P L A N O S D E E N S I N O
9.1. Conteúdos programáticos das disciplinas da primeira
série
Disciplinas curriculares da primeira série – Grade curricular 2012
1. Design digital I
2. Estética e história da arte
3. Fotografia
4. Influências do Design
5. Mídia digital e online
6. Plástica I
7. Psicologia da forma e percepção
8. Programação para web I
9. Redação e hipertexto I
10. Teoria da comunicação e semiótica
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
DESIGN DIGITAL I 1 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA
TEO/PR
A
160 04 x
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
O objetivo principal da disciplina é apresentar ao aluno os principais elementos envolvidos nos
conceitos do design gráfico, através da investigação dos processos da linguagem visual em relação às
mídias digitais.
Torná-lo apto a conceber/produzir imagens por meio de ferramentas de computação gráfica.
Desenvolver senso crítico apurado para avaliar, classificar e propor novas interfaces para web.
EMENTA:
Estudo dos princípios básicos do design - organizar o espaço visualmente - utilizando uma combinação
de forma e conteúdo para resolver um problema visual, priorizando sempre a comunicação/informação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1- Introdução: A interface como categoria central do design
2- Fundamentos sintáticos da comunicação visual
Equilíbrio
Tensão
Nivelamento e aguçamento
Padrão de varredura do campo visual
Atração e agrupamento
Positivo e negativo
2- Anatomia da mensagem visual
Imagem representacional
Imagem Abstrata
Imagem simbólica
3- Elementos do design
2A- Forma
Investigação acerca das formas básicas
Efeitos visuais em inter-relações de formas
Repetição de unidades de formas e suas variações
Similaridade e Contraste de elementos visuais e relacionais
2B- Textura
Textura visual e sua produção
Colagem
Textura tátil
2C- Cor
Estímulo e percepção da cor
Classificação das cores
Harmonia das cores complementares e análogas
Gamut de cores
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H):
Pesquisas exploratórias sobre elementos do design e investigação de mensagens visuais ambientais:
Atividade de campo em busca de fotografias, outdoors, anúncios de revistas dentro de uma
classificação em “equilíbrio perfeito” ou “aguçamento por tensão”. Apresentação em relatório de uma
análise do ponto de vista da disposição compositiva básica e seus efeitos, sobretudo seus significados.
Análise de filmes: “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, sons e formas acompanhadas de relatórios.
Análise de Filme: “Guerra do fogo”, início da comunicação gestual. Entrega de relatório manuscrito.
Leituras do livro “As várias Faces do Design” com entrega de resumo.
Visitas técnicas a Exposições e eventos da área com acompanhamento do professor.
Desenvolvimento de estudos para a sala do curso na Feira de profissões. FEC
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Através do programa, o procedimento enfatiza e relaciona fundamentos teóricos, através de aulas
expositivas; e de produção (práticos), através de exercícios e trabalhos executados no laboratório por
meio de ferramentas de computação gráfica.
O aluno será avaliado através dos trabalhos individuais ou em grupo realizados no decorrer das aulas
práticas. O aluno poderá ser avaliado através de provas bimestrais escritas e individuais sobre os
fundamentos teóricos apresentados no conteúdo programático.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GOMES, Filho J. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São Paulo :Escrituras, 2002
WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998
DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011
MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blucher, 1986
LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000
FERRARA, Lucrecia D’Aléssio. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 1986
PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Leo Christiano, 2002
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
PLÁSTICA I 1 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
120 2 120
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a projetar objetos de design com conhecimentos essenciais de sintaxe de linguagens;
Auxiliar o aluno no desenvolvimento da habilidade de transitar entre as diferentes linguagens e tomar
decisões projetuais que adéquem o material/técnica/meio às finalidades expressivas/semânticas do
projeto;
Contribuir para uma reconfiguração do modo habitual de perceber e, conseqüentemente, de produzir
linguagens, expandindo o processo criativo do aluno, seja individualmente ou em grupo;
Incentivar a pesquisa e experimentação de diferentes materiais para expressão e estimular uma visão
crítica de produções contemporâneas no campo do design.
EMENTA: Sintaxe e semântica da linguagem (com ênfase na linguagem visual), hibridização de
linguagens, pesquisa de novas linguagens para a atividade projetual. Teorias da percepção, exercícios
de percepção das especificidades de diferentes técnicas, materiais e meios de expressão. Teoria e
prática do processo de criação individual e coletivo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Módulo I- Linguagem e expressão
- Cultura visual – Uma introdução;
- Elementos básicos da linguagem visual: relações de composição, ponto, linha, plano, volume, cor,
forma, luz, contraste, perspectiva, proporção, ritmo, movimento, equilíbrio, textura, tipografia;
- Interfaces entre as linguagens visuais e outras formas de expressão. Linguagens híbridas. Diferentes
suportes. Tendências contemporâneas.
Pesquisa individual: está surgindo um novo paradigma estético relacionado às novas tecnologias
digitais?
Módulo II- Teorias da Percepção
- Condições físico-biológicas. Princípios da Gestalt. Percepção háptica;
- A percepção sob uma visão sistêmica. Percepção enquanto processo. Cibercepção;
- Cognição e sensibilidade;
- Noções sobre estética. A experiência estética;
- Exercícios de percepção. Exercícios de produção. Observação do grau de condicionamento da
produção e interpretação.
Módulo III – Criação
- Obra aberta;
- Relações indivíduo/espaço – uma constituição mútua;
- As múltiplas inteligências;
- Criação e complexidade;
- Criação e alteridade: o papel do designer como agente articulador de códigos e linguagens que
constituem as realidades. A ética implicada no ato de criação.
Produções e experimentações individuais e em grupo.
ATIVIDADES EXTRA-CLASSE (40h):
Todos os temas contarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Para cada tema
abordado em aula, serão propostas atividades com grau de complexidade crescente, de acordo com o
feedback da classe. As atividades poderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definida
previamente pelo professor:
pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados;
leitura dirigida e discussão;
produções relacionadas aos temas da disciplina;
experimentações e visitas a eventos e exposições.
Será utilizado um canal para discussão, troca de informações e referências na world wide web
(googlegroup).
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício a ser realizado em grupo ou
individualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercícios em sala
de aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagem poderá ser
observada no decorrer do ano letivo através de:
desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas;
criatividade;
capacidade de trabalhar em grupo;
pontualidade nas entregas.
Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para a
obtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuição
da nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues.
A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiver
freqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova,
podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido.
A prova abordará os principais temas da disciplina, indicados no item ”ementa”.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DONDIS, Donis A. A sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.
MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BENJAMIN, W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, L. (org). Teoria da
cultura de massa. Rio de Janeiro, Paz e Terra: 1982.
CAPRA, F. A teia da vida. São Paulo: Cultrix, 1996.
ECO, U. - Obra Aberta. São Paulo: Perspectiva, 1976.
FERRARA, L. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 2001.
HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.
MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1979.
LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996.
LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008.
PARENTE, A. Imagem – Máquina: A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993.
FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1995.
GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora
C/ Arte, 2006.
MATERIAL ONLINE:
GUATTARI, F. As três ecologias. Disponível em
<http://www.dossie_deleuze.blogger.com.br/index.html>. Acesso em 08 dez 2010.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
Teoria da Comunicação e Semiótica 1° 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Renato Márcio Martins de Campos
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
80 02 80 X X
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Proporcionar ao aluno percepção da importância e da condição interdisciplinar nos estudos de
comunicação de massa.
Permitir o reconhecimento das diversas correntes teóricas que abordam a comunicação de massa como
objeto de estudos.
Permitir ao aluno desenvolver referenciais teóricos e conceituais a respeito do processo de
comunicação e significação (Semiótica).
EMENTA:
A Comunicação e seu objeto. A pluralidade no estudo da comunicação, sua interdisciplinaridade. O
processo de comunicação e significação. Semiótica e Semiologia. O desenvolvimento da teoria da
comunicação e a evolução tecnológica. O processo de globalização: sociedade e a cultura da mídia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Apresentação do Curso: A Ciência da Comunicação e seu Objeto
1.1. A comunicação social hoje: sua atualidade e pluralidade
1.2. Introdução às correntes teóricas: condicionamentos históricos para o desenvolvimento da Teoria
da Comunicação. A Escola Funcionalista. Comunicação de massa, gosto popular e a organização da
ação social.
1.3. A Escola de Frankfurt. Indústria Cultural e a teoria crítica.
1.4. A evolução da tecnologia de comunicação como condição para os estudos teóricos. A Ênfase aos
Meios de Comunicação: Mcluhan – “O Meio é a Mensagem”. A Galáxia de Guttemberg. Comunicação e
tecnologia: condicionando a realidade através do meio. Os meios de comunicação como extensões do
homem.
1.5. Quadro geral de referência teórica
2. O processo de Comunicação e Significação
2.1.O fenômeno da comunicação
2.2.O processo de comunicação
2.3.Funções da comunicação
2.4. As teorias voltadas para análise da mensagem. A teoria da informação nos Estados Unidos. Os
estudos estruturalistas na Europa.
3. Introdução aos Estudos Semiológicos
3.1. Semiótica: a abordagem de Pierce
3.2. Semiologia: a abordagem de Saussure
3.3. Classes e categorias de signos
4.O Papel da Comunicação de Massa na Sociedade Global
4.1. Os estudos centrados na recepção: o paradigma das mediações. Os estudos de comunicação na
América Latina, a abordagem de Jésus Martim Barbero.
4.2. Sociedade, estudos culturais e a cultura da mídia
4.3. Identidade pós-moderna e sociedade de consumo. A nova mídia: tecnologia digital e convergência
de mídias.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Não haverá atividades complementares na disciplina.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Para cada unidade de estudo:
Avaliação de Leitura e exercício em sala de aula (3pts)
Provas Bimestrais (7pts)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Conteúdo: exercício avaliativo da matéria desenvolvida na disciplina.
Avaliação: prova com questões testes a partir do conteúdo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORDENAVE, J.. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 1997.
Biblioteca Uniara: 09 exemplares – 301.153 / B724q
DIZARD JR, W.. A nova mídia comunicação de massa na era da informação. R. Janeiro: Zahar, 1998.
Biblioteca Uniara: 12 exemplares – 659.3 / D652n
MATTELART, A. e M.. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola,1999.
Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3(091) / M387h
RÜDIGER, Francisco. Introdução à Teoria da Comunicação. São Paulo: Loyola, 1999.
SANTAELLA, Lúcia. O que é Semiótica. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEFLEUR, M. L.. Teorias da comunicação de massa. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3 / D359t
LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa. São Paulo: Paz e Terra, 1990.
Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 301.152 / L698t
MATTELART, A.. A Globalização da Comunicação. Bauru: EDUSC, 2000.
Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 659.3 / M387g
RAMONET, Ignácio. A Tirania da Comunicação. Petrópolis: Ed. Vozes, 2001.
Biblioteca Uniara: 5 exemplares – 659.3 / R14t
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
FOTOGRAFIA 1ª. 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Prof. CESAR MULATI
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
2 AULAS 2 AULAS
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
OBJETIVO GERAL
Iniciar o aluno nas técnicas fotográficas e propiciar a ele o conhecimento da linguagem fotográfica
como uma forma de comunicação.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1) Permitir que o aluno conheça o processo fotográfico desde os seus primórdios, passando pela
fotografia analógica ate a digital.
2) Permitir que o aluno conheça e manuseie corretamente um equipamento 35 mm digital.
3) Permitir que o aluno desenvolva um trabalho orientado para exercitar os conhecimentos técnicos
adquiridos e ter seu primeiro contato com a linguagem fotográfica, realizando imagens sobre
determinados temas, gerando o trabalho que denominamos de “Primeiro Olhar”.
4) Propiciar ao aluno uma percepção mais arrojada do seu olhar, permitindo-o explorar com maior
profundidade o mundo das imagens.
5) Permitir que o aluno conheça as regras básicas de iluminação e a partir dai possa criar seu próprio
repertório resolvendo situações das mais diversas que possam surgir, entendendo a luz como o
elemento primordial na construção da imagem.
6) Permitir que o aluno conheça os caminhos da linguagem fotográfica, para que ele possa produzir
imagens com significados específicos.
7) Apresentar ao aluno o universo da fotografia digital, discutindo e conhecendo os princípios teóricos e
técnicos básicos dessa tecnologia.
EMENTA:
Noções básicas da técnica fotográfica, dentro dos processos analógicos e digitais. Reflexões sobre a
fotografia como meio de comunicação dentro do universo midiatico. Desenvolvimento da criatividade
com a produção e elaboração de projeto fotográfico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1) Noções básicas do processo fotográfico, do analógico ao digital.
2) O Ato Fotográfico
- As variáveis da Fotografia
3) A prática fotográfica
- O uso prático da máquina fotográfica – Obs. Conteúdo que devera ser posto em pratico
em saídas fotográficas que deverão gerar o trabalho denominado de “Primeiro Olhar”.
Semiótica da Imagem – Linguagem fotográfica
A Noção de Representação – o signo peirceano
O Código da Fotografia – os elementos de composição da imagem - o contraste, a luz, o ponto de
vista, o ângulo, o extra-quadro...
5) Iluminação
Natural
Artificial
Produção de um Projeto Conceitual
8) Ciclo de Recuperação – Nas ultimas três semanas do curso será feita uma revisão dos principais
conteúdos programáticos da disciplina, que orientara o aluno na produção de uma imagem.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
1) Palestras com profissionais da área de fotografia,
2) Exercícios práticos dentro e fora do campus
3) Pesquisas sobre diferentes assuntos principalmente em material disponível na internet
4) Visita a feiras de fotografia, como a PhotoImageBrazil, no segundo semestre
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Material produzido em campo será avaliado e discutido com o aluno
Trabalhos produzidos em grupo, ou individual, seguindo a orientação de um tema. Chamamos esse
trabalho de “Primeiro Olhar”. Deve ser apresentado em suporte digital e depois de editado, devera
gerar copias impressas.
Trabalhos produzidos em grupo ou individual, em estúdio, seguindo a orientação de um tema.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Recuperação no final do ano, com aplicação de um trabalho pratico de fotografia onde o aluno
devera desenvolver um ensaio fotográfico sobre um determinado tema.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AUMONT, JACQUES. A Imagem. Campinas: Papirus, 1993.
BARTHES, ROLAND. A camara Clara. Lisboa: Edições 70, 1980.
MACHADO, ARLINDO. A ilusão Especular: introdução a fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1984
WOLFENSON, BOB. Jardim da Luz. São Paulo: Dorea Book and Art: Companhia das Letras, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PHILIPPE, DUBOIS. O Ato Fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 1994.
VASQUEZ, PEDRO. Fotografia: reflexos e reflexões. São Paulo: L & PM, 1986.
FOTOGRAFIA, Guia Prático. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
CIAVATTA, Maria e ALVES, Nilda. A Leitura de imagens na pesquisa social. São Paulo: Cortez, 2004.
MARTINS, Nelson. A imagem digital na editoração. Rio de Janeiro: Senac, 2005
COSTA, Helouise, SILVA, Renato Rodrigues da. A fotografia Moderna no Brasil. São Paulo: Cosac Naify,
2004
SAMAIN, Etienne. O fotográfico. São Paulo: Senac, 1998.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
Psicologia da forma e da percepção 1º 1º 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): ANA CRISTINA ALVES LIMA
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
40 h/a 2h/a 40
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Panorama da origem histórica e das ramificações da psicologia contemporânea. Ênfase na psicologia
geral e psicologia da percepção e da forma.
EMENTA:
Reconhecer a influência da percepção nas escolhas, no comportamento do homem, afim de que na sua
prática possa utilizar os conceitos de atenção seletiva, organização perceptiva para a composição de
uma imagem ou produto. Abordará: histórico da Psicologia; estruturas psíquicas, memória,
pensamento e linguagem; percepção (Gestalt).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Histórico da Psicologia;
Desenvolvimento psicológico;
Memória, pensamento e linguagem;
Criatividade;
Motivação; e
Percepção.
METODOLOGIA DE ENSINO:
• Aulas expositivas
• Vídeos (filmes para trabalhar conteúdos específicos)
• Leituras programadas e Discussão de textos
• Debates
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
• Prova bimestrais
• Trabalhos em grupo
• Trabalhos em sala de aula
CICLO DE RECUPERAÇÃO
O aluno que não tiver obtido média na disciplina ou ficar no limite de faltas (entre 70 e 74%) passará
pelo ciclo de recuperação, tendo que comparecer as aulas nas datas estipuladas pela coordenação.
Será aplicada ao aluno uma prova e serão feitos trabalhos em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DAVIDOFF, L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books, 2001.
GADE, C. Psicologia do consumidor e da propaganda. São Paulo: EPU, 1998
MINICUCCI, A. Técnicas do trabalho em grupo. São Paulo: Atlas, 1992
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PFROMM NETTO, S. Telas que ensinam. Campinas: Alínea, 2001.
PFROMM NETTO, S. Comunicação de massa. Campinas: Alínea, 1987.
ALMEIDA, M.J. Imagens e sons: a nova cultura oral. São Paulo: Cortez, 1999.
FILHO, J.G. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, 2008.
PAPALIA, D. E.; OLDS, S.W.; FELDMAN, R.D. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Mc Graw Hill,
2009
Assinatura:
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
PROGRAMAÇÃO PARA WEB I 1 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Leandro Donaires Figueira
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
160 4 160
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a desenvolver sites Web usando as tecnologias HTML (Hypertext Markup Language –
Linguagem de Marcação de Hipertexto), CSS (Cascading Style Sheets – Folhas de Estilo em Cascata) e
Javascript. A disciplina trata de conceitos fundamentais de desenvolvimento voltado para Web
possibilitando que o aluno construa e publique sites Web que satisfaçam às necessidades específicas e
solucionem problemas provenientes do mercado.
EMENTA:
Introdução à linguagem HTML. Histórico, fundamentos e sintaxe da linguagem HTML. Tratamento e
formatação de textos, imagens e recursos de multimídia. Tratamento de links. Inserção de listas
formatadas. Inserção de tabelas (tables). Tratamento de formulários (forms). Introdução às folhas de
estilo em CSS. Propriedades e seletores. Métodos de posicionamento e tipos de layout em CSS.
Introdução à linguagem Javascript. Sintaxe e recursos básicos da linguagem.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Introdução à linguagem HTML
- Histórico da Computação e da Internet
- Introdução a WWW e ao protocolo HTTP
- Conceitos básicos da linguagem HTML
- Estrutura de um documento HTML
- Tags, elementos e atributos
- Seções HEAD e BODY
Tratamento de textos, imagens e recursos de multimídia
- Divisões e parágrafos
- Formatação de texto
- Espaçamento e layout
- Inserção de imagens
- Imagens de fundo e cores
- Áudio e animação de texto
- Outros recursos de multimídia
Tratamento de links
- Conceitos básicos
- Referenciando documentos
- Criando hyperlinks
- Imagens sensíveis ao mouse
Listas formatadas
- Listas não-ordenadas
- Listas ordenadas
- A tag <li>
- Listas aninhadas
- Listas de definição
- Listas em forma de diretório e em forma de menu
Tabelas (Tables)
- A estrutura padrão de uma tabela
- Principais tags (básicas e avançadas)
- Recursos avançados
Formulários (Forms)
- Fundamentos de formulários
- A tag <form>
- As tags <input> e <button>
- Áreas de texto (multiline text areas)
- Elementos de múltipla escolha (multiple-choice elements)
- Atributos de controle de formulários
- Elementos para rotular e agrupar
- Criando formulários efetivos
Introdução às folhas de estilo em CSS
- Definições e conceitos
- Modelo CSS de formatação visual
- Unidades CSS para medida
- Propriedades CSS
- Seletores CSS
Posicionamento e Layout em CSS
- O modelo de caixa
- Esquemas de posicionamento em CSS
- Posicionamento em profundidade com z-index
- Tipos de layout
- Centralizando o layout
- Layout com duas colunas
- Layout com três colunas
Introdução à linguagem JavaScript
- Sintaxe básica da linguagem
- Tipos de dados e variáveis
- Operadores aritméticos, relacionais, de atribuição e lógicos
- Estruturas de controle
- Funções embutidas e funções definidas pelo usuário
- Objetos
- Tratamento de eventos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
As atividades complementares serão realizadas no laboratório de informática e apontam basicamente
para dois tipos de atividades:
- Elaboração e resolução de exercícios propostos em sala.
- Elaboração de projetos específicos assim que cada tópico do conteúdo for inteiramente contemplado
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no contexto prático
quanto no contexto teórico, assim, haverá basicamente três tipos de critérios:
- Entregas de trabalhos individuais e em grupo (contexto prático e contexto teórico)
- Apresentação de trabalhos (fortemente voltado para o contexto prático)
- Provas individuais (fortemente voltado para o contexto teórico)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e realizar uma avaliação sobre os temas abordados na
disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTRO, Elizabeth. HTML para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p.
GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p.
MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Campus, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHAN, M. C. et al.1001 Dicas de programação.Makron Books, 1999
DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003
MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000.
411p.
KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books do
Brasil, 2001. 299p.
RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p.
SOMERA, Guilherme. Treinamento prático em CSS. São Paulo: Universo dos Livros Editora, 2006.
Disponível em:
http://books.google.com/books?id=BTwgtyyJHAoC&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt-
BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CCwQ6AEwAA
#v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012.
MEYER, Eric A. CSS: The definitive guide. 3rd
Edition. O’Reilly Media Inc., 2006. Disponível em:
http://books.google.com/books?id=rdtCRLXAL78C&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt-
BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CDEQ6AEwAQ
#v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012.
PILGRIM, Mark. HTML 5: Up and running. O’Reilly Media Inc., 2010. Disponível em:
http://books.google.com/books?id=Mk3sW0on7OAC&printsec=frontcover&dq=html5&hl=pt-
BR&ei=6HaUTZOpCO-
K0QHdzIz5Cw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CC8Q6AEwAA#v=onepage&q&f=fal
se. Acesso em: 06/02/2012.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
Estética e História da Arte 1º 1º 2º 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof.a Luciana Sperduti Lima
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
72 2 52 10 10
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Ver a Arte como linguagem artística e estética, percebendo as características estruturais das
linguagens expressivas na educação visual;
Contextualizar as produções artísticas do homem no processo de construção da identidade pessoal e
coletiva, da pluralidade cultural, e da memória histórico-cultural de um povo, do período clássico à
contemporaneidade;
Utilizar a Arte como linguagem expressiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a
investigação, a sensibilidade, a expressão e a reflexão em leituras visuais e experiências estéticas;
Conhecer e situar períodos históricos, movimentos artísticos e artistas (europeus e brasileiros) em cada
época.
EMENTA:
- Noções e conceitos artístico-estéticos aplicados à Educação Digital, contextualizações teóricas,
relações de interdisciplinaridade com as demais áreas de formação e produção prática artístico-
expressiva em atividades pessoais e coletivas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Vivência de conteúdos teóricos das Artes Visuais:
Bloco I: Civilizações Primitivas, Período Clássico Greco-romano, Idade Média, Renascimento e
Maneirismo.
Bloco II: Barroco Europeu e Brasileiro, Neoclassicismo, Indianismo, Romantismo e Realismo.
Bloco III: Impressionismo, Arte Moderna (Europa e Brasil);
Bloco IV: Arte Contemporânea (Europa e Brasil).
Percepção da Gramática Visual;
Criação de Trabalhos Expressivos como Subsídios Educacionais;
Arte como Linguagem Integradora de Conteúdos Disciplinares;
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Mostras monotemáticas a serem agendadas;
Criação de Poesia plástico-visual-digital;
Visitas a exposições de artes visuais;
Ocupações plástico-espaciais em ambientes arquitetônicos;
Contatos, pesquisas e entrevistas com artistas (exposições e ateliês) onde possam perceber
as relações entre: subjetividade, recursos expressivos, contextualidade, materiais e
técnicas;
- Observação e leitura dirigida de obras de arte em diferentes tempos históricos.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Na introdução de temas, momento em que é possível perceber e discutir o conhecimento prévio dos
alunos;
No desenvolvimento de atividades, notando-se a formulação de hipóteses, levantamento de questões,
procedimentos e registros das construções conceituais;
Na apresentação de sínteses, tanto escritas quanto expressivas, quando podemos perceber a aplicação
de conceitos construídos;
Nas avaliações escritas, trabalhando com clareza os critérios para a sua execução.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
- Revisão geral do conteúdo estudado e reelaboração de atividades e avaliações.
- Avaliação final.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO, Wilton. O que é design. São Paulo, Brasiliense, 1988.
ARNHEIM, R. Arte e Percepção: uma Psicologia da visão criadora. São Paulo: Pioneira/Edusp 1980.
BARDI, P. M. O Modernismo no Brasil. São Paulo: Banco Sudameris Brasil S.A. 1982.
BECKETT, Wendy. História da Pintura. São Paulo: Atica, 1997.
GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1989.
JANSON, H. W. História Geral da Arte. V. 1. O mundo antigo. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______. História Geral da Arte. V. 2. Renascimento e barroco. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______. História Geral da Arte. V. 3. O mundo moderno. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARCHER, Michael. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
ARGAN, G. C; FAGIOLO, M. Guia de História da Arte. Lisboa: Editorial Estampa, 1994.
EDWARDS, Betty. Exercícios para desenhar com o lado direito do cérebro. Rio de Janeiro: Ediouro,
2003.
STANGOS, Nikos. Conceitos da Arte Moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1993.
STRICKLAND, Carol. Arquitetura Comentada: uma breve viagem pela história da arquitetura. Rio de
Janeiro: Ediouro, 2004.
Assinatura: Luciana Sperduti Lima
Data: 26/02/2012
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
REDAÇÃO E HIPERTEXTO I 1 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
72 2 72
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Revisar técnicas de redação e escrita;
Capacitar o estudante para uma visão e um discurso mais críticos em relação à Língua Portuguesa e
sua utilização em diversos contextos;
Desenvolvimento da habilidade de comunicação precisa e eficaz dentro do grupo social utilizando a
norma culta;
Auto-realização pela eficiência na comunicação, na integração e na busca de seus valores,
principalmente, os profissionais;
Ler, entender e interpretar diferentes tipos de textos.
Promover uma reflexão sobre os conceitos de texto e hipertexto.
EMENTA:
O texto, o hipertexto e a Língua Portuguesa em seus contextos de leitura crítica, técnica redacional,
aspectos históricos e teóricos e dos desafios frente ao paradigma digital.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Leitura crítica de textos
Norma culta x linguagem coloquial
Os usos da língua em ambientes digitais
Leitura analítica de textos
Técnicas de redação
Conceitos de texto, discurso e enunciação
Princípios de concisão, coerência, coesão, clareza e precisão
Interpretação e análise de textos atuais literários e não-literários envolvendo temas emergentes
Estudo de texto: Narrativos, Descritivos, Dissertativos, Jornalísticos, Propagandas, Poemas e músicas.
Produção textual: artigo, notícia, editorial resenha, crônica, conto, novela, press-release.
Introdução ao conceito de hipertexto
Texto, hipertexto, mídia, multimídia e hipermídia
Texto linear e não-linear e interatividade
RECURSOS METODOLÓGICOS:
Estão previstas aulas expositivas, discussões em grupo, seminários, exercícios em sala de aula e extra-
classe. Leitura oral dos textos pelo professor e alunos, exploração do entendimento e compreensão dos
textos através de exercícios orais e escritos, exercícios de identificação das partes que formam os
diferentes tipos de textos, comentários sobre dúvidas específicas de vocabulários e da parte gramatical
explorada, criação de textos narrativos, descritivos e dissertativos, intercâmbio de textos criados e
debates sobre assuntos atuais.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Participação nas atividades propostas;
Posição crítica em relação às leituras e debates;
Utilização da língua formal nas produções textuais;
Correção e usabilidade da produção textual sugerida;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem;
Evolução do aprendizado ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002.
FIORIN, J. L., SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: Leitura e Redação. São Paulo: Ática, 1995.
WINCK, J. B. Quem conta um conto aumenta um ponto: Design Do Audiovisual Interativo. Rio de
Janeiro: Garamond, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FARACO, C. A. & TEZZA, C. Oficina de Texto. São Paulo: Vozes, 2003.
PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade no Vestibular.
Salvador: EDFUBA, 2005.
PELLEGRINI, T.; FERREIRA, M. Redação, palavra e arte. São Paulo: Atual, 1999.
MATERIAL ONLINE:
ANDRADE, Leila Minatti. A escrita, uma evolução para a humanidade. Revista Linguagem em
(Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em
<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/12.htm>. Acesso em 14 mar 2011.
BONETTI, Luana Medeiros. Texto: reorganizando sua compreensão. Revista Linguagem em
(Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em
<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/14.htm>. Acesso em 14 mar 2011.
CRUZ, Dulce Márcia. A digitalização das mídias e as mudanças no cotidiano do trabalho, das relações
humanas e do conhecimento. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 2, jant./jun.
2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0102/10.htm>. Acesso
em 14 mar 2011.
Possenti, Sírio. Baronas, Roberto Leiser. A Linguagem Politicamente Correta no Brasil: Uma Língua de
Madeira?. Revista Polifonia, n. 2, v. 12, p. 47-72. Cuiabá: EdUFMT, 2006. Disponível em
<http://cpd1.ufmt.br/meel/arquivos/artigos/245.pdf>. Acesso em 14 mar 2011.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
INFLUÊNCIAS DO DESIGN 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Ms. Itamiro Nogueira da Silva
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA
TEO/PR
A
40 02 x
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Oferecer um panorama geral sobre a produção e as diferentes transformações artísticas ocorridas
durante o fim do século XIX e início do século XX, com ênfase nas relações entre as poéticas das
vanguardas artísticas e as novas concepções apresentadas pelo design gráfico.
Proporcionar bases para a formação de um repertório crítico, estético cultural e histórico a partir da
análise da obra artística e suas diversas interpretações.
EMENTA:
Estudar os importantes movimentos de arte e design e analisar como eles influenciaram os principais
designers gráficos do passado e do presente. Conhecer as importantes influências que o design teve
durante seu movimento e desenvolvimento. Seus desdobramentos e influencias na produção gráfica
dos tempos atuais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Tema 1: O movimento de “Artes e Ofícios” e a origem do design.
Tema 2: O pôster artístico e as artes gráficas.
Tema 3: A Art Nouveau e a situação do design europeu.
Tema 4: A concepção e produção da escola Bauhaus.
Tema5: A fotografia
Tema 6: O cinema mudo (as mudanças na concepção e fruição da imagem).
Tema 7: O Futurismo Italiano e a sua concepção e produção de arte.
Tema 8: O Neoplasticismo e a produção holandesa.
Tema 9: O Construtivismo e a produção soviética.
Tema 10: A Pop Art e a produção americana.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H):
Apresentação e discussão de materiais iconográficos (filmes e imagens), trabalhos e seminários em
equipe, leituras programadas, atendimento aos alunos e equipe.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Trabalho: Criação de um arquivo digital individual de imagens obtidas através de diversos meios
(pesquisa internet, câmera, scanner, etc.) baseado nos temas expostos em seminários e
implementados à medida que estes forem transcorrendo. É sugerida a troca e acesso de material
exposto em seminário a todos os alunos. A partir do arquivo, elaborar eixo de leitura privilegiando um
tema a ser definido pelo aluno e discutido com o professor (ex.: material, forma, cor, textura, uso,
tema, estrutura, poética, relações, “sacadas”, usos, idéias pertinentes, período histórico, categorias,
etc.).
Entrega: última semana de aula.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BENEVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1976.
PEVSNER, N. Os Pioneiros do Desenho Moderno. Lisboa: Ed. Ulisséia, 1962.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. SENAC, 2005.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
DE MICHELLI, M. Las Vanguardias Artisticas del Siglo XX. Madri: Aliança Editorial, 1985.
MUNFORD, Lewis. Arte e Técnica. Ed. Nuevas Visions, 1961.
GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
PIGNATARI, Décio. Semiótica da Arte e da Arquitetura. São Paulo: Ed. Cultrix, 1981.
