Iniciativas CCBA 
para projetos privados de carbono 
e programas jurisdicionais de REDD+
Climate, Community and Biodiversity Alliance (CCBA) 
A Aliança para o Clima, Comunidade e Biodiversidade (CCBA) é uma parceria global de cinco organizações não governamentais internacionais
Climate, Community and Biodiversity Alliance (CCBA) 
A missão da CCBA é estimular e promover atividades de manejo da terra que mitiguem de maneira crível mudanças climáticas globais, melhorem o bem-estar, reduzam a pobreza de comunidades locais e 
conservem a biodiversidade.
Climate, Community and Biodiversity Alliance (CCBA) 
O padrão Clima, Comunidade e Biodiversidade (CCB) foi lançado em 2005 para promover o desenvolvimento e o investimento em projetos locais que forneçam benefícios significantes de clima, comunidade e biodiversidade de maneira integrada e sustentável. 
O padrão REDD+ SES foi lançado em 2010 para dar suporte a programas de REDD+ conduzidos pelo governo que façam uma contribuição significante aos direitos humanos, à redução da pobreza e à conservação da biodiversidade. O desenvolvimento do REDD+ SES foi facilitado conjuntamente pela CARE e CCBA.
Projetos privados de REDD+ 
The Russas Project & The Valparaiso project 
The Envira Project 
The Purus Project 
Jari/Amapá REDD+ Project 
Cikel Brazilian Amazon APD REDD project 
ADPML Portel Pará REDD Project 
RMDLT Portel Pará REDD Project 
Maísa REDD+ Project 
Florestal Santa Maria Project 
Resex Rio Preto Jacundá REDD+ Project 
Suruís Forest Carbon Project 
The Juruá and Carauari REDD Project 
Ecomapuá Amazon REDD project 
Amazon Rio REDD+ APD Project IWC Brazilian Grouped REDD 
The Juma Sust. Devel. Reserve Project
Projetos privados de REDD+ no Brasil & Salvaguardas Sócio Ambientais 
75% 
19% 
6% 
CCB 
FSC 
Social Carbon 
100% dos projetos privados de REDD+ no Brasil foram desenhados para atender critérios sócio-ambientais
Market share entre padrões que geram co-benefícios
Funcionamento do padrão CCB 
G1. Objetivos do Projeto, Concepção e Viabilidade em Longo Prazo O projeto possui objetivos claros de gerar benefícios para o clima, a comunidade e a biodiversidade, tendo sido concebido para atender a esses objetivos. Riscos são identificados e administrados para gerar e manter os benefícios do projeto durante e além da duração do projeto. 
Visão geral do projeto; 
Escopo e limites; 
Espacialização do projeto; 
Identificação de stakeholders; 
Avaliação de riscos; 
Abordagem programática;
Funcionamento do padrão CCB 
G2. Cenário de Uso da Terra na Ausência de Projeto e Adicionalidade O cenário de uso da terra na ausência do projeto descreve o uso da terra ou mudanças no uso da terra esperados na Zona do Projeto. Os impactos do projeto para o clima, comunidades e biodiversidade são medidos comparando-se às emissões de GEE, a condição das Comunidades e da Biodiversidade entre o cenário com e sem o projeto. Os benefícios do projeto devem ser „adicionais‟, de tal modo que eles não teriam ocorrido sem o projeto. 
Descrição do cenário de linha de base; 
Adicionalidade das ações do projeto;
Funcionamento do padrão CCB 
G3. Participação dos Atores As comunidades e outros atores são envolvidos no projeto através da participação integral e efetiva, incluindo acesso a informações, consulta, participação no processo de tomada de decisões e sua implementação e Consentimento Prévio, Livre e Informado. Informações oportunas e adequadas estão acessíveis em linguagem adequada. Consultas efetivas e pontuais são conduzidas com todos os atores pertinentes e há garantia de participação daqueles que desejam se envolver. Procedimentos de feedback e mecanismos para lidar com reclamações estão estabelecidos e são funcionais. Melhores práticas são adotadas para relações e segurança dos trabalhadores. 
Engajamento com as comunidades; 
Resolução de disputas; 
Relações trabalhistas;
Funcionamento do padrão CCB 
G4. Capacidade de gestão O projeto possui recursos humanos e financeiros adequados para sua implementação efetiva. 
