Linhas de crédito para
Agricultura de
Baixo
Carbono
Banco do Brasil e o Agronegócio no MS

  82,3% do Crédito Rural e Agroindustrial; no Brasil: 64,9%

  R$ 2,29 bilhões aplicados na safra 2011/2012

  Carteira Rural: R$ 3,66 bilhões (dez/2011)

  6.500 clientes AGROempresários; no Brasil: 70.240

  18 mil clientes Agricultores Familiares; no Brasil: 1,44 mil

  84 agências operadoras

  Mais de 1.500 funcionários
O PROGRAMA ABC
no Banco do Brasil

Breve Histórico
Lei 12.187 e
                                   Decreto 7.390 (PNMC)


                   Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação



Desmatamento   Desmatamento                            Eficiência        Carvão na        Outros
  Amazônia        Cerrado          Agricultura         Energética        Siderurgia   Planos Setoriais




                              1. Recuperação de Pastagens Degradadas
                              2. Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF)
                              3. Sistema de Plantio Direto (SPD)
                              4. Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN)
                              5. Florestas Plantadas
                              6. Tratamento de Resíduos Animais
O Programa ABC (2010)


 •   Programa lançado na safra 2010/2011

 •   Dotação do Programa: R$ 2 bilhões

 •   Fonte de Recursos: BNDES

 •   Pouca procura pelo crédito

 •   Poucas operações em todo o Sistema Nacional
     de Crédito Rural
Problemas / Dificuldades Identificados

 •   Desconhecimento da existência da linha de crédito por
     parte dos produtores e técnicos;

 •   Desconhecimento      de     algumas   das   tecnologias
     difundidas pelo programa;

 •   Ausência de capacitação por parte dos técnicos para
     adoção das tecnologias difundidas pelo programa;

 •   Ausência de capacitação por parte dos técnicos na
     elaboração de projetos que atendam as exigências do
     Programa;
Problemas / Dificuldades Identificados    (continuação)




 •   Mudança de paradigma: ao contrário das linhas comuns
     do crédito rural, o ABC não financia apenas itens de
     investimento, mas finalidades;
 •   Em algumas regiões há dificuldades de ordem legal
     (problemas fundiários e /ou ambientais);
 •   Código Florestal em revisão
Ações do BB

Internas:
• Treinamento, divulgação e reuniões de sensibilização;
• Divulgação de informações técnicas, perguntas e
  respostas, modelo de Projeto Técnico, e outras
  informações do Programa;
• Mapeamento das oportunidades de financiamento no
  Estado;
• Validação pelo corpo técnico de todas as operações.
Ações BB

Externas:
• Treinamento da Assistência Técnica;
• Participação em eventos de divulgação em todo o
  Estado;
• Articulação com diversos órgãos e entidades de
  atuação federal e estadual;
• Modelo de Projeto Técnico específico para o ABC;
PROGRAMA ABC




Condições Negociais
Finalidades
 Investimentos destinados a:
 •   recuperação de áreas e pastagens degradadas;
 •   implantação de sistemas orgânicos de produção
     agropecuária;
 •   implantação e melhoramento de sistemas de plantio
     direto "na palha";
 •   implantação de sistemas de integração lavoura-
     pecuária, lavoura-floresta, pecuária-floresta ou
     lavoura-pecuária-floresta;
 •   implantação    de   planos   de   manejo   florestal
     sustentável;
Finalidades (continuação)

 •   implantação,    manutenção     e     manejo   de   florestas
     comerciais,    inclusive   aquelas    destinadas   ao   uso
     industrial ou à produção de carvão vegetal;

 •   adequação ou regularização das propriedades rurais
     frente à legislação ambiental, inclusive recuperação da
     reserva legal, de áreas de preservação permanente, e o
     tratamento de dejetos e resíduos, entre outros;

 •   implantação de biodigestores;

 •   aquisição de máquinas para colheita de cana-de-açucar
Público:
Produtores rurais (PF e PJ) e suas cooperativas;

É exigido Projeto Técnico elaborado por profissional
habilitado, conforme modelo definido pelo Banco.