Sites pertinentes: Arte, Design e Fotografia:
http://www.airtightinteractive.com/news/
http://www.core77.com/gallery/photos
http://www.fotogarrafa.com.br/
http://www.centrepompidou.fr/Pompidou/Accueil.nsf
http://www.e-flux.com-projects
http://www.bibliotecadigitaleitaliana.it
http://www.designboom.com/weblog/index.php
http://www.sobresites.com/design/imagens.htm
http://www.we-make-money-not-art.com
http://www.sobresites.com/design/blogsdesign.htm
http://www.advanceddesign.org/
http://www.mitpress.mit.edu
http://www.palaisdetokio.com
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
MÍDIA DIGITAL E ON-LINE 1 SEMESTRAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: SAMUEL GATTI ROBLES
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
40 2 40
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Abordar de forma objetiva a comunicação digital e on-line através de aulas teóricas, pesquisas e
estudos de casos, onde os alunos possam entender de forma clara como definir ações junto ao target
(público-alvo) e assim focar seus investimentos de mídia de forma eficaz. Entender o dinamismo da
WEB e as alternativas de mídia que existem atualmente (marketing viral / epidêmico, e-marketing,
mobile-in, e-commerce entre outras) que são necessidades fundamentais para o profissional que
pretende atuar na área da informação.
EMENTA:
Apresentar e discutir as bases teóricas, pesquisa e estudos de casos, internet, negócios on-line, como
se comunicar, os canais utilizados, os impactos estratégicos desses canais, definição de perfil, mídias
alternativas, aulas práticas em laboratório de informática, mídia digital e palestras.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1º Bimestre
Pesquisa de Mídia.
Base teórica da mídia digital.
Adequação do conteúdo ao perfil (target)
2º Bimestre
Base teórica da mídia On-line.
Atualidades, tendências e variações de mídia on-line, estudo de casos (mídia on-line), pesquisa e
palestra com profissional da área (convidado).
Meios de propagação de conteúdos on-line
Mídias sociais
Seminários sobre mídias sociais
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Leitura e discussão de artigos e casos.
Palestras com profissionais da área.
Visitas técnicas e feiras de comunicação digital.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementares por meio de discussão
de casos referentes a matéria abordada em sala de aula. Atribuição de conceitos por participação em
sala de aula, bem como comportamento e respeito aos demais colegas e ao professor.
Também será analisada, para efeito de retirada de pontos, o uso correto da Língua Portuguesa,
considerando a relevância da boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno.
A prova substitutiva poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede o Ciclo de
Recuperação, para aqueles alunos que não fizeram uma das provas bimestrais por qualquer razão.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, o Ciclo de Recuperação será oferecido
àqueles alunos que não obtiverem notas condizentes com os critérios previamente estabelecidos.
A Avaliação no Ciclo compreenderá aula expositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio de
prova tradicional ou construção de qualquer outro formato de trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GARFINKEL, S. & SPAFFORD, G. Comercio & seguranca na Web. Market books, 1998.
CRUMLISH, C. Explorando a internet. Makron books, 1999.
NEGROPONTE, N. A Vida Digital. Companhia das letras, 1997.
SAAD, B. Estratégia para mídia digital. Senac, 2003.
ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005.
GOSCIOLA, V. Roteiro para as novas mídias. Senac, 2003.
FERREIRA, L. Novos rumos da cultura da mídia. Mauad, 2007.
KELLNER, D. A cultura da mídia. Edusc, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KOTLER, P. Marketing para o século XXI. Futura, 1999.
CHLEBA, M. Marketing digital. Futura, 1999.
STERNE, J. Marketing na web. Campus, 2000.
LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. Alta Books, 2003.
MACHADO, ARLINDO. Arte e mídia. Jorge Zahar, 2007.
SHAVER, MARY. Como vender a mídia. Nobel, 2002.
COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna,
2007.
TAHARA, MIZUHO. Contato imediato com a mídia. Global, 1998.
BAIRON, SERGIO. Contato imediato multimídia. Global, 1995.
CHOMSKY, NOAM. Controle da mídia. Graphia, 2003.
VIANA, FRANCISCO. De cara com a mídia. Negócio, 2001.
CRISTOL, STEVEN. A essência do planejamento de mídia. Nobel, 2001.
9.2. Conteúdos Programáticos das disciplinas da segunda
série
Disciplinas curriculares da segunda série – Grade curricular 2012
1. Animação Digital
2. Design digital II
3. Interação Humano-Computador
4. Metodologia de pesquisa para design digital I
5. Plástica II
6. Programação para web II
7. Projeto Experimental em Design Digital I
8. Redação e hipertexto II
9. Web-Marketing
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Animação Digital I 2 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Davi Antonio da Rosa
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
80 2 80
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas de animação e
mostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais da animação para produzir
animações de qualidade.
Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produzirem uma animação
que passe por todas as etapas apresentadas.
EMENTA:
História da animação
. Princípios Fundamentais da Animação
. Etapas da Produção de Animação
. Roteiro Audiovisual
. Storyboards e Storyreels
. Animação Stop Motion
. Animação Tradicional 2D
. Animação, Sites e Programação Básica
com Adobe Flash
. Animação 2D com ToonBoom. Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo.
Atuação para animadores
. Produzir um curta-metragem de animação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Apresentação e discussão sobre o campo
-Apresentação Pessoal.
-Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área.
-Apresentação da disciplina.
-Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina.
-Definir cronograma de entrega de trabalhos.
História da Animação
- Os primórdios da animação,
- Disney e a diversificação estilística
- O surgimento dos computadores e o desenvolvimento da CG.
Etapas da Produção de Animação
- História e roteiro
-Desenvolvimento de personagens
-Direção de arte
-Storyboards
-Vozes
-Storyreels
-Construção de cenários e personagens
-Animação
-Iluminação e Render
-Efeitos visuais
-Composição
-Efeitos sonoros e música
-Edição e montagem
-Marketing e distribuição
Organização da Produção
-Decupagem da produção;
-Pesquisa de produção;
-Como escrever um roteiro – formatação e organização
-Usando o Celtx para organizar projetos
-Storyboard – o que é e como funciona
-Os tipos de storyboard
-A linguagem dos storyboards
-O que é um storyreel
Adobe Flash
-Animação 2D
-Criação de Websites
-Programação Básica em ActionScript 2.0
Montagem e Edição
-O que é montagem
-Conceitos de edição
-Significado das transições e cortes
-Cadência
-Usando software de edição (Premiere)
Princípios Fundamentais da Animação
-Temporização
-Aceleração e desaceleração
-Movimentos em arco
-Continuidade e sobreposição
-Ação secundária
-Comprimir e Esticar
-Exageração
-Animação direta e Posição-Chave
-Antecipação
-Encenação
(Atuação Para Animadores)
-Apelo
Motion Graphics com After Effects
-Composições básicas, efeitos, máscaras, animações
-Correção de cor – importância e fluxo de trabalho.
-Princípios básicos do design em movimento.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
-Assistir a vídeos históricos e de referência na área.
-Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou de forma individual;
-Participação em Palestras e Fóruns sobre o assunto.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
-Avaliações práticas em laboratório
-Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa
-Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
-Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000.
BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética através da história. São
Paulo: Editora SENAC, 2002.
DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro,
Objetiva, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001.
PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002.
SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000.
MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp:
Itaú Cultural, 2003.
GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora
C/ Arte, 2006.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
DESIGN DIGITAL II 2ª 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
160 4 X
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS: A disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver “produtos digitais” os
quais sejam planejados com o conhecimento não só das técnicas, mas que seja capaz de planejar,
realizar, resolver problemas, propor soluções viáveis por meio de conhecimento holístico dos elementos
que compõem a linguagem visual das mídias digitais.
EMENTA: Aprimoramento dos elementos de design no sentido de provocar/produzir resultados
eficientes e eficazes na composição visual digital concebendo produtos que atendam ao binômio
navegabilidade e informação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Entender e sentir o que é design
- Aula sensibilidade artística
- Design como informação visual
- Encontrando seu estilo
2. Stop Motion
- Técnicas de produção
- Conteúdo Teórico
- Trabalho interdisciplinar
3. O aprimoramento do olhar para o desenvolvimento do conceito
- Entender antes de fazer
- Padrão visual
- Conceito e criatividade
4. Estimulando a sensibilidade dos sentidos para criar
- Aguçamento dos sentidos no processo de gerar informação
- Observação de trabalhos
5. Desenvolvimento de logotipos e famílias tipografias
- Técnicas para agrupamento de idéias
- Teste de técnicas visuais e estilos
- Composição dos elementos
- Manual de identidade
- Defesa e apresentação
6. Briefing e brainstorm para criação
- Coleta das informações com o cliente
- Discussão das idéias em grupo
- organização da informação
7. Rabiscar e “viajar”: Etapas para realizar um projeto Digital.
- Estudo de interfaces antes do projeto
- Papel antes do computador
8. Comunicação visual nas novas tecnologias: A comunicação está ao nosso redor.
- Estudo da interferência da comunicação visual nas novas tecnologias
- Tendências visuais e tecnologia
9. Design Centrado no usuário – Produtos digitais e ambientes acessíveis a todos.
- O papel do designer frente ao usuário
- Estudo da necessidade do usuário para adaptações no projeto
- Precauções na comunicação visual para usuários
10. Redesign. Como aperfeiçoar um projeto “evolução”.
- Melhoria de projetos e interfaces
- Análise dos pontos que podem ser melhorados/adaptados
- Uso dos estudos anteriores para adequação as novas tecnologias
11. Estética, Navegabilidade e Linguagem visual nas mídias digitais: aplicações
- Não basta ser bonito. Precisa funcionar!
- Testes de navegabilidade em diferentes interfaces
- Estudo de interfaces em diferentes mídias digitais
12. Direção de arte: Definindo as técnicas de criação.
- Estudo de técnicas de criação
- Exercícios práticos visuais
- Como trabalhar a informação
13. Estudo de símbolos
- Estudo dos principais símbolos e suas culturas
- Análise visual e interpretação
- Uso da simbologia nas mensagens visuais
14. Argumentações estruturadas para defesa de projetos.
- Preparação para apresentação de trabalhos visuais.
- Diferentes ferramentas para apresentação de trabalhos
- Pontos importantes a serem trabalhados
14. Desenvolvimento de produtos culturais criativos.
- Estudo da cultura interessada
- Criação do produto digital
- Uso da identidade visual cultural
15. Estudo de Interface para tecnologias Móbile.
- Estudo da tecnologia móbile
- Estudo de interfaces
- Criação de aplicativos/interfaces
16. Apresentação e exposição de trabalhos.
17. Analise de filmes.
18. Estudo de casos.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Pesquisa avançada em sites que discutam Design Digital, com apresentação de relatório.
Leitura e fichamento de artigos em revistas e sites especializados
Atividades de caráter artístico que promovam a ampliação do conhecimento do aluno (teatro, cinema,
artes plásticas etc.)
Viagens para exposições e eventos ligados a Design / Artes
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
A avaliação da aprendizagem do aluno se dará por meio de provas dissertativas individuais, provas
“práticas” individuais e exercícios práticos desenvolvidos em grupo e/ou individual. Nos seguintes
trabalhos.
- Descobrindo a sensibilidade para criar.
- Desenvolvimento de logotipos e interfaces criativas e funcionais.
- A comunicação visual ao nosso redor (fotos e composições informativas).
- Desenvolvimento de produtos culturais criativos.
- Análise de interfaces.
- Redesenhando produtos e ambientes funcionais.
- Apresentação e exposição de trabalhos.
- Relatórios sobre filmes e textos.
- Simbologia.
- Exercícios em clase.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
No ciclo de recuperação o aluno deverá apresentar como avaliação um projeto de desenvolvimento de
design digital a partir dos conceitos aprendidos em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
BONSIEPE, Gui. Design: do material ao digital. Florianópolis: FIESSC/IEL, 1997
LÉVY, Pierre. O que é virtual?. São Paulo: Editora 34 ltda, 1996
JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 200
LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000
NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na web: projetando websites com qualidade. Campus, 2007
CANCLINI, Nestor García. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 2003
COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007.
Assinatura:
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
IHC INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR 2 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Eduardo Pezutti Beletato dos Santos
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
80 2 80
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
OBJETIVO GERAL:
Apresentar novas perspectivas das formas de interação humano-computador, visando facilitar a
comunicação entre o homem e a máquina e ensinar para o aluno conceitos de navegação e interação
em meios digitais, com ênfase na Internet, assim como aplicar conceitos de aplicabilidade,
comunicabilidade e usabilidade na construção de websites, visando fornecer suporte às atividades
cotidianas das pessoas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1) Proporcionar aos alunos a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado ao
design de interação.
2) Proporcionar a compreensão gerencial para a identificação e seleção de métodos, técnicas e
ferramentas necessárias à concepção e avaliação da usabilidade de interfaces com o usuário de
sistemas interativos.
3) Ensinar como desenvolver telas e interfaces simplificadas para Internet e sistemas de informação,
de modo a contemplar usuários com idades e perfis variados, como por exemplo, crianças, adultos e
idosos, e também verificar necessidades para pessoas portadores de deficiência.
4) Proporcionar o desenvolvimento da capacidade de realização de atividades práticas de análise,
especificação, projeto, testes, implantação, revisão e manutenção de interfaces.
EMENTA:
Fornecer aos alunos conceitos de interface, navegação e interação, com teoria a respeito dos
fenômenos envolvidos, como modelos teóricos de desempenho e cognição humanos.
Explicações e previsões para fenômenos de interação usuário-sistema e resultados práticos para o
design de interação.
Teste para prever e verificar se o sistema satisfaz as condições de usabilidade, aplicabilidade e
comunicabilidade dos usuários.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
O que é Interface?
Evolução de Interface e sua conceituação
Interação Humano-Computador
Desafios e objetivos de IHC
Princípios de Design
Design de Interação
Acessibilidade
Usabilidade
Validação de websites com as ferramentas atualmente propostas da W3C
Critérios para avaliação de interfaces
Avaliação de Interfaces
Projeto de interface
Novas perspectivas de interação humano-computador
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Palestra com profissionais da área
Exibição de vídeos de novos produtos disponíveis que possuem formas inovadoras de interação
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Os critérios a serem adotados são assiduidade, interesse e desenvolvimento acadêmico e profissional
de cada estudante.
O modelo de avaliação contempla provas escritas e entregas de trabalhos individuais e coletivos.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Avaliação escrita e entrega de trabalhos individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. Design e avaliação de interfaces
humano-computador. Campinas: NIED, 2003. Disponível em
<http://eurydice.nied.unicamp.br/publicacoes/livros.php> . Acesso em 11 dez 2010. (A publicação em
questão pode ser adquirida via download gratuito)
PREECE, J., ROGERS, Y., SHARP, H. Design de Interação: além da interação humano-
computador. Bookman, 2005.
Nielsen, J.; Loranger H. Usabilidade na web - Projetando Websites com qualidade. Campus,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KRUG, Steve. Não me faça pensar:uma abordagem do bom senso à navegabilidade da WEB.
São Paulo: Market Books, 2001.
MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus,
2005.
Oliveira Netto, A. A. IHC - Interação Humano Computador - Modelagem e Gerência de
Interfaces com o Usuário. Visual Books, 2004.
NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008.
Gomes Filho, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. Ed. Escrituras, São
Paulo, 2002.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Metodologia de Projeto para Design Digital
I
2 SEMESTRAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Sérgio Vinícius de Lima Grande
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
40 2 40
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Articular/relacionar teoria, método e técnica de pesquisa, por meio do aprendizado das principais
etapas de uma pesquisa e sua documentação por meio de relatórios acadêmicos;
Conhecer as principais fontes bibliográficas online, direcionando as pesquisas para o campo do Design;
Considerando as diversas possibilidades de propostas e temas para os trabalhos de conclusão do curso
de Design Digital a serem desenvolvidos na terceira série do curso, a disciplina Metodologia do projeto
para Design Digital I tem como objetivo central permitir a estruturação dos projetos de pesquisa na
forma de Pré-Projetos. Trata-se, portanto, de aprender pela pesquisa.
EMENTA:
Introdução aos métodos e técnicas de pesquisa de acordo com o tema/objeto proposto pelos grupos de
trabalho. Subsídios conceituais para a elaboração de projetos e relatórios acadêmicos. Normas técnicas
de estruturação dos projetos com base nas definições da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Questões conceituais e estruturais a respeito do projeto:
O que é um projeto de pesquisa
Estrutura básica de um projeto
Questões relacionadas à subjetividade
A escolha do tema para pesquisa
A escolha do caminho/método e os tipos de pesquisa
Pesquisas exploratórias
Pesquisas descritivas
Pesquisas explicativas
Técnicas de Pesquisa
Observação
Depoimentos
Entrevistas
História de vida/trajetórias
Orientações relativas às normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
1º Bimestre: Trabalho em equipe.
2º Bimestre: Trabalho em equipe. Entrega do Pré – Projeto.
Obs: Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o(a) professor(a) que ministra a
disciplina tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo.
Portanto, será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Reformulação do projeto de acordo com os conhecimentos teóricos, metódicos e técnicos construídos
durante o semestre, para a conclusão do projeto em Design Digital.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CERVO, A.L; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. São Paulo: Makron Books, 1996; 2002.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999; 2002; 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2005.
LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2006.
GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: Editora
Alínea, 2001, 80p.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1993; 2002.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Plástica II 2 ANUAL 2010
DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
120 2 120
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
- Abordar elementos de estética digital como aprofundamento da disciplina Plástica I, introduzindo
os processos colaborativos em rede sob uma perspectiva ético-estética e evidenciando os
desdobramentos dessas novas tendências criativas na atividade profissional do designer;
- Proporcionar conhecimentos que são uma condição essencial para a concepção de objetos de
design na atualidade, em um contexto de conexão e interação entre coletivos humanos e não-humanos
em processos dinâmicos;
- Levar os alunos a identificar as diferentes estratégias de comunicação e expressão presentes
nas mais diversas produções no campo do design digital por meio de ferramentas teóricas e
exercícios práticos.
EMENTA:
- Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novo
paradigma de criatividade. A questão da autoria.
- Processos colaborativos em ambiente digital.
- Cibercultura. Diferenças entre os conceitos de Virtual e Digital. Interatividade. A linguagem digital
como elemento de instauração estética. A estética da interface.
- Introdução às teorias sistêmicas e sua relação com a criatividade.
- Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novo
paradigma de criatividade.
- A questão da autoria: Software livre, Creative Commons, metarreciclagem, recombinação.
- Breve histórico de projetos colaborativos (Séc. XX, Internacional Situacionista).
- O pensamento coletivo: Comunidades virtuais, smart mobs, ciberativismo.
- A Cultura do acesso. O conceito de cibercultura e suas implicações nas atividades do profissional de
comunicação. O Universal sem totalidade.
- As Tecnologias da Inteligência. Diferenças entre virtual e digital. Tipos/níveis de interatividade.
- Ideografia dinâmica. Os 4 espaços antropológicos (Lévy);
- O objeto de design como mediador da Inteligência Coletiva.
- A estética da interface (Giannetti).
- Introdução ao pensamento sistêmico e sua relação com a criatividade (conceitos de complexidade,
interação, auto-organização, descentralização, entropia).
- Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada.
- Experimentações e análises de produções contemporâneas.
ATIVIDADES EXTRA-CLASSE:
Todos os temas contarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Haverá abertura para a
contribuição dos discentes, estabelecendo um fluxo transversal de informações e referências através da
WWW, não restrita aos alunos da disciplina. Para cada tema abordado em aula, serão propostas
atividades com grau de complexidade crescente, de acordo com o feedback da classe. As atividades
poderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definida previamente pelo professor:
- pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados;
- leitura dirigida e discussão;
- produção de objetos relacionados aos temas da disciplina;
- experimentações e visitas a eventos e exposições.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício e/ou uma tarefa a ser realizada em
grupo ou individualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercícios
em sala de aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagem
poderá ser observada no decorrer do ano letivo através de:
- desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas;
- criatividade;
- capacidade de trabalhar em grupo;
- pontualidade nas entregas.
Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para a
obtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuição
da nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues.
A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiver
freqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova,
podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido. A prova abordará
os principais temas da disciplina, indicados no item “ementa”.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.
LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996.
PARENTE. A. (org.) Imagem - Máquina. A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993.
ARANTES, P. Arte e Mídia no Brasil: perspectivas da estética digital. Disponível em:
<http://www.cap.eca.usp.br/ars6/arantes.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011.
BEIGUELMAN, G. O livro depois do livro. Disponível em:
<http://www.desvirtual.com/thebook/ebook.htm>. Acesso em 28 jan. 2011.
PLAZA, J. Arte e interatividade: autor, obra, recepção. Disponível em:
<http://www.cap.eca.usp.br/ars2/arteeinteratividade.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEY, H. TAZ – Zona autônoma temporária. Disponível em:
<http://www.scribd.com/doc/16978783/Hakim-Bey-TAZ-Zona-Autonoma-Temporaria>. Acesso em 28
jan. 2011.
CANCLINI, N. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro:
UFRJ, 1998.
FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
_________. O universo das imagens técnicas. SP: Annablume, 2008.
GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora
C/ Arte, 2006.
LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. O Futuro do pensamento na era da informática.
Coleção Trans, Rio de Janeiro: 34, 1993.
LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008.
MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1971.
PIMENTA, E. Aquitectura no espaço em rede. No domínio do tangível ou do intangível?
Disponível em: <http://www.asa-art.com/edmp/95rede1.doc> e <http://www.asa-
art.com/edmp/95rede2.doc>. Acesso em 29 nov. 2009.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Programação para Web II 2 ANUAL 2011
DOCENTE RESPONSÁVEL: Dênis Leonardo Zaniro
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
160 4 160
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para o desenvolvimento de hipertextos
dinâmicos para ambientes interativos através de linguagem de marcação e linguagem de programação.
Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para a criação de aplicações multimídia
interativas por meio de kits de Desenvolvimento.
EMENTA:
Histórico, evolução e características da Internet. Revisão de HTML (HyperText Markup Language) e CSS
(Cascading Style Sheets). Linguagem de scripts JavaScript. Linguagem de programação Java e a
tecnologia Servlet. Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais. Comandos básicos da
linguagem SQL para acesso a bancos de dados. Criação de aplicações Web em Java com conexão a
banco de dados. Introdução ao JSP.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Revisão da linguagem HTML e do padrão CSS
- Introdução à Engenharia da Web, histórico e evolução da Internet
- Introdução a WWW e ao protocolo HTTP
- Revisão da linguagem HTML
* Tratamento de textos, imagens e recursos de multimídia
* Tratamento de links
* Listas formatadas
* Tabelas
* Formulários
* Objetos e plugins
* Definição de folhas de estilo em CSS
Introdução à linguagem JavaScript
- Sintaxe básica da linguagem JavaScript
- Tipos de dados, variáveis e instruções de entrada e saída de dados
- Operadores aritméticos, relacionais e de atribuição
- Estruturas de controle e operadores lógicos
- Labels
- Funções embutidas e funções definidas pelo usuário
- Objetos
- Tratamento de eventos
Programação em Java para Web – Servlets
- Histórico e principais características da linguagem Java
- Introdução aos servidores WEB: características básicas e o servidor Tomcat
- A tecnologia Servlet
* Características básicas
* Ciclo de vida de um servlet
* Atendimento de requisições
* Geração de saída
* Captura de parâmetros de requisição
* Cookies e sessões
Programação em Java para Web – Conexão com Banco de dados e introdução ao JSP
- Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais
- Visão geral da linguagem SQL: operações de inserção, atualização, deleção e consulta
- Processo de conexão com banco de dados
- Introdução ao JSP: características básicas, ciclo de vida, elementos dinâmicos e tags
- Utilização da tecnologia JSP para formatação do conteúdo de resposta para uma requisição
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
-Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de documentos hipertexto e aplicações multimídia
desenvolvidas em grupo ou de forma individual;
-Participação em Palestras e Grupos de Estudos de Mídias Interativas
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
-Avaliações teóricas dissertativas e de múltipla escolha
-Avaliações práticas em laboratório
-Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
-Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. Tradução de Carlos Arthur Lang Lisboa. 4.ed.
Porto Alegre : Bookman, 2003.
HORSTMANN, C. S. & CORNELL, G. Core java. Makron Books, 2001.
GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASTRO, Elizabeth. HTML 4 para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p.
RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p.
MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000.
411p.
KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books do
Brasil, 2001. 299p.
DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003.
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Projeto Experimental para Design
Digital I
2 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
320 4 320
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Orientar os alunos a elaborarem ciclos de projetos colaborativos, que consistem na
aplicação de conceitos abordados relativos ao universo do designer digital. O processo
de experimentação deve explorar as ligações e sobreposições entre midias, tecnologia
e design.
EMENTA:
O Design é a alma das criações humanas – Steve Jobs
A disciplina se propõe a encorajar os alunos a experimentarem a elaboração de
interfaces tangíveis, valendo-se de conceitos consistentes na implementação de suas
propostas.
Estabelecido um fio condutor temático, os alunos são livres na utilização das
ferramentas (hardware e software) para a criação, planejamento e produção de seus
projetos.
De maneira geral, a disciplina busca contribuir para a formação profissional do aluno,
na medida que propicia condições de:
colocar na prática de conhecimentos teóricos adquiridos em diversas disciplinas do
curso
adquirir uma atitude de trabalho sistematizado de forma colaborativa, desenvolvendo-
lhe a consciência de organização, divisão de tarefas e produtividade
incentivar o exercício do senso estético crítico e da criatividade
sentir suas próprias deficiências e buscar seu aprimoramento
Além dos próprios projetos, os alunos serão orientados a organizarem entre eles o
design da exibição dos trabalhos finais resultantes da disciplina.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
A Cultura da Convergência
As mídias tradicionais e digitais
As mídias sociais
O Ativismo Digital
Dispositivos Móveis
Os artefatos lúdicos
A linguagem dos games
Introdução à Narrativa Transmídia – Everyday life with media
Orientação e Apresentação de Projetos Intermediários e Trabalho Final ao longo do
ano
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Manutenção de dialogo com alunos e acompanhamento das atividades desenvolvidas
em rede social criada especificamente para essa disciplina, no link
WWW.uniara.ning.com
Ao final da disciplina, os alunos Irão elaborar um Relatório Técnico (RT) e Trabalho
Final (TF) para avaliação. Ainda assim, todos os projetos intermediários (PI)
desenvolvidos ao longo do ano serão avaliados.
Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas a empresas do
setor.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no
contexto prático quanto no contexto teórico. Assim, no decorrer do curso, os alunos
serão avaliados em diferentes aspectos:
freqüência nos encontros
participação nos projetos em andamento
desempenho na elaboração e apresentação das etapas sequenciais do projeto
participação do espaço virtual da disciplina, na plataforma NING
Considerados esses aspectos, as notas serão sintetizadas através da fórmula:
PA(3) + PI(3) + TF(2) + RT(2) /10
sendo:
Participação do aluno nas atividades: PA
Projetos Intermediários: PI
Trabalho Final: TF
Relatório Técnico: RT
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e ao final entregar os trabalhos sobre
os temas abordados em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
IGOE, T. Making things talk: practical methods. Sebastopol, CA: O´Reilly Media,
2007.
GLANVILLE, R. Try again. Fail again. Fail better: the cybernetics in design and the
design in cybernetics. In: Kybernetes. Vol.36, n° 9/10. 2007 p. 1173-1206.
JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
JOHNSON, D. "Intelligent Design or Godless Universe? The Creative Challenges of
World Building and Franchise Development," Franchising Media Worlds: Content
Networks and The Collaborative Production of Culture, PhD Dissertation, University of
Wisconsin-Madison, 2009.
MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo:
Unesp: Itaú Cultural, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GORDON, Bob e GORDON, Maggie. O guia completo do design gráfico digital: a chave
do designer gráfico para os novos media. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.(p.182-
195) (p.148 -149).
LUHMANN, N. Risk: a sociological theory. New York: A de Gruyter, 1993.
SOMMERER, C.; JAIN, L.C.; MIGNONNEAU, L. (Ed.). The Art and the science of
interaction design. Berlin Heidelberg: Springer-Verlag, 2008.
SOMMERER, C.; MIGNONNEAU, L. (2005). Desigining emotional, metaphoric, natural
and intuitive interfaces for interactive art, edutainement and mobile communications.
In: Computer & Graphics 29, p.837-851. Disponível em <www.sciencedirect.com>.
Acesso em out.2007.
WEIBEL, P. (2007). It is forbidden not to touch: some remarks on the (forgotten parts
of the) history of interactivity and virtuality. In: GRAU, O. (Ed.). MediaArtHistories.
Cambridge: MIT Press.
______. (1996). The World as Interface: Toward the Construction of Context-
Controlled Event-Worlds. In: DRUCKREY, T. (ed.) Electronic Culture: Technology and
visual representation. New York: Apperture.
______. (2008). Intelligent beings in an intelligent universe. In Intelligente
Ambiente/Intelligent Enviroment. p 06-26. s/d.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO SEQUENCIAL DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM WEB DESIGN
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
REDAÇÃO E HIPERTEXTO II 2 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA
HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
80 2 80
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Aprimorar as habilidades de redação e edição de textos;
Criar um ambiente de produção textual colaborativo para web;
Promover a utilização e familiaridade com softwares de produção, edição, revisão e
publicação de textos na web;
Apresentar uma revisão teórico-prática do conceito de hipertexto e outros
relaiconados ao mundo digital;
EMENTA:
Reflexões teórico-práticas sobre o texto e sua evolução. Conceituação, história e
prática do hipertexto. Colaboratividade e produção textual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Convergência midiática
O conceito de Hipertexto
O que é hipertexto
Metamorfose, Heterogeneidade, Multiplicidade e encaixe de escalas, Exterioridade,
Topologia e Mobilidade de centros
Intertextualidade, Multivocalidade, Descentralização e Intratextualidade
História do hipertexto
Noções básicas de hipertexto
Tradição narrativa
Representação gráfica
Percursos de hipertexto
Interface e interatividade
Não-linearidade
Reflexões sobre hipertexto
Fragmentação ao longo da história
Hipertexto x Hipermídia
Link como elemento paratextual
Como se chega ao fim da história?
Não-Linearidade X Multilinearidade
Oficina de produção textual colaborativa
A produção textual em Blogs e redes sociais.
RECURSOS METODOLÓGICOS:
A metodologia da disciplina poderá envolver, de acordo com o tópico, aulas
expositivas; revisão bibliográfica; discussões em grupo; atividades de pesquisa na
Internet; preparação de documentos eletrônicos (sites, blogs etc.); seminários;
atividades individuais e coletivas em sala de aula e no Laboratório de Informática;
exercícios práticos, individuais e coletivos. O desenvolvimento de atividades de
extensão ocorrerá por meio da publicação de textos produzidos durante o semestre
em sites, portais ou outros instrumentos de visibilidade na web.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Participação ativa nas atividades propostas;
Posição crítica em relação às leituras e debates;
Utilização da língua formal nas produções textuais;
Correção e usabilidade da produção textual sugerida;
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem;
Evolução do aprendizado ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2004.
LEVY, P. Cibercultura. São Paulo, Ed. 34, 1999.
PIGNATARI, D. Informação Linguagem Comunicação. São Paulo: Ed. Cultrix,
1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COSTA, D. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência
Moderna, 2007.
BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002.
MATERIAL ONLINE:
ARAÚJO, Júlio César. Chats na Web: a linguagem proibida e a queda de tabus. Revista
Linguagem em (Dis)curso, volume 8, número 2, maio/ago. 2008. Disponível em
<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0802/05.htm>. Acesso em 14
mar 2011.
BARBOSA, Ana Cristina Lima Santos. Leitura e Escrita na Web. Revista Linguagem
em (Dis)curso, volume 5, número 1, 2005. Disponível em
<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0501/08.htm>. Acesso em 14
mar 2011.
HEINE, Palmira Bahia. Considerações sobre a cena enunciativa: A construção do ethos
nos blogs. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 8, número 1, jan./abril.
2008. Disponível em
<http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0801/06.htm> Acesso em 14
mar 2011.
