O documento discute duas correntes contemporâneas no protestantismo: o liberalismo e o radicalismo. O radicalismo defende que quase tudo é pecado e impõe muitas regras, enquanto o liberalismo diz que nada é pecado e que se pode fazer o que quiser. O documento argumenta que nenhum dos lados está certo e defende uma posição moderada, baseada na Bíblia.