Esquema de gestão do projeto; 
Capacidade técnica dos envolvidos; 
Saúde financeira da instituição proponente;
Funcionamento do padrão CCB 
G5. Situação Jurídica e Direitos a Propriedade O projeto se baseia em uma estrutura jurídica aceita internacionalmente, cumpre as exigências estatutárias e habituais relevantes e dispõe das aprovações necessárias das devidas autoridades estaduais, locais e indígenas. O projeto reconhece, respeita e apoia os direitos às terras, territórios e recursos, incluindo os direitos estatutários e tradicionais dos Povos Indígenas e comunidades.O Consentimento Prévio, Livre e Informado dos devidos Titulares de Direitos de Propriedade foi obtido em todo estágio do projeto. As atividades do projeto não levam a remoção ou realocação involuntária. 
CLPI, Remoção, Atividades ilegais, Conflitos 
Direitos sobre o carbono, dupla contagem
Funcionamento do padrão CCB 
CL1. Cenário do Clima na Ausência de Projeto; CL2. Impactos Climáticos Líquidos Positivos; CL3. Impactos Climáticos fora da Área do Projeto (Vazamentos); CL4. Monitoramento do Impacto Climático; GL1. Adaptação; CM1. Cenário das Comunidades na Ausência de Projeto; CM2. Impactos Líquidos Positivos para as Comunidades; CM3. Impactos sobre Outros Atores (No Harm); CM4. Monitoramento dos Impactos sobre as Comunidades; GL2. Benefícios Excepcionais para as Comunidades; B1. Biodiversidade no Cenário de Ausência de Projeto; B2. Impactos Líquidos Positivos sobre a Biodiversidade; B3. Impactos sobre a Biodiversidade Fora da Zona do Projeto; B4. Monitoramento dos Impactos sobre a Biodiversidade; GL3. Benefícios Excepcionais para a Biodiversidade
Correspondência com as salvaguardas de Cancun 
a)Ações complementam ou são consistentes com os objetivos de programas florestais nacionais e com convenções e acordos internacionais pertinentes G5.6 
b)Estruturas florestais nacionais transparentes e efetivas, levando em consideração a legislação e a soberania nacionais NA 
c)Respeito pelo conhecimento e pelos direitos dos povos indígenas e membros das comunidades locais, levando em consideração as pertinentes obrigações internacionais, circunstâncias e leis nacionais e observando que a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas G5.1-3 
d)A participação integral e efetiva de atores pertinentes, particularmente povos indígenas e comunidades locais G3.1-6, G5.2-3 
e) As ações são consistentes com a conservação de florestas naturais e diversidade biológica, assegurando que as atividades REDD+ não sejam usadas para a conversão de florestas naturais, mas sejam, ao contrário utilizadas para incentivar a proteção e conservação de florestas naturais e seus serviços de ecossistema e para aperfeiçoar outros benefícios socioambientais B1-4, CM1-4 
f)Ações para tratar de riscos de reversões G1.10-11 
g)Ações para reduzir o deslocamento de emissões CL3, CM3, B3
Vantagens e oportunidades 
1.Perspectiva de um governo: monitoramento 
2.Perspectiva de um desenvolvedor/investidor: retorno financeiro 
3.Perspectiva das comunidades & biodiversidade...
Custos envolvidos 
1.Custos de desenvolvimento: 
a)Adequação ao CCB representa de 25 a 75% do investimento total necessário a implementação de um projeto; 
2.Custos de validação e verificação: 
a)Diretos; 
b)Indiretos: gestão adaptativa do projeto;
Políticas públicas de REDD+ Acre 
- Lei N.º 2.308/2010 – Sist. Est. de Incentivos a Serviços Ambientais – SISA 
- Processo REDD SES: fase de avaliação Mato Grosso 
- Lei Nº 9.878/2013 – Sist. Est. de REDD+ 
- Processo REDD SES: fase de interpretação Amazonas 
- Proj. de lei para serviços ambientais, Out. 2013 
- Lei N.º 3.135/2007 – Pol. Est. sobre Mudanças Climáticas Amapá 
- Proj. Lei para Politicas est. de mudanças climáticas e PSA, Set. 2013 Tocantins 
- Decreto N.º 3007, 2007 - Fórum est. de mudanças climáticas 
- Proj. de Lei para politica estadual de mudanças climáticas Pará 
-Decreto N.º 518, 2012 - Fórum est. de mudanças climáticas 
-Politicas correlacionadas Rondônia 
-Decreto N.º 16.232, 2011 - Fórum est. de mudanças climática
Etapa inicial
Processo: fase 1
Processo: fase 2
Processo: fase 3
Vantagens e oportunidades 
1.O processo REDD+ SES orienta a construção conjunta de programas de REDD+ nacionais e jurisdicionais, de forma transparente e participativa, permitindo mecanismos de MRV dentro de um SIS. 