Fontes de Recursos:
- Poupança Rural (recursos do BB - R$ 1,5 bi)
- BNDES
- Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-
  Oeste (FCO)
Encargos Financeiros:

 -      Poupança Rural e BNDES: juros efetivos de 5,0% ao ano;

 -      FCO: juros efetivos de acordo com o porte do produtor (definido
        pela renda bruta agropecuária anual):


     Receita Bruta Anual            Porte           Encargos (a a)   Bônus de 15%
Até R$ 360 mil             Mini produtor                5,0%            4,25%
De R$ 360 a 3,6 milhões Pequeno produtor               6,75%            5,73%
De R$ 3,6 a 16 milhões     Pequeno-médio produtor      7,25%            6,16%
De R$ 16 a 90 milhões      Médio produtor              7,25%            6,16%
Acima de R$ 90 milhões     Grande produtor             8,50%            7,22%


Recomposição de Reserva Legal: 4% a a (sem bônus).
PRAZOS: De acordo com o fluxo de caixa do projeto:


Finalidade                            ABC – MCR                 FCO-ABC
                                      6.4/BNDES
Essências para Serraria e       Até 15 anos com até 08    Até 20 anos com até
Laminação:                      anos de carência.         10 anos de carência.

Essências para fins Energéticos: Até 12 anos com até 08   Até 15 anos com até
                                 anos de carência.        08 anos de carência.

Recuperação e Regularização     Até 15 anos com até 01    Até 20 anos com até
de Reserva Legal ou APP:        ano de carência.          12 anos de carência.

Recuperação de Pastagens:       Até 08 anos com até 03    Até 12 anos com até
                                anos de carência.         03 anos de carência.

Demais Investimentos:           Até 08 anos com até 03    Até 12 anos com até
                                anos de carência.         03 anos de carência.
Valor Financiável:

-   Poupança Rural e BNDES: até R$ 1 milhão por
    beneficiário, por ano-safra, independentemente de
    outros créditos concedidos ao amparo de recursos
    controlados do crédito rural;

-   FCO:    até R$ 20 milhões por cliente, grupo
    empresarial ou grupo agropecuário.
Garantias:

As usuais exigidas no Crédito Rural.

Forma de Pagamento:

Em parcelas semestrais ou anuais, de acordo com o
projeto técnico e com o fluxo de receitas da
propriedade beneficiada.

Liberação do Crédito:

De acordo com o cronograma do projeto técnico.
José Luiz dos Reis
  Analista de Agronegócios
     Superintendência
       Fone 3389-1400

