Por Adriana   Granado
Foi muito interessante hoje eu ter lido
sobre “Planners não esperam Brief.
Cavam!”no O Melhor do Marketing e
simplesmente adorei!
Ao terminar de ler a matéria comecei a rir, no bom
sentido, claro!
Porque ao voltar a quase duas décadas em minha
carreira profissional, descobri que eu era “Planner” no
amplo sentido da palavra e não sabia!
Minha formação básica é economia e por constatar o
que conto abaixo, resolvi fazer pós-graduação em
Marketing e a mesma foi feita com muito “louvor”.
O bom Planner tem que descobrir através de
pesquisas, qual a real necessidade do cliente e outra,
muita das vezes nem ele sabe que as possui. Assim,
este deve ficar “antenado” nas mudanças constantes,
principalmente as tecnológicas.

Diante do conceito “Planner”, me recordei à forma
como fazíamos análises de Crédito, na Pessoa Física e
Jurídica, bem como em Balanços e Demonstrativos de
Resultados em Instituições Financeiras, para
concessão de crédito. Leram bem? Eu disse crédito...
Sabem como eram feitas estas análises?

Bom! A análise de crédito na Pessoa Física, era baseada em
questionamentos como:

Renda do Cliente, Despesas fixas, Lazer, Férias (onde passavam as suas
férias), Números de casamentos e filhos (por causa de pensão alimentícia),
Automóvel, Se tinha seguro de auto, de Vida e Previdência Privada,
Investimentos (se conservador, misto ou agressivo), Qual a profissão, Se
casa própria ou não, Levantamento de notícias sobre a empresa em que
trabalhava ou do negócio próprio, Quem eram seus principais
Concorrentes, Fornecedores, Prazo de recebimento, Qual o setor de
atuação, Através de índices retirados dos números do Balanço e
Demonstrativos de Resultados determinava-se como a empresa se situava
no setor. Ao levantarmos estes dados, era gerado um resultado numérico
que demonstrava a capacidade de pagamento do Cliente.
Logo depois, fui Gerente de Contas e de Agência.
Peguei momentos em que o mercado estava um caos.
Bancos se utilizando de créditos do Banco Central
direto. Podia-se prever o que acabou ocorrendo,
fusões, vendas, compras e o desaparecimento de
várias instituições.
Desta forma, as instituições que sobreviveram,
passaram por estruturações internas. Departamentos
em duplicidade, óbvio, foram extintos, escolha de
nova diretoria, enfim é um processo meio que
demorado.
Nós Gerentes de Agências, tivemos que usar de muita
criatividade para não perder nossos clientes, para outras
instituições.
Muitos bancos se aproveitaram desta situação e começaram a
cair como “vampiros” em nossos clientes.
Nesta época, eu atuava no Centro Empresarial e junto com
minha equipe “inventamos, Co criamos”, estratégias para
Retenção, Manutenção e Prospecção de Clientes. Sentimos a
real necessidade de conhecer nossos concorrentes diretos, pois
o Centro Empresarial é uma mini cidade.
Tivemos contato com a equipe de cada instituição existente
na mesma e conhecemos seus produtos, serviços, forma de
atendimento etc.
Diante de tantos dados, nós reinventamos nossa agência.
Estudamos em conjunto cada produto, serviços e os
benefícios dos mesmos em relação ao da concorrência.
Previdência Privada passou a ser o “xodó” dos executivos,
porque poucos conheciam o produto e não sabiam como
vendê-lo.
Redistribuí as carteiras de clientes para os gerentes,
conforme as características de cada um deles e assim
aconteceu a segmentação.
Enfim, o Planner tem que cavar a necessidade do cliente
 entendendo a fundo o que ele deseja e apresentar a solução
 rapidamente. O mundo não para!