MIELNICZUK, L. ; PALACIOS, M. . Considerações para um estudo sobre o formato da
notícia na web: o link como elemento paratextual. In: X Compós - Encontro dos
cursos de Pós-Graduação em Comunicação, 2001, Brasília, 2001. Disponível em
<http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuck_linkparatextual.pdf>. Acesso
em 14 mar 2011.
MIELNICZUK, L. . Considerações sobre interatividade no contexto das novas mídias.
In: André Lemos; Marcos Palacios. (Org.). Janelas do ciberespaço. Porto Alegre:
Sulina, 2001. Disponível em
<http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuk_interatividadenovasmidias.pdf>.
Acesso em <14 mar 2011>
PALACIOS, Marcos Silva. Hipertexto, Fechamento e o uso do conceito de não-
linearidade
discursiva. Lugar Comum, Rio de Janeiro, n. 08, p. 111-121, 1999. Disponível em
<http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/1999_palacios_hipertexto_naolinearidade.pdf>.
Acesso em 14 mar 2011.
PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade no
Vestibular. Salvador, EDFUBA, 2005. Disponível em
<http://www.facom.ufba.br/jol/doc/2005_palacios_mundodigital.doc> Acesso em 14
mar 2011.
PRIMO, Alex. Quão interativo é o hipertexto?: Da interface potencial à escrita coletiva.
Fronteiras: Estudos Midiáticos, São Leopoldo, v. 5, n. 2, p. 125-142, 2003.
Disponível em <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/quao_interativo_hipertexto.pdf>.
Acesso em 14 mar 2011.
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
WEBMARKETING 2ª 1º ----- 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): CARLOS EDUARDO PIKEL PEREZ
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA
HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
40 2 40 ----- -----
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Conduzir os alunos à formação de competência na área de webmarketing,
trabalhando de maneira moderna e interativa a construção de técnicas de
comunicação aplicadas ao ambiente eletrônico da WEB. Para tanto, propõe-se a base
da teoria de marketing para então alinhar tais conceitos à realidade virtual. A partir
dos conceitos bem delineados, pode-se propor linhas eficazes de comunicação
eletrônica que tenha como objetivo precípuo a obtenção de informações que possam
gerar estratégias eficazes para a divulgação de produtos e serviços dos clientes
contratantes do serviço.
EMENTA:
Base teórica e atividades práticas de marketing. O mix de marketing. Adaptação da
linguagem de marketing às necessidades e dinamismo da web. O que vem gerando
resultado para gerar percepção de qualidade sobre produtos e serviços. Identificação
de objetivos. Identificação de clientes potenciais e seleção de clientes reais. Eficácia
da linguagem de marketing com foco nos resultados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1º Bimestre
1- Base teórica de marketing. Conceitos e evolução. Abordagem de autores nacionais
e internacionais. Análise de Cases.
2- Avaliação da base teórica de WEB. Análise da trajetória de sites (provedores de
acesso, ferramentas de busca, sites comerciais, sites de entretenimento).
2º Bimestre
3- Análise dos sites e das estratégias de marketing usadas para descobrir,
persuadir e transformar necessidades e desejos de compra em dividendos para a
empresa.
4- Construção de estratégias de marketing para empresas.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Leitura e discussão de artigos, livros e papers relativos ou não à disciplina;
Visitas técnicas e feiras;
Visita à agências e empresas de construção de sites e/ou especializadas na criação
de estratégias mercadológicas para web.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementares
quando da apresentação de seminários em sala de aula. Haverá ainda atribuição de
conceitos por participação e debates em sala de aula, bem como comportamento e
respeito ao direito dos demais colegas e do professor.
Também será analisada para efeito de retirada de pontos que compõe a nota
bimestral e final do aluno a análise de Língua Portuguesa, considerando a relevância
da boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno.
A prova substitutiva, destinada àqueles alunos que não fizeram, por qualquer razão,
uma das provas bimestrais previstas no calendário regular ao longo do semestre,
poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede ao início do
Ciclo de Recuperação.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, pela chefia de
departamento e pela pró-reitoria acadêmica, o Ciclo de Recuperação será oferecido
àqueles alunos que não obtiverem notas ou freqüência mínima condizentes com os
critérios previamente estabelecidos. A avaliação no Ciclo compreenderá aula
expositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio de prova tradicional ou
construção de qualquer outro formato de trabalho que certifique o docente da
disciplina de que o aluno está ou não apto à aprovação na referida disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARPENTER, P. E-Brands: como se constrói uma empresa na internet. Qualitymark,
2000.
SAAD, B. Estratégias para mídia digital. Senac, 2003.
LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. Alta
Books, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MCKEOWN, M. E-Customer. 1. ed. Makron Books, 2003.
KOTLER, P. Marketing para o Século XXI: como criar, conquistar e dominar
mercados. 5. ed. São Paulo: Futura, 2000.
KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e
controle. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998.
KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 9. ed. São Paulo: Pearson-
Prentice Hall, 2003.
CHLEBA, M. Marketing digital: novas tecnologias e novos modelos de negócios. São
Paulo: Futura, 1999.
COBRA, M. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas,
1997.
GRACIOSO, F. Contato imediato com Marketing. São Paulo: Global, 1988.
9.3. Conteúdos Programáticos das disciplinas da terceira série
Disciplinas curriculares da terceira série – Grade curricular 2012
1. ANIMAÇÃO DIGITAL II
2. ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA
3. DESIGN DE INTERAÇÃO
4. FILOSOFIA E LINGUAGENS HÍBRIDAS (1º semestre)
5. PROJETO EXPERIMENTAL EM DESIGN DIGITAL II
6. MÍDIAS DO CORPO
7. METODOLOGIA DE PROJETO PARA DESIGN DIGITAL II
8. NARRATIVAS AUDIOVISUAIS
9. SOUNDESIGN (2º Semestre)
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Animação Digital II 3 ANUAL 2011
DOCENTE RESPONSÁVEL: Davi Antonio da Rosa
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA
HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
80 2 80
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas de
animação e mostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais da
animação para produzir animações de qualidade.
Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produzirem
uma animação que passe por todas as etapas apresentadas.
EMENTA:
Conceitos de Animação 3D aplicados no Blender: Interface, Modelagem, Rigging,
Animação, Texturização, Iluminação, Render, Exportação
, Camera Tracking
e Composição. Princípios básicos de Estereoscopia
. Produção de vídeo
: Conhecendo equipamentos, Fotografia, Iluminação, Chromakey, Autoração de DVD
. Storyboards e Storyreels
. Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo. Atuação para
animadores
. Produzir um curta-metragem que misture vídeo com animação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Apresentação e discussão sobre o campo
-Apresentação Pessoal.
-Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área.
-Apresentação da disciplina.
-Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina.
-Definir cronograma de entrega de trabalhos.
Animação 3D com Blender
-Interface, Modelagem, Rigging, Animação, Texturização, Iluminação, Render,
Exportação
Efeitos Visuais
-Camera Tracking
-Composição.
-Chroma Key
Organização da Produção
-Decupagem da produção;
-Pesquisa de produção;
-Como escrever um roteiro – formatação e organização
-Usando o Celtx para organizar projetos
-Storyboard – o que é e como funciona
-Os tipos de storyboard
-A linguagem dos storyboards
-O que é um storyreel
Montagem e Edição
-O que é montagem
-Conceitos de edição
-Significado das transições e cortes
-Cadência
-Usando software de edição (Premiere)
Motion Graphics com After Effects
-Composições básicas, efeitos, máscaras, animações
-Correção de cor – importância e fluxo de trabalho.
-Princípios básicos do design em movimento.
Princípios básicos de cinematografia
-Elementos da Linguagem Audiovisual
-Fundamentos da dinâmica visual
-Planos: Enquadramento, Movimentos, Pontos de vista, Posição, Angulação
-Iluminação:
-características da luz, tipos de fonte de luz, etc.
-Como é a luz num ambiente natural
-Filtros e difusores.
-Iluminação básica de três pontos.
-Projeto de Iluminação e captação
-Preparando o ambiente
-Características e funcionamento do vídeo digital.
-Resolução
-Entrelaçamento
-Padrões de vídeo - Tanto SD como HD
-Subamostragem de Chroma
-Codecs
-Containers
-Conhecendo o equipamento
-Meios - Fitas X mini-DVD x cartão de memória x HDD - Partes móveis X Fixas
-Codecs - DV x MPEG2-DVD x M2TS x AVCHD,
-Tamanho do sensor - FoV, Sensibilidade, noise ratio, etc,
-Lentes e resolução da lente
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
-Assistir a vídeos históricos e de referência na área.
-Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou de
forma individual;
-Participação em Palestras e Fóruns sobre o assunto.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
-Avaliações práticas em laboratório
-Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa
-Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nos
módulos anteriores.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
-Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000.
BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética através
da história. São Paulo: Editora SENAC, 2002.
DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes,
1991.
FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio
de Janeiro, Objetiva, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001.
PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002.
SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000.
MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São
Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003.
GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo
Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Itamiro Nogueira
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA
HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
80 2 80
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
A disciplina busca oferecer uma visão ampla das diversas modalidades não-
tradicionais da arte contemporânea, imprescindíveis na formação e qualificação deste
novo profissional. Combinando o conhecimento da prática técnica e criação artística,
enfatizando a atuação do computador como elemento transformador e instaurador de
novos processos, novas metodologias e novas questões na criação artística.
Para tanto, propõe-se leitura e análise dos novos meios digitais e sua potencialização
da criatividade e capacidade para gerar conteúdos expressivos e esteticamente
significativos. A inserção na prática artística de técnicas e de tecnologias na produção
de grandes transformações no mundo da produção e criação atuais.
EMENTA:
As vanguardas artísticas. A institucionalização do modernismo. Indústria cultural.
Produção erudita x produção de massa. Cultura popular e cultura pop. A
contracultura. O kitsch. A ascensão do pós-modernismo. História do pós-modernismo.
Pós-modernismo e artes literárias. Pós-modernismo e artes visuais. Pós-modernismo e
música pop. Pós-modernismo e audiovisual. Arte e performance. Corpo e plataformas
estéticas. Arte e vida cotidiana. A rua e o “novo museu”. Sexualidade e afeto.
Pastiche. Paródia. Intertextualidade. O jogo das identidades na arte contemporânea.
Globalização e multiculturalismo. Feminismo. Movimentos culturais. Narrativas pós-
modernas: tempo, espaço, fragmentação e linearidade – arte “videoclípica”. A crítica
de arte no Brasil.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Entendimento dos problemas relacionados à criação, fruição e reflexão crítica,
historiográfica e teórica no campo da Arte e da Cultura Contemporânea,
estabelecendo uma intervenção qualificada nas práticas de pesquisa e
experimentação.
A desmaterialização da obra de arte, novas teorias sobre o campo artístico na
sociedade, a importância do corpo e tendências recentes.
O processo de construção dos sentidos em novos movimentos artísticos que
perpassam as fronteiras da mídia e dos suportes, não ficando mais presos aos
materiais ou a metodologias específicas.
Divisão em módulos cronológicos:
A Modernidade
As vanguardas artísticas.
A institucionalização do modernismo.
Indústria cultural.
Contraposições
Produção erudita x produção de massa.
Cultura popular e cultura pop
A contracultura.
O kitsch.
A Pós-modernidade
A ascensão do pós-modernismo.
História do pós-modernismo.
Pós-modernismo e artes literárias.
Pós-modernismo e artes visuais.
Pós-modernismo e música pop.
Pós-modernismo e audiovisual.
Sujeitos e objetos da nova cultura tecnológica
O corpo ao centro de experimentações
Arte e performance.
Corpo e plataformas estéticas. (performances e mídia performances)
Arte e vida cotidiana.
Novos suportes. Estrapolações
Arte coletiva e arte de participação: formas interativas
Instalações ambientais e multimídia: espaços multisensoriais
A rua e o “novo museu”.
Sexualidade e afeto.
Formas emergentes da arte e do discurso contemporâneo
Pastiche. Paródia.
Intertextualidade.
Hipermídia/Hipertexto
Tecnologia e subjetividade (Novas Identidades):
O Indivíduo e as novas formas de realidade social.
O jogo das identidades na arte contemporânea.
Produção, recepção e
Globalização e multiculturalismo.
Feminismo. (Louise Bourgeois, Jana Sterbak, Janine Antonì)
Movimentos culturais.
Novos paradigmas
Narrativas pós-modernas: tempo, espaço, fragmentação e linearidade – arte
“videoclípica”.
A crítica de arte no Brasil.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Apresentação e discussão de materiais iconográficos, trabalhos e seminários em
equipe, leituras programadas, atendimento aos alunos e equipe.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Pesquisa, levantamento, apresentação e discussão de material iconográfico.
Leitura programada e fichamento de textos pertinentes aos temas relacionados ao
conteúdo programático.
Fichamento de textos.
Levantamento de material iconográfico, proposição de leitura e apresentação em sala
Através de material iconográfico proposto pelo professor, o aluno analisará e
discorrerá sobre o tema construindo um discurso pertinente.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Prova.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARGAN, Giulio. Arte moderna. São Paulo: Cia. das Letras, 1999.
GIDDENS, A. As conseqüências da modernidade. São Paulo, Unesp, 1990.
SANTAELLA, L. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à
cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BENJAMIN, W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In:
LIMA, L. (org). Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
BORDIEU, P. As regras da Arte. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 1996.
COUCHOT, E. Da representação à Simulação: Evolução das Técnicas e das
Artes da Figuração. In Parente, A (org.), Imagem máquina. A Era das Tecnologias
do Virtual. Rio De Janeiro: Ed. 34.
FRANCASTEL, P. Arte e Técnica. Lisboa, Editora Livros do Brasil, s/d.
GOMES FILHO, J. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São
Paulo: Ed. Escrituras, 2002.
LEVY, P. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era da
Informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
Levy. Pierre. O que é Virtual. São Paulo: Ed. 34.
MICHELI, M. de. As Vanguardas Artísticas. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 2002.
NEGROPONTE, N. A Vida Digital. São Paulo: Companhia da Letras, 1995.
PEVSNER, N. Os Pioneiros do Desenho Moderno. São Paulo: Ed. Martins Fontes,
1980.
SITES:
http://www.mitpress.mit.edu/ - Massachussetts Institute of Tecnology – Journal of the
International Society for Arts, sciences and technology.
http://www.eca.usp.br - Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo
http://www.polimi.it/it/ - Escola Politécnica de Milão.
UNIARA Centro Universitário de Araraquara
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO
DESIGN DE INTERAÇÃO 3 1 2 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Eduardo Pezutti Beletato dos Santos
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
80 2 80
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
OBJETIVO GERAL:
Apresentar novas perspectivas das formas de interação humano-computador, focado em design
interativo, visando facilitar a comunicação entre o homem e a máquina e ensinar para o aluno
conceitos de navegação e interação em meios digitais, com ênfase na Internet.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Proporcionar aos alunos a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado ao
design de interação.
EMENTA:
Abordar os comportamentos desenvolvidos, a inteligência em interações, a convergência dos produtos,
sejam no espaço físico ou virtual.
Busca-se conceber, avaliar, aperfeiçoara interação entre pessoas, artefatos e instituições incorporando
conceitos das áreas de ergonomia, psicologia e engenharia cognitiva.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Fundamentos de design de interação
Fatores humanos
Estilos de interação
Design centrado no usuário
Prototipação
Usabilidade
Métodos e técnicas de avaliação
Workshop de projetos de interação
Workshop de análise de usabilidade
Tendências do design de interação
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Palestra com profissionais da área
Participação em eventos da área de design
Exibição de vídeos de novos produtos disponíveis que possuem formas inovadoras de interação
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Os critérios a serem adotados são assiduidade, interesse e desenvolvimento acadêmico e profissional
de cada estudante.
O modelo de avaliação contempla entregas de trabalhos individuais e coletivos e projetos coletivos.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Avaliação escrita e entrega de trabalhos individuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. Design e avaliação de interfaces
humano-computador. Campinas: NIED, 2003. Disponível em
<http://eurydice.nied.unicamp.br/publicacoes/livros.php> . Acesso em 11 dez 2010. (A publicação em
questão pode ser adquirida via download gratuito)
PREECE, J., ROGERS, Y., SHARP, H. Design de Interação: além da interação humano-
computador. Bookman, 2005.
Nielsen, J.; Loranger H. Usabilidade na web - Projetando Websites com qualidade. Campus,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KRUG, Steve. Não me faça pensar:uma abordagem do bom senso à navegabilidade da WEB.
São Paulo: Market Books, 2001.
MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus,
2005.
Oliveira Netto, A. A. IHC - Interação Humano Computador - Modelagem e Gerência de
Interfaces com o Usuário. Visual Books, 2004.
NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008.
Gomes Filho, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. Ed. Escrituras, São
Paulo, 2002.
UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DISIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Filosofia e Linguagens
Híbridas
3 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: DJAINE DAMIATI REZENDE
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA
SEMANAL
40 02
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
1. Estabelecer relações entre linguagem e pensamento. .2. Apresentar a idéia de uma episteme
constituída por máquinas e sistemas de representação enquanto abstrações capazes de estruturar
nossas experiências. 3. Propor a reflexão acerca do hibridismo característico da contemporaneidade no
que diz respeito não só às linguagens, mas também à relação sujeito/objeto na ciência. 4. Discutir a
existência de uma pós-humanidade, suas implicações e conseqüências no aspecto da linguagem.
EMENTA:
A abordagem matricial das linguagens enquanto forma de representação e constituição do humano,
assim como das estruturas do pensamento simbólico. O relativismo histórico cultural das linguagens e
suas implicações. Os conceitos de hibridismo, convergência, aceleração e desterritorialização. O
entendimento da idéia do “entre” presente na contemporaneidade e seus reflexos nas linguagens. A
cultura da convergência e os hibridismos entre arte e consumo, linguagens maquínico-humanas,
primitivo e tecnológico e realidade e ficcionalidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Introdução: As matrizes da linguagem e do pensamento
A produção de sentido
O que constitui uma linguagem e como elas interagem entre si.
Noção de signo e ícone.
O que é a filosofia e os modos de pensar as linguagens.
As linguagens no contemporâneo
A cultura da convergência..
O hibridismo entre Arte e Consumo
A idéia de remix na cultura pop
Análise do texto: O mercado de Luxo na era do consumo emocional. Gilles Lipovetsky em ensaio para
revista Época Luxo – Edição especial n.2 nov.2010
2.5 O entendimento do texto híbrido. Desenvolvimento de pesquisa e construção de texto híbrido
sobre Lady Gaga. Análise desse mesmo texto com base nos conceitos desenvolvidos por Lipovetsky.
O estruturalismo e a relativização das culturas e linguagens.
Leitura e análise do texto: Crepúsculo dos Trópicos de Otávio Frias Filho sobre o estruturalismo e as
contribuições de Claude Levi Strauss.
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
100%
Análise do Filme Avatar com base nos conceitos desenvolvidos por Otávio Frias Filho.
Os híbridos entre as linguagens Maquínicas e humanas
Leitura do texto: Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. De Rosana Medeiros de Oliveira.
Leitura em contraponto ao texto: Clive Thompson on gadgets that know how we fell , publicado na
revista Wired novembro/2010.
Exibição e análise do filme Matrix com base nos conceitos depreendidos dos textos
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Exibição e análise de filmes, textos, imagens, vídeos e obras de artemídia além de debates conceituais
em sala de aula.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Apresentação de seminários, avaliação da participação nos debates realizados em sala de aula. Análise
de texto híbrido e produção de texto sobre a análise e reflexão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FRIAS. Otávio, Filho. Crepúsculo dos Trópicos. Disponível em:
http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-50/questoes-antropologicas/crepusculo-estruturalista-nos-
tropicos. Acessado em 20/01/2011
FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
OLIVEIRA, R. M. Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n1/a08v17n1.pdf. Acessado em 20/01/2011.
SANTAELLA, L. Matrizes da linguagem e pensamento. Sonora, Visual, Verbal. São Paulo:
Iluminuras, 2001.
THOMPSON C. Gadgets that know how we feel. Disponível em:
http://www.wired.com/magazine/2010/11/st_thompson_emotionalgadget. Acessado em 20 de janeiro
de 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática.
Rio de Janeiro: Editora 34, 6 reimpressão 1990/1998.
SANTAELLA, L.. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura; São
Paulo: Paulus, 2003.
PARENTE. A. (org.) Imagem – máquina. A era das tecnologias do virtual. RJ: Editora 34, 1993.
LIPOVETSKY, G. O mercado de luxo. Disponível em:
http://matapurga.blogspot.com/2011/01/entrevista-gilles-lipovetsky-parte-i.html. Acessado em
21/01/2011.
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Projeto Experimental para Design Digital
II
3 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
160 2 160
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
OBJETIVO GERAL:
Auxiliar os alunos a elaborar projetos a partir do uso de conceitos relativos ao universo do designer
digital, pela experimentação nas diferentes mídias, tecnologia e formas de design.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Fornecer ao aluno elementos teóricos e práticos para o desenvolvimento de seus projetos;
Incentivar o desenvolvimento da capacidade de criatividade e análise critica de projeto;
EMENTA:
A disciplina irá acompanhar o planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de curso
dos alunos. Para tanto, iremos trabalhar os conceitos adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de
estudo e em desenvolvimento no terceiro ano
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Coleção de elementos:
- Busca de diferentes fontes para inspiração da ideia inicial, tais como filmes, imagens e materiais
físicos
- Sessões de brainstorm
Projeto conceitual:
- Definição da área de desenvolvimento do projeto
- Definição do projeto conceitual
- Definição das etapas de desenvolvimento do projeto
Desenvolvimento:
- Desenvolvimento prático de cada uma das etapas pré-definidas, onde cada grupo irá utilizar os
materiais/técnicas necessários ao desenvolvimento de seu projeto, trabalhando os conceitos já
adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro ano
Análise:
- aplicação de técnicas de análise e avaliação, coerentemente com cada tipo de projeto em
desenvolvimento, com o objetivo de analisar o que já foi desenvolvido, buscando as falhas existentes e
o que ainda falta ser trabalhado
Adaptação:
- desenvolvimento das rotinas e materiais necessários para o melhoramento do que deve ser
trabalhado no projeto
Projeto final:
- Apresentação do projeto final
- Apresentação de um relatório técnico ou monografia contendo o objetivo, defesa do conceito do
projeto, descrição do desenvolvimento, bem como uma análise final.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas, bem como a organização de
material extra que possa servir de apoio ao desenvolvimento do projeto.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
Os alunos serão avaliados em diferentes aspectos, envolvendo a área teórica e prática:
frequência nos encontros;
participação no desenvolvimento dos projetos;
desempenho na elaboração e apresentação das etapas do projeto.
Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o docente responsável pela disciplina
tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto,
será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho.
As notas serão calculadas da seguinte forma, com os respectivos pesos:
F(2) + PA(2) + PI(6) ou PF(6) /10
Frequência do aluno nas aulas: F
Participação do aluno nas atividades: PA
Projetos Intermediários: PI
Projeto Final: PF
Sendo que o Projetos Intermediários serão avaliados nos 3 primeiros bimestres e Projeto Final será
avaliado ao fim do 4º. Bimestre.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NO CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Entrega de relatório final com as adaptações necessárias, solicitadas pelos avaliadores do projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003.
HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de Interfaces Multimídia,
Dissertação de Mestrado, http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996.
KRUG, Steve. Não Me faça Pensar – Usabilidade na Web – 2ºed. Rio de Janeiro: Editora Alta Books,
2008.
MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú
Cultural, 2003.
ROYO, Javier. Design Digital. São Paulo: Edições Rosari, 2008
SANTAELLA, Lucia. Cultura Tecnológica e o corpo biocibernético. Margem (PUC/SP), São Paulo, v. 7, p.
33-44, 1999.
VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade. Dissertação de
Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas: Universidade Estadual de
Campinas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LEVITT, Steven. Freakonomics: O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta.Rio de
Janeiro:Editora Campus,2005.
TANCER, Bill. Click: O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante. Rio
de Janeiro:Globo,2009.
UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DISIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
MÍDIAS DO CORPO 3 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: DJAINE DAMIATI REZENDE
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA
SEMANAL
80 02
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS: Proporcionar reflexão acerca do corpo na contemporaneidade. Possibilitar o
entendimento do corpo enquanto interface na relação com o mundo. Desenvolver um olhar crítico
sobre a relação homem/máquina. Possibilitar a sistematização do pensamento e dos estudos do corpo
sob o ponto de vista epistemológico.
EMENTA:
A idéia de corpo enquanto mediador da relação sujeito/objeto. A abordagem fenomenológica.
O entendimento do corpo enquanto mídia de si mesmo sob a abordagem da teoria do Corpo-mídia.
O pensamento sobre o corpo ao longo da história da ciência. Um breve traçado epistemológico.
Um panorama do corpo/informação e as relações entre corpo e virtualidade. Diálogos e
experimentações sobre corpo, interação e interfaces.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Introdução: A questão epistemológica do corpo.
O pensamento das ciências Naturais
O pensamento das ciências Humanas
O pensamento das ciências Cognitivas
O Pós-humano e o corpo enquanto recipiente de Informação.
O corpo – Mediador das Relações entre o sujeito e o mundo
O ponto de vista fenomenológico.
A visão Estruturalista
O corpo como criador e interpretador de linguagens.
A teoria do Corpo-Mídia
Códigos, as linguagens e metáforas do corpo
O processo de cognição, propriocepção e motricidade
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
70% 30%
O corpo enquanto mídia de si mesmo
Corpo e Virtualidade
Corpos e códigos
O processo de transdução ou a digitalização dos corpos
Representação e Simulação
A Genealogia do ciborgue
O Adeus ao corpo
Estruturas de interação Corpo/Máquina
Conhecendo e pesquisando as interfaces e os modos de interação. Um pequeno apanhado histórico.
Estudo das relações entre corpos e realidade virtual – Arte Virtual, Visorama, CAVEs.
Conhecendo e pesquisando sobre corpos e realidade híbrida – Cinema 3D, instalações interativas,
vídeo mapping, videogames com sensores de movimento e simuladores.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Visitas à exposições e espetáculos de dança. Dinâmicas e vivências corporais. Debates conceituais em
sala de aula.
CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Apresentação de seminários, avaliação da participação nos debates realizados em sala de aula.
Apresentação de plano de projeto de arte digital com interação corporal. Análise de projeto de
interação corporal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PARENTE. A. (org.) Imagem - Máquina. A era das tecnologias do virtual. RJ: Editora 34, 1993.
HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992.
JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
OLIVEIRA, R. M. Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n1/a08v17n1.pdf. Acessado em 20/01/2011.
SANTAELLA, L.. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura. São
Paulo: Paulus, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005.
GRAU, Oliver. Arte Virtual. São Paulo: UNESP/SENAC. 2005.
GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora
C/ Arte, 2006.
LÉVY, P. O que é o virtual. Rio de Janeiro: Editora 34, 1996.
NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008.
PLAZA, J. Arte e interatividade: autor, obra, recepção. Disponível em:
<http://www.cap.eca.usp.br/ars2/arteeinteratividade.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011.
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Projeto Experimental para Design Digital
II
3 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
160 2 160
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
OBJETIVO GERAL:
Auxiliar os alunos a elaborar projetos a partir do uso de conceitos relativos ao universo do designer
digital, pela experimentação nas diferentes mídias, tecnologia e formas de design.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Fornecer ao aluno elementos teóricos e práticos para o desenvolvimento de seus projetos;
Incentivar o desenvolvimento da capacidade de criatividade e análise critica de projeto;
EMENTA:
A disciplina irá acompanhar o planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de curso
dos alunos. Para tanto, iremos trabalhar os conceitos adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de
estudo e em desenvolvimento no terceiro ano
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Coleção de elementos:
- Busca de diferentes fontes para inspiração da ideia inicial, tais como filmes, imagens e materiais
físicos
- Sessões de brainstorm
Projeto conceitual:
- Definição da área de desenvolvimento do projeto
- Definição do projeto conceitual
- Definição das etapas de desenvolvimento do projeto
Desenvolvimento:
- Desenvolvimento prático de cada uma das etapas pré-definidas, onde cada grupo irá utilizar os
materiais/técnicas necessários ao desenvolvimento de seu projeto, trabalhando os conceitos já
adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro ano
Análise:
- aplicação de técnicas de análise e avaliação, coerentemente com cada tipo de projeto em
desenvolvimento, com o objetivo de analisar o que já foi desenvolvido, buscando as falhas existentes e
o que ainda falta ser trabalhado
Adaptação:
- desenvolvimento das rotinas e materiais necessários para o melhoramento do que deve ser
trabalhado no projeto
Projeto final:
- Apresentação do projeto final
- Apresentação de um relatório técnico ou monografia contendo o objetivo, defesa do conceito do
projeto, descrição do desenvolvimento, bem como uma análise final.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas, bem como a organização de
material extra que possa servir de apoio ao desenvolvimento do projeto.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
Os alunos serão avaliados em diferentes aspectos, envolvendo a área teórica e prática:
frequência nos encontros;
participação no desenvolvimento dos projetos;
desempenho na elaboração e apresentação das etapas do projeto.
Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o docente responsável pela disciplina
tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto,
será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho.
As notas serão calculadas da seguinte forma, com os respectivos pesos:
F(2) + PA(2) + PI(6) ou PF(6) /10
Frequência do aluno nas aulas: F
Participação do aluno nas atividades: PA
Projetos Intermediários: PI
Projeto Final: PF
Sendo que o Projetos Intermediários serão avaliados nos 3 primeiros bimestres e Projeto Final será
avaliado ao fim do 4º. Bimestre.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NO CICLO DE RECUPERAÇÃO:
Entrega de relatório final com as adaptações necessárias, solicitadas pelos avaliadores do projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003.
HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de Interfaces Multimídia,
Dissertação de Mestrado, http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996.
KRUG, Steve. Não Me faça Pensar – Usabilidade na Web – 2ºed. Rio de Janeiro: Editora Alta Books,
2008.
MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú
Cultural, 2003.
ROYO, Javier. Design Digital. São Paulo: Edições Rosari, 2008
SANTAELLA, Lucia. Cultura Tecnológica e o corpo biocibernético. Margem (PUC/SP), São Paulo, v. 7, p.
33-44, 1999.
VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade. Dissertação de
Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas: Universidade Estadual de
Campinas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LEVITT, Steven. Freakonomics: O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta.Rio de
Janeiro:Editora Campus,2005.
TANCER, Bill. Click: O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante. Rio
de Janeiro:Globo,2009.
U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO
Narrativas Audiovisuais 2 ANUAL 2012
DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TÉORICA
160 2 160
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Proporcionar ao aluno a experiência teórica e prática de desenvolvimento de
produções a partir da investigação de características das narrativas tendo como base
as inovações possibilitadas pelas tecnologias de ponta.
EMENTA:
“A narrativa é o enunciado em sua materialidade, o texto narrativo que se encarrega
da história a ser contada (...) “ Jacques Aumont
O Design é a alma das criações humanas – Steve Jobs
Proporcionar aos alunos ferramentas para desenvolver produções no ambiente digital,
para que reconheçam:
Pretende-se explorar as possibilidades de linguagens narrativas pelas diferentes
mídias de maneira interessante aos alunos, tais como: telenovelas, propagandas,
games, ficção seriada e filmes.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
- Definição do Conceito de Narrativa audiovisual;
- Referencial Teórico Atual;
- Estudo da evolução das mídias;
- Análise das Principais Experiências;
- Elaboração de Ciclo de Projetos;
Apresentação do Curso
Introdução ao conteúdo programático
Narrativas Audiovisuais
A estética das mídias hibridas: a nova percepção, migração de audiência, não
linearidade, serialização, apropriação e transformação. Ficção Seriada Televisiva,
Cinema.
A Narrativa cinematográfica
A linguagem cinematográfica como ponto de partida para compreender as outras
linguagens audiovisuais.
O video interativo
Entender como os vídeos se tornam interativos, as possibilidades exploradas pelos
produtores, as funções do designer na confecção do projeto e da interface.
Histórias em Rede
A web e as narrativas que são criadas com base nas potencialidades do estar em
rede, conectado.
