O documento discute o preconceito lingüístico no Brasil, especialmente nas regiões nordestinas, destacando como o prestígio maior de certos dialetos reflete relações de poder político e econômico. Examina a ligação entre a variedade de fala e a identidade cultural, assim como a influência da economia na valorização de diferentes formas de expressão linguística. Além disso, menciona que a pluralidade cultural e a rejeição a preconceitos lingüísticos devem ser promovidas na educação.