2.Um sistema jurisdicional “salvaguardado” integra diversos programas existentes, de modo a aproveitar as atribuições de suas agências/instrumentos. 
3.Empoderamento da sociedade civil, as minorias e a grupos marginalizados.
Acre Estado mais avançado em termos de regulação de REDD+ no Brasil Lei 2.308/2010 – estabelece o SISA (Sist. Est. de Incentivo a Serviços Ambientais) Processo REDD SES Avaliação Total area 164.221 Km2 Forested area 130.801 Km2 Represents 4.7% of Brazilian Amazon Forest Deforestation rate 601,5 Km2/year 15 indigenous ethnicities, (Indigenous lands represents 16 % of the territory) 78.826 Km2 of protected areas 
Fonte: GCF, contribuições para ENREDD, 2014
Contexto no Acre Processo REDD SES Avaliação: Em etapa de consulta pública ao draft de autoavaliação Esquema de monitoramento SISA Desafios: 
•Estabelecer um sistema de MRV completo e funcional 
•Estabelecer um SIS operacional
Mato Grosso Total area 903.357 Km2 Forested area 504.014 Km2 Represents 11% of Brazilian Amazon Forest Deforestation rate 7.657,13 Km2/year 70 Indigenous lands +130 Conservation units representing 191.000 ha Estado com maior media histórica de desmatamento e também onde se observou as maiores taxas de redução de desmatamento Lei 9.878/2013 – estabelece o sistema estadual de REDD+ Processo REDD SES Interpretação do padrão Fonte: GCF, contribuições para ENREDD, 2014
Contexto no Mato Grosso Processo REDD SES: Interpretação: Desenvolvendo indicadores locais State REDD+ SIS Desafios e próximos passos: 
•Promover participação efetiva e legítima em um estado com tantas realidades diferentes.
www.imaflora.org Estrada Chico Mendes, 185 CEP- 13426-420 Piracicaba | SP | Brasil Tel. +55 19 3429.0800 Fax +55 19 3429.0809 imaflora@imaflora.org

Imaflora iniciativas ccba para projetos privados e programas de redd

  • 1.
    Iniciativas CCBA paraprojetos privados de carbono e programas jurisdicionais de REDD+
  • 2.
    Climate, Community andBiodiversity Alliance (CCBA) A Aliança para o Clima, Comunidade e Biodiversidade (CCBA) é uma parceria global de cinco organizações não governamentais internacionais
  • 3.
    Climate, Community andBiodiversity Alliance (CCBA) A missão da CCBA é estimular e promover atividades de manejo da terra que mitiguem de maneira crível mudanças climáticas globais, melhorem o bem-estar, reduzam a pobreza de comunidades locais e conservem a biodiversidade.
  • 4.
    Climate, Community andBiodiversity Alliance (CCBA) O padrão Clima, Comunidade e Biodiversidade (CCB) foi lançado em 2005 para promover o desenvolvimento e o investimento em projetos locais que forneçam benefícios significantes de clima, comunidade e biodiversidade de maneira integrada e sustentável. O padrão REDD+ SES foi lançado em 2010 para dar suporte a programas de REDD+ conduzidos pelo governo que façam uma contribuição significante aos direitos humanos, à redução da pobreza e à conservação da biodiversidade. O desenvolvimento do REDD+ SES foi facilitado conjuntamente pela CARE e CCBA.
  • 5.
    Projetos privados deREDD+ The Russas Project & The Valparaiso project The Envira Project The Purus Project Jari/Amapá REDD+ Project Cikel Brazilian Amazon APD REDD project ADPML Portel Pará REDD Project RMDLT Portel Pará REDD Project Maísa REDD+ Project Florestal Santa Maria Project Resex Rio Preto Jacundá REDD+ Project Suruís Forest Carbon Project The Juruá and Carauari REDD Project Ecomapuá Amazon REDD project Amazon Rio REDD+ APD Project IWC Brazilian Grouped REDD The Juma Sust. Devel. Reserve Project
  • 6.
    Projetos privados deREDD+ no Brasil & Salvaguardas Sócio Ambientais 75% 19% 6% CCB FSC Social Carbon 100% dos projetos privados de REDD+ no Brasil foram desenhados para atender critérios sócio-ambientais
  • 7.
    Market share entrepadrões que geram co-benefícios
  • 8.