Narrativas Audiovisuais Móveis
Abordar o design das narrativas para as mídias móveis. Mostrar a importância da
miniaturização dos aparelhos, do acesso à internet banda larga via celular, as novas
possibilidades oferecidas pela mobilidade, as diferenciações de design de blackberry e
iphone. Mostrar as inovações da Apple e Android. Apresentar a noção de Marketplace.
Ficção Seriada Televisiva
Breve panorama histórico da televisão brasileira, os formatos televisivos, a evolução
da mídia em direção aos tempos atuais, as contribuições para o campo de estudos.
A Narrativa no Marketing
Teoria» Apresentar as formas como a Publicidade e Propagando estão se apropriando
das mídias interativas, sociais e tradicionais fazendo uso da narrativa transmídia.
Integração entre a Marca/Produto e Narrativas Audiovisuais
Game e Audiovisual
Como as histórias estão sendo representadas nos games. O envolvimento do usuário
nas narrativas representadas e vivenciadas nos games sociais.
O videoclipe: narrativa ou plasticidade ?
Compreender brevemente como os videoclipes podem se diferenciar em função das
relações entre canção, narrativa e vídeo.
Narrativas Coletivas
Explorar as novas possibilidades de uso colaborativo/coletivo das mídias a partir do
advento das tecnologias emergentes. Entender como algumas pessoas têm explorado
o espaço urbano construindo histórias.
Mídias Interativas
As novas janelas de exibição, instalações, paredes interativas e outras possibilidades
de construção de narrativas.
O Futuro da Narrativa Transmídia e a Internet das Coisas
A internet das coisas irá conectar todos os objetos que nos cercam Narrativas
Transmidiáticas. Cultura da Convergência e a Experiência do Usuário. As produções
transmídia e aspecto transdisciplinar: social, cultural, tecnológico e econômico. O
produtor transmídia.
Orientação e Apresentação de Projetos Intermediários e Trabalho Final ao longo do
ano
ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
Manutenção de dialogo com alunos e acompanhamento das atividades desenvolvidas
em rede social criada especificamente para essa disciplina, no link
WWW.uniara.ning.com
Ao final da disciplina, os alunos Irão elaborar um Relatório Técnico (RT) e Trabalho
Final (TF) para avaliação. Ainda assim, todos os projetos intermediários (PI)
desenvolvidos ao longo do ano serão avaliados.
Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas a empresas do
setor.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM:
Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no
contexto prático quanto no contexto teórico. Assim, no decorrer do curso, os alunos
serão avaliados em diferentes aspectos:
freqüência nos encontros
participação nos projetos em andamento
desempenho na elaboração e apresentação das etapas sequenciais do projeto
participação do espaço virtual da disciplina, na plataforma NING
Considerados esses aspectos, as notas serão sintetizadas através da fórmula:
PA(3) + PI(3) + TF(2) + RT(2) /10
sendo:
Participação do aluno nas atividades: PA
Projetos Intermediários: PI
Trabalho Final: TF
Relatório Técnico: RT
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO:
O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e ao final entregar os trabalhos sobre
os temas abordados em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BECHMANN PETERSEN, A. Internet and cross media productions: Case studies in two
major Danish media organizations. Australian Journal of Emerging Technologies and
Society, 4(2), 94-107, 2006.
DINEHART, S. Thesis Paper, USC CNTV IMD 2006. Disponível em:
http://interactive.usc.edu/members/edinehart/archives/006541.html. Acesso em:
01/01/2010.
JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
JOHNSON, D. "Intelligent Design or Godless Universe? The Creative Challenges of
World Building and Franchise Development," Franchising Media Worlds: Content
Networks and The Collaborative Production of Culture, PhD Dissertation, University of
Wisconsin-Madison, 2009.
MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo:
Unesp: Itaú Cultural, 2003.
REIS, C.; LOPES, A.C. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
SCOLARI, C. (2008). Hipermediaciones. Elementos para una Teoría de la
Comunicación Digital Interactiva. Barcelona: Gedisa.
VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade.
Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas:
Universidade Estadual de Campinas, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERNSTEIN, Mark. “Padrões do hipertexto”. In: Labirintos do pensamento
contemporâneo, Lúcia Leão (ed.). São Paulo: Iluminuras – Fapesp, 2002.
__________. “Jardins Prazeirosos”. In: Labirintos do pensamento contemporâneo,
Lúcia Leão (ed.). São Paulo: Iluminuras – Fapesp, 2002.
BOLTER, Jay David. “Topographic writing: hypertext and the electronic writing space”
In: Hypermedia and literary studies, (George P. Landow e Paul Delany, eds.).
Cambridge, MIT Press, 1990.
DAMASCENO, Anielle. Webdesign: Teoria e Prática. Florianópolis: Visual Books, 2003.
DIAS, C. 2001. Heurísticas para avaliação de usabilidade de portais corporativos.
http://www.geocities.com/claudiaad/heuristicas_web.html.
_____________. Recomendações para a acessibilidade do conteúdo da Web - 1.0.
http://www.geocities.com/claudiaad/acessibilidade_web.html
GARRAND, T. 1997. Writing for multimedia and the Web. Focal Press
GORDON, Bob e GORDON, Maggie. O guia completo do design gráfico digital: a chave
do designer gráfico para os novos media. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.(p.182-
195) (p.148 -149).
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do game à TV interativa. São
Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003.
__________. Roteiro para as Novas Mídias. XXVII Congresso Brasileiro de Ciências da
Comunicação. Junho de 2004.
HARRISON, C. Visual Social Semiotics: Understanding How Still Images Make
Meaning. In: http://www.candocareersolutions.com/publication/0553.pdf . Acesso:
02/11/2003
HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de
Interfaces Multimídia, Dissertação de Mestrado,
http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996.
HORTON, William. Designing and writing on-line documentation: Hypermedia for self-
supporting products (2nd Ed). New York: John Wiley & Sons, 1994.
KILIAN, C. Writing for the Web. Self-Counsel Press, 1999.
KRESS, G.& VAN LEEUWEN, Theo. Reading Images: The Grammar of Visual Design.
London: Routledge, 1996 (tradução in mimeo: Bressane, T.)
LEÃO, Lúcia. O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço. São
Paulo: Iluminuras, 2002.
__________ (org.). Derivas: cartografias do ciberespaço. São Paulo: Annablume,
2005.
__________ (org.). Cibercultura 2.0. São Paulo: U. N. Nojosa, 2003.
LEMKE, J. Travels in Hypermodallity. City University of New York. In: http://www-
personal.umich.edu/~jaylemke/papers/hypermodality/ Acesso: 02/11/2003 (tradução
in mimeo: Bressane, T.)
MACHADO, I. A. Gêneros no Contexto Digital. In: LEÃO, L. Interlab: Labirintos do
Pensamento Contemporâneo. São Paulo: Iluminuras, 2002
MANOVICH, Lev. The language of new media. MIT Press, Cambridge, 2001.
NIELSEN, J. Designing Web Usability: The Practice of Simplicity. Indiana: New
Readers Publishing, 2000.
__________ The AlertBox: Current issues in Web usability.
http://www.useit.com/alertbox/ (24 Feb. 2000)
PARIZOTTO, R. Guia de Estilos para Serviços de Informação em Ciência e Tecnologia.
http://www.labiutil.inf.ufsc.br/estilo/Guia.htm, 1999.
PETITOT, Jean. “Centrado/acentrado”. In: Enciclopédia Einaudi, v.13, Lógica –
Combinatória. Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1998, pp. 336-93.
SILVA, M. Interatividade: Uma Mudança no Esquema Clássico da Comunicação. In
www.saladeaulainterativa.pro.br/texto_0009.htm, 2003.
SLATIN, John M. Reading hypertext: Order and coherence in a new medium. College
English, 52(8), 870-883, 1990.
STANSBERRY, D. The Art of Interactive Writing and Design: content development for
new media. Wadsworth Publishing Company, 1998.
WATTERS, C. The Role of Genre in the Evolution of Interfaces for the Internet. Jodrey
School of Computer Science, Acadia University, 1996.
ZIELINSKI, Siegfried. “Arqueologia das mídias”. In: O Chip e o caledoscópio: estudos
em novas mídias (Lucia Leão, org.). São Paulo, Editora SENAC, 2005.
U N I A R A C e n t r o U n i v e r s i t á r i o d e A r a r a q u a r a
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL
DISCIPLINA SÉRIE SEMESTRE
SOUNDESIGN 3 x
CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA
40 02 40
PLANO DE ENSINO
OBJETIVOS:
Oferecer base teórica para a compreensão da linguagem sonora como um sistema sígnico relacional e
suas potencialidades.
Ampliar as noções sobre a relação entre som e percepção humana por meio do entendimento de suas
propriedades físicas e historicidade, possibilitando a reflexão e a visão crítica quanto seus usos.
Apresentar possibilidades técnicas e referenciais práticos para o uso estratégico da linguagem sonora
em aplicações do contexto digital.
EMENTA:
Uma potência entre a música e o design. Sons e imagens enquanto ondas sonoras e luminosas que se
interconectam em um espaço vibrátil. Estudos acerca do novo signo do design, que passou a ser da
ordem do virtual, da diversidade e da multiplicidade de relações entre todos os sentidos, sem forma
nem lugar fixos. Explorar o espaço dessas novas relações feitas da mesma matéria: vibração,
freqüência ativa, movimento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Introdução à produção de sentido
O paradigma das ciências cognitivas, sistemas sígnicos, matrizes da linguagem (sonora, visual e
verbal), vococentrismo e verbocentrismo.
2. Som, ruído e silêncio
Física e metafísica do som, antropologia do ruído, propriedades da linguagem sonora, fundamentos da
percepção sonora, a psicoacústica, os modos de escuta, acusmática, paisagens sonoras, entre o
acústico, o analógico e digital.
Mídia e linguagem sonora
O som no contexto audiovisual, cinema e hipermídia, o expectador como ouvinte, hierarquia e
sincretismo das linguagens, sonoridade e convergência midiática, mobilidade, broadcast e selfcast,
narrativas sonoras e interatividade.
5. Poéticas da Sonoridade
Música, comunicação poética, poesia sonora e fonética, estéticas da transmissão.
Manipulação de sons
Técnicas de captação e edição de sons, pesquisa de softwares e equipamentos, formatos de gravação,
estratégia e semântica do sonoro, ambientação, relação som, corpo e espaço, princípios da acústica.
Projeto de finalização do curso
Aplicação dos conceitos e técnicas apresentados em projeto prático.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MCLEISH, Robert. Produção de Rádio: Um guia abrangente de produção radiofônica. São Paulo:
Summus. 2001
LEVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996
MCLUHAN, M.. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix,1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DEFLEUR, M. L.. Teorias da comunicação de massa. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
PIGNATARI, Décio. Informação, Linguagem, Comunicação. São Paulo: Cultrix, 1991.
ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005.
BIBLIOGRAFIA ONLINE:
PRIMO, Alex. Para além da emissão sonora: as interações no podcasting. Intexto, Porto Alegre,
n. 13. 2005 Disponível em <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/podcasting.pdf> . Acesso em 08 dez
2010.
CUBITT, S. Pigmaleão: silêncio, som e espaço. Disponível em
<http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol12/vol12_seancubitt.htm>. Acesso em 08 dez 2010.
A N E X O S
10.1. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso
Bacharelado em Design com habilitação em Design Digital
Capítulo I - Das disposições preliminares
Artigo 1º - O presente regulamento tem como finalidade normatizar as
atividades relativas à elaboração e execução do Trabalho de Conclusão de Curso
– TCC, do currículo pleno do curso de Bacharelado em Design com Habilitação em
Design Digital do Centro Universitário de Araraquara – UNIARA.
Artigo 2º - O TCC é uma atividade obrigatória, a ser desenvolvida
individualmente ou em grupo, de acordo com cada modalidade especificada no
Capítulo IX deste regulamento.
Parágrafo primeiro – A carga horária mínima prevista para o TCC do curso
de Design Digital é de 160 horas, incluídas as horas destinadas à orientação, que
devem ser distribuídas ao longo do ano letivo.
Artigo 3º - O TCC deve observar critérios científicos e profissionais em sua
execução, revelando competência técnica e nível de conhecimento compatíveis
com as exigências do mercado de trabalho, bem como a responsabilidade social
do futuro profissional.
Parágrafo primeiro – Os estágios não supervisionados (ou quaisquer
outras experiências profissionais) realizados pelo aluno no decorrer do curso
poderão servir como objeto de estudo para a elaboração do TCC, desde que:
- tenham possuído uma carga horária mínima igual ou superior a 160
horas. A carga horária deve ser devidamente comprovada pela empresa ou
instituição concedente;
- o professor responsável pela orientação do TCC aceite o estágio ou
experiência profissional. O aceite deve estar condicionado à relevância do
trabalho realizado em relação ao curso.
Artigo 4º - O professor(a) responsável pela disciplina da 3ª série Projeto
Experimental em Design Digital II é o(a) coordenador(a) das atividades
necessárias para a execução dos TCC e compartilha a responsabilidade pelo
desenvolvimento dos referidos trabalhos com os professores(as) orientadores(as)
dos projetos e o professor(a) que ministra a disciplina da 3ª série Metodologia de
Projeto para Design Digital II.
Capítulo II - Das Atribuições da Coordenação do Curso de Design
Digital
Artigo 5º - Compete à coordenação do curso de Design Digital analisar,
aprovar e encaminhar ao Departamento de Ciências Humanas e Sociais as
alterações deste regulamento.
Parágrafo primeiro – Compete à coordenação do curso indicar anualmente
um professor do curso de Design Digital para exercer a função de coordenador
dos TCC, como docente responsável pela disciplina “Projeto Experimental em
Design Digital II”.
Capítulo III - Das Atribuições do Colegiado do Curso de Design
Digital
Artigo 6º - Compete ao Colegiado do curso de Design Digital:
Analisar, em grau de recurso, as questões pertinentes aos TCCs;
Resolver casos omissos neste regulamento e interpretar seus dispositivos;
Tomar, em primeira instância, todas as decisões e medidas necessárias ao
efetivo cumprimento deste regulamento;
Solicitar mudanças e a inclusão de melhorias a este regulamento.
Capítulo IV - Das Atribuições da Coordenação dos Trabalhos de
Conclusão de Curso - TCC
Artigo 7º - Cabe à coordenação dos TCC:
- tomar, no âmbito da sua competência, todas as medidas necessárias ao
efetivo cumprimento deste regulamento;
- elaborar e publicar o Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de
Curso anualmente. O Cronograma Geral estabelece os prazos para todas as fases
dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dentre elas:
• Atribuição de Orientadores aos Alunos;
• Entrega das propostas dos TCC, denominadas “pré-projeto”;
• Exame de Qualificação;
• Entrega dos trabalhos para os exames de defesa do TCC;
• Definição das Bancas Examinadoras dos TCC;
• Exames de defesa dos TCC.
- disponibilizar horário de atendimento específico aos alunos e professores
para acompanhamento do desenvolvimento dos TCC.
Parágrafo primeiro – o horário de atendimento deve ser compatível com o
horário em que o curso é oferecido (noturno).
- gerenciar a oferta de meios e infraestrutura necessários ao
desenvolvimento das atividades dos TCC, tomando providências cabíveis que
assegurem a conclusão dos TCC no prazo pré-determinado;
- convocar, sempre que necessário, reuniões com os professores
orientadores e alunos da última série do curso de Design Digital;
- indicar professores orientadores para os alunos da última série que não
conseguiram fazê-lo sozinhos;
- manter atualizado o arquivo com os TCC em desenvolvimento;
- providenciar o encaminhamento dos TCC concluídos à Biblioteca do
Centro Universitário de Araraquara – UNIARA.
Capítulo V - Das Atribuições e Deveres dos Professores
Orientadores
Artigo 8º - O TCC é desenvolvido sob a orientação de um professor do
curso de Design Digital que ministre disciplinas pertencentes ao núcleo
profissionalizante ou ao núcleo específico e que tenha interesse e/ou identidade
com o tema proposto pelo aluno.
Parágrafo primeiro – ao assinar a proposta de estudo, ou seja, o pré-
projeto do aluno, o professor aceita formalmente a orientação.
Parágrafo segundo – o encaminhamento de um TCC em desenvolvimento
sob orientação de um docente a outro docente só é permitido após o devido
aceite por parte do docente que estiver assumindo a orientação do trabalho e
após a consulta e a aprovação da coordenação dos TCC.
Artigo 9º - Além dos orientadores, que têm a responsabilidade de
acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, todo aluno pode recorrer à co-
orientação de outros professores da instituição e/ou de profissionais em atuação
no mercado, com a devida anuência do orientador do trabalho.
Artigo 10º - Cabe ao professor orientador as seguintes atribuições
específicas:
- participar das reuniões convocadas pela coordenação dos TCC;
- atender seus orientandos (alunos) em datas e horários previamente
fixados e devidamente comunicados à coordenação dos TCC;
- cumprir as atribuições decorrentes da atividade de orientação,
procedendo de forma responsável e adequada a este regulamento, oferecendo ao
aluno o suporte teórico-metodológico necessário ao desenvolvimento do seu
trabalho e dele exigindo a dedicação e a disciplina necessária para a execução do
trabalho acadêmico;
- estar à disposição para compor as bancas examinadoras dos TCC quando
convocado pela coordenação dos TCC;
- cumprir e fazer cumprir este regulamento.
Capítulo VI - Das Atribuições e Deveres dos Alunos em Fase de
Realização do TCC
Artigo 11º – É considerado aluno em fase de realização do TCC todo
aquele regularmente matriculado na última série do curso de Design Digital.
Artigo 12º – O aluno é responsável pela elaboração e desenvolvimento do
seu TCC.
Parágrafo único - Mesmo que a responsabilidade pelo TCC seja
integralmente do aluno, o professor não deve ser eximido do bom desempenho
das suas obrigações, dentro das normas estabelecidas por este regulamento.
Artigo 13º – São deveres do aluno em fase de elaboração do TCC:
- indicar o tema e o(s) orientador(es) escolhidos, de acordo com as datas
divulgadas anualmente no Cronograma Geral do TCC;
- solicitar à coordenação dos TCC a indicação de um docente para realizar
a orientação do seu trabalho, caso o aluno não tenha conseguido um orientador
por si só;
- comparecer regularmente às reuniões de orientação em datas e horários
previamente estabelecidos de comum acordo com o orientador e devidamente
comunicados à coordenação dos TCC;
- participar das reuniões convocadas pela coordenação dos TCC;
- justificar por escrito as eventuais faltas às reuniões de orientação e/ou
de coordenação dos TCC;
- cumprir este regulamento, bem como os prazos estabelecidos no
Cronograma Geral dos TCC;
- desenvolver e entregar todos os materiais solicitados pelo orientador
e/ou pela coordenação dos TCC previstos nas normas expressas neste
regulamento, observando rigorosamente as providências solicitadas pelo
orientador e/ou pela banca examinadora;
- comparecer ao exame de defesa do TCC em dia, horário e local
previamente determinados no Cronograma Geral dos TCC;
- Fazer cumprir este regulamento.
Capítulo VII - Da Proposta do TCC
Artigo 14º – A proposta do TCC (pré-projeto) deverá obedecer ao roteiro
estabelecido pela coordenação do TCC, e deve ser desenvolvida de maneira
integrada às disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II e Metodologia
de Projeto para Design Digital II.
Parágrafo único – A nota do pré-projeto será lançada como base da nota
de 1º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II e
Metodologia de Projeto para Design Digital II.
Artigo 15º – A proposta do TCC deve ser entregue à coordenação dos TCC
até a data especificada pelo Calendário Geral, em duas vias assinadas pelo aluno
e pelo orientador responsável.
Artigo 16º – Estando aprovada a proposta do TCC, a mudança de tema só
é permitida mediante a elaboração de um novo projeto nos termos desse
regulamento, atendidas as seguintes condições:
- ocorrência da mudança dentro do prazo estabelecido pela coordenação
dos TCC;
- aprovação do professor orientador;
- concordância do professor orientador em continuar com a orientação ou
a concordância expressa de outro orientador em substituí-lo;
- aprovação do coordenador dos TCC.
Parágrafo único – Mudanças que não comprometam as linhas básicas do
projeto serão permitidas a qualquer tempo, desde que sejam autorizadas pelo
orientador.
Capítulo VIII – Do Exame de Qualificação
Artigo 17º - O Exame de Qualificação tem como objetivo avaliar o TCC em
andamento, apresentado em forma de Relatório de Qualificação.
Artigo 18º - O relatório, objeto de exame da Qualificação, deve ser
entregue pelo aluno ou grupo em três cópias, mediante inscrição junto à
Coordenação de TCC, sendo:
I. A primeira cópia endereçada ao(a) orientador(a);
II. A segunda ao(a) professor(a) que coordena a disciplina Projeto
Experimental em Design Digital II.
III. A terceira ao(a) professor(a) que coordena a disciplina Metodologia de
Projeto para Design Digital II.
Artigo 19º – Na Qualificação são atribuídas notas de zero a dez ao
trabalho do(a) aluno(a), ou grupo, que entregar o Relatório de Qualificação.
Parágrafo primeiro – O(A) aluno(a) ou grupo que não apresentar o Relatório de
Qualificação se exclui do processo de elaboração do TCC e, portanto, é
automaticamente reprovado nas disciplinas Projeto Experimental em Design
Digital II e Metodologia de Projeto para Design Digital II, que só poderão ser
cursadas no ano subseqüente.
Parágrafo segundo - Os orientadores e coordenadores(as) das referidas
disciplinas podem atribuir notas distintas e individualizadas aos alunos
componentes de um mesmo grupo, de acordo com o envolvimento de cada um
na execução do trabalho.
Parágrafo terceiro – A nota do Exame de Qualificação será lançada como base da
nota de 3º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II
e Metodologia de Projeto para Design Digital II.
Artigo 20º - Os problemas e/ou conflitos do/no grupo devem ser
resolvidos pelo/no grupo.
Parágrafo único - Casos excepcionais podem ser encaminhados ao(a)
orientador(a) que tem autoridade e autonomia para decidir a melhor forma de
resolução do conflito, podendo desligar do grupo o aluno incompatibilizado, que
passa a realizar seu trabalho individualmente, de acordo com as modalidades,
formatos previstos no capítulo IX, a partir do desligamento. Os membros
remanescentes do grupo continuam a desenvolver o projeto experimental em
andamento.
Capítulo IX – Modalidades e Formatos admitidos para o Trabalho
de Conclusão de Curso
Artigo 21º – As modalidades admitidas para o TCC são:
- Monografia;
- Trabalho de Iniciação Científica;
- Projetos centrados em área teórico-prática ou de formação profissional,
acompanhados de relatórios.
Artigo 22º - O formato dos trabalhos na modalidade Monografia devem se
enquadrar nos seguintes critérios:
- a monografia deverá ser elaborada considerando-se a estrutura e os
critérios técnicos estabelecidos pelas normas ABNT.
Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para a
apresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa,
metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronograma
de sua execução.
- a partir da monografia, o aluno poderá elaborar um artigo acadêmico e
submetê-lo à publicação em revista especializada.
Artigo 23º - O formato dos trabalhos na modalidade Iniciação Científica
devem se enquadrar nos seguintes critérios:
- o relatório de iniciação científica deverá ser elaborado considerando-se a
estrutura e os critérios técnicos estabelecidos pelas normas ABNT.
- Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para a
apresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos,
justificativa, metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de
trabalho e cronograma de sua execução.
- a partir do relatório, o aluno poderá elaborar um artigo acadêmico e
submetê-lo à publicação em revista especializada.
Artigo 24º - O formato dos trabalhos na modalidade Projetos centrados
em área teórico-prática ou de formação profissional devem se enquadrar nos
seguintes temas:
- interface gráfica e design de interação para produtos digitais, tais como
softwares, games, aplicativos para internet, dispositivos móveis e TV digital;
- interface gráfica e programação visual, tais como revistas, embalagens e
catálogos; campanhas de divulgação, sinalização, identidade visual e corporativa,
podendo conter ilustrações e trabalho fotográfico;
- vídeos, tais como produção de vinheta, vídeo clipe, vídeo experimental,
cinema interativo e animação;
- ambientes e instalações artísticas.
Parágrafo primeiro: temas não previstos neste regulamento podem ser
encaminhados à Coordenação dos TCC, que deverá convocar o Colegiado do
Curso para emitir um parecer, desde que esteja dentro do Cronograma Geral dos
Trabalhos de Conclusão de Curso.
- O relatório do Projeto centrado em área teórico-prática ou de formação
profissional deverá ser elaborado considerando-se a estrutura e os critérios
técnicos estabelecidos pela norma ABNT.
Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para a
apresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa,
metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronograma
de sua execução.
- A partir do relatório, o aluno ou grupo poderá elaborar um artigo
acadêmico e submetê-lo à publicação em revista especializada.
Artigo 25º - Casos em que a proposta se enquadre em duas ou mais
modalidades devem ser encaminhados à Coordenação dos TCC, que deverá
convocar o Colegiado do Curso para emitir um parecer, desde que esteja dentro
do Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
Artigo 26º - O TCC pode ser desenvolvido individualmente ou em grupo,
obedecendo aos seguintes limites:
- Monografia: individualmente
- Trabalho de Iniciação Científica: individualmente
- Projetos centrados em área teórico-prática ou de formação profissional,
acompanhados de relatórios: individualmente ou em grupos de até três
alunos.
Artigo 27º - Não são permitidas alterações de temas e transferências de
alunos para outros grupos, após a inscrição dos projetos, conforme o Cronograma
Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
Artigo 28º – O aluno ou grupo deve elaborar o TCC de acordo com este
regulamento levando em consideração as orientações do seu professor
orientador.
Parágrafo-único – É de obrigação do aluno ou grupo entregar no mínimo
três cópias de seu TCC para serem disponibilizadas aos membros da banca
examinadora em data especificada no Cronograma Geral dos Trabalhos de
Conclusão de Curso.
Capítulo X - Da Banca Examinadora e das Sessões de Apresentação
e Arguição
Artigo 29º – O TCC será apresentado pelo aluno perante as bancas
examinadoras. A composição das bancas será definida pelo orientador e aprovada
pelo coordenador de TCC do curso de Design Digital.
Parágrafo primeiro - Para a defesa, a banca será composta pelo professor
orientador, que a preside, e por outros dois membros, sendo um deles um
professor da instituição, podendo o terceiro membro ser convidado de outra
instituição, mediante indicação do professor orientador e aprovação do
coordenador de TCC.
Parágrafo segundo – Quando da designação das bancas examinadoras,
também deverá ser indicado um membro suplente encarregado de substituir
quaisquer dos titulares em caso de impedimento.
Artigo 30º – As sessões de apresentação serão divididas em 3 partes:
Apresentação inicial do trabalho: o aluno terá um prazo máximo de 20
(vinte) minutos para apresentar o seu trabalho.
Argüição: cada componente da banca examinadora terá 15 (quinze)
minutos para perguntas, que deverão ser respondidas pelo autor.
Conclusão: cada elemento da banca terá 5 (cinco) minutos para
comentários finais sobre o trabalho.
Capítulo XI - Da defesa do Trabalho de Conclusão de Curso
Artigo 31º – Ao término das datas limite para a entrega das cópias dos
TCC, a coordenação dos TCC deverá divulgar a composição das bancas
examinadoras, os horários e as salas destinadas às apresentações.
Artigo 32º – A atribuição da nota do exame de defesa do TCC se dará após
o encerramento da etapa de arguição final, obedecendo ao sistema de notas
individuais por examinador e deverá ser composta pela média aritmética das
notas atribuídas pelos membros da banca examinadora.
Artigo 33º - É obrigatória a participação de todos os componentes do
grupo na apresentação. Mesmo fazendo parte da apresentação oral, propriamente
dita, alguns têm a obrigatoriedade de participar como apoio (projetar slides, som,
expor peças à banca examinadora, etc.). Todos os membros dos grupos são
obrigados a subir ao palco e responder as perguntas formuladas pela banca,
independente do cargo que ocupam. O não comparecimento de 1 (um) ou mais
alunos na apresentação do trabalho, implica na reprovação automática dos
ausentes, exceto prévia autorização da Coordenadora do Curso.
Artigo 34º – A banca examinadora, por maioria, pode sugerir ao aluno ou
grupo que corrija seu TCC.
Parágrafo primeiro – O prazo para entrega do TCC corrigido é de no
máximo 20 dias corridos;
Parágrafo segundo – Quando as cópias do TCC forem entregues (já com as
alterações realizadas), o orientador deverá emitir um parecer final.
Artigo 35º – A avaliação final, assinada por todos os membros da banca
examinadora, deverá ser registrada em documento específico a ser arquivado na
coordenadoria do curso.
Parágrafo primeiro – Para aprovação, o aluno deverá obter nota final igual
ou superior a 6 (seis).
Parágrafo segundo – A nota do Exame de Defesa será lançada como base
da nota de 4º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital
II e Metodologia de Projeto para Design Digital II.
CAPÍTULO XII – Critérios de Avaliação.
Artigo 36º – O projeto será avaliado e para aprovação será emitida uma única
nota após defesa em Banca Examinadora.
A nota será composta pelos seguintes critérios:
- Desenvolvimento do grupo
- Desenvolvimento do aluno
Dentro desses critérios serão avaliados:
- Entregas das partes nos prazos determinados.
- Participação nas orientações com empenho na discussão do tema.
- Presença.
- Conteúdo do Projeto de acordo com as orientações.
- Conceito do Projeto.
- Qualidade da Produção.
Apresentação impressa: utilização das normas do projeto e normas da ABNT.
Apresentação oral: domínio do conteúdo, oratória.
Capítulo XIII - Da Entrega da Versão Definitiva do Trabalho de
Conclusão de Curso
Artigo 37º – A versão definitiva do TCC deve ser entregue em DVD
acompanhado de relatório impresso. No caso de monografia e relatório de
iniciação científica, deve ser encadernada em capa dura azul royal com letras
douradas. A folha de aprovação deve ser colocada logo após a capa do trabalho.
A versão final deve ser entregue à coordenação dos TCC.
Artigo 38º – A aprovação da versão definitiva do TCC é requisito para a
conclusão do curso.
Artigo 39º – Não sendo aprovado nos termos deste regulamento, o aluno
deverá repetir o trabalho, observando obrigatoriamente o limite máximo
estabelecido para a integralização do curso de graduação em Design Digital.
Capítulo XIV - Das Disposições Transitórias
Artigo 40º – Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação
pelo CONSEPE.
10.2. Regulamento das atividades complementares do curso
DA ESPECIFICAÇÃO DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR
1º) Será considerada ATIVIDADE COMPLEMENTAR, a atividade desenvolvida fora
do âmbito do conteúdo programático das disciplinas, devendo o cômputo de
horas ser requerido e comprovado pelo aluno através de documentação abaixo
especificada;
2º) As seguintes atividades caracterizam-se como ATIVIDADE COMPLEMENTAR,
com as correspondentes cargas horárias:
a) Participação em eventos internos e externos, tais como semanas
acadêmicas, congressos e seminários: total de horas atestado em certificados ou
declarações; ou até 20 horas nos casos em que a carga horária não é registrada
nos certificados e declarações;
b) Participação em palestras e conferências: 4 horas;
c) Participação em cursos de extensão e/ou atualização acadêmica e
profissional: total de horas atestado no certificado ou declaração;
d) Participação em atividades extracurriculares internas como feiras,
organização de eventos: até 16 horas;
e) Estágios internos e externos realizados: no máximo 260 horas;
f) Atividades de iniciação científica e pesquisa: no máximo 20 horas
semanais;
g) Participação em órgãos colegiados, tais como Colegiado de Curso e
Colegiado de Representantes de Classe: 2 horas semanais;
h) Monitoria: 6 horas semanais.