 Vocês sabiam que já existe segmentação de clientes nas
 Redes Socias? Esta será nossa próxima “proza”.
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Planner

  • 1.
    Por Adriana Granado
  • 2.
    Foi muito interessantehoje eu ter lido sobre “Planners não esperam Brief. Cavam!”no O Melhor do Marketing e simplesmente adorei!
  • 3.
    Ao terminar deler a matéria comecei a rir, no bom sentido, claro! Porque ao voltar a quase duas décadas em minha carreira profissional, descobri que eu era “Planner” no amplo sentido da palavra e não sabia! Minha formação básica é economia e por constatar o que conto abaixo, resolvi fazer pós-graduação em Marketing e a mesma foi feita com muito “louvor”.
  • 4.
    O bom Plannertem que descobrir através de pesquisas, qual a real necessidade do cliente e outra, muita das vezes nem ele sabe que as possui. Assim, este deve ficar “antenado” nas mudanças constantes, principalmente as tecnológicas. Diante do conceito “Planner”, me recordei à forma como fazíamos análises de Crédito, na Pessoa Física e Jurídica, bem como em Balanços e Demonstrativos de Resultados em Instituições Financeiras, para concessão de crédito. Leram bem? Eu disse crédito...
  • 5.
    Sabem como eramfeitas estas análises? Bom! A análise de crédito na Pessoa Física, era baseada em questionamentos como: Renda do Cliente, Despesas fixas, Lazer, Férias (onde passavam as suas férias), Números de casamentos e filhos (por causa de pensão alimentícia), Automóvel, Se tinha seguro de auto, de Vida e Previdência Privada, Investimentos (se conservador, misto ou agressivo), Qual a profissão, Se casa própria ou não, Levantamento de notícias sobre a empresa em que trabalhava ou do negócio próprio, Quem eram seus principais Concorrentes, Fornecedores, Prazo de recebimento, Qual o setor de atuação, Através de índices retirados dos números do Balanço e Demonstrativos de Resultados determinava-se como a empresa se situava no setor. Ao levantarmos estes dados, era gerado um resultado numérico que demonstrava a capacidade de pagamento do Cliente.
  • 6.
    Logo depois, fuiGerente de Contas e de Agência. Peguei momentos em que o mercado estava um caos. Bancos se utilizando de créditos do Banco Central direto. Podia-se prever o que acabou ocorrendo, fusões, vendas, compras e o desaparecimento de várias instituições. Desta forma, as instituições que sobreviveram, passaram por estruturações internas. Departamentos em duplicidade, óbvio, foram extintos, escolha de nova diretoria, enfim é um processo meio que demorado.
  • 7.
    Nós Gerentes deAgências, tivemos que usar de muita criatividade para não perder nossos clientes, para outras instituições. Muitos bancos se aproveitaram desta situação e começaram a cair como “vampiros” em nossos clientes. Nesta época, eu atuava no Centro Empresarial e junto com minha equipe “inventamos, Co criamos”, estratégias para Retenção, Manutenção e Prospecção de Clientes. Sentimos a real necessidade de conhecer nossos concorrentes diretos, pois o Centro Empresarial é uma mini cidade.
  • 8.
    Tivemos contato coma equipe de cada instituição existente na mesma e conhecemos seus produtos, serviços, forma de atendimento etc. Diante de tantos dados, nós reinventamos nossa agência. Estudamos em conjunto cada produto, serviços e os benefícios dos mesmos em relação ao da concorrência. Previdência Privada passou a ser o “xodó” dos executivos, porque poucos conheciam o produto e não sabiam como vendê-lo. Redistribuí as carteiras de clientes para os gerentes, conforme as características de cada um deles e assim aconteceu a segmentação.
  • 9.
    Enfim, o Plannertem que cavar a necessidade do cliente entendendo a fundo o que ele deseja e apresentar a solução rapidamente. O mundo não para! Vocês sabiam que já existe segmentação de clientes nas Redes Socias? Esta será nossa próxima “proza”. Skype: adriana.granado2 E-mail: victor59@globo.com Linkedin: http://www.linkedin.com/pub/adriana-granado/7/b32/593 Facebook: https://www.facebook.com/adriana.granado1 Twitter: http://twitter.com/#!/AdriGranado Blog: http://adrianagranado.blogspot.com/ SlideShare: Adriana_Granado Youtube: AG Marketing Digital & Off Line Adriana Granado