    Funcionamento do padrãoCCB G1. Objetivos do Projeto, Concepção e Viabilidade em Longo Prazo O projeto possui objetivos claros de gerar benefícios para o clima, a comunidade e a biodiversidade, tendo sido concebido para atender a esses objetivos. Riscos são identificados e administrados para gerar e manter os benefícios do projeto durante e além da duração do projeto. Visão geral do projeto; Escopo e limites; Espacialização do projeto; Identificação de stakeholders; Avaliação de riscos; Abordagem programática;
  • 9.
    Funcionamento do padrãoCCB G2. Cenário de Uso da Terra na Ausência de Projeto e Adicionalidade O cenário de uso da terra na ausência do projeto descreve o uso da terra ou mudanças no uso da terra esperados na Zona do Projeto. Os impactos do projeto para o clima, comunidades e biodiversidade são medidos comparando-se às emissões de GEE, a condição das Comunidades e da Biodiversidade entre o cenário com e sem o projeto. Os benefícios do projeto devem ser „adicionais‟, de tal modo que eles não teriam ocorrido sem o projeto. Descrição do cenário de linha de base; Adicionalidade das ações do projeto;
  • 10.
    Funcionamento do padrãoCCB G3. Participação dos Atores As comunidades e outros atores são envolvidos no projeto através da participação integral e efetiva, incluindo acesso a informações, consulta, participação no processo de tomada de decisões e sua implementação e Consentimento Prévio, Livre e Informado. Informações oportunas e adequadas estão acessíveis em linguagem adequada. Consultas efetivas e pontuais são conduzidas com todos os atores pertinentes e há garantia de participação daqueles que desejam se envolver. Procedimentos de feedback e mecanismos para lidar com reclamações estão estabelecidos e são funcionais. Melhores práticas são adotadas para relações e segurança dos trabalhadores. Engajamento com as comunidades; Resolução de disputas; Relações trabalhistas;
  • 11.
    Funcionamento do padrãoCCB G4. Capacidade de gestão O projeto possui recursos humanos e financeiros adequados para sua implementação efetiva. Esquema de gestão do projeto; Capacidade técnica dos envolvidos; Saúde financeira da instituição proponente;
  • 12.
    Funcionamento do padrãoCCB G5. Situação Jurídica e Direitos a Propriedade O projeto se baseia em uma estrutura jurídica aceita internacionalmente, cumpre as exigências estatutárias e habituais relevantes e dispõe das aprovações necessárias das devidas autoridades estaduais, locais e indígenas. O projeto reconhece, respeita e apoia os direitos às terras, territórios e recursos, incluindo os direitos estatutários e tradicionais dos Povos Indígenas e comunidades.O Consentimento Prévio, Livre e Informado dos devidos Titulares de Direitos de Propriedade foi obtido em todo estágio do projeto. As atividades do projeto não levam a remoção ou realocação involuntária. CLPI, Remoção, Atividades ilegais, Conflitos Direitos sobre o carbono, dupla contagem
  • 13.
    Funcionamento do padrãoCCB CL1. Cenário do Clima na Ausência de Projeto; CL2. Impactos Climáticos Líquidos Positivos; CL3. Impactos Climáticos fora da Área do Projeto (Vazamentos); CL4. Monitoramento do Impacto Climático; GL1. Adaptação; CM1. Cenário das Comunidades na Ausência de Projeto; CM2. Impactos Líquidos Positivos para as Comunidades; CM3. Impactos sobre Outros Atores (No Harm); CM4. Monitoramento dos Impactos sobre as Comunidades; GL2. Benefícios Excepcionais para as Comunidades; B1. Biodiversidade no Cenário de Ausência de Projeto; B2. Impactos Líquidos Positivos sobre a Biodiversidade; B3. Impactos sobre a Biodiversidade Fora da Zona do Projeto; B4. Monitoramento dos Impactos sobre a Biodiversidade; GL3. Benefícios Excepcionais para a Biodiversidade
  • 14.