DA COMPROVAÇÃO E REGISTRO DE HORAS DA ATIVIDADE
COMPLEMENTAR
3º) AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES deverão ser comprovadas pelo ALUNO,
de acordo com o seguinte procedimento:
a) O ALUNO deve entregar à Coordenação de Curso o Relatório de
Atividades Complementares (ANEXO I), no qual devem estar relacionadas todas
as atividades desenvolvidas durante aquele ano.
b) Junto ao Relatório deverão ser anexadas fotocópias de certificados,
declarações e contratos de estágio que comprovem as Atividades
Extracurriculares desenvolvidas e relacionadas;
4º) A comprovação da ATIVIDADE COMPLEMENTAR registrada no Relatório deve
ser feita através dos seguintes documentos:
a) Fotocópia de certificados e declarações nos casos de participação em
eventos internos e externos, tais como semanas acadêmicas, congressos,
seminários, palestras, feiras, cursos de extensão e/ou atualização acadêmica e
profissional;
b) Fotocópia do Acordo de Estágio assinado entre a instituição fornecedora
do estágio, a Uniara;
c) Relatório de pesquisa, acompanhado de declaração do professor
orientador da pesquisa atestando o número de horas dedicadas à atividade no
caso de atividades de iniciação científica e pesquisa;
d) Declaração do professor orientador da monitoria atestando o número de
horas dedicadas à atividade de Monitoria;
e) Declaração do coordenador do curso e presidente do Colegiado
atestando o número de horas dedicadas à atividade de participação em órgãos
colegiados, tais como Colegiado de Curso e Colegiado de Representantes de
Classe:
5º) É responsabilidade do aluno controlar o número de horas de Atividades
Complementares e acompanhar se o registro das mesmas está sendo procedido,
de forma a integralizar até o término do curso o total de horas determinadas.
DISPOSIÇÕES FINAIS
6º) Cada aluno deve executar e comprovar 240 horas de Atividades
Complementares
7º) Em caso de dúvidas, caberá ao Colegiado de Curso dar o parecer final sobre o
cômputo das Atividades Complementares.
10.3. Formulário de Atividade Complementar
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA - UNIARA
FORMULÁRIO PARA REGISTRO DE ATIVIDADE
COMPLEMENTAR
Nome do aluno: Código:
Curso: Design Digital Série:
Descrição Local Período
Carga
Horária
CARGA HORÁRIA TOTAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
________________________________________
ASSINATURA DO ALUNO
________________________________________
ASSINATURA DO COORDENADOR
REGISTRO ACADÊMICO
Protocolo Interno
N.º : _______________
Data : ______/___/_____
Funcionário

Planos de Ensinos de Design Digital 2012

  • 2.
    P L AN O S D E E N S I N O 9.1. Conteúdos programáticos das disciplinas da primeira série Disciplinas curriculares da primeira série – Grade curricular 2012 1. Design digital I 2. Estética e história da arte 3. Fotografia 4. Influências do Design 5. Mídia digital e online 6. Plástica I 7. Psicologia da forma e percepção 8. Programação para web I 9. Redação e hipertexto I 10. Teoria da comunicação e semiótica
  • 3.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DIGITAL I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PR A 160 04 x PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: O objetivo principal da disciplina é apresentar ao aluno os principais elementos envolvidos nos conceitos do design gráfico, através da investigação dos processos da linguagem visual em relação às mídias digitais. Torná-lo apto a conceber/produzir imagens por meio de ferramentas de computação gráfica. Desenvolver senso crítico apurado para avaliar, classificar e propor novas interfaces para web. EMENTA: Estudo dos princípios básicos do design - organizar o espaço visualmente - utilizando uma combinação de forma e conteúdo para resolver um problema visual, priorizando sempre a comunicação/informação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1- Introdução: A interface como categoria central do design 2- Fundamentos sintáticos da comunicação visual Equilíbrio Tensão Nivelamento e aguçamento Padrão de varredura do campo visual Atração e agrupamento Positivo e negativo 2- Anatomia da mensagem visual Imagem representacional Imagem Abstrata Imagem simbólica 3- Elementos do design 2A- Forma Investigação acerca das formas básicas Efeitos visuais em inter-relações de formas Repetição de unidades de formas e suas variações Similaridade e Contraste de elementos visuais e relacionais 2B- Textura Textura visual e sua produção Colagem Textura tátil 2C- Cor Estímulo e percepção da cor Classificação das cores Harmonia das cores complementares e análogas
  • 4.
    Gamut de cores ATIVIDADESCOMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H): Pesquisas exploratórias sobre elementos do design e investigação de mensagens visuais ambientais: Atividade de campo em busca de fotografias, outdoors, anúncios de revistas dentro de uma classificação em “equilíbrio perfeito” ou “aguçamento por tensão”. Apresentação em relatório de uma análise do ponto de vista da disposição compositiva básica e seus efeitos, sobretudo seus significados. Análise de filmes: “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, sons e formas acompanhadas de relatórios. Análise de Filme: “Guerra do fogo”, início da comunicação gestual. Entrega de relatório manuscrito. Leituras do livro “As várias Faces do Design” com entrega de resumo. Visitas técnicas a Exposições e eventos da área com acompanhamento do professor. Desenvolvimento de estudos para a sala do curso na Feira de profissões. FEC CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Através do programa, o procedimento enfatiza e relaciona fundamentos teóricos, através de aulas expositivas; e de produção (práticos), através de exercícios e trabalhos executados no laboratório por meio de ferramentas de computação gráfica. O aluno será avaliado através dos trabalhos individuais ou em grupo realizados no decorrer das aulas práticas. O aluno poderá ser avaliado através de provas bimestrais escritas e individuais sobre os fundamentos teóricos apresentados no conteúdo programático. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOMES, Filho J. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São Paulo :Escrituras, 2002 WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998 DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011 MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997 FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blucher, 1986 LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000 FERRARA, Lucrecia D’Aléssio. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 1986 PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Leo Christiano, 2002
  • 5.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO PLÁSTICA I 1 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 120 2 120 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Capacitar o aluno a projetar objetos de design com conhecimentos essenciais de sintaxe de linguagens; Auxiliar o aluno no desenvolvimento da habilidade de transitar entre as diferentes linguagens e tomar decisões projetuais que adéquem o material/técnica/meio às finalidades expressivas/semânticas do projeto; Contribuir para uma reconfiguração do modo habitual de perceber e, conseqüentemente, de produzir linguagens, expandindo o processo criativo do aluno, seja individualmente ou em grupo; Incentivar a pesquisa e experimentação de diferentes materiais para expressão e estimular uma visão crítica de produções contemporâneas no campo do design. EMENTA: Sintaxe e semântica da linguagem (com ênfase na linguagem visual), hibridização de linguagens, pesquisa de novas linguagens para a atividade projetual. Teorias da percepção, exercícios de percepção das especificidades de diferentes técnicas, materiais e meios de expressão. Teoria e prática do processo de criação individual e coletivo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Módulo I- Linguagem e expressão - Cultura visual – Uma introdução; - Elementos básicos da linguagem visual: relações de composição, ponto, linha, plano, volume, cor, forma, luz, contraste, perspectiva, proporção, ritmo, movimento, equilíbrio, textura, tipografia; - Interfaces entre as linguagens visuais e outras formas de expressão. Linguagens híbridas. Diferentes suportes. Tendências contemporâneas. Pesquisa individual: está surgindo um novo paradigma estético relacionado às novas tecnologias digitais? Módulo II- Teorias da Percepção - Condições físico-biológicas. Princípios da Gestalt. Percepção háptica; - A percepção sob uma visão sistêmica. Percepção enquanto processo. Cibercepção; - Cognição e sensibilidade; - Noções sobre estética. A experiência estética; - Exercícios de percepção. Exercícios de produção. Observação do grau de condicionamento da produção e interpretação. Módulo III – Criação - Obra aberta; - Relações indivíduo/espaço – uma constituição mútua; - As múltiplas inteligências; - Criação e complexidade; - Criação e alteridade: o papel do designer como agente articulador de códigos e linguagens que constituem as realidades. A ética implicada no ato de criação. Produções e experimentações individuais e em grupo. ATIVIDADES EXTRA-CLASSE (40h): Todos os temas contarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Para cada tema
  • 6.
    abordado em aula,serão propostas atividades com grau de complexidade crescente, de acordo com o feedback da classe. As atividades poderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definida previamente pelo professor: pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados; leitura dirigida e discussão; produções relacionadas aos temas da disciplina; experimentações e visitas a eventos e exposições. Será utilizado um canal para discussão, troca de informações e referências na world wide web (googlegroup). CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício a ser realizado em grupo ou individualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercícios em sala de aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagem poderá ser observada no decorrer do ano letivo através de: desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas; criatividade; capacidade de trabalhar em grupo; pontualidade nas entregas. Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para a obtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuição da nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues. A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiver freqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova, podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido. A prova abordará os principais temas da disciplina, indicados no item ”ementa”. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DONDIS, Donis A. A sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 2002. LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999. MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997. WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BENJAMIN, W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, L. (org). Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro, Paz e Terra: 1982. CAPRA, F. A teia da vida. São Paulo: Cultrix, 1996. ECO, U. - Obra Aberta. São Paulo: Perspectiva, 1976. FERRARA, L. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 2001. HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992. MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1979. LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996. LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008. PARENTE, A. Imagem – Máquina: A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993. FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010. OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1995. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  • 7.
    MATERIAL ONLINE: GUATTARI, F.As três ecologias. Disponível em <http://www.dossie_deleuze.blogger.com.br/index.html>. Acesso em 08 dez 2010.
  • 8.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Teoria da Comunicação e Semiótica 1° 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Renato Márcio Martins de Campos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 02 80 X X PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Proporcionar ao aluno percepção da importância e da condição interdisciplinar nos estudos de comunicação de massa. Permitir o reconhecimento das diversas correntes teóricas que abordam a comunicação de massa como objeto de estudos. Permitir ao aluno desenvolver referenciais teóricos e conceituais a respeito do processo de comunicação e significação (Semiótica). EMENTA: A Comunicação e seu objeto. A pluralidade no estudo da comunicação, sua interdisciplinaridade. O processo de comunicação e significação. Semiótica e Semiologia. O desenvolvimento da teoria da comunicação e a evolução tecnológica. O processo de globalização: sociedade e a cultura da mídia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Apresentação do Curso: A Ciência da Comunicação e seu Objeto 1.1. A comunicação social hoje: sua atualidade e pluralidade 1.2. Introdução às correntes teóricas: condicionamentos históricos para o desenvolvimento da Teoria da Comunicação. A Escola Funcionalista. Comunicação de massa, gosto popular e a organização da ação social. 1.3. A Escola de Frankfurt. Indústria Cultural e a teoria crítica. 1.4. A evolução da tecnologia de comunicação como condição para os estudos teóricos. A Ênfase aos Meios de Comunicação: Mcluhan – “O Meio é a Mensagem”. A Galáxia de Guttemberg. Comunicação e tecnologia: condicionando a realidade através do meio. Os meios de comunicação como extensões do homem. 1.5. Quadro geral de referência teórica 2. O processo de Comunicação e Significação 2.1.O fenômeno da comunicação 2.2.O processo de comunicação 2.3.Funções da comunicação 2.4. As teorias voltadas para análise da mensagem. A teoria da informação nos Estados Unidos. Os estudos estruturalistas na Europa. 3. Introdução aos Estudos Semiológicos 3.1. Semiótica: a abordagem de Pierce 3.2. Semiologia: a abordagem de Saussure 3.3. Classes e categorias de signos 4.O Papel da Comunicação de Massa na Sociedade Global 4.1. Os estudos centrados na recepção: o paradigma das mediações. Os estudos de comunicação na América Latina, a abordagem de Jésus Martim Barbero. 4.2. Sociedade, estudos culturais e a cultura da mídia
  • 9.
    4.3. Identidade pós-modernae sociedade de consumo. A nova mídia: tecnologia digital e convergência de mídias. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Não haverá atividades complementares na disciplina. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Para cada unidade de estudo: Avaliação de Leitura e exercício em sala de aula (3pts) Provas Bimestrais (7pts) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Conteúdo: exercício avaliativo da matéria desenvolvida na disciplina. Avaliação: prova com questões testes a partir do conteúdo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORDENAVE, J.. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 1997. Biblioteca Uniara: 09 exemplares – 301.153 / B724q DIZARD JR, W.. A nova mídia comunicação de massa na era da informação. R. Janeiro: Zahar, 1998. Biblioteca Uniara: 12 exemplares – 659.3 / D652n MATTELART, A. e M.. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola,1999. Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3(091) / M387h RÜDIGER, Francisco. Introdução à Teoria da Comunicação. São Paulo: Loyola, 1999. SANTAELLA, Lúcia. O que é Semiótica. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEFLEUR, M. L.. Teorias da comunicação de massa. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3 / D359t LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa. São Paulo: Paz e Terra, 1990. Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 301.152 / L698t MATTELART, A.. A Globalização da Comunicação. Bauru: EDUSC, 2000. Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 659.3 / M387g RAMONET, Ignácio. A Tirania da Comunicação. Petrópolis: Ed. Vozes, 2001. Biblioteca Uniara: 5 exemplares – 659.3 / R14t
  • 10.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO FOTOGRAFIA 1ª. 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Prof. CESAR MULATI CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 2 AULAS 2 AULAS PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL Iniciar o aluno nas técnicas fotográficas e propiciar a ele o conhecimento da linguagem fotográfica como uma forma de comunicação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Permitir que o aluno conheça o processo fotográfico desde os seus primórdios, passando pela fotografia analógica ate a digital. 2) Permitir que o aluno conheça e manuseie corretamente um equipamento 35 mm digital. 3) Permitir que o aluno desenvolva um trabalho orientado para exercitar os conhecimentos técnicos adquiridos e ter seu primeiro contato com a linguagem fotográfica, realizando imagens sobre determinados temas, gerando o trabalho que denominamos de “Primeiro Olhar”. 4) Propiciar ao aluno uma percepção mais arrojada do seu olhar, permitindo-o explorar com maior profundidade o mundo das imagens. 5) Permitir que o aluno conheça as regras básicas de iluminação e a partir dai possa criar seu próprio repertório resolvendo situações das mais diversas que possam surgir, entendendo a luz como o elemento primordial na construção da imagem. 6) Permitir que o aluno conheça os caminhos da linguagem fotográfica, para que ele possa produzir imagens com significados específicos. 7) Apresentar ao aluno o universo da fotografia digital, discutindo e conhecendo os princípios teóricos e técnicos básicos dessa tecnologia. EMENTA: Noções básicas da técnica fotográfica, dentro dos processos analógicos e digitais. Reflexões sobre a fotografia como meio de comunicação dentro do universo midiatico. Desenvolvimento da criatividade com a produção e elaboração de projeto fotográfico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1) Noções básicas do processo fotográfico, do analógico ao digital. 2) O Ato Fotográfico - As variáveis da Fotografia 3) A prática fotográfica - O uso prático da máquina fotográfica – Obs. Conteúdo que devera ser posto em pratico em saídas fotográficas que deverão gerar o trabalho denominado de “Primeiro Olhar”.
  • 11.
    Semiótica da Imagem– Linguagem fotográfica A Noção de Representação – o signo peirceano O Código da Fotografia – os elementos de composição da imagem - o contraste, a luz, o ponto de vista, o ângulo, o extra-quadro... 5) Iluminação Natural Artificial Produção de um Projeto Conceitual 8) Ciclo de Recuperação – Nas ultimas três semanas do curso será feita uma revisão dos principais conteúdos programáticos da disciplina, que orientara o aluno na produção de uma imagem. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: 1) Palestras com profissionais da área de fotografia, 2) Exercícios práticos dentro e fora do campus 3) Pesquisas sobre diferentes assuntos principalmente em material disponível na internet 4) Visita a feiras de fotografia, como a PhotoImageBrazil, no segundo semestre CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Material produzido em campo será avaliado e discutido com o aluno Trabalhos produzidos em grupo, ou individual, seguindo a orientação de um tema. Chamamos esse trabalho de “Primeiro Olhar”. Deve ser apresentado em suporte digital e depois de editado, devera gerar copias impressas. Trabalhos produzidos em grupo ou individual, em estúdio, seguindo a orientação de um tema. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Recuperação no final do ano, com aplicação de um trabalho pratico de fotografia onde o aluno devera desenvolver um ensaio fotográfico sobre um determinado tema. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AUMONT, JACQUES. A Imagem. Campinas: Papirus, 1993. BARTHES, ROLAND. A camara Clara. Lisboa: Edições 70, 1980. MACHADO, ARLINDO. A ilusão Especular: introdução a fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1984 WOLFENSON, BOB. Jardim da Luz. São Paulo: Dorea Book and Art: Companhia das Letras, 1995.
  • 12.
    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PHILIPPE, DUBOIS.O Ato Fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 1994. VASQUEZ, PEDRO. Fotografia: reflexos e reflexões. São Paulo: L & PM, 1986. FOTOGRAFIA, Guia Prático. São Paulo: Abril Cultural, 1973. CIAVATTA, Maria e ALVES, Nilda. A Leitura de imagens na pesquisa social. São Paulo: Cortez, 2004. MARTINS, Nelson. A imagem digital na editoração. Rio de Janeiro: Senac, 2005 COSTA, Helouise, SILVA, Renato Rodrigues da. A fotografia Moderna no Brasil. São Paulo: Cosac Naify, 2004 SAMAIN, Etienne. O fotográfico. São Paulo: Senac, 1998.
  • 13.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Psicologia da forma e da percepção 1º 1º 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): ANA CRISTINA ALVES LIMA CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 h/a 2h/a 40 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Panorama da origem histórica e das ramificações da psicologia contemporânea. Ênfase na psicologia geral e psicologia da percepção e da forma. EMENTA: Reconhecer a influência da percepção nas escolhas, no comportamento do homem, afim de que na sua prática possa utilizar os conceitos de atenção seletiva, organização perceptiva para a composição de uma imagem ou produto. Abordará: histórico da Psicologia; estruturas psíquicas, memória, pensamento e linguagem; percepção (Gestalt). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Histórico da Psicologia; Desenvolvimento psicológico; Memória, pensamento e linguagem; Criatividade; Motivação; e Percepção. METODOLOGIA DE ENSINO: • Aulas expositivas • Vídeos (filmes para trabalhar conteúdos específicos) • Leituras programadas e Discussão de textos • Debates CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: • Prova bimestrais • Trabalhos em grupo • Trabalhos em sala de aula CICLO DE RECUPERAÇÃO O aluno que não tiver obtido média na disciplina ou ficar no limite de faltas (entre 70 e 74%) passará pelo ciclo de recuperação, tendo que comparecer as aulas nas datas estipuladas pela coordenação. Será aplicada ao aluno uma prova e serão feitos trabalhos em sala de aula.
  • 14.
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAVIDOFF, L.Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books, 2001. GADE, C. Psicologia do consumidor e da propaganda. São Paulo: EPU, 1998 MINICUCCI, A. Técnicas do trabalho em grupo. São Paulo: Atlas, 1992 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PFROMM NETTO, S. Telas que ensinam. Campinas: Alínea, 2001. PFROMM NETTO, S. Comunicação de massa. Campinas: Alínea, 1987. ALMEIDA, M.J. Imagens e sons: a nova cultura oral. São Paulo: Cortez, 1999. FILHO, J.G. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, 2008. PAPALIA, D. E.; OLDS, S.W.; FELDMAN, R.D. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Mc Graw Hill, 2009 Assinatura:
  • 15.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO PROGRAMAÇÃO PARA WEB I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Leandro Donaires Figueira CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 160 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Capacitar o aluno a desenvolver sites Web usando as tecnologias HTML (Hypertext Markup Language – Linguagem de Marcação de Hipertexto), CSS (Cascading Style Sheets – Folhas de Estilo em Cascata) e Javascript. A disciplina trata de conceitos fundamentais de desenvolvimento voltado para Web possibilitando que o aluno construa e publique sites Web que satisfaçam às necessidades específicas e solucionem problemas provenientes do mercado. EMENTA: Introdução à linguagem HTML. Histórico, fundamentos e sintaxe da linguagem HTML. Tratamento e formatação de textos, imagens e recursos de multimídia. Tratamento de links. Inserção de listas formatadas. Inserção de tabelas (tables). Tratamento de formulários (forms). Introdução às folhas de estilo em CSS. Propriedades e seletores. Métodos de posicionamento e tipos de layout em CSS. Introdução à linguagem Javascript. Sintaxe e recursos básicos da linguagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Introdução à linguagem HTML - Histórico da Computação e da Internet - Introdução a WWW e ao protocolo HTTP - Conceitos básicos da linguagem HTML - Estrutura de um documento HTML - Tags, elementos e atributos - Seções HEAD e BODY Tratamento de textos, imagens e recursos de multimídia - Divisões e parágrafos - Formatação de texto - Espaçamento e layout - Inserção de imagens - Imagens de fundo e cores - Áudio e animação de texto - Outros recursos de multimídia Tratamento de links - Conceitos básicos - Referenciando documentos - Criando hyperlinks - Imagens sensíveis ao mouse Listas formatadas - Listas não-ordenadas
  • 16.
    - Listas ordenadas -A tag <li> - Listas aninhadas - Listas de definição - Listas em forma de diretório e em forma de menu Tabelas (Tables) - A estrutura padrão de uma tabela - Principais tags (básicas e avançadas) - Recursos avançados Formulários (Forms) - Fundamentos de formulários - A tag <form> - As tags <input> e <button> - Áreas de texto (multiline text areas) - Elementos de múltipla escolha (multiple-choice elements) - Atributos de controle de formulários - Elementos para rotular e agrupar - Criando formulários efetivos Introdução às folhas de estilo em CSS - Definições e conceitos - Modelo CSS de formatação visual - Unidades CSS para medida - Propriedades CSS - Seletores CSS Posicionamento e Layout em CSS - O modelo de caixa - Esquemas de posicionamento em CSS - Posicionamento em profundidade com z-index - Tipos de layout - Centralizando o layout - Layout com duas colunas - Layout com três colunas Introdução à linguagem JavaScript - Sintaxe básica da linguagem - Tipos de dados e variáveis - Operadores aritméticos, relacionais, de atribuição e lógicos - Estruturas de controle - Funções embutidas e funções definidas pelo usuário - Objetos - Tratamento de eventos ATIVIDADES COMPLEMENTARES: As atividades complementares serão realizadas no laboratório de informática e apontam basicamente para dois tipos de atividades: - Elaboração e resolução de exercícios propostos em sala. - Elaboração de projetos específicos assim que cada tópico do conteúdo for inteiramente contemplado
  • 17.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃODA APRENDIZAGEM: Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no contexto prático quanto no contexto teórico, assim, haverá basicamente três tipos de critérios: - Entregas de trabalhos individuais e em grupo (contexto prático e contexto teórico) - Apresentação de trabalhos (fortemente voltado para o contexto prático) - Provas individuais (fortemente voltado para o contexto teórico) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e realizar uma avaliação sobre os temas abordados na disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTRO, Elizabeth. HTML para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p. GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p. MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Campus, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHAN, M. C. et al.1001 Dicas de programação.Makron Books, 1999 DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003 MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000. 411p. KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books do Brasil, 2001. 299p. RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p. SOMERA, Guilherme. Treinamento prático em CSS. São Paulo: Universo dos Livros Editora, 2006. Disponível em: http://books.google.com/books?id=BTwgtyyJHAoC&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt- BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CCwQ6AEwAA #v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012. MEYER, Eric A. CSS: The definitive guide. 3rd Edition. O’Reilly Media Inc., 2006. Disponível em: http://books.google.com/books?id=rdtCRLXAL78C&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt- BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CDEQ6AEwAQ #v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012. PILGRIM, Mark. HTML 5: Up and running. O’Reilly Media Inc., 2010. Disponível em: http://books.google.com/books?id=Mk3sW0on7OAC&printsec=frontcover&dq=html5&hl=pt- BR&ei=6HaUTZOpCO- K0QHdzIz5Cw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CC8Q6AEwAA#v=onepage&q&f=fal se. Acesso em: 06/02/2012.
  • 18.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Estética e História da Arte 1º 1º 2º 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof.a Luciana Sperduti Lima CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 72 2 52 10 10 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Ver a Arte como linguagem artística e estética, percebendo as características estruturais das linguagens expressivas na educação visual; Contextualizar as produções artísticas do homem no processo de construção da identidade pessoal e coletiva, da pluralidade cultural, e da memória histórico-cultural de um povo, do período clássico à contemporaneidade; Utilizar a Arte como linguagem expressiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a investigação, a sensibilidade, a expressão e a reflexão em leituras visuais e experiências estéticas; Conhecer e situar períodos históricos, movimentos artísticos e artistas (europeus e brasileiros) em cada época. EMENTA: - Noções e conceitos artístico-estéticos aplicados à Educação Digital, contextualizações teóricas, relações de interdisciplinaridade com as demais áreas de formação e produção prática artístico- expressiva em atividades pessoais e coletivas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Vivência de conteúdos teóricos das Artes Visuais: Bloco I: Civilizações Primitivas, Período Clássico Greco-romano, Idade Média, Renascimento e Maneirismo. Bloco II: Barroco Europeu e Brasileiro, Neoclassicismo, Indianismo, Romantismo e Realismo. Bloco III: Impressionismo, Arte Moderna (Europa e Brasil); Bloco IV: Arte Contemporânea (Europa e Brasil). Percepção da Gramática Visual; Criação de Trabalhos Expressivos como Subsídios Educacionais; Arte como Linguagem Integradora de Conteúdos Disciplinares; ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Mostras monotemáticas a serem agendadas; Criação de Poesia plástico-visual-digital; Visitas a exposições de artes visuais; Ocupações plástico-espaciais em ambientes arquitetônicos; Contatos, pesquisas e entrevistas com artistas (exposições e ateliês) onde possam perceber as relações entre: subjetividade, recursos expressivos, contextualidade, materiais e técnicas; - Observação e leitura dirigida de obras de arte em diferentes tempos históricos.
  • 19.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃODA APRENDIZAGEM: Na introdução de temas, momento em que é possível perceber e discutir o conhecimento prévio dos alunos; No desenvolvimento de atividades, notando-se a formulação de hipóteses, levantamento de questões, procedimentos e registros das construções conceituais; Na apresentação de sínteses, tanto escritas quanto expressivas, quando podemos perceber a aplicação de conceitos construídos; Nas avaliações escritas, trabalhando com clareza os critérios para a sua execução. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: - Revisão geral do conteúdo estudado e reelaboração de atividades e avaliações. - Avaliação final. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZEVEDO, Wilton. O que é design. São Paulo, Brasiliense, 1988. ARNHEIM, R. Arte e Percepção: uma Psicologia da visão criadora. São Paulo: Pioneira/Edusp 1980. BARDI, P. M. O Modernismo no Brasil. São Paulo: Banco Sudameris Brasil S.A. 1982. BECKETT, Wendy. História da Pintura. São Paulo: Atica, 1997. GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1989. JANSON, H. W. História Geral da Arte. V. 1. O mundo antigo. São Paulo: Martins Fontes, 1993. ______. História Geral da Arte. V. 2. Renascimento e barroco. São Paulo: Martins Fontes, 1993. ______. História Geral da Arte. V. 3. O mundo moderno. São Paulo: Martins Fontes, 1993. STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARCHER, Michael. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001. ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ARGAN, G. C; FAGIOLO, M. Guia de História da Arte. Lisboa: Editorial Estampa, 1994. EDWARDS, Betty. Exercícios para desenhar com o lado direito do cérebro. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. STANGOS, Nikos. Conceitos da Arte Moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1993. STRICKLAND, Carol. Arquitetura Comentada: uma breve viagem pela história da arquitetura. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. Assinatura: Luciana Sperduti Lima Data: 26/02/2012
  • 20.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO REDAÇÃO E HIPERTEXTO I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 72 2 72 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Revisar técnicas de redação e escrita; Capacitar o estudante para uma visão e um discurso mais críticos em relação à Língua Portuguesa e sua utilização em diversos contextos; Desenvolvimento da habilidade de comunicação precisa e eficaz dentro do grupo social utilizando a norma culta; Auto-realização pela eficiência na comunicação, na integração e na busca de seus valores, principalmente, os profissionais; Ler, entender e interpretar diferentes tipos de textos. Promover uma reflexão sobre os conceitos de texto e hipertexto. EMENTA: O texto, o hipertexto e a Língua Portuguesa em seus contextos de leitura crítica, técnica redacional, aspectos históricos e teóricos e dos desafios frente ao paradigma digital. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Leitura crítica de textos Norma culta x linguagem coloquial Os usos da língua em ambientes digitais Leitura analítica de textos Técnicas de redação Conceitos de texto, discurso e enunciação Princípios de concisão, coerência, coesão, clareza e precisão Interpretação e análise de textos atuais literários e não-literários envolvendo temas emergentes Estudo de texto: Narrativos, Descritivos, Dissertativos, Jornalísticos, Propagandas, Poemas e músicas. Produção textual: artigo, notícia, editorial resenha, crônica, conto, novela, press-release. Introdução ao conceito de hipertexto Texto, hipertexto, mídia, multimídia e hipermídia Texto linear e não-linear e interatividade RECURSOS METODOLÓGICOS: Estão previstas aulas expositivas, discussões em grupo, seminários, exercícios em sala de aula e extra- classe. Leitura oral dos textos pelo professor e alunos, exploração do entendimento e compreensão dos textos através de exercícios orais e escritos, exercícios de identificação das partes que formam os diferentes tipos de textos, comentários sobre dúvidas específicas de vocabulários e da parte gramatical explorada, criação de textos narrativos, descritivos e dissertativos, intercâmbio de textos criados e debates sobre assuntos atuais.
  • 21.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃODA APRENDIZAGEM: Participação nas atividades propostas; Posição crítica em relação às leituras e debates; Utilização da língua formal nas produções textuais; Correção e usabilidade da produção textual sugerida; CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem; Evolução do aprendizado ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002. FIORIN, J. L., SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: Leitura e Redação. São Paulo: Ática, 1995. WINCK, J. B. Quem conta um conto aumenta um ponto: Design Do Audiovisual Interativo. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FARACO, C. A. & TEZZA, C. Oficina de Texto. São Paulo: Vozes, 2003. PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade no Vestibular. Salvador: EDFUBA, 2005. PELLEGRINI, T.; FERREIRA, M. Redação, palavra e arte. São Paulo: Atual, 1999. MATERIAL ONLINE: ANDRADE, Leila Minatti. A escrita, uma evolução para a humanidade. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/12.htm>. Acesso em 14 mar 2011. BONETTI, Luana Medeiros. Texto: reorganizando sua compreensão. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/14.htm>. Acesso em 14 mar 2011. CRUZ, Dulce Márcia. A digitalização das mídias e as mudanças no cotidiano do trabalho, das relações humanas e do conhecimento. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 2, jant./jun. 2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0102/10.htm>. Acesso em 14 mar 2011. Possenti, Sírio. Baronas, Roberto Leiser. A Linguagem Politicamente Correta no Brasil: Uma Língua de Madeira?. Revista Polifonia, n. 2, v. 12, p. 47-72. Cuiabá: EdUFMT, 2006. Disponível em <http://cpd1.ufmt.br/meel/arquivos/artigos/245.pdf>. Acesso em 14 mar 2011.
  • 22.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO INFLUÊNCIAS DO DESIGN 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Ms. Itamiro Nogueira da Silva CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PR A 40 02 x PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Oferecer um panorama geral sobre a produção e as diferentes transformações artísticas ocorridas durante o fim do século XIX e início do século XX, com ênfase nas relações entre as poéticas das vanguardas artísticas e as novas concepções apresentadas pelo design gráfico. Proporcionar bases para a formação de um repertório crítico, estético cultural e histórico a partir da análise da obra artística e suas diversas interpretações. EMENTA: Estudar os importantes movimentos de arte e design e analisar como eles influenciaram os principais designers gráficos do passado e do presente. Conhecer as importantes influências que o design teve durante seu movimento e desenvolvimento. Seus desdobramentos e influencias na produção gráfica dos tempos atuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Tema 1: O movimento de “Artes e Ofícios” e a origem do design. Tema 2: O pôster artístico e as artes gráficas. Tema 3: A Art Nouveau e a situação do design europeu. Tema 4: A concepção e produção da escola Bauhaus. Tema5: A fotografia Tema 6: O cinema mudo (as mudanças na concepção e fruição da imagem). Tema 7: O Futurismo Italiano e a sua concepção e produção de arte. Tema 8: O Neoplasticismo e a produção holandesa. Tema 9: O Construtivismo e a produção soviética. Tema 10: A Pop Art e a produção americana. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H): Apresentação e discussão de materiais iconográficos (filmes e imagens), trabalhos e seminários em equipe, leituras programadas, atendimento aos alunos e equipe.
