e idealização da altura são substituídos por uma representação da realidade fruto de observação directa. Esta busca da verdade é transposta para a tela em pinceladas espontaneas que não deixam de lado os aspectos menos estéticos do que é observado. OS CORTADORES DE PEDRAS AUTO-RETRATO
  • 27. Gustave Courbet MULHERES PENEIRANDO TRIGO O SONO AUTO-RETRATO COM CÃO
  • 28. Honoré-Victorien Daumier (26 de Fevereiro de 1808, Marselha - 10 de Fevereiro de 1879, Valmondois), foi um caricaturista, chargista, pintor e ilustrador francês. Ele foi conhecido em seu tempo como o "Michelangelo da caricatura". Atualmente ele também é considerado um dos mestres da litografia e um dos pioneiros do naturalismo. DOM QUIXOTE OS JOGADORES DE XADREZ DOM QUIXOTE E SANCHO PANÇA
  • 29. Jean-Baptiste Camille Corot (16 de Julho de 1796 – 22 de Fevereiro de 1875) foi um pintor realista francês. Filho de uma família de comerciantes abastados, Jean-Baptiste Camille Corot, teve uma infâcia confortável e estável, tendo trabalhado numa loja do pai. Corot fez seus estudos na cidade de Rouen, onde foi hospedado pela família Sennegon. A PONTE DE NANTES CATEDRAL DE CHARTRES A MULHER DAS MARGARIDAS
  • 30. Jean-François Millet (4 de Outubro, 1814 – 20 de Janeiro, 1875) Pintor romântico e um dos fundadores da Escola de Barbizon na França rural. É conhecido como precursor do realismo, pelas suas representações de trabalhadores rurais. ANGELUS (1859) MULHER NA JANELA PASTORA
  • 31. Étienne Pierre Théodore Rousseau (15 de Abril de 1812, Paris - 22 de Dezembro de 1867, Barbizon) foi um pintor realista francês, fundador da Escola de Barbizon. É considerado, por alguns, o precursor do Impressionismo. FLORESTA DE FONTAINEBLEAU A RIO NA PRADARIA COMÉRCIO NA NORMANDIA
  • 32. O REALISMO NA ESCULTURA Na escultura, o grande representante realista foi o Auguste Rodin. O escultor não se preocupou com a idealização da realidade. Ao contrário, procurou recriar os seres tais como eles são. Além disso, os escultores preferiam os temas contemporâneos, assumindo muitas vezes uma intenção política em suas obras. Sua característica principal é a fixação do momento significativo de um gesto humano. O HOMEM DE NARIZ QUEBRADO JOÃO BATISTA PREGANDO O PENSADOR
  • 33. O REALISMO NA ARQUITETURA Os arquitetos e engenheiros procuram responder adequadamente às novas necessidades urbanas, criadas pela industrialização. As cidades não exigem mais ricos palácios e templos. Elas precisam de fábricas, estações ferroviárias, armazéns, lojas, bibliotecas, escolas, hospitais e moradias, tanto para os operários quanto para a nova burguesia. Em 1889, Gustave Eiffel levanta, em Paris, a Torre Eiffel, hoje logotipo da "Cidade Luz".
  • 34. O REALISMO NO TEATRO Com o realismo, problemas do cotidiano ocupam os palcos. O herói romântico é substituído por personagens do dia-a-dia e a linguagem torna-se coloquial. O primeiro grande dramaturgo realista é o francês Alexandre Dumas Filho (1824-1895), autor da primeira peça realista, A Dama das Camélias (1852), que trata da prostituição . A Dama das Camélias tem cunho autobiográfico. Dumas Filho inspirou-se em suas próprias relações com a cortesã Marie Duplessis, e ainda no fato de ser ele próprio filho ilegítimo de Alexandre Dumas . Experimentando a rejeição, encontrou ao lado da amante a estabilidade que necessitava, e que veio a ser-lhe o mote para o romance.
  • 35. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS http://www.brasilescola.com/literatura/realismo.htm http://www.mundoeducacao.com.br/literatura/o-realismo-no-brasilmachado-assis.htm http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/realismo/realismo-1.php http://www.suapesquisa.com/realismo/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Realismo
  • 36. CRÉDITOS PEQUISA, EDIÇÃO E FORMATAÇÃO PROF. FRANCISCO PEREIRA SILVÉRIO E-MAIL: [email_address]