    Correspondência com assalvaguardas de Cancun a)Ações complementam ou são consistentes com os objetivos de programas florestais nacionais e com convenções e acordos internacionais pertinentes G5.6 b)Estruturas florestais nacionais transparentes e efetivas, levando em consideração a legislação e a soberania nacionais NA c)Respeito pelo conhecimento e pelos direitos dos povos indígenas e membros das comunidades locais, levando em consideração as pertinentes obrigações internacionais, circunstâncias e leis nacionais e observando que a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas G5.1-3 d)A participação integral e efetiva de atores pertinentes, particularmente povos indígenas e comunidades locais G3.1-6, G5.2-3 e) As ações são consistentes com a conservação de florestas naturais e diversidade biológica, assegurando que as atividades REDD+ não sejam usadas para a conversão de florestas naturais, mas sejam, ao contrário utilizadas para incentivar a proteção e conservação de florestas naturais e seus serviços de ecossistema e para aperfeiçoar outros benefícios socioambientais B1-4, CM1-4 f)Ações para tratar de riscos de reversões G1.10-11 g)Ações para reduzir o deslocamento de emissões CL3, CM3, B3
  • 15.
    Vantagens e oportunidades 1.Perspectiva de um governo: monitoramento 2.Perspectiva de um desenvolvedor/investidor: retorno financeiro 3.Perspectiva das comunidades & biodiversidade...
  • 16.
    Custos envolvidos 1.Custosde desenvolvimento: a)Adequação ao CCB representa de 25 a 75% do investimento total necessário a implementação de um projeto; 2.Custos de validação e verificação: a)Diretos; b)Indiretos: gestão adaptativa do projeto;
  • 17.
    Políticas públicas deREDD+ Acre - Lei N.º 2.308/2010 – Sist. Est. de Incentivos a Serviços Ambientais – SISA - Processo REDD SES: fase de avaliação Mato Grosso - Lei Nº 9.878/2013 – Sist. Est. de REDD+ - Processo REDD SES: fase de interpretação Amazonas - Proj. de lei para serviços ambientais, Out. 2013 - Lei N.º 3.135/2007 – Pol. Est. sobre Mudanças Climáticas Amapá - Proj. Lei para Politicas est. de mudanças climáticas e PSA, Set. 2013 Tocantins - Decreto N.º 3007, 2007 - Fórum est. de mudanças climáticas - Proj. de Lei para politica estadual de mudanças climáticas Pará -Decreto N.º 518, 2012 - Fórum est. de mudanças climáticas -Politicas correlacionadas Rondônia -Decreto N.º 16.232, 2011 - Fórum est. de mudanças climática
  • 18.
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  • 23.
    Vantagens e oportunidades 1.O processo REDD+ SES orienta a construção conjunta de programas de REDD+ nacionais e jurisdicionais, de forma transparente e participativa, permitindo mecanismos de MRV dentro de um SIS. 2.Um sistema jurisdicional “salvaguardado” integra diversos programas existentes, de modo a aproveitar as atribuições de suas agências/instrumentos. 3.Empoderamento da sociedade civil, as minorias e a grupos marginalizados.
  • 24.
    Acre Estado maisavançado em termos de regulação de REDD+ no Brasil Lei 2.308/2010 – estabelece o SISA (Sist. Est. de Incentivo a Serviços Ambientais) Processo REDD SES Avaliação Total area 164.221 Km2 Forested area 130.801 Km2 Represents 4.7% of Brazilian Amazon Forest Deforestation rate 601,5 Km2/year 15 indigenous ethnicities, (Indigenous lands represents 16 % of the territory) 78.826 Km2 of protected areas Fonte: GCF, contribuições para ENREDD, 2014
  • 25.
    Contexto no AcreProcesso REDD SES Avaliação: Em etapa de consulta pública ao draft de autoavaliação Esquema de monitoramento SISA Desafios: •Estabelecer um sistema de MRV completo e funcional •Estabelecer um SIS operacional
  • 26.
    Mato Grosso Totalarea 903.357 Km2 Forested area 504.014 Km2 Represents 11% of Brazilian Amazon Forest Deforestation rate 7.657,13 Km2/year 70 Indigenous lands +130 Conservation units representing 191.000 ha Estado com maior media histórica de desmatamento e também onde se observou as maiores taxas de redução de desmatamento Lei 9.878/2013 – estabelece o sistema estadual de REDD+ Processo REDD SES Interpretação do padrão Fonte: GCF, contribuições para ENREDD, 2014
  • 27.
    Contexto no MatoGrosso Processo REDD SES: Interpretação: Desenvolvendo indicadores locais State REDD+ SIS Desafios e próximos passos: •Promover participação efetiva e legítima em um estado com tantas realidades diferentes.
  • 28.
    www.imaflora.org Estrada ChicoMendes, 185 CEP- 13426-420 Piracicaba | SP | Brasil Tel. +55 19 3429.0800 Fax +55 19 3429.0809 imaflora@imaflora.org