  • 23.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃODA APRENDIZAGEM: Trabalho: Criação de um arquivo digital individual de imagens obtidas através de diversos meios (pesquisa internet, câmera, scanner, etc.) baseado nos temas expostos em seminários e implementados à medida que estes forem transcorrendo. É sugerida a troca e acesso de material exposto em seminário a todos os alunos. A partir do arquivo, elaborar eixo de leitura privilegiando um tema a ser definido pelo aluno e discutido com o professor (ex.: material, forma, cor, textura, uso, tema, estrutura, poética, relações, “sacadas”, usos, idéias pertinentes, período histórico, categorias, etc.). Entrega: última semana de aula. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. BENEVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1976. PEVSNER, N. Os Pioneiros do Desenho Moderno. Lisboa: Ed. Ulisséia, 1962. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. SENAC, 2005. DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997. DE MICHELLI, M. Las Vanguardias Artisticas del Siglo XX. Madri: Aliança Editorial, 1985. MUNFORD, Lewis. Arte e Técnica. Ed. Nuevas Visions, 1961. GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. PIGNATARI, Décio. Semiótica da Arte e da Arquitetura. São Paulo: Ed. Cultrix, 1981. Sites pertinentes: Arte, Design e Fotografia: http://www.airtightinteractive.com/news/ http://www.core77.com/gallery/photos http://www.fotogarrafa.com.br/ http://www.centrepompidou.fr/Pompidou/Accueil.nsf http://www.e-flux.com-projects http://www.bibliotecadigitaleitaliana.it http://www.designboom.com/weblog/index.php http://www.sobresites.com/design/imagens.htm http://www.we-make-money-not-art.com http://www.sobresites.com/design/blogsdesign.htm http://www.advanceddesign.org/ http://www.mitpress.mit.edu http://www.palaisdetokio.com
  • 24.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO MÍDIA DIGITAL E ON-LINE 1 SEMESTRAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: SAMUEL GATTI ROBLES CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Abordar de forma objetiva a comunicação digital e on-line através de aulas teóricas, pesquisas e estudos de casos, onde os alunos possam entender de forma clara como definir ações junto ao target (público-alvo) e assim focar seus investimentos de mídia de forma eficaz. Entender o dinamismo da WEB e as alternativas de mídia que existem atualmente (marketing viral / epidêmico, e-marketing, mobile-in, e-commerce entre outras) que são necessidades fundamentais para o profissional que pretende atuar na área da informação. EMENTA: Apresentar e discutir as bases teóricas, pesquisa e estudos de casos, internet, negócios on-line, como se comunicar, os canais utilizados, os impactos estratégicos desses canais, definição de perfil, mídias alternativas, aulas práticas em laboratório de informática, mídia digital e palestras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1º Bimestre Pesquisa de Mídia. Base teórica da mídia digital. Adequação do conteúdo ao perfil (target) 2º Bimestre Base teórica da mídia On-line. Atualidades, tendências e variações de mídia on-line, estudo de casos (mídia on-line), pesquisa e palestra com profissional da área (convidado). Meios de propagação de conteúdos on-line Mídias sociais Seminários sobre mídias sociais ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Leitura e discussão de artigos e casos. Palestras com profissionais da área. Visitas técnicas e feiras de comunicação digital.
  • 25.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃODA APRENDIZAGEM: Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementares por meio de discussão de casos referentes a matéria abordada em sala de aula. Atribuição de conceitos por participação em sala de aula, bem como comportamento e respeito aos demais colegas e ao professor. Também será analisada, para efeito de retirada de pontos, o uso correto da Língua Portuguesa, considerando a relevância da boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno. A prova substitutiva poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede o Ciclo de Recuperação, para aqueles alunos que não fizeram uma das provas bimestrais por qualquer razão. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, o Ciclo de Recuperação será oferecido àqueles alunos que não obtiverem notas condizentes com os critérios previamente estabelecidos. A Avaliação no Ciclo compreenderá aula expositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio de prova tradicional ou construção de qualquer outro formato de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARFINKEL, S. & SPAFFORD, G. Comercio & seguranca na Web. Market books, 1998. CRUMLISH, C. Explorando a internet. Makron books, 1999. NEGROPONTE, N. A Vida Digital. Companhia das letras, 1997. SAAD, B. Estratégia para mídia digital. Senac, 2003. ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005. GOSCIOLA, V. Roteiro para as novas mídias. Senac, 2003. FERREIRA, L. Novos rumos da cultura da mídia. Mauad, 2007. KELLNER, D. A cultura da mídia. Edusc, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KOTLER, P. Marketing para o século XXI. Futura, 1999. CHLEBA, M. Marketing digital. Futura, 1999. STERNE, J. Marketing na web. Campus, 2000. LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. Alta Books, 2003. MACHADO, ARLINDO. Arte e mídia. Jorge Zahar, 2007. SHAVER, MARY. Como vender a mídia. Nobel, 2002. COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007. TAHARA, MIZUHO. Contato imediato com a mídia. Global, 1998. BAIRON, SERGIO. Contato imediato multimídia. Global, 1995. CHOMSKY, NOAM. Controle da mídia. Graphia, 2003.
  • 26.
    VIANA, FRANCISCO. Decara com a mídia. Negócio, 2001. CRISTOL, STEVEN. A essência do planejamento de mídia. Nobel, 2001.
  • 27.
    9.2. Conteúdos Programáticosdas disciplinas da segunda série Disciplinas curriculares da segunda série – Grade curricular 2012 1. Animação Digital 2. Design digital II 3. Interação Humano-Computador 4. Metodologia de pesquisa para design digital I 5. Plástica II 6. Programação para web II 7. Projeto Experimental em Design Digital I 8. Redação e hipertexto II 9. Web-Marketing
  • 28.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Animação Digital I 2 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Davi Antonio da Rosa CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas de animação e mostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais da animação para produzir animações de qualidade. Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produzirem uma animação que passe por todas as etapas apresentadas. EMENTA: História da animação . Princípios Fundamentais da Animação . Etapas da Produção de Animação . Roteiro Audiovisual . Storyboards e Storyreels . Animação Stop Motion . Animação Tradicional 2D . Animação, Sites e Programação Básica com Adobe Flash . Animação 2D com ToonBoom. Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo. Atuação para animadores . Produzir um curta-metragem de animação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Apresentação e discussão sobre o campo -Apresentação Pessoal. -Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área. -Apresentação da disciplina. -Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina. -Definir cronograma de entrega de trabalhos. História da Animação - Os primórdios da animação, - Disney e a diversificação estilística - O surgimento dos computadores e o desenvolvimento da CG. Etapas da Produção de Animação - História e roteiro -Desenvolvimento de personagens -Direção de arte -Storyboards -Vozes
  • 29.
    -Storyreels -Construção de cenáriose personagens -Animação -Iluminação e Render -Efeitos visuais -Composição -Efeitos sonoros e música -Edição e montagem -Marketing e distribuição Organização da Produção -Decupagem da produção; -Pesquisa de produção; -Como escrever um roteiro – formatação e organização -Usando o Celtx para organizar projetos -Storyboard – o que é e como funciona -Os tipos de storyboard -A linguagem dos storyboards -O que é um storyreel Adobe Flash -Animação 2D -Criação de Websites -Programação Básica em ActionScript 2.0 Montagem e Edição -O que é montagem -Conceitos de edição -Significado das transições e cortes -Cadência -Usando software de edição (Premiere) Princípios Fundamentais da Animação -Temporização -Aceleração e desaceleração -Movimentos em arco -Continuidade e sobreposição -Ação secundária -Comprimir e Esticar -Exageração -Animação direta e Posição-Chave -Antecipação -Encenação (Atuação Para Animadores) -Apelo Motion Graphics com After Effects -Composições básicas, efeitos, máscaras, animações -Correção de cor – importância e fluxo de trabalho. -Princípios básicos do design em movimento. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: -Assistir a vídeos históricos e de referência na área. -Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou de forma individual;
  • 30.
    -Participação em Palestrase Fóruns sobre o assunto. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: -Avaliações práticas em laboratório -Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa -Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: -Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000. BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética através da história. São Paulo: Editora SENAC, 2002. DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991. FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro, Objetiva, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001. PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002. SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  • 31.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DIGITAL II 2ª 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 X PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: A disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver “produtos digitais” os quais sejam planejados com o conhecimento não só das técnicas, mas que seja capaz de planejar, realizar, resolver problemas, propor soluções viáveis por meio de conhecimento holístico dos elementos que compõem a linguagem visual das mídias digitais. EMENTA: Aprimoramento dos elementos de design no sentido de provocar/produzir resultados eficientes e eficazes na composição visual digital concebendo produtos que atendam ao binômio navegabilidade e informação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Entender e sentir o que é design - Aula sensibilidade artística - Design como informação visual - Encontrando seu estilo 2. Stop Motion - Técnicas de produção - Conteúdo Teórico - Trabalho interdisciplinar 3. O aprimoramento do olhar para o desenvolvimento do conceito - Entender antes de fazer - Padrão visual - Conceito e criatividade 4. Estimulando a sensibilidade dos sentidos para criar - Aguçamento dos sentidos no processo de gerar informação - Observação de trabalhos 5. Desenvolvimento de logotipos e famílias tipografias - Técnicas para agrupamento de idéias - Teste de técnicas visuais e estilos - Composição dos elementos - Manual de identidade - Defesa e apresentação 6. Briefing e brainstorm para criação - Coleta das informações com o cliente - Discussão das idéias em grupo - organização da informação
  • 32.
    7. Rabiscar e“viajar”: Etapas para realizar um projeto Digital. - Estudo de interfaces antes do projeto - Papel antes do computador 8. Comunicação visual nas novas tecnologias: A comunicação está ao nosso redor. - Estudo da interferência da comunicação visual nas novas tecnologias - Tendências visuais e tecnologia 9. Design Centrado no usuário – Produtos digitais e ambientes acessíveis a todos. - O papel do designer frente ao usuário - Estudo da necessidade do usuário para adaptações no projeto - Precauções na comunicação visual para usuários 10. Redesign. Como aperfeiçoar um projeto “evolução”. - Melhoria de projetos e interfaces - Análise dos pontos que podem ser melhorados/adaptados - Uso dos estudos anteriores para adequação as novas tecnologias 11. Estética, Navegabilidade e Linguagem visual nas mídias digitais: aplicações - Não basta ser bonito. Precisa funcionar! - Testes de navegabilidade em diferentes interfaces - Estudo de interfaces em diferentes mídias digitais 12. Direção de arte: Definindo as técnicas de criação. - Estudo de técnicas de criação - Exercícios práticos visuais - Como trabalhar a informação 13. Estudo de símbolos - Estudo dos principais símbolos e suas culturas - Análise visual e interpretação - Uso da simbologia nas mensagens visuais 14. Argumentações estruturadas para defesa de projetos. - Preparação para apresentação de trabalhos visuais. - Diferentes ferramentas para apresentação de trabalhos - Pontos importantes a serem trabalhados 14. Desenvolvimento de produtos culturais criativos. - Estudo da cultura interessada - Criação do produto digital - Uso da identidade visual cultural 15. Estudo de Interface para tecnologias Móbile. - Estudo da tecnologia móbile - Estudo de interfaces - Criação de aplicativos/interfaces 16. Apresentação e exposição de trabalhos. 17. Analise de filmes. 18. Estudo de casos.
  • 33.
    ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Pesquisa avançadaem sites que discutam Design Digital, com apresentação de relatório. Leitura e fichamento de artigos em revistas e sites especializados Atividades de caráter artístico que promovam a ampliação do conhecimento do aluno (teatro, cinema, artes plásticas etc.) Viagens para exposições e eventos ligados a Design / Artes CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: A avaliação da aprendizagem do aluno se dará por meio de provas dissertativas individuais, provas “práticas” individuais e exercícios práticos desenvolvidos em grupo e/ou individual. Nos seguintes trabalhos. - Descobrindo a sensibilidade para criar. - Desenvolvimento de logotipos e interfaces criativas e funcionais. - A comunicação visual ao nosso redor (fotos e composições informativas). - Desenvolvimento de produtos culturais criativos. - Análise de interfaces. - Redesenhando produtos e ambientes funcionais. - Apresentação e exposição de trabalhos. - Relatórios sobre filmes e textos. - Simbologia. - Exercícios em clase. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: No ciclo de recuperação o aluno deverá apresentar como avaliação um projeto de desenvolvimento de design digital a partir dos conceitos aprendidos em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus, 2005. BONSIEPE, Gui. Design: do material ao digital. Florianópolis: FIESSC/IEL, 1997 LÉVY, Pierre. O que é virtual?. São Paulo: Editora 34 ltda, 1996 JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 200 LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000 NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na web: projetando websites com qualidade. Campus, 2007 CANCLINI, Nestor García. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 2003 COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007. Assinatura:
  • 34.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO IHC INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR 2 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Eduardo Pezutti Beletato dos Santos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL: Apresentar novas perspectivas das formas de interação humano-computador, visando facilitar a comunicação entre o homem e a máquina e ensinar para o aluno conceitos de navegação e interação em meios digitais, com ênfase na Internet, assim como aplicar conceitos de aplicabilidade, comunicabilidade e usabilidade na construção de websites, visando fornecer suporte às atividades cotidianas das pessoas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Proporcionar aos alunos a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado ao design de interação. 2) Proporcionar a compreensão gerencial para a identificação e seleção de métodos, técnicas e ferramentas necessárias à concepção e avaliação da usabilidade de interfaces com o usuário de sistemas interativos. 3) Ensinar como desenvolver telas e interfaces simplificadas para Internet e sistemas de informação, de modo a contemplar usuários com idades e perfis variados, como por exemplo, crianças, adultos e idosos, e também verificar necessidades para pessoas portadores de deficiência. 4) Proporcionar o desenvolvimento da capacidade de realização de atividades práticas de análise, especificação, projeto, testes, implantação, revisão e manutenção de interfaces. EMENTA: Fornecer aos alunos conceitos de interface, navegação e interação, com teoria a respeito dos fenômenos envolvidos, como modelos teóricos de desempenho e cognição humanos. Explicações e previsões para fenômenos de interação usuário-sistema e resultados práticos para o design de interação. Teste para prever e verificar se o sistema satisfaz as condições de usabilidade, aplicabilidade e comunicabilidade dos usuários. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: O que é Interface? Evolução de Interface e sua conceituação
  • 35.
    Interação Humano-Computador Desafios eobjetivos de IHC Princípios de Design Design de Interação Acessibilidade Usabilidade Validação de websites com as ferramentas atualmente propostas da W3C Critérios para avaliação de interfaces Avaliação de Interfaces Projeto de interface Novas perspectivas de interação humano-computador ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Palestra com profissionais da área Exibição de vídeos de novos produtos disponíveis que possuem formas inovadoras de interação CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Os critérios a serem adotados são assiduidade, interesse e desenvolvimento acadêmico e profissional de cada estudante. O modelo de avaliação contempla provas escritas e entregas de trabalhos individuais e coletivos. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Avaliação escrita e entrega de trabalhos individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. Design e avaliação de interfaces humano-computador. Campinas: NIED, 2003. Disponível em <http://eurydice.nied.unicamp.br/publicacoes/livros.php> . Acesso em 11 dez 2010. (A publicação em questão pode ser adquirida via download gratuito) PREECE, J., ROGERS, Y., SHARP, H. Design de Interação: além da interação humano- computador. Bookman, 2005. Nielsen, J.; Loranger H. Usabilidade na web - Projetando Websites com qualidade. Campus, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KRUG, Steve. Não me faça pensar:uma abordagem do bom senso à navegabilidade da WEB. São Paulo: Market Books, 2001. MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus, 2005. Oliveira Netto, A. A. IHC - Interação Humano Computador - Modelagem e Gerência de Interfaces com o Usuário. Visual Books, 2004. NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008. Gomes Filho, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. Ed. Escrituras, São Paulo, 2002.
  • 36.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Metodologia de Projeto para Design Digital I 2 SEMESTRAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Sérgio Vinícius de Lima Grande CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Articular/relacionar teoria, método e técnica de pesquisa, por meio do aprendizado das principais etapas de uma pesquisa e sua documentação por meio de relatórios acadêmicos; Conhecer as principais fontes bibliográficas online, direcionando as pesquisas para o campo do Design; Considerando as diversas possibilidades de propostas e temas para os trabalhos de conclusão do curso de Design Digital a serem desenvolvidos na terceira série do curso, a disciplina Metodologia do projeto para Design Digital I tem como objetivo central permitir a estruturação dos projetos de pesquisa na forma de Pré-Projetos. Trata-se, portanto, de aprender pela pesquisa. EMENTA: Introdução aos métodos e técnicas de pesquisa de acordo com o tema/objeto proposto pelos grupos de trabalho. Subsídios conceituais para a elaboração de projetos e relatórios acadêmicos. Normas técnicas de estruturação dos projetos com base nas definições da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Questões conceituais e estruturais a respeito do projeto: O que é um projeto de pesquisa Estrutura básica de um projeto Questões relacionadas à subjetividade A escolha do tema para pesquisa A escolha do caminho/método e os tipos de pesquisa Pesquisas exploratórias Pesquisas descritivas Pesquisas explicativas Técnicas de Pesquisa Observação Depoimentos Entrevistas História de vida/trajetórias Orientações relativas às normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
  • 37.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃODA APRENDIZAGEM: 1º Bimestre: Trabalho em equipe. 2º Bimestre: Trabalho em equipe. Entrega do Pré – Projeto. Obs: Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o(a) professor(a) que ministra a disciplina tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto, será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Reformulação do projeto de acordo com os conhecimentos teóricos, metódicos e técnicos construídos durante o semestre, para a conclusão do projeto em Design Digital. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CERVO, A.L; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. São Paulo: Makron Books, 1996; 2002. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999; 2002; 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2005. LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2006. GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: Editora Alínea, 2001, 80p. GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999 SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1993; 2002.
  • 38.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Plástica II 2 ANUAL 2010 DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 120 2 120 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: - Abordar elementos de estética digital como aprofundamento da disciplina Plástica I, introduzindo os processos colaborativos em rede sob uma perspectiva ético-estética e evidenciando os desdobramentos dessas novas tendências criativas na atividade profissional do designer; - Proporcionar conhecimentos que são uma condição essencial para a concepção de objetos de design na atualidade, em um contexto de conexão e interação entre coletivos humanos e não-humanos em processos dinâmicos; - Levar os alunos a identificar as diferentes estratégias de comunicação e expressão presentes nas mais diversas produções no campo do design digital por meio de ferramentas teóricas e exercícios práticos. EMENTA: - Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novo paradigma de criatividade. A questão da autoria. - Processos colaborativos em ambiente digital. - Cibercultura. Diferenças entre os conceitos de Virtual e Digital. Interatividade. A linguagem digital como elemento de instauração estética. A estética da interface. - Introdução às teorias sistêmicas e sua relação com a criatividade. - Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novo paradigma de criatividade. - A questão da autoria: Software livre, Creative Commons, metarreciclagem, recombinação. - Breve histórico de projetos colaborativos (Séc. XX, Internacional Situacionista). - O pensamento coletivo: Comunidades virtuais, smart mobs, ciberativismo. - A Cultura do acesso. O conceito de cibercultura e suas implicações nas atividades do profissional de comunicação. O Universal sem totalidade. - As Tecnologias da Inteligência. Diferenças entre virtual e digital. Tipos/níveis de interatividade. - Ideografia dinâmica. Os 4 espaços antropológicos (Lévy); - O objeto de design como mediador da Inteligência Coletiva. - A estética da interface (Giannetti). - Introdução ao pensamento sistêmico e sua relação com a criatividade (conceitos de complexidade, interação, auto-organização, descentralização, entropia). - Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada. - Experimentações e análises de produções contemporâneas. ATIVIDADES EXTRA-CLASSE:
  • 39.
    Todos os temascontarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Haverá abertura para a contribuição dos discentes, estabelecendo um fluxo transversal de informações e referências através da WWW, não restrita aos alunos da disciplina. Para cada tema abordado em aula, serão propostas atividades com grau de complexidade crescente, de acordo com o feedback da classe. As atividades poderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definida previamente pelo professor: - pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados; - leitura dirigida e discussão; - produção de objetos relacionados aos temas da disciplina; - experimentações e visitas a eventos e exposições. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício e/ou uma tarefa a ser realizada em grupo ou individualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercícios em sala de aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagem poderá ser observada no decorrer do ano letivo através de: - desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas; - criatividade; - capacidade de trabalhar em grupo; - pontualidade nas entregas. Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para a obtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuição da nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues. A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiver freqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova, podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido. A prova abordará os principais temas da disciplina, indicados no item “ementa”. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992. LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996. PARENTE. A. (org.) Imagem - Máquina. A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993. ARANTES, P. Arte e Mídia no Brasil: perspectivas da estética digital. Disponível em: <http://www.cap.eca.usp.br/ars6/arantes.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011. BEIGUELMAN, G. O livro depois do livro. Disponível em: <http://www.desvirtual.com/thebook/ebook.htm>. Acesso em 28 jan. 2011. PLAZA, J. Arte e interatividade: autor, obra, recepção. Disponível em: <http://www.cap.eca.usp.br/ars2/arteeinteratividade.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEY, H. TAZ – Zona autônoma temporária. Disponível em: <http://www.scribd.com/doc/16978783/Hakim-Bey-TAZ-Zona-Autonoma-Temporaria>. Acesso em 28 jan. 2011. CANCLINI, N. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998. FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010. _________. O universo das imagens técnicas. SP: Annablume, 2008. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006. LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. O Futuro do pensamento na era da informática. Coleção Trans, Rio de Janeiro: 34, 1993.
  • 40.
    LUPTON, E.; PHILLIPS,J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008. MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1971. PIMENTA, E. Aquitectura no espaço em rede. No domínio do tangível ou do intangível? Disponível em: <http://www.asa-art.com/edmp/95rede1.doc> e <http://www.asa- art.com/edmp/95rede2.doc>. Acesso em 29 nov. 2009.
  • 41.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Programação para Web II 2 ANUAL 2011 DOCENTE RESPONSÁVEL: Dênis Leonardo Zaniro CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 160 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para o desenvolvimento de hipertextos dinâmicos para ambientes interativos através de linguagem de marcação e linguagem de programação. Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para a criação de aplicações multimídia interativas por meio de kits de Desenvolvimento. EMENTA: Histórico, evolução e características da Internet. Revisão de HTML (HyperText Markup Language) e CSS (Cascading Style Sheets). Linguagem de scripts JavaScript. Linguagem de programação Java e a tecnologia Servlet. Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais. Comandos básicos da linguagem SQL para acesso a bancos de dados. Criação de aplicações Web em Java com conexão a banco de dados. Introdução ao JSP. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Revisão da linguagem HTML e do padrão CSS - Introdução à Engenharia da Web, histórico e evolução da Internet - Introdução a WWW e ao protocolo HTTP - Revisão da linguagem HTML * Tratamento de textos, imagens e recursos de multimídia * Tratamento de links * Listas formatadas * Tabelas * Formulários * Objetos e plugins * Definição de folhas de estilo em CSS Introdução à linguagem JavaScript - Sintaxe básica da linguagem JavaScript - Tipos de dados, variáveis e instruções de entrada e saída de dados - Operadores aritméticos, relacionais e de atribuição - Estruturas de controle e operadores lógicos - Labels - Funções embutidas e funções definidas pelo usuário - Objetos - Tratamento de eventos Programação em Java para Web – Servlets - Histórico e principais características da linguagem Java - Introdução aos servidores WEB: características básicas e o servidor Tomcat - A tecnologia Servlet
  • 42.
    * Características básicas *Ciclo de vida de um servlet * Atendimento de requisições * Geração de saída * Captura de parâmetros de requisição * Cookies e sessões Programação em Java para Web – Conexão com Banco de dados e introdução ao JSP - Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais - Visão geral da linguagem SQL: operações de inserção, atualização, deleção e consulta - Processo de conexão com banco de dados - Introdução ao JSP: características básicas, ciclo de vida, elementos dinâmicos e tags - Utilização da tecnologia JSP para formatação do conteúdo de resposta para uma requisição ATIVIDADES COMPLEMENTARES: -Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de documentos hipertexto e aplicações multimídia desenvolvidas em grupo ou de forma individual; -Participação em Palestras e Grupos de Estudos de Mídias Interativas CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: -Avaliações teóricas dissertativas e de múltipla escolha -Avaliações práticas em laboratório -Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: -Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. Tradução de Carlos Arthur Lang Lisboa. 4.ed. Porto Alegre : Bookman, 2003. HORSTMANN, C. S. & CORNELL, G. Core java. Makron Books, 2001. GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CASTRO, Elizabeth. HTML 4 para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p. RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p. MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000. 411p. KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books do Brasil, 2001. 299p. DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003.
  • 43.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Projeto Experimental para Design Digital I 2 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 320 4 320 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Orientar os alunos a elaborarem ciclos de projetos colaborativos, que consistem na aplicação de conceitos abordados relativos ao universo do designer digital. O processo de experimentação deve explorar as ligações e sobreposições entre midias, tecnologia e design. EMENTA: O Design é a alma das criações humanas – Steve Jobs A disciplina se propõe a encorajar os alunos a experimentarem a elaboração de interfaces tangíveis, valendo-se de conceitos consistentes na implementação de suas propostas. Estabelecido um fio condutor temático, os alunos são livres na utilização das ferramentas (hardware e software) para a criação, planejamento e produção de seus projetos. De maneira geral, a disciplina busca contribuir para a formação profissional do aluno, na medida que propicia condições de: colocar na prática de conhecimentos teóricos adquiridos em diversas disciplinas do curso adquirir uma atitude de trabalho sistematizado de forma colaborativa, desenvolvendo- lhe a consciência de organização, divisão de tarefas e produtividade incentivar o exercício do senso estético crítico e da criatividade sentir suas próprias deficiências e buscar seu aprimoramento Além dos próprios projetos, os alunos serão orientados a organizarem entre eles o design da exibição dos trabalhos finais resultantes da disciplina. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: A Cultura da Convergência
  • 44.
    As mídias tradicionaise digitais As mídias sociais O Ativismo Digital Dispositivos Móveis Os artefatos lúdicos A linguagem dos games Introdução à Narrativa Transmídia – Everyday life with media Orientação e Apresentação de Projetos Intermediários e Trabalho Final ao longo do ano ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Manutenção de dialogo com alunos e acompanhamento das atividades desenvolvidas em rede social criada especificamente para essa disciplina, no link WWW.uniara.ning.com Ao final da disciplina, os alunos Irão elaborar um Relatório Técnico (RT) e Trabalho Final (TF) para avaliação. Ainda assim, todos os projetos intermediários (PI) desenvolvidos ao longo do ano serão avaliados. Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas a empresas do setor. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no contexto prático quanto no contexto teórico. Assim, no decorrer do curso, os alunos serão avaliados em diferentes aspectos: freqüência nos encontros participação nos projetos em andamento desempenho na elaboração e apresentação das etapas sequenciais do projeto participação do espaço virtual da disciplina, na plataforma NING Considerados esses aspectos, as notas serão sintetizadas através da fórmula: PA(3) + PI(3) + TF(2) + RT(2) /10 sendo: Participação do aluno nas atividades: PA Projetos Intermediários: PI Trabalho Final: TF
  • 45.
    Relatório Técnico: RT CRITÉRIOSDE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e ao final entregar os trabalhos sobre os temas abordados em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: IGOE, T. Making things talk: practical methods. Sebastopol, CA: O´Reilly Media, 2007. GLANVILLE, R. Try again. Fail again. Fail better: the cybernetics in design and the design in cybernetics. In: Kybernetes. Vol.36, n° 9/10. 2007 p. 1173-1206. JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008. JOHNSON, D. "Intelligent Design or Godless Universe? The Creative Challenges of World Building and Franchise Development," Franchising Media Worlds: Content Networks and The Collaborative Production of Culture, PhD Dissertation, University of Wisconsin-Madison, 2009. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GORDON, Bob e GORDON, Maggie. O guia completo do design gráfico digital: a chave do designer gráfico para os novos media. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.(p.182- 195) (p.148 -149). LUHMANN, N. Risk: a sociological theory. New York: A de Gruyter, 1993. SOMMERER, C.; JAIN, L.C.; MIGNONNEAU, L. (Ed.). The Art and the science of interaction design. Berlin Heidelberg: Springer-Verlag, 2008. SOMMERER, C.; MIGNONNEAU, L. (2005). Desigining emotional, metaphoric, natural and intuitive interfaces for interactive art, edutainement and mobile communications. In: Computer & Graphics 29, p.837-851. Disponível em <www.sciencedirect.com>. Acesso em out.2007. WEIBEL, P. (2007). It is forbidden not to touch: some remarks on the (forgotten parts of the) history of interactivity and virtuality. In: GRAU, O. (Ed.). MediaArtHistories. Cambridge: MIT Press. ______. (1996). The World as Interface: Toward the Construction of Context- Controlled Event-Worlds. In: DRUCKREY, T. (ed.) Electronic Culture: Technology and visual representation. New York: Apperture. ______. (2008). Intelligent beings in an intelligent universe. In Intelligente Ambiente/Intelligent Enviroment. p 06-26. s/d.
  • 46.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO SEQUENCIAL DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM WEB DESIGN DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO REDAÇÃO E HIPERTEXTO II 2 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Aprimorar as habilidades de redação e edição de textos; Criar um ambiente de produção textual colaborativo para web; Promover a utilização e familiaridade com softwares de produção, edição, revisão e publicação de textos na web; Apresentar uma revisão teórico-prática do conceito de hipertexto e outros relaiconados ao mundo digital; EMENTA: Reflexões teórico-práticas sobre o texto e sua evolução. Conceituação, história e prática do hipertexto. Colaboratividade e produção textual. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Convergência midiática O conceito de Hipertexto O que é hipertexto Metamorfose, Heterogeneidade, Multiplicidade e encaixe de escalas, Exterioridade, Topologia e Mobilidade de centros Intertextualidade, Multivocalidade, Descentralização e Intratextualidade História do hipertexto Noções básicas de hipertexto Tradição narrativa Representação gráfica Percursos de hipertexto Interface e interatividade Não-linearidade Reflexões sobre hipertexto Fragmentação ao longo da história Hipertexto x Hipermídia Link como elemento paratextual Como se chega ao fim da história? Não-Linearidade X Multilinearidade Oficina de produção textual colaborativa A produção textual em Blogs e redes sociais.
  • 47.
    RECURSOS METODOLÓGICOS: A metodologiada disciplina poderá envolver, de acordo com o tópico, aulas expositivas; revisão bibliográfica; discussões em grupo; atividades de pesquisa na Internet; preparação de documentos eletrônicos (sites, blogs etc.); seminários; atividades individuais e coletivas em sala de aula e no Laboratório de Informática; exercícios práticos, individuais e coletivos. O desenvolvimento de atividades de extensão ocorrerá por meio da publicação de textos produzidos durante o semestre em sites, portais ou outros instrumentos de visibilidade na web. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Participação ativa nas atividades propostas; Posição crítica em relação às leituras e debates; Utilização da língua formal nas produções textuais; Correção e usabilidade da produção textual sugerida; CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem; Evolução do aprendizado ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2004. LEVY, P. Cibercultura. São Paulo, Ed. 34, 1999. PIGNATARI, D. Informação Linguagem Comunicação. São Paulo: Ed. Cultrix, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA, D. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007. BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002.
  • 48.
