E.E PAULO FREIRE
RAZÃO/LÓGICA
FILOSOFIA
KELLY SAMARA GONZATTO
28/04/2014
INTRODUÇÃO
Neste trabalho veremos vários tópicos da área da razão e da lógica, suas
definições e características. Por que são chamadas assim as diferentes formas de
pensamentos entre os filósofos de e as demais pessoas em nossa sociedade. Este
trabalho tem como propósito nos ajudar a entender um pouco mais as teorias de grandes
filósofos sobre as razões e as lógicas.
Razão
I. Definição da razão
É a capacidade da mente humana que permite chegar a conclusões a partir de suposições
ou premissas. A razão, como capacidade em desempenhar raciocínio, disposta em diferentes
graduações dentro do número de espécies competentes a desenvolvê-la, encontra no ser humano o
ápice de sua manifestação. Entendida como diálogo, não tem um conteúdo eventual, mas
permanente, o conhecimento de si mesma e das essências das coisas, do universal. A razão socrática
é o método que permite, pelo diálogo, proposição da tese, crítica da tese ou antítese, chegar à síntese,
a essência descoberta em comum, ao termo da controvérsia.
II. Razão subjetiva
É uma capacidade intelectual e moral dos seres humanos, a afirmação de que o sujeito do
conhecimento e da ação é racional. A razão subjetiva divide-se em razão intuitiva e razão discursiva.
A intuitiva consiste num único ato do espírito, que, de uma só vez, capta por inteiro e completamente
o objeto. Em latim, intuito significa: ver. A intuição é uma visão direta e imediata do objeto do
conhecimento, um contato direto e imediato com ele, sem necessidade de provas ou demonstrações
para saber o que conhece.
A atividade discursiva percorre uma realidade ou um objeto para chegar a conhecê-lo, isto é,
realiza vários atos de conhecimento até conseguir captá-lo. A razão discursiva ou o pensamento
discursivo chega ao objeto passando por etapas sucessivas de conhecimento, realizando esforços
sucessivos de aproximação para chegar ao conceito ou à definição do objeto.
III. Razão Objetiva
A realidade é racional em si mesma. É a afirmação de que o objeto do conhecimento ou a
realidade é racional.
IIII. Quatro princípios da razão
 Princípio da identidade O princípio da identidade é a condição do pensamento, e sem ele
não podemos pensar. Um objeto só pode ser conhecido e pensado se for percebido e
conservado com sua identidade. Outra coisa não é que a posse do conhecimento do objetivo
do objeto.
Uma vez definido um objeto, nenhum outro objeto diferente em sua natureza e propriedade,
poderá ser definido do mesmo modo, com a mesma definição. É a condição para que
definamos as coisas e possamos conhecê-las a partir de suas definições.
 Princípio da não-contradição Idéia de que duas afirmações contraditórias não podem ser
ambas verdadeiras nem ambas falsas. Por exemplo: dado que as afirmações "Sócrates é
alto" e "Sócrates não é alto" são contraditórias, o princípio declara que não podem ser
ambas verdadeiras nem ambas falsas. Quando uma lógica aceita o princípio da não
contradição significa que qualquer afirmação com a forma "P e não P" será uma falsidade
lógica. Algumas lógicas modernas recusam este princípio, como é o caso da lógica para
consistente.
 Princípio do terceiro excluído O Princípio do Terceiro Excluído ou de Exclusão. Trata-se
de mera decorrência dos dois primeiros princípios. É estabelecido da seguinte forma: “Entre
o ser e o não-ser não existe meio termo”. Ou seja, dadas duas proposições com o mesmo
sujeito e o mesmo predicado, uma afirmativa e outra negativa, uma delas é necessariamente
verdadeira e a outra necessariamente falsa. Toda coisa deve ser verdadeira ou então falsa e
manifesta suas características pelas quais é identificada, ou simplesmente não é e, neste
caso, exclui as possibilidades contrárias.
 Princípio da razão suficiente Este princípio é também considerado como um dos
princípios lógicos. Pode ser exposto assim: um enunciado é verdadeiro ou falso; se pretende
ser ele verdadeiro, necessita uma razão que o fundamente, que o apoie. Chama-se a essa
razão de “suficiente” quando, por si, é bastante para servir-lhe de completo apoio. É uma
razão suficiente, quando não falta mais nada para que o enunciado seja verdadeiro.
LÓGICA
I. Definição da lógica
A lógica examina de forma genérica as formas que a argumentação pode tomar, quais dessas
formas são válidas e quais são falaciosas. Em filosofia, o estudo da lógica aplica-se na maioria dos
seus principais ramos: metafísica, ontologia, epistemologia e ética. A lógica é frequentemente
dividida em três partes: o raciocínio indutivo, o raciocínio abdutivo e o raciocínio dedutivo. Muitos
problemas da lógica começam com uma discussão sobra a dificuldade de definir o assunto tratado.