Palestra jose luiz

  • 1.
    Linhas de créditopara Agricultura de Baixo Carbono
  • 2.
    Banco do Brasile o Agronegócio no MS 82,3% do Crédito Rural e Agroindustrial; no Brasil: 64,9% R$ 2,29 bilhões aplicados na safra 2011/2012 Carteira Rural: R$ 3,66 bilhões (dez/2011) 6.500 clientes AGROempresários; no Brasil: 70.240 18 mil clientes Agricultores Familiares; no Brasil: 1,44 mil 84 agências operadoras Mais de 1.500 funcionários
  • 3.
    O PROGRAMA ABC noBanco do Brasil Breve Histórico
  • 4.
    Lei 12.187 e Decreto 7.390 (PNMC) Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação Desmatamento Desmatamento Eficiência Carvão na Outros Amazônia Cerrado Agricultura Energética Siderurgia Planos Setoriais 1. Recuperação de Pastagens Degradadas 2. Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) 3. Sistema de Plantio Direto (SPD) 4. Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN) 5. Florestas Plantadas 6. Tratamento de Resíduos Animais
  • 5.
    O Programa ABC(2010) • Programa lançado na safra 2010/2011 • Dotação do Programa: R$ 2 bilhões • Fonte de Recursos: BNDES • Pouca procura pelo crédito • Poucas operações em todo o Sistema Nacional de Crédito Rural
  • 6.
    Problemas / DificuldadesIdentificados • Desconhecimento da existência da linha de crédito por parte dos produtores e técnicos; • Desconhecimento de algumas das tecnologias difundidas pelo programa; • Ausência de capacitação por parte dos técnicos para adoção das tecnologias difundidas pelo programa; • Ausência de capacitação por parte dos técnicos na elaboração de projetos que atendam as exigências do Programa;
  • 7.
    Problemas / DificuldadesIdentificados (continuação) • Mudança de paradigma: ao contrário das linhas comuns do crédito rural, o ABC não financia apenas itens de investimento, mas finalidades; • Em algumas regiões há dificuldades de ordem legal (problemas fundiários e /ou ambientais); • Código Florestal em revisão
  • 8.
    Ações do BB Internas: •Treinamento, divulgação e reuniões de sensibilização; • Divulgação de informações técnicas, perguntas e respostas, modelo de Projeto Técnico, e outras informações do Programa; • Mapeamento das oportunidades de financiamento no Estado; • Validação pelo corpo técnico de todas as operações.
  • 9.
    Ações BB Externas: • Treinamentoda Assistência Técnica; • Participação em eventos de divulgação em todo o Estado; • Articulação com diversos órgãos e entidades de atuação federal e estadual; • Modelo de Projeto Técnico específico para o ABC;
  • 10.
  • 11.
    Finalidades Investimentos destinadosa: • recuperação de áreas e pastagens degradadas; • implantação de sistemas orgânicos de produção agropecuária; • implantação e melhoramento de sistemas de plantio direto "na palha"; • implantação de sistemas de integração lavoura- pecuária, lavoura-floresta, pecuária-floresta ou lavoura-pecuária-floresta; • implantação de planos de manejo florestal sustentável;
  • 12.
    Finalidades (continuação) • implantação, manutenção e manejo de florestas comerciais, inclusive aquelas destinadas ao uso industrial ou à produção de carvão vegetal; • adequação ou regularização das propriedades rurais frente à legislação ambiental, inclusive recuperação da reserva legal, de áreas de preservação permanente, e o tratamento de dejetos e resíduos, entre outros; • implantação de biodigestores; • aquisição de máquinas para colheita de cana-de-açucar
  • 13.
    Público: Produtores rurais (PFe PJ) e suas cooperativas; É exigido Projeto Técnico elaborado por profissional habilitado, conforme modelo definido pelo Banco. Fontes de Recursos: - Poupança Rural (recursos do BB - R$ 1,5 bi) - BNDES - Fundo Constitucional de Financiamento do Centro- Oeste (FCO)
  • 14.
    Encargos Financeiros: - Poupança Rural e BNDES: juros efetivos de 5,0% ao ano; - FCO: juros efetivos de acordo com o porte do produtor (definido pela renda bruta agropecuária anual): Receita Bruta Anual Porte Encargos (a a) Bônus de 15% Até R$ 360 mil Mini produtor 5,0% 4,25% De R$ 360 a 3,6 milhões Pequeno produtor 6,75% 5,73% De R$ 3,6 a 16 milhões Pequeno-médio produtor 7,25% 6,16% De R$ 16 a 90 milhões Médio produtor 7,25% 6,16% Acima de R$ 90 milhões Grande produtor 8,50% 7,22% Recomposição de Reserva Legal: 4% a a (sem bônus).
  • 15.
    PRAZOS: De acordocom o fluxo de caixa do projeto: Finalidade ABC – MCR FCO-ABC 6.4/BNDES Essências para Serraria e Até 15 anos com até 08 Até 20 anos com até Laminação: anos de carência. 10 anos de carência. Essências para fins Energéticos: Até 12 anos com até 08 Até 15 anos com até anos de carência. 08 anos de carência. Recuperação e Regularização Até 15 anos com até 01 Até 20 anos com até de Reserva Legal ou APP: ano de carência. 12 anos de carência. Recuperação de Pastagens: Até 08 anos com até 03 Até 12 anos com até anos de carência. 03 anos de carência. Demais Investimentos: Até 08 anos com até 03 Até 12 anos com até anos de carência. 03 anos de carência.
  • 16.
    Valor Financiável: - Poupança Rural e BNDES: até R$ 1 milhão por beneficiário, por ano-safra, independentemente de outros créditos concedidos ao amparo de recursos controlados do crédito rural; - FCO: até R$ 20 milhões por cliente, grupo empresarial ou grupo agropecuário.
  • 17.
    Garantias: As usuais exigidasno Crédito Rural. Forma de Pagamento: Em parcelas semestrais ou anuais, de acordo com o projeto técnico e com o fluxo de receitas da propriedade beneficiada. Liberação do Crédito: De acordo com o cronograma do projeto técnico.
  • 18.
    José Luiz dosReis Analista de Agronegócios Superintendência Fone 3389-1400