    MATERIAL ONLINE: ARAÚJO, JúlioCésar. Chats na Web: a linguagem proibida e a queda de tabus. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 8, número 2, maio/ago. 2008. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0802/05.htm>. Acesso em 14 mar 2011. BARBOSA, Ana Cristina Lima Santos. Leitura e Escrita na Web. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 5, número 1, 2005. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0501/08.htm>. Acesso em 14 mar 2011. HEINE, Palmira Bahia. Considerações sobre a cena enunciativa: A construção do ethos nos blogs. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 8, número 1, jan./abril. 2008. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0801/06.htm> Acesso em 14 mar 2011. MIELNICZUK, L. ; PALACIOS, M. . Considerações para um estudo sobre o formato da notícia na web: o link como elemento paratextual. In: X Compós - Encontro dos cursos de Pós-Graduação em Comunicação, 2001, Brasília, 2001. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuck_linkparatextual.pdf>. Acesso em 14 mar 2011. MIELNICZUK, L. . Considerações sobre interatividade no contexto das novas mídias. In: André Lemos; Marcos Palacios. (Org.). Janelas do ciberespaço. Porto Alegre: Sulina, 2001. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuk_interatividadenovasmidias.pdf>. Acesso em <14 mar 2011> PALACIOS, Marcos Silva. Hipertexto, Fechamento e o uso do conceito de não- linearidade discursiva. Lugar Comum, Rio de Janeiro, n. 08, p. 111-121, 1999. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/1999_palacios_hipertexto_naolinearidade.pdf>. Acesso em 14 mar 2011. PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade no Vestibular. Salvador, EDFUBA, 2005. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/doc/2005_palacios_mundodigital.doc> Acesso em 14 mar 2011. PRIMO, Alex. Quão interativo é o hipertexto?: Da interface potencial à escrita coletiva. Fronteiras: Estudos Midiáticos, São Leopoldo, v. 5, n. 2, p. 125-142, 2003. Disponível em <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/quao_interativo_hipertexto.pdf>. Acesso em 14 mar 2011.
  • 49.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO WEBMARKETING 2ª 1º ----- 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): CARLOS EDUARDO PIKEL PEREZ CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 ----- ----- PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Conduzir os alunos à formação de competência na área de webmarketing, trabalhando de maneira moderna e interativa a construção de técnicas de comunicação aplicadas ao ambiente eletrônico da WEB. Para tanto, propõe-se a base da teoria de marketing para então alinhar tais conceitos à realidade virtual. A partir dos conceitos bem delineados, pode-se propor linhas eficazes de comunicação eletrônica que tenha como objetivo precípuo a obtenção de informações que possam gerar estratégias eficazes para a divulgação de produtos e serviços dos clientes contratantes do serviço. EMENTA: Base teórica e atividades práticas de marketing. O mix de marketing. Adaptação da linguagem de marketing às necessidades e dinamismo da web. O que vem gerando resultado para gerar percepção de qualidade sobre produtos e serviços. Identificação de objetivos. Identificação de clientes potenciais e seleção de clientes reais. Eficácia da linguagem de marketing com foco nos resultados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1º Bimestre 1- Base teórica de marketing. Conceitos e evolução. Abordagem de autores nacionais e internacionais. Análise de Cases. 2- Avaliação da base teórica de WEB. Análise da trajetória de sites (provedores de acesso, ferramentas de busca, sites comerciais, sites de entretenimento). 2º Bimestre
  • 50.
    3- Análise dossites e das estratégias de marketing usadas para descobrir, persuadir e transformar necessidades e desejos de compra em dividendos para a empresa. 4- Construção de estratégias de marketing para empresas. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Leitura e discussão de artigos, livros e papers relativos ou não à disciplina; Visitas técnicas e feiras; Visita à agências e empresas de construção de sites e/ou especializadas na criação de estratégias mercadológicas para web. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementares quando da apresentação de seminários em sala de aula. Haverá ainda atribuição de conceitos por participação e debates em sala de aula, bem como comportamento e respeito ao direito dos demais colegas e do professor. Também será analisada para efeito de retirada de pontos que compõe a nota bimestral e final do aluno a análise de Língua Portuguesa, considerando a relevância da boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno. A prova substitutiva, destinada àqueles alunos que não fizeram, por qualquer razão, uma das provas bimestrais previstas no calendário regular ao longo do semestre, poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede ao início do Ciclo de Recuperação. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, pela chefia de departamento e pela pró-reitoria acadêmica, o Ciclo de Recuperação será oferecido àqueles alunos que não obtiverem notas ou freqüência mínima condizentes com os critérios previamente estabelecidos. A avaliação no Ciclo compreenderá aula expositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio de prova tradicional ou construção de qualquer outro formato de trabalho que certifique o docente da disciplina de que o aluno está ou não apto à aprovação na referida disciplina.
  • 51.
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARPENTER, P.E-Brands: como se constrói uma empresa na internet. Qualitymark, 2000. SAAD, B. Estratégias para mídia digital. Senac, 2003. LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. Alta Books, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MCKEOWN, M. E-Customer. 1. ed. Makron Books, 2003. KOTLER, P. Marketing para o Século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. 5. ed. São Paulo: Futura, 2000. KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998. KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 9. ed. São Paulo: Pearson- Prentice Hall, 2003. CHLEBA, M. Marketing digital: novas tecnologias e novos modelos de negócios. São Paulo: Futura, 1999. COBRA, M. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997. GRACIOSO, F. Contato imediato com Marketing. São Paulo: Global, 1988.
  • 52.
    9.3. Conteúdos Programáticosdas disciplinas da terceira série Disciplinas curriculares da terceira série – Grade curricular 2012 1. ANIMAÇÃO DIGITAL II 2. ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 3. DESIGN DE INTERAÇÃO 4. FILOSOFIA E LINGUAGENS HÍBRIDAS (1º semestre) 5. PROJETO EXPERIMENTAL EM DESIGN DIGITAL II 6. MÍDIAS DO CORPO 7. METODOLOGIA DE PROJETO PARA DESIGN DIGITAL II 8. NARRATIVAS AUDIOVISUAIS 9. SOUNDESIGN (2º Semestre)
  • 54.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Animação Digital II 3 ANUAL 2011 DOCENTE RESPONSÁVEL: Davi Antonio da Rosa CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas de animação e mostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais da animação para produzir animações de qualidade. Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produzirem uma animação que passe por todas as etapas apresentadas. EMENTA: Conceitos de Animação 3D aplicados no Blender: Interface, Modelagem, Rigging, Animação, Texturização, Iluminação, Render, Exportação , Camera Tracking e Composição. Princípios básicos de Estereoscopia . Produção de vídeo : Conhecendo equipamentos, Fotografia, Iluminação, Chromakey, Autoração de DVD . Storyboards e Storyreels . Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo. Atuação para animadores . Produzir um curta-metragem que misture vídeo com animação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Apresentação e discussão sobre o campo -Apresentação Pessoal. -Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área. -Apresentação da disciplina. -Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina. -Definir cronograma de entrega de trabalhos. Animação 3D com Blender -Interface, Modelagem, Rigging, Animação, Texturização, Iluminação, Render, Exportação Efeitos Visuais
  • 55.
    -Camera Tracking -Composição. -Chroma Key Organizaçãoda Produção -Decupagem da produção; -Pesquisa de produção; -Como escrever um roteiro – formatação e organização -Usando o Celtx para organizar projetos -Storyboard – o que é e como funciona -Os tipos de storyboard -A linguagem dos storyboards -O que é um storyreel Montagem e Edição -O que é montagem -Conceitos de edição -Significado das transições e cortes -Cadência -Usando software de edição (Premiere) Motion Graphics com After Effects -Composições básicas, efeitos, máscaras, animações -Correção de cor – importância e fluxo de trabalho. -Princípios básicos do design em movimento. Princípios básicos de cinematografia -Elementos da Linguagem Audiovisual -Fundamentos da dinâmica visual -Planos: Enquadramento, Movimentos, Pontos de vista, Posição, Angulação -Iluminação: -características da luz, tipos de fonte de luz, etc. -Como é a luz num ambiente natural -Filtros e difusores. -Iluminação básica de três pontos. -Projeto de Iluminação e captação -Preparando o ambiente -Características e funcionamento do vídeo digital. -Resolução -Entrelaçamento -Padrões de vídeo - Tanto SD como HD -Subamostragem de Chroma -Codecs -Containers -Conhecendo o equipamento -Meios - Fitas X mini-DVD x cartão de memória x HDD - Partes móveis X Fixas
  • 56.
    -Codecs - DVx MPEG2-DVD x M2TS x AVCHD, -Tamanho do sensor - FoV, Sensibilidade, noise ratio, etc, -Lentes e resolução da lente ATIVIDADES COMPLEMENTARES: -Assistir a vídeos históricos e de referência na área. -Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou de forma individual; -Participação em Palestras e Fóruns sobre o assunto. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: -Avaliações práticas em laboratório -Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa -Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: -Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000. BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética através da história. São Paulo: Editora SENAC, 2002. DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991. FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro, Objetiva, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001. PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002. SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  • 57.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Itamiro Nogueira CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: A disciplina busca oferecer uma visão ampla das diversas modalidades não- tradicionais da arte contemporânea, imprescindíveis na formação e qualificação deste novo profissional. Combinando o conhecimento da prática técnica e criação artística, enfatizando a atuação do computador como elemento transformador e instaurador de novos processos, novas metodologias e novas questões na criação artística. Para tanto, propõe-se leitura e análise dos novos meios digitais e sua potencialização da criatividade e capacidade para gerar conteúdos expressivos e esteticamente significativos. A inserção na prática artística de técnicas e de tecnologias na produção de grandes transformações no mundo da produção e criação atuais. EMENTA: As vanguardas artísticas. A institucionalização do modernismo. Indústria cultural. Produção erudita x produção de massa. Cultura popular e cultura pop. A contracultura. O kitsch. A ascensão do pós-modernismo. História do pós-modernismo. Pós-modernismo e artes literárias. Pós-modernismo e artes visuais. Pós-modernismo e música pop. Pós-modernismo e audiovisual. Arte e performance. Corpo e plataformas estéticas. Arte e vida cotidiana. A rua e o “novo museu”. Sexualidade e afeto. Pastiche. Paródia. Intertextualidade. O jogo das identidades na arte contemporânea. Globalização e multiculturalismo. Feminismo. Movimentos culturais. Narrativas pós- modernas: tempo, espaço, fragmentação e linearidade – arte “videoclípica”. A crítica de arte no Brasil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Entendimento dos problemas relacionados à criação, fruição e reflexão crítica, historiográfica e teórica no campo da Arte e da Cultura Contemporânea, estabelecendo uma intervenção qualificada nas práticas de pesquisa e experimentação. A desmaterialização da obra de arte, novas teorias sobre o campo artístico na sociedade, a importância do corpo e tendências recentes. O processo de construção dos sentidos em novos movimentos artísticos que
  • 58.
    perpassam as fronteirasda mídia e dos suportes, não ficando mais presos aos materiais ou a metodologias específicas. Divisão em módulos cronológicos: A Modernidade As vanguardas artísticas. A institucionalização do modernismo. Indústria cultural. Contraposições Produção erudita x produção de massa. Cultura popular e cultura pop A contracultura. O kitsch. A Pós-modernidade A ascensão do pós-modernismo. História do pós-modernismo. Pós-modernismo e artes literárias. Pós-modernismo e artes visuais. Pós-modernismo e música pop. Pós-modernismo e audiovisual. Sujeitos e objetos da nova cultura tecnológica O corpo ao centro de experimentações Arte e performance. Corpo e plataformas estéticas. (performances e mídia performances) Arte e vida cotidiana. Novos suportes. Estrapolações Arte coletiva e arte de participação: formas interativas Instalações ambientais e multimídia: espaços multisensoriais A rua e o “novo museu”. Sexualidade e afeto. Formas emergentes da arte e do discurso contemporâneo Pastiche. Paródia. Intertextualidade. Hipermídia/Hipertexto Tecnologia e subjetividade (Novas Identidades): O Indivíduo e as novas formas de realidade social.
  • 59.
    O jogo dasidentidades na arte contemporânea. Produção, recepção e Globalização e multiculturalismo. Feminismo. (Louise Bourgeois, Jana Sterbak, Janine Antonì) Movimentos culturais. Novos paradigmas Narrativas pós-modernas: tempo, espaço, fragmentação e linearidade – arte “videoclípica”. A crítica de arte no Brasil. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Apresentação e discussão de materiais iconográficos, trabalhos e seminários em equipe, leituras programadas, atendimento aos alunos e equipe. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Pesquisa, levantamento, apresentação e discussão de material iconográfico. Leitura programada e fichamento de textos pertinentes aos temas relacionados ao conteúdo programático. Fichamento de textos. Levantamento de material iconográfico, proposição de leitura e apresentação em sala Através de material iconográfico proposto pelo professor, o aluno analisará e discorrerá sobre o tema construindo um discurso pertinente. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Prova. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARGAN, Giulio. Arte moderna. São Paulo: Cia. das Letras, 1999. GIDDENS, A. As conseqüências da modernidade. São Paulo, Unesp, 1990. SANTAELLA, L. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BENJAMIN, W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, L. (org). Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. BORDIEU, P. As regras da Arte. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 1996. COUCHOT, E. Da representação à Simulação: Evolução das Técnicas e das Artes da Figuração. In Parente, A (org.), Imagem máquina. A Era das Tecnologias do Virtual. Rio De Janeiro: Ed. 34.
  • 60.
    FRANCASTEL, P. Artee Técnica. Lisboa, Editora Livros do Brasil, s/d. GOMES FILHO, J. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Ed. Escrituras, 2002. LEVY, P. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era da Informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. Levy. Pierre. O que é Virtual. São Paulo: Ed. 34. MICHELI, M. de. As Vanguardas Artísticas. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 2002. NEGROPONTE, N. A Vida Digital. São Paulo: Companhia da Letras, 1995. PEVSNER, N. Os Pioneiros do Desenho Moderno. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1980. SITES: http://www.mitpress.mit.edu/ - Massachussetts Institute of Tecnology – Journal of the International Society for Arts, sciences and technology. http://www.eca.usp.br - Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo http://www.polimi.it/it/ - Escola Politécnica de Milão.
  • 61.
    UNIARA Centro Universitáriode Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DE INTERAÇÃO 3 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Eduardo Pezutti Beletato dos Santos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL: Apresentar novas perspectivas das formas de interação humano-computador, focado em design interativo, visando facilitar a comunicação entre o homem e a máquina e ensinar para o aluno conceitos de navegação e interação em meios digitais, com ênfase na Internet. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Proporcionar aos alunos a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado ao design de interação. EMENTA: Abordar os comportamentos desenvolvidos, a inteligência em interações, a convergência dos produtos, sejam no espaço físico ou virtual. Busca-se conceber, avaliar, aperfeiçoara interação entre pessoas, artefatos e instituições incorporando conceitos das áreas de ergonomia, psicologia e engenharia cognitiva. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Fundamentos de design de interação Fatores humanos Estilos de interação Design centrado no usuário Prototipação Usabilidade Métodos e técnicas de avaliação Workshop de projetos de interação Workshop de análise de usabilidade Tendências do design de interação ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Palestra com profissionais da área Participação em eventos da área de design Exibição de vídeos de novos produtos disponíveis que possuem formas inovadoras de interação
  • 62.
    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃODA APRENDIZAGEM: Os critérios a serem adotados são assiduidade, interesse e desenvolvimento acadêmico e profissional de cada estudante. O modelo de avaliação contempla entregas de trabalhos individuais e coletivos e projetos coletivos. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Avaliação escrita e entrega de trabalhos individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. Design e avaliação de interfaces humano-computador. Campinas: NIED, 2003. Disponível em <http://eurydice.nied.unicamp.br/publicacoes/livros.php> . Acesso em 11 dez 2010. (A publicação em questão pode ser adquirida via download gratuito) PREECE, J., ROGERS, Y., SHARP, H. Design de Interação: além da interação humano- computador. Bookman, 2005. Nielsen, J.; Loranger H. Usabilidade na web - Projetando Websites com qualidade. Campus, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KRUG, Steve. Não me faça pensar:uma abordagem do bom senso à navegabilidade da WEB. São Paulo: Market Books, 2001. MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus, 2005. Oliveira Netto, A. A. IHC - Interação Humano Computador - Modelagem e Gerência de Interfaces com o Usuário. Visual Books, 2004. NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008. Gomes Filho, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. Ed. Escrituras, São Paulo, 2002.
  • 63.
    UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIODE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DISIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Filosofia e Linguagens Híbridas 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: DJAINE DAMIATI REZENDE CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL 40 02 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: 1. Estabelecer relações entre linguagem e pensamento. .2. Apresentar a idéia de uma episteme constituída por máquinas e sistemas de representação enquanto abstrações capazes de estruturar nossas experiências. 3. Propor a reflexão acerca do hibridismo característico da contemporaneidade no que diz respeito não só às linguagens, mas também à relação sujeito/objeto na ciência. 4. Discutir a existência de uma pós-humanidade, suas implicações e conseqüências no aspecto da linguagem. EMENTA: A abordagem matricial das linguagens enquanto forma de representação e constituição do humano, assim como das estruturas do pensamento simbólico. O relativismo histórico cultural das linguagens e suas implicações. Os conceitos de hibridismo, convergência, aceleração e desterritorialização. O entendimento da idéia do “entre” presente na contemporaneidade e seus reflexos nas linguagens. A cultura da convergência e os hibridismos entre arte e consumo, linguagens maquínico-humanas, primitivo e tecnológico e realidade e ficcionalidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Introdução: As matrizes da linguagem e do pensamento A produção de sentido O que constitui uma linguagem e como elas interagem entre si. Noção de signo e ícone. O que é a filosofia e os modos de pensar as linguagens. As linguagens no contemporâneo A cultura da convergência.. O hibridismo entre Arte e Consumo A idéia de remix na cultura pop Análise do texto: O mercado de Luxo na era do consumo emocional. Gilles Lipovetsky em ensaio para revista Época Luxo – Edição especial n.2 nov.2010 2.5 O entendimento do texto híbrido. Desenvolvimento de pesquisa e construção de texto híbrido sobre Lady Gaga. Análise desse mesmo texto com base nos conceitos desenvolvidos por Lipovetsky. O estruturalismo e a relativização das culturas e linguagens. Leitura e análise do texto: Crepúsculo dos Trópicos de Otávio Frias Filho sobre o estruturalismo e as contribuições de Claude Levi Strauss. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 100%
  • 64.
    Análise do FilmeAvatar com base nos conceitos desenvolvidos por Otávio Frias Filho. Os híbridos entre as linguagens Maquínicas e humanas Leitura do texto: Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. De Rosana Medeiros de Oliveira. Leitura em contraponto ao texto: Clive Thompson on gadgets that know how we fell , publicado na revista Wired novembro/2010. Exibição e análise do filme Matrix com base nos conceitos depreendidos dos textos ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Exibição e análise de filmes, textos, imagens, vídeos e obras de artemídia além de debates conceituais em sala de aula. CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Apresentação de seminários, avaliação da participação nos debates realizados em sala de aula. Análise de texto híbrido e produção de texto sobre a análise e reflexão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FRIAS. Otávio, Filho. Crepúsculo dos Trópicos. Disponível em: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-50/questoes-antropologicas/crepusculo-estruturalista-nos- tropicos. Acessado em 20/01/2011 FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010. JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008. OLIVEIRA, R. M. Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n1/a08v17n1.pdf. Acessado em 20/01/2011. SANTAELLA, L. Matrizes da linguagem e pensamento. Sonora, Visual, Verbal. São Paulo: Iluminuras, 2001. THOMPSON C. Gadgets that know how we feel. Disponível em: http://www.wired.com/magazine/2010/11/st_thompson_emotionalgadget. Acessado em 20 de janeiro de 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999. LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 6 reimpressão 1990/1998. SANTAELLA, L.. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura; São Paulo: Paulus, 2003. PARENTE. A. (org.) Imagem – máquina. A era das tecnologias do virtual. RJ: Editora 34, 1993. LIPOVETSKY, G. O mercado de luxo. Disponível em: http://matapurga.blogspot.com/2011/01/entrevista-gilles-lipovetsky-parte-i.html. Acessado em 21/01/2011.
  • 65.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Projeto Experimental para Design Digital II 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 2 160 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL: Auxiliar os alunos a elaborar projetos a partir do uso de conceitos relativos ao universo do designer digital, pela experimentação nas diferentes mídias, tecnologia e formas de design. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Fornecer ao aluno elementos teóricos e práticos para o desenvolvimento de seus projetos; Incentivar o desenvolvimento da capacidade de criatividade e análise critica de projeto; EMENTA: A disciplina irá acompanhar o planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de curso dos alunos. Para tanto, iremos trabalhar os conceitos adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro ano
  • 66.
    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Coleção deelementos: - Busca de diferentes fontes para inspiração da ideia inicial, tais como filmes, imagens e materiais físicos - Sessões de brainstorm Projeto conceitual: - Definição da área de desenvolvimento do projeto - Definição do projeto conceitual - Definição das etapas de desenvolvimento do projeto Desenvolvimento: - Desenvolvimento prático de cada uma das etapas pré-definidas, onde cada grupo irá utilizar os materiais/técnicas necessários ao desenvolvimento de seu projeto, trabalhando os conceitos já adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro ano Análise: - aplicação de técnicas de análise e avaliação, coerentemente com cada tipo de projeto em desenvolvimento, com o objetivo de analisar o que já foi desenvolvido, buscando as falhas existentes e o que ainda falta ser trabalhado Adaptação: - desenvolvimento das rotinas e materiais necessários para o melhoramento do que deve ser trabalhado no projeto Projeto final: - Apresentação do projeto final - Apresentação de um relatório técnico ou monografia contendo o objetivo, defesa do conceito do projeto, descrição do desenvolvimento, bem como uma análise final. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas, bem como a organização de material extra que possa servir de apoio ao desenvolvimento do projeto. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: Os alunos serão avaliados em diferentes aspectos, envolvendo a área teórica e prática: frequência nos encontros; participação no desenvolvimento dos projetos; desempenho na elaboração e apresentação das etapas do projeto. Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o docente responsável pela disciplina tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto, será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho. As notas serão calculadas da seguinte forma, com os respectivos pesos: F(2) + PA(2) + PI(6) ou PF(6) /10 Frequência do aluno nas aulas: F Participação do aluno nas atividades: PA Projetos Intermediários: PI Projeto Final: PF Sendo que o Projetos Intermediários serão avaliados nos 3 primeiros bimestres e Projeto Final será avaliado ao fim do 4º. Bimestre. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NO CICLO DE RECUPERAÇÃO: Entrega de relatório final com as adaptações necessárias, solicitadas pelos avaliadores do projeto.
  • 67.
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTELLS, Manuel.A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003. HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de Interfaces Multimídia, Dissertação de Mestrado, http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996. KRUG, Steve. Não Me faça Pensar – Usabilidade na Web – 2ºed. Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2008. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. ROYO, Javier. Design Digital. São Paulo: Edições Rosari, 2008 SANTAELLA, Lucia. Cultura Tecnológica e o corpo biocibernético. Margem (PUC/SP), São Paulo, v. 7, p. 33-44, 1999. VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LEVITT, Steven. Freakonomics: O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta.Rio de Janeiro:Editora Campus,2005. TANCER, Bill. Click: O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante. Rio de Janeiro:Globo,2009.
  • 68.
    UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIODE ARARAQUARA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DISIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO MÍDIAS DO CORPO 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: DJAINE DAMIATI REZENDE CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL 80 02 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Proporcionar reflexão acerca do corpo na contemporaneidade. Possibilitar o entendimento do corpo enquanto interface na relação com o mundo. Desenvolver um olhar crítico sobre a relação homem/máquina. Possibilitar a sistematização do pensamento e dos estudos do corpo sob o ponto de vista epistemológico. EMENTA: A idéia de corpo enquanto mediador da relação sujeito/objeto. A abordagem fenomenológica. O entendimento do corpo enquanto mídia de si mesmo sob a abordagem da teoria do Corpo-mídia. O pensamento sobre o corpo ao longo da história da ciência. Um breve traçado epistemológico. Um panorama do corpo/informação e as relações entre corpo e virtualidade. Diálogos e experimentações sobre corpo, interação e interfaces. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Introdução: A questão epistemológica do corpo. O pensamento das ciências Naturais O pensamento das ciências Humanas O pensamento das ciências Cognitivas O Pós-humano e o corpo enquanto recipiente de Informação. O corpo – Mediador das Relações entre o sujeito e o mundo O ponto de vista fenomenológico. A visão Estruturalista O corpo como criador e interpretador de linguagens. A teoria do Corpo-Mídia Códigos, as linguagens e metáforas do corpo O processo de cognição, propriocepção e motricidade DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 70% 30%
  • 69.
    O corpo enquantomídia de si mesmo Corpo e Virtualidade Corpos e códigos O processo de transdução ou a digitalização dos corpos Representação e Simulação A Genealogia do ciborgue O Adeus ao corpo Estruturas de interação Corpo/Máquina Conhecendo e pesquisando as interfaces e os modos de interação. Um pequeno apanhado histórico. Estudo das relações entre corpos e realidade virtual – Arte Virtual, Visorama, CAVEs. Conhecendo e pesquisando sobre corpos e realidade híbrida – Cinema 3D, instalações interativas, vídeo mapping, videogames com sensores de movimento e simuladores. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Visitas à exposições e espetáculos de dança. Dinâmicas e vivências corporais. Debates conceituais em sala de aula. CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Apresentação de seminários, avaliação da participação nos debates realizados em sala de aula. Apresentação de plano de projeto de arte digital com interação corporal. Análise de projeto de interação corporal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PARENTE. A. (org.) Imagem - Máquina. A era das tecnologias do virtual. RJ: Editora 34, 1993. HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992. JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008. OLIVEIRA, R. M. Tecnologia e subjetivação: a questão da agência. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n1/a08v17n1.pdf. Acessado em 20/01/2011. SANTAELLA, L.. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005. GRAU, Oliver. Arte Virtual. São Paulo: UNESP/SENAC. 2005. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  • 70.
    LÉVY, P. Oque é o virtual. Rio de Janeiro: Editora 34, 1996. NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008. PLAZA, J. Arte e interatividade: autor, obra, recepção. Disponível em: <http://www.cap.eca.usp.br/ars2/arteeinteratividade.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011.
  • 71.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Projeto Experimental para Design Digital II 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 2 160 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL: Auxiliar os alunos a elaborar projetos a partir do uso de conceitos relativos ao universo do designer digital, pela experimentação nas diferentes mídias, tecnologia e formas de design. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Fornecer ao aluno elementos teóricos e práticos para o desenvolvimento de seus projetos; Incentivar o desenvolvimento da capacidade de criatividade e análise critica de projeto; EMENTA: A disciplina irá acompanhar o planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de conclusão de curso dos alunos. Para tanto, iremos trabalhar os conceitos adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro ano
  • 72.
    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Coleção deelementos: - Busca de diferentes fontes para inspiração da ideia inicial, tais como filmes, imagens e materiais físicos - Sessões de brainstorm Projeto conceitual: - Definição da área de desenvolvimento do projeto - Definição do projeto conceitual - Definição das etapas de desenvolvimento do projeto Desenvolvimento: - Desenvolvimento prático de cada uma das etapas pré-definidas, onde cada grupo irá utilizar os materiais/técnicas necessários ao desenvolvimento de seu projeto, trabalhando os conceitos já adquiridos ao longo dos dois primeiros anos de estudo e em desenvolvimento no terceiro ano Análise: - aplicação de técnicas de análise e avaliação, coerentemente com cada tipo de projeto em desenvolvimento, com o objetivo de analisar o que já foi desenvolvido, buscando as falhas existentes e o que ainda falta ser trabalhado Adaptação: - desenvolvimento das rotinas e materiais necessários para o melhoramento do que deve ser trabalhado no projeto Projeto final: - Apresentação do projeto final - Apresentação de um relatório técnico ou monografia contendo o objetivo, defesa do conceito do projeto, descrição do desenvolvimento, bem como uma análise final. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas, bem como a organização de material extra que possa servir de apoio ao desenvolvimento do projeto. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: Os alunos serão avaliados em diferentes aspectos, envolvendo a área teórica e prática: frequência nos encontros; participação no desenvolvimento dos projetos; desempenho na elaboração e apresentação das etapas do projeto. Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o docente responsável pela disciplina tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto, será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho. As notas serão calculadas da seguinte forma, com os respectivos pesos: F(2) + PA(2) + PI(6) ou PF(6) /10 Frequência do aluno nas aulas: F Participação do aluno nas atividades: PA Projetos Intermediários: PI Projeto Final: PF Sendo que o Projetos Intermediários serão avaliados nos 3 primeiros bimestres e Projeto Final será avaliado ao fim do 4º. Bimestre. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NO CICLO DE RECUPERAÇÃO: Entrega de relatório final com as adaptações necessárias, solicitadas pelos avaliadores do projeto.
  • 73.
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTELLS, Manuel.A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003. HIRATSUKA, T. P. Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de Interfaces Multimídia, Dissertação de Mestrado, http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996. KRUG, Steve. Não Me faça Pensar – Usabilidade na Web – 2ºed. Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2008. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. ROYO, Javier. Design Digital. São Paulo: Edições Rosari, 2008 SANTAELLA, Lucia. Cultura Tecnológica e o corpo biocibernético. Margem (PUC/SP), São Paulo, v. 7, p. 33-44, 1999. VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LEVITT, Steven. Freakonomics: O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta.Rio de Janeiro:Editora Campus,2005. TANCER, Bill. Click: O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante. Rio de Janeiro:Globo,2009.
  • 74.
    U N IA R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Narrativas Audiovisuais 2 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TÉORICA 160 2 160 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Proporcionar ao aluno a experiência teórica e prática de desenvolvimento de produções a partir da investigação de características das narrativas tendo como base as inovações possibilitadas pelas tecnologias de ponta. EMENTA: “A narrativa é o enunciado em sua materialidade, o texto narrativo que se encarrega da história a ser contada (...) “ Jacques Aumont O Design é a alma das criações humanas – Steve Jobs Proporcionar aos alunos ferramentas para desenvolver produções no ambiente digital, para que reconheçam: Pretende-se explorar as possibilidades de linguagens narrativas pelas diferentes mídias de maneira interessante aos alunos, tais como: telenovelas, propagandas, games, ficção seriada e filmes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Definição do Conceito de Narrativa audiovisual; - Referencial Teórico Atual; - Estudo da evolução das mídias; - Análise das Principais Experiências; - Elaboração de Ciclo de Projetos; Apresentação do Curso Introdução ao conteúdo programático Narrativas Audiovisuais A estética das mídias hibridas: a nova percepção, migração de audiência, não linearidade, serialização, apropriação e transformação. Ficção Seriada Televisiva, Cinema.
  • 75.