Muitos nem sequer tentam providência uma definição. No entanto, Muitas definições têm sido
oferecidas, porque foi considerada necessária.
II. A sistematização da lógica por Aristóteles
O estudo das condições em que podemos afirmar que um dado raciocínio é correto foi
desenvolvido por filósofos como Parmênides e Platão. Mas foi Aristóteles quem o sistematizou e
definiu a lógica como a conhecemos, constituindo-a como uma ciência autônoma. Falar de Lógica
durante séculos era o mesmo que falar da lógica aristotélica. Apesar dos enormes avanços da lógica,
sobretudo a partir do século XIX, a matriz aristotélica persiste até aos nossos dias.
No século XVI os problemas que diziam respeito à sistematização do conhecimento
científico designavam-se por "lógica menor" e no século XIX, por "lógica formal". Os problemas
que diziam respeito à verdade dos juízos constituíram o objeto do que se chamou no século XVI
"lógica maior", e no século XIX por "lógica material".
Os principais escritos de Aristóteles sobre lógica, foram reunidos pelos seus continuadores
após a sua morte, numa obra a que deram o nome de "Organon", e que significa "Instrumento da
Ciência".
A lógica de Aristóteles tinha um objetivo eminentemente metodológico. Tratava-se de mostrar o
caminho correto para a investigação, o conhecimento e a demonstração científicas. O método
científico que ele preconizava assentava nas seguintes fases:
1. Observação de fenômenos particulares;
2. Intuição dos princípios gerais (universais) a que os mesmos obedeciam;
3. Dedução a partir deles das causas dos fenômenos particulares.
Aristóteles estava convencido que se estes princípios gerais fossem adequadamente formulados, e as
suas consequências corretamente deduzidas, as explicações só poderiam ser verdadeiras.
III. As principais características da lógica
Aristóteles propôs a primeira classificação geral dos conhecimentos ou das ciências
dividindo-as em três tipos: teoréticas, práticas e produtivas. Todos os saberes referentes a todos os
seres, todas as ações e produções humanas encontravam-se distribuídos nessa classificação, que ia da
ciência mais alta - a filosofia primeira - até o conhecimento das técnicas criadas pelos homens para a
fabricação de objetos. No entanto, nessa classificação não encontramos a lógica.
A lógica caracteriza-se como:
Instrumental: é o instrumento do pensamento para pensar corretamente e verificar a correção do que
está sendo pensado.
Formal: não se ocupa com os conteúdos pensados ou com os objetos referidos pelo pensamento, mas
apenas com a forma pura e geral dos pensamentos, expressa através da linguagem.
Propedêutica: é o que devemos conhecer antes de iniciar uma investigação científica ou filosófica,
pois somente ela pode indicar os procedimentos (métodos, raciocínios, demonstrações) que devemos
empregar para cada modalidade de conhecimento.
Normativa: fornece princípios, leis, regras e normas que todo pensamento deve seguir se quiser ser
verdadeiro.
Doutrina da prova: estabelece as condições e os fundamentos necessários de todas as demonstrações.
Dada uma hipótese, permite verificar as conseqüências necessárias que dela decorrem; dada uma
conclusão, permite verificar se é verdadeira ou falsa.
Geral e temporal: as formas do pensamento, seus princípios e suas leis não dependem do tempo e do
lugar, nem das pessoas e circunstâncias, mas são universais, necessárias e imutáveis como a própria
razão.
CONCLUSÃO
Podemos concluir que diante de simples ou complexas situações todos nós
devemos ter a razão e a lógica presente em nossas idéias no cotidiano, saber interpretar
e discursar as coisas. Essas formas de pensar foram esclarecidas e explicadas pelos
primeiros filósofos, e até hoje esse assunto ainda é muito tratado.
BILBIOGRAFIA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3o
Acesso dia 25/04 ás 15h28min.
http://www.primeirafilosofia.com.br/primeirafilosofia/Unidade2/raz%C3%A3o.pdf
Acesso dia 25/04 ás 15h46minmin.
http://www.defnarede.com/n.html
Acesso dia 26/04 ás 18h45min.
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080722061132AAMGB3V
Acesso dia 26/04 ás 18h55min.
http://institutosantacruz.wordpress.com/tag/principio-do-terceiro-excluido/
Acesso dia 26/04 ás 19h10min.
http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica
Acesso dia 26/04 ás 19h33min.
http://www.filosofia-em-destaque.com.br/news/aristoteles-e-a-
sistematiza%C3%A7%C3%A3o-do-conhecimento/
Acesso dia 26/04 ás 19h51min.
