Na alegoria da caverna platónica, as almas viviam primeiro na esfera inteligível contemplando ideias perfeitas, mas caíram na esfera sensível percebendo apenas sombras. Porém, podem ascender à compreensão das ideias por reminiscência e esforço dialético. Para Platão e neoplatónicos, o Amor é processo ascensional do homem das feritas à divinitas.