    A Narrativa cinematográfica Alinguagem cinematográfica como ponto de partida para compreender as outras linguagens audiovisuais. O video interativo Entender como os vídeos se tornam interativos, as possibilidades exploradas pelos produtores, as funções do designer na confecção do projeto e da interface. Histórias em Rede A web e as narrativas que são criadas com base nas potencialidades do estar em rede, conectado. Narrativas Audiovisuais Móveis Abordar o design das narrativas para as mídias móveis. Mostrar a importância da miniaturização dos aparelhos, do acesso à internet banda larga via celular, as novas possibilidades oferecidas pela mobilidade, as diferenciações de design de blackberry e iphone. Mostrar as inovações da Apple e Android. Apresentar a noção de Marketplace. Ficção Seriada Televisiva Breve panorama histórico da televisão brasileira, os formatos televisivos, a evolução da mídia em direção aos tempos atuais, as contribuições para o campo de estudos. A Narrativa no Marketing Teoria» Apresentar as formas como a Publicidade e Propagando estão se apropriando das mídias interativas, sociais e tradicionais fazendo uso da narrativa transmídia. Integração entre a Marca/Produto e Narrativas Audiovisuais Game e Audiovisual Como as histórias estão sendo representadas nos games. O envolvimento do usuário nas narrativas representadas e vivenciadas nos games sociais. O videoclipe: narrativa ou plasticidade ? Compreender brevemente como os videoclipes podem se diferenciar em função das relações entre canção, narrativa e vídeo. Narrativas Coletivas Explorar as novas possibilidades de uso colaborativo/coletivo das mídias a partir do advento das tecnologias emergentes. Entender como algumas pessoas têm explorado o espaço urbano construindo histórias. Mídias Interativas As novas janelas de exibição, instalações, paredes interativas e outras possibilidades de construção de narrativas. O Futuro da Narrativa Transmídia e a Internet das Coisas A internet das coisas irá conectar todos os objetos que nos cercam Narrativas Transmidiáticas. Cultura da Convergência e a Experiência do Usuário. As produções
  • 76.
    transmídia e aspectotransdisciplinar: social, cultural, tecnológico e econômico. O produtor transmídia. Orientação e Apresentação de Projetos Intermediários e Trabalho Final ao longo do ano ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Manutenção de dialogo com alunos e acompanhamento das atividades desenvolvidas em rede social criada especificamente para essa disciplina, no link WWW.uniara.ning.com Ao final da disciplina, os alunos Irão elaborar um Relatório Técnico (RT) e Trabalho Final (TF) para avaliação. Ainda assim, todos os projetos intermediários (PI) desenvolvidos ao longo do ano serão avaliados. Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas a empresas do setor. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no contexto prático quanto no contexto teórico. Assim, no decorrer do curso, os alunos serão avaliados em diferentes aspectos: freqüência nos encontros participação nos projetos em andamento desempenho na elaboração e apresentação das etapas sequenciais do projeto participação do espaço virtual da disciplina, na plataforma NING Considerados esses aspectos, as notas serão sintetizadas através da fórmula: PA(3) + PI(3) + TF(2) + RT(2) /10 sendo: Participação do aluno nas atividades: PA Projetos Intermediários: PI Trabalho Final: TF Relatório Técnico: RT CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e ao final entregar os trabalhos sobre os temas abordados em sala de aula.
  • 77.
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BECHMANN PETERSEN,A. Internet and cross media productions: Case studies in two major Danish media organizations. Australian Journal of Emerging Technologies and Society, 4(2), 94-107, 2006. DINEHART, S. Thesis Paper, USC CNTV IMD 2006. Disponível em: http://interactive.usc.edu/members/edinehart/archives/006541.html. Acesso em: 01/01/2010. JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008. JOHNSON, D. "Intelligent Design or Godless Universe? The Creative Challenges of World Building and Franchise Development," Franchising Media Worlds: Content Networks and The Collaborative Production of Culture, PhD Dissertation, University of Wisconsin-Madison, 2009. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. REIS, C.; LOPES, A.C. Dicionário de teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1988. SCOLARI, C. (2008). Hipermediaciones. Elementos para una Teoría de la Comunicación Digital Interactiva. Barcelona: Gedisa. VALENCISE-GREGOLIN, M. Mídia e Cultura: Machinima, objeto da contemporaneidade. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNSTEIN, Mark. “Padrões do hipertexto”. In: Labirintos do pensamento contemporâneo, Lúcia Leão (ed.). São Paulo: Iluminuras – Fapesp, 2002. __________. “Jardins Prazeirosos”. In: Labirintos do pensamento contemporâneo, Lúcia Leão (ed.). São Paulo: Iluminuras – Fapesp, 2002. BOLTER, Jay David. “Topographic writing: hypertext and the electronic writing space” In: Hypermedia and literary studies, (George P. Landow e Paul Delany, eds.). Cambridge, MIT Press, 1990. DAMASCENO, Anielle. Webdesign: Teoria e Prática. Florianópolis: Visual Books, 2003. DIAS, C. 2001. Heurísticas para avaliação de usabilidade de portais corporativos. http://www.geocities.com/claudiaad/heuristicas_web.html. _____________. Recomendações para a acessibilidade do conteúdo da Web - 1.0. http://www.geocities.com/claudiaad/acessibilidade_web.html GARRAND, T. 1997. Writing for multimedia and the Web. Focal Press GORDON, Bob e GORDON, Maggie. O guia completo do design gráfico digital: a chave do designer gráfico para os novos media. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.(p.182- 195) (p.148 -149). GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do game à TV interativa. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003. __________. Roteiro para as Novas Mídias. XXVII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Junho de 2004. HARRISON, C. Visual Social Semiotics: Understanding How Still Images Make Meaning. In: http://www.candocareersolutions.com/publication/0553.pdf . Acesso:
  • 78.
    02/11/2003 HIRATSUKA, T. P.Contribuições da Ergonomia e do Design na Concepção de Interfaces Multimídia, Dissertação de Mestrado, http://www.eps.ufsc.br/disserta96/tei/index/index.htm.1996. HORTON, William. Designing and writing on-line documentation: Hypermedia for self- supporting products (2nd Ed). New York: John Wiley & Sons, 1994. KILIAN, C. Writing for the Web. Self-Counsel Press, 1999. KRESS, G.& VAN LEEUWEN, Theo. Reading Images: The Grammar of Visual Design. London: Routledge, 1996 (tradução in mimeo: Bressane, T.) LEÃO, Lúcia. O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço. São Paulo: Iluminuras, 2002. __________ (org.). Derivas: cartografias do ciberespaço. São Paulo: Annablume, 2005. __________ (org.). Cibercultura 2.0. São Paulo: U. N. Nojosa, 2003. LEMKE, J. Travels in Hypermodallity. City University of New York. In: http://www- personal.umich.edu/~jaylemke/papers/hypermodality/ Acesso: 02/11/2003 (tradução in mimeo: Bressane, T.) MACHADO, I. A. Gêneros no Contexto Digital. In: LEÃO, L. Interlab: Labirintos do Pensamento Contemporâneo. São Paulo: Iluminuras, 2002 MANOVICH, Lev. The language of new media. MIT Press, Cambridge, 2001. NIELSEN, J. Designing Web Usability: The Practice of Simplicity. Indiana: New Readers Publishing, 2000. __________ The AlertBox: Current issues in Web usability. http://www.useit.com/alertbox/ (24 Feb. 2000) PARIZOTTO, R. Guia de Estilos para Serviços de Informação em Ciência e Tecnologia. http://www.labiutil.inf.ufsc.br/estilo/Guia.htm, 1999. PETITOT, Jean. “Centrado/acentrado”. In: Enciclopédia Einaudi, v.13, Lógica – Combinatória. Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1998, pp. 336-93. SILVA, M. Interatividade: Uma Mudança no Esquema Clássico da Comunicação. In www.saladeaulainterativa.pro.br/texto_0009.htm, 2003. SLATIN, John M. Reading hypertext: Order and coherence in a new medium. College English, 52(8), 870-883, 1990. STANSBERRY, D. The Art of Interactive Writing and Design: content development for new media. Wadsworth Publishing Company, 1998. WATTERS, C. The Role of Genre in the Evolution of Interfaces for the Internet. Jodrey School of Computer Science, Acadia University, 1996. ZIELINSKI, Siegfried. “Arqueologia das mídias”. In: O Chip e o caledoscópio: estudos em novas mídias (Lucia Leão, org.). São Paulo, Editora SENAC, 2005.
  • 79.
    U N IA R A C e n t r o U n i v e r s i t á r i o d e A r a r a q u a r a DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE SEMESTRE SOUNDESIGN 3 x CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 02 40 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Oferecer base teórica para a compreensão da linguagem sonora como um sistema sígnico relacional e suas potencialidades. Ampliar as noções sobre a relação entre som e percepção humana por meio do entendimento de suas propriedades físicas e historicidade, possibilitando a reflexão e a visão crítica quanto seus usos. Apresentar possibilidades técnicas e referenciais práticos para o uso estratégico da linguagem sonora em aplicações do contexto digital. EMENTA: Uma potência entre a música e o design. Sons e imagens enquanto ondas sonoras e luminosas que se interconectam em um espaço vibrátil. Estudos acerca do novo signo do design, que passou a ser da ordem do virtual, da diversidade e da multiplicidade de relações entre todos os sentidos, sem forma nem lugar fixos. Explorar o espaço dessas novas relações feitas da mesma matéria: vibração, freqüência ativa, movimento.
  • 80.
    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução àprodução de sentido O paradigma das ciências cognitivas, sistemas sígnicos, matrizes da linguagem (sonora, visual e verbal), vococentrismo e verbocentrismo. 2. Som, ruído e silêncio Física e metafísica do som, antropologia do ruído, propriedades da linguagem sonora, fundamentos da percepção sonora, a psicoacústica, os modos de escuta, acusmática, paisagens sonoras, entre o acústico, o analógico e digital. Mídia e linguagem sonora O som no contexto audiovisual, cinema e hipermídia, o expectador como ouvinte, hierarquia e sincretismo das linguagens, sonoridade e convergência midiática, mobilidade, broadcast e selfcast, narrativas sonoras e interatividade. 5. Poéticas da Sonoridade Música, comunicação poética, poesia sonora e fonética, estéticas da transmissão. Manipulação de sons Técnicas de captação e edição de sons, pesquisa de softwares e equipamentos, formatos de gravação, estratégia e semântica do sonoro, ambientação, relação som, corpo e espaço, princípios da acústica. Projeto de finalização do curso Aplicação dos conceitos e técnicas apresentados em projeto prático. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MCLEISH, Robert. Produção de Rádio: Um guia abrangente de produção radiofônica. São Paulo: Summus. 2001 LEVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996 MCLUHAN, M.. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix,1979. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEFLEUR, M. L.. Teorias da comunicação de massa. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. PIGNATARI, Décio. Informação, Linguagem, Comunicação. São Paulo: Cultrix, 1991. ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005. BIBLIOGRAFIA ONLINE: PRIMO, Alex. Para além da emissão sonora: as interações no podcasting. Intexto, Porto Alegre, n. 13. 2005 Disponível em <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/podcasting.pdf> . Acesso em 08 dez 2010. CUBITT, S. Pigmaleão: silêncio, som e espaço. Disponível em <http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol12/vol12_seancubitt.htm>. Acesso em 08 dez 2010.
  • 82.
    A N EX O S 10.1. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso Bacharelado em Design com habilitação em Design Digital Capítulo I - Das disposições preliminares Artigo 1º - O presente regulamento tem como finalidade normatizar as atividades relativas à elaboração e execução do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, do currículo pleno do curso de Bacharelado em Design com Habilitação em Design Digital do Centro Universitário de Araraquara – UNIARA. Artigo 2º - O TCC é uma atividade obrigatória, a ser desenvolvida individualmente ou em grupo, de acordo com cada modalidade especificada no Capítulo IX deste regulamento. Parágrafo primeiro – A carga horária mínima prevista para o TCC do curso de Design Digital é de 160 horas, incluídas as horas destinadas à orientação, que devem ser distribuídas ao longo do ano letivo. Artigo 3º - O TCC deve observar critérios científicos e profissionais em sua execução, revelando competência técnica e nível de conhecimento compatíveis com as exigências do mercado de trabalho, bem como a responsabilidade social do futuro profissional. Parágrafo primeiro – Os estágios não supervisionados (ou quaisquer outras experiências profissionais) realizados pelo aluno no decorrer do curso poderão servir como objeto de estudo para a elaboração do TCC, desde que: - tenham possuído uma carga horária mínima igual ou superior a 160 horas. A carga horária deve ser devidamente comprovada pela empresa ou instituição concedente; - o professor responsável pela orientação do TCC aceite o estágio ou experiência profissional. O aceite deve estar condicionado à relevância do trabalho realizado em relação ao curso. Artigo 4º - O professor(a) responsável pela disciplina da 3ª série Projeto Experimental em Design Digital II é o(a) coordenador(a) das atividades necessárias para a execução dos TCC e compartilha a responsabilidade pelo desenvolvimento dos referidos trabalhos com os professores(as) orientadores(as) dos projetos e o professor(a) que ministra a disciplina da 3ª série Metodologia de Projeto para Design Digital II.
  • 83.
    Capítulo II -Das Atribuições da Coordenação do Curso de Design Digital Artigo 5º - Compete à coordenação do curso de Design Digital analisar, aprovar e encaminhar ao Departamento de Ciências Humanas e Sociais as alterações deste regulamento. Parágrafo primeiro – Compete à coordenação do curso indicar anualmente um professor do curso de Design Digital para exercer a função de coordenador dos TCC, como docente responsável pela disciplina “Projeto Experimental em Design Digital II”. Capítulo III - Das Atribuições do Colegiado do Curso de Design Digital Artigo 6º - Compete ao Colegiado do curso de Design Digital: Analisar, em grau de recurso, as questões pertinentes aos TCCs; Resolver casos omissos neste regulamento e interpretar seus dispositivos; Tomar, em primeira instância, todas as decisões e medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste regulamento; Solicitar mudanças e a inclusão de melhorias a este regulamento. Capítulo IV - Das Atribuições da Coordenação dos Trabalhos de Conclusão de Curso - TCC Artigo 7º - Cabe à coordenação dos TCC: - tomar, no âmbito da sua competência, todas as medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste regulamento; - elaborar e publicar o Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso anualmente. O Cronograma Geral estabelece os prazos para todas as fases dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dentre elas: • Atribuição de Orientadores aos Alunos; • Entrega das propostas dos TCC, denominadas “pré-projeto”; • Exame de Qualificação; • Entrega dos trabalhos para os exames de defesa do TCC; • Definição das Bancas Examinadoras dos TCC; • Exames de defesa dos TCC. - disponibilizar horário de atendimento específico aos alunos e professores para acompanhamento do desenvolvimento dos TCC. Parágrafo primeiro – o horário de atendimento deve ser compatível com o horário em que o curso é oferecido (noturno).
  • 84.
    - gerenciar aoferta de meios e infraestrutura necessários ao desenvolvimento das atividades dos TCC, tomando providências cabíveis que assegurem a conclusão dos TCC no prazo pré-determinado; - convocar, sempre que necessário, reuniões com os professores orientadores e alunos da última série do curso de Design Digital; - indicar professores orientadores para os alunos da última série que não conseguiram fazê-lo sozinhos; - manter atualizado o arquivo com os TCC em desenvolvimento; - providenciar o encaminhamento dos TCC concluídos à Biblioteca do Centro Universitário de Araraquara – UNIARA. Capítulo V - Das Atribuições e Deveres dos Professores Orientadores Artigo 8º - O TCC é desenvolvido sob a orientação de um professor do curso de Design Digital que ministre disciplinas pertencentes ao núcleo profissionalizante ou ao núcleo específico e que tenha interesse e/ou identidade com o tema proposto pelo aluno. Parágrafo primeiro – ao assinar a proposta de estudo, ou seja, o pré- projeto do aluno, o professor aceita formalmente a orientação. Parágrafo segundo – o encaminhamento de um TCC em desenvolvimento sob orientação de um docente a outro docente só é permitido após o devido aceite por parte do docente que estiver assumindo a orientação do trabalho e após a consulta e a aprovação da coordenação dos TCC. Artigo 9º - Além dos orientadores, que têm a responsabilidade de acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, todo aluno pode recorrer à co- orientação de outros professores da instituição e/ou de profissionais em atuação no mercado, com a devida anuência do orientador do trabalho. Artigo 10º - Cabe ao professor orientador as seguintes atribuições específicas: - participar das reuniões convocadas pela coordenação dos TCC; - atender seus orientandos (alunos) em datas e horários previamente fixados e devidamente comunicados à coordenação dos TCC; - cumprir as atribuições decorrentes da atividade de orientação, procedendo de forma responsável e adequada a este regulamento, oferecendo ao aluno o suporte teórico-metodológico necessário ao desenvolvimento do seu trabalho e dele exigindo a dedicação e a disciplina necessária para a execução do trabalho acadêmico;
  • 85.
    - estar àdisposição para compor as bancas examinadoras dos TCC quando convocado pela coordenação dos TCC; - cumprir e fazer cumprir este regulamento. Capítulo VI - Das Atribuições e Deveres dos Alunos em Fase de Realização do TCC Artigo 11º – É considerado aluno em fase de realização do TCC todo aquele regularmente matriculado na última série do curso de Design Digital. Artigo 12º – O aluno é responsável pela elaboração e desenvolvimento do seu TCC. Parágrafo único - Mesmo que a responsabilidade pelo TCC seja integralmente do aluno, o professor não deve ser eximido do bom desempenho das suas obrigações, dentro das normas estabelecidas por este regulamento. Artigo 13º – São deveres do aluno em fase de elaboração do TCC: - indicar o tema e o(s) orientador(es) escolhidos, de acordo com as datas divulgadas anualmente no Cronograma Geral do TCC; - solicitar à coordenação dos TCC a indicação de um docente para realizar a orientação do seu trabalho, caso o aluno não tenha conseguido um orientador por si só; - comparecer regularmente às reuniões de orientação em datas e horários previamente estabelecidos de comum acordo com o orientador e devidamente comunicados à coordenação dos TCC; - participar das reuniões convocadas pela coordenação dos TCC; - justificar por escrito as eventuais faltas às reuniões de orientação e/ou de coordenação dos TCC; - cumprir este regulamento, bem como os prazos estabelecidos no Cronograma Geral dos TCC; - desenvolver e entregar todos os materiais solicitados pelo orientador e/ou pela coordenação dos TCC previstos nas normas expressas neste regulamento, observando rigorosamente as providências solicitadas pelo orientador e/ou pela banca examinadora; - comparecer ao exame de defesa do TCC em dia, horário e local previamente determinados no Cronograma Geral dos TCC; - Fazer cumprir este regulamento. Capítulo VII - Da Proposta do TCC Artigo 14º – A proposta do TCC (pré-projeto) deverá obedecer ao roteiro estabelecido pela coordenação do TCC, e deve ser desenvolvida de maneira
  • 86.
    integrada às disciplinasProjeto Experimental em Design Digital II e Metodologia de Projeto para Design Digital II. Parágrafo único – A nota do pré-projeto será lançada como base da nota de 1º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II e Metodologia de Projeto para Design Digital II. Artigo 15º – A proposta do TCC deve ser entregue à coordenação dos TCC até a data especificada pelo Calendário Geral, em duas vias assinadas pelo aluno e pelo orientador responsável. Artigo 16º – Estando aprovada a proposta do TCC, a mudança de tema só é permitida mediante a elaboração de um novo projeto nos termos desse regulamento, atendidas as seguintes condições: - ocorrência da mudança dentro do prazo estabelecido pela coordenação dos TCC; - aprovação do professor orientador; - concordância do professor orientador em continuar com a orientação ou a concordância expressa de outro orientador em substituí-lo; - aprovação do coordenador dos TCC. Parágrafo único – Mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto serão permitidas a qualquer tempo, desde que sejam autorizadas pelo orientador. Capítulo VIII – Do Exame de Qualificação Artigo 17º - O Exame de Qualificação tem como objetivo avaliar o TCC em andamento, apresentado em forma de Relatório de Qualificação. Artigo 18º - O relatório, objeto de exame da Qualificação, deve ser entregue pelo aluno ou grupo em três cópias, mediante inscrição junto à Coordenação de TCC, sendo: I. A primeira cópia endereçada ao(a) orientador(a); II. A segunda ao(a) professor(a) que coordena a disciplina Projeto Experimental em Design Digital II. III. A terceira ao(a) professor(a) que coordena a disciplina Metodologia de Projeto para Design Digital II. Artigo 19º – Na Qualificação são atribuídas notas de zero a dez ao trabalho do(a) aluno(a), ou grupo, que entregar o Relatório de Qualificação. Parágrafo primeiro – O(A) aluno(a) ou grupo que não apresentar o Relatório de Qualificação se exclui do processo de elaboração do TCC e, portanto, é automaticamente reprovado nas disciplinas Projeto Experimental em Design
  • 87.
    Digital II eMetodologia de Projeto para Design Digital II, que só poderão ser cursadas no ano subseqüente. Parágrafo segundo - Os orientadores e coordenadores(as) das referidas disciplinas podem atribuir notas distintas e individualizadas aos alunos componentes de um mesmo grupo, de acordo com o envolvimento de cada um na execução do trabalho. Parágrafo terceiro – A nota do Exame de Qualificação será lançada como base da nota de 3º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II e Metodologia de Projeto para Design Digital II. Artigo 20º - Os problemas e/ou conflitos do/no grupo devem ser resolvidos pelo/no grupo. Parágrafo único - Casos excepcionais podem ser encaminhados ao(a) orientador(a) que tem autoridade e autonomia para decidir a melhor forma de resolução do conflito, podendo desligar do grupo o aluno incompatibilizado, que passa a realizar seu trabalho individualmente, de acordo com as modalidades, formatos previstos no capítulo IX, a partir do desligamento. Os membros remanescentes do grupo continuam a desenvolver o projeto experimental em andamento. Capítulo IX – Modalidades e Formatos admitidos para o Trabalho de Conclusão de Curso Artigo 21º – As modalidades admitidas para o TCC são: - Monografia; - Trabalho de Iniciação Científica; - Projetos centrados em área teórico-prática ou de formação profissional, acompanhados de relatórios. Artigo 22º - O formato dos trabalhos na modalidade Monografia devem se enquadrar nos seguintes critérios: - a monografia deverá ser elaborada considerando-se a estrutura e os critérios técnicos estabelecidos pelas normas ABNT. Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para a apresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa, metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronograma de sua execução. - a partir da monografia, o aluno poderá elaborar um artigo acadêmico e submetê-lo à publicação em revista especializada.
  • 88.
    Artigo 23º -O formato dos trabalhos na modalidade Iniciação Científica devem se enquadrar nos seguintes critérios: - o relatório de iniciação científica deverá ser elaborado considerando-se a estrutura e os critérios técnicos estabelecidos pelas normas ABNT. - Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para a apresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa, metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronograma de sua execução. - a partir do relatório, o aluno poderá elaborar um artigo acadêmico e submetê-lo à publicação em revista especializada. Artigo 24º - O formato dos trabalhos na modalidade Projetos centrados em área teórico-prática ou de formação profissional devem se enquadrar nos seguintes temas: - interface gráfica e design de interação para produtos digitais, tais como softwares, games, aplicativos para internet, dispositivos móveis e TV digital; - interface gráfica e programação visual, tais como revistas, embalagens e catálogos; campanhas de divulgação, sinalização, identidade visual e corporativa, podendo conter ilustrações e trabalho fotográfico; - vídeos, tais como produção de vinheta, vídeo clipe, vídeo experimental, cinema interativo e animação; - ambientes e instalações artísticas. Parágrafo primeiro: temas não previstos neste regulamento podem ser encaminhados à Coordenação dos TCC, que deverá convocar o Colegiado do Curso para emitir um parecer, desde que esteja dentro do Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso. - O relatório do Projeto centrado em área teórico-prática ou de formação profissional deverá ser elaborado considerando-se a estrutura e os critérios técnicos estabelecidos pela norma ABNT. Parágrafo-único – Os itens mínimos que devem ser elaborados para a apresentação no exame de qualificação são: resumo, objetivos, justificativa, metodologia, síntese da bibliografia fundamental, plano de trabalho e cronograma de sua execução. - A partir do relatório, o aluno ou grupo poderá elaborar um artigo acadêmico e submetê-lo à publicação em revista especializada.
  • 89.
    Artigo 25º -Casos em que a proposta se enquadre em duas ou mais modalidades devem ser encaminhados à Coordenação dos TCC, que deverá convocar o Colegiado do Curso para emitir um parecer, desde que esteja dentro do Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Artigo 26º - O TCC pode ser desenvolvido individualmente ou em grupo, obedecendo aos seguintes limites: - Monografia: individualmente - Trabalho de Iniciação Científica: individualmente - Projetos centrados em área teórico-prática ou de formação profissional, acompanhados de relatórios: individualmente ou em grupos de até três alunos. Artigo 27º - Não são permitidas alterações de temas e transferências de alunos para outros grupos, após a inscrição dos projetos, conforme o Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Artigo 28º – O aluno ou grupo deve elaborar o TCC de acordo com este regulamento levando em consideração as orientações do seu professor orientador. Parágrafo-único – É de obrigação do aluno ou grupo entregar no mínimo três cópias de seu TCC para serem disponibilizadas aos membros da banca examinadora em data especificada no Cronograma Geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Capítulo X - Da Banca Examinadora e das Sessões de Apresentação e Arguição Artigo 29º – O TCC será apresentado pelo aluno perante as bancas examinadoras. A composição das bancas será definida pelo orientador e aprovada pelo coordenador de TCC do curso de Design Digital. Parágrafo primeiro - Para a defesa, a banca será composta pelo professor orientador, que a preside, e por outros dois membros, sendo um deles um professor da instituição, podendo o terceiro membro ser convidado de outra instituição, mediante indicação do professor orientador e aprovação do coordenador de TCC.
  • 90.
    Parágrafo segundo –Quando da designação das bancas examinadoras, também deverá ser indicado um membro suplente encarregado de substituir quaisquer dos titulares em caso de impedimento. Artigo 30º – As sessões de apresentação serão divididas em 3 partes: Apresentação inicial do trabalho: o aluno terá um prazo máximo de 20 (vinte) minutos para apresentar o seu trabalho. Argüição: cada componente da banca examinadora terá 15 (quinze) minutos para perguntas, que deverão ser respondidas pelo autor. Conclusão: cada elemento da banca terá 5 (cinco) minutos para comentários finais sobre o trabalho. Capítulo XI - Da defesa do Trabalho de Conclusão de Curso Artigo 31º – Ao término das datas limite para a entrega das cópias dos TCC, a coordenação dos TCC deverá divulgar a composição das bancas examinadoras, os horários e as salas destinadas às apresentações. Artigo 32º – A atribuição da nota do exame de defesa do TCC se dará após o encerramento da etapa de arguição final, obedecendo ao sistema de notas individuais por examinador e deverá ser composta pela média aritmética das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora. Artigo 33º - É obrigatória a participação de todos os componentes do grupo na apresentação. Mesmo fazendo parte da apresentação oral, propriamente dita, alguns têm a obrigatoriedade de participar como apoio (projetar slides, som, expor peças à banca examinadora, etc.). Todos os membros dos grupos são obrigados a subir ao palco e responder as perguntas formuladas pela banca, independente do cargo que ocupam. O não comparecimento de 1 (um) ou mais alunos na apresentação do trabalho, implica na reprovação automática dos ausentes, exceto prévia autorização da Coordenadora do Curso. Artigo 34º – A banca examinadora, por maioria, pode sugerir ao aluno ou grupo que corrija seu TCC. Parágrafo primeiro – O prazo para entrega do TCC corrigido é de no máximo 20 dias corridos; Parágrafo segundo – Quando as cópias do TCC forem entregues (já com as alterações realizadas), o orientador deverá emitir um parecer final. Artigo 35º – A avaliação final, assinada por todos os membros da banca examinadora, deverá ser registrada em documento específico a ser arquivado na coordenadoria do curso.
  • 91.
    Parágrafo primeiro –Para aprovação, o aluno deverá obter nota final igual ou superior a 6 (seis). Parágrafo segundo – A nota do Exame de Defesa será lançada como base da nota de 4º Bimestre para as disciplinas Projeto Experimental em Design Digital II e Metodologia de Projeto para Design Digital II. CAPÍTULO XII – Critérios de Avaliação. Artigo 36º – O projeto será avaliado e para aprovação será emitida uma única nota após defesa em Banca Examinadora. A nota será composta pelos seguintes critérios: - Desenvolvimento do grupo - Desenvolvimento do aluno Dentro desses critérios serão avaliados: - Entregas das partes nos prazos determinados. - Participação nas orientações com empenho na discussão do tema. - Presença. - Conteúdo do Projeto de acordo com as orientações. - Conceito do Projeto. - Qualidade da Produção. Apresentação impressa: utilização das normas do projeto e normas da ABNT. Apresentação oral: domínio do conteúdo, oratória. Capítulo XIII - Da Entrega da Versão Definitiva do Trabalho de Conclusão de Curso Artigo 37º – A versão definitiva do TCC deve ser entregue em DVD acompanhado de relatório impresso. No caso de monografia e relatório de iniciação científica, deve ser encadernada em capa dura azul royal com letras douradas. A folha de aprovação deve ser colocada logo após a capa do trabalho. A versão final deve ser entregue à coordenação dos TCC. Artigo 38º – A aprovação da versão definitiva do TCC é requisito para a conclusão do curso. Artigo 39º – Não sendo aprovado nos termos deste regulamento, o aluno deverá repetir o trabalho, observando obrigatoriamente o limite máximo estabelecido para a integralização do curso de graduação em Design Digital. Capítulo XIV - Das Disposições Transitórias
  • 92.
    Artigo 40º –Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo CONSEPE.
  • 93.
    10.2. Regulamento dasatividades complementares do curso DA ESPECIFICAÇÃO DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR 1º) Será considerada ATIVIDADE COMPLEMENTAR, a atividade desenvolvida fora do âmbito do conteúdo programático das disciplinas, devendo o cômputo de horas ser requerido e comprovado pelo aluno através de documentação abaixo especificada; 2º) As seguintes atividades caracterizam-se como ATIVIDADE COMPLEMENTAR, com as correspondentes cargas horárias: a) Participação em eventos internos e externos, tais como semanas acadêmicas, congressos e seminários: total de horas atestado em certificados ou declarações; ou até 20 horas nos casos em que a carga horária não é registrada nos certificados e declarações; b) Participação em palestras e conferências: 4 horas; c) Participação em cursos de extensão e/ou atualização acadêmica e profissional: total de horas atestado no certificado ou declaração; d) Participação em atividades extracurriculares internas como feiras, organização de eventos: até 16 horas; e) Estágios internos e externos realizados: no máximo 260 horas; f) Atividades de iniciação científica e pesquisa: no máximo 20 horas semanais; g) Participação em órgãos colegiados, tais como Colegiado de Curso e Colegiado de Representantes de Classe: 2 horas semanais; h) Monitoria: 6 horas semanais. DA COMPROVAÇÃO E REGISTRO DE HORAS DA ATIVIDADE COMPLEMENTAR 3º) AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES deverão ser comprovadas pelo ALUNO, de acordo com o seguinte procedimento: a) O ALUNO deve entregar à Coordenação de Curso o Relatório de Atividades Complementares (ANEXO I), no qual devem estar relacionadas todas as atividades desenvolvidas durante aquele ano. b) Junto ao Relatório deverão ser anexadas fotocópias de certificados, declarações e contratos de estágio que comprovem as Atividades Extracurriculares desenvolvidas e relacionadas; 4º) A comprovação da ATIVIDADE COMPLEMENTAR registrada no Relatório deve ser feita através dos seguintes documentos:
  • 94.
    a) Fotocópia decertificados e declarações nos casos de participação em eventos internos e externos, tais como semanas acadêmicas, congressos, seminários, palestras, feiras, cursos de extensão e/ou atualização acadêmica e profissional; b) Fotocópia do Acordo de Estágio assinado entre a instituição fornecedora do estágio, a Uniara; c) Relatório de pesquisa, acompanhado de declaração do professor orientador da pesquisa atestando o número de horas dedicadas à atividade no caso de atividades de iniciação científica e pesquisa; d) Declaração do professor orientador da monitoria atestando o número de horas dedicadas à atividade de Monitoria; e) Declaração do coordenador do curso e presidente do Colegiado atestando o número de horas dedicadas à atividade de participação em órgãos colegiados, tais como Colegiado de Curso e Colegiado de Representantes de Classe: 5º) É responsabilidade do aluno controlar o número de horas de Atividades Complementares e acompanhar se o registro das mesmas está sendo procedido, de forma a integralizar até o término do curso o total de horas determinadas. DISPOSIÇÕES FINAIS 6º) Cada aluno deve executar e comprovar 240 horas de Atividades Complementares 7º) Em caso de dúvidas, caberá ao Colegiado de Curso dar o parecer final sobre o cômputo das Atividades Complementares.
  • 95.
    10.3. Formulário deAtividade Complementar CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA - UNIARA FORMULÁRIO PARA REGISTRO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR Nome do aluno: Código: Curso: Design Digital Série: Descrição Local Período Carga Horária CARGA HORÁRIA TOTAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ________________________________________ ASSINATURA DO ALUNO ________________________________________ ASSINATURA DO COORDENADOR REGISTRO ACADÊMICO Protocolo Interno N.º : _______________ Data : ______/___/_____ Funcionário