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081202102638AAvtbIz
Acesso dia 26/04 ás 20h30min.
Razão e Lógica

Razão e Lógica

  • 1.
  • 2.
    INTRODUÇÃO Neste trabalho veremosvários tópicos da área da razão e da lógica, suas definições e características. Por que são chamadas assim as diferentes formas de pensamentos entre os filósofos de e as demais pessoas em nossa sociedade. Este trabalho tem como propósito nos ajudar a entender um pouco mais as teorias de grandes filósofos sobre as razões e as lógicas.
  • 3.
    Razão I. Definição darazão É a capacidade da mente humana que permite chegar a conclusões a partir de suposições ou premissas. A razão, como capacidade em desempenhar raciocínio, disposta em diferentes graduações dentro do número de espécies competentes a desenvolvê-la, encontra no ser humano o ápice de sua manifestação. Entendida como diálogo, não tem um conteúdo eventual, mas permanente, o conhecimento de si mesma e das essências das coisas, do universal. A razão socrática é o método que permite, pelo diálogo, proposição da tese, crítica da tese ou antítese, chegar à síntese, a essência descoberta em comum, ao termo da controvérsia. II. Razão subjetiva É uma capacidade intelectual e moral dos seres humanos, a afirmação de que o sujeito do conhecimento e da ação é racional. A razão subjetiva divide-se em razão intuitiva e razão discursiva. A intuitiva consiste num único ato do espírito, que, de uma só vez, capta por inteiro e completamente o objeto. Em latim, intuito significa: ver. A intuição é uma visão direta e imediata do objeto do conhecimento, um contato direto e imediato com ele, sem necessidade de provas ou demonstrações para saber o que conhece. A atividade discursiva percorre uma realidade ou um objeto para chegar a conhecê-lo, isto é, realiza vários atos de conhecimento até conseguir captá-lo. A razão discursiva ou o pensamento discursivo chega ao objeto passando por etapas sucessivas de conhecimento, realizando esforços sucessivos de aproximação para chegar ao conceito ou à definição do objeto. III. Razão Objetiva A realidade é racional em si mesma. É a afirmação de que o objeto do conhecimento ou a realidade é racional. IIII. Quatro princípios da razão
  • 4.
     Princípio daidentidade O princípio da identidade é a condição do pensamento, e sem ele não podemos pensar. Um objeto só pode ser conhecido e pensado se for percebido e conservado com sua identidade. Outra coisa não é que a posse do conhecimento do objetivo do objeto. Uma vez definido um objeto, nenhum outro objeto diferente em sua natureza e propriedade, poderá ser definido do mesmo modo, com a mesma definição. É a condição para que definamos as coisas e possamos conhecê-las a partir de suas definições.  Princípio da não-contradição Idéia de que duas afirmações contraditórias não podem ser ambas verdadeiras nem ambas falsas. Por exemplo: dado que as afirmações "Sócrates é alto" e "Sócrates não é alto" são contraditórias, o princípio declara que não podem ser ambas verdadeiras nem ambas falsas. Quando uma lógica aceita o princípio da não contradição significa que qualquer afirmação com a forma "P e não P" será uma falsidade lógica. Algumas lógicas modernas recusam este princípio, como é o caso da lógica para consistente.  Princípio do terceiro excluído O Princípio do Terceiro Excluído ou de Exclusão. Trata-se de mera decorrência dos dois primeiros princípios. É estabelecido da seguinte forma: “Entre o ser e o não-ser não existe meio termo”. Ou seja, dadas duas proposições com o mesmo sujeito e o mesmo predicado, uma afirmativa e outra negativa, uma delas é necessariamente verdadeira e a outra necessariamente falsa. Toda coisa deve ser verdadeira ou então falsa e manifesta suas características pelas quais é identificada, ou simplesmente não é e, neste caso, exclui as possibilidades contrárias.  Princípio da razão suficiente Este princípio é também considerado como um dos princípios lógicos. Pode ser exposto assim: um enunciado é verdadeiro ou falso; se pretende ser ele verdadeiro, necessita uma razão que o fundamente, que o apoie. Chama-se a essa razão de “suficiente” quando, por si, é bastante para servir-lhe de completo apoio. É uma razão suficiente, quando não falta mais nada para que o enunciado seja verdadeiro.
  • 5.
    LÓGICA I. Definição dalógica A lógica examina de forma genérica as formas que a argumentação pode tomar, quais dessas formas são válidas e quais são falaciosas. Em filosofia, o estudo da lógica aplica-se na maioria dos seus principais ramos: metafísica, ontologia, epistemologia e ética. A lógica é frequentemente dividida em três partes: o raciocínio indutivo, o raciocínio abdutivo e o raciocínio dedutivo. Muitos problemas da lógica começam com uma discussão sobra a dificuldade de definir o assunto tratado. Muitos nem sequer tentam providência uma definição. No entanto, Muitas definições têm sido oferecidas, porque foi considerada necessária. II. A sistematização da lógica por Aristóteles O estudo das condições em que podemos afirmar que um dado raciocínio é correto foi desenvolvido por filósofos como Parmênides e Platão. Mas foi Aristóteles quem o sistematizou e definiu a lógica como a conhecemos, constituindo-a como uma ciência autônoma. Falar de Lógica durante séculos era o mesmo que falar da lógica aristotélica. Apesar dos enormes avanços da lógica, sobretudo a partir do século XIX, a matriz aristotélica persiste até aos nossos dias. No século XVI os problemas que diziam respeito à sistematização do conhecimento científico designavam-se por "lógica menor" e no século XIX, por "lógica formal". Os problemas que diziam respeito à verdade dos juízos constituíram o objeto do que se chamou no século XVI "lógica maior", e no século XIX por "lógica material". Os principais escritos de Aristóteles sobre lógica, foram reunidos pelos seus continuadores após a sua morte, numa obra a que deram o nome de "Organon", e que significa "Instrumento da Ciência". A lógica de Aristóteles tinha um objetivo eminentemente metodológico. Tratava-se de mostrar o caminho correto para a investigação, o conhecimento e a demonstração científicas. O método científico que ele preconizava assentava nas seguintes fases: 1. Observação de fenômenos particulares;
  • 6.
    2. Intuição dosprincípios gerais (universais) a que os mesmos obedeciam; 3. Dedução a partir deles das causas dos fenômenos particulares. Aristóteles estava convencido que se estes princípios gerais fossem adequadamente formulados, e as suas consequências corretamente deduzidas, as explicações só poderiam ser verdadeiras. III. As principais características da lógica Aristóteles propôs a primeira classificação geral dos conhecimentos ou das ciências dividindo-as em três tipos: teoréticas, práticas e produtivas. Todos os saberes referentes a todos os seres, todas as ações e produções humanas encontravam-se distribuídos nessa classificação, que ia da ciência mais alta - a filosofia primeira - até o conhecimento das técnicas criadas pelos homens para a fabricação de objetos. No entanto, nessa classificação não encontramos a lógica. A lógica caracteriza-se como: Instrumental: é o instrumento do pensamento para pensar corretamente e verificar a correção do que está sendo pensado. Formal: não se ocupa com os conteúdos pensados ou com os objetos referidos pelo pensamento, mas apenas com a forma pura e geral dos pensamentos, expressa através da linguagem. Propedêutica: é o que devemos conhecer antes de iniciar uma investigação científica ou filosófica, pois somente ela pode indicar os procedimentos (métodos, raciocínios, demonstrações) que devemos empregar para cada modalidade de conhecimento. Normativa: fornece princípios, leis, regras e normas que todo pensamento deve seguir se quiser ser verdadeiro. Doutrina da prova: estabelece as condições e os fundamentos necessários de todas as demonstrações. Dada uma hipótese, permite verificar as conseqüências necessárias que dela decorrem; dada uma conclusão, permite verificar se é verdadeira ou falsa. Geral e temporal: as formas do pensamento, seus princípios e suas leis não dependem do tempo e do lugar, nem das pessoas e circunstâncias, mas são universais, necessárias e imutáveis como a própria razão.
  • 7.
    CONCLUSÃO Podemos concluir quediante de simples ou complexas situações todos nós devemos ter a razão e a lógica presente em nossas idéias no cotidiano, saber interpretar e discursar as coisas. Essas formas de pensar foram esclarecidas e explicadas pelos primeiros filósofos, e até hoje esse assunto ainda é muito tratado.
  • 8.
    BILBIOGRAFIA http://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3o Acesso dia 25/04ás 15h28min. http://www.primeirafilosofia.com.br/primeirafilosofia/Unidade2/raz%C3%A3o.pdf Acesso dia 25/04 ás 15h46minmin. http://www.defnarede.com/n.html Acesso dia 26/04 ás 18h45min. https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080722061132AAMGB3V Acesso dia 26/04 ás 18h55min. http://institutosantacruz.wordpress.com/tag/principio-do-terceiro-excluido/ Acesso dia 26/04 ás 19h10min. http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica Acesso dia 26/04 ás 19h33min. http://www.filosofia-em-destaque.com.br/news/aristoteles-e-a- sistematiza%C3%A7%C3%A3o-do-conhecimento/ Acesso dia 26/04 ás 19h51min. https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081202102638AAvtbIz Acesso dia 26/04 